"Determinantes da Produtividade do Trabalho para a Estratégia de Sustentabilidade e Promoção da Classe Média"

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Apresentação do ministro da SAE/PR, Marcelo Neri, que iniciou uma ampla discussão sobre a produtividade do trabalho, com o lançamento, pela SAE/PR, do documento “Determinantes da Produtividade do Trabalho”, que propõe uma estrutura analítica para a compreensão dos fatores que influenciam essa produtividade. Veja mais na matéria: http://ow.ly/poL9G

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"Determinantes da Produtividade do Trabalho para a Estratégia de Sustentabilidade e Promoção da Classe Média"

  1. 1. CRESCIMENTO INCLUSIVO O FANTÁSTICO PROGRESSO DOS ÚLTIMOS 10 ANOS
  2. 2. O que mudou? • Renda dos mais pobres cresceu mais! • Redução drástica nos níveis de Pobreza e Desigualdade
  3. 3. Renda dos mais pobres cresceu mais 0,0 0,5 1,0 1,5 2,0 2,5 3,0 3,5 4,0 4,5 5,0 5,5 6,0 6,5 7,0 Primeiro Segundo Terceiro Quarto Quinto Sexto Sétimo Oitavo Nono Décimo Taxacrescimentoanualmédiadarendapercapita(%) Décimos da distribuição de renda Taxa de crescimento anual média por décimos da distribuição de renda familiar: Brasil, 2001 a 2011 Fonte: Estimativas da SAE/PR com base nas PNADs de 2001 a 2011. Média Renda dos 10% mais pobres 500% + rápido que a dos 10% mais ricos.
  4. 4. Renda dos + pobres cresceu a taxas indianas, a dos + ricos.. Taxa de crescimento dos 10% mais pobres no Brasil Taxa de crescimento dos 10% mais ricos no Brasil
  5. 5. 35 40 45 50 55 60 65 70 75 80 85 90 95 100 105 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2011 Proporçãodepobreseextremamentepobres(2001=100) Evolução da pobreza e da extrema pobreza no Brasil: 2001-2011 (2001=100) Fonte: Estimativas da SAE/PR com base nas PNADs de 2001 a 2011. Pobreza Extrema Pobreza Menor grau de pobreza e extrema pobreza
  6. 6. Renda domiciliar per capita abaixo de U$S 2,5 dia PPP – Linha mais alta da Meta do Milenio da ONU – R$ 140 em Outubro de 2011 – Queda desde 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 -12,084% -17, 883% -33,455% -37,672% -46,148% -48,946% -53,386% -57,826% Variação Acumulada da Pobreza O Brasil fez mais de 25 anos em 8! 23,4 milhões de pessoas saindo da pobreza entre 2003 e 2011 e 3,7 milhões entre 2009 e 2011. meta do milênio alcançada Brasil e as Metas do Milênio
  7. 7. Componente que Explica Proporção de Pobres % da Queda Total Crescimento da renda 48 Queda da desigualdade 52 Total 100 Decomposições dinâmicas da Pobreza no Brasil, 2001-2011 Fonte: IPEA a partir dos microdados da PNAD/IBGE O que explica + a Inclusão? Crescimento ou Equidade? O Caminho do Meio
  8. 8. Desigualdade persistente começou a ceder Evolução do Grau de Desigualdade de Renda no Brasil
  9. 9. 0,25 0,30 0,35 0,40 0,45 0,50 0,55 0,60 0,65 1980 1982 1984 1986 1988 1990 1992 1994 1996 1998 2000 2002 2004 2006 2008 2010 2012 CoeficientedeGini Evolução do grau de desigualdade, Brasil e China: 1981 a 2011 Fonte: 1976-2009 Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA),médias para anosde 1980,1991,2000; 2011 PNAD de 2011. China Brasil Brasil mais igual, China mais desigual
  10. 10. O que mudou? 2002 2012 Mais de 40 milhões de brasileiros chegaram a nova classe média
