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Dr. Roberto Ipinza Carmona                              El Dr. Roberto Ipinza Carmona se desempeñó                        ...
Liderazgo Forestal   Dr. Roberto Ipinza Carmona Recopilación de Entrevistas y Notas de Prensa                  2002 - 2005
Liderazgo Forestal2002-2005Diseño portada: Maximiliano Ipinza Ortega© Roberto Ipinza, 2006Diseño y diagramación: Alejandro...
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CAPÍTULO IVeta Forestal
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Liderazgo Forestal - Roberto Ipinza
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Los bosques naturales proveen en la actualidad
aproximadamente 12 millones de metros cúbicos de leña
los que cubren las necesidades de abastecimiento
energético de las ciudades y poblaciones del sur de
Chile, calor para los hogares y energía para cocer los
alimentos. La biomasa a través de una política energética
subsidiaria de estado podría proveer el 20% de la
demanda energética del país, y con esto darle valor al
material residual que se extrae para la recuperación de
los bosques naturales chilenos.
Los bosques producen madera, para producir
madera se requiere luz solar, anhídrido carbónico (CO2)
y agua, es decir la madera es un producto orgánico a
diferencia del acero y el hormigón. Cuando los bosques
producen madera también producen oxigeno, sombra,
cobijo para el hombre y animales, y crean las condición
para que se genere la vida.
El hombre puede aprovechar estos bienes y
servicios del bosque a través de su manejo sustentable,
es decir usarlo de forma tal que no comprometa su uso
para las generaciones futuras. La mantención y manejo sustentable del bosque no solo asegura la disponibilidad
permanente de bienes maderables sino también la
producción continua de servicios ambientales del bosque
tales como mantención de biodiversidad, producción
de agua, producción de oxigeno, captura de carbono,
protección de cursos de agua y protección de suelos
frente a la erosión entre otros. En el futuro la valoración
de estos servicios será regulado y su utilización transada
a través del pago de servicios ambientales, al propietario
se le paga porque produce el servicio ambiental y se le
cobra a quien se beneficia de los servicios ambientales.
La información sobre la importancia de los
árboles y del bosque debe llegar a la sociedad en forma
transparente y libre de ideologismos, por esto la
comunicación estratégica debe ser el nexo vital para que
incluso el humano citadino se eduque y reciba los
beneficios que les aporta el árbol.

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Liderazgo Forestal - Roberto Ipinza

  1. 1. Dr. Roberto Ipinza Carmona El Dr. Roberto Ipinza Carmona se desempeñó como Director del Instituto de Investigación Forestal de Chile, INFOR, entre los años 2002 al 2006 (primer trimestre), Durante la gestión delROBERTO IPINZA CARMONA Ministro de Agricultura Don Jaime CamposDoctor Ingeniero de Montes Quiroga y la presidencia de la república de Don Ricardo Lagos Escobar
  2. 2. Liderazgo Forestal Dr. Roberto Ipinza Carmona Recopilación de Entrevistas y Notas de Prensa 2002 - 2005
  3. 3. Liderazgo Forestal2002-2005Diseño portada: Maximiliano Ipinza Ortega© Roberto Ipinza, 2006Diseño y diagramación: Alejandro Báez PeñaImpresión: Imprenta América de ValdiviaTiraje: 1500 ejemplaresRegistro de Propiedad IntelectualI.S.B.N 0000000000VALDIVIA, CHILELos artículos y notas publicados en el presente libro, son propiedad de su autor y están debidamente inscritos en el Registro de Propiedad Intelectual.Por tanto, toda reproducción parcial o total debe ser consultada previamente con el autor.
  4. 4. D R . R O B E R T O I P I N Z A C A R M O N A L I D E R A Z G O F O R E S T A L 2 0 0 2 - 2 0 0 5Nota del Editor Pero también el país dispone de 13,4 millones de hectáreas de bosques naturales, la propiedad también es privada a excepción del sistema nacional de áreas silvestres protegidas del estado (SNASPE) principalmente. Los bosques naturales proveen en la actualidad aproximadamente 12 millones de metros cúbicos de leña Chile posee 15.5 millones de hectáreas cubiertas los que cubren las necesidades de abastecimientopor bosques plantados y naturales, los que representan energético de las ciudades y poblaciones del sur deel 20% de la superficie total del país. Esto es casi una Chile, calor para los hogares y energía para cocer loshectárea de bosque por cada chileno, superior al promedio alimentos. La biomasa a través de una política energéticamundial que es de 0,6 hectáreas. El país posee el 0,4% subsidiaria de estado podría proveer el 20% de lade los bosques del mundo y el 1,7% de los bosques de demanda energética del país, y con esto darle valor alAmérica del Sur. material residual que se extrae para la recuperación de los bosques naturales chilenos. El sector forestal chileno exhibe uno de loscrecimientos económicos más espectaculares de las Los bosques producen madera, para producirúltimas décadas, su expansión se ha debido al madera se requiere luz solar, anhídrido carbónico (CO2)establecimiento de los bosques plantados, que son casi y agua, es decir la madera es un producto orgánico ael 100% de propiedad privada. Chile dispone diferencia del acero y el hormigón. Cuando los bosquesaproximadamente de 2.1 millones de hectáreas, con lo producen madera también producen oxigeno, sombra,que genera sobre 3.500 millones de dólares en divisas. cobijo para el hombre y animales, y crean las condiciónLo que indica que el 3% de la superficie nacional produce para que se genere la vida.el 98% de la economía sectorial. La madera en losmuebles y en las paredes de nuestra casa, así como el El hombre puede aprovechar estos bienes ypapel de los cuadernos y libros de nuestros hijos es el servicios del bosque a través de su manejo sustentable,más vivo testimonio de la importancia de los árboles en es decir usarlo de forma tal que no comprometa su usonuestras vidas. para las generaciones futuras. La mantención y manejo i
  5. 5. L I D E R A Z G O F O R E S T A L 2 0 0 2 - 2 0 0 5 D R . R O B E R T O I P I N Z A C A R M O N A sustentable del bosque no solo asegura la disponibilidad permanente de bienes maderables sino también la producción continua de servicios ambientales del bosque tales como mantención de biodiversidad, producción de agua, producción de oxigeno, captura de carbono, protección de cursos de agua y protección de suelos frente a la erosión entre otros. En el futuro la valoración de estos servicios será regulado y su utilización transada a través del pago de servicios ambientales, al propietario se le paga porque produce el servicio ambiental y se le cobra a quien se beneficia de los servicios ambientales. La información sobre la importancia de los árboles y del bosque debe llegar a la sociedad en forma transparente y libre de ideologismos, por esto la comunicación estratégica debe ser el nexo vital para que incluso el humano citadino se eduque y reciba los beneficios que les aporta el árbol.ii
  6. 6. D R . R O B E R T O I P I N Z A C A R M O N A L I D E R A Z G O F O R E S T A L 2 0 0 2 - 2 0 0 5Agradecimientos Agricultura, Don Arturo Barrera Miranda. También quiero agradecer a los amigos de siempre de nuestro sector forestal quienes tuvieron el entusiasmo y la claridad para entregar sus opiniones y conocimientos al servicio de esta gran empresa, no puedo dejar de elogiar el empuje Mis agradecimientos van especialmente dirigidos y esfuerzo que significa Bosques para Chile en la concre-a cada uno de los funcionarios del Instituto de Investiga- ción de esa obra.ción Forestal (INFOR), quienes con su generosidad meapoyaron en numerosas iniciativas destinadas a comunicar Finalmente, quiero incluir en mis agradecimientosy difundir los aspectos más relevantes del acontecer a los editores y a los medios de comunicación quienesforestal chileno durante los años que comprende la otorgaron una espléndida tribuna a todo el materialrealización del presente libro (2002 al 2005). Quiero hacer destinado a informar a la opinión pública de los hechosun especial reconocimiento a mi equipo técnico directivo más relevantes de nuestro actuar sectorial e institucional,quien me acompaño fielmente durante esos fructíferos y estimularon el debate a través de la publicación deaños al Sr. Francisco Pérez, Sr. Jorge Urrutia, Dr. Hans columnas y artículos de interés a través de los cuales losGrosse, Don David Campos, Sra. Sandra Perret, Sr. verdaderos ecologistas nos enriquecimos con nuevasPaulo Moreno, Sr. Alejandro Lucero, Sr. José Miguel ideas y demostramos que nuestro sector forestal tienePeralta, Sr. Joan Milanca, Srta. Marianela Alvarez y Sr. derecho a voz y a opinión.Fernando Tallar. A mis colaboradores directos en el proceso deacercar el bosque a la gente, mi más sincero reconoci-miento al Sr. Norberto Parra, Sra. Verónica Alvarez y Sra.Janina Gysling. También quiero agradecer al HonorableConsejo Directivo del periodo 2002 – 2006 (primertrimestre) por el apoyo brindado durante mi gestión, unespecial recuerdo a su Presidente y Subsecretario de iii
