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Carolina Nunes Pegoraro
Graduação em Odontologia - FOB USP
Mestrado em Dentística Restauradora - FOB USP
Doutorado em Dent...
A IMPORTÂNCIA DO
TRATAMENTO REABILITADOR
MULTIDISCIPLINAR
Apesar de o restabelecimento da função ser o
principal objetivo dos tratamentos de saúde, a
estética também é importante e...
Estética Conceito de Beleza
SUBJETIVIDADE
PLANEJAMENTO DE TRATAMENTO MULTIDISCIPLINAR
Os conceitos de beleza vão além do que se considera somente
como algo que é agradável ou que impressiona os sentidos. Na
v...
Nos capítulos
anteriores
SEQUÊNCIA DE TERAPIA EM REABILITAÇÃO ORAL
CRITÉRIOS PARA NORTEAR O EXAME E O DIAGNÓSTICO
DA CONDI...
SUCESSO DA REABILITAÇÃO
ORAL
DIAGNÓSTICO
PLANEJAMENTO
EXECUÇÃO
História medica e dental
completa
Exame clínico e fisico
de...
PRÓTESE
Ortodontia
Periodontia
Cirurgia
Dentística
Endodontia
Sequência da Terapia em
Reabilitação
FASE I- PREPARATÓRIA
1- Resolução de urgências:
Controlar dor e infecções agudas
Tratar traumatismos
2- Avaliar prioridade...
FASE I- PREPARATÓRIA
3- Endodontia, Periodontia e Cirurgia
Bio e necropulpectomias, cirurgias parendodônticas,
Retratament...
FASE I- PREPARATÓRIA
4- Adequação do meio: processos educativos
Controle da dieta
Instruir higiene oral
Sequência da Terap...
FASE I- PREPARATÓRIA
5- Adequação do meio: processos curativos
Selar lesões ativas de cárie – escavação em massa (CIV)
Sel...
FASE II- REABILITAÇÃO
6- Procedimentos de Dentística
Restaurações definitivas
Clareamento, Microabrasão do esmalte
Reanato...
FASE II- REABILITAÇÃO
7- Procedimentos de Ortodontia
Sequência da Terapia em
Reabilitação
FASE II- REABILITAÇÃO
8- Procedimentos Protéticos
Laminados PPF PPR PT Próteses sobre implantes
Sequência da Terapia em
Re...
FASE III- MANUTENÇÃO
09- Consultas periódicas de acordo com a classificação de
risco
Exames clínico e complementares
Avali...
DIAGNÓSTICO História médica e dental completa
Exame clínico e físico detalhado
Avaliação detalhada da oclusão
Decisões Pro...
DIAGNÓSTICO
EXAME FÍSICO
Exame físico - Avaliar
 Dentes com necessidade de terapia endodôntica
 Dentes retidos / impactados
 Dentes ausentes
 O...
Exame Físico - Avaliar
 Lesões de tecido mole
 Presença da doença cárie e seus sinais clínicos: Lesões cariosas
incipien...
Avaliação das lesões de dentina e esmalte
Superfícies lisas e livres
Superfícies proximais
Superfícies oclusais
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 Exame Físico
Diagnóstico de lesões cariosas
Superfícies lisas e livres: InspeçãoVISUAL
DIAGNÓSTICO
 Exame Físico
Diagnóstico de lesões cariosas
Superfícies proximais: InspeçãoVISUAL
Lesões em estágio avançado
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 Exame físico
Diagnóstico de lesões cariosas
Superfícies oclusais
ExameVisual
RX Interproximal
Laser
DIAGNÓSTICO
 Exame Físico
Abrasão dental
Erosão dental (intrínseca e extrínseca)
Abfração dental e Lesões oclusais não cariosas
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EROSÃO DENTAL
ABFRAÇÃO
PRINCÍPIOS DE OCLUSÃO A SEREM
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DIAGNÓSTICO / AVALIAÇÃO
PRÍNCIPIOS DE OCLUSÃO A SEREM
CONSIDERADOS
 Os dentes posteriores superiores e inferiores se rela...
