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Bem aventurados os pacíficos - FEESP - Curso de Aprendizes do Evangelho - 1º ano

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Curso de Aprendizes do Evangelho - 1º ano 12ª aula

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Bem aventurados os pacíficos - FEESP - Curso de Aprendizes do Evangelho - 1º ano

  1. 1. BEM-AVENTURADOS OS PACÍFICOS Parte A – OS PACÍFICOS Parte B – QUANDO VOS INSULTAREM
  2. 2. “pacificare”  latim = pax e facere Aquele que “faz ou promove a paz”. “Bem-aventurados os que são pacíficos, porque serão chamados filhos de Deus” (Mt 5:9)
  3. 3. Pacífico: Conquistou a paz dentro de si mesmo; uma atitude interior de não-violência perante si mesmo e o mundo.
  4. 4. Pacífico: Conquistou a paz dentro de si mesmo; uma atitude interior de não-violência perante si mesmo e o mundo. Pacífico Aparente: É aparentemente pacifico, apenas contido, em algum momento, mostrará sua real natureza e “perderá a paciência”.
  5. 5. Pacificador: Conquistou a paz dentro de si mesmo; possui a capacidade e o dinamismo para transformar uma situação não pacifica e estabelecer ou restabelecer ativamente a serenidade necessária.
  6. 6. Caminho da evolução: A maior das batalhas que um ser humano pode enfrentar é o confronto consigo mesmo, a identificação e o enfrentamento de suas limitações, a necessidade de desenvolvimento das qualidades espirituais.
  7. 7. Os conflitos interiores refletem em conflitos exteriores na família, na sociedade, entre as nações.
  8. 8. “Deixo-vos a paz, minha paz vos dou...” (Jo, 14:27) A paz interior, plena de alegria e esperança no futuro, sólida e conquistada por esforço próprio e não a paz instável e ilusória que o mundo material oferece. Sermão do Cenáculo
  9. 9. Quem é realmente um pacificador, um promotor da paz? É aquele que transformou o “homem velho” com seus costumes e crenças, dogmas e imperfeições do passado no “homem novo”, sem apegos as ilusões; de mente e coração abertos ao autoconhecimento e ao crescimento espiritual.
  10. 10. OS PERSEGUIDOS POR CAUSA DA JUSTIÇA porque deles é o Reino dos Céus.
  11. 11. O que é justiça? A justiça consiste no respeito aos direitos de cada um e são determinados pela lei humana e a lei natural.
  12. 12. Lei Humana: Feita pelos homens Apropriadas aos costumes e caráter Variam com o progresso O direito nem sempre é conforme a justiça Regula relações sociais
  13. 13. Lei Humana: Feita pelos homens Apropriadas aos costumes e caráter Variam com o progresso O direito nem sempre é conforme a justiça Regula relações sociais Lei Natural: Deus pôs no coração do homem O sentimento da justiça é natural Competência do tribunal da consciência
  14. 14. A justiça divina ou natural é eterna e perfeita, como o Pai o é. Todos os homens são iguais perante Deus, que não concedeu superioridade a nenhum homem, nem pelo nascimento, nem pela morte, todos são iguais diante d’Ele. “Querer para os outros o que quereis para vós mesmos”. Cristo
  15. 15. LEI HUMANA A justiça é uma lei natural, porém os homens a entendem de maneira diferente por misturar paixões ao julgamento, distorcendo a realidade. “Matei para defender a honra.” Lei de Talião...
  16. 16. A Lei Humana passa por constantes ajustes acompanhando o crescimento da evolução moral dos homens; vai se aprimorando, aproximando-se lentamente da Lei Divina.
  17. 17. Lei Áurea, Direito da Mulher ao Voto, Estatuto da Criança e do Adolescente, Direitos Humanos, Estatuto do Idoso, Lei Maria da Penha, etc.
