Trabalho    Disciplina:     elaborado por:Língua Portuguesa   Catarina Pinheiro   Professora:             nº4  Rosário Cun...
• Miguel Torga , que era umpseudónimo de Adolfo Correiada   Rocha    , nasce em SãoMartino de Anta, Vila Real, nodia 12 de...
•   Aos dez anos foi para casa apalaçada do porto , onde viviam seus    parentes. Foi para lá servir de porteiro, moço de ...
•   Em 1920 emigrou para o Brasil . Apenas com 12 anos foi trabalhar    para a plantação de café do tio. Ao fim de quatro ...
Grupo da República Estrela        do Norte
Fazenda de Santa Cruz    (Minas Gerais)
•   Em 1928 entra para a faculdade de medicina da Universidade de    Coimbra onde publica o seu primeiro livro de poemas “...
Em 1929, com 22  anos, deu inicio à   colaboração na   revista Presença,    folha de arte e ,crítica com o poema      “Ati...
•   Em 1993 conclui a sua licenciatura em medicina. Dividiu a sua vida    entre clínica de otorrinolaringologia e literatu...
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A poesia de Miguel    torga presenta 3     características       principais:-Problemática Religiosa;  -Sentimento Telúrico...
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•Inspiração genesíaca: a terra é o lugar da realização do ser humano e da ligação aosagrado.•Na terra fértil, a fecundação...
Estrofes Irregulares,                           Utilização de figuras decom estilo expressivo                             ...
Adolfo Correia Rocha cria em 1934, aos 27 anos o seu pseudónimo “Miguel” e“Torga”.A origem de “Miguel”, surgiu em homenage...
1930 - Rampa1936 - O outro livro de Job1944 - Libertação1958 - Orfeu rebelde1962 - Câmara ardente1965 - Poemas ibéricos199...
Orfeu rebelde, canto como sou:Canto como um processoQue na casa do tempo, a canivete,        Bicho instintivo que adivinha...
Miguel Torga, Diário                                                                     IVMãe:                           ...
1931 - Pão Ázimo.1931 - Criação do Mundo.               1950 - Portugal1934 - A Terceira Voz.                 1951 - Pedra...
Em 1937, começou a                                              imprimir A Criação do                                     ...
Bichos surge em 1940,  reeditado pouco depois,traduções sucessivas para   variadíssimas línguas                           ...
•Diário IX (15-1-1960/20-9-1963) •Diário X (5-10-1963/30-7-1968)  •Diário XI (2-8-1968/6-4-1973) •Diário XII (17-5-1973/22...
•1941 - "Terra Firme" e "Mar".•1946 – Poema Dramática.•1947 - Sinfonia.•1949 - O Paraíso.•1950 - Portugal.•1955 - Traço de...
1969 - Prémio do Diário de Notícias.1976 - Prémio de Poesia da XII Bienal de Internacional de Poesia deKnokke-Heist (Bélgi...
•   Miguel Torga com sofria decancro, publicou o seu últimotrabalho em 1993, e falece emJaneiro de 1995.•   A sua campa ra...
Recomeça…                            E, nunca saciado,Se puderes,                          Vai colhendoSem angústia e sem ...
• Sísifo era filho do filho do rei Éolo, este ficou conhecido pela sua esperteza, mastambém ficou conhecido pelo castigo q...
Sísifo, como faltou ao respeito os deuses, foi condenado, no reino dosmortos, a empurrar para o resto da sua ida uma rocha...
•   Mário    de     Miranda     Quintana    nasceu na cidade de Alegrete    no dia 30 de Julho de 1906,    quarto filho de...
Aos 7 anosAuxiliado pelos pais,aprende a ler tendo como             1914cartilha o jornal Correio do                      ...
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1925   1924                          Volta para                     1926Deixa o Colégio Militar   Alegrete e passa apor mo...
1927                          1929                                                         1929Falece o pai de Mário      ...
1931Volta para Porto           1934Alegre, e àredacção de O      Faz a sua primeira                 1936Estado do Rio     ...