DIAGNÓSTICO / AVALIAÇÃO
PRÍNCIPIOS DE OCLUSÃO A SEREM
CONSIDERADOS
 Os dentes posteriores superiores e inferiores se rela...
PRÍNCIPIOS DE OCLUSÃO A SEREM
CONSIDERADOS
0clusão mutuamente protegida Estática x
Dinâmica
 Os dentes posteriores aprese...
DIAGNÓSTICO / AVALIAÇÃO
PRÍNCIPIOS DE OCLUSÃO A SEREM
CONSIDERADOS
 O movimento de lateralidade deve ocorrer por meio da ...
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PRÍNCIPIOS DE OCLUSÃO A SEREM
CONSIDERADOS
 Ao planejar qualquer caso de reabilitação, sejam lami...
Quando ocorrem interferências oclusais, a incidência de forças
oblíquas sobre o dente resulta em compressão na região de f...
ATRIÇÃO DENTAL
Devido à ausência de guias de desoclusão ou interferências
oclusais deflectivas que desviam a mandíbula da sua
trajetória ...
SUCESSO DA REABILITAÇÃO
ORAL
DIAGNÓSTICO
PLANEJAMENTO
EXECUÇÃO
História medica e dental
completa
Exame clínico e fisico
de...
PROTOCOLO
FOTOGRÁFICO
CASOS CLINICOS
PLANEJAMENTO
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  1. 1. Carolina Nunes Pegoraro Graduação em Odontologia - FOB USP Mestrado em Dentística Restauradora - FOB USP Doutorado em Dentística Restauradora - FOUSP Cursos de extensão em áreas conexas à Dentística e Prótese (enceramento, oclusão e planejamento de reabilitações ) 22 anos de prática docente nas áreas de Dentística, Clínica Integrada, Anatomia dental e Materiais Odontológicos
  2. 2. A IMPORTÂNCIA DO TRATAMENTO REABILITADOR MULTIDISCIPLINAR
  3. 3. Apesar de o restabelecimento da função ser o principal objetivo dos tratamentos de saúde, a estética também é importante e deve ser considerada no momento do diagnóstico e planejamento do caso. SAÚDE
  4. 4. Estética Conceito de Beleza SUBJETIVIDADE PLANEJAMENTO DE TRATAMENTO MULTIDISCIPLINAR
  5. 5. Os conceitos de beleza vão além do que se considera somente como algo que é agradável ou que impressiona os sentidos. Na verdade, quando se conceitua algo como belo, uma série de outros fatores devem ser considerados, como os fatores psicológicos, sociais, culturais, étnicos, etários, o tempo em que se vive, bem como os aspectos individuais. A palavra estética (do grego aisthésis: percepção, sensação)- estudo da natureza do BELO. O que é estético ou não é algo inerente aos olhos do observador PLANEJAMENTO DE TRATAMENTO MULTIDISCIPLINAR
  6. 6. Nos capítulos anteriores SEQUÊNCIA DE TERAPIA EM REABILITAÇÃO ORAL CRITÉRIOS PARA NORTEAR O EXAME E O DIAGNÓSTICO DA CONDIÇÃO INICIAL DO PACIENTE DPR (Decisões Procedimentos e Resultados)
  7. 7. SUCESSO DA REABILITAÇÃO ORAL DIAGNÓSTICO PLANEJAMENTO EXECUÇÃO História medica e dental completa Exame clínico e fisico detalhado Avaliação da oclusão Determinação da sequência correta de procedimentos Execução dos procedimentos Literatura e evidências clínicas Cuidado e avaliação contínua
  8. 8. PRÓTESE Ortodontia Periodontia Cirurgia Dentística Endodontia Sequência da Terapia em Reabilitação
  9. 9. FASE I- PREPARATÓRIA 1- Resolução de urgências: Controlar dor e infecções agudas Tratar traumatismos 2- Avaliar prioridades do caso- Risco Sequência da Terapia em Reabilitação
  10. 10. FASE I- PREPARATÓRIA 3- Endodontia, Periodontia e Cirurgia Bio e necropulpectomias, cirurgias parendodônticas, Retratamentos RAR, controle de biofilme, cirurgias periodontais Exodontias de dentes condenados, exodontias de dentes inclusos/impactados; cirurgias pré protéticas (regularização de rebordos, etc) Sequência da Terapia em Reabilitação
