Successfully reported this slideshow.
Prof. Ms. Ricardo Sartorato
Bom dia!
Muitos casos e
palestras depois...
Mestrado
Monografia sobre
coluna
Primeiro artigo lido do McGill
Primeiro trabalho sobre...
Além de outros professores aqui sentados...
100.000 anos atrás

50.000 anos atrás
Astrand et al. (2003)
Homo sapiens sapiens não
mudou

Adaptações favorecem a
locomoção.

Astrand et al. (2003)
Somos bípedes
A cabeça é mantida verticalmente

Lewin (1999)
Mãos manipulativas preferencialmente
que locomotoras
Maior sensibilidade nos dedos
Grande polegar opositor

Lewin (1999)
O pé forma uma plataforma sem um
polegar opositor

Lewin (1999)
Reduzida lombar
Pelves estreita
Ângulo femural modificado

Lewin (1999)
Maior comprimento do fêmur e tíbia
Tendência ao joelho valgo

Lewin (1999)
Lewin (1999)

Mudanças anatômicas permitiram que o homem pudesse se deslocar sobre dois
MM, liberando os MS para outras fu...
Maior cérebro permitiu o
desenvolvimento
da fala

Lewin (1999)
Ronan (1984)

O homem tornou-se fixo a
terra (agricultura) e logo
se desenvolveu a
domesticação

A ciência em sua
forma
pr...
Uma grande revolução na vida do ser humano.
Hábitos distintos a cada cultura.

Ronan (1984)
O que é lombalgia?
Qualquer dor que persiste por mais de 48 horas,
restrita a região lombar e que provoca algum
tipo de li...
13%
43,4%

13%

obesos

IMC > 30kg/m^2

acima do peso

25kg/m^2 > IMC > 30kg/m^2

(Ministério da Saúde, 2006)
15,5%

Ministério da Saúde, 2006)
(Ministério da Saúde (2006)

> 2200kcal/sem = 314kcal/dia

19,3%

12,3%
Moderado a
forte
4%
Leve
40%

Sedentário
56%

(Owen et al.2007)
(Mercúrio, 1997)
Rondônia = 1 tomógrafo e 2 aparelhos de ressonância magnética
Média nacional = 1,6 aparelhos para cada 100.000

0
0-10
10-...
(IBGE, 2011)
90
85
80
75
70
65
60
55
50

1980 1990 2000 2010 2020 2030 2040 2050
POBRE APTIDÃO FÍSICA
BAIXO CONDICIONAMENTO AERÓBIO
PRÉVIOS EPISÓDIOS DE DOR

DIMINUÍDA FLEXIBILIDADE
INDUMENTÁRIA INADEQUA...
(Thomas e Nelson, 1996)
Pois são AS CAUSAS!
Dias perdidos (milhões)
125

100
75
50
25
0

55

60

65

70

75

80

85

90

95

ano

(Wadell, 1998)
Nascimento (0 anos)

Morte (100 anos)
50-60

31%

(Sartorato, 2002)
crônico
subagudo

agudo

Crise (instante 0)

1 semana

Episódios múltiplos em 4 anos
(Adams et al., 2002)

4 semanas

3 me...
% de voltar a trabalhar

100
90
80
70
60
50
40
30
20
10
0
0

6

12

18

24

Meses fora do trabalho

(Wadell, 1998)
2,3% do PIB brasileiro de 2010

8-20% de desistência

(Sartorato, 2002)
% distribuição
25
20
15
10
% de todas as hérnias

5

8

0

20
% distribuição

30

40

50

60

70

Idade da cirurgia

6

L2...
(Sartorato, 2002)
5% a 15% de todas as lesões
esportivas
(Borghuis et al., 2008)

79%

Incidência entre 1-30% em atletas
55%

(Graw et al., ...
Você ainda vai ter o seu!
Quanto mais vezes um tecido passar por ciclos de carga e descarga,
submáximas, menos elasticidade e força ele terá.
FORÇA
...
DANO – capacidade permanentemente piorada de para resistir a
deformação.
FORÇA

Força máxima do tecido -> Ruptura total

L...
compressão

tensão

cisalhamento

Resistência ao dano –
Específico para cada tipo de
tecido, em função do tipo
de carga ap...
Y= CARGA; X = TEMPO
TFT

a

MS

a

b

a

a

a

a
b

c

a

a

d

c

d
a

d
(McGill, 2007)
(Kupural, 2011)

