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Brasil: a proposição de um comitê
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Telecomunicações
Ministério das Comunicações...
Ministério das Comunicações
O setor cibernético
O setor cibernético
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Pesquisa e desenvolvimento de tecnologias da informação e comunicação
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Áreas de foco do MC
INFRAESTRUTURA DE TELECOMUNICAÇÕES
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Crescimento econômico
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Áreas de foco do MC
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Ministério das Comunicações
As redes de telecomunicações
O que suporta a infraestrutura de telecomunicações?
Infraestrutura de
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Infraestrutura de telecomunicações Informação associada (dispositivos)
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Ministério das Comunicações
Ameaças ao setor cibernético
O que é uma infraestrutura crítica?
Vandalismo (sítios, fibras, etc.) Suprimento de energia Perda da gerência
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O que compreende a segurança da informação?
Vandalismo cibernético Negação de serviço Monitoramento de pacotes
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Ministério das Comunicações
Iniciativas em desenvolvimento de PD&I
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Funttel – Fundo para o desenvolvimento tecnológico das
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OBJETIVOS
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Backbones internacionais
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Ministério das Comunicações
Gestão do setor cibernético
Iniciativas existentes
Grupo Técnico de Segurança de Infraestruturas Críticas de Telecomunicações (GTSIC-
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Iniciativas existentes
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PREVENÇÃO
Garantir que a
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Comentários finais
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Segurança da infraestrutura de telecomunicações
•Atualização tecnológica e operação continuada
Funcionamento adequado
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Telecomunicações
Segurança
Alto grau de interdependência
Estratégia de proteção consonante com outras
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A governança do setor cibernético no brasil a proposição de um comitê gestor

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A governança do setor cibernético no Brasil, apresentação mostrada no XIII ENEE, mostrando o objetivo do primeiro painel que foi tratar de questões relacionadas com a governança do setor cibernético no Brasil e discutir a proposição de um comitê gestor a proposição de um comitê gestor, apresentado por Maximiliano Martinhão, secretário de Telecomunicações Ministério das Comunicações.
Veja matéria em: http://ow.ly/pEeD4

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A governança do setor cibernético no brasil a proposição de um comitê gestor

