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7      A presença de mata nativa nos topos de morro da microbacia reflete aimportância da conservação desta, tendo em vist...
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9aqui, são mais dificilmente atingidas integralmente por chuvas intensas. A forma dabacia, bem como a forma do sistema de ...
10                        REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICASBOTELHO, S. A.; DAVIDE, A. C. Métodos silviculturais para recuperação ...
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Proteção de solos em área de recarga de nascentes

  1. 1. 1 PROTEÇÃO DE SOLOS EM ÁREAS DE RECARGA DE NASCENTESResumo: Este trabalho teve por objetivo caracterizar as formas de uso e ocupaçãoda microbacia do Arroio Mirim, localizada na bacia hidrográfica do Rio Iguaçu,buscando elaborar um diagnóstico do uso dos solos e distribuição da vegetação aolongo da bacia, utilizando-se de sistemas de informações geográficas, com autilização de imagens de satélite do software Google Earth procurando estabelecerum prognóstico da situação ambiental atual. Na área diagnosticou-se a vegetação,culturas e construções, buscando elaborar um mapa de ocupação e uso do solo bemcomo de áreas de preservação permanente. Foram também levantados dados comoa declividade média, área da microbacia, vazão do manancial, tipo de solo, latitude,longitude e elevação máxima e mínima. Com base na fotointerpretação, verificou-seque a distribuição da ocupação da área esta distribuída da seguinte forma: 28,82%ocupada com lavouras temporárias, 32,96% ocupada por pastagens, 24,63% comflorestas nativas, 8,61% de áreas de preservação permanente, comaproximadamente 2,37% de áreas a serem repostas.Palavras chave: microbacia hidrográfica, zonas de recarga, ocupação e uso dosolo.Abstract: This study aimed to characterize the forms of use and occupation of themicrobasin Arroio Mirim, located in the basin of Rio Iguaçu, seeking establish adiagnosis of land use and distribution of vegetation along the basin, using systems ofgeographic information, with the use of satellite imagery of Google Earth softwareseeking to establish a prognosis of the current environmental situation. In the arearevealed itself to vegetation, crops and buildings, searching prepare a map ofoccupation and use of land as well as areas of permanent preservation. Data werealso raised as the average slope, area of micro-, flow of wealth soil type, latitude andlongitude and elevation maximum and minimum. Based on photointerpretation, it wasfound that the distribution of the occupation of the area allocated as follows: 28.82%occupied with temporary crops, pastures occupied by 32.96%, 24.63% with nativeforests, 8.61% for permanent preservation areas, with approximately 2.37% of areasto be restored.Key words: hydrographic microbasin, areas of recharge, occupation and use of land.
  2. 2. 2INTRODUÇÃO A conservação da água e do solo é de fundamental importância para a gestãodos recursos hídricos. As ações conservacionistas de água e solo compreendem umconjunto de medidas que possibilitam aumentar a quantidade de água disponívelnas bacias, por meio da recarga adequada dos aqüíferos, e a melhoria de suaqualidade, ao reduzir os processos erosivos e o volume de efluentes lançados noscorpos de água (SANTOS; ROMANO, 2005). A situação de poluição hídrica tem-se agravado, considerando-se o usoinadequado do solo, erosão, desmatamento, e uso inadequado de insumosagrícolas. Estes fatores, associados à distribuição anual de chuvas e àscaracterísticas climáticas levam a danos ambientais dos recursos hídricos, dentre osquais se destacam o aumento do transporte de sedimento e a contaminaçãoorgânica e química das águas (MINISTERIO