Em 1943, começa a publicar      1940                            1943                                                 o Do ...
1950                                               1956Seu quinto livro, O                              Com seu ingresso n...
1966A obra de Mário Quintana ganha um maior reconhecimento nacional, no anode 1966.Em 1966, Mário Quintana ganha o Prémio ...
1994Faleceu no dia 5 de maio de 1994,deixando um herança de grande    valor em obras literárias.
•   As principais características das obras de Mário Quintana são    a linguagem simples, clara, que fala de sentimentos e...
•A Rua dos Cataventos - Porto Alegre, Editora do                                                     •A Vaca e o Hipogrifo...
No retrato que me faço- traço a traço -às vezes me pinto nuvem,às vezes me pinto árvore…às vezes me pinto coisasde que nem...
O grilo procurano escuroo mais puro diamante perdido.O grilocom as suas frágeis britadeiras de vidroperfuraas implacáveis ...
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•Nova Antologia Poética - Rio de Janeiro, Ed. do      •Os Melhores Poemas de Mário Quintana (seleçãoAutor, 1966           ...
"Quem pretende apenas a glória não a merece.“"A amizade é uma espécie de amor que nunca morre.“"O que faz as coisas parare...
“Amar:Fechei os olhos para não te vere a minha boca para não dizer...E dos meus olhos fechados desceramlágrimas que não en...
Trabalho dos poetas do sec.xx 1 miguel torga e mário quintana
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Trabalho dos poetas do sec.xx 1 miguel torga e mário quintana

  1. 1. Trabalho Disciplina: elaborado por:Língua Portuguesa Catarina Pinheiro Professora: nº4 Rosário Cunha Fábio Gomes nº10 Manuel Almeida
  2. 2. • Miguel Torga , que era umpseudónimo de Adolfo Correiada Rocha , nasce em SãoMartino de Anta, Vila Real, nodia 12 de Agosto de 1907. • Miguel Torga com a sua mãe•É filho de Francisco CorreiaRocha e Maria da ConceiçãoBarros.•Miguel Torga nasce numafamília humilde, e a sua infânciafoi vivida maioritariamente nocampo, onde teve de trabalhararduamente. • Miguel Torga com o seu pai
  3. 3. • Aos dez anos foi para casa apalaçada do porto , onde viviam seus parentes. Foi para lá servir de porteiro, moço de recados, regava os jardins, fazia limpeza a casa ( limpava o pó, os metais) e atendia campainhas. Após um ano de serviço foi despedido, devido, constante insubmissão.• De seguida foi mandado para o seminário de Lamego, onde passou os anos mais cruéis . Estudou português, geografia e historia também aprendeu latim e chegou a ganhar a familiaridade com os textos sagrados. Tempo depois anunciou ao pai que não queria seguir para padre . Miguel Torga com 10 anos no seminário
  4. 4. • Em 1920 emigrou para o Brasil . Apenas com 12 anos foi trabalhar para a plantação de café do tio. Ao fim de quatro anos seu tio coloca-o a estudar no liceu, em Leopoldina, o seu empenho distinguia-se dos outros alunos dando-se por dotado.• Em 1925 vem para Portugal para concluir o curso de medicina , a pedido do seu tio que se oferece para os pagar como recompensa dos cinco anos de serviços. Adolfo Rocha estudante universitário da Universidade de Faculdade de Medicina Coimbra da universidade de Coimbra
  5. 5. Grupo da República Estrela do Norte
  6. 6. Fazenda de Santa Cruz (Minas Gerais)
  7. 7. • Em 1928 entra para a faculdade de medicina da Universidade de Coimbra onde publica o seu primeiro livro de poemas “ Ansiedade”.• Com vinte e dois anos começa a colaborar na revista presença , folha de arte e crítica com o poema altitudes.• Em 1930 sai da revista presença por discordância estética e falta de liberdade humana.
