Apostila sobre a aula de incidências do ombro

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Anatomia, posicionamento, Banco de imagens de diversos posicionamentos para rotinas de ombro.

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Apostila sobre a aula de incidências do ombro

  1. 1. Incidências do Ombro Raios-X Diagnóstico por Imagemhttp://radiologiaraiosx.blogspot.com
  2. 2. Anatomia do Ombro
  3. 3. O Manguito Rotador
  4. 4. Os exames com numeração, são derotina específica da Santa Casa de São Paulo.
  5. 5. Rotações do Membro SuperiorRotação Neutra Rotação Interna Rotação Externa
  6. 6. (01) - Ombro AP Corrigido Rotação Neutra (Obliqua Posterior – Método de Grashey)Correção da anteversão da cavidade glenóide, com PMS a 40º em relação a estativa.Epicôndilos paralelos ao PMS, ou fazendo um ângulo de 45º com a estativa.Abduzir levemente o braço em rotação neutra. Raio Central: Perpendicular entrando na articulação escapulo – umeral.
  7. 7. (01) Ombro AP Corrigido rotação Neutra (Obliqua Posterior – Método de Grashey)
  8. 8. (01) Ombro AP Corrigido Rotação Neutra (Obliqua Posterior – Método de Grashey)
  9. 9. Ombro AP Corrigido Rotação Neutra (Método de Albers Schonberg) Paciente em ortostático, a parte posterior do ombro a ser radiografado sobre a Linha Central do Bucky Vertical , Plano Médio Sagital (PMS) fazendo um ângulo de 40º a 45º em relação ao plano da estativa (bucky mural). O úmero estará paralelo ao corpo, e fará um angulo de 90º com o antebraço, a mão ficará na disposição de mão perfil. Entre o plano do corpo e o antebraço terá um angulo de 90º Raio Central: entrando no meio da articulaçãoescapulo umeral, com angulação do raio central de 10º a 15º caudal.
  10. 10. Ombro AP Corrigido Rotação Neutra (Método de Albers Schonberg)
  11. 11. Ombro AP Corrigido Rotação Neutra (Método de Albers Schonberg) • 1 tubérculo maior, • 2 tubérculo menor, • 3 sulco bicipital, • 4 espaço subacromial (10 mm), • 5 processo coracóide, • 6 acrômio , • 7 clavícula, • 8 articulação acromio- clavicular • 9 articulação glenoumeral, • 10 borda anterior da glenóide, • 11 borda da glenóide posterior, • 12 no pescoço da omoplata.
  12. 12. (01) Ombro AP rotação Neutra sem correçãoPaciente com PMS paralelo em relação a estativa. Epicôndilos paralelos ao PMS, e a estativa.Raio central: Perpendicular entrando na articulação escapulo - umeral
  13. 13. (01) Ombro AP rotação Neutra sem correção
  14. 14. (01) Ombro AP rotação Neutra sem correção
  15. 15. (02) Ombro AP sem correção em rotação Interna (RI)Sem correção da anteversão da cavidadeglenóide, com PMS a paralelo em relação a estativa.Epicôndilos perpendiculares, fazendo um ângulo de 90º em relação a estativa.Raio central: Perpendicular entrando na articulação escapulo - umeral
  16. 16. (02) Ombro AP sem correção em rotação Interna (RI)
  17. 17. (02) Ombro AP sem correção em rotação Interna (RI)
  18. 18. (02) Ombro AP Corrigido em rotação Interna (RI)Correção da anteversão da cavidade glenóide, com PMS a 40º em relação a estativa. Epicôndilos perpendiculares ao PMS, ou fazendo um ângulo de 90º com a estativa. Raio central: Perpendicular entrando na articulação escapulo - umeral
  19. 19. (02) Ombro AP Corrigido em rotação Interna (RI)
  20. 20. (02) Ombro AP Corrigido em rotação Interna (RI)
  21. 21. Ombro AP em rotação Externa (RE) sem correção• Sem correção da anteversão da cavidade glenóide, com PMS paralelo em relação a estativa.• Epicôndilos devem fazer um ângulo de 45º em relação estativa.• Raio central: Perpendicular entrando na articulação escapulo - umeral
  22. 22. Ombro AP sem correção em rotação Externa (RE)
  23. 23. Ombro AP sem correção em rotação Externa (RE)