  11. 11. 1 2 3 4 5 6 9 107 8 Décimos de renda domiciliar per capita 91% Fonte: IPEA a partir dos microdados da PNAD/IBGE Crescimento(%) 82% 75% 69% 63% 57% 49% 39% 28% 17% 100 80 60 40 20 0 Variação anual Acumulada por décimo de renda per capita 2001-2011(%)
  12. 12. COMO ISSO FOI FEITO ? GRANDE PROCESSO DE INCLUSÃO PRODUTIVA
  13. 13. 50 60 70 80 90 100 110 120 130 140 150 160 2001 2011 Rendapercapita(R$/mês) Determinantesdo crescimentoda renda per capita dos 25% mais pobres Brasil: 2001-2011 Fonte: SAE/PR, com base na PNAD 2001 e 2011. 83% R$ 82 R$ 82 R$ 151 Renda dos 25% mais pobres cresceu 83%
  14. 14. 50 60 70 80 90 100 110 120 130 140 150 160 2001 2011 Rendapercapita(R$/mês) Determinantesdo crescimentoda renda per capita dos 25% mais pobres Brasil: 2001-2011 Fonte: SAE/PR, com base na PNAD 2001 e 2011. 83% R$ 82 R$ 82 R$ 151 R$ 90 Proporçãode adultos:11% Rendado trabalho:52% Rendanão trabalho:37% R$ 115 Mais de metade do crescimento veio do trabalho
  15. 15. 200 220 240 260 280 300 320 340 360 380 400 420 440 460 480 500 520 540 560 580 600 2001 2011 Rendapercapita(R$/mês) Determinantesdo crescimentoda renda per capita dos 50% medianos Brasil: 2001-2011 Fonte: SAE/PR, com base na PNAD 2001 e 2011. 55% R$ 323 R$ 323 R$ 502 Renda no entorno da mediana cresceu 55%
  16. 16. 200 220 240 260 280 300 320 340 360 380 400 420 440 460 480 500 520 540 560 580 600 2001 2011 Rendapercapita(R$/mês) Determinantesdo crescimentoda renda per capita dos 50% medianos Brasil: 2001-2011 Fonte: SAE/PR, com base na PNAD 2001 e 2011. 55% R$ 323 R$ 323 R$ 502 R$ 350 Proporçãode adultos:15% Rendado trabalho:55% Rendanão trabalho:30% R$ 405 Mais de metade do crescimento veio do trabalho
  17. 17. 1500 1550 1600 1650 1700 1750 1800 1850 1900 1950 2000 2001 2011 Rendapercapita(R$/mês) Determinantesdo crescimentoda renda per capita dos 25% mais ricos Brasil: 2001-2011 Fonte: SAE/PR, com base na PNAD 2001 e 2011. 21% R$ 1.977 R$ 1.634R$ 1.634 Renda dos 25% mais ricos cresceu 21%
  18. 18. 1500 1550 1600 1650 1700 1750 1800 1850 1900 1950 2000 2001 2011 Rendapercapita(R$/mês) Determinantesdo crescimentoda renda per capita dos 25% mais ricos Brasil: 2001-2011 Fonte: SAE/PR, com base na PNAD 2001 e 2011. 21% R$ 1.634 R$ 1.634 Proporçãode adultos:26% Rendado trabalho:64% Rendanão trabalho:10% R$ 1.758 R$ 1.977 R$ 1.724 Mais de 60% do crescimento veio do trabalho
  19. 19. TRABALHO EM FOCO O QUE ACONTECEU NO MERCADO DE TRABALHO BRASILEIRO?
  20. 20. Maior formalização 40 42 44 46 48 50 52 54 56 58 60 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 Proporçãodaforçadetrabalho(%) Evolução do grau de formalizaçãoda força de trabalho Brasil: 2001-2011 12 p.p. Fonte: Estimativas da SAE/PR com base nas PNADs de 2001 a 2011.
  21. 21. 40 42 44 46 48 50 52 54 56 58 60 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 Proporçãodaforçadetrabalho(%) Evolução dos graus de formalizaçãoe informalidadeda força de trabalho Brasil: 2001-2011 Informal Formal Fonte: Estimativas da SAE/PR com base nas PNADs de 2001 a 2011. Maior remuneração e maior formalização!
  22. 22. Mais assalariados 50 52 54 56 58 60 62 64 66 68 70 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 Proporçãodaforçadetrabalho(%) Evolução do grau de assalariamentoda forçade trabalho Brasil: 2001-2011 7 p.p. Fonte: Estimativas da SAE/PR com base nas PNADs de 2001 a 2011.