DO MEIO AMBIENTE, 2008). Segundo Souza e Fernandes (2000), a paisagem pode ser dividida em: (a) zonas de recarga – são constituídas pelos topos de morros e chapadas,possuem solos profundos e permeáveis, são fundamentais para o abastecimento dolençol freático. Devem ser mantidas sob vegetação nativa, pois a sua função derecarga pode ser prejudicada pela impermeabilização do solo decorrente dacompactação ou contaminação do lençol freático por agrotóxicos carreados pelaságuas que infiltram no solo; (b) zonas de erosão – estão localizadas logo abaixo das zonas de recarga,onde se distribuem as vertentes em declives e comprimento de rampas favoráveisao processo erosivo, podendo ser acelerado pelo uso impróprio. Nessas áreas, oescoamento superficial tende a predominar sobre o processo de infiltração. Sãoresponsáveis pelo carreamento de sedimentos que podem vir a causarassoreamento dos cursos d`agua; (c) zonas de sedimentação – conhecidas também como bacias fluviais, são osegmento mais baixo da bacia hidrográfica. Possuem considerável aptidãoagropecuária. É nesta região que deve permanecer a vegetação ciliar defundamental importância para a contenção de sedimentos, erosão das margensentre outros. A mata ciliar, também designada como floresta ripária, mata de galeria,floresta beiradeira, floresta ripícola e ribeirinha é uma vegetação que ocorre ao longodos cursos d’agua (MARTINS, 2001). Ela é de suma importância para a manutenção
  3. 3. 3da qualidade da água dos rios, controle do regime hídrico, redução da erosão dasmargens de rios, lagos e reservatórios, manutenção da ictiofauna e melhoria dosaspectos da paisagem (PASSOS, 1998). Apenas a recomposição da mata ciliar não é suficiente para recuperar acapacidade de produção de água de uma bacia hidrográfica. É de fundamentalimportância, para a recarga do lençol freático, a proteção das zonas de recargaacima das nascentes, por meio do uso da terra de acordo com sua capacidade eexistência de matas de topos de morro, como afirmam Botelho e Davide (2002). O instrumento legal mais importante para disciplinar o uso e ocupação do soloé o Código Florestal, instituído pela Lei Federal nº. 4.771, de 15 de setembro de1965, que, nos artigos 2º e 3º, trata das áreas de preservação permanente (APPs). A reserva legal é a área localizada no interior de uma propriedade ou posserural, excetuada a de preservação permanente, necessária ao uso sustentável dosrecursos, a conservação e a reabilitação dos processos ecológicos, a conservaçãoda biodiversidade e ao abrigo e proteção da fauna e da flora nativas. Ela varia deacordo com o bioma e o tamanho da propriedade e para as propriedades ruraissituada na região sul do país, está estipulada em 20% da área da propriedade(IBAMA, 2008). Com a evolução das ciências, o mapeamento de áreas via satélite é defundamental importância para o processo de obtenção de informações de objetosfísicos e do meio ambiente também. Dentre as tecnologias, a fotogrametriaatualmente constitui uma ferramenta de extrema importância para a confecção demapas e cartas, com a necessária confiabilidade e precisão das informaçõeslevantadas (FAGUNDES; TAVARES, 1991). Wolf (1995) destaca que a fotointerpretação possibilita analisar objetos ousituações em fotografias aéreas e determinar o seu significado fundamentando-setambém em dados conhecidos que permitam extrair feições ou inferir deduçõessobre o objeto de estudo. A fotointerpretação pode ser utilizada para múltiplas finalidades; para auxiliaro delineamento da rede de drenagem original, verificar alterações no leito dos rios equalitativas na vegetação, usos de propriedades, atualização de bases cartográficase para observar transformações morfológicas e espaciais no caso de barragens,(MELLO; LOCH, 2003).