  11. 11. FASE I- PREPARATÓRIA 4- Adequação do meio: processos educativos Controle da dieta Instruir higiene oral Sequência da Terapia em Reabilitação
  12. 12. FASE I- PREPARATÓRIA 5- Adequação do meio: processos curativos Selar lesões ativas de cárie – escavação em massa (CIV) Selamento de cicatrículas e fissuras (pacientes de alto risco) Controle da formação do biofilme Uso de fluoretos e agentes químicos (clorexidina) Sequência da Terapia em Reabilitação
  13. 13. FASE II- REABILITAÇÃO 6- Procedimentos de Dentística Restaurações definitivas Clareamento, Microabrasão do esmalte Reanatomizações Sequência da Terapia em Reabilitação
  14. 14. FASE II- REABILITAÇÃO 7- Procedimentos de Ortodontia Sequência da Terapia em Reabilitação
  15. 15. FASE II- REABILITAÇÃO 8- Procedimentos Protéticos Laminados PPF PPR PT Próteses sobre implantes Sequência da Terapia em Reabilitação
  16. 16. FASE III- MANUTENÇÃO 09- Consultas periódicas de acordo com a classificação de risco Exames clínico e complementares Avaliação da higiene Profilaxia e controle de placa Avaliação do tratamento implementado Sequência da Terapia em Reabilitação
  17. 17. DIAGNÓSTICO História médica e dental completa Exame clínico e físico detalhado Avaliação detalhada da oclusão Decisões Procedimentos Resultados
  18. 18. DIAGNÓSTICO EXAME FÍSICO
  19. 19. Exame físico - Avaliar  Dentes com necessidade de terapia endodôntica  Dentes retidos / impactados  Dentes ausentes  Oclusão e Desoclusão  Face  Anseios do paciente DIAGNÓSTICO
  20. 20. Exame Físico - Avaliar  Lesões de tecido mole  Presença da doença cárie e seus sinais clínicos: Lesões cariosas incipientes ou já estabelecidas  Lesões não cariosas: erosão, abrasão, abfração, atrição  Análise dos dentes presentes: alterações de forma, tamanho, posição, cor e textura  Presença de acúmulo de placa e tártaro – qualidade e condições do periodonto de proteção e sustentação DIAGNÓSTICO
  21. 21. Avaliação das lesões de dentina e esmalte Superfícies lisas e livres Superfícies proximais Superfícies oclusais Superfícies radiculares DIAGNÓSTICO Lesões cariosas x Lesões não cariosas
  22. 22.  Exame Físico Diagnóstico de lesões cariosas Superfícies lisas e livres: InspeçãoVISUAL DIAGNÓSTICO
  23. 23.  Exame Físico Diagnóstico de lesões cariosas Superfícies proximais: InspeçãoVISUAL Lesões em estágio avançado Superfícies proximais: RX Interproximal Diagnóstico precoce DIAGNÓSTICO
  24. 24.  Exame físico Diagnóstico de lesões cariosas Superfícies oclusais ExameVisual RX Interproximal Laser DIAGNÓSTICO
  25. 25.  Exame Físico Abrasão dental Erosão dental (intrínseca e extrínseca) Abfração dental e Lesões oclusais não cariosas Atrição DIAGNÓSTICO
  26. 26. EROSÃO DENTAL
  27. 27. ABFRAÇÃO
  28. 28. PRINCÍPIOS DE OCLUSÃO A SEREM CONSIDERADOS
  29. 29. DIAGNÓSTICO / AVALIAÇÃO PRÍNCIPIOS DE OCLUSÃO A SEREM CONSIDERADOS  Os dentes posteriores superiores e inferiores se relacionam durante a oclusão através dos contatos de intercuspidação. Esses contatos permitem estabilidade da mandíbula e dos músculos mastigatórios e distribuição de forças axiais incidentes, além de promoverem o efeito mastigatório e determinar a dimensão vertical de oclusão. Os contatos oclusais podem ser do tipo: Cúspide x fóssulas Cúspide x cristas marginais
