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Rádio: complexidade ontem e hoje

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Eádic; c$mplexidade ontem e haje
Âgrtdeço, aos colab*rad$rffi l)*vid Âgra Filh*n FIári+ HütÉel e lbaldyr
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l{a metade do séçulo passado um dos ftarcos no rfulio eram as nnvelâs, CIu
radionovelas p*pularmente çonhecidas"
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Rádio: complexidade ontem e hoje

  1. 1. Eádic; c$mplexidade ontem e haje Âgrtdeço, aos colab*rad$rffi l)*vid Âgra Filh*n FIári+ HütÉel e lbaldyr §ilvestre, companheiros de tr*b*lhs nss tides díárias ds Rr*diCI Difirsora, qrle auxili*r*m ssü! sers fe*temuxho*. *iesrdo Wegrry*rvski Ctrmo era ü sistema rie rádi*s antes da infonnátiça? Tudo ccnfinea sends rnanualT Segundo um dos pic''neiros nâ operaçrão de emissarzs de ráclio em Santa Catarina- Darid Agra Fillro- 63, tud+ çoatinua manual. rnas alrtes eram usadas mesas de so*oplastta e outros equipamentos qüe hcje são arcaicos.  lcrcução era a mesma, igBal a hoje, c.om rnie.r*fone. S$ que c k:çuttrr p,!ra apresÊnfâr ç) prüg?ma precisal.a de urn tecnica de scm que ficava separado do estudic. ..Ccm ***rrã*oitomud*u nos úitimos anos". Eaíer.r.re, ft{uit*s rádios ainde usêÍn estes sisfem*s. Mas a. rnaiaria, pek: rcerrcrs em Joi.nville, stLlizÃts sisternas computadorizados, onde tcda está piogramadc ÇGm a seqüência de ccmerçiais e músicas. Cabre i** I*çuÍor srmests f;}ar: A grantle {raasfomraçãc da iníonirátiea pã1? * rádi* é, por exempl*, que â discúeca fçi acaplada ao computad*r" Ho.ie é mais fácíl r1o que antigarneÍIre, quanclo a discoteca era realmeflte eomps*tâW discos de vinil ci! rnÊsmo Cl),s. §ías antes do *,illii e do {Jcmpact Disc- exisfia o disçc de Âcetato, que foi rrm drrs prinreiros onde. era possível fazer grarraçôes na hora. Era uma especie pre hisrórica dc vinil, Çom a diferença <ie ser gravado aa hcra, ''}ia épocá nâo podia sÍraÍ, pois existia Bfil aprtrell11r QuÊ çsrtavao disco e ia smrdo grarado- Ântes disso era tuds grava.do em fitâs t*agtt*aças-, Íernbra David .Agra Á"s primeires Fr$pâg*ndar em rádio Ás prirneiras propâgandas q*e surgirarrlÍlo rádia erasr cofilpüãtas somente de textos escrito* a sanet* au máqui*a de escrever e * locut*r simpleimerfe lia, Depai*, parã ürganíraçã* do *úmero de inserçães veic * sisfema *haruaqlcl Cardex, que erâ um fiehrtrio, crj*s ccmerciais Êram coÍoçados nrlrnô espÉeie de ffirrnq da famanh* aproxiuradr de u*r teçlado de computaeÍor. $ Cardex era u$r carrâo de çarielina onde ern csde ficha estal,a escrits a prcp*ganda- ü loeuf.sr, s çada anúaçio fxlads, elimfuiava ur*a fieha" Strgiu então a figura ãs Isçutor ççmçrciaÍ" que nã* aprese,ntat* proÊtrôillÉr_q- *penes lia text*s de propag*nda. Àí valia a *riativirÍade rla irnpror.isação da r,+2. Essss loçutr:rec ç..rmeriÍ*ii n*nnalmente fi*avarn enl esf{rdios
  2. 2. sepârã.do§: qur eram aci+:nados mecanicamente" Depois s*rgÍu a sistema úe"lingie, qae vinharn gra*ados de agên*ias, surgindo âs prCIpâgândar çlássicas rle srnpresâs e ruarüas somo Jolusçn's e Johmson's, §abonete Gessy Lever, satrronete Vale euantc Pesa, que chegavam Fffxltos já gravado ern diçcn de Acetato {tip* de vinil, *ó que de alurninio çeiberto çoÍn umn química). É o precursor do h,íD iMini Disc).lr,Icste período Ç$Íneçaíam a surgir *s gravad*res) que ferram facilitando o *úalho. ü popuiar gravador de fita rnagnética, cajcs primeiros eraÍn da marca philips, de oilgeln ing.tesa; a Gru*g! fabricado na Á,iernanha: o Geloso fabricado rrá itália depois vsio o* mais "famesôs" comCI o fu;ai" de fabricaçâo japonesa. ü model* Geleso fci um dos prirneirCIs compactos. já utilizando fitas csrn Snis carretéiç" Quand* se tazia uma hansmissão extenra de shorv eu de futebol, fuda era narrado ar-. vivç. Depois suryiu o prirneirrr rrpirrter utilizansl* çabo. Não exisÍiarn fcrnes de ouvido disponíveis para todcrs. 