  23. 23. 60 62 64 66 68 70 72 74 76 78 80 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 Proporçãodosempregadosnosetorprivadoqueéformal(%) Evolução do grau de formalizaçãoentre empregadosno setor privado Brasil: 2001-2011 12 p.p. Fonte: Estimativas da SAE/PR com base nas PNADs de 2001 a 2011. Mais formais entre os assalariados
  24. 24. 20 25 30 35 40 45 50 55 60 65 70 75 80 85 90 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 Proporçãodaforçadetrabalhocomum dadoníveldequalificaçãoqueéformal(%) Evolução do grau de formalizaçãopor nível de qualificação Brasil: 2001-2011 Baixa qualificação Qualificação mediana Altaqualificação Fonte: Estimativas da SAE/PR com base nas PNADs de 2001 a 2011. Trabalhadores de todas as qualificações mais formais
  25. 25. 25 27 29 31 33 35 37 39 41 43 45 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 Proporçãodostrabalhadorescom baixaqualificaçãoquesãoformais(%) Evolução do grau de formalizaçãoentre trabalhadores com baixa qualificação (no máximo fundamentalcompleto), Brasil: 2001-2011 7 p.p. Fonte: Estimativas da SAE/PR com base nas PNADs de 2001 a 2011. Formalização aumentou mais entre os menos qualificados
  26. 26. 55 57 59 61 63 65 67 69 71 73 75 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 Proporçãodostrabalhadorescom qualificaçãomedianaquesãoformais(%) Evolução do grau de formalizaçãoentre trabalhadores com qualificação mediana (algumaeducação média), Brasil: 2001-2011 6 p.p. Fonte: Estimativas da SAE/PR com base nas PNADs de 2001 a 2011. Formalização aumentou mais entre os menos qualificados
  27. 27. 70 72 74 76 78 80 82 84 86 88 90 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 Proporçãodostrabalhadorescom altaqualificaçãoquesãoformais(%) Evolução do grau de formalizaçãoentre trabalhadores com alta qualificação (algumaeducação superior),Brasil: 2001-2011 3 p.p. Fonte: Estimativas da SAE/PR com base nas PNADs de 2001 a 2011. Formalização aumentou mais entre os menos qualificados
  28. 28. Problemas no Mercado de Trabalho O sonho do emprego estável Um fator de precarização trabalhista é a rotatividade entre os formais que inibe os ganhos de Produtividade vide proposta de mudança no abono salarial e treinamento de ocupados feita pela SAE no último 4a Vozes da nova classe média.
  29. 29. Fonte: IPEA / SAE a partir do CENSO / IBGE Focando nos Empreendedores (Conta Próprias e Empregadores) Efeito ano (2003 - 2013) – Quantílico Cresce 46% nos 5% menores lucros; 32,7% na mediana e 24,5% nos 5% mais altos). Base da Pirâmide Produtiva Meio Topo Equação de Lucros: Isolando Efeitos Onde aumentou mais o lucro? Na base, no meio ou no topo dos negócios? – Vide 3º Vozes
  30. 30. 80 85 90 95 100 105 110 115 120 125 130 135 140 145 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 Remuneraçãorelativaade2003(2003=100) Evolução da remuneração média do trabalho Brasil: 2001-2011 Baixa Qualificação Qualificação Mediana Alta Qualificação Fonte: Estimativas da SAE/PR com base nasPNADs de 2001 a 2011. Reflexos da redução da desigualdade no mercado de trabalho
  31. 31. Renda do mais qualificado aumentou menos 2500 2600 2700 2800 2900 3000 3100 3200 3300 3400 3500 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 R$pormês Evolução da remuneração média do trabalho qualificado (educaçãosuperior),Brasil: 2001-2011 5% Fonte: Estimativas da SAE/PR com base nasPNADs de 2001 a 2011.
  32. 32. 750 800 850 900 950 1000 1050 1100 1150 1200 1250 1300 1350 1400 1450 1500 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 R$pormês Evolução da remuneração média do trabalho medianamentequalificado (educaçãomédia), Brasil: 2001-2011 15% Fonte: Estimativas da SAE/PR com base nasPNADs de 2001 a 2011. Renda do medianamente qualificado aumentou mais
  33. 33. 400 450 500 550 600 650 700 750 800 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 R$pormês Evolução da remuneração média do trabalho pouco qualificado (nenhumaeducação até fundamentalcompleto), Brasil: 2001-2011 40% Fonte: Estimativas da SAE/PR com base nasPNADs de 2001 a 2011. Renda do pouco qualificado aumentou mais ainda!