  7. 7. L I D E R A Z G O F O R E S T A L 2 0 0 2 - 2 0 0 5 D R . R O B E R T O I P I N Z A C A R M O N A Indice Nota del Editor i Agradecimientos iii Indice iv Prólogo 1 CAPÍTULO I: VETA FORESTAL 8 Generando divisas 10 Se fortalece cooperación forestal con Finlandia 11 Agricultores venderán bonos de carbono 12 Chile: Proyectan ingresos por 4.000 millones de dólares en exportaciones forestales en el 2006 13 Corea del Sur: Buenas expectativas para los productos forestales de Chile 14 Región de Los Ríos, Un Bosque de oportunidades 19 Chile y el Sector Forestal, desafíos para alcanzar el desarrollo al 2010 21 Expectativas del sector forestal 23 La nueva meta del sector forestal: superar el año 2004 25 Región exportará US$ 400 millones el 2005 27 Sector forestal: los bemoles del ”boom” 29 Nuevas oportunidades 31iv
  8. 8. D R . R O B E R T O I P I N Z A C A R M O N A L I D E R A Z G O F O R E S T A L 2 0 0 2 - 2 0 0 5El bosque nativo y 40 años de incapacidad 32Reconocimiento Internacional para el Eucalipto como un Recurso Forestal Relevante 33Buscan producir madera de alto valor 35Dice que superan al hormigón. Infor promueve durmientes de madera 36Maderas y setas: EL NEGOCIO ES GANAR EL DOBLE 38Pinus Radiata: aportes de un ”súper árbol” 41Innovar: paso decisivo tras el Círculo Virtuoso 43Cultivo del Eucalyptus nitens: Trayectoria y Oportunidades 45Maderas con pasaporte 52Certificación homologada 53CERTFOR: Más Oportunidades para el Sector Forestal Chileno 54Un Nuevo Gran Paso para el Sector Forestal Chileno 56Desarrollo con equidad 58Manejo Forestal Sostenible 59Manejo sustentable v/s jardines 61Explotación sustentableBosques y energía 63La leña, una opción energética 64 v
  9. 9. L I D E R A Z G O F O R E S T A L 2 0 0 2 - 2 0 0 5 D R . R O B E R T O I P I N Z A C A R M O N A Bioenergía para el siglo XXI 66 Bosques de energía para Chile 68 La seguridad energética está en nuestros bosques 70 Protegiendo lo nuestro 73 Bosque nativo tiene una gran capacidad de regeneración 74 Biodiversidad forestal: Chile frente al mundo 75 Cuentas ambientales, el blindaje verde 79 El poder de los árboles 81 Necesidad de una ley del bosque nativo 83 Durmientes de Madera 85 Formulan dura crítica a política de EFE 87 Infor destaca las buenas prácticas 89 Pare, mire y escuche 92 Plantar es opción de futuro 94 Cuidemos el sector forestal 96 Urge duplicar plantaciones. Chile enfrenta riesgo de déficit de madera 98 Tolerancia Cero para Incendios Forestales 99 Nuevo año, nuevo paradigma 101 Infor crea red de monitoreo ambiental del bosque chileno 103 Infor presentó con gran éxito metodología del Bosque Nativo chileno en EEUU 104 Bosques están en la red 105 Director de Infor es nombrado integrante del Comité Ejecutivo Mundial de Iufro 107vi
  10. 10. D R . R O B E R T O I P I N Z A C A R M O N A L I D E R A Z G O F O R E S T A L 2 0 0 2 - 2 0 0 5CAPÍTULO II: MÁS ALLÁ DE LA MADERA 108Bosques, emprendimiento y responsabilidad social 110Primeras Viviendas Sociales de Madera Nativa en el País. 111Agroforestería 113Arboles y ganadería 114Ley de Bosque Nativo. Soluciones para la fruticultura en el secano 116La Brecha Social del Sector Forestal 119Bosques y Medio Ambiente 123Desastres naturales 124El Verde que Cura 126Erosión: el verdadero problema ambiental 128Infor pide plantar para combatir erosión de incendios forestales 130Los ríos de color chocolate 132Plantar es la única herramienta para luchar contra la erosión producto de incendios forestales 134Calentamiento global: La respuesta forestal 136El cambio climático ya comenzó 138Servicios ambientales: Un Nuevo Paradigma De Mercado 140 vii
  11. 11. L I D E R A Z G O F O R E S T A L 2 0 0 2 - 2 0 0 5 D R . R O B E R T O I P I N Z A C A R M O N A Prólogo permite exportar sobre US $ 3.800 millones en productos forestales y somos conocidos en el mundo por la calidad de nuestros bosques artificiales. Chile es un país forestal seis regiones la tienen dentro de sus actividades más relevantes. Cientos de miles de compatriotas viven de ella. Las Universidades Uno de los sectores productivos que más se ha y los Centros de Investigación han hecho y continúan desarrollado en nuestro país es la actividad forestal. Si haciendo su aporte. Los profesionales del área se bien ella nos ha acompañado desde la formación de esmeran en mejorar los procesos productivos, extractivos nuestra nacionalidad, no es menos cierto que hasta e industriales, a fin de aumentar la productividad, la comienzos del siglo XX estuvo circunscrita a la mera eficiencia y la competitividad. Día a día se incorporan explotación del bosque nativo y a la generación de nuevas tecnologías y conocimientos. El sector privado productos primarios -leña y madera- destinados a la realiza las inversiones que corresponden. Pero, sobre satisfacción de los mercados internos. Es por los años todo, la posibilidad de seguir creciendo es una verdad 30, con motivo de la dictación de las primeras leyes que que alienta nuestros sueños de país. fomentaron la forestación, el momento en que emergen las plantaciones y las industrias forestales, deviniendo ”Liderazgo Forestal” es la compilación de en importantes pilares del desarrollo nacional. artículos y entrevistas de prensa del Director Ejecutivo del Instituto de Investigación Forestal de Chile -INFOR- Lo acontecido en las últimas tres décadas , Dr. Roberto Ipinza, publicados en diversos diarios y francamente ha sido vertiginoso. De 300.000 hectáreas revistas de circulación nacional y regional durante los al año 1970, superamos en la actualidad las 2.100.000 años 2002 al 2005. En ellos, quién desempeñara tan alto hectáreas de plantaciones. La industria ha crecido, se cargo durante el gobierno del Presidente Ricardo Lagos, ha diversificado e incorporado nuevos actores, al punto expresa su visión, inquietudes y preocupaciones sobre que hoy más de la mitad de la producción nacional ya el desarrollo forestal chileno y proporciona elementos de lo es con valor agregado. La apertura económica nos juicio objetivos para un debate serio sobre esta materia.1
  12. 12. D R . R O B E R T O I P I N Z A C A R M O N A L I D E R A Z G O F O R E S T A L 2 0 0 2 - 2 0 0 5 Analiza variados temas, desde consideraciones definiciones sobre el particular, es menester que ello loeconómicas, oportunidades de mercado, perspectivas sea sobre la base de antecedentes veraces y no a partiry proyecciones sectoriales, aspectos normativos, de meras subjetividades o pareceres interesados, que acuestiones técnicas, nuevos productos, observaciones fuerza de repetirse, toman apariencias de credibilidad.medio ambientales, manejo sustentable, amenazas yalgunos planteamientos específicos sobre la realidad de En efecto, desde un punto de vista económico,la X región. Destacan sus reflexiones sobre las nadie puede negar la importancia que hoy tiene lapotencialidades y expectativas del sector, el rol que debe actividad forestal. Una nación que ha sido capaz dedesempeñar la captura de bonos de carbono, la urgencia plantar lo que ha plantado; que exporta los volúmenesen contar con una ley que fomente el manejo sustentable que estamos exportando; que ha desarrollado unadel bosque nativo, los avances en el ámbito de la industria altamente competitiva, la que en más de uncertificación, la importancia y viabilidad de la bioenergía 90% se abastece exclusivamente de tales bosquesy, de un modo muy enfático, los peligros que conllevan artificiales; que tiene niveles de forestación y delos graves problemas de erosión que evidencia una reforestación superiores a los de explotación; que cadasuperficie importante del territorio nacional. En fin, una día incrementa el porcentaje de productos con valorlarga lista de materias y antecedentes que es menester agregado; que aprovecha las ventajas comparativas quetener en consideración cuando se discuten políticas emanan de su clima, incorporando nuevas variedadespúblicas y se procura definir el papel que debe cumplir de alto rendimiento y demanda; que ha invertido, duranteel quehacer forestal en el desarrollo patrio. muchas décadas, en ciencia, investigación, nuevas tecnologías y formación de recursos humanos; y que, Las reflexiones del Dr. Ipinza han reafirmado mi por añadidura, proporciona miles de empleos e incidepersonal convicción en orden a que la discusión ciudadana sustancialmente en el PGB que se genera en, a lo menos,que genera el rubro forestal está muy estereotipada, el 35% del territorio nacional; obviamente que desarrollaplagada de mitos y errores -confunde más que esclarece- una actividad económicamente sostenible y relevante, como si los árboles no dejaren ver el bosque. Ello es la que no se puede desperdiciar o malograr. Tan efectivoaltamente inconveniente y peligroso, puesto que si nuestro es lo dicho, que nuestro modelo ya se toma como ejemplopaís tiene la oportunidad y la necesidad de adoptar en otros países del orbe. 2
