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Staphylococcus coagulase-negativos no leite de vacas com mastite tratadas com composto homeopático.

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Staphylococcus coagulase-negativos no leite de vacas com mastite tratadas com composto homeopático.

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Staphylococcus coagulase-negativos no leite de vacas com mastite tratadas com composto homeopático.

  1. 1. 19� CONGRESSO DE INICIA��O CIENT�FICA - ANAIS DOS EVENTOS DO UNICEP - 2017 STAPHYLOCOCCUS COAGULASE-NEGATIVOS NO LEITE DE VACAS COM MASTITE TRATADAS COM COMPOSTO HOMEOP�TICO VASO, C. O. (AUTOR PRINCIPAL); SEIXAS, A.B. (CO-AUTOR); ALVES, T.C. (CO-AUTOR); ZAFALON, L.F. (ORIENTADOR) CENTRO UNIVERSIT�RIO CENTRAL PAULISTA - (UNICEP); OUTRA A mastite bovina � uma doen�a com aspectos multifatoriais devido a coloniza��o do tecido secretor do �bere por agentes patog�nicos. Estes agentes, representados principalmente por bact�rias, interagem com o animal provocando altera��es f�sicas, qu�micas e microbiol�gicas no leite. Ocorre redu��o da produ��o de leite e de sua qualidade, com o aumento da contagem de c�lulas som�ticas (CCS), que interferem na elabora��o de derivados. Os micro-organismos de maior import�ncia na etiologia infecciosa da mastite s�o Staphylococcus spp.. Staphylococcus aureus � o de maior relev�ncia, no entanto as esp�cies de Staphylococcus coagulase-negativos (SCN) v�m sendo estudadas, uma vez que s�o produtoras de enterotoxinas termorresistentes e podem produzir biofilmes dificultando o controle da doen�a. O estudo das esp�cies estafiloc�cicas apresenta import�ncia epidemiol�gica, seja para combater os casos de mastite no rebanho ou alcan�ar a produ��o segura de derivados do leite. A homeopatia � uma forma alternativa de controle da mastite. O seu uso pode ser mais econ�mico que o de antibi�ticos, desde que apresente efic�cia e menos riscos � sa�de p�blica. O estudo investigou as esp�cies de SCN respons�veis por ocasionar a mastite subcl�nica, bem como a contagem das c�lulas som�ticas no leite dos animais e a produ��o l�ctea. As taxas de cura foram avaliadas em dois grupos de animais, tratados e n�o tratados com composto homeop�tico. Um animal foi considerado curado quando n�o houve nenhum pat�geno causador de mastite nos meses subsequentes � primeira apari��o de SCN. O rebanho estava localizado em S�o Carlos, SP, formado por vacas da ra�a Holandesa e Holandesa x Jersey. A colheita de amostras foi realizada mensalmente, de novembro de 2015 a setembro de 2016. A identifica��o dos micro- organismos foi feita de acordo com caracter�sticas de crescimento, morfo-tintoriais e bioqu�micas. Os pat�genos identificados como SCN foram submetidos � prova de fermenta��o de carboidratos para identifica��o das esp�cies. As amostras de leite foram processadas no Laborat�rio de Microbiologia da Embrapa Pecu�ria Sudeste e a CCS foi analisada pela t�cnica de citometria de fluxo, na Cl�nica do Leite em Piracicaba. As pesagens do leite foram realizadas mensalmente, com a utiliza��o de um medidor acoplado � linha de ordenha. Os animais doentes foram classificados relacionando resultados microbiol�gicos com a CCS. Taxas de cura mensais foram obtidas de acordo com a frequ�ncia da doen�a comparada ao m�s anterior. Foi utilizado o Teste Exato de Fisher (P=0,05) para analisar a efic�cia do tratamento contra a mastite causada por SCN. Dentre 200 micro-organismos isolados, 13% foram identificados como SCN causadores de mastite subcl�nica. Das esp�cies de SCN, a que obteve maior frequ�ncia foi S. simulans (55%). O leite de vacas infectadas por S. xylosus obtiveram a CCS mais elevada (4666x10� c�lulas), j� em vacas infectadas por S. warneri ocorreu o menor valor m�dio para CCS (290x10� c�lulas). A menor produ��o de leite foi encontrada para o grupo de vacas n�o tratadas infectadas por Staphylococcus spp., onde n�o foi poss�vel a identifica��o da esp�cie. Esses animais apresentaram produ��o m�dia de 16,9 kg. As taxas de cura dos animais tratados com homeopatia variaram de nula a 10% e no grupo controle as taxas foram nulas. Os resultados apontaram que, no per�odo analisado, n�o houve diferen�a significativa na efic�cia do tratamento homeop�tico, comparando as vacas tratadas e n�o tratadas. CI�NCIAS AGR�RIAS 5

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