0 repóm*r-fazí* as.fíoshes utjlizando apflrâs telcfone. O rádio porÍátil, utilizado comCI retoroo ,Je serrn, veio somente mais tarde. N* Brasil" *i;l.daem 1960 não exisria microf'cre sem fio. ..Er:r Joiaville tinha um aiernâ* ckarnado Ernilio. cujo pai fez um microt'one sem fio. Nei Guto Guimarães toi primeiro çm §aata Catarina a usar um microt'on€ sem tio. lez uma transmissão de cima de uru.a bicicleta foi ertâo o primeirc repóúer móvel. Era utm microfane quadrado, já c*al a logornarça óarádio. fls cÍr§* Rádio Culturd., Iernbm Dar.,id ,{gra Filho. Ilepais que invenfararu o transistor tudo rnudou na eletr,ô*iça. fr:i possível {azer rádios porráÍc.is. Ârrr'es trido era por Íio. Ás transmissões por línha eram cornplieadas. Fara viajar pes*oalmente de Tubarão para Joinviile era* §srea de l0 haras de viagem, s E$e dâ paraimaginar a dificutdáde flú *a§<: das fransrnissões. Eraar u.sados fios via telefonia. Porém, aí e que estar.a a major difieuldade. os aparelhos telefônicos eram à maxilela e conseguir urna ligaçã* muitas lezes demcrar,a horas. 0 sisrerua de teletbnia meihorou ern muiio. fr*i" temos eté o sistema Celular- mãs o processo a fias ainda continua. Urn jogo de Êltebol. que acorrtece em Tubarãa e é transmitido ao vivo para Joinville, aíncla pâssa por várias *entreis. Antigarnente passava por Lagrrnel Floriar:ópolis, Itajaí, Biurnenau até clrrgar na emissora jr:inr,tlease. A facílidade düs dias atuais g po, *orseguir hnha. Hoje é passível Íransmitir nrn jogo açr *iyo de B*leni do pará para foinã$e çom de.rnasiada tbcil-idade. Tantbem temos agsraas fransrnissÕes r,ia satélite, psr antenas parabólicas" A rádic Giobo, psr sxe§lpla, qu* frausmite trsJ*güs olímpicis ilsâ esse sisterra. Mas o próprio satelite é r.ia Ernbratel. *u sej.a, esta vineul adç'atelefi3niça. A parabóliea entãa serve para recebeÍ CI scm das rádioi de fora. Qranto ao jcrnaiismo entre 1940 e meadcs de IgT* a maisria dss entrevistas erâm gral'adas e editadas para então serem apresentadas. ..O motívo para se €irÍrr,ar Ê.râ â censura", dÊclâra llavid AÊra. Àlgun as eüfr€l,istas ssbre assuntcs sotlio e*tretenimento eram ao r.ivo. ü operadrr de s*ffi utilizava dois toca_elis*os cu mais pÍira mÕntar Íl prsgraÍução ao vivo. Entretenimento
  3. 3. l{a metade do séçulo passado um dos ftarcos no rfulio eram as nnvelâs, CIu radionovelas p*pularmente çonhecidas" Em Joinl'rlle nesta rpoca um dos atores era o hoje apresentador de prograrna sertanejo, l!4ário Hrirtçl. segundo ele, eram dois tipos de teç*iça, nüs progrâmas de rádio-teatrei por exeffipla era Emil mesa peqtlefla qrie faziao mesmo qu* i, grantles. ,à, técnica ainda pennanecss ffiesmo depoirdo ad.,.ento da coruputadór. O locutor era separado pei* vidro para não cau§ar rnicÍot'üÍria. Ouvintes por teiefone e discos er&m pr*gramados pela mesa. O discoteçixia e o prügrôínadoiera a mesma pessce. "Os comÊrciais eram grarados em Acetato viryem, tinha agulha de diarnanta um dedo leva,Jo Íro grayador e outro no gr.avador, iudo sirnaltaireaf1ente,,, leurt]ra coÍn saudosismq h.,tário Hütfel. Tiros, p*rtas de veiculas, relinchadas de calalos" tucft: era responsabilidade tlo teçnico. Coma eram as rádios ântes do computador?  