  13. 13. L I D E R A Z G O F O R E S T A L 2 0 0 2 - 2 0 0 5 D R . R O B E R T O I P I N Z A C A R M O N A Desde otro ángulo, Chile puede duplicar o posibilidad de vincularse con la industria química y, sobre triplicar su operación forestal. Tenemos 5 ó 6 millones todo, con la generación de la energía que requiere la de hectáreas de terrenos con aptitud preferentemente evolución del planeta. Bien sabemos que el desarrollo forestal que no están plantados, los que, como futuro de la humanidad está condicionado a la existencia consecuencia de sus altos niveles de erosión, no tienen de la energía que tales procesos implican y que el uso mayores alternativas productivas; de suerte que la de recursos energéticos no renovables se torna cada vez posibilidad de incrementar sustancialmente la superficie más escaso, caro y medio ambientalmente no sustentable; forestada está a nuestro alcance, máxime cuando existe en circunstancias que los bosques pueden satisfacer un mercado internacional ávido de nuestros productos. una parte importante de esas carencias, sin las Aún más, independientemente de la cifra anterior, existen externalidades negativas que presentan las anteriores, sobre 15 millones de hectáreas de bosque nativo como el efecto invernadero que provoca la quema de altamente degradado, que reclama de una urgente combustibles fósiles, tan liberador de CO2 a la atmósfera, intervención para poder conservarlo; bosques que se factor detonante del calentamiento global. explotan básicamente para leña o productos de poco valor, a los que, si les diésemos un manejo adecuado, los conservaríamos y podríamos incorporarlos al desarrollo Luego, la viabilidad económica de la actividad nacional. forestal es una consideración que difícilmente puede ser cuestionada, como que genera importantes riquezas al Las necesidades del hombre en el siglo XXI país y satisface urgencias de la humanidad y que, a partir están descubriendo nuevos destinos para los productos de las nuevas realidades, puede tener un crecimiento de nuestros bosques, lo que abre enormes perspectivas insospechado. para el sector. Ya no se trata de producir exclusivamente leña o madera, aún cuando esta última cada día tiene Sin embargo y aquí llegamos al punto que deseo mayores y mejores usos; como, tampoco, el generar las connotar, para ello es menester desmitificar la discusión fibras que demandan las fábricas de celulosa, en un forestal, desvirtuar errores y falsas percepciones y procurar mundo cada vez más necesitado de papel y de sus hacer claridad en un debate, de cuyas conclusiones derivados; sino que hoy la actividad forestal tiene la puede depender parte del país que sigamos construyendo.3
  14. 14. D R . R O B E R T O I P I N Z A C A R M O N A L I D E R A Z G O F O R E S T A L 2 0 0 2 - 2 0 0 5 En efecto, es frecuente encontrarse con agrícolas y ganaderas y los incendios forestales que enopiniones que refutan la sustentabilidad del desarrollo diversas épocas han afectado al bosque nativo. ¿Cómoforestal con argumentos medio ambientales o sociales, se puede combatir la erosión de los suelos? Uno de losdeviniendo en contradictores de las plantaciones y de métodos más eficaces y económicamente sostenibleslas industrias derivadas. Se dice que las referidas es la forestación, puesto que ella impide el avance queplantaciones, por corresponder a especies exóticas, anualmente originan las lluvias y a la vuelta de los añoslesionan los ecosistemas, afectan la biodiversidad, reconstituye la capa vegetal que da fertilidad a la tierra,sustituyen el bosque natural, reemplazan cultivos agrícolas surgiendo los ecosistemas propios de tal vegetaciónancestrales, deterioran la calidad y la propiedad de los ¿Dónde se han materializado las plantaciones forestalessuelos y que las industrias forestales son altamente que hoy Chile exhibe? Fundamentalmente en terrenoscontaminantes. Agregan que la actividad forestal provoca muy erosionados y que se tornaron improductivos paraun despoblamiento del mundo rural y que favorece la cualquier rubro. ¿Qué características tienen los 5 ó 6migración del campo a la ciudad, con todas las secuelas millones de hectáreas de terrenos con aptitud forestalque ello implica. que nuestro país debería plantar a futuro? Exactamente iguales a los anteriormente particularizados. ¿Qué peligros Tratemos de descorrer el velo. ¿Cuál es el encierran para el bosque nativo las plantacionesprincipal problema medio ambiental que existe en el forestales? Ninguno, puesto que se trata terrenosmundo rural? Nuestra gran complicación y, por ende, diferentes. Chile tiene 15 millones de hectáreas de bosquedesafío, la tenemos con la erosión de los suelos. El Dr. natural, la mitad de las cuales ya está dentro del sistemaRoberto Ipinza es enfático en señalarlo: el 60% del de áreas silvestres protegidas y nadie ha planteado laterritorio nacional presenta graves manifestaciones de sustitución de dichos bosques por plantaciones artificiales.erosión y es ese cáncer el que prioritariamente debemos ¿Por qué no se foresta con especies nativas? Porque,remediar. ¿Son las plantaciones forestales y sus industrias mientras no contemos con una legislación que incentivelas causantes de la erosión? Obviamente que no. Aunque el manejo del bosque nativo, económicamente no sonduela reconocerlo, tal degradación ha sido provocada sustentables, amén que algunas especies exóticas -pinoprincipalmente por la habilitación de terrenos para la insigne y eucaliptos- son más rentables. En todo caso,agricultura y la ganadería, la utilización de malas prácticas la determinación de la viabilidad económica o la 4
  15. 15. L I D E R A Z G O F O R E S T A L 2 0 0 2 - 2 0 0 5 D R . R O B E R T O I P I N Z A C A R M O N A rentabilidad de los emprendimientos, independientemente consideraciones, independientemente de las económicas, de los apoyos que existan, son factores que establecen deberían ser razones suficientes para promover o alentar quienes invierten y no el Estado o la ley. las plantaciones, lo que pone en evidencia la distorsión que se observa en el debate forestal y lo paradójico del De la forma relacionada ¿De qué modo podemos mismo. luchar contra la erosión ya provocada, sino es por medio de la forestación? ¿Qué otras alternativas productivas Todos deberíamos estar animados por ansias puede ofrecerle un país de 15 millones de habitantes y de desarrollo y por un sincero afán de cuidar los ambientes con un ingreso per cápita de US $ 6.000 a los propietarios naturales, porque el hombre necesita crecer y es parte de esos terrenos gravemente degradados? ¿Qué de los mismos. Pero, desarrollo o naturaleza no son respuestas tenemos para los miles de compatriotas que conceptos únicos, excluyentes o absolutos, puesto que, viven de la actividad forestal? ¿Es la contemplación de si lo fueren, estaríamos ante una religión. No se trata de la ruina y pobreza ajena la solución a tales dilemas? buscar el desarrollo por el desarrollo o de preservar la naturaleza por la preservación, toda vez que en ambos Aún más, sabido es que cada árbol produce el casos extremos se llega al mismo nefasto resultado: la oxígeno que consumen 4 personas, que captura el desaparición del hombre. ¡Y resulta que el hombre, carbono que tanto daño ocasiona a la vida humana y individual o colectivamente considerado, debe ser el que permite la existencia de los corredores biológicos objeto principal de nuestras preocupaciones! Si so que promueven la existencia de la biodiversidad; de pretexto del desarrollo se menoscaba la naturaleza, al manera que su aporte a la existencia de un medio final de cuentas se deteriora la vida humana, ya que el ambiente descontaminado es mucho mayor que lo que hombre integra dicha naturaleza. A la inversa, si sólo nos algunos suponen. Luego, si disponemos de una actividad preocupamos de la preservación, con prescindencia del que está contribuyendo decisivamente a remediar el más hombre y sus necesidades, también afectamos la calidad grave problema ambiental que afecta al país y que ayuda de vida de la población, máxime cuando el hombre sustancialmente a la descontaminación, no advierto cómo requiere proveerse de recursos naturales para existir y podríamos oponernos a iniciativas que tantos beneficios alcanzar el bienestar. Todas las actividades, medio ambientales provocan. Por el contrario, estas particularmente las que guardan relación con la5
  16. 16. D R . R O B E R T O I P I N Z A C A R M O N A L I D E R A Z G O F O R E S T A L 2 0 0 2 - 2 0 0 5subsistencia del hombre, implican mayores o menores hectáreas de plantaciones ya cuentan con certificacionesgrados de alteración de los ambientes naturales. Y ello internacionales en orden a que no han sido sustitutivassiempre ha sido y será así, puesto que, de no serlo, no de bosque nativo; que prácticamente todas las medianashabría vida humana evolucionada. Luego, el punto es y grandes empresas forestales han incorporado modernascómo conciliamos ambos propósitos, sin que uno excluya tecnologías, tienen en aplicación acuerdos de producciónal otro y es ahí donde surge el concepto de sustentabilidad limpia y que los conceptos que emanan de las buenasambiental o ecosistémica, el cual no implica la destrucción prácticas forestales son una realidad en la inmensade la naturaleza, ni la prohibición de algunos niveles de mayoría de nuestros productores; que la actividad forestalintervención, siempre y cuando estos últimos se hagan hoy es compatible con la ganadería y algunos rubrosen beneficio de la felicidad humana. agrícolas; que anualmente se están forestando 40.000 hectáreas de pequeños propietarios; que el optar entre Respecto de lo que puede ser la legítima una plantación exótica, forestar con bosque nativo opreocupación que ocasionan los monocultivos forestales, destinar el suelo a un emprendimiento agrícola o ganadero,frente a la necesidad de fortalecer la biodiversidad, la es una decisión voluntaria del dueño de la tierra,mejor respuesta es contar con una ley que incentive el condicionada por la rentabilidad del mismo; que el 97%manejo sustentable del bosque nativo, normas que llevan de nuestras exportaciones forestales provienen demás de 14 años de discusión en el parlamento y que no bosques artificiales; y, por último, que el Estado es elha sido posible aprobarlas por la posición maximalista principal dueño del bosque nativo, siendo el resto mayori-de quienes pretenden imponer visiones extremas, las tariamente de pequeños y medianos propietarios.que no se condicen con la información científica quedisponemos, la viabilidad económica que deben tener Lo manifestado precedentemente no quierelos emprendimientos y los derechos constitucionales decir que el modelo de desarrollo forestal chileno hubieseconsagrados en nuestro Código Político. alcanzado un grado de perfección tal que no requiera de mejoramiento alguno. Muy por el contrario. El quehacer Empero, la tergiversada polémica sobre las forestal, como todas las actividades humanas, sonplantaciones e industrias forestales no concluye aquí. procesos que necesitan de una permanente adecuaciónNormalmente se omite destacar que más de 1.500.000 a las nuevas realidades, desafíos y conocimientos y hay 6