  18. 18. Justiça Natural aplicada a Lei Humana e ao comportamento individual Injustiças foram praticadas por homens que acreditavam estar defendendo causas justas, cumprindo o seu dever e fazendo um bem a sociedade ou a comunidade.
  19. 19. Entretanto, os perseguidos por causa da justiça, nos ensinam grandes lições pela forma como enfrentaram a situação, transformando em aprendizados para o bem comum. Sócrates, condenado injustamente a beber veneno, por ensinar a juventude a pensar; Estevão, o primeiro mártir do Cristianismo nascente, morto a pedradas;
  20. 20. Gandhi e Martin Luther King, assassinados por lutar pela paz e a igualdade;
  21. 21. Kardec, acusado de usar indevidamente a arrecadação da Sociedade Espírita de Paris e atacado por sua firmeza na divulgação da Doutrina dos Espíritos.
  22. 22. O caráter do homem que pratica a justiça em toda a sua pureza é a do verdadeiro justo porque pratica também o amor ao próximo e a caridade, sem os quais não há verdadeira justiça.
  23. 23. “Benevolência para com todos, indulgência para com as imperfeições alheias, perdão das ofensas”. Jesus Não se restringe a esmola (caridade material), mas abrange todas as relações com os nossos semelhantes (caridade moral). Caridade é:
  24. 24. “O amor e a caridade são o complemento da lei de justiça, porque amar o próximo é fazer-lhe todo o bem possível, que desejaríamos que nos fosse feito”. Kardec
  25. 25. Parte B – QUANDO VOS INSULTAREM “Bem-aventurados sois, quando vos injuriarem e vos perseguirem e, mentindo, disserem todo o mal contra vós por causa de mim. Alegrai-vos e regozijai-vos, porque será grande a vossa recompensa nos céus, pois foi assim que perseguiram os profetas, que vieram antes de vós”. (Mt, 5:11-12)
  26. 26. A maneira como nos portamos é que definirá nossa vitória ou nosso fracasso.
  27. 27. Na Cruz "Ele salvou a muitos e a si mesmo não pôde salvar-se." (Mateus, 27:42) Sim, ele redimira a muitos... Estendera o amor e a verdade, a paz e a luz, levantara enfermos e ressuscitara mortos. Entretanto, para ele mesmo erguia-se a cruz entre ladrões.
  28. 28. Em verdade, para quem se exaltara tanto, para quem atingira o pináculo, sugerindo indiretamente a própria condição de Redentor e Rei, a queda era enorme...
  29. 29. Era o Príncipe da Paz e achava-se vencido pela guerra dos interesses inferiores. Era o Salvador e não se salvava. Era o Justo e padecia a suprema injustiça..
  30. 30. Jazia o Senhor flagelado e vencido. Para o consenso humano era a extrema perda. Caíra, todavia, na cruz. Sangrando, mas de pé. Supliciado, mas de braços abertos.
  31. 31. Relegado ao sofrimento, mas suspenso da Terra. Rodeado de ódio e sarcasmo, mas de coração içado ao Amor. Tombara, vilipendiado e esquecido, mas, no outro dia, transformava a própria dor em glória divina.
  32. 32. Pendera-lhe a fronte, empastada de sangue, no madeiro, e ressurgia, à luz do sol, ao hálito de um jardim. Convertia-se a derrota escura em vitória resplandecente. Cobria-se o cenho afrontoso de claridades celestiais para a Terra inteira.
  33. 33. Assim também ocorre no círculo de nossas vidas. Não tropeces no fácil triunfo ou na auréola barata dos crucificadores. Toda vez que as circunstâncias te compelirem a modificar o roteiro da própria vida, prefere o sacrifício de ti mesmo,
  34. 34. transformando a tua dor em auxílio para muitos, porque todos aqueles que recebem a cruz, em favor dos semelhantes, descobrem o trilho da eterna ressurreição. Emmanuel psicografia de Chico Xavier

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