resposta é loaga, diz &.aldyr.Silvesrre Filho, tecnico de rádio" desde lg7g. Segundo ele, no coíneço dos anos g0 os çomercis.is eraÍfigravados em Mini Disç !h{D} que também fai uma forma de inrr*dução dr: sistema digitat. O problema do h4D era que nã<r tinha a sistema c*rnpactc fuíp3. Âpesar de sc-iern ,o*pu.ro*, n, arquir"os eram grandes. cabizun âpetâs 74 rninutos ern cada iniru disco. por isso os MD's ÊÍâÍn resfritos para çomerciais" Ás músicas çontinuavâm eÍ.n CD e l,,iftil. Antes disso as rnúsieas erâm executadas em vinii e f,tas r*lo" Essas fifas *ariar,am de acorda ccm a ratação que estava sendo executada. e tinham desde uma hora utilizando os dois lados, sendo meia de cada lado, até seis horas. porem quanto mais lenta a rotação de gravação menor era a qualidade. ..ltfas mesfito as graraçÕes eür seis horas, eram püssíveis de reproduzir io* re.ra qualidade'-. guruit Waldyr Silvestre. Nesta fuoca as fitas jâerawregraváveis. §isterna de c*rtucheiras. O sistema coúecido pelos féç*ieos somo'.cartuçheirâs.', se assernelha com as fitas de rolo. só que eíitm fitas ditas sem fim. O rolo da Íita Íiçava na horizontai, qve dava uma volta e pâssÍrva por $m ârôsle, q&Ê â enralava por fora. Corn esse proüessCI fudo ia senda gravado e regravado ern cima aut*malicamcflre, depois de algumal rluaadc estivesse ccnÍirmado que nada anda precísaría srr guardado. Qr.rando eram ggavações que precisav,âÍn e$Írar vádas vezes rc mesrna dia e de fonxa idêntica, tipo aviscs $u c*fltrrçiais, era açi*nado urn sistem a &e parad.a, que ernitia sÍn soffi Bíp parafilarçar o poÍltCI. 'Iinha urn sens*r que lia r_r Bip e ?ãíava a fita automati*amente. Essa* gravadoias de çartuçho começaram em lg?g. E çram çharnadas carr*cheiras pôrque erfin **laeadas nurn cartuch*, do tarnanha de urc*
  4. 4. oarteira de dçeuments§, um püuüü maisr qus a fita cassete tradiçional, Esse sistema íimcionou em Joinville até aproxirnadarnente 1994, 1çgS. fuÍas algurnas eínissoras do interior ainda hoie utilizam as $a$ucheiras. ExistiaÍn sartu{theiras nacionais e imp*rtadas. As irnp*rfadas eram consideradas mais s*fistiçadas. devido a qualidade súnora, principalmelrte quanÍo ao mec*ni§rno de acioaamenf$, e rçÇursos cCImo * de aeeleração clue muiras nacionais nãa tinharn, Ê esse sistema prtpcreionava colocar no ponto mais rapidarnente. "Âté o d*sign era mais arr*jada",lembra Waldir Sil','estre. Já as primeiras naciouais erarrl çonsideradas cópias grotescas das americaaas. e muitas Í-alhavam" inciusive r:a hora de ir para o ar. Ás brasitreiras muitas trezÊs passavâfildrreto * ponto do Bip, ü qus fazia çom q*e repetisse * comercial invaluntariamente- Mais adiante as nacionais melhoraram bastante, se r:rluiparando cüm as importadas. ]rlo Brasil eram fabricadas âs filârcâs Cartape" Top Master entle üBtras tnenos conhecidas. Casseteira É um sistema de Cassete com velocidade acelerad4 eom fitas de rrínta segundos, urn minuto, dois minutos, e tambérn com sensores Bip de pxada. Foi uin siste,ma que deu muito trabalha. pois conskntemente davam prablema de mecanismo. Quanto ao áudio. sfita poÍ ser muito fiaa desgastava rápid*, e Iogo arrebentava. Esse sistenia não fiui apr*vado pela maíaria das té*niçci qoe u*atavao, tendo que volta e rueia consertar a üasseteir-â, que era ô âparelho oade as fitas *assÊtcs fosavaffi. Existiam vários rnodelos, também nacionais e imporfados. 