  8. 8. Em 1929, com 22 anos, deu inicio à colaboração na revista Presença, folha de arte e ,crítica com o poema “Atitudes…”
  9. 9. • Em 1993 conclui a sua licenciatura em medicina. Dividiu a sua vida entre clínica de otorrinolaringologia e literatura.• A partir de 1939 exerce a sua profissão de medico em Coimbra e também onde escreveu a maioria dos seus livros• Em 1940 casa-se com Andrée Crabbé , uma estudante belga QUE veio para Portugal fazer um curso de verão na universidade de Coimbra.• A 3 de outubro de 1955 o casal teve uma filha de seu nome Clara Rocha . Miguel Torga com a filha Clara
  10. 10. o
  11. 11. Adolfo Rocha e Branquinho da Fonseca fundaram a revista Sinal, que saiu em Julho de 1930Em janeiro de 1936 funda, com Albano Nogueira,Manifesto, Revista de arte e crítica
  12. 12. Em 1937, colabora na Revista de Portugal, de Vitorino Nemésio Foi com a Balada da Morgue que,verdadeiramente assinei o pacto com Orfeu
  13. 13.  Miguel Torga destacou-se como um dos principais poetas do século XX, também ficou conhecido por escritor e memorialista . Miguel também escreveu peças de teatro ensaios e romances. A obra de Miguel é muito diversificada pois vai desde livros autobiográficos até ao poemas, ele projeta no que escreve as suas preocupações como ser humano, as sua limitações e as suas necessidades de transcendência. Miguel mostra um sofrimento magoado, feito de inquietação que pode levar à esperança mas também pode lev ar ao desespero.
  14. 14. A poesia de Miguel torga presenta 3 características principais:-Problemática Religiosa; -Sentimento Telúrico; -Desespero humanista; Miguel Torga na Serra da Nossa Senhora da Azinheira
  15. 15.  Como poeta vive inquieto, com a vida humana, a existência, o destino, o sentido da morte, a condição terrena. É frequente verificar-se que o desespero dá lugar à esperança, pois como poeta deve gritar a sua solidariedade humanista com os abandonados, transmitindo-lhes a força da esperança. A revolta e o inconformismo traduzem o desespero humanista de Torga, mas a liberdade e a esperança são valores que articulam o seu humanismo. O desespero Humanista – Drama da criação poética
  16. 16. •Nas obras de Miguel Torga sente-se continuamente a presença darealidade mais crua e dura da vida, pois mostra a resistência aospoderes, na dor própria e na dor dos outros.•A sua luta pela defesa da vida faz com que queira entender o quelhe está vedado, talvez por isto Torga mistura esperança comdesespero.•Miguel Torga mostra que não e crente e mostra a revolta comDeus mas este não assume que é ateu, ele tenta negar adivindade.•O desespero religioso leva Torga a um constante monólogo comDeus, ou seja a palavra Deus é uma obsessão.•Esta características surgem particularmente poema “Desfecho”,onde tentar negar a divindade, mas sente a sua existência.
  17. 17. •Inspiração genesíaca: a terra é o lugar da realização do ser humano e da ligação aosagrado.•Na terra fértil, a fecundação permite a vida do homem que se produz na busca denovas vidas.•O homem deve ser capaz de realizar-se no mundo, de unir-se á terra e de ser-lhe fielpara que a vida tenha sentido e o próprio sagrado se exprima.•A terra surge como o ventre materno e que procria.•Busca na terra a sua verdade universal, mas sente a condição humana com todos osseus limites.•Ama a terra e nela vê a cura para os seus males (poder terapêutico).
