Engenharia e Gestão do Conhecimento em Ambientes Colaborativos

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Palestra de abertura do Workshop e-Doc 2013 - Gestão de informações em ambientes digitais colaborativos.

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Engenharia e Gestão do Conhecimento em Ambientes Colaborativos

  1. 1. ENGENHARIA E GESTÃO DO CONHECIMENTO EM AMBIENTES COLABORATIVOS Roberto C. S. Pacheco Programa de PG em Engenharia e Gestão do Conhecimento - EGC/UFSC Instituto Stela pacheco@egc.ufsc.br Florianópolis, 26 de setembro de 2013 Gestão de informações em ambientes digitais colaborativos -
  2. 2. Agenda CONCEITOS FATORES DETERMINANTES COLABORAÇÃO: Como e por que CASOS Itaú Embraer CONFAP PAHO/OMS GOVERNO ABERTO
  3. 3. Cronologia da cooperação 1908 1965 2008
  4. 4. CONCEITOS Do que estamos falando? http://changeagents.blogs.com/.a/6a00d83 43326e253ef014e88ea098b970d-popup http://forbesoste.com/wp-content/uploads/2013/05/collaboration.jpg http://www.university-technology.com/opportunity/376/ice--interactive-collaborative-environments http://www.iwm-kmrc.de/@@cached/5344173038c85264f3c8e9fb505d6ac2cc65e825/SocialTagging_big.jpg http://www.emeraldinsight.com/content_images/fig/2300110408004.png http://mcsaatchi.10degrees.co.uk/wp- content/uploads/2012/06/mobile_web_design_internet_commerce_solutions.jpg
  5. 5. Conceitos Colaboração Trabalhar em conjunto Ambientes de colaborativos Ambientes que facilitam e promovem a colaboração Conhecimento Combinação de dados, informação, habilidades, experiências e opiniões de especialistas, que resulta em um ativo valioso no apoio à decisão. Pode ser explícito, implícito ou tácito, individual ou coletivo. European Guide to Good Practice in Knowledge Management, 2008 - http://www.cen.eu/ Gestão do Conhecimento Gestão dos processos que promovem o conhecimento para o aumento da competitividade pelo melhor uso e criação de fontes individuais e coletivas de conhecimento. EGGP, 2008 Engenharia do conhecimento Disciplina dedicada à modelagem, representação e incorporação de conhecimento em sistemas computacionais. Disciplina dedicada à concepção, desenvolvimento e utilização de mídias para difusão de conhecimento. Mídia do conhecimento INSTRUMENTOS COLABORAÇÃO PRODUTO DA COLABORAÇÃO DISCIPLINAS PARA CRIAÇÃO DE ESPAÇOS COLABORATIVOS
  6. 6. FATORES DETERMINANTES Que elementos da organização são necessários orquestrar?
  7. 7. TIC Como a organização planeja e gere sua Tecnologia de Informação e Comunicação? TIC são recurso-chave na cadeia de geração de valor ou itens de custo de administração? Como a colaboração é considerada na definição da arquitetura dos sistemas de informação? Desafio segurança x colaboração http://ec.europa.eu/cip/media/ict.jpg
  8. 8. Processos Como a organização define, atualiza e aplica seus processos em sua cadeia de geração de valor? O desenho dos processos explicita o papel da colaboração e da geração de capital coletivo? Atividades intensivas em conhecimento estão mapeadas e consideradas? http://www.fujitsu.com/img/INTSTG/products/bpm/business-process-management-582x240.jpg http://us.123rf.com/400wm/400/400/michaeldb/michaeldb1105/michaeldb110500009/9567613- business-people-are-process-management-solutions-standing-on-flowchart.jpg
  9. 9. Pessoas Como a organização define, avalia e aplica suas competências? Há incentivos à colaboração? Há mensuração de capital coletivo?
  10. 10. http://www.wisegeek.org/what-is-organizational-culture.htm# Cultura Organizacional http://www.raleighdistrictumc.org/wp-content/uploads/2013/02/Definition-of-Organizational- Culture-Company.jpg Quais são os valores, atitudes, experiência s, normas e regras compartilhados na organização? Há cultura de colaboração? Teoria e prática são coerentes? Há colaboração com clientes, fornecedores e concorrentes?