  17. 17. L I D E R A Z G O F O R E S T A L 2 0 0 2 - 2 0 0 5 D R . R O B E R T O I P I N Z A C A R M O N A que estar alertas para introducir oportunamente los ajustes que las circunstancias exigen. Siempre existirán técnicas y métodos que superar, nuevos actores que incorporar y mayores niveles de cumplimiento a las normas convenidas. La propia evolución de este sector es una clara demostración de lo que estamos señalando. Más, ello debe darse en un realista plano de sustentabilidad y viabilidad, sin que las discusiones accesorias nos aparten de lo principal. Estoy convencido que nuestro país, más allá de los grandes logros sectoriales que muestra, está en condiciones de dar un enorme salto cualitativo y cuantitativo en el ámbito forestal y transformarse en una potencia mucho mayor que la que ya es. Están dadas todas las condiciones para que ello acontezca. Contamos con la tierra necesaria, el clima apropiado, los recursos humanos idóneos, las tecnologías requeridas, los mercados disponibles y necesidades que satisfacer. Espero que no nos extraviemos en el bosque y que sigamos el sendero que el desarrollo de nuestra patria y la felicidad de nuestro pueblo requieren. ”Liderazgo Forestal” es un aporte a las jornadas de progreso que nos aguardan. Jaime Campos Quiroga7
  18. 18. CAPÍTULO IVeta Forestal
  19. 19. D R . R O B E R T O I P I N Z A C A R M O N A L I D E R A Z G O F O R E S T A L 2 0 0 2 - 2 0 0 5 Generando divisasC a p í t u l o I : V e t a F o r e s t a l 10
  20. 20. L I D E R A Z G O F O R E S T A L 2 0 0 2 - 2 0 0 5 D R . R O B E R T O I P I N Z A C A R M O N A Se fortalece cooperación propia experiencia y aquella de los países con una mayor trayectoria en este ámbito, como Finlandia», señaló el forestal con Finlandia Subsecretario Barrera. Al respecto destacó el significativo (MINAGRI, 16 de junio del 2005) desarrollo del sistema de innovación finlandés, su alto desempeño ambiental y la estructuración y madurez de su cluster forestal que le permite exportar no solo productos derivados de la madera, sino que también tecnología, maquinaria e ingeniería asociada al desarrollo En el marco de la misión oficial del Ministerio de los bosques. de Agricultura, que encabeza el Subsecretario de esa cartera, Arturo Barrera, y que tiene por finalidad conocer Por su parte, el Director del Instituto de el sistema de innovación y desarrollo tecnológico de Investigación Forestal de Chile (INFOR), Roberto Ipinza, Finlandia, se ha acordado fortalecer el Programa de quien también participa en esta misión oficial, indicó que Cooperación entre las instituciones de investigación «para Chile es una gran oportunidad y desafío consolidar forestal de ambos países. la asociación con el Instituto de Investigación Forestal de Finlandia (METLA), de gran prestigio internacional y Mediante la preparación de un programa de reconocido como el tercero en importancia a nivel mundial. trabajo específico, la cooperación para los próximos años Además de las áreas de trabajo priorizadas, la cooperación se centrará en las siguientes áreas: a) Monitoreo ambiental también incluirá el intercambio de investigadores, de los bosques, b) generación de biomasa como fuente permitiendo mejorar la formación y capacitación en el de energía y c) Sistema de captura de carbono y servicios ámbito científico forestal». ambientales. Finalmente, el Subsecretario Barrera, señaló «Para fortalecer la competitividad del sector que «de la experiencia finlandesa también es interesante forestal chileno debemos incorporar nuevos elementos estudiar la generación de energía a partir de la biomasa de innovación, especialmente en la dimensión ambiental forestal, que en ese país entre un 15-20% de la energía de los bosques, y para hacerlo debemos revisar nuestra tiene su origen en los bosques».11 C a p í t u l o I : V e t a F o r e s t a l
  21. 21. D R . R O B E R T O I P I N Z A C A R M O N A L I D E R A Z G O F O R E S T A L 2 0 0 2 - 2 0 0 5Agricultores venderán el hombre, causantes del llamado cambio climático. En esa oportunidad, los científicos postularon que el cambiobonos de carbono generado directa o indirectamente por los gases, tendría(Diario Austral de Valdivia, sábado 22 de enero del 2005) como consecuencia variaciones drásticas en el clima y desastres naturales como sequías e inundaciones. El instituto Nacional Forestal (Infor), la Corpora- PROTOCOLOción Nacional Forestal (Conaf) y el Instituto de DesarrolloAgropecuario (Indap) firmaron una alianza para que En 1997, durante el Protocolo de Kyoto, en Japón,pequeños agricultores vendan bonos de carbono. las naciones fueron divididas en dos grupos: los contaminantes, que son los países desarrollados; y los no El Infor, Conaf e Indap aportaron 850 millones de contaminantes, que son aquellos cuya actividad industrialpesos al proyecto que persigue mediar entre los pequeños genera un bajo porcentaje de GEI. Los países contaminantesagricultores vendedores de bonos y las países compradores. acordaron que debían reducir sus emanaciones de gases en un 6% para 2008, tomando como referencia el nivel de El acuerdo firmado durante la apertura de la contaminación registrado en 1990.Expocampo pretende incentivar, mediante créditos, a lospequeños agricultores para que foresten suelos degradados. Los árboles son captadores naturales de GEI, porSegún Roberto Ipinza, director ejecutivo de Infor, el lo cual Chile como poseedor de grandes extensiones deProtocolo de Kyoto contempla que «sólo los pequeños bosques tiene la oportunidad de proteger el medio ambientepropietarios puedan vender la captura de carbono que y vender la capacidad de captura de sus árboles.hagan con sus predios forestados con bosques». El acuerdo firmado por Indap, Infor y Conaf integra Durante la Cumbre de Desarrollo Sustentable en a los pequeños agricultores al mercado global de laRío de Janeiro en 1992, los países asistentes acordaron descontaminación, ofreciéndoles la oportunidad de obtenerreducir los gases de efecto invernadero (GEI) lanzados por ganancias con la forestación de suelos.C a p í t u l o I : V e t a F o r e s t a l 12
  22. 22. L I D E R A Z G O F O R E S T A L 2 0 0 2 - 2 0 0 5 D R . R O B E R T O I P I N Z A C A R M O N A Chile: Proyectan ingresos por 4.000 crecimiento esperado del PIB por parte del FMI será en Chile del orden del 5,8 %, en EE.UU. 3,3%, China 8,2- millones de dólares en exportaciones 9% y México 3,5%, «lo que muestra que en los cuatro forestales en el 2.006 países el crecimiento 2006 es igual o levemente inferior al estimado para 2005, o sea, que las condiciones (WWW.MISIONESONLINE.NET edición Nº 2381, 22 del diciembre económicas en estos países tienen a mantenerse». del 2005) Por otro lado, el nivel de la construcción en EE.UU. continuará por sobre los 2 millones de viviendas iniciadas, «de tal manera que la demanda por la mayoría de los productos que el sector forestal chileno envía al Cifras entregadas por el director ejecutivo del mercado estadounidense continuará activa, más aún Instituto de Investigación Forestal, Roberto Ipinza señalan teniendo en cuenta los efectos de los desastres naturales», que para el año 2006 hay positivos pronósticos para el señala Ipinza. rubro maderero, pues se estima que las exportaciones forestales alcanzarán los U$S 4.000 millones, lo que Un tercer factor que destaca el director de representa un incremento de 12,4% respecto de 2005. INFOR son los dos proyectos de ampliación de la capacidad de producción de pulpa que se pondrán en Ipinza señaló que gracias a las políticas de marcha en 2006: la planta Nueva Aldea (Arauco), con desarrollo impulsadas por el Ministerio de Agricultura, una capacidad de 850 mil toneladas, y la nueva línea de este 2005 se estima que las exportaciones forestales producción de la planta Santa Fe (CMPC), con capacidad llegarán a US$3.560 millones, teniendo en cuenta los para 780 mil toneladas. «La primera comenzará a producir resultados enero-octubre de este año, que indican que a mediados de 2006, en tanto que la segunda lo hará a los envíos al extranjero crecerán en torno al 5% anual. partir del tercer trimestre de 2006. Como resultado, el próximo año las exportaciones de pulpa podrían crecer Entre los antecedentes que respaldan las en unas 500 mil toneladas, lo que equivale a US$ 230 proyecciones de INFOR, el Dr. Ipinza explica que el millones», concluye el ejecutivo.13 C a p í t u l o I : V e t a F o r e s t a l
