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Ninguem é de Ninguén

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I Carta aos Coríntios - Aula 3 – EBD 2016 - 2º. S. Aula elaborada por Prof. Ricardo L. Gondim para a Escola Biblica Dominical da Igreja Shalom

Published in: Spiritual
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Ninguem é de Ninguén

  1. 1. Estudo Elaborado: Pr. Ricardo Gondim I Carta aos Coríntios Aula 3 – EBD 2016 - 2º. S.
  2. 2. 10 Rogo-vos, porém, irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que digais todos uma mesma coisa, e que não haja entre vós dissensões; antes sejais unidos em um mesmo pensamento e em um mesmo parecer. 11 Porque a respeito de vós, irmãos meus, me foi comunicado pelos da família de Cloé que há contendas entre vós. 12 Quero dizer com isto, que cada um de vós diz: Eu sou de Paulo, e eu de Apolo, e eu de Cefas, e eu de Cristo. 13 Está Cristo dividido? foi Paulo crucificado por vós? ou fostes vós batizados em nome de Paulo?
  3. 3. 10 - Tenho uma preocupação séria a compartilhar com vocês, meus amigos, pela autoridade de Jesus nosso Senhor. Tentarei ser o mais direto possível: vocês precisam aprender a entrar em acordo. Devem ter consideração uns pelos outros, cultivando a vida em comum. 11-12 - Menciono a questão porque alguns membros da família de Cloe me deram uma notícia preocupante: que estão brigando entre vocês. Vou dizer exatamente o que ouvi. Vocês estão criando partidos e declarando: “Eu estou do lado de Paulo”; ou: “Eu prefiro Apolo”; ou: “Pedro é o meu líder”; ou: “Eu pertenço ao grupo do Messias”. 13-16 - Pergunto a vocês: o Messias, por acaso, foi cortado em pedacinhos para que cada um de nós tenha uma parte dele? Paulo foi crucificado por vocês? Algum de vocês foi batizado em nome de Paulo? Não participei de nenhum dos batismos de vocês, com exceção dos de Crispo e Gaio. E agora, diante dessa questão, estou feliz de não ter participado. Pelo menos, ninguém pode sair por aí dizendo que foi batizado em meu nome. (Pensando bem, batizei outra família, a de Estéfanas, mas, pelo que me lembro, foram apenas esses.) 17 - Deus não me enviou para ajuntar seguidores meus, mas para pregar a Mensagem, anunciar o que ele tem feito e reunir seguidores dele. Não fui enviado para pregar confiando em minha eloquência, banalizando, assim, o que importa: a cruz de Cristo. Ela não pode ser reduzida a mero discurso.
  4. 4. Atos 18 – Descreve a formação da Igreja de Corinto na segunda viagem de Paulo
  5. 5. • Paulo recebe em Éfeso notícias de que a igreja não ia bem (Cloe a mulher citada no verso 11) • O grande problema era o relacionamento entre os irmãos • Ele recebe estas notícias e escreve a 1ª. Carta que se perdeu, esta é na realidade a 2ª. Carta escrita. • Como não teve muito resultado Paulo resolve ir a Corinto visitar a igreja, a narrativa está na 2ª. Carta (4ª.) • Ele não teve muito êxito e então vai embora e escreve uma 2ª. Carta (na realidade escreveu a 3ª. Que também se perdeu)
  6. 6. • Os irmãos da igreja de corinto eram os filhos na fé de Paulo e apesar de não poder estar perto fica preocupado com seus problemas que podem se dividir em: 1. Divisão – cap. 1 – 4 2. Imoralidade / Conduta – cap. 5-6 3. Casamento – cap. 7 4. Liberdade do Cristão – cap. 8-10 5. Problemas c/culto – cap. 11-14 6. Problemas teológicos – cap. 15 (eles não acreditavam na ressurreição de mortos) 7. Orientação / Saudações Gerais – cap. 16
  7. 7. Segundo o Comentário Bíblico de Calvino • Em Atos, Lucas nos conta que, após ter Paulo ensinado ali durante 1 ano e meio, ele foi obrigado, em virtude do comportamento ultrajante dos judeus, a viajar dali para a Síria. • Durante a ausência de Paulo, falsos apóstolos se infiltraram na região. Existem 3 razões para o seu surgimento. 1. Eles se orgulhavam de sua oratória brilhante e ostensiva, e convencidos por sua linguagem vazia e bombástica, passaram a tratar com desprezo a simplicidade de Paulo e do Evangelho. 2. Movidos por sua ambição almejavam dividir a igreja em várias facções. 3. Indiferentes a tudo, exceto em desfrutar das boas graças que desejavam que o povo tivesse deles.
  8. 8. • Por outro lado, visto que Corinto se achava dominada pelos vícios com os quais as cidades comerciais geralmente são infestadas, ou seja, a luxúria, a arrogância, a vaidade, os prazeres, a cobiça insaciável, o egoísmo desenfreado. • Tais vícios tinha penetrado também na própria igreja de tal modo que a disciplina se tornou deteriorada. • Mais seriamente ainda, já se achava presente a apostasia da sã doutrina, de modo tal que um dos fundamentos da fé, a ressurreição dos mortos, estava sendo questionada.
  9. 9. 1 PAULO ( chamado apóstolo de Jesus Cristo, pela vontade de Deus ), e o irmão Sóstenes, 2 À igreja de Deus que está em Corinto, aos santificados em Cristo Jesus, chamados santos, com todos os que em todo o lugar invocam o nome de nosso SENHOR Jesus Cristo, Senhor deles e nosso: • A igreja continuava a ser de Cristo • Não julgue a igreja pelo pastor ou o pastor pela igreja
  10. 10. • Ou seja, não é possível atribuir a crise a uma condição de causa e efeito • Corinto era uma igreja cristã enriquecida em conhecimento e sabedoria, e tinha dons 5 Porque em tudo fostes enriquecidos nele, em toda a palavra e em todo o conhecimento 6 ( Como o testemunho de Cristo foi mesmo confirmado entre vós ). 7 De maneira que nenhum dom vos falta, esperando a manifestação de nosso Senhor Jesus Cristo,
  11. 11. • Então nós aprendemos com Paulo que não dá para fazer uma relação entre – Causa e efeito • Paulo fala que Corinto era uma igreja carnal Dons Espirituais Manifestação Espiritualidade Condição Humana Santidade/Correção Espiritualidade • Divididos • Heresias • Imoralidade • Brigados entre si • Disputas entre eles Dons Espirituais • Falavam em línguas e • Profetizavam
  12. 12. • Não dá para fazer uma relação causa e efeito • Dons espirituais são ferramentas para a edificação • Não são medidores de espiritualidade

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