  11. 11. Referências “Não queremos funcionários que façam apenas o que mandam. Eles podem até se negar a realizar alguma atividade quando avaliam que não há condições de segurança”, http://www.elektro.com.br/Default.aspx Carlos Alberto dos Santos Gerente executivo de recursos humanos (...) algo na Perkins já faz parte de sua cultura há tempos: a capacidade que a organização tem de ouvir os profissionais. (...) Os líderes são obrigados a responder a todas elas, mesmo as que não forem aplicadas. “Nenhuma opinião pode ser ignorada”. Lucas Rossi, Revista VoceSA 01/09/2012 Tudo é comemorado: do Dia do Operador de Call Center ao Natal. As mulheres ocupam 30% dos cargos de liderança, um percentual alto no setor. Ursula Alonso Manso, Revista VoceSA 01/09/2012
  12. 12. COLABORAÇÃO: como e por que Que áreas e práticas têm relação com a coprodução nas organizações? http://www.systemiclogic.com/wp-content/uploads/2009/04/analog-digital-collab2-300x162.jpg
  13. 13. Cooperação e organizações Por que? Inteligência coletiva (crowdsourcing) Como ? Social tagging Folksonomy Enterprise Ontology Portais corporativos http://static4.depositphotos.com/1000507/448/i/450/dep_4487316-Co-operation-symbol.jpg
  14. 14. Crowdsourcing Termo proposto por Jeff Howe (2006) para definir o modelo de produção coletiva, cujos integrantes utilizam-se de TIC para resolverem problemas, criarem conteúdos, soluções ou novas tecnologias. www.ideas4all.com Exemplo de crowd innovation
  15. 15. Social Tagging Produção coletiva de classificações por meio do emprego de palavras-chave com uso coletivo. http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/8/80/Delicious_screenshot.png Del.ici.ous (2003) social bookmarging http://www.tambosi.it/WEB_2.0/social%20tagging.jpg Dinâmicas de grupo tagging, social classification, social indexing
  16. 16. Folksonomy Sistema de classificação derivado da prática de criar e gerenciar “tags” de forma colaborativa para registrar conteúdos classificados. Thomas Vander Wal http://withfriendship.com/images/i/40607/Folksonomy-picture.gif http://accuracyandaesthetics.com/wp-content/uploads/2006/10/kenf1.gif Inteligência coletiva Mapas de termos
  17. 17. Enterprise Ontology Modelo organizacional de referência para sistemas intra e inter- organizacionais, baseado em tecnologia semântica (Jan Dietz). Pode incluir: • Termos e definições • Processos e atividades • Estratégia organizacional (propósito) • Áreas de negócio (ex. marketing) • Ontologias de referência (tempo, espaço) • Inferências e regras do negócio Ex. uso de EO para inferências cruzadas sobre diversas fontes de informação Fonte: Semantic Arts
  18. 18. CASOS Exemplos de projetos que incluem elementos de cooperação baseados em GC, EC e TIC http://www.systemiclogic.com/wp-content/uploads/2009/04/analog-digital-collab2-300x162.jpg
  19. 19. Itaú Integridade corporativa (2009) Que sistemas de conhecimento podem ajudar uma organização na gestão da integridade dos valores exercidos por seus funcionários? Gestão estratégica de ética e valores 1. Que valores a organização preconiza? 2. Que condutas espera de seus funcionários? 3. Que mecanismos utiliza para acompanhar o cumprimento desses valores? 4. Que fluxo de informações adota nesta gestão? 5. Como avaliar o grau de integridade e de alinhamento em nossa organização? 6. Estamos praticando os nossos valores? 7. Como levar as normas, diretrizes e políticas ao cotidiano nas diversas agências e unidades da organização?