  18. 18. Estrofes Irregulares, Utilização de figuras decom estilo expressivo estilo como antítese; mas sóbrio metáfora; adjetivação; repetição Palavra ligadas à terra e Torga escolhe Utilização criteriosamente os verbos símbolos bíblicos e os tempos verbais e gregos Imagens ligadas a religião
  19. 19. Adolfo Correia Rocha cria em 1934, aos 27 anos o seu pseudónimo “Miguel” e“Torga”.A origem de “Miguel”, surgiu em homenagem a dois grandes rostos da culturaibérica, Miguel Cervantes (dramaturgo; poeta castelhano; romancista) e MiguelUnamo (poeta e filósofo espanhol) .A origem de “Torga” é de uma planta brava da montanha( flor branca, arroxeadaou de cor de vinho). Miguel Unamo Miguel Cervantes
  20. 20. 1930 - Rampa1936 - O outro livro de Job1944 - Libertação1958 - Orfeu rebelde1962 - Câmara ardente1965 - Poemas ibéricos1997- “Poesia Completa”, volume I2000- “Poesia Completa”, volume II
  21. 21. Orfeu rebelde, canto como sou:Canto como um processoQue na casa do tempo, a canivete, Bicho instintivo que adivinha a morteGravasse a fúria de cada momento; No corpo dum poetas que a recusa,Canto, a ver se o meu canto compromete Canto como quem usaA eternidade no meu sofrimento. Os versos em legítima defesa. Canto, sem perguntar à MusaOutros, felizes, sejam rouxinóis… Se o canto é terror ou belezaEu ergo a voz assim, num desafio:Que o céu e a terra, pedras conjugadasDo moinho cruel que me tritura, Miguel Torga, AntologiaSaibam que há gritos como há nortadas, Poética, Lisboa, PublicaçõesViolências famintas de ternura Dom Quixote, 1999
  22. 22. Miguel Torga, Diário IVMãe: Chamo aos gritos por ti — não meQue desgraça na vida aconteceu, respondes.Que ficaste insensível e gelada? Beijo-te as mãos e o rosto — sinto frio.Que todo o teu perfil se endureceu Ou és outra, ou me enganas, ou teNuma linha severa e desenhada? escondes Por detrás do terror deste vazio.Como as estátuas, que são gentenossa Mãe:Cansada de palavras e ternura, Abre os olhos ao menos, diz que sim!Assim tu me pareces no teu leito. Diz que me vês ainda, que me queres.Presença cinzelada em pedra dura, Que és a eterna mulher entre asQue não tem coração dentro do mulheres.peito. Que nem a morte te afastou de mim!
  23. 23. 1931 - Pão Ázimo.1931 - Criação do Mundo. 1950 - Portugal1934 - A Terceira Voz. 1951 - Pedras Lavradas. "Diário V".1937 - Os Dois Primeiros Dias. 1953 - "Diário VI".1938 - O Terceiro Dia da Criação do 1956 - "Diário VII".Mundo. 1959 - "Diário VIII".1939 - O Quarto Dia da Criação do Mundo. O Quinto Dia da Criação do Mundo. 1974 -1940 - Bichos. 1976 - Fogo Preso.1941 - Contos da Montanha. "Diário I" 1981 - O Sexto Dia da Criação do Mundo.1942 - Rua. 1982 - Fábula de Fábulas.1943 - O Senhor Ventura. "Diário II" 1999 - "Diário: Volumes IX a XVI"(1964-1993),1944 - Novos Contos da Montanha. Publicações Dom Quixote e Herdeiros de1945 - Vindima. Miguel Torga, 2.ª edição integral, ISBN 972-1946 - "Diário III". 20-1647-41949 - "Diário IV".