  24. 24. Ombro AP Corrigido em rotação Externa (RE)Correção da anteversão da cavidade glenóide, com PMS a 40º em relação a estativa.Epicôndilos devem fazer um ângulo de 45º em relação estativa. Raio central: Perpendicular entrando na articulação escapulo - umeral
  25. 25. Ombro AP Corrigido em rotação Externa (RE)
  26. 26. RI x RE Corrigido
  27. 27. Ombro Duplay (Rotação Externa) O ombro a ser radiografado será colocado sobre a LCM ou LCBV, nesta incidência o braço e o antebraço devem fazer uma rotação externa e este estendido ao longo do corpo, o PMS fará uma angulação de 30º a 45º ao chassi. Raio Central: entrando na articulação escapulo - umeral com angulação de 10º a 15º caudalPatologia: Calcificação e estudo da cavidade glenóide, pesquisa de bursite
  28. 28. Ombro Duplay (Rotação Externa)
  29. 29. Ombro Duplay (Rotação Interna) Paciente em DD ou Ortostático. O ombro a serradiografado sobre a LCM ou LCBV, nesta incidência obraço e o antebraço deverá fazer uma rotação interna e deve estar estendido ao longo do corpo, o PMS fará uma angulação de 30º a 45º ao chassi. Raio Central: entrando na articulação escapulo – umeral com angulação de 10º a 15º caudal.Patologia: Calcificação e estudo da cavidade glenóide, pesquisa de bursite
  30. 30. Ombro Duplay (Rotação Interna)
  31. 31. Ombro Duplay Corrigido (Rotação Interna e Rotação Externa)
  32. 32. Duplay sem Correção do PMS
  33. 33. Ombro Corrigido em Diferentes rotaçõesRotação Interna Neutro Rotação Externa
  34. 34. Fratura
  35. 35. Luxação
  36. 36. Calcificações
  37. 37. (03) Ombro AP Rockwood Paciente em AP SEM CORREÇÃO da anteversão da cavidade glenóide,. Fundamentalmente utilizada para avaliação doesporão ântero-inferior do acrômio na síndrome do impacto. Quanto mais curto for o acrômio, maior será este esporão. Raio central: 30º caudal
  38. 38. (03) Ombro AP Rockwood
  39. 39. 03 - Ombro AP Rockwood Sem Correção do PMS
  40. 40. (03) Ombro AP Rockwood esporão ântero-inferior
  41. 41. Esporão ântero-inferior
  42. 42. (04) Ombro Zanca Paciente em AP SEM CORREÇÃO da cavidade glenóide.Esta incidência é indicada para estudo específico da articulação acromio-clavicular. Raio central: 20º cranial
  43. 43. (04) Ombro Zanca
  44. 44. (04) Ombro Zanca
  45. 45. Luxação Acrômio Clavicular
  46. 46. (05) Ombro Perfil Axilar É realizada com o paciente sentado ou deitado, ou em pé, com a placa colocada sobre o ombro e a ampola na direção da axila. Em caso de suspeita de fratura o médico deverá acompanhar este exame.Raio Central: angulado de 5º a 10º na direção docotovelo, e o raio central é direcionado através da articulação do ombro.
  47. 47. (05) Ombro Perfil Axilar
  48. 48. (05) Ombro Perfil Axilar
  49. 49. (05) Ombro Perfil Axilar
  50. 50. (05) Ombro Perfil Axilar Clavícula Glenóide Processo Coracóide Acrômio Cabeça do Úmero Articulação Acromio-clavicular
  51. 51. (05) Ombro Perfil Axilar
  52. 52. Ombro Perfil Axilar Estativa
  53. 53. Ombro Perfil Axilar Estativa
  54. 54. (05) Axilar Infero-superior Método de Lawrence Paciente em decúbito dorsal, com suporte embaixo do ombro a ser estudado. Abduzir o braço a 90º se possível. Mão em rotação externa. Rosto virado para o lado oposto.Raio Central: 25º à 30º medialmente, projetado horizontalmente em relação a axila e a cabeça do úmero.
  55. 55. (05) Axilar Infero-superior Método de Lawrence
  56. 56. (05) Axilar Infero-superior Método de Lawrence
  57. 57. Lawrence x West Point
  58. 58. Lawrence x West Point
  59. 59. Axilar Infero-superior (Ortostático) Paciente em ortostático, com braço abduzido à 90º.Chassi em cima do ombro de interesse.Raio Central: infero-superior 45º cranial.