  4. 4. 4 Documentos cartográficos em formato digital, que apresentem umaestruturação de dados geoambientais para um sistema de informações geográficaspodem fazer parte de banco de dados geoambientais, servindo assim de base paramonitoramento ecológico em bacias hidrográficas, tal como afirmam Karnaukhova &Loch (2000). Visando avaliar a preservação ambiental, bem como o uso e ocupação dosolo, este trabalho foi desenvolvido em uma microbacia hidrográfica, situada nointerior do Município de Cascavel, PR.MATERIAIS E MÉTODOS No desenvolvimento do trabalho foram obtidos dados como a declividademédia da bacia através de um aparelho de GPS (Sistema de PosicionamentoGlobal) geodésico modelo SR-20 utilizando bandas L1, para tanto, foram marcadosdois pontos, um na parte mais alta da bacia logo acima da nascente e outro na partemais baixa onde deságua o córrego. Os dados foram descarregados no programaGIS DATAPRO. A base utilizada para a correção dos dados fica na COPEL da RuaCarlos Gomes, no Município de Cascavel – PR. O método de correção utilizado foi o de códigos suavizados, resultando emuma precisão de 0,40 metros, este arquivo corrigido foi exportado para o softwareAUTOCAD 2005, onde foi calculado o desnível entre os dois pontos, sendo ele adiferença entre o ponto mais alto e o mais baixo, este valor foi calculado por regra detrês, ate obter-se a porcentagem de declividade. A mensuração da área da bacia foi feita através de imagens de satélite emduas dimensões do software Google Earth 2008, os dados foram computados nosoftware AUTO CAD 2005, as imagens foram rasterizadas, utilizando-se poli-linhaspor cima da imagem e em seguida foram calculadas as respectivas áreas eelaborado o mapa de uso e ocupação do solo. Foi feita uma estimativa da vazão do curso d´água obtendo-se a profundidadeem três pontos, largura do córrego, velocidade do curso, em seguida foi calculada aárea e a velocidade, através da fórmula universal Q=SxV (Q=vazão em m³/s; S=áreae V=velocidade), obteve-se a vazão. Também foi feita uma análise de sólidossedimentáveis da água em um laboratório credenciado. Foram levantadas também algumas características físicas da bacia como adensidade de drenagem, calculada pela fórmula Dd=L/A (Dd=densidade de
  5. 5. 5drenagem; L=comprimento dos canais em Km; A=área estudada em Km²). O fatorde forma calculado pela fórmula F=A/L² (F=fator de forma; A=área da bacia;L=comprimento do eixo da bacia), a qual é proposta por Horton (1932) que afirmatambém que a forma é uma das características físicas mais difíceis de ser expressasem termos quantitativos e que este índice de forma pode dar alguma indicaçãosobre tendências a inundações.RESULTADOS E DISCUSSÔES A microbacia hidrográfica avaliada foi a do manancial Arroio Mirim,pertencente à bacia hidrográfica do Rio Iguaçu. Situada a Latitude 25°05`53`` Sul e53°23`09`` de Longitude Oeste. Apresenta altitudes entre 530 e 700 metros,somando uma área total de 2.671.078,000 m², (267,107 hectares) e possui umadeclividade média de 5,84%. Esta situada em uma região de clima subtropical úmido mesotérmico, com umregime pluviométrico anual entorno de 2000 mm/ano. A média das temperaturas dosmeses mais quentes é superior a 22°C e a dos meses mais frios é inferior a 18°C, aumidade relativa do ar gira em torno de 75%, segundo dados do Simepar (2008). Verificou-se que o solo predominante é um LATOSSOLO VERMELHODistroférico, a vegetação caracteriza-se por ser um remanescente do Bioma MataAtlântica. TIPOLOGIA % da Área em área Hectares Agricultura temporária 28,82% 76,98 há-¹ Pastagens 32,96% 88,06 há-¹ Florestas nativas 24,63% 65,81 há-¹ APP´S existentes 8,61% 23,01 há-¹ APP´S a repor 2,37% 6,34 há-¹ Tabela 1: Tipos de vegetação e suas respectivas áreas. Desta forma, nota-se a importância da caracterização do uso e ocupação dosolo na microbacia e a determinação dos impactos potenciais que este uso podecausar. As melhores condições de cobertura vegetal são apontadas para as matasde galeria que em conjunto perfazem 8,61% da área, reduzindo processos erosivose assoreamento e indicando que a preservação destas áreas esta sendo executada.
  6. 6. 6Isto vem confirmar que vem sendo cumprido o Código Florestal, que no seu artigo2°, determina a preservação das matas situadas ao longo dos cursos d’água e aoredor das nascentes. Figura 1: Mapa de ocupação e uso do solo da microbacia hidrográfica doArroio Mirim.