Mudanças
biomecânicas

Psicológicos
Genética

+

Mudanças
bioquímicas

Sociais

+

Meio ambiente
Dependente do estilo de vida,
trabalho e lazer

Carga
Dependente do tempo entre as
sessões de carga

Genética

Recuperação...
Indivíduos diferentes, mesmo tecido

(Adams et al., 2002)
Não ocorre cicatrização discal,
apenas reabsorção do material
nuclear

Muito tempo depois....

Protrusão

200%

Hénia extr...
Mais fraco, mais rígido
Progressivo, cumulativo e
irreversível
Corpo
Processos articulares
Processo espinhoso
Processos transversos
Arco

Pedículo
Lamina
Corpo
Forame vertebral
Canal (a-p)

Aporte sanguíneo

máxima
T4
mínima

T9

média

(White e Panjabi, 1990)
1/3

7 kg
1/3
1/4
1/2

60% MC
?

Cargas sobre a coluna são variáveis e aumentadas na região lombar
46°º
Torácica

Lombar
%
40
33,3
30

26,9
20,8

20

11,7
10

5,3
1,1

0,8
0-10

11-20

21-30

31-40

41-50

51-60

61-70

71-80

81-90

graus

(G...
O que acontece no segmento vertebral tem
implicações em todas as estruturas da coluna
Dor discogênicas
Dor na articulação sacroilíaca
Dor na dura máter
Distensões musculares
Tecidos moles

Espasmos musculares...
Viscogênicas

Vasculogênicas
Neurogênicas

Ósseas

Espondilogênicas

Tecidos moles

Psicogênicas

(Salter, 1985; Kuritzky ...
Viscogênicas
(Rothman-Simeone, 2011)

Viscogênicas

Pedra na vesícula

Pancreatite

Lesão no mediastino
Úlcera gástrica

Úlcera peptídi...
Vasculogênicas
Neurogênicas
Póstero –lateral
Foraminal

Póstero –mediana
Canal
Neurogênicas
Espondilogênicas
Espondilogênicas
Histórico -> Exames -> Fatores de risco -> Testes

ciatalgia

(McGill, 2007)
RX

TC

RMI

74% das RMI possuem anormalidade(s) sem dor!
(Jensen et al., 1994)
Atenção com os sintomas!
Raízes nervosas
Discos intervertebrais
Articulações zigoapofisiais
Corpo vertebral
Ligamentos
Tecidos moles
NP

NP

NP
Z

Y

X

(Panjabi, 2001)
LIE

h

H

LLA
Cargas equilibradas
entre ligamentos,
facetas e discos
~ 74°
ângulo sacral

~ 50°
(Middleditch e Oliver, 2008)
Maiores cargas
discas
R
E
T
I
F
I
C
A
Ç
Ã
O
72°

0

5

10

15

20
(Panjabi et al., 1980)
0

5

10

0

5

10

(Panjabi et al., 1980)
(White e Panjabi, 1990)
1F

A

P

0,5F
1,5F

5F
(Nordin e Frankel)
1s
A

P

psi
700
300
100

(White e Panjabi, 1978)
(Albright et al.)
Y

90°

60°

30°

15°

0°

15°

30°

60°

90°

0°

(Panjabi, 1978)
++ ++
+ -- +
++ +

Y
H

h

++ ++
+ + +
++ +
Disco lombar

Disco típico

4 cm

Mais nervos

Anterior
7 a 10 mm

Posterior
Raiz dorsal

15 a 25 lamelas
Colágeno tipo1
3...
Flexão/Extensão >>> Flexão lateral >>> Rotação >>> Rotação com flexão
+
+ ++ ++
+
+ ++++
++
+ ++ +
+

++ ++
+ -- +
++ +

+...
Pequena população de células

400x
(Rothman-Simeone, 2011)

9000
células/mm³

concentração

5000
células/mm³

oxigênio
glicose

ácido lático
Placa terminal
NP

Condrócitos
Sulfato de condroitina
Sulfato de queratan
Ácido hialurônico
Prostaglandina
Fosfolipase
Ácido nítrico