  60. 60. Axilar Infero-superior
  61. 61. Axilar Infero-superior
  62. 62. Luxação do Ombro
  63. 63. (06) Ombro Perfil de Escápula (axial de escápula) Indicada para a classificação dos tipos de acrômio se baseiam nesta incidência. Também faz parte da série trauma demonstrando desvios de fragmentos de, bem como , sendo importante nas fraturas do tubérculo menor, como eventuais luxações, especialmente para posterior Raio central: 15º à 20º caudal (Túnel) Perpendicular para Y Escapular
  64. 64. Perfil de Escápula
  65. 65. Perfil de Escápula(Método de Neer RC 15° à 20º Caudal)
  66. 66. Perfil de Escápula(Método de Neer RC 15° à 20º Caudal)
  67. 67. Túnel x Y Escapular (MS - Rotação Neutra)RC 15º à 20º Caudal RC Perpendicular
  68. 68. Túnel View(Y Escapular - MS - Rotação Neutra)
  69. 69. Tipos de Acrômio
  70. 70. Tipos de Túnel do Ombro
  71. 71. Luxação Ombro
  72. 72. Calcificação no Ombro
  73. 73. Fratura do Ombro
  74. 74. (07) Ombro Oblíqua Apical (Garth) Posição do Paciente: em AP com correção da cavidade glenóide, aproximadamente com o corpo corrigido de 40º à 45° com relação a estativa. Dessa maneira, a visão tangencia o rebordo ântero- inferior da cavidade glenóide e a parte póstero- lateral da cabeça do úmero. Demonstra bem as lesões de Hill-Sachs e eventuais alterações no rebordo ântero-inferior da cavidade Glenóide, lesão de “Bankart ósseo”. Raio Central: 45º caudal
  75. 75. (07) Ombro Oblíqua Apical (Garth)
  76. 76. (07) Ombro Oblíqua Apical (Garth)
  77. 77. (07) Ombro Oblíqua Apical (Garth)
  78. 78. (07) Ombro Oblíqua Apical (Garth)
  79. 79. (07) Ombro Oblíqua Apical (Garth)
  80. 80. (08) Ombro StrykerIncidência em AP SEM CORREÇÃO da cavidade glenóide, com o paciente colocando sua mão na coluna cervical, o cotovelo deve apontar para a ampola e não para o lado. Mostra bem a lesão de Hill-Sachs e a base do processo coracóide. Raio Central: Perpendicular
  81. 81. (08) Ombro Stryker
  82. 82. (08) Ombro Stryker
  83. 83. (08) Ombro Stryker
  84. 84. Lesão de Hill-Sachs DeformidadeUm entalhe ocorre no aspecto póstero-lateral da cabeça do úmero, devido à invasão de repetição de luxações posteriores.
  85. 85. (09) Ombro West Point Incidência realizada com o paciente deitado em decúbito ventral.O ombro é apoiado sobre um pequeno coxim, com o braçoabduzido a 90º e a mão pendendo para baixo, na borda damesa de exame. O chassi é colocada por cima do ombro ea ampola entra pela axila, com 25º de abdução em relação à linha média do paciente e inclinação caudal de 25º. Evidencia bem o rebordo anterior da cavidade glenóide.
  86. 86. (09) Ombro West Point
  87. 87. (09) Ombro West Point
  88. 88. (09) Ombro West Point
  89. 89. (09) - Ombro West Point
  90. 90. (10) Ombro Velpeau View É uma incidência de forma modificada doperfil axilar. Utiliza-se em pacientes que têm o membro superior imobilizado após uma redução ou cirurgia. Não é indicada para diagnóstico, como substituição à radiografia axilar
  91. 91. (10) Ombro Velpeau View Paciente será colocado com a região dorsal naextremidade da mesa elevará o corpo para trás, com amáxima lordose para trás, fazendo aproximadamente um angulo em relação a vertical de 30º Graus. A projeção do ombro será perpendicular a do chassi. Raio Central: Perpendicular, entrando na cabeça do úmero. Patologia: Luxação acrômio-clavicular
  92. 92. (10) Ombro Velpeau View
  93. 93. (10) - Ombro Velpeau View
  94. 94. (10) Ombro Velpeau View
  95. 95. (10) Ombro Velpeau View • 1 articulação do ombro, • 2 da cabeça do úmero, • 3 processo coracóide, • 4 acrômio, • 5 glenóide, • 6 clavícula.
  96. 96. Axial Modificada do Ombro (Método de Wallace)O paciente está sentado com as costas para a mesa , o tronco é girado 30 graus para o lado afetado para que a lâmina da escápula fique paralela à borda da mesa, se possível, a ponta do cotovelo repousa sobre o borda da mesa. A cassete é colocada horizontalmente por trás do úmero e em contacto com o braço.Raio Central: angulado de 30 graus caudal e voltado para o processo coracóide e para a articulação do úmero.