  23. 23. D R . R O B E R T O I P I N Z A C A R M O N A L I D E R A Z G O F O R E S T A L 2 0 0 2 - 2 0 0 5Corea del Sur: Buenas expectativas en el marco del desarrollo de las reuniones APEC que se llevan a cabo en Chile y teniendo en cuenta que Coreapara los productos forestales de Chile es uno de los socios principales de nuestro país dentro de este bloque económico.(Diario El Gong, 3 de septiembre del 2004) Junto con lo anterior, agregó Ipinza, que en octubre próximo las autoridades coreanas se han comprometido a despachar la normativa que modifica el Código de la Construcción, bajo la cual se permitirá la construcción de edificios con estructura de madera de hasta tres pisos de altura, lo que también acelerará Las exportaciones forestales de Chile a Corea las importaciones de productos de madera, en un paísdurante el primer semestre del presente año llegaron a cuyos recursos forestales son extensos pero de muy bajaUS$ 72,6 millones, con un notable incremento de 49,4% productividad.respecto de igual período de 2003. En los últimos años, indicó el Director de INFOR, A pesar de preverse una disminución en el el sector de la construcción ha contribuido activamentecrecimiento económico proyectado inicialmente para a la reactivación de la económica coreana, alcanzandoCorea del Sur el 2004, lo que ha mermado la confianza una participación del 17% en el PIB. Esta demanda hadel consumidor coreano y con ello la adquisición de provenido tanto de los proyectos de infraestructura queviviendas nuevas, las expectativas en este mercado se está realizando el gobierno coreano, como también demantienen en buen pie, gracias a la fortaleza del sector los proyectos habitacionales de los sectores público yexportador y su efecto multiplicador en la economía del privado. En infraestructura, se estima que durante lospaís, y a la gran actividad en el segmento de remodelación próximos 20-30 años la inversión alcanzará a US$ 170y reparación de viviendas, altamente demandante de millones, mientras que la en el sector habitacional esproductos de madera, señaló el Director del Instituto de construir 550 mil nuevas viviendas anuales por un montoInvestigación Forestal de Chile, INFOR, Dr. Roberto Ipinza, estimado de US$ 9.700 millones.C a p í t u l o I : V e t a F o r e s t a l 14
  24. 24. L I D E R A Z G O F O R E S T A L 2 0 0 2 - 2 0 0 5 D R . R O B E R T O I P I N Z A C A R M O N A Crece construcción en madera crecimiento en la construcción de viviendas de madera son promisorias debido a la decisión del gobierno coreano Aunque la construcción en madera tiene una de desarrollar extensos planes habitacionales en los baja participación, en los últimos años ha experimentado suburbios de Seúl. un notable crecimiento. En el 2003, el número de permisos de construcción llegó a 1.993 unidades, con un incremento El director de INFOR, Dr. Roberto Ipinza, indicó de 25% respecto del 2002; más aún, éstas viviendas que la superficie forestal de Corea del Sur representa totalizaron una superficie construida de 373.665 m2, lo más del 64% de la superficie nacional. La mayor parte que representa un aumento de 108% en relación al 2002 de los bosques tiene entre 20-40 años y en ellos y una superficie promedio por vivienda de 187,5 m2. predominan las coníferas. Sin embargo, la madera es de Cabe señalar que fuentes de la industria aseguran que baja calidad y el 97% de la disponibilidad de trozos es el número de viviendas construidas de madera es superior de diámetros inferiores a 30 cm., de tal manera que la al que entregan las estadísticas oficiales, puesto que producción interna se destina básicamente a embalajes, muchas de las viviendas con menos de 200 m2 construi- tableros de fibras y astillas para pulpa. dos no están registradas. Agregó que la del gobierno coreano es alcanzar A pesar de la baja esperada en el total de para el 2030 más del 50% de autosuficiencia en el viviendas iniciadas, en el segmento de viviendas de abastecimiento de trozos, mediante el manejo sustentable madera hay un gran optimismo, estimándose que éste de los recursos. No obstante, esta parece bastante será otro año con crecimientos de dos dígitos. Tal optimista si se considera que el consumo actual de pronóstico lo avala el hecho de que sólo en los cuatro productos de madera alcanza a 28,3 mill. m3 [equivalente primeros meses del año los permisos para construir en madera en trozos], de los cuales sólo 1,8 mill. m3 viviendas de madera crecieron en 182% respecto de [6,4%] son abastecidos por los bosques locales. igual período de 2003, al mismo tiempo que los permisos para todo tipo de construcción bajaron en 28%. En los próximos años, las expectativas de15 C a p í t u l o I : V e t a F o r e s t a l
  25. 25. D R . R O B E R T O I P I N Z A C A R M O N A L I D E R A Z G O F O R E S T A L 2 0 0 2 - 2 0 0 5Las importaciones lo han manifestado otros proveedores externos que están mirando muy de cerca lo que este TLC podría significar Como en muchas áreas de su economía, en el para la participación que cada uno tiene en el mercadoámbito de los productos de madera Corea del Sur ha coreano. Agrega, que aunque es muy prematuro sacarprivilegiado el desarrollo de una industria procesadora conclusiones, puesto que el TLC sólo está vigente desdede materias primas importadas por sobre la importación el 1° de abril, hay que destacar que las exportacionesde productos terminados. Así, el gran volumen de forestales de Chile a Corea durante el primer semestreimportaciones se concentra en trozos, de los cuales en del presente año llegaron a US$ 72,6 millones, con unel último año se importaron 7,2 mill. m3. Esta cifra notable incremento de 49,4% respecto de igual períodorepresentó una caída de 11% respecto del nivel registrado de 2003.en el 2002, lo que no debe extrañar si se considera queel 2003 es el año de menor crecimiento de la economíacoreana durante la presente década. Excluyendo el sector de pulpa y papel, Chilemantiene una participación en torno al 1%, la que seincrementa significativamente si se considera sólo losproductos de coníferas. Sin embargo, la trayectoria delsector forestal chileno en Corea está fuertemente marcadapor las ventas de pulpa química, producto que representaalrededor del 80% de las exportaciones forestales a esepaís. Ante la interrogante sobre si habrá cambios enla tendencia por efecto del TLC Chile-Corea, el Dr. Ipinzaseñaló que es probable que Corea aumente sus comprasde trozos, madera aserrada y pulpa a Chile, al menos asíC a p í t u l o I : V e t a F o r e s t a l 18
  26. 26. L I D E R A Z G O F O R E S T A L 2 0 0 2 - 2 0 0 5 D R . R O B E R T O I P I N Z A C A R M O N A Región de Los Ríos, Un Bosque recurso forestal, en términos de biomasa, tiene un gran valor estratégico porque a través del manejo de los de oportunidades bosques, naturales y plantados, y la recuperación del material leñoso de desecho, la Región puede garantizar (Agencia Chile Noticias, diciembre del 2005) su demanda de energía eléctrica, incluso aportar a otras regiones. A esto, se puede sumar el aporte de nuevos bosques, exclusivamente plantados para producir energía, las llamadas plantaciones dendroenergéticas, esto sin menoscabo de la complementariedad con los recursos Ante la inminente creación de la Región de Los hídricos de la región. Ríos, surge de inmediato la preocupación por el éxito de esta nueva iniciativa de desarrollo local. A las riquezas La zona tiene una gran tradición en el naturales y al nombre que proviene de su gran recurso aprovechamiento de materias primas como la leche, la hídrico, debe asociarse, además, el relevante aporte del carne y los bosques, pero, ¿por qué no dar un salto sector forestal, uno de los pilares de crecimiento más crucial en vías del desarrollo y potenciar la formación de importantes que tendrá esta nueva región. clusters y capitalizar el esfuerzo de la PYME, obteniendo productos elaborados que incrementen la rentabilidad La región bien podría llamarse la Región de Los de los pequeños propietarios? Las zonas rurales de la Bosques, porque su potencial en base a este recurso región presentan un 11% de sus hogares en condiciones natural renovable es enorme. La creación de riqueza de pobreza, luego la reconversión productiva de esta gracias a las exportaciones de su industria y la generación agricultura de subsistencia es prioritaria. de empleos de calidad es notable. El aporte ambiental de los bosques plantados ha sido crucial para detener La especie Eucalyptus nitens que crece de 35 la erosión y conectar los corredores biológicos. Si hoy a 50 metros cúbicos por hectárea/año, es un 40% más se manejaran 500.000 hectáreas de bosques naturales, rápido que el pino. Los pequeños propietarios ven crecer sólo en la provincia de Valdivia se generarían 35.000 al árbol, y lo pueden cosechar de los 10 a 12 años. Las nuevos empleos. Saque usted sus propias cuentas. El buenas prácticas forestales pueden incrementar en 5 a19 C a p í t u l o I : V e t a F o r e s t a l