  7. 7. 7 A presença de mata nativa nos topos de morro da microbacia reflete aimportância da conservação desta, tendo em vista que são áreas que desempenhampapel importante no processo de recarga. Na microbacia do Arroio Mirim, foiconstatado afloramentos de rocha e solos rasos. De acordo com Souza eFernandes (2000), devem ser mantidas sob vegetação nativa, pois a sua função derecarga pode ser prejudicada pela impermeabilização do solo. As áreas de pastagens apresentam manejo adequado, com espécies degramíneas adequadas, que impedem a erosão do solo e favorecem a infiltração,salvo apenas uma área abaixo da cabeceira, que apresenta processo erosivosignificante, caracterizando a formação de voçorocas, resultado de uma coberturavegetal menos adequada, identificada como espécie de gramínea formadora detouceiras, que favorece o escoamento superficial ao formar canais que possibilitam oprocesso de erosão.Figura 2: Área de pastagem com início de processo erosivo. Uma preocupação maior refere-se às culturas anuais produzidas, que podemrepresentar risco de contaminação devido ao transporte de resíduos químicosprovenientes da adubação e da aplicação de defensivos. Embora todas as áreasocupadas com explorações agrícolas apresentem sistema de plantio direto, e comboa quantidade de palha sobre a superfície, que contribui significativamente para ainfiltração de água no perfil do solo, ajudando a abastecer os lençóis subterrâneos efavorecer os processos de recarga, não deixa de ser um problema em potencial.
  8. 8. 8 A análise de sólidos sedimentáveis da água apresentou uma concentração de0,001mg/L de sólidos em suspensão que se sedimentam, descaracterizandoevidências de erosão que prejudiquem o córrego. De acordo com a resolução n° 20do CONAMA, este valor está dentro dos padrões para emissão de sólidossedimentáveis (Artigo 21), e também consta como padrão de classificação daságuas naturais, portanto, esta dentro dos limites estabelecidos pela legislação. O córrego possui uma vazão de 665,28Litros/hora em épocas de chuvasmenos intensas. Apesar de apresentar 66,2% da área total com superfície propiciapara a infiltração, contudo, devido aos afloramentos rochosos nas áreas de recarga,que constituem em centros de dispersão de água, definindo um comportamentohidrológico diferenciado nas encostas, que impedem uma adequada recarga, pois aágua escoa sobre a superfície impermeável da rocha. Segundo Coelho Netto (1992), estes afloramentos funcionam comosuperfícies impermeáveis e como barreira aos fluxos nas encostas, provocando umaconcentração ao redor dos mesmos e promovendo um desvio das águas e dadistribuição da umidade. Somados aos solos pouco profundos, ocorre um rápido escoamento da água,drenando-a rapidamente, com escorrimento subterrâneo direto para o leito docórrego, diminuindo a retenção e o acúmulo de água nos lençóis subterrâneos, oque garantiria a manutenção de uma maior vazão do córrego. Com isso se concluique a baixa vazão do córrego é resultado de uma zona de recarga deficiente devidoaos afloramentos de rocha menos permeáveis na superfície das encostas. A densidade de drenagem foi um fator a ser analisado, pois reflete ainfluência da geologia, topografia, do solo e da vegetação da microbacia, e estárelacionado com o tempo gasto para a saída do escoamento superficial da bacia. Esta apresentou uma baixa densidade de drenagem (1,47 Km/Km-²), segundoa classificação de Strhaler (1957), onde até 5,0 Km/Km-² é dado como valor baixo dedensidade de drenagem. Valores baixos de densidade de drenagem estãogeralmente associados a regiões de rochas permeáveis e de regime pluviométricocaracterizado por chuvas de baixa intensidade, afirma ainda (STRHALER, 1957). O fator de forma pode atuar sobre os processos hidrológicos da microbacia,ou sobre o comportamento hidrológico. Foi verificado um fator de forma de 0,55,indicativo de que o escoamento direto não se concentra tão rapidamente quanto emuma bacia de maior valor de F. Bacias mais longas e estreitas como a estudada
  9. 9. 9aqui, são mais dificilmente atingidas integralmente por chuvas intensas. A forma dabacia, bem como a forma do sistema de drenagem, pode ser influenciada poralgumas outras características da bacia, principalmente pela geologia, (HORTON,1932).CONCLUSÃO A microbacia possui aproximadamente 66% de área recoberta por vegetaçãopermanente As áreas de recarga apresentam afloramentos de rocha e solos rasos,impedindo uma adequada recarga e resulta em uma rápida drenagem da água,fazendo-a escoar rapidamente para fora da microbacia, o que dificulta a manutençãode uma boa vazão do córrego. Desta forma se faz necessário à conservação das zonas de recarga damicrobacia, preservando as matas de topos de morro, para melhorar a infiltração egarantir uma adequada recarga bem como fazer o uso correto dos solos,respeitando as suas classes de capacidade de uso.