  34. 34. Fonte: SAE/Ipea a partir dos microdados da PME/IBGE. Evolução da Renda Per Capita A Saga Continua Até 2013? Efeito Ano Equação de Renda Per Capita Trabalho PME 2002 a 2013 Maio* Controles: sexo, idade, cor, região metropolitana, número de moradores, posição na família, ano, e faixas de escolaridade. -7.64% -7.62% -1.55% 5.62% 12.47% 18.04% 21.34% 28.41% 35.84% 43.66% 48,53%* 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013
  35. 35. Efeito Equidade Retorno Educação Equação de Renda Per Capita PME 2002 a 2013 Maio* Controles: sexo, idade, cor, região metropolitana, número de moradores, posição na família, ano, e faixas de escolaridade. -4.49% -3.37% -6.50% -10.23% -13.50% -16.68% -19.20% -19.72% -25.01% -28.64% -31,93%* 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 Dummy Interativa Ano* 11 Anos ou + de Estudo (vis a vis 0 Anos de Estudo em 2002) Fonte: SAE/Ipea a partir dos microdados da PME/IBGE. Queda do Retorno da Educação ainda em curso.
  36. 36. Média 12 MesesVariação Anual da Renda per Capita Média Mediana (desacelera menos) 5,2% 6,7% fev a jan /13 6,61% 5,09% mar a fev /13 4,43% 6,19%abr a mar /13 3,96% 6,13% mai a abr /13 3,49% 5,65% jun a mai /13 3,20% 5,67% jul a jun /13 3,32% 5,63% ago a jul /13 *Renda Domiciliar Per Capita do Trabalho 15 a 65 Anos Fonte: SAE/Ipea a partir dos microdados da PME/IBGE. Desaceleração dos Ganhos da Renda Média Até Meados de 2013.
  37. 37. Índice de Gini* A Desigualdade Continua em Queda? 0,54 0,56 0,58 0,6 0,62 0,64 0,66 mar/02 out/02 mai/03 dez/03 jul/04 fev/05 set/05 abr/06 nov/06 jun/07 jan/08 ago/08 mar/09 out/09 mai/10 dez/10 jul/11 fev/12 set/12 abr/13 *Renda Domiciliar Per Capita do Trabalho 15 a 65 Anos Julho 2002 0,639 Julho 2013 0,547 Julho 2010 0,573 Fonte: SAE/Ipea a partir dos microdados da PME/IBGE.
  38. 38. Desigualdade Horizontal em Queda *Renda Individual do Trabalho População de 15 a 65 Anos Fonte: SAE/Ipea a partir dos microdados da PME/IBGE. 2.83% 3.76% 4.97% 4.78% 8.72% 5.32% 0.00% 1.00% 2.00% 3.00% 4.00% 5.00% 6.00% 7.00% 8.00% 9.00% 10.00% Total Mulher Pretos/Pardos Periferia Mais de 6 pessoas no dom. Menos 1 ano de estudo Grupos Tradicionalmente Excluidos seguem com Aumento de Renda Bem Superior ao da Média .
  39. 39. Decomposição Trabalhista da Renda Real Individual Por Anos de Estudo Fonte: SAE/Ipea a partir dos microdados da PME/IBGE. Variação 2012 a 2013 até Julho (12 meses) Ano Renda de Todos Trabalhos Salário- Hora (Renda Positiva) por Anos de Estudo Anos de Estudo Horas Trabalhadas Taxa de Ocupação na PEA Taxa de Participação no Mercado de Trabalho x x x x Total 2,83% 1,96% 1,47% -0,76% -0,31% 0,46% Sem instrução -de 1 ano estudo 5,32% 8,49% 0,00% 0,10% 0,40% -3,40% De 4 a 7 anos de estudo 3,73% 4,62% 0,78% -0,91% -0,09% -0,62% 11 anos ou mais de estudo 1,18% 1,65% 0,24% -0,67% -0,31% 0,28%
  40. 40. Decomposição Trabalhista da Renda Real Individual Fonte: SAE/Ipea a partir dos microdados da PME/IBGE. Ano Renda de Todos Trabalhos Salário- Hora por Anos de Estudo Anos de Estudo Horas Trabalhadas Taxa de Ocupação na PEA Taxa de Participação no Mercado de Trabalho x x x x Julho 2013 (média 12 meses) 921,13 3,31 10,32 41,85 0,90 0,72 Julho 2003 (média 12 meses) 653,85 3,13 8,88 42,78 0,80 0,69 Variação 2003 a 2013 até Julho 3,49% 0,54% 1,51% -0,22% 1,17% 0,44% Julho 2013 (média 12 meses) 921,13 3,31 10,32 41,85 0,90 0,72 Julho 2012 (média 12 meses) 895,77 3,24 10,17 42,17 0,90 0,71 Variação 2012 a 2013 até Julho 2,83% 1,96% 1,47% -0,76% -0,31% 0,46% Agora quase Todo Aumento de Renda Trabalhista vem pelo Efeito Salário com redução na Quantidade de Trabalho.