NP
...
100

100
Y

Estabilid
Carga compressiva (Mpa)
2,5
2

1,5
1
0,5

0

P

A

Distância interna no disco
2,5
2
1,5
1
0,5
0

P

A

Distância interna n...
Os danos são irreversíveis!
600

(McGill, 2000)
600

(Kapandji, 2000)
800

(Kapandji, 2000)
(Aebi et al., 2005)
(Aebi et al., 2005)
(Hamanishi et al., 1994)
RX

TC

RMI
(Roudsari e Jarvik, 2010)
LLP
Grau 1
(Middleditch e Oliver, 2008)
3 cm >

L5

(Middleditch e Oliver, 2008)
L5
~ 6° - 29°
(Middleditch e Oliver, 2008)
L5

(Middleditch e Oliver, 2008)
L5

(Middleditch e Oliver, 2008)
(Giles e Singer, 2003)

70

30
(Giles e Singer, 2003)

30

70
(Giles e Singer, 2003)

85

15
(Giles e Singer, 2003)

?

> 30
(Pinheiro-Franco et al., 2010)
(White e Panjabi, 1990)
Procure saber o que seu cliente tem
O estágio de degeneração da
coluna de nossos alunos
DOR

DANO

DESEJO

FASE?

QUAL?

REALISTA?

META: PERMITIR O ALUNO ATINGIR O DESEJO, RESPEITANDO
A FASE DA LESÃO E O DANO ...
Dano permanente
Podem andar lado a lado?
Mistura de “arte” e ciência
É realmente baseada em evidência?
É possível

(Priberam)
Hipótese -> Evidência
TEORIA
E
V
I
D
Ê
N
C
I
A

E
V
I
D
Ê
N
C
I
A

E
V
I
D
Ê
N
C
I
A

E
V
I
D
Ê
N
C
I
A

E
V
I
D
Ê
N
C
I
A
E
V
I
D
Ê
N
C
I
A
TEORIA
E
V
I
D
Ê
N
C
I
A

E
V
I
D
Ê
N
C
I
A

E
V
I
D
Ê
N
C
I
A

E
V
I
D
Ê
N
C
I
A
“A ciência avança por meio de seus fracassos.
Novas idéias são necessárias quando as velhas
não podem explicar as observaç...
Risco 0
Certeza 100%

Risco >
(Levitt e Dubner, 2005)

1 a cada 11.000
6 mi nos EUA
550/ano

1 a cada 1.000.000
200 mi nos EUA
175/ano
Analise o dia a dia de seu cliente e
proponha intervenções
Lesão

Inibição
reflexa

Fraqueza
Fraqueza (inibição
muscular, atraso na
contração e perda de
coordenação), baixa
resistên...
Para isso use baixa sobrecarga, evite a
gravidade e mantenha a estabilidade
Contrair, adicionar e alterar o ângulo lombar (especialmente
no extremo do movimento) aumenta a pressão intradiscal

908 N...
Manobra de valsalva

Respiração contínua

Aumento agudo da PID (Sato, 1999)

A contração muscular FAZ aumentar a carga dis...
Flexão/Extensão >>> Flexão lateral >>> Rotação >>> Rotação com flexão
+
+ ++ ++
+
+ ++++
++
+ ++ +
+

++ ++
+ -- +
++ +

+...
Maiores cargas discais,
núcleos para trás
Maiores cargas nas
facetas e ligamentos
Evitar os extremos de amplitude
(Reinoldi et al., 2004)

Os EC não funcionam
quando a coluna está
sob risco
Wilke et al. (1999)
Caminhada
lenta

L4

Corrida rápida
0,35 até 0,95

Caminhada
rápida
Com e sem o uso de tênis

L5

0,53...
gravidade

sobrecarga

ângulos extremos
Restrinja os ângulos perigosos e use as
opções com menor sobrecarga
b

b

Tensão

A

100

A

a
M
50

A

A

a

c

0
0

1

2

3

AA

4

M

AA
A

c
A

M

(Neumann, 2010)

A

A
Torque a 60 °/s (Nm/s)

120
100
80

60
40

20
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
100
110
120

0
Joelho (ângulo de flexão)

(Knap...
Torque (Nm)

Joelho (ângulo de flexão)
80
60
45

40

49

65

57

20
0
0

50

100

150

Quadril (ângulo de flexão)

PS: o c...
70

30

>
30

?