  27. 27. D R . R O B E R T O I P I N Z A C A R M O N A L I D E R A Z G O F O R E S T A L 2 0 0 2 - 2 0 0 5 6 veces el valor de los bosques plantados y por lo tanto, producción de agua, el manejo de la fauna y mitigar ella inversión que realice el Estado puede ser ampliamente efecto invernadero, entre otros.compensada por mayores recaudaciones. En esta nueva región de oportunidades no caben El desafío es grande y el camino al desarrollo lo vicios antiguos, la equidad, generosidad y la innovaciónestá claro. La creación de una nueva región es una gran deben constituirse en el nuevo paradigma regional.oportunidad para hacer las cosas bien desde el inicio,es necesario agregar mayor valor a nuestros bosquespara impactar positivamente en la calidad de vida desus habitantes, lo que necesariamente, pasa por vincularla aplicación de las ciencias y la tecnología en losprocesos productivos. Hay que involucrar a la Ciencia en este procesoy transformar a la «asociatividad empresarial» en el motordel emprendimiento, para dar sentido al encadenamientoproductivo en base al recurso forestal, lo que traeráconsigo la generación de nuevos empleos en base alfortalecimiento de clusters como por ejemplo los delmueble, la leña, el carbono, del agua, entre otros. Esfundamental buscar los mecanismos para formar ymantener los clusters y generar asociatividad parasintonizar en la misma frecuencia a los pequeños ymedianos productores de la región. Se debe perfeccionary crear oportunidades en el mercado de serviciosambientales, no sólo como un elemento para la soluciónde controversias, sino para valorar la biodiversidad, laC a p í t u l o I : V e t a F o r e s t a l 20
  28. 28. L I D E R A Z G O F O R E S T A L 2 0 0 2 - 2 0 0 5 D R . R O B E R T O I P I N Z A C A R M O N A Chile y el Sector Forestal, desafíos a los US $3.400 millones por concepto de las exportaciones en el 2004, pueden ser apenas el piso para alcanzar el desarrollo al 2010 para superar los US $5.000 millones y posicionarnos como una verdadera potencia forestal a nivel mundial al (Agencia Chile Noticias, agosto del 2005) Bicentenario. En políticas de fomento forestal se ha invertido US $ 360 millones y sólo por concepto de IVA se han recaudado US $1600 millones, por lo tanto, este tipo de El 2010 Chile conmemorará doscientos años iniciativas ha sido el mejor negocio que ha tenido el de vida independiente, junto con celebrar este nuevo estado, no obstante, para llegar a niveles de desarrollo hito, el país debe dar muestras de crecimiento en varios hay que intensificar este apoyo. En los próximos años frentes y este es un buen momento para analizar los deberá hacerse un mayor énfasis en los pequeños y cambios que permitan desarrollar a nuestro país en el medianos propietarios, modificando las políticas de ámbito forestal y debatir seriamente sobre lo que nos fomento para llegar al millón de nuevas hectáreas al falta para ser un país desarrollado en su Bicentenario. 2010 y proteger los más de 6 millones de hectáreas que hoy se encuentran en grave proceso de erosión. La vocación exportadora de nuestro país y su gran potencial forestal serán, sin duda, parte de los Para desarrollar un país en plenitud, hay que grandes pilares para alcanzar el anhelado desarrollo sumar nuevos actores al desarrollo forestal, debemos sustentable a esa emblemática fecha. ¿Cómo lo lograr que la gente se apropie de este desarrollo y en lograremos? A continuación revisaremos algunos de los este aspecto, el futuro de la pyme es relevante. Se requiere desafíos más relevantes del sector para alcanzar el urgentemente del redireccionamiento de instrumentos desarrollo de un Chile de futuro. creados por el Estado para lograr el desarrollo de todo el cluster forestal, fortaleciendo la igualdad de La conquista de un centenar de mercados y la oportunidades de todos los sectores, incluyendo la gran variedad de productos que nos permitieron llegar agricultura familiar campesina que es el sector que21 C a p í t u l o I : V e t a F o r e s t a l
  29. 29. D R . R O B E R T O I P I N Z A C A R M O N A L I D E R A Z G O F O R E S T A L 2 0 0 2 - 2 0 0 5 requiere de un mayor esfuerzo oficial, acción coherente globalizada de la cual nuestro país ya es parte, así comocon el espíritu de la celebración del Bicentenario de Chile también, resulta imprescindible, el monitoreo de losque propone festejar este aniversario como «un país recursos forestales nativos y disponer de informaciónpleno y justamente desarrollado e integrado en nuestra actualizada y confiable producto del uso de tecnologíadiversidad». de primer nivel para garantizar el manejo de los recursos para el desarrollo sustentable, lo que otorgará sin duda Si alguien dudó que algún día se pagaría por el un pase privilegiado a nuestros envíos, un pasaporteoxígeno, creo que se acerca el momento de salir de verde que abra nuevos mercados y blinde a nuestrasdudas. Así como el mercado de captura y comercialización exportaciones de cualquier contingencia en el futuro.de carbono ya es una realidad por el calentamiento globaldel planeta, también es un hecho que el pago por losservicios ambientales de los bosques en paísesdesarrollados ya es concebido como algo perfectamentenormal. Es por esto que la producción de agua de calidado la mantención de un hábitat propicio para la vidasilvestre, al igual que otros tantos servicios del bosque,deberían incorporarse a nuestro sistema, permitiendo,principalmente, a los pequeños y medianos propietariospercibir ingresos complementarios a su renta por esteconcepto y así favorecer su desarrollo, para lo cual hayque fomentar el mercado de los servicios ambientales. Finalmente, hay dos aspectos relevantes parael desarrollo del sector forestal, Chile debe tener unainstitucionalidad que esté acorde con la concreción delos desafíos mencionados y con la adopción decompromisos internacionales de una comunidadC a p í t u l o I : V e t a F o r e s t a l 22
  30. 30. L I D E R A Z G O F O R E S T A L 2 0 0 2 - 2 0 0 5 D R . R O B E R T O I P I N Z A C A R M O N A Expectativas del sector forestal su precio internacional ha presentado una baja desde agosto pasado, la cual se estima que aunque en forma (El Sur, lunes 10 de enero del 2005) moderada, continuará en 2005. A esto se suma la trayectoria, un poco incierta aún, del valor del dólar en Chile, que ha vuelto a tomar valores inferiores a $600, lo que afecta negativamente a todas las exportaciones. Los buenos resultados alcanzados por el sector forestal durante el año 2004, no hacen más que confirmar La pulpa equivale a alrededor del 35% de los los pronósticos que señalaban que ese año quedaría envíos forestales, de tal manera que no todo lo que pase registrado como el primero en que las exportaciones con estas exportaciones depende del precio de este forestales chilenas superaron cómodamente la barrera commoditie. Otro elemento importante a considerar es de los US$ 3.000 millones. Además, es notable la apertura la evolución de los acontecimientos en EE.UU., principal de nuevos mercados, cabe precisar que los envíos mercado para nuestras exportaciones, con una forestales se realizan a 94 países, cifra que avala la participación en torno al 30%, con una incidencia de la eficiencia del modelo exportador chileno, ubicando al pulpa inferior al sector en una posición de privilegio y expectante ante la evolución de los actuales TLC y ante la suscripción de Los productos más vendidos a EE.UU. son nuevos pactos comerciales por parte de nuestro país. molduras, madera cepillada, contrachapados, madera en bloques, marcos para puertas, puertas y diversos El inicio de las conversaciones con China e India tipos de muebles, todos altamente dependientes de lo son una noticia muy interesante para la industria forestal que ocurra en el sector de la construcción habitacional chilena, con la firma de estos TLC, el sector forestal en ese país. Desde el año 2001 a la fecha, este sector chileno tendrá enormes perspectivas de crecimiento en de la construcción ha gozado de un boom en EE.UU., sus ventas a estos países. batiendo récord durante el 2004, con 1,95 millones de viviendas que comenzaron a construirse. Para el 2005 Respecto de la celulosa, principal producto de se anticipa que bajará a 1,88 millones, sin embargo, esta las exportaciones forestales chilenas, hay que decir que baja es moderada y este nivel aún es muy bueno, de tal23 C a p í t u l o I : V e t a F o r e s t a l
