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Qualidade no Ambiente Hospitalar
ACREDITAÇÃO
HOSPITALAR
Profª. Es. Rúbia Soraya Rabello
Acreditação Hospitalar
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ACREDITAÇÃO - DEFINIÇÕES
“Acreditar significa dar crédito, crer, ter como
verdadeiro, dar ou esta...
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SEGUNDO ACREDITADORAS
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ACREDITAÇÃO - DEFINIÇÕES
“Um sistema de avaliação e certificação da qualidade de serviços de saúd...
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HISTÓRIA - EUA
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HISTÓRIA - BRASIL
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BRASIL
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CARACTERÍSTICAS
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VANTAGENS
• Segurança para os pacientes e profissionais;
• Qualidade da assistência;
• Construção...
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INTERESSADOS
• Líderes e administradores;
• Profissionais de saúde;
• Organizações de saúde;
• S...
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FOCO SEGURANÇA
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FOCO SEGURANÇA
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DIFICULDADES
• Falta de compreensão da essência dos métodos;
• Excessivo benchmarking de process...
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ISQUA - International Society for Quality in Health Car
•Realiza a Acreditação de Instituições A...
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MODELOS
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METODOLOGIAS HOSPITALARES
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ASPECTOS COMUNS AOS MÉTODOS
• Reforço das leis, normas e regulamentações existentes
• Liderança,...
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Hospitais Acreditados por Modelo – 2000/2014
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Hospitais Acreditados por Região
Não há hospitais
acreditados: Acre, Piauí,
Rondônia, Roraima e
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INSTITUIÇÕES ACREDITADORAS - IACS
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ONA - ORGANIZAÇÃO NACIONAL DE ACREDITAÇÃO
A ONA foi fundada em 1999 por entidades públicas e privadas do setor de s...
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ONA – FUNDAMENTOS
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MODELO CONCEITUAL
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NÍVEIS ONA
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NÍVEIS ONA
Acreditado
Para instituições que atendem aos critérios de segurança do
paciente em todas as áreas de ati...
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ATENÇÃO AO PACIENTE / CLIENTE
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APOIO TÉCNICO
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ABASTECIMENTO E APOIO LOGÍSTICO
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THE JOINT COMMISSION
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CONSÓRCIO BRASILEIRO DE ACREDITAÇÃO - CBA
A Joint Commission International foi criada
em 1999, como um desdobrament...
JCI
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ETAPAS ACREDITAÇÃO JCI
 Formação e capacitação do Grupo Facilitador
 Sensibilização das Lideranças e Corpo Profis...
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ORGANIZAÇÃO DO MANUAL
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ESTRUTURA DO MANUAL
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SEÇÕES DO MANUAL / CAPÍTULOS
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PADRÃO
 É a unidade básica do sistema de avaliação
de Acreditação
 Expressa uma expectativa de excelência no
dese...
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PROPÓSITO
 Trata da explicação dos requisitos e elementos
constantes do padrão
 Esclarece a intenção do padrão, a...
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ELEMENTO DE MENSURAÇÃO
 São os requisitos do padrão e dos propósitos
que serão verificados e aos quais será atribu...
JCI
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EXEMPLO
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REGRA DE PONTUAÇÃO
REGRA DE PONTUAÇÃO - AVALIAÇÃO JCI
Regra 1 Pontuação Indicador
Conformidade de cada padrão
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METODOLOGIA TRACER
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METODOLOGIA TRACER
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METODOLOGIA TRACER
O avaliador escolhe aleatoriamente alguns pacientes,
Os prontuários dos pacientes são cuidados...
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CAPÍTULO IPSG – METAS INTERNACIONAIS DE SEGURANÇA DO PACIENT
1 - Identificar os pacientes
corretamente
2 - Melhorar...
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CAPÍTULO IPSG – METAS INTERNACIONAIS DE SEGURANÇA DO PACIENT
4 - Assegurar cirurgias em local de
intervenção corret...
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ACC – ACESSO A CUIDADOS E CONTINUIDADE DOS CUIDADOS
Áreas de Desempenho:
Admissão à Instituição
Continuidade do C...
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ACC
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PFR - Direitos do Paciente e Familiares
Áreas de Desempenho:
 Processos que garantam direitos do paciente e
famili...
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AOP - Avaliação do Paciente
Áreas de Desempenho:
Avaliação do paciente
Serviços Laboratoriais
 Serviços de Radio...
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AOP - Avaliação do Paciente
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COP - Cuidados ao Paciente
Áreas de Desempenho:
Prestação de Cuidados a Todos os Pacientes
Cuidado aos Pacientes ...