  20. 20. denúncias Itaú Integridade corporativa (2009) Tratamento de dados encaminhados desestruturados, com contexto de ontologia organizacional e descoberta de conhecimentos relevantes à gestão estratégica da organização normas ontologia Espaço da colaboração (Trabalho) Base de conhecimentos
  21. 21. Embraer Busca semântica (2012) Como utilizar encontrar facilmente conteúdos criados por diversos sistemas de gestão do conhecimento em uma organização? A empresa desenvolveu um conjunto de SGCs, mas não dispunha de visão integrada de seus serviços. Integração de sistemas de conhecimento 1. Quantos SGC desenvolvemos? 2. O que eles têm em comum? 3. Como definir um projeto de busca semântica para integrar os SGCs? 4. Quais são os benefícios organizacionais? 5. Como o projeto pode ser incremental e tratar cada SGC da organização?
  22. 22. SGCs Embraer Busca semântica Dados e documentos criados por diferentes espaços cooperativos da organização podem ser integrados por meio de busca semântica BDs ontologia Espaços colaborativos Base de conhecimentos documentos
  23. 23. CONFAP Gestão estratégica de informação em organização virtual Como reunir dados da operação de diversas organizações para apoiar a tomada de decisão estratégica em nome de todas associadas? Decisão estratégica em organização virtual 1. Como está nosso fomento a CT&I? 2. Como ele se compara com as agências federais? 3. Como obter essas respostas de forma contínua, mantendo nossa independência organizacional?
  24. 24. BDn CONFAP GEI em org. virtual 17 FAPs definiram perguntas, variáveis e indicadores que as respondem, a partir de um modelo conceitual comum sobre o que é uma organização de fomento a CT&I e como ela opera. Espaço colaborativo Base de indicadores Arquivos BD2 BD1 Sistema SIFAPs Quem somos? Como nos apresentamos ao SNI?
  25. 25. PAHO/OMS Expertise location e crowdsourcing Como encontrar especialistas e criar um espaço de co-produção em diferentes países? Como encontrar e alocar especialistas em questões estratégicas em saúde? 1. Como encontrar expertises em vários países? 2. Como criar comunidades de prática em temas estratégicas? 3. Como http://imianews.files.wordpress.com/2013/06/lac-map.jpg
  26. 26. PAHO/OMS ELe Co-produção Especialistas consultores da PAHO utilizam currículos nacionais, importam seus dados para a Plataforma e complementam competências. No ambiente DC-X realizam cooperação para resolverem problemas estratégicos em saúde. Espaço colaborativo Base de conhecimento Complementos Plataforma DC-X Fonte: Instituto Stela Crowd innovation
  27. 27. Framework para Coprodução Fonte: Researcher Development Framework Adaptação por Instituto Stela
  28. 28. GOVERNO ABERTO Espaço de cooperação entre governo e sociedade no País http://www.systemiclogic.com/wp-content/uploads/2009/04/analog-digital-collab2-300x162.jpghttp://www.detroitdatacollaborative.org/wp-content/uploads/2012/01/Open_Gov_data_flow.jpg
  29. 29. O que estamos pedindo?
  30. 30. Eficácia PerformanceEficiência Transparência Controle social Prestação de contas Coprodução Capital social Participação Governança pública
  31. 31. Governo aberto Padronização, integração e extensibilidade Governança de dados Interoper abilidade E-Gov Semântico Loja de aplicativos E-Gov pervasivo Redes sociais M-Gov Tendências em e-Gov contemporâneo
  32. 32. CYBER- ESPAÇO CIDADÃO Universidades ComunidadesSociedade Lojas de Aplicativos Produção de aplicativo Empresas Disponibilização de dados Produção de aplicativo Uso de serviços Uso de serviços Uso de serviços
  33. 33. Considerações Finais Ambientes cooperativos são fruto de seu meio TIC + Processos + Pessoas + Cultura organizacional Gestão, Engenharia e Mídia do Conhecimento Produzem instrumentos e facilitam a geração de valor na cooperação Organizações empresariais Podem se valer de GC+EC+MC para facilitarem cooperação e gerarem valor e projetos multi-organizacionais Governo aberto Há um novo paradigma para que e-Gov seja um espaço de cooperação e coprodução entre sociedade-governo e sociedade-sociedade É preciso um novo modelo mental do gestor público e da relação G2S
  34. 34. Gestão de informações em ambientes digitais colaborativos -

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