  31. 31. D R . R O B E R T O I P I N Z A C A R M O N A L I D E R A Z G O F O R E S T A L 2 0 0 2 - 2 0 0 5manera que se puede esperar que las exportaciones Combate de Incendios Forestales y desde el punto dechilenas continúen aumentando. vista institucional, se avanzará en fortalecimiento de Conaf e Infor, favoreciendo una gestión más Las perspectivas generales indican una descentralizada y moderna. En relación a la creación deeconomía mundial estable y con algún crecimiento para nuevas superficies de bosques, el Ministerio de Agricultura,el 2005, con lo cual se puede esperar que el resto de las pretende para el año 2005, que la forestación campesinaexportaciones forestales chilenas permanezcan en el alcance 40 mil hectáreas. Para mejorar la calidad forestalbuen nivel alcanzado este año. Además, hay que de la pequeña propiedad se elaborara un programa pilotoconsiderar que Corea va a crecer un 4,5% (relativamente de buenas prácticas forestales y se iniciará el procesoalto) y que será prácticamente el segundo año de TLC de Certificación Forestal con proyectos piloto para gruposcon Chile, por lo que es seguro que los efectos tendrán de pequeños productores. Finalmente, Chile pondrá enmayor notoriedad en los números. A nivel interno, la marcha proyectos de forestación y reforestación asociadosplanta de San José de la Mariquina trabajará a plena al Mecanismo de Desarrollo Limpio, derivado del Protocolocapacidad el 2005, con lo cual se agregan unas 200 mil de Kioto.toneladas de pulpa al volumen exportado. Concluyendo, a continuación exponemos comobotón de muestra los desafíos para el año 2005: uncrecimiento de las exportaciones forestales chilenas aUS$ 3.500 millones para el 2005, lo que equivaleaproximadamente a un 6% de crecimiento, lo que sinduda marca el buen nivel y la consolidación de un sectorque es pilar de nuestra economía y el más exitoso basadoen un recurso natural renovable. El año 2005, tambiéntrae compromisos legislativos ya que debería aprobarsela Ley del Bosque Nativo, y la autoridad debería enviaral Congreso el Proyecto de Ley sobre Prevención yC a p í t u l o I : V e t a F o r e s t a l 24
  32. 32. L I D E R A Z G O F O R E S T A L 2 0 0 2 - 2 0 0 5 D R . R O B E R T O I P I N Z A C A R M O N A La nueva meta del sector dólar ha vuelto a tomar valores inferiores a $ 600, existen razones poderosas para augurar otro año exitoso para forestal: superar el año 2004 el sector. (Revista del Campo, lunes 10 de enero del 2005) La pulpa representa el 35% de los envíos forestales, por lo que no todo lo que pase depende del precio de este commodity. Es importante considerar la evolución de los acontecimientos en EE.UU., nuestro principal mercado, con una participación en torno al 30% y con una incidencia de la pulpa inferior al 1%. Los buenos resultados alcanzados por el sector forestal chileno el año 2004 lo harán memorable por ser Los productos más vendidos a EE.UU. son el primero en que las exportaciones superaron molduras, madera cepillada, contrachapados, madera cómodamente la barrera de los US$ 3.000 millones. en bloques, marcos para puertas, puertas y diversos tipos de muebles, todos dependientes de lo que ocurra Notable fue la apertura de nuevos mercados, al en la construcción habitacional en ese país, que desde totalizar 94 países, cifra que avala la eficiencia del modelo el año 2001 a la fecha ha gozado de un boom hasta batir exportador y ubica al sector en un expectante sitial ante un récord en 2004, con 1,95 millón de viviendas. Así, se la evolución de los actuales y futuros TLC. El inicio de puede esperar que las exportaciones chilenas sigan conversaciones sobre acuerdos comerciales con China aumentando. e India es muy interesante para la industria forestal, pues, de concretarse, el sector tendrá enormes perspectivas Las perspectivas generales indican una de crecimiento. economía mundial estable y con algún crecimiento en 2005. Corea va a crecer un 4,5% y seguramente, en este Si bien el precio internacional de la celulosa segundo año de TLC con Chile los efectos tendrán mayor presenta una leve baja desde agosto pasado, la que notoriedad en los números. A nivel interno, la planta de puede mantenerse en forma moderada en 2005, y el San José de la Mariquina trabajará a plena capacidad,25 C a p í t u l o I : V e t a F o r e s t a l
  33. 33. D R . R O B E R T O I P I N Z A C A R M O N A L I D E R A Z G O F O R E S T A L 2 0 0 2 - 2 0 0 5con lo cual se agregan unas 200 mil toneladas de pulpaal volumen exportado. Desafíos para el 2005: Aumentar las exporta-ciones forestales a US$ 3.500 millones, lo que equivaleaproximadamente a un 6% de crecimiento, consolidandoa un sector pilar de nuestra economía. Existencompromisos legislativos como la aprobación de la Leydel Bosque Nativo, además, se debería enviar al Congresoel Proyecto de Ley sobre Prevención y Combate deIncendios Forestales y, desde el punto de vistainstitucional, se avanzará en el fortalecimiento de Conafe Infor, favoreciendo una gestión más descentralizada ymoderna. Respecto de la creación de nuevas superficiesde bosques, el Ministerio de Agricultura pretende que laforestación campesina alcance 40 mil nuevas hectáreasy para mejorar calidad se elaborará un programa pilotode buenas prácticas forestales y se iniciará el procesode Certificación Forestal con grupos de pequeñosproductores. Finalmente, Chile pondrá en marcha proyectosde forestación y reforestación asociados al Mecanismode Desarrollo Limpio, derivado del Protocolo de Kioto.Superar el 2004 es toda una gran tarea.C a p í t u l o I : V e t a F o r e s t a l 26
  34. 34. L I D E R A Z G O F O R E S T A L 2 0 0 2 - 2 0 0 5 D R . R O B E R T O I P I N Z A C A R M O N A Región exportará US$ 400 millones Dentro de los aspectos más relevantes, Ipinza el 2005 indicó que le asiste la certeza de que en diez años más el sector forestal será el principal motor de exportaciones (El Diario Austral de Valdivia, domingo 3 de agosto del 2003) del país y, en ese escenario, la provincia de Valdivia tiene un rol muy importante que jugar. Respecto al bosque nativo, indicó que éste representa apenas el 3 por ciento de total de las exportaciones del país. Al mismo tiempo, reconoció que La Región de Los Lagos aumentará sus la mayor explotación que se hace del bosque nativo es exportaciones forestales desde los 88 millones de dólares destinada a leña, proceso que se realiza sin ningún control registrados el 2002 a 400 millones de dólares para el y sin planes de manejo, por lo que urge la promulgación 2005, de acuerdo a lo expresado por el director del de una ley que regule a este recurso. Instituto Forestal (INFOR), Roberto Ipinza, durante el lanzamiento de la campaña «Bosques para Chile» en la Durante la ceremonia, también intervino el Región de Los Lagos. alcalde de Valdivia, Bernardo Berger, quien manifestó que la ciudadanía de la comuna y de la provincia toda La actividad se realizó ayer en los salones del tiene conciencia de la importancia que reviste el sector Hotel Pedro de Valdivia y contó con la participación de forestal para el desarrollo local. Agregó que las autoridades autoridades locales, parlamentarios, representantes de municipales de Valdivia están trabajando para facilitar empresas y de entidades gremiales. las actividades del sector. A su vez, el gerente de Codeproval, Luis Ibarboure, manifestó que el compromiso En su intervención, Roberto Ipinza dio a conocer del sector privado es que de en 20 años más la provincia el avance experimentado en los últimos años por la tendrá funcionando varias plantas de celulosa y contará actividad forestal, que el 2002 registró un total de con un puerto moderno por el cual sacar las cargas hacia exportaciones de dos mil 300 millones de dólares. los mercados internacionales.27 C a p í t u l o I : V e t a F o r e s t a l
  35. 35. D R . R O B E R T O I P I N Z A C A R M O N A L I D E R A Z G O F O R E S T A L 2 0 0 2 - 2 0 0 5CAMPAÑA quiere decir que no se está respetando la ley en Chile. Mi impresión que en este país existe estado de derecho Una vez finalizado el lanzamiento, Roberto Ipinza y se cumplen las leyes, por lo que no se está devastandocomentó a este diario que «nos hacía falta un el bosque nativo».acercamiento a la comunidad y eso es lo que estamosconsiguiendo con esta tercera versión de Bosques paraChile. Hoy día un árbol adulto puede dar la cantidad deoxígeno para cuatro personas y si la comunidad tuvieraesa percepción, no sólo se propiciarían las plantacionesurbanas sino también habría una mayor comprensión delos esfuerzos que realizan las empresas forestales». Respecto a la permanente campaña de lossectores ambientalistas en contra de las forestales, Ipinzaindicó que «creo que hay un paradigma equivocado,porque los más ecologistas de los ecologistas son losque plantan árboles, porque plantan un recurso natural.Al plantar un árbol no sólo estamos acumulando la energíalumínica sino que estamos limpiando el aire al eliminarel anhídrido carbónico. Al mismo tiempo, se estáexportando, generando divisas, creando empleo». Sobre la posible destrucción del bosque nativomanifestó que «en este caso hay responsabilidadesindividuales. Sin embargo, para cortar árboles se requiereun plan de manejo aprobado por Conaf, por tanto, sialguien plantea que se está destruyendo el bosque nativoC a p í t u l o I : V e t a F o r e s t a l 28