  10. 10. 10 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICASBOTELHO, S. A.; DAVIDE, A. C. Métodos silviculturais para recuperação denascentes e recomposição de matas ciliares. In: SIMPÓSIO NACIONAL SOBRERECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS: Água e Biodiversidade, 2002, BeloHorizonte. Anais, 2002. p. 123- 145.BRASIL. Lei nº 4.771, de 15 de setembro de 1965. Institui o novo CódigoFlorestal. Disponível em: < http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L4771.htm >.Acesso em 08/04/08.COELHO NETTO, A.L. 1992. A Geomorfologia Frente aos ProblemasAmbientais. In: WORKSHOP DE GEOCIÊNCIAS, 1, gráfica do IGEO, Anais,Anuário do Instituo de Geociências, 15: 157-162.RESOLUÇÃO CONAMA Nº. 20, de 18 de junho de 1986. Disponível em: <http://www.mma.gov.br/port/conama/res/res86/res2086.html>. Acesso em 06/05/08.FAGUNDES, M.P.; TAVARES, P.E. de M. Fotogrametria. In: XV CongressoBrasileiro de Cartografia. São Paulo. 1991HORTON, R.E., 1932. Drainage Basin Characteristics. Trans. AmericanGeophysical Union, 13: 350-361.KARNAUKHOVA, E.; LOCH, C. O Método de Avaliação da Intensidade deTransformação Antrópica e as Possibilidades da sua Aplicação na GestãoAmbiental. In: COBRAC 2000, 3o. Congresso Brasileiro de CTM. UFSC,Florianópolis, 15-19 de outubro de 2000.MARTINS, S. V.; DIAS, H. C. T. Importância das florestas para a quantidade equalidade da água. Ação Ambiental, Viçosa, v. 4, n. 20, p. 14-16, out./nov. 2001.MELLO, E.T.O.; LOCH, C. Comprovação da existência anterior de cursos d´águaatravés de fotointerpretação de séries históricas. In: Anais do XX Congresso deCartografia. Belo Horizonte, 2003.
  11. 11. 11MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE, DOS RECURSOS HÍDRICOS E DA AMAZÔNIALEGAL. Recursos Hídricos no Brasil. Secretaria de Recursos Hídricos - Abril de1998. Disponível em <http://www.takingitglobal.org/images/resources/tool/docs/1263.pdf>. Acesso em15/04/2008.PASSOS, M. J. Estrutura de vegetação arbórea e regeneração natural emremanescentes de mata ciliar no Rio Mogi/Guaçu, SP. 1998. 68 p. Dissertação(Mestrado em Ciências Florestais) - Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz,Piracicaba, SP.SANTOS, D. G. e ROMANO, P. A. Conservação da água e do solo, e gestãointegrada dos recursos hídricos. Revista Política Agrícola - Ministério daAgricultura Ano XIV - Nº 2- -Abr /mai/jun. 2005 pág 51.SOUZA, E. R.; FERNANDES, M. R. Sub-bacias hidrográficas: unidades básicaspara o planejamento e a gestão sustentáveis das atividades rurais. InformeAgropecuário, Belo Horizonte, v. 21, n. 207, p. 15-20, nov./dez. 2000.STHRALER, A.N., 1957. Quantitative analysis of watershed geomorphology.Trans. American Geophysical Union, 38: 913-920.WOLF, P. R. Elements of Photogrammetry. New York. Mc Graw-Hill, 1995.

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