  97. 97. Axial Modificada do Ombro (Método de Wallace)RC 30º Caudal PMS 30° Cotovelo apoiado na mesa
  98. 98. Fratura do Ombro
  99. 99. Luxação do Ombro
  100. 100. Ombro Tangencial Sulco Bicipal – Método de FiskPaciente em posição ortostática inclinando-se sobre o final da mesa com o ombro fletido, mantendo asuperfície posterior do antebraço sobre a mesa com a mão em supinação, segurando o chassi, com o rosto voltado para o lado oposto da lesão.Paciente discretamente inclinado para frente, de modo a posicionar o úmero de 10º à 15º em relação a vertical. Raio Central: direcionado perpendicular ao chassi, incidindo na parte central do sulco, localizado na margem anterior da cabeça do úmero.
  101. 101. Ombro Tangencial Sulco Bicipal – Método de Fisk
  102. 102. Ombro Tangencial Sulco Bicipal – Método de Fisk
  103. 103. Ombro Tangencial Sulco Bicipal – Decúbito Dorsal Paciente em decúbito dorsal com MS estendido, e mão em supinação. Chassi na vertical, encostado no ápice do ombro a ser estudado e apoiado no pescoço, com a cabeça voltada para o lado oposto. Raio Central: angulado de 10º a 15º posteriormente em relação a horizontal incidindo naparte central do sulco, localizado na margem anterior da cabeça do úmero.
  104. 104. Ombro Tangencial Sulco Bicipal – Decúbito Dorsal
  105. 105. Ombro Trans-toráxico (Método de Lawrence)Paciente em ortostático, nesta incidência coloca-se o ombro a ser radiografado sobre a Linha Central do Bucky Vertical (LCBV). O tórax deverá estar em posição lateral verdadeira, ou com leverotação anterior, para que o úmero não fique sobreposto com as vértebras torácicas.Raio Central: Perpendicular ao filme direcionado através do tórax para o colo cirúrgico.Observação do Raio Central: Se o paciente estiver com muita dorpara abaixar o ombro lesado suficientemente e elevar o braço e o ombro não lesados o suficiente para evitar superposição dos ombros, então o ângulo do Raio Central deve ser de 10º a 15º cranial.
  106. 106. Ombro Trans-toráxico
  107. 107. Ombro Trans-toráxico (Método de Lawrence)
  108. 108. Ombro Trans-toráxico
  109. 109. Ombro BernageauO paciente é colocado oblíqua anterior (40 a 50 graus) para trazer o ombro a ser examinada em relação à estativa, o braço é erguido e pressionado contra a estativa. Raio Central: angulado aproximadamente 30 graus caudal , centrada sobre o colo do úmero indicações Estudo da borda inferior anterior glenoidal na luxação recidivante anterior do ombro ou nas síndromes dolorosas anterior (síndrome do aro, a instabilidade anterior).
  110. 110. Ombro Bernageau RC 30º
  111. 111. Ombro Bernageau • 1 glenóide ântero- inferior, • 2 glenóide ântero- superior, • 3 processo coracóide, • 4 acrômio • 5 clavícula, • 6 cabeça do úmero.
  112. 112. Ombro Bernageau
  113. 113. Ombro Bernageau
  114. 114. Ombro Bernageau
  115. 115. Banco de Imagens
  116. 116. Fratura Tipo Hill-SachsBankart ósseo Hill-Sachs
  117. 117. Fratura Tipo Hill-Sachs
  118. 118. Luxação Anterior
  119. 119. Luxação Posterior
  120. 120. Deformidade
  121. 121. Tumor
  122. 122. Artroplastia de Ombro
  123. 123. Referências Bibliográficas Kenneth L. Bontrager, MA, RT(R) Tratado de Técnica Radiológica e Base Anatômicahttp://radiologia-para-estudantes.blogspot.com/2009/03/6-posicionamento-radiografico.html http://www.rbo.org.br/1993_set_40.pdf http://www.iguana2007.com/amolca-jul-cliente/pdf/neto-75.pdf
  124. 124. Agradecimentos: Kaue Paleari Téc. Radiologia Na participação das fotos.Vinicius de Paula Martins do Anjos Aluno Téc. Radiologia Na participação das fotos. São Paulo,11/12/2010
  125. 125. André Souza Robson R. G. Rocha Deus é Fiel!!!http://radiologiaraiosx.blogspot.com

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