  36. 36. L I D E R A Z G O F O R E S T A L 2 0 0 2 - 2 0 0 5 D R . R O B E R T O I P I N Z A C A R M O N A Sector forestal: los bemoles del «boom» Un tema básico es el ritmo de forestación. Hoy en Chile se plantan al año 50 mil nuevas hectáreas, pero (Revista del Campo, 19 de julio del 2004) para ir al paso de las inversiones industriales que se han hecho se requiere, a lo menos, de 100 mil nuevas hectáreas por año. Otro tema donde flaqueamos es en la investigación. En el sector forestal - curiosa coincidencia-, los Mientras un país como Finlandia invierte en investigación árboles no dejan ver el bosque. forestal 1,8 US$/há, Chile, a duras penas, alcanza a 0,2 US$/há. Si en el 2002 se creció a 10,5%, con un aporte al PIB de 3,5%, en 2003, la racha continuó. Esta vez el Con una tierra cada vez más escasa y cara, la crecimiento en las exportaciones fue de 9,7%, con un productividad por superficie es relevante, más aún cuando récord histórico de US$ 2.554 millones. Para 2004, las hablamos de especies longevas como raulí y pino cosas pintan aún mejor: con el aumento de 400 mil ponderosa, que se toman, al menos, 40 años en crecer. toneladas previsto con la entrada en producción de la Para «apurar» la naturaleza, producir más en el mismo nueva planta San José de la Mariquina, del grupo Arauco o menor espacio, temas como el mejoramiento genético y un precio en torno a los US$ 510-520/tonelada promedio y la biotecnología son vitales. Si bien las ocho grandes anual, el sector podría alcanzar los US$ 3.000 millones empresas chilenas tienen incrementos de 12%, en en exportaciones. promedio, de productividad con pino radiata, la brecha que existe entre éstas y las medianas - para qué hablar Con esos índices es lógico que entre los de las pequeñas- es casi insalvable. forestales abunden las sonrisas. Pero la pregunta, sin ánimo de aguar la fiesta, es ¿hasta cuándo? Otra piedra en el camino son las trabas normativas e institucionales. En el primer caso, la ley de Existen algunos nudos que, de no desatarse, bosque nativo, que lleva ¡14 años! en el Congreso, impide ponen puntos suspensivos al desarrollo del sector. el abastecimiento regular de materias primas nativas29 C a p í t u l o I : V e t a F o r e s t a l
  37. 37. D R . R O B E R T O I P I N Z A C A R M O N A L I D E R A Z G O F O R E S T A L 2 0 0 2 - 2 0 0 5 indispensables para la manufactura de productos conmayor valor agregado. Esto, por supuesto, a través deuna explotación sustentable. En cuanto a la institucionalidad forestal, el casoAlerces es una prueba patente de su debilidad. Pero elasunto no se agota en la fiscalización. Al respecto, hayque considerar el rol del Estado en los incentivos parala incorporación de nuevos actores, especies y zonas alsector. Por ejemplo, en el caso de la XI Región, lascondiciones climáticas son ideales para reforestar conpino ponderosa, de alto valor en el mercado internacional,tierras aún baldías luego de los grandes incendios decomienzos del siglo XX. Sin embargo, su largo ciclo devida hace que la actual bonificación del 75% para laplantación no sea atractiva para los inversionistas. Si elEstado tomara una medida audaz, como elevarla al 120%,produciría una importante activación forestal en la zonaaustral. Mientras un país como Finlandia invierte eninvestigación forestal 1,8 US$ / há, Chile, a duras penas,alcanza a 0,2 US$/há.C a p í t u l o I : V e t a F o r e s t a l 30
  38. 38. L I D E R A Z G O F O R E S T A L 2 0 0 2 - 2 0 0 5 D R . R O B E R T O I P I N Z A C A R M O N A Nuevas oportunidades31 C a p í t u l o I : V e t a F o r e s t a l
  39. 39. D R . R O B E R T O I P I N Z A C A R M O N A L I D E R A Z G O F O R E S T A L 2 0 0 2 - 2 0 0 5El bosque nativo y 40 años de incapacidad desarrollo sostenible, mirando al hombre, la naturaleza y la cultura.(La Tercera, el 11 de febrero del 2004) La propuesta de ley que tenemos representa una concertación de diversos sectores de opinión. Dentro de La Ley de Bosque Nativo ha tardado porque los aspectos que deben revisarse está el concepto dehemos sido incapaces en los últimos 30 o 40 años de ordenación forestal, que ha sido operacionalmente excluidodemostrar que este negocio es sustentable. Y esta y que a países desarrollados como Francia y Alemania lesincapacidad coincide con que nunca nos atrevimos a hacer ha permitido ganar mercados con productos de alta calidad.una apuesta por los incentivos económicos para que hoy Otro aspecto negativo es el sistema de concurso para latuviéramos un bosque económicamente rentable. Sabemos bonificación, que pone un elemento de incertidumbre yque actualmente del bosque nativo es posible sacar, en puede desincentivar las inversiones. Si el DL 701 hubierapromedio, sólo el 10% de sus productos con calidad de aplicado el mismo procedimiento concursable,primera. Sin embargo, después de 40 años de un manejo probablemente el país no tendría más de 2 millones deforestal sustentable sería posible obtener hasta un 50% hectáreas plantadas, protegiendo suelos contra la erosiónen madera de primera. Lo que ha faltado, entonces, son y generando divisas por 2.300 millones de dólares.30 o 40 años de apoyo real para nuestros bosques. Esteproblema no es exclusivo de los privados, porque el Estado Finalmente, en los países desarrollados losno ha demostrado lo propio en sus reservas . catastros, inventarios y monitoreos ambientales de sus recursos naturales recaen en sus Institutos Forestales, Una ley de bosque nativo que incentive la inversión quienes son capaces de generar información objetiva,privada, permitiría valorizar el recurso. Hoy, éste no confiable y de largo plazo, situación que tampoco contemplacontribuye con más del 3% del PIB forestal, lo que no se esta propuesta de ley. Sin embargo, esperamos que unacondice con un país como el nuestro. Sin duda, esta ley vez superadas estas falencias, contemos con un marcofavorecerá el desarrollo sustentable del bosque y permitirá legislativo y regulatorio que haga posible que el bosqueque sus bienes y servicios participen de una economía nativo sea un pilar de desarrollo nacional y sus bienes yglobalizada con mayor valor, mediante el concepto de servicios puedan llegar a la sociedad chilena.C a p í t u l o I : V e t a F o r e s t a l 32
  40. 40. L I D E R A Z G O F O R E S T A L 2 0 0 2 - 2 0 0 5 D R . R O B E R T O I P I N Z A C A R M O N A Reconocimiento Internacional pública y política, poco a poco, se ha sensibilizado y considera que este recurso forestal es uno de los de para el Eucalipto como un Recurso mayor impacto para el desarrollo sustentable, es decir, Forestal Relevante su mejoramiento productivo permite un desarrollo socioe- conómico y, a la vez, un mayor cuidado de la naturaleza. (Diario El Gong, 15 de octubre del 2004) Las plantaciones de eucalipto alcanzan en el mundo a seis millones de hectáreas, en Portugal existen 700.000 hectáreas y en Chile estas alcanzaban, según Mejoramiento del Manejo y Silvicultura de la cifras oficiales a diciembre de 2002, las 387.975 hectáreas. especie están estrechamente ligados al aumento favorable Debido a la demanda por celulosa, papel y productos de las perspectivas económicas de uno de los recursos madereros, esta especie se ha ganado la fama de ser de mayor impacto en el sector forestal chileno una de las mejores maderas del mundo. Un importante reconocimiento hicieron los Ipinza, explicó también, que la disponibilidad principales investigadores del mundo al Eucalipto, como comercial en el mediano y corto plazo del eucalipto, uno de los bosques plantados que mayor aporte ha permite el aprovechamiento productivo de los bosques realizado al Desarrollo sustentable, gracias a su rápido naturales, que requieren de periodos más largos, crecimiento, extraordinario potencial económico y notable eliminando, así, la presión a hacia el recurso nativo y contribución a la lucha contra la desertificación, durante evitando que estos árboles se cosechen estando el simposio organizado por la red mundial de investigación inmaduros y subutilizados, desde el punto de vista forestal, IUFRO, sobre mejoramiento y silvicultura de económico. eucalipto que se desarrolla actualmente en Aveiro, Portugal. «Los bosques plantados de eucalipto presentan nuevos e importantes retos, que van desde la economía El Director del Instituto de Investigación Forestal del carbono a las actuales tendencias de mercados, de Chile, INFOR, Dr. Roberto Ipinza, señaló que la opinión pasando por la generación de nuevos productos y su33 C a p í t u l o I : V e t a F o r e s t a l
  41. 41. D R . R O B E R T O I P I N Z A C A R M O N A L I D E R A Z G O F O R E S T A L 2 0 0 2 - 2 0 0 5 aporte al desarrollo sustentable. Este recurso se ha chilenas. En lo que va del 2004, enero- agosto, lastransformado en uno de los casos más destacados por exportaciones a Portugal totalizaron US$ 1.349.459 consu extraordinario éxito comercial e impacto positivo en una participación también del 0,1% en el total, pero connuestras exportaciones, habiendo sido una de las especies un aumento de un 21% respecto a igual periodo 2003.consideradas dentro del plan de diversificación forestalimpulsado por INFOR desde hace ya varios años y que El 65% de las ventas a dicho mercado corres-apunta a dar mayores alternativas de rentabilidad, ponden a tapones de corcho [natural y aglomerado], elprincipalmente, a los pequeños y medianos productores», 33% a cartulina multicapas y el 2% a madera aserrada.destacó el Dr. Ipinza, desde Portugal.Exportaciones Forestaleschilenas en Portugal El Director de INFOR, señaló además, que lapresencia de los productos forestales en Portugal hatenido un interesante aumento durante el presente añoy reuniones, como la de este nivel, permiten posicionarel buen trabajo que ha realizado nuestro sector, basadoen la alianza público-privada que realiza Chile para mejoraren cuanto al manejo y silvicultura de las especies, lo quese traduce en productos de mejor calidad y mejoresoportunidades de mercado para el país. Cabe destacar que a Portugal el año 2003 seexportaron US$ 1,7 millones, ocupando este país el lugar42 del Ranking de destino de las exportaciones forestalesC a p í t u l o I : V e t a F o r e s t a l 34

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