0 camputador Os computadores quando vieram para as rádios ja eram semeihantes som os aiuais. Os computadsres já existiam em outras áreas. porém nâo har.iam prograrruLs especíÍicos para rídíç- Âs máquinas nãa reproduriam rnúsieas cam t'acilidad;. Tarntrém não faziam compacÍação de arquir,'os süilCIrcrs. E contimrarra seniJo mais lácil tocar'Êr) aparelhô rie CD do que no computador. A primeira rádi* em Joinr,ille q$e usCIl] computador ao lugar do aparelho de CD e dç de &dE, fbi a Cultura Fr,f, que utilizou progÍama da Viçtor do Brasil_ eue.iá r,infta com sisterna de compacfâÇão MP-3. Cornpactação em MP3 &iÍP3 é umâ compactação que reduz o arquir,,o em l l ueze§. por exemplo, urna nrúsica de três minuÍ*s e meitl, ocuparia 45 rnegas. e cornpaetada *cupava aproximadamente,{ megas. Com esta compactaçà* da para colaear Í}â fi}omqrria do scmputadür Ema qr-ralrtidade muitc maior de músiças. Eafãç Çorneçorl a ser
  5. 5. vântagem ter os arquivos rnusiçais Ê s$ÍlCIros coffio um todo, ai entraudo ç*merciais, vinhs{as, hora cesta. ô&Fe outtros, direto no rniçrs ccrnputador. Â* prinreiras rompâctâções Era preciso grâ!'ar em MD para depois passal'pârâ o computador. após isso fazia-se sntãc a cornpactaçâ* e a*vazeíaÍ?*se na memória ds) miçro. Porém nào se fazíarrrt edições no rniçro. {Fre ÊrÍrm possíveis sornerte usando o MD. Depais r.çio o píügrama §ound Fcrge, oade gral.a-se, e edita-se Çomerciais, entrevístas e até ruúsicas. Nas prírneiras versões d* §ound Forge, ele não compactava. Era preeiso um ouírç prograffia para.t'azer esse tratralho de dirniruiçãer do rarnanho do arquiv*. Eram usados progrêmas corno a Audio Catalystc enfre outrcs. Essr programÍr reduzia os arquivos também em l 1 vÊzÊs, já *trlizando * MP3. hias novas versiies tls §ound Forge, é possírel gravar, editar- colocar efeitos, e fazer a compactaçâo, do, arquiv*. 0 F*rge prop$rcrona que o som seja lerado " arfi1azefiàda no arquivo ji{ totalrnente pronro para ir paÍa o ar. Execução da prograrnaçâo Para a execuçãa da prograrnação, cour músicas, hora üÊrta, comerciais, vinhetas. noticias grar,atlas. é preciso um prograua de conipurador esileciÍico. Âtuahnente existenir o Keepen o Axcses e * SysRadi* que são os maís utilizados. Crrrn esses píogrâmâs a rádi* pode por exemplo. passâr msses sílmetlte cCIfil grar,'ações. inclusive dando ahora certa exata. Dispensando a ser humano. Iaeirtor. À hora certa e prer.iame*fe gravada e arrnaz€nada num arquir.o. Âo programar, o compufador na hora de execuç.ão rai buscar a hora que se eÍlcontra ro r.isor da tela principal. Porém o ser liumano precisa fazer tada essa prograniação. l{as e possível criar urn troçutcr r.irfual. a parfír de uma voz totalms,Írte comunq alterá-la em seu ti:nbre, roqúdão, voiume. ecos. r.elocidade eotre outros efeitos. Hoje em üa o c.r:municador faz o papel também dr operador, executando c.ornerciais. músicas, saltando vinhetas, dando mais dinamismtl a progrâmação. E preciso no esúdis, apsírãs um bom mícro e Ícda a plástica poderá dar inrpressão que se está num estáilio lotado, por exemplc. lVlesae de sam A mesa de ssm, aquela cheia de botões. que fica no estudio de programaçã.o ela não tem recursas de alterar ü solll, como por exefirplo, graves, medios e agudos, ela é plana, para que rrão seja alterada a sam da rádia por aeirhurn do; apresentadores. Âs alteraç§es neçessádas são feitas no esúdir_r de grava".ão. Mas a qualidade da sam da rádie depende muifa d* proeessadçr de áudic, que fica ju*tc ar transnrissor quand* fcr rádio Âm, quand* for Fm este pr*csssÊdor fica ri: e*fudio. {}