  41. 41. PRODUTIVIDADE DO TRABALHO O DESCOMPASSO ENTRE A PRODUTIVIDADE E A REMUNERAÇÃO DO TRABALHO
  42. 42. 95 100 105 110 115 120 125 130 135 140 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2001=100 Evolução da remuneração do trabalho e da produtividade média Brasil: 2001-2011 Remuneração média Produtividade média 17 p.p. Fonte: SAE/PR com base na PNADe Penn Tables. Porodutividade média igual a PIB/trabalhador(PIB real a preços constantes).
  43. 43. Foi o aumento da produtividade?
  44. 44. Foi o aumento da produtividade?
  45. 45. Foi o aumento da produtividade?
  46. 46. Foi o aumento da produtividade?
  47. 47. COMO SUSTENTAR O CRESCIMENTO? O BRASIL PRECISA DE UM PROGRAMA SÓLIDO DE PROMOÇÃO DA PRODUTIVIDADE
  48. 48. A. Preço ao Produtor B. PTF*: Aspectos Institucionais C. PTF*: Tecnologia D. Insumos Complementares E. Utilização de Insumos Substitutos F. Qualidade da Força de Trabalho G. Casamento entre Trabalhadores e Postos de Trabalho A.1 Ampliação da demanda B.1 Eliminação de barreiras indevidas à abertura e ao fechamento de empresas C.1 Restrições legais à produção D.1 Restrições legais a aquisição ou utilização de insumos E.1 Restrições legais a aquisição ou utilização de insumos F.1 Educação formal G.1 Desemprego friccional A.2 Perfil da produção B.2 Apoio a formas novas e alternativas de organização da produção C.2 Ineficiência produtiva D.2 Expansão da oferta e redução nos preços dos insumos E.2 Restrição a oferta e elevação nos preços dos insumos F.2 Formação profissional G.2 Desemprego por descasamento A.3 Perdas e ineficiências no transporte e armazenamento B.3 Eliminação de entraves e custos indevidos ao funcionamento das unidades produtivas e garantia do respeito a direitos C.3 Adoção de tecnologias existentes D.3 Diversificação na utilização de insumos F.3 Experiência no mercado de trabalho G.3 Adequação da formação profissional às necessidades da produção A.4 Impostos e contribuições sociais vinculados à circulação e venda de bens e serviços C.4 Inovação e desenvolvimento de novas tecnologias G.4 Adequação do casamento entre trabalhadores e postos de trabalho *PTF: Produtividade Total dos Fatores Estrutura Analítica para a Estratégia de Sustentabilidade da Classe Média via Promoção da Produtividade do Trabalho Estrutura Analítica para a Estratégia de Sustentabilidade da Classe Média via Promoção da Produtividade do Trabalho
  49. 49. Como sustentar o crescimento? Otimizar o impacto dos programas e políticas 1. Identificar e mapear os programas/políticas que impactam a produtividade do trabalho 2. Promover o uso das políticas 3. Gerar uma maior sinergia dos programas existentes 4. Levantar as lacunas nas políticas existentes
  50. 50. O que a SAE está fazendo? Criação de uma estrutura analítica • Para organizar e classificar de forma logicamente consistente e exaustiva os determinantes do valor da produtividade do trabalho. • A estrutura servirá de base para identificação e catalogação das políticas e programas existentes no Brasil que afetam o valor da produtividade do trabalho.