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ASC - Anestesia e Cirurgia
Áreas de Desempenho:
Organização e Gerenciamento
Assistência à Sedação
Assistência An...
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MMU - Gerenciamento e Uso de Medicamentos
Áreas de Desempenho:
Organização e Gerenciamento
Seleção e Aquisição
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PFE - Educação do Paciente e Familiares
Avaliação e registro no prontuário das
necessidades de educação de cada pa...
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PFE - Educação do Paciente e Familiares
Os pacientes e seus familiares são educados para o
uso seguro de medicamen...
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QPS - Melhoria da Qualidade e Segurança do Paciente
Áreas de Desempenho:
 Liderança e Planejamento
 Desenho dos P...
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PCI - Prevenção e Controle da Infecção
Áreas de Desempenho:
Liderança e Coordenação do Programa
Foco do Programa
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GLD - Governo, Liderança e Direção
Áreas de Desempenho:
Governo da Instituição
Liderança da Instituição
Direção ...
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FMS - Gerenciamento das Instalações
Áreas de Desempenho:
Liderança e planejamento
Segurança e Proteção
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SQE - Educação e Qualificação de Profissionais
Áreas de Desempenho:
Planejamento
Orientação e Educação
Corpo Méd...
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MCI - Gerenciamento da Comunicação e Informação
Áreas de Desempenho:
Comunicação com a Comunidade
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Qualidade no Ambiente Hospitalar
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Triple Aim
Melhorar a Qualidade e Segurança do Cuidado
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© Accreditation Canada International
• Auto Avaliação;
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1. Diretrizes do Qmentum
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ESTRUTURA ASSISTENCIAL BÁSICA
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para atender às nece...
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Módulo Padrão
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Ciclo de 3 anos
Entrada da Instituição no
Programa
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Preenchimento da
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Princípios da Metodologia
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Times de Trabalho
Linhas Estratégicas
Gestão ...
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PASSOS PARA APLICAÇÃO DO MODELO
Processo de Educação
Tracer
Grupos Focados
Entrevistas
Documentos
Indicadores
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ROP - Prática Organizacional Exigida
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ROP - Prática Organizacional Exigida
Prática Organizacional Exigida (ROP) é definida como prática essencial
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ROP - Prática Organizacional Exigida
"um conjunto de práticas que proporciona ligação direta entre os conhecime...
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Prática Organizacional Exigida
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Prática Organizacional Exigida
Área de Segurança do Paciente: Comunicação
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Prática Organizacional Exigida
Accreditation Canada’s Qmentum ROPs (2) e WHO Collaborating Centre for Patient
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PESQUISA CULTURA DE SEG. DO PACIENTE
© Accreditation Canada International
Pesquisa Hospitalar sobre a Cultura d...
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PESQUISA CULTURA DE SEG. DO PACIENTE
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PESQUISA CULTURA DE SEG. DO PACIENTE
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Pesquisa Hospitalar sobre a Cultura d...
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PESQUISA CULTURA DE SEG. DO PACIENTE
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EXAMINA A CULTURA DE SEGURANÇA
DO PAC...
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PESQUISA CULTURA DE SEG. DO PACIENTE
© Accreditation Canada International
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PESQUISA CULTURA DE SEG. DO PACIENTE
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• Funcionários do hospital que têm co...
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Grupos Focados
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Grupos focados são fóruns de um pequeno grupo de indivíduos...
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Grupos Focados x Entrevistas Individuais
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Grupos focados Entrevistas indivi...
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Aula Acreditação

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Aula Acreditação

  1. 1. Qualidade no Ambiente Hospitalar ACREDITAÇÃO HOSPITALAR Profª. Es. Rúbia Soraya Rabello
  2. 2. Acreditação Hospitalar 2 ACREDITAÇÃO - DEFINIÇÕES “Acreditar significa dar crédito, crer, ter como verdadeiro, dar ou estabelecer crédito.” (Dicionário Aurélio) “Acreditação é um sistema de avaliação externa para verificar o cumprimento de padrões pré estabelecidos por determinadas organizações “ (Scrivens, 1995)
  3. 3. Acreditação Hospitalar 3 SEGUNDO ACREDITADORAS
  4. 4. Acreditação Hospitalar 4 ACREDITAÇÃO - DEFINIÇÕES “Um sistema de avaliação e certificação da qualidade de serviços de saúde, voluntário, periódico e reservado. Nas experiências, brasileira e internacional, é uma ação coordenada por uma organização ou agência não governamental encarregada do desenvolvimento e implantação da sua metodologia. Em seus princípios tem um caráter eminentemente educativo, voltado para a melhoria contínua, sem finalidade de fiscalização ou controle oficial, não devendo ser confundido com os procedimentos de licenciamento e ações típicas de Estado.” (ONA)
  5. 5. Acreditação Hospitalar 5 HISTÓRIA - EUA
  6. 6. Acreditação Hospitalar 6 HISTÓRIA - BRASIL
  7. 7. Acreditação Hospitalar 7 BRASIL
  8. 8. Acreditação Hospitalar 8 CARACTERÍSTICAS
  9. 9. Acreditação Hospitalar 9 VANTAGENS • Segurança para os pacientes e profissionais; • Qualidade da assistência; • Construção de equipe e melhoria contínua; • Útil instrumento de gerenciamento; • Critérios e objetivos concretos adaptados à realidade brasileira; • O caminho para a melhoria contínua.
  10. 10. Acreditação Hospitalar 10 INTERESSADOS • Líderes e administradores; • Profissionais de saúde; • Organizações de saúde; • Sistemas compradores; • Governo; • Cidadão.
  11. 11. Acreditação Hospitalar 11 FOCO SEGURANÇA
  12. 12. Acreditação Hospitalar 12 FOCO SEGURANÇA
  13. 13. Acreditação Hospitalar 13 DIFICULDADES • Falta de compreensão da essência dos métodos; • Excessivo benchmarking de processos. Cópia de processos de outras instituições de sucesso; • Deficiência no uso das ferramentas da qualidade; • Utilizar o título apenas como estratégia competitiva;
  14. 14. Acreditação Hospitalar 14 ISQUA - International Society for Quality in Health Car •Realiza a Acreditação de Instituições Acreditadoras •Padrões de acreditação •Tem relacionamento formal com a OMS •Missão é "Conduzir a melhoria contínua na qualidade e segurança dos cuidados de saúde em todo o mundo através da educação, pesquisa, colaboração e disseminação do conhecimento baseada em evidências"
  15. 15. Acreditação Hospitalar 15 MODELOS
  16. 16. Acreditação Hospitalar 16 METODOLOGIAS HOSPITALARES
  17. 17. Acreditação Hospitalar 17 ASPECTOS COMUNS AOS MÉTODOS • Reforço das leis, normas e regulamentações existentes • Liderança, valores da instituição. Relação com a comunidade. Saúde financeira. Políticas de gestão de riscos. • Gestão de riscos assistenciais, sanitários, ambientais, ocupacionais e responsabilidade civil • Gestão de resíduos • Gestão de pessoas – risco ocupacional, segurança do trabalho, saúde do trabalhador • Qualificação de fornecedores, exigências legais. • Gestão de produtos químicos perigosos : quimioterápicos, materiais e resíduos radioativos, equipamentos, medicamentos, etc • Segurança do ambiente: edificações, instalações, equipamentos • Segurança dos sistemas utilitários: água, energia, etc
  18. 18. Acreditação Hospitalar 18 Hospitais Acreditados por Modelo – 2000/2014
  19. 19. Acreditação Hospitalar 19 Hospitais Acreditados por Região Não há hospitais acreditados: Acre, Piauí, Rondônia, Roraima e Tocantins.
  20. 20. Qualidade no Ambiente Hospitalar Profª. Es. Rúbia Soraya Rabello
  21. 21. ONA 21 INSTITUIÇÕES ACREDITADORAS - IACS
  22. 22. ONA 22 ONA - ORGANIZAÇÃO NACIONAL DE ACREDITAÇÃO A ONA foi fundada em 1999 por entidades públicas e privadas do setor de saúde. Sua criação está ligada às mudanças que ocorreram após a Constituição de 1988, que definiu a saúde como um direito de todo cidadão. Na década de 1990, instituições de saúde e governos começaram a se preocupar fortemente com a avaliação dos serviços oferecidos à população. Foi nesse período que surgiram as primeiras iniciativas regionais de acreditação e o Manual de Acreditação de Hospitais para América Latina e Caribe, publicado pela Federação Brasileira de Hospitais, Federação Latino-americana de Hospitais e Organização Pan- Americana da Saúde - OPAS. A metodologia de avaliação da ONA foi desenvolvida a partir da revisão desses modelos de acreditação regionais e dos manuais da América Latina e de países como Estados Unidos, Canadá, Espanha e Inglaterra. Para ser utilizado nacionalmente, o manual da ONA foi testado em instituições de saúde nas cinco regiões do Brasil. Desde sua criação, a ONA coordena o Sistema Brasileiro de Acreditação - SBA, que reúne organizações e serviços de saúde, entidades e instituições acreditadoras em prol da segurança do paciente e da melhoria do atendimento.
  23. 23. ONA 23 ONA – FUNDAMENTOS
  24. 24. ONA 24 MODELO CONCEITUAL
  25. 25. ONA 25 NÍVEIS ONA
  26. 26. ONA 26 NÍVEIS ONA Acreditado Para instituições que atendem aos critérios de segurança do paciente em todas as áreas de atividade, incluindo aspectos estruturais e assistenciais. Válido por dois anos. Acreditado Pleno Para instituições que, além de atender aos critérios de segurança, apresenta gestão integrada, com processos ocorrendo de maneira fluida e plena comunicação entre as atividades. Válido por dois anos. Acreditado com Excelência O princípio deste nível é a “excelência em gestão”. Uma Organização ou Programa da Saúde Acreditado com excelência atende aos níveis 1 e 2 , além dos requisitos específicos de nível 3. A instituição já deve demonstrar uma cultura organizacional de melhoria contínua com maturidade institucional. Válido por três anos.
  27. 27. ONA 27 MANUAL
  28. 28. ONA 28 NORMAS PARA AVALIAÇÃO
  29. 29. ONA 29 ORGANIZAÇÃO DO MANUAL - SEÇÕES
  30. 30. ONA 30 GESTÃO E LIDERANÇA
  31. 31. ONA 31 ATENÇÃO AO PACIENTE / CLIENTE
  32. 32. ONA 32 DIAGNÓSTICO E TERAPÊUTICA
  33. 33. ONA 33 APOIO TÉCNICO
  34. 34. ONA 34 ABASTECIMENTO E APOIO LOGÍSTICO
  35. 35. ONA 35 PADRÕES / DIMENSÕES DA QUALIDADE
  36. 36. Qualidade no Ambiente Hospitalar Profª. Es. Rúbia Soraya Rabello
  37. 37. JCI 37 THE JOINT COMMISSION
  38. 38. JCI 38 CONSÓRCIO BRASILEIRO DE ACREDITAÇÃO - CBA A Joint Commission International foi criada em 1999, como um desdobramento da Joint Commission on Accreditation of Healthcare Organizations (JCAHO), para melhorar a qualidade da assistência à saúde internacionalmente. No Brasil a JCI está representada pelo Consórcio Brasileiro de Acreditação.
  39. 39. JCI 39 ETAPAS ACREDITAÇÃO JCI  Formação e capacitação do Grupo Facilitador  Sensibilização das Lideranças e Corpo Profissional  Educação e preparação para avaliação externa  Avaliação Externa Diagnóstica  Discussão do relatório e recomendações  Elaboração do plano de ação para a busca de conformidade com os padrões  Implementação das ações corretivas  Avaliação de Educação e/ou Simulada  Continuidade das ações corretivas (caso necessário)  Avaliação para Acreditação
  40. 40. JCI 40 ORGANIZAÇÃO DO MANUAL
  41. 41. JCI 41 ESTRUTURA DO MANUAL
  42. 42. JCI 42 SEÇÕES DO MANUAL / CAPÍTULOS
  43. 43. JCI 43 PADRÃO  É a unidade básica do sistema de avaliação de Acreditação  Expressa uma expectativa de excelência no desenvolvimento de um processo ou atividade
  44. 44. JCI 44 PROPÓSITO  Trata da explicação dos requisitos e elementos constantes do padrão  Esclarece a intenção do padrão, apresentando exemplos ou descrevendo características relativas ao processo em questão
  45. 45. JCI 45 ELEMENTO DE MENSURAÇÃO  São os requisitos do padrão e dos propósitos que serão verificados e aos quais será atribuída uma pontuação durante o processo de avaliação de Acreditação  A relação dos elementos pretende dar maior clareza aos padrões e auxiliar as instituições a educar os profissionais no seu preparo para a avaliação de Acreditação
  46. 46. JCI 46 EXEMPLO
  47. 47. JCI 47 REGRA DE PONTUAÇÃO REGRA DE PONTUAÇÃO - AVALIAÇÃO JCI Regra 1 Pontuação Indicador Conformidade de cada padrão Pelo menos 5 em cada padrão (médias dos EM) % de padrões com média > 5,00 Meta 100% (320 padrões) Regra 2 Pontuação Indicador Conformidade de cada capítulo Pontuação geral dos padrões do capítulo: mínimo média 8 % capítulos com média > 8,00 Meta 100% (14 capítulos) Regra 3 Pontuação Indicador Média global dos capítulos Pontuação geral de todos os capítulos: mínimo média 9 Média pontuação geral > 9,00 Regra 4 Pontuação Indicador Número de Elementos de Mensuração pontuados como Parcial ou Não Conforme Máximo de 47 com desvio padrão 3 Quantidade de Elementos de Mensuração não conforme e parciais Meta < 47
  48. 48. JCI 48 METODOLOGIA TRACER
  49. 49. JCI 49 METODOLOGIA TRACER
  50. 50. JCI 50 METODOLOGIA TRACER O avaliador escolhe aleatoriamente alguns pacientes, Os prontuários dos pacientes são cuidadosamente avaliados, pensando no registro completo da assistência; O avaliador conversa com visitantes e familiares do paciente;  Além disso os colaboradores e médicos são questionados sobre processos, cuidados em relação à segurança, documentação, treinamentos, etc... A todo momento a segurança das instalações é avaliada.
  51. 51. JCI 51 CAPÍTULO IPSG – METAS INTERNACIONAIS DE SEGURANÇA DO PACIENT 1 - Identificar os pacientes corretamente 2 - Melhorar a comunicação efetiva 3 - Melhorar a segurança de medicamentos de alta vigilância
  52. 52. JCI 52 CAPÍTULO IPSG – METAS INTERNACIONAIS DE SEGURANÇA DO PACIENT 4 - Assegurar cirurgias em local de intervenção correto, procedimento correto e paciente correto 5 - Reduzir o risco de infecções associadas aos cuidados de saúde 6 - Reduzir o risco de lesões ao paciente decorrente de quedas
  53. 53. JCI 53 ACC – ACESSO A CUIDADOS E CONTINUIDADE DOS CUIDADOS Áreas de Desempenho: Admissão à Instituição Continuidade do Cuidado Alta, Referência e Acompanhamento Transferência de Pacientes Transporte
  54. 54. JCI 54 ACC
  55. 55. JCI 55 PFR - Direitos do Paciente e Familiares Áreas de Desempenho:  Processos que garantam direitos do paciente e familiares Consentimento Informado  Pesquisa  Doação de Órgãos
  56. 56. JCI 56 AOP - Avaliação do Paciente Áreas de Desempenho: Avaliação do paciente Serviços Laboratoriais  Serviços de Radiologia e Diagnóstico por Imagem
  57. 57. JCI 57 AOP - Avaliação do Paciente
  58. 58. JCI 58 COP - Cuidados ao Paciente Áreas de Desempenho: Prestação de Cuidados a Todos os Pacientes Cuidado aos Pacientes de Alto Risco e Disponibilização de Serviços de Alto Risco  Alimentação e Terapia Nutricional  Gerenciamento da Dor Cuidado aos Pacientes em Final de Vida
  59. 59. JCI 59 ASC - Anestesia e Cirurgia Áreas de Desempenho: Organização e Gerenciamento Assistência à Sedação Assistência Anestésica Assistência Cirúrgica
  60. 60. JCI 60 MMU - Gerenciamento e Uso de Medicamentos Áreas de Desempenho: Organização e Gerenciamento Seleção e Aquisição Estoque Prescrição e Transcrição Preparo e Dispensação Administração Monitoramento
  61. 61. JCI 61 PFE - Educação do Paciente e Familiares Avaliação e registro no prontuário das necessidades de educação de cada paciente Os pacientes e seus familiares são educados para o fornecimento de consentimento informado e participação/decisão nos processos de cuidado
  62. 62. JCI 62 PFE - Educação do Paciente e Familiares Os pacientes e seus familiares são educados para o uso seguro de medicamentos, de equipamentos médicos, possíveis interações entre medicamentos e alimentos, orientação nutricional, técnicas de reabilitação e dor Os profissionais de saúde envolvidos no cuidado têm o conhecimento e as habilidades necessárias para uma educação efetiva
  63. 63. JCI 63 QPS - Melhoria da Qualidade e Segurança do Paciente Áreas de Desempenho:  Liderança e Planejamento  Desenho dos Processos Clínicos e Administrativos  Seleção das medidas e coleta de dados para Monitoramento da Qualidade  Validação e Análise dos Dados de Medição  Alcance e sustentação da Melhoria
  64. 64. JCI 64 PCI - Prevenção e Controle da Infecção Áreas de Desempenho: Liderança e Coordenação do Programa Foco do Programa Procedimentos de Isolamento Técnicas de Barreira e Higiene das Mãos Integração do Programa com a Melhoria da Qualidade e Segurança do Paciente Educação dos Profissionais sobre o Programa
  65. 65. JCI 65 GLD - Governo, Liderança e Direção Áreas de Desempenho: Governo da Instituição Liderança da Instituição Direção dos Departamentos e Serviços Ética Organizacional
  66. 66. JCI 66 FMS - Gerenciamento das Instalações Áreas de Desempenho: Liderança e planejamento Segurança e Proteção  Materiais perigosos Preparação para desastres  Segurança contra incêndio  Equipamentos médicos  Sistemas utilitários  Educação dos Profissionais
  67. 67. JCI 67 SQE - Educação e Qualificação de Profissionais Áreas de Desempenho: Planejamento Orientação e Educação Corpo Médico Corpo de Enfermagem Outros Corpos Profissionais
  68. 68. JCI 68 MCI - Gerenciamento da Comunicação e Informação Áreas de Desempenho: Comunicação com a Comunidade Comunicação com Pacientes e Familiares Comunicação entre Profissionais dentro e fora da Instituição Liderança e Planejamento Prontuário Clínico do Paciente Dados e Informações Agregadas
  69. 69. Qualidade no Ambiente Hospitalar Profª. Es. Rúbia Soraya Rabello
  70. 70. QMENTUM 70 QMENTUM
  71. 71. QMENTUM 71 Triple Aim Melhorar a Qualidade e Segurança do Cuidado Entender as necessidades da população atendida Diminuir custos TRIPLE AIM
  72. 72. QMENTUM 72 A organização e a gestão dos processos de trabalho, em especial do trabalho em Time, constituem um dos eixos centrais da reordenação do método de avaliação do Qmentum. Diante dessa organização, a avaliação tem que responder aos seguintes objetivos: • Compreender o processo de trabalho na sua totalidade e a inter- relação dos seus elementos. • Identificar as especificidades de cada elemento do processo de trabalho e suas implicações práticas. • Perceber o funcionamento do processo de trabalho numa perspectiva dinâmica e reiterativa. • Compreender a importância da avaliação constante no processo de trabalho. TIMES
  73. 73. QMENTUM 73 A metodologia internacional sugere não reduzir o esquema da qualidade à tríade estrutura – processo - resultado (Donabedian ). O crescimento das complexas dimensões sócio-sistémicas entre os atores de um hospital e/o de outra estrutura sanitária não permite privilegiar essa tríade, mas recomenda analisar a qualidade como “exigência primária capaz de modificar a gestão [...] ou seja, é preciso verificar continuamente a missão da instituição de saúde e suas prioridades”. É necessário o uso de métodos e técnicas que demonstrem a capacidade de captar tanto as dimensões estruturais do ambiente da assistência ; as dimensões relacionadas às representações sociais dos atores envolvidos; e às expectativas de saúde dos pacientes. O Método de Avaliação
  74. 74. QMENTUM 74 Passos da Avaliação © Accreditation Canada International • Auto Avaliação; • Reunião introdutória com a alta administração; • Avaliação dos processos prioritários; • Tracer; • Grupos Focados • Troca de informações entre avaliadores; • Revisão; • Preenchimento do portal online pelos avaliadores; • Debriefing
  75. 75. QMENTUM 75 Passos da Avaliação © Accreditation Canada International
  76. 76. QMENTUM 76 Linhas Estratégicas Emergência Ambulatório Centro Cirúrgico As. farmacêutica Materno Infantil Terapia Intensiva TIMES ESTRATÉGICOS Protocolos Protocolos Protocolos Protocolos Protocolos Protocolos Cuidados Cirúrgicos Linha do medicamento Assistência Oncológica Recursos HumanosPaciente CríticoCirurgia OrtopédicaGestão do Acesso
  77. 77. QMENTUM 77 DIRETRIZES PARA AVALIAÇÃO
  78. 78. QMENTUM 78 NÍVEIS © Accreditation Canada International
  79. 79. QMENTUM 79 NÍVEIS © Accreditation Canada International Ouro: Trata de estruturas e processos básicos ligados aos elementos fundamentais da segurança e da melhoria da qualidade. Platina: mantém e desenvolve os elementos fundamentais de qualidade e segurança, e enfatiza os elementos principais de um atendimento centrado no paciente. Diamante: Concentra-se em alcançar a qualidade monitorando os desfechos, utilizando evidências e melhores práticas para aprimorar serviços, e fazendo benchmarking com instituições pares.
  80. 80. QMENTUM 80 O INSTRUMENTO 1. Diretrizes do Qmentum 2. Governança 3. Planejamento do Trabalho 4. Estrutura Assistencial 5. Assistência Ambulatorial 6. Assistência Farmacêutica 7. Assistência farmacêutica para Instituições de Pequeno Porte 8. Assistência Obstétrica e Perinatal 9. Atenção Primária à Saúde 10. Atendimento as Urgências e Emergências 11. Cuidados Cirúrgicos 12. Cuidados Intensivos 13. Diagnóstico por Imagem 14. Equipe Cirúrgica 15. Preparo para o Caso de Desastres e Emergências 16. Reprocessamento e Esterilização de Materiais 17. Prevenção e Controle de Infecção
  81. 81. QMENTUM 81 ESTRUTURA ASSISTENCIAL BÁSICA 1.0 A instituição desenvolve serviços de cuidados intensivos para atender às necessidades dos pacientes. 1.1 A instituição dispõe de uma licença de funcionamento atualizada para prestar serviços de cuidados intensivos. Dimensão de Qualidade: Efetividade Processo Prioritário: Liderança Clínica Prioridade: Alta Nível: Ouro Diretrizes: Buscar opiniões de pacientes e colaboradores ajuda a garantir que o atendimento vá refletir corretamente as necessidades dos pacientes. Módulo Padrão Critério Diretrizes fornecem detalhes sobre o que é necessário estar implementado para que cada critério seja atendido O INSTRUMENTO
  82. 82. QMENTUM 82 O INSTRUMENTO Módulo Padrão Critério
  83. 83. QMENTUM 83 O INSTRUMENTO
  84. 84. QMENTUM 84 Ciclo de 3 anos Entrada da Instituição no Programa Processo de Educação Preenchimento da Auto Avaliação Visita de Preparação Visita de Acreditação Processo de Manutenção Programa de Acreditação
  85. 85. QMENTUM 85 Processo de Educação Princípios da Metodologia Governança Clínica Times de Trabalho Linhas Estratégicas Gestão do Conhecimento Política da Segurança Protocolos Entendendo a Maturidade Institucional e as Necessidades de melhoria
  86. 86. QMENTUM 86 PASSOS PARA APLICAÇÃO DO MODELO Processo de Educação Tracer Grupos Focados Entrevistas Documentos Indicadores ROPs Caracterização da Organização Coleta de Dados Tratamento das Informações Delineamento do Estágio Classificação da Maturidade
  87. 87. QMENTUM 87 ROP - Prática Organizacional Exigida
  88. 88. QMENTUM 88 ROP - Prática Organizacional Exigida Prática Organizacional Exigida (ROP) é definida como prática essencial que as organizações devem ter implementado para melhorar a segurança do paciente e minimizar riscos. É apresentada como uma meta estabelecida, acompanhada por testes de conformidade. A organização deve atender todos os testes de conformidade e atingir a meta estabelecida. Os testes de conformidade são avaliados durante a visita utilizando a metodologia “tracer”. Embora a documentação adequada seja necessária para cumprir a maioria dos testes de conformidade, esta por si só não é suficiente. Na realização dos tracers, os avaliadores irão procurar evidências de que tais políticas e processos estejam implementados em toda a organização.
  89. 89. QMENTUM 89 ROP - Prática Organizacional Exigida "um conjunto de práticas que proporciona ligação direta entre os conhecimentos da organização, a estratégia, a qualidade e a segurança do cuidado”.
  90. 90. QMENTUM 90 Prática Organizacional Exigida
  91. 91. QMENTUM 91 Prática Organizacional Exigida Área de Segurança do Paciente: Comunicação ROP: Implementar um protocolo de identificação para os pacientes em todo o fluxo assistencial. Meta: Melhorar coordenação e eficácia da comunicação entre os profissionais da saúde e o paciente em todo fluxo assistencial. Nível: Ouro Foco: Identificação do Paciente Experiência: A dificuldade de identificar corretamente os pacientes resulta em erros de medicação, erros de transfusão, procedimentos em pacientes errados, e troca de recém nascidos. O risco de uma identificação errada pode ser reduzido significantemente através da adaptação de procedimentos de identificação comprovados como seguros. Accreditation Canada’s Qmentum ROPs (2) e WHO Collaborating Centre for Patient Safety Solution informou o desenvolvimento desta ROP. Teste de conformidade:
  92. 92. QMENTUM 92 Prática Organizacional Exigida Accreditation Canada’s Qmentum ROPs (2) e WHO Collaborating Centre for Patient Safety Solution informou o desenvolvimento desta ROP. Teste de conformidade:  A organização tem um método de identificação dos pacientes (ex.: pulseira no pulso, identificação com foto....) que está padronizado em toda a instituição.  Os profissionais utilizam dois métodos de confirmação (ex.: nome e data de nascimento) para identificar um paciente antes de fornecer qualquer serviço ou fazer qualquer procedimento. *O número do quarto do paciente não pode ser utilizado para identificá-lo. Mais informações: Pulseiras no pulso são utilizadas universalmente para a identificação de pacientes; veja o site da Agência Nacional de Segurança do Paciente para mais informações: http://www.npsa.nhs.uk/nrls/alerts-and-directives/notices/wristbands/. O primeiro e o ultimo nome do paciente, a sua data de nascimento, número do quarto e registro são dados importantes que devem ser colocados nesta pulseira.
  93. 93. QMENTUM 93 PESQUISA CULTURA DE SEG. DO PACIENTE © Accreditation Canada International Pesquisa Hospitalar sobre a Cultura de Segurança do Paciente
  94. 94. QMENTUM 94 PESQUISA CULTURA DE SEG. DO PACIENTE © Accreditation Canada International
  95. 95. QMENTUM 95 PESQUISA CULTURA DE SEG. DO PACIENTE © Accreditation Canada International Pesquisa Hospitalar sobre a Cultura de Segurança do Paciente Agência para a Pesquisa e Qualidade em Saúde (AHRQ) Ferramenta de avaliação para analisar a cultura da segurança nos hospitais como um todo, ou em unidades específicas dentro de um hospital. Como parte das 5 Iniciativas para a Segurança do Paciente, a Organização Mundial da Saúde atualmente está implementando a pesquisa da AHRQ para avaliar o impacto de intervenções para a segurança do paciente, e para acompanhar mudanças na segurança do paciente ao longo do tempo.
  96. 96. QMENTUM 96 PESQUISA CULTURA DE SEG. DO PACIENTE © Accreditation Canada International EXAMINA A CULTURA DE SEGURANÇA DO PACIENTE NA ÓTICA DOS FUNCIONÁRIOS DO HOSPITAL
  97. 97. QMENTUM 97 PESQUISA CULTURA DE SEG. DO PACIENTE © Accreditation Canada International Amostra: O instrumento será administrado utilizando-se uma abordagem de censo. Isto tem a vantagem de dar a todos os funcionários a oportunidade de comentar (o que é chave em avaliações da cultura organizacional), e evita os problemas associados a se obter taxas de respostas suficientes para garantir que as amostras sejam representativas e tenham o poder de gerar conclusões. Com base no número de funcionários de cada instituição, uma taxa de resposta mínima para os instrumentos é calculada pelo software da Accreditation Canada que utiliza regras estatísticas.
  98. 98. QMENTUM 98 PESQUISA CULTURA DE SEG. DO PACIENTE © Accreditation Canada International • Funcionários do hospital que têm contato ou interação direta com os pacientes (corpo clínico , time de enfermagem, ou pessoal não clínico como os atendentes das unidades) • Funcionários do hospital que podem não ter contato ou interação direta com os pacientes, mas cujo trabalho afeta diretamente a assistência ao paciente (funcionários de unidades tais como a farmácia hospitalar, laboratório/patologia) • Médicos contratados pelo hospital que passam a maior parte de sua jornada de trabalho na instituição (médicos do pronto atendimento, médicos hospitalistas, patologistas) • Supervisores, gerentes e administradores do hospital. A pesquisa pode ser respondida por todos os tipos de funcionários do hospital – da equipe de limpeza e segurança aos enfermeiros e médicos. Entretanto, a pesquisa é mais direcionada às seguintes categorias:
  99. 99. QMENTUM 99 Grupos Focados © Accreditation Canada International Grupos focados são fóruns de um pequeno grupo de indivíduos que se reúnem para conversar sobre algum tópico de interesse. Em geral, os encontros contam com 5 a 10 pessoas, têm duração aproximada de duas horas e são conduzidos por um moderador.
  100. 100. QMENTUM 10 Grupos Focados x Entrevistas Individuais © Accreditation Canada International Grupos focados Entrevistas individuais Temas delicados Possibilidade maior de constrangimento  várias pessoas Possibilidade menor de constrangimento  uma pessoa Fadiga do entrevistador Menor Maior Condução das entrevistas Maior dificuldade  conversas simultâneas e/ou paralelas Menor dificuldade Quantidade de informações Maior quantidade de informações geradas pelo grupo se o tempo é restrito Maior quantidade de informações geradas pelas pessoas se for possível entrevistar a todos Agenda Pode haver dificuldade de conciliar horários Maior flexibilidade para agendar horários Infra-estrutura Necessidade de diversos itens de infra-estrutura Mínima
  101. 101. QMENTUM 10 Auto – Avaliação e Maturidade © Accreditation Canada International Link e Senha Dura 30 minutos Anônimo
  102. 102. QMENTUM 10 Processos Prioritários © Accreditation Canada International

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