  6. 6. pÍ'oçessâdor expafide $s ssüs baixos. cornprime ss sons altos, Êrefitendo nurn rível médio adeqtrandc para não prejudicar o ouvinte em altos e baixos" ExisÍe uma alfira de áueÍio qus é rnoduladc, regulado, de*tro de ur-rra üürma estatrele,cida pda Á,natel {Á,gência Naçional de T'ekcomunicaçôes}, que é de 1009+ de mo,dulação. O trarsmissor tefll quc çstâr modulando pârâ mânfer o padrão" Não pode u[Írapassar nem baixar tr limite de sçm^ Peiis á çonsideradr: prej*dicial ao *Br"inte quanto a*s nridos, que podem faeer mal a saúds e üaz*r desçonforto ou até çstourando a caixa de sorn dos rádios çasçiros. Se nãa fosse assira uma rádio t*caria bem alto e ou&'a baix.c, selria uma tragunça gerwra;l:u;ada. Potência Quanto a potência, também existe regnlameatação pela Anarel, de açordo eom â licença que a esfaçãei possui. autorizaçâo de firneiofiânlerrt$. Ela nãa pode estar nem mais nem Írrnos que I0% do estabeiecido. Isso para não ü:istura.r no rádío da ou'vinte mais de uma rádio na mesmê freqúência. Toda emissora de Fm mantéru a mesma potência durante o dia e a noite, não sofre influência do sol nem da lonosfera ícamarla da atmosfera que fica a 15 km para cirna)" Iâ*as riídios Am a potência de dia é uma e a noite tem qlre ser reduzida. Essa mudança hoje em dia é feita automaticam*nte. Psis o Aar a noite se prCIpagâ rnais facilmente, u[trapassando os limites esrabelecidos pela Ànatel. Existem algumas e,missoras que o çanal e protegido, tais como râdio T:up3 e Glabo da Rio de Janeirçr, rárÍio Gtobo e H.ecrlrd. de são Faulçr, qli€ teffi âmbita nacional. A emissora privada de maior potência hoje é a Reç*rrÍ. cam 20ü mil waits. Antigamente os transmissores de 50 mil watts. por exÊffplo- tinhaln um tamanho de aproximadamente 20 mehos de iargura. pois eram sorn rálruias reÍrigeradas com águA e cada uma tinha cerca de meio metro quadrado. Hoje ern dia os fratsmissores mode,rnos, eom muito rnais eiiciência e menor Çoosumo de energia são t*dos em estada sólido, ou seja sem vállula. §ão cornpactos" ou sej4 um tratsmissor de 1 kw tem a tamanho de um frigobar, meilos que um metro quadrada. ,4ntigamente o sam do estudio era fransportado ate os fransmi§sores por meio de linhas, elas teriam qüe ser insraladas pelas próprias rádios, não existia* iinlras telef,aniças exclusir,'as. Era uma fiação partieular. Hoje ern dia existe a sistema de UFIF, sigla ern furglês que signifrca Freqúência Uitra Elevada, de aproximadamente I Gh4 ou seja, que transporta o sCIÍlldo esúdia até CI fraÊsmissor som â mesma qualidade. Nos Estados Unidos já existem rnais ou ÍneÍss iü* emissoras de Am jâ funcionando no sisterua digitâl. ü som da Am então vai se úomparar ao som de Fnr, srym ruídr:s. Só que cofir ü agrs.yante, de não ser sintonizaúaçasishaja algum luído. Nc Bra*it no próxinio cÊngresso de Radiodifssâo da Aberr {Á.ssociaçã* Brasileira de Ernissoras de Rádia e Teleltsão) vai eslar ent expssiçãr) e
  7. 7. llç-h dem,onstraçâo * sistenrâ digital. Já se c*mercialízareceptürcs <iigitais, üu ssja, rádios digitais parã c*rrc)s rrüs Estados Linidos. Ân{ena de transmis*ão A anteaa de transrnissãa da Âm é a propria t*rre, e suâ altura <iepende do projeto dç sua &eqiiêacia, sua amplifude. Iir a Fm tern a âfitena no topo de uma torre. Esse sistema t wttlizado desde os princípios das transmissões. A transmissã* do estúdio até o transmisssr que manda para os rádios dos *uvintes é feita por rnei* de ondas eletromagnéticas. Eni Ârn {Amplitudes fo{oduladas} e em Fm {Moduladas ern Freqüência}. JoÍnville, 19.6"?004.

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