  24. 24. Em 1937, começou a imprimir A Criação do Mundo, génese progressiva, numa consciência, da imagem da realidade circunstancial, visão de Publica o seu segundo um mundo criado à livro em Junho de 1930 nossa medida, original e único, povoado de seres reais que o A Terceira Voz, 1934 é tempo foi publicado por Miguel Torga, transformando emcom Prefácio de Adolfo Rocha: fantasmas Somo irmãos e temos amesma riqueza: despeço-me decena e dou a minha palavra de honra que não reapareço;…a minha voz mudou – porque o horizonte é maior…
  25. 25. Bichos surge em 1940, reeditado pouco depois,traduções sucessivas para variadíssimas línguas Diário Torguiano, que o autor publicou sucessivamente entre 1941 e 1991, retrata o pulsar do autor sobre o homem, o mundo e a vida entre 3 de janeiro de 1932 e 10 de dezembro de 1993
  26. 26. •Diário IX (15-1-1960/20-9-1963) •Diário X (5-10-1963/30-7-1968) •Diário XI (2-8-1968/6-4-1973) •Diário XII (17-5-1973/22-6-1977) •Diário XIII (8-7-1977/20-5-1982)•Diário XIV (21-5-1982/11-1-1987)•Diário XV (20-02-1987/31-12-1989)•Diário XVI (11-1-1990/10-12-1993)
  27. 27. •1941 - "Terra Firme" e "Mar".•1946 – Poema Dramática.•1947 - Sinfonia.•1949 - O Paraíso.•1950 - Portugal.•1955 - Traço de União
  28. 28. 1969 - Prémio do Diário de Notícias.1976 - Prémio de Poesia da XII Bienal de Internacional de Poesia deKnokke-Heist (Bélgica). (1977)1980 - Prémio Morgado de Mateus, ex-aecquo com CarlosDrummond de Andrade. (1980)1981 - Prémio Montaigne da Fundação Alemã F.V.S.1989 - Prêmio Luso-Brasileiro Luís de Camões (1989)1991 - Prémio Personalidade do Ano.1992 - Prémio Vida Literária da Associação Portuguesa de Escritores.1993 - Prémio da Crítica, consagrando a sua obra.
  29. 29. • Miguel Torga com sofria decancro, publicou o seu últimotrabalho em 1993, e falece emJaneiro de 1995.• A sua campa rasa em SãoMartinho de Anta tem uma torgaplantada a seu lado, em honra aopoeta.
  30. 30. Recomeça… E, nunca saciado,Se puderes, Vai colhendoSem angústia e sem pressa. Ilusões sucessivas no pomar.E os passos que deres, Sempre a sonharNesse caminho duro E vendoDo futuro, AcordadoDá-os em liberdade. O logro da aventura.Enquanto não alcances É s homem, não te esqueças!Não descanses. Só é tua a loucuraDe nenhum fruto queiras só metade. Onde com lucidez, te reconheças Miguel Torga, Antologia Poética, Lisboa, Publicações Dom Quixote, 1999
  31. 31. • Sísifo era filho do filho do rei Éolo, este ficou conhecido pela sua esperteza, mastambém ficou conhecido pelo castigo que teve de sofrer por toda a eternidade.• Sísifo despertou a ira de Zeus quando contou ao deus dos rios, Asopo, que Zeustinha raptado a sua filha Egina, por isso Zeus mandou o deus da morte, Tanatos,perseguir Sísifo, mas este conseguiu enganá-lo e aprisionar Tanatos, a prisão deTanatos impedia que os mortos pudessem alcançar o Reino das Trevas.•Foi então que Sísifo, não podendo escapar ao seu destino de morte, instruiu a suamulher a não lhe prestar exéquias fúnebres.• Quando chegou ao mundo dos mortos, lamentou-se a Hades, da negligência dasua mulher e pediu-lhe para voltar ao mundo dos vivos apenas por um curtoperíodo, para a castigar. Hades deu-lhe permissão para regressar, mas quando Sísifovoltou ao mundo dos vivos, não quis mais voltar ao mundo dos mortos.
  32. 32. Sísifo, como faltou ao respeito os deuses, foi condenado, no reino dosmortos, a empurrar para o resto da sua ida uma rocha até ao cumede um montanha, e quando Sísifo chegava ao cimo da montanha, a pedra rolava pela montanha abaixo
  33. 33. • Mário de Miranda Quintana nasceu na cidade de Alegrete no dia 30 de Julho de 1906, quarto filho de Celso de Oliveira Quintana, farmacêutico, e de Dª.Virgínia de Miranda Quintana.• Mário e Miranda Quintana era poeta, jornalista brasileiro e tradutor.