  30. 30. DIAGNÓSTICO / AVALIAÇÃO PRÍNCIPIOS DE OCLUSÃO A SEREM CONSIDERADOS  Os dentes posteriores superiores e inferiores se relacionam durante a oclusão através dos contatos de intercuspidação. Esses contatos permitem estabilidade da mandíbula e dos músculos mastigatórios e distribuição de forças axiais incidentes, além de promoverem o efeito mastigatório e determinar a dimensão vertical de oclusão. Os contatos oclusais podem ser do tipo: Cúspide x fóssulas Cúspide x cristas marginais
  31. 31. PRÍNCIPIOS DE OCLUSÃO A SEREM CONSIDERADOS 0clusão mutuamente protegida Estática x Dinâmica  Os dentes posteriores apresentam morfologia preparada para receber apenas forças axiais ao contrário dos dentes anteriores que não reagem bem frente a esse tipo de força. Assim é possível pensar que devemos proteger os dentes anteriores de forças axiais e os dentes posteriores de forças horizontais ou oblíquas, pois são cenários deletérios. DIAGNÓSTICO / AVALIAÇÃO
  32. 32. DIAGNÓSTICO / AVALIAÇÃO PRÍNCIPIOS DE OCLUSÃO A SEREM CONSIDERADOS  O movimento de lateralidade deve ocorrer por meio da face palatina do canino superior e da ponta da cúspide do canino inferior.  O movimento de protrusão deve ocorrer por meio da face palatina dos incisivos centrais superiores e borda incisal dos incisivos inferiores  Durante os movimentos mandibulares deve ocorrer desoclusão dos dentes posteriores. Caso ocorra algum toque posterior, esses dentes estão sujeitos a lesões cervicais, hipersensibilidade e outras complicações.
  33. 33. DIAGNÓSTICO / AVALIAÇÃO PRÍNCIPIOS DE OCLUSÃO A SEREM CONSIDERADOS  Ao planejar qualquer caso de reabilitação, sejam laminados cerâmicos, facetas, coroas totais, protocolos, enfim, deve-se sempre avaliar a relação da face palatina do incisivo superior com a incisal do incisivo inferior.  Para manter o equilíbrio busque sempre estabelecer a guia anterior com toque somente em incisivos e a guia lateral com toque somente em caninos. Isso irá garantir movimentos de protrusão e lateralidade mais fluidos. Sem sobrecarga dental e muscular
  34. 34. Quando ocorrem interferências oclusais, a incidência de forças oblíquas sobre o dente resulta em compressão na região de fulcro em um lado do dente e tração no lado oposto. As forças de tração rompem as ligações químicas entre os cristais de hidroxiapatita. Criam-se então espaços adicionais onde pequenas moléculas podem penetrar e impedir o restabelecimento das ligações químicas entre os cristais. Desta forma, a estrutura cristalina rompida seria mais suscetível à dissolução química e às forças físicas como aquelas oriundas da escovação. LEE; EAKLE. J. Prosth. Dent. ,v.52, n.3, p.374,1984.
  35. 35. ATRIÇÃO DENTAL
  36. 36. Devido à ausência de guias de desoclusão ou interferências oclusais deflectivas que desviam a mandíbula da sua trajetória normal, são geradas forças de atrição mais intensas. Esse desgaste é comum com o avançar da idade, porém se torna patológico quando ocorre precoce e rapidamente
  37. 37. SUCESSO DA REABILITAÇÃO ORAL DIAGNÓSTICO PLANEJAMENTO EXECUÇÃO História medica e dental completa Exame clínico e fisico detalhado Avaliação da oclusão Determinação da sequência correta de procedimentos Execução dos procedimentos Literatura e evidências clínicas Cuidado e avaliação contínua
  38. 38. PROTOCOLO FOTOGRÁFICO
  39. 39. CASOS CLINICOS
  40. 40. PLANEJAMENTO

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