  1. 1. A governança do setor cibernético no Brasil: a proposição de um comitê gestor Telecomunicações Ministério das Comunicações Maximiliano Martinhão Secretário de Telecomunicações Ministério das Comunicações Setembro de 2013
  2. 2. Ministério das Comunicações O setor cibernético
  3. 3. O setor cibernético Espaço cibernético Infraestrutura da informação Infraestrutura de telecomunicações Dispositivos Dados
  4. 4. Aspectos do setor cibernético Pesquisa e desenvolvimento de tecnologias da informação e comunicação Segurança de infraestruturas críticas Desenvolvimento econômico Integração nacional Inclusão social Soberania nacional Globalização de mercados Acesso a informação Internet das coisas
  5. 5. Áreas de foco do MC INFRAESTRUTURA DE TELECOMUNICAÇÕES DISPOSITIVOS Crescimento econômico Melhoria da qualidade dos serviços Universalização do acesso Desenvolvimento de competências nacionais Inclusão digital Desenvolvimento de novos mercados Melhoria da qualidade de vida da população
  6. 6. Áreas de foco do MC PESQUISA E DESENVOLVIMENTO DE TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO (TIC) PARA INFRAESTRUTURA E DISPOSITIVOS Desenvolvimento de competências nacionais Suprimento das demandas características do Brasil Alcance de novos mercados Soberania nacional em setor estratégico Desenvolvimento econômico
  7. 7. Ministério das Comunicações As redes de telecomunicações
  8. 8. O que suporta a infraestrutura de telecomunicações? Infraestrutura de telecomunicações Saúde Transporte SegurançaEducação
  9. 9. Infraestrutura de telecomunicações Informação associada (dispositivos) Paradigmas para as redes de telecomunicações Consumo energético Comando e automação Monitoramento e controle Recuperação e resiliência Cobertura Velocidade Segurança da infraestrutura Acesso universal aos dispositivos Globalização do mercado Acesso aos serviços digitais Acesso à informação Melhoria da acessibilidade Integração entre plataformas Segurança da informação
  10. 10. Ministério das Comunicações Ameaças ao setor cibernético
  11. 11. O que é uma infraestrutura crítica? Vandalismo (sítios, fibras, etc.) Suprimento de energia Perda da gerência Interrupção de links Ameaças à infraestrutura física de telecomunicações: Interferência espectral Outros Garantir o funcionamento adequado Evitar a ocorrência de incidentes Minimizar os impactos Estratégia de proteção de infraestrutura crítica: Resolver rapidamente Fenômenos naturais Erro humano Ataques maliciosos Principais atores: Hardware e software corruptos Segurança da infraestrutura de telecomunicações
  12. 12. O que compreende a segurança da informação? Vandalismo cibernético Negação de serviço Monitoramento de pacotes Modificação ou exclusão de mensagem Ameaças à segurança da informação: Disfarce da fonte Outros Confidencialidade Autenticidade Integridade Estratégia de proteção da informação: Segurança operacional Hardware ou software corruptos Erro humano Ataques maliciosos Principais atores: Segurança da informação
  13. 13. Ministério das Comunicações Iniciativas em desenvolvimento de PD&I e infraestrutura de telecomunicações
  14. 14. Funttel – Fundo para o desenvolvimento tecnológico das telecomunicações OBJETIVOS Incentivar a capacitação de recursos humanos Estimular o processo de inovação tecnológica Fomentar a geração de empregos Promover o acesso de pequenas e médias empresas a recursos de capital ÁREAS TEMÁTICAS PRIORITÁRIAS Comunicações ópticas Comunicações digitais sem fio para banda larga Redes de transporte de dados Comunicações estratégicas NOVA ÁREA PRIORITÁRIA (RESOLUÇÃO Nº 97, DE 16 DE SETEMBRO DE 2013) INVESTIMENTOS EM 2012: R$ 55,53 MILHÕES
  15. 15. Backbone nacional da Telebrás
  16. 16. • Banda X (Defesa) e banda Ka (Comunicações) • Lançamento: 2015 • Cobertura de TODO o território nacional • Complementar à rede terrestre da TELEBRÁS • A contratação dos serviços desse satélite pela Administração Pública evitará que o tráfego das comunicações governamentais saia da esfera do governo. Satélite geoestacionário de defesa e comunicações estratégicas
  17. 17. Backbones internacionais Telebrás – Cabos Submarinos A construção de cabos para a Europa e para a África evita a necessidade de trocar tráfego nos EUA para acessar conteúdos localizados nesses continentes. Brasil-EUA Brasil-Europa Brasil-Angola Anel ótico continental: UNASUL / COSIPLAN Interligação dos países sul-americanos por rede de fibra óptica operada por agentes públicos e privados. Redução do custo com a comunicação entre os países sul-americanos. Redução do custo com o tráfego internacional. Ubiquidade das saídas internacionais. Diminuição das necessidade de trocar tráfego nos EUA para acessar conteúdos na América Latina.
  18. 18. Ministério das Comunicações Gestão do setor cibernético
  19. 19. Iniciativas existentes Grupo Técnico de Segurança de Infraestruturas Críticas de Telecomunicações (GTSIC- Telecom): GSI, MC, ANATEL e órgãos especialistas convidados OBJETIVO Propor a implementação de medidas e ações relacionadas com a segurança das Infraestruturas Críticas (IEC) na área de telecomunicações. ATRIBUIÇÕES Identificação das IEC, levantamento de vulnerabilidades e riscos, proposição de medidas necessárias à segurança, implementação de sistema de informações com dados atualizados para apoio à decisão. Copa do Mundo Brasil 2014 e Olimpíadas Rio 2016 Anatel: Grupo de trabalho de Grandes Eventos • Contratação de solução para monitoramento das IEC das operadoras (em implantação) • Elaboração de regulamentação sobre o assunto Olimpíadas 2016: Subgrupo “Segurança das estruturas estratégicas – Infraestruturas Críticas e Setores Essenciais”: Autoridade Pública Olímpica (APO) delegou coordenação à Abin
  20. 20. Iniciativas existentes Centro de Defesa Cibernética – Forças Armadas CREDEN – Câmara de Relações Exteriores e Defesa nacional do Conselho de Governo Coordenação das atividades do setor cibernético no exército, bem como da rede, inserido na Estratégia Nacional de Defesa. EM 04/09/2013, o MC foi incluído, assim como outros órgãos, em sua composição. Comitê Gestor da Segurança da Informação - CGSI Assessora a Secretaria Executiva do Conselho de Defesa Nacional, na consecução das diretrizes da Política de Segurança da Informação, nos órgãos e nas entidades da Administração Pública Federal, bem como na avaliação e análise de assuntos relativos aos objetivos estabelecidos nesse Decreto.
  21. 21. PREVENÇÃO Garantir que a infraestrutura crítica seja menos vulnerável a falhas e limitar sua profundidade DETECÇÃO Rápida detecção de falhas Compartilhamento de informações técnicas e não- técnicas entre organizações e governos Ação organizada entre setor privado e governo RESPOSTA Identificação e correção das causas do incidente Cooperação com órgãos internacionais Leis mais rigorosas e punição GESTÃO DE CRISE Atuar de forma colaborativa com diferentes parceiros dentro do governo de forma a melhor atuar em situações de crise Os quatro pilares
  22. 22. Comentários finais A governança do setor cibernético é relevante, em particular, para coordenação da atuação do poder público. Entretanto, deve partir das iniciativas existentes.
  23. 23. Obrigado Maximiliano Martinhão Secretário de Telecomunicações Ministério das Comunicações
  24. 24. • Fonte é quem diz ser? • Acessível? • Houve modificação da informação transmitida? • Sigiloso? Criptografia Assinatura Digital Redundância Topologia MD5 Identidade da informação Confidencialidade Integridade Disponibilidade Autenticidade Segurança da informação
  25. 25. Segurança da infraestrutura de telecomunicações •Atualização tecnológica e operação continuada Funcionamento adequado •Projetos bem realizados •Infraestrutura protegida (Ex.: cabos ópticos enterrados, estações com sistemas de proteção) Evitar a ocorrência de incidentes •Sistemas de redundância •Redes nacionais em malha Minimização dos impactos •Centro de gerência integrado com equipes de operação Resolução rápida
  26. 26. Energia Telecomunicações Segurança Alto grau de interdependência Estratégia de proteção consonante com outras infraestruturas críticas interdependentes Ação interdisciplinar e intergovernamental Ação internacional Segurança da infraestrutura de telecomunicações

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