AA

A

M

AA

A
M

A

A
É mais segura com amplitude
limitada a qualidade da execução
Flexora em pé
Glúteo em pé
Glúteo 4 apoios
Agachamento em pé
Cargas em L3 (N)

600

SELECTION

REDUZ INCÔMODO

400

SEM

200

Com um apoio de 5 cm na lombar

0
0

10

20

30

EMG (mV)...
Pois sua biomecânica acelera o
processo de hérnia
Aumentou a força, mas não reduziu a gordura (oh!)

(2011)
1,75 mm

85

15
1,5 mm

(Panjabi, 1978)
1500

1500
85

15

?

>
30

6000
Isométrico, atinge 50%
da MCV, mas pouco dos
oblíquos (<20%)

(Marshall e McGill, 2010)
Gunning et al. (2001)

mais fraco

mais fraco
0,9% NaCl

Desidratado

Super hidratado
Será que está sendo levado em considerado que este aluno
passou a maior parte de seu dia sentado e que esta posição
também...
Será que está sendo levado em conta que a hérnia discal
está associada a ciclos repetidos de flexão-extensão?
(Morris, 200...
Psoas está maximamente encurtado?
Esta posição facilita
mais o ponto de apoio
para o psoas?

Por que com tantos
músculos n...
Genética para hipertrofia e finas camadas
até o músculo
Existem diversas outras opções
mais seguras
Por que com a barra
solta?

Segurança está sendo
levada em conta?
O que há
funcional treinar
com altas cargas?

Existem ou...
Ângulo (graus)

200

Adicionar sobrecarga (50%
MC) no agachamento
aumentou os ângulos de
flexão do quadril e joelho

150

...
Mais

Menos
Mais

Menos
Mais

Menos
Estética depende de carga, carga depende de
estabilidade
L5
~ 6° - 29°
(Middleditch e Oliver, 2008)
L5

(Middleditch e Oliver, 2008)
L5

(Middleditch e Oliver, 2008)
(Giles e Singer, 2003)

70

30
(Giles e Singer, 2003)

?

> 30
(McGill, 2009)

70% da força gerada
suporta cisalhamento
10°

45°

Postura incorreta sobrecarrega ainda mais as facetas da...
(Giles e Singer, 2003)

30

70
Mas a questão é: você realiza o agachamento
para trabalhar a lombar? Se o faz deveria
direcionar a carga para ela.
% MCV

...
Barra deve passar bem próximo
da “canela”

Nada mais que um agachamento
onde a carga não está nas costas
Contribuição dos ...
Iniciantes possuem técnica consideravelmente
pior, gerando maiores cargas
(Fortin e Falco, 1997)
(McGuigan e Wilson , 1996)

180
160
140
120
100
80
60
40
20
0

180
160
140
120
100
80
60
40
20
0
0 0,2 0,4 0,6 0,8 1 1,2 1...
O joelho praticamente não flexiona
Lordose deveria ser preservada
(Wright et al., 1999)
Biarticulares
Q

0°

107,6°

128,6°

J

111,2°

22,3°

116,1°

Semi tendinoso
0,929

-12%

0,815

-3...
O lugar deles é na cadeira flexora
Para fins estéticos, não os utilize
Para fins funcionais é questionável
Sejam eles desejados ou não
Marshall e McGill (2010)
Amplitude de
movimento?

Gravidade

Grande dorsal

Possui um único
eixo de
movimento, que
não coincide com
a lombar

Permi...
Em quem de fato precisa treinar uma
função
“Restritivo”

“Abrangente”

Avaliação funcional
Poucos “personais”
Exercícios contraindicados

Avaliação funcional?
Muitos...
Treinamento esportivo geral
Objetivo: reduzir lesões competitivas
(Boyle, 2004)
Fácil de usar, fácil de abusar
Sinônimo de variação de treinamento
Corre, salta, move-se lateralmente?
Pois é nele que a prescrição (funcional) se baseia
A academia está preparada?
Carece de evidências
científicas de qualidade

Treinamento esportivo geral
Objetivo: reduzir lesões competitivas
(Boyle, