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# 1Direito àInformaçãode interesseparticular
# 2Direito aserviçospúblicoseletrônicos
# 3Direito aoprópriotempo
Direito de#   ser ouvido4
Direito ao# 5   Controle      Social do      Governo
# 6Direito àparticipaçãona GestãoPública
O que o cidadão espera do governo                                               Processos desonerosos,                   ...
O que o cidadão espera do governo                                                                Provedor de informação  ...
O que quer a sociedade da tecnologia...        ubiqüidade, convergência, usabilidade, – expectativas com relação à       ...
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O Que o cidadão encontra hoje?
Como os projetos e-Gov têm começado?•   “Queremos que o nosso            •   “Além de obter as informações    cadastro sej...
De onde vêm esta demanda por                 mudança?•   “Queremos que o nosso            •   “Além de obter as informaçõe...
O que é necessário para fazer um projeto e-Democracy ?   Metodologia e Arquitetura e-Gov
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Metodologia para e-gov: nossa experiência Aplicações de arquitetura conceitual em plataformas e-gov: da gestão da informaç...
Arquitetura e-Gov                                            Text generation                                        SISTEM...
Sistema Nacional de         Informações para           Gestão em C&T Ciência &tecnologia        Sistema Nacional de       ...
Tecnologia  Qual é o papel da tecnologianesta caminhada até a sociedade       do conhecimento?
Interoperabilidade:Os portais devem se falar...                      • Projetos e-Gov                        devem ter uma...
Redes Sociais:Prospectar e conectar redes                Social Network                  Analysis • Projetos e-Gov devem p...
Redes Sociais                Bioetanol, Hidrólise EnzimáticaExemplo         e Fermentação Alcoólica – 100%
CoPs: Comunidades VirtuaisPor que elas não ocorrem em sites públicos? • Projetos e-gov devem ser plurais e devem   promove...
CoPs:ComunidadesVirtuaisExemplo    Atores deinovação do País  poderão criar  suas própriascomunidades de    inovação
Desafios (alguns)
Desafios      • A cada nova possibilidade tecnológica,        governo e sociedade se deparam        novamente com questões...
Desafios• As Tecnologias que viabilizam governo  eletrônico serão sempre meio para um fim que  não deve ser definidos por ...
Conclusões
Conclusões      • As novas tecnologias não mudam        – A demanda por visão do gestor público        – A demanda de visã...
Conclusões      • As novas tecnologias mudam        – As possibilidades de entregar serviços ao          cidadão        – ...
Florianópolis. Santa Catarina. 14 de outubro de 2008. Mesa Redonda: Novas Tecnologias e inclusão digitalO que tecnologia t...
Agenda• Afinal, precisamos de eGov ou é e-Democracy?• A que distância estamos de ter nas TICs os elementos  criadores de u...
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Tecnologia e Governo Eletrônico

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O que tecnologia tem a ver com governo eletrônico? Menos do que se imagina ou mais do que se precisa? Apresentação realizada em mesa redonda sobre governo eletrônico no 5o encontro íbero-americano de governo eletrônico.

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Tecnologia e Governo Eletrônico

  1. 1. Florianópolis. Santa Catarina. 14 de outubro de 2008.Mesa Redonda: Tecnologias no governo eletrônicoO que tecnologia tem a ver comgoverno eletrônico? R: Menos do que se imagina ou mais do que se precisa? Roberto Pacheco Programa de Pós-Graduação em Engenharia e Gestão do Conhecimento – UFSC – pacheco@egc.ufsc.br
  2. 2. Afinal, precisamos de e- government ou de e-democracy? Escolhendo a pergunta certa "Somos todos prisioneiros, mas alguns de nós estão em celas com janelas, e outros sem." (Khalil Gibran)
  3. 3. Governo eletrônico: o que é O que é governo eletrônico?  Construto em fase de refinamento e consolidação conceitual  Não há definição unívoca e compreensiva de governo eletrônico  As definições têm consenso na presença da Tecnologia, mas variam quanto à missão: melhorar o governo ou atender as necessidades do cidadão? Aplicações de arquitetura conceitual em plataformas e-gov: da gestão da informação pública à construção da sociedade do conhecimento. (PACHECO, KERN, STEIL, 2007)
  4. 4. Governo eletrônico: o que caracteriza Forte entrega de serviços e informações Exige diferentes Fenômeno soluções e Internacional padrões de desenvolvimento E-Gov Convergência de É um esforço integração, contínuo de sofisticação e transformação maturidade É baseado em SI e em TICs (mas não é limitado a eles) Baseado em Grant; Chau, 2005 Aplicações de arquitetura conceitual em plataformas e-gov: da gestão da informação pública à construção da sociedade do conhecimento. (PACHECO, KERN, STEIL, 2007)
  5. 5. Governo eletrônico: o que é “(...) o assim chamado ‘Governo- eletrônico’ hoje está essencialmente parado no estado de ‘Administração- eletrônica’". M. G. Fugini; P. Maggiolini; B. Pagamici. Por que é difícil fazer o verdadeiro "Governo- eletrônico" . Revista Produção. Vol.15 no.3 São Paulo Sept./Dec. 2005
  6. 6. Democracia eletrônica  O conceito e-democracy surge no pós-internet e está ligado à aplicação das TICs em benefício da sociedade (e não somente do governo).
  7. 7. Governo eletrônico: escala de maturidadeAlto Níveis de Convergência Maturidade Sofisticação e-gov Temática 5–Identificação em e-Gov pró-ativa das necessidades Integração 4 - Acesso transparente Interoperabilidade aos serviços e informações Transações básicas 3 – Acesso à varios Presença serviços sem necessidade na Web 2 – Serviços de novos logins isolados Holmes (2001)Baixo 1 – Publicação de Informação Baixo Benefícios Alto
  8. 8. # 1Direito àInformaçãode interesseparticular
  9. 9. # 2Direito aserviçospúblicoseletrônicos
  10. 10. # 3Direito aoprópriotempo
  11. 11. Direito de# ser ouvido4
  12. 12. Direito ao# 5 Controle Social do Governo
  13. 13. # 6Direito àparticipaçãona GestãoPública
  14. 14. O que o cidadão espera do governo  Processos desonerosos, facilitados, racionais e integradoswww.cognetics.com/services/design_services/im...  Transparência  Accountability Aplicações de arquitetura conceitual em plataformas e-gov: da gestão da informação pública à construção da sociedade do conhecimento. (PACHECO, KERN, STEIL, 2007)
  15. 15. O que o cidadão espera do governo  Provedor de informação útil ao cidadão  Criador de oportunidades profissionais, culturais e sociais  Promotor da Sociedade do Conhecimentohttp://datamining.typepad.com/data_mining/images/vizster.png Aplicações de arquitetura conceitual em plataformas e-gov: da gestão da informação pública à construção da sociedade do conhecimento. (PACHECO, KERN, STEIL, 2007)
  16. 16. O que quer a sociedade da tecnologia...  ubiqüidade, convergência, usabilidade, – expectativas com relação à interação e oferta de informações e serviços do governo. i.a.cnn.net/.../story.cruise.afp.jpg www.girardin.org/.../wp-content/cbob_youwon2.png www.fujitsu.com/img/SOL/ftxs/pervasivelarge.jpg www.ewh.ieee.org/.../news4/Pervasive_World.gif Aplicações de arquitetura conceitual em plataformas e-gov: da gestão da informação pública à construção da sociedade do conhecimento. (PACHECO, KERN, STEIL, 2007)
  17. 17. A que distância estamos de ter nas TICs os elementoscriadores de uma democracia eletrônica? “(...) meu otimismo, contudo, não promete que a internet resolverá, em um passe de mágica, todos os problemas culturais e sociais do planeta” Pierre Levy. 1999.
  18. 18. O Que o cidadão encontra hoje?
  19. 19. Como os projetos e-Gov têm começado?• “Queremos que o nosso • “Além de obter as informações cadastro seja atualizado que necessitamos, tecnologicamente” gostaríamos de fazê-lo com racionalidade, considerando• “Precisamos atualizar nosso dados de outros órgãos formulário à luz das novas públicos” normas” • “Precisamos tomar esta• “É só tornar o preenchimento oportunidade também para do usuário obrigatório. Se não prestar serviços adicionais ao preencher não ... (ganha cidadão que vai usar nosso bolsa, perde o CPF...)” Portal”• “Queremos construir a nossa • “Vamos precisar padronizar as plataforma para não informações para que os dependermos de terceiros demais órgãos de governo quando for necessário mudar” possam utilizá-las”
  20. 20. De onde vêm esta demanda por mudança?• “Queremos que o nosso • “Além de obter as informações cadastro seja atualizado que necessitamos, tecnologicamente” gostaríamos de fazê-lo com racionalidade, considerando• “Precisamos atualizar nosso dados de outros órgãos formulário à luz das novas públicos” normas” • “Precisamos tomar esta• “É só tornar o preenchimento oportunidade também para do usuário obrigatório. Se não prestar serviços adicionais ao preencher não ... (ganha cidadão que vai usar nosso bolsa, perde o CPF...)” Portal”• “Queremos construir a nossa • “Vamos precisar padronizar as plataforma para não informações para que os dependermos de terceiros demais órgãos de governo quando for necessário mudar” possam utilizá-las”
  21. 21. O que é necessário para fazer um projeto e-Democracy ? Metodologia e Arquitetura e-Gov
  22. 22. Arquitetura conceitual paraa construção de plataformas e-gov Pressupostos de um projeto e-gov:  Gestores públicos conscientes  Que e-democracy exige colocar o Estado antes do Governo  Que as TICs permitem transcender o backoffice  Do papel do Estado na sociedade do conhecimento  Apesar da “desinclusão”, as demandas por e- democracy serão crescentes e o Estado pode ser reativo ou pró-ativo (ex: Singapura)
  23. 23. Arquitetura conceitual paraa construção de plataformas e-gov Pressupostos de um projeto e-gov:  Projetos e-Gov devem ter:  Visão centrada no cidadão (atendendo as demandas do governo)  Padronização de conteúdo (cooperação)  Arquitetura tecnológica de múltiplas plataformas  Perspectiva Internacional  Plano de sustentabilidade
  24. 24. Metodologia para e-gov: nossa experiência Aplicações de arquitetura conceitual em plataformas e-gov: da gestão da informação pública à construção da sociedade do conhecimento (PACHECO, KERN, STEIL, 2007)
  25. 25. Arquitetura e-Gov Text generation SISTEMAS DE Wiki CONHECIMENTO Folksonomy Knowledge maps Web services PORTAIS (Serviços) Sites CoP Redes WEB 2.0 e 3.0 Multiplataf. Sociais Sofware Livre SISTEMAS DE INFORMAÇÃO FormuláriosOntologias XML SGBD CONTEÚDO PADRONIZADO Cadastros Aplicações de arquitetura conceitual em plataformas e-gov: da gestão da informação pública à construção da sociedade do conhecimento (PACHECO, KERN, STEIL, 2007)
  26. 26. Sistema Nacional de Informações para Gestão em C&T Ciência &tecnologia Sistema Nacional de Informações para Gestão da Inovação Inovação Sistema Nacional de Informações do Ensino Superior EnsinoSuperior Realizados com base na Projetos Arquitetura
  27. 27. Tecnologia Qual é o papel da tecnologianesta caminhada até a sociedade do conhecimento?
  28. 28. Interoperabilidade:Os portais devem se falar... • Projetos e-Gov devem ter uma camada de serviços abertos à interoperabilidade com outros portais públicos e, preferencialmente, privados.
  29. 29. Redes Sociais:Prospectar e conectar redes Social Network Analysis • Projetos e-Gov devem promover e conhecer a sociologia dos atores sociais em seu domínio – Ex: na Ciência e na Tecnologia: Quem são os autores? Quem trabalha com quem? Que conhecimentos multidisciplinares estão deixando de ser explorados na universidade? Quem deveria estar trabalhando com quem?
  30. 30. Redes Sociais Bioetanol, Hidrólise EnzimáticaExemplo e Fermentação Alcoólica – 100%
  31. 31. CoPs: Comunidades VirtuaisPor que elas não ocorrem em sites públicos? • Projetos e-gov devem ser plurais e devem promover múltiplas identidades
  32. 32. CoPs:ComunidadesVirtuaisExemplo Atores deinovação do País poderão criar suas própriascomunidades de inovação
  33. 33. Desafios (alguns)
  34. 34. Desafios • A cada nova possibilidade tecnológica, governo e sociedade se deparam novamente com questões fundamentais em e-Gov: – Onde está o limite entre o que o Estado pode fazer e onde começa a privacidade do cidadão? – Qual é o papel prioritário do eGov: melhorar o governo ou servir a sociedade de forma mais ampla? – Por quais mecanismos a sociedade vai garantir seus direitos nestas e em outras questões?
  35. 35. Desafios• As Tecnologias que viabilizam governo eletrônico serão sempre meio para um fim que não deve ser definidos por elas mesmas e sim.... ( ) pelo Governo ( ) pelo Estado ( ) “para o Povo” ( ) com a Sociedade• O grau com que as TICs servem ao e-Gov é proporcional ao senso de necessidade e cobrança da sociedade (países desenvolvidos) ou à vontade do governo em aplicá-las (países em desenvolvimento?
  36. 36. Conclusões
  37. 37. Conclusões • As novas tecnologias não mudam – A demanda por visão do gestor público – A demanda de visão sistêmica do projetista eGov – A necessidade de acompanhar o ciclo de vida das tecnologias e da colocá-lo a serviço da democracia eletrônica – A “pressa” em encontrarmos soluções inclusivas que não percam as possibilidades das novas tecnologias – A necessidade de educação digital
  38. 38. Conclusões • As novas tecnologias mudam – As possibilidades de entregar serviços ao cidadão – A presença ubíqua, móvel, convergente dos serviços públicos – O nível de consciência dos “cidadãos digitais” para: • O crescimento do gap digital • A distância entre o que ele deseja e o que ele recebe dos serviços públicos
  39. 39. Florianópolis. Santa Catarina. 14 de outubro de 2008. Mesa Redonda: Novas Tecnologias e inclusão digitalO que tecnologia tem a ver com governoeletrônico: menos do que se imagina ou mais do que seprecisa? MUITO OBRIGADO! Roberto Pacheco Programa de Pós-Graduação em Engenharia e Gestão do Conhecimento – UFSC pacheco@egc.ufsc.br
  40. 40. Agenda• Afinal, precisamos de eGov ou é e-Democracy?• A que distância estamos de ter nas TICs os elementos criadores de uma democracia eletrônica?• O que é necessário para fazer um projeto e-Democracy ?• Qual é o papel da Tecnologia?• Quais são os desafios para os projetos?• Conclusões

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