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Aula 01 Capital Humano

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Aula 01 Capital Humano

  1. 1. Gestão do Capital Humano Aula 01
  2. 2. Apresentações & Expectativas...
  3. 3. Rodrigo Corrêa Leite [email_address] Skype: prof.rodrigo.leite Blog: http://poietike.blogspot.com
  4. 4. Gestão do Capital Humano <ul><li>Ementa </li></ul><ul><li>A partir da dinâmica observada no mundo corporativo, mais do que nunca faz-se necessário refletir sobre o papel estratégico do ser humano nas organizações. O que uma organização que é, ou pretende ser, uma empresa de classe mundial, pode (e deve), fazer no sentido de atrair, desenvolver e reter seus talentos internos. Por outro lado, faz-se necessário também, uma auto reflexão sobre nossas competências chave, no sentido de provocar uma maior lucidez em nossas escolhas e posicionamentos profissionais. </li></ul>
  5. 5. Referências <ul><li>BITTENCOURT, Claudia. Gestão Contemporânea de Pessoas. Porto Alegre: Bookman, 2006. </li></ul><ul><li>BORGES-ANDRADE; Abbad, Gardênia da Silva; Mourão, Luciana. Treinamento, Desenvolvimento e Educação em Organizações e Trabalho. Porto Alegre: Bookman, 2006. </li></ul><ul><li>CORTELLA, M.S. MUSSAK, E. Liderança em foco. Sextante, 2009 </li></ul><ul><li>CHARAM, Ram; LAFLEY, A.G. O Jogo da Liderança. Ed. Campus Elsevier: Rio de Janeiro: 2008, 1ª ed. </li></ul><ul><li>CHIAVENATO, Idalberto.Gestão de Pessoas: O novo papel dos recursos humanos nas organizações. Rio de Janeiro: Campus, 1999. </li></ul><ul><li>DUTRA, Joel. Gestão por Competências: um modelo avançado para o gerenciamento de pessoas, 2008. </li></ul><ul><li>DAVENPORT, Thomas. Capital Humano: o que é e por que as pessoas investem nele. Nobel, São Paulo, 2001. </li></ul><ul><li>HOFSTEDE, Geert. Cultures and Organizations: software of the mind. McGraw-Hill, 2005. </li></ul><ul><li>KINICKI, Angelo; KREITNER, Robert. Comportamento Organizacional. Porto Alegre: Bookman, 2006. </li></ul><ul><li>MANDELLI, Pedro. Muito Além da Hierarquia. 8. ed. Editora Gente. São Paulo, 2007. </li></ul><ul><li>SCHEIN, E. Organizational culture and leadership. Jossey-Bass. São Francisco, 1985 . </li></ul><ul><li>SENGE, Peter. A quinta disciplina. Campus, 2000. </li></ul><ul><li>ULRICH, David. Os campeões de recursos humanos: inovando para obter os melhores resultados. São Paulo, Futura, 1998. </li></ul>
  6. 6. Nosso Planejamento 20/04 Aula 1 – Conceitos iniciais: Capital Intelectual. Conhecimentos. Competências Aula 2 – Competências. Avaliação 360º. Banco de Competências. Av. Potencial 4 h 27/04 4 h 04/05 4 h 11/05 4 h 18/05 4 h 25/05 4 h 01/06 4 h 08/06 4 h 15/06 4 h Aula 3 – A motivação e o desempenho. Aula 4 – Gestão de Carreira. Coaching. Mentoring Aula 5 – Gestão do Conhecimento. Aula 6 – Estratégias das Melhores Empresas para se trabalhar. Aula 7 – Construção de estratégia de CH em organizações Aula 8 – Retorno sobre o investimento em CH nas organizações. Aula 9 – Avaliação
  7. 7. <ul><li>As pessoas são o principal ativo das organizações. As mais bem sucedidas são aquelas que percebem que somente podem crescer se forem capazes de otimizar o retorno sobre o investimento sobre os colaboradores. Quando uma organização está realmente voltada para as pessoas, sua filosofia global e sua cultura organizacional passam a refletir essa crença. </li></ul><ul><li>(Chiavenato, 1999) </li></ul>
  8. 8. As origens... <ul><li>A expressão nasceu em 1961, num artigo da American Economic Review, “Investiment in Human Capital , pelo Nobel em economia, Theodore W. Schultz. </li></ul>
  9. 9. Capital Humano <ul><li>As pessoas possuem habilidades, conhecimento, energia pessoal e tempo que lhe são próprios. Esses elementos criam o capital humano – a moeda que as pessoas trazem para investir em sua atividade. São as pessoas e não as organizações que possuem este capital. São elas e não as organizações que decidem como e onde o aplicarão. </li></ul><ul><li>(DAVENPORT, 2001) </li></ul>
  10. 10. Elementos de Capital Humano <ul><li>Capacidade; </li></ul><ul><li>Comportamento; </li></ul><ul><li>Empenho; </li></ul><ul><li>Tempo. </li></ul>
  11. 11. Investimento de Capital Humano Total Contexto intelectual em que a pessoa atua Destreza Aptidão DAVENPORT, 2001 Capacidade Conhecimentos Habilidades Talento
  12. 12. DAVENPORT, 2001 + Comportamento Formas observáveis de agir que contribuem para a execução de uma tarefa, revelando seus valores, ética, crenças e reações ao mundo em que vivemos. Investimento de Capital Humano Total Capacidade Conhecimentos Habilidades Talento
  13. 13. DAVENPORT, 2001 + Comportamento X Empenho Investimento de Capital Humano Total Capacidade Conhecimentos Habilidades Talento
  14. 14. DAVENPORT, 2001 + Comportamento X Empenho X Tempo Investimento de Capital Humano Total Capacidade Conhecimentos Habilidades Talento
  15. 15. Como desenvolver reserva de Capital Humano? <ul><li>Contratar as pessoas certas; </li></ul><ul><li>Construindo um ambiente que encoraje a contribuição do capital humano; </li></ul><ul><li>Criar capital humano pela aprendizagem formal e informal; </li></ul><ul><li>Reter o capital humano mantendo seus proprietários comprometidos e envolvidos. </li></ul>
  16. 16. Competência C H A
  17. 17. Potencial <ul><li>É a capacidade de vir a desempenhar determinada complexidade de função num determinado momento do tempo. </li></ul>
  18. 18. Inteligência <ul><li>Inteligência é um conjunto de domínios de competência intelectual potencial que estão em posição de se desenvolver. </li></ul><ul><li>(Howard Gardner) </li></ul>
  19. 19. Analfabeto Analfabetismo Funcional Somente 26% da população brasileira é considerada alfabetizada funcionalmente. (Instituto Nacional de Alfabetismo Funcional) Ler e entender textos; Fazer comparações; Inferir sínteses; Analisar mapas; Interpretar gráficos, etc Níveis de alfabetismo <ul><li>Rudimentar </li></ul><ul><li>Básico </li></ul><ul><li>Completo </li></ul>
  20. 20. Learning Organizations <ul><li>Organizações onde as pessoas expandem continuamente sua capacidade de criar os resultados que elas realmente desejam, onde maneiras novas e expansivas de pensar são encorajadas, onde a aspiração coletiva é livre, e onde as pessoas estão constantemente aprendendo a aprender coletivamente. </li></ul><ul><li>(Peter Senge, 1990) </li></ul>

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