  34. 34. Aos 7 anosAuxiliado pelos pais,aprende a ler tendo como 1914cartilha o jornal Correio do 1915Povo. Inicia os seus estudos na Escola Elementar Passa a frequentar aSeus pais ensinam-lhe, Mista de Dona Mimi escola do mestretambém, língua francesa. Contino português António Cabral Beirão, onde conclui o ensino primário. Ainda nesta época trabalhou na farmácia da família.
  35. 35. 1919Foi matriculado noColégio Militar de PortoAlegre, onde começa aproduzir os seus primeirostrabalhos, estes sãopublicados na revistaHyloea.
  36. 36. 1925 1924 Volta para 1926Deixa o Colégio Militar Alegrete e passa apor motivos de saúde. trabalhar naEmprega-se na livraria farmácia do seu Falece a sua mãe e o seudo Globo, onde pai. conto A Sétimatrabalhou três meses Personagem é premiadocom Manseuto em concurso promovidoBernardi. pelo jornal Diário de Noticias, de Porto Alegre.
  37. 37. 1927 1929 1929Falece o pai de Mário Começou aQuintana. A Revista do GloboA revista Para Todos, do Rio trabalhar na e o Correio dode Janeiro, publica um redacção do diário Povo publicampoema de sua autoria, por O Estado do Rioiniciativa do cronista Álvaro poemas de Mário Grande.Moreyra, diretor da citada Quintana.publicação.
  38. 38. 1931Volta para Porto 1934Alegre, e àredacção de O Faz a sua primeira 1936Estado do Rio tradução para a suaGrande autoria: Palavras e Sangue, Retoma à livraria do de Goivanni Papini. De Globo seguida começou também a fazer traduções para a editora Globo.
  39. 39. Em 1943, começa a publicar 1940 1943 o Do Caderno H, espaço diário na Revista Província de SãoCom 34 anos de idade lançou- Pedro.se no mundo da poesia e em1940, publicou seu primeiro livrocom temática infantil: “A ruados cata-ventos”. 1948 Volta a publicar um Lança o livro “Sapato novo livro somente em 1946 Florido, poesia e prosa, 1946 com a obra editado pela editora Globo “Canções”. e também é publicado ”O Batalhão de Letras”.
  40. 40. 1950 1956Seu quinto livro, O Com seu ingresso no Correio do Povo,Aprendiz de Feiticeiro, em 1953, reinicia a publicação de suaé publicado. coluna diária Do Caderno H (até 1967). Publica, também, Inéditos e Esparsos, pela Editora Cadernos de Extremo Sul - 1951 Alegrete (RS). É publicado, pela Editora Globo, o livro Espelho Mágico.
  41. 41. 1966A obra de Mário Quintana ganha um maior reconhecimento nacional, no anode 1966.Em 1966, Mário Quintana ganha o Prémio Fernando Chinaglia da UniãoBrasileira dos Escritores, pela obra “Antologia Poética”e também foihomenageado pela Academia Brasileira de Letras. Em 1975 publica o poema infanto-juvenil Pé de 1975 Pilão, co-edição do Instituto Estadual do Livro com a Editora Garatuja, com introdução de Érico Veríssimo.
  42. 42. 1994Faleceu no dia 5 de maio de 1994,deixando um herança de grande valor em obras literárias.