  51. 51. Estrutura Analítica para a Estratégia de Sustentabilidade da Classe Média via Promoção da Produtividade do Trabalho Preço ao Produtor PTF*: Aspectos Institucionais PTF*: Tecnologia Insumos Complementares Utilização de Insumos Substitutos Qualidade da Força de Trabalho Casamento entre Trabalhadores e Postos de Trabalho • AMPLIAÇÃO DA DEMANDA • PERFIL DA PRODUÇÃO • PERDAS E INEFICIÊNCIAS NO TRANSPORTE E ARMAZENAMENTO • IMPOSTOS E CONSTRIBUIÇÕES SOCIAIS VINCULADOS À CIRCULAÇÃO E VENDA DE BENS E SERVIÇOS
  52. 52. Estrutura Analítica para a Estratégia de Sustentabilidade da Classe Média via Promoção da Produtividade do Trabalho Preço ao Produtor PTF*: Aspectos Institucionais PTF*: Tecnologia Insumos Complementares Utilização de Insumos Substitutos Qualidade da Força de Trabalho Casamento entre Trabalhadores e Postos de Trabalho • ELIMINAÇÃO DE BARREIRAS INDEVIDAS À ABERTURA E AO FECHAMENTO DE EMPRESA • APOIO AS FORMAS NOVAS E ALTERNATIVAS DE ORGANIZAÇÃO DA PRODUÇÃO • ELIMINAÇÃO DE ENTRAVES E CUSTOS INDEVIDOS AO FUNCIONAMENTO DAS UNIDADES PRODUTIVAS E GARANTIA DO RESPEITO A DIREITOSRESTRIÇÕES LEGAIS À PRODUÇÃO
  53. 53. Estrutura Analítica para a Estratégia de Sustentabilidade da Classe Média via Promoção da Produtividade do Trabalho Preço ao Produtor PTF*: Aspectos Institucionais PTF*: Tecnologia Insumos Complementares Utilização de Insumos Substitutos Qualidade da Força de Trabalho Casamento entre Trabalhadores e Postos de Trabalho • RESTRIÇÕES LEGAIS À PRODUÇÃO • INEFICIÊNCIA PRODUTIVA • ADOÇÃO DE TECNOLOGIAS EXISTENTES • INOVAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE NOVAS TECNOLOGIAS
  54. 54. Estrutura Analítica para a Estratégia de Sustentabilidade da Classe Média via Promoção da Produtividade do Trabalho Preço ao Produtor PTF*: Aspectos Institucionais PTF*: Tecnologia Insumos Complementares Utilização de Insumos Substitutos Qualidade da Força de Trabalho Casamento entre Trabalhadores e Postos de Trabalho • RESTRIÇÕES LEGAIS A AQUISIÇÃO OU UTILIZAÇÃO DE INSUMOS • EXPANSÃO DA OFERTA E REDUÇÃO NOS PREÇOS DOS INSUMOS • DIVERSIFICAÇÃO NA UTILIZAÇÃO DE INSUMOS
  55. 55. Estrutura Analítica para a Estratégia de Sustentabilidade da Classe Média via Promoção da Produtividade do Trabalho Preço ao Produtor PTF*: Aspectos Institucionais PTF*: Tecnologia Insumos Complementares Utilização de Insumos Substitutos Qualidade da Força de Trabalho Casamento entre Trabalhadores e Postos de Trabalho • RESTRIÇÕES LEGAIS A AQUISIÇÃO OU UTILIZAÇÃO DE INSUMOS • RESTRIÇÃO A OFERTA E ELEVAÇÃO NOS PREÇOS DOS INSUMOS
  56. 56. Estrutura Analítica para a Estratégia de Sustentabilidade da Classe Média via Promoção da Produtividade do Trabalho Preço ao Produtor PTF*: Aspectos Institucionais PTF*: Tecnologia Insumos Complementares Utilização de Insumos Substitutos Qualidade da Força de Trabalho Casamento entre Trabalhadores e Postos de Trabalho • EDUCAÇÃO FORMAL • FORMALIZAÇÃO PROFISSIONAL • EXPERIÊNCIA NO MERCADO DE TRABALHO
  57. 57. Estrutura Analítica para a Estratégia de Sustentabilidade da Classe Média via Promoção da Produtividade do Trabalho Preço ao Produtor PTF*: Aspectos Institucionais PTF*: Tecnologia Insumos Complementares Utilização de Insumos Substitutos Qualidade da Força de Trabalho Casamento entre Trabalhadores e Postos de Trabalho • DESEMPREGO FRICCIONAL • DESEMPREGO POR DESCASAMENTO • ADEQUAÇÃO DA FORMAÇÃO PROFISSIONAL ÀS NECESSIDADES DA PRODUÇÃO • A ADEQUAÇÃO DO CASAMENTO ENTRE TRABALHADORES E POSTOS DE TRABALHO

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