  43. 43. • As principais características das obras de Mário Quintana são a linguagem simples, clara, que fala de sentimentos e faz referências ao quotidiano. Fala do amor, das tristezas, da infância, da morte…
  44. 44. •A Rua dos Cataventos - Porto Alegre, Editora do •A Vaca e o Hipogrifo - Porto Alegre, Garatuja,Globo, 1940 1977•Canções - Porto Alegre, Editora do Globo, 1946 •Esconderijos do Tempo - Porto Alegre, L&PM,•Sapato Florido - Porto Alegre, Editora do Globo, 19801948 •Baú de Espantos - Porto Alegre - Editora do•O Aprendiz de Feiticeiro - Porto Alegre, Editora Globo, 1986Fronteira, 1950 •Preparativos de Viagem - Rio de Janeiro - Editora•Espelho Mágico - Porto Alegre, Editora do Globo, Globo, 19871951 •Da Preguiça como Método de Trabalho - Rio de•Inéditos e Esparsos - Alegrete, Cadernos do Janeiro, Editora Globo, 1987Extremo Sul, 1953 •Porta Giratória - São Paulo, Editora Globo, 1988•Poesias - Porto Alegre, Editora do Globo, 1962 •A Cor do Invisível - São Paulo, Editora Globo, 1989•Caderno H - Porto Alegre, Editora do Globo, 1973 •Velório Sem Defunto - Porto Alegre, Mercado•Apontamentos de História Sobrenatural - Porto Aberto, 1990Alegre, Editora do Globo / Instituto Estadual do •Água - Porto Alegre, Artes e Ofícios, 2011Livro, 1976•Quintanares- Porto Alegre, Editora do Globo, 1976
  45. 45. No retrato que me faço- traço a traço -às vezes me pinto nuvem,às vezes me pinto árvore…às vezes me pinto coisasde que nem há mais lembrança…ou coisas que não existemmas que um dia existirão…e, desta lida, em que busco- pouco a pouco -minha eterna semelhança,no final, que restará?Um desenho de criança…Corrigido por um louco!
  46. 46. O grilo procurano escuroo mais puro diamante perdido.O grilocom as suas frágeis britadeiras de vidroperfuraas implacáveis solidões noturnas.E se o que tanto busca só existeem tua limpida loucura-que importa?-issoexatamente issoé o teu diamante mais puro!
  47. 47. •O Batalhão das Letras - Porto Alegre, Editora do Globo, 1948•Pé de Pilão - Petrópolis, Editora Vozes, 1968•Lili inventa o Mundo - Porto Alegre, Mercado Aberto, 1983•Nariz de Vidro - São Paulo, Editora Moderna, 1984•O Sapo Amarelo - Porto Alegre, Mercado Aberto, 1984•Sapato Furado - São Paulo, FTD Editora, 1994
  48. 48. •Nova Antologia Poética - Rio de Janeiro, Ed. do •Os Melhores Poemas de Mário Quintana (seleçãoAutor, 1966 e introdução de Fausto Cunha)- São Paulo,•Prosa & Verso - Porto Alegre, Editora do Globo, 1978 Editora Global, 1983•Chew me up Slowly (Caderno H) - Porto Alegre, •Primavera Cruza o Rio - Porto Alegre, Editora doEditora do Globo / Riocell, 1978 Globo, 1985•Na Volta da Esquina - Porto Alegre, L&PM, 1979 •80 anos de Poesia - São Paulo, Editora Globo,•Objetos Perdidos y Otros Poemas - Buenos Aires, 1986Calicanto, 1979 •Trinta Poemas - Porto Alegre, Coordenação do•Nova Antologia Poética - Rio de Janeiro, Codecri, Livro e Literatura da SMC, 19901981 •Ora Bolas - Porto Alegre, Artes e Ofícios, 1994•Literatura Comentada - Editora Abril, Seleção e •Antologia Poética - Porto Alegre, L&PM, 1997Organização Regina Zilberman, 1982 •Mário Quintana, Poesia Completa - Rio de Janerio, Nova Aguilar, 2005
  49. 49. "Quem pretende apenas a glória não a merece.“"A amizade é uma espécie de amor que nunca morre.“"O que faz as coisas pararem no tempo é a saudade.“"Os anjos não dão os ombros, não; quando querem mostrar indiferença osanjos dão as asas."
  50. 50. “Amar:Fechei os olhos para não te vere a minha boca para não dizer...E dos meus olhos fechados desceramlágrimas que não enxuguei,e da minha boca fechada nasceramsussurrose palavras mudas que te dediquei...O amor é quando a gente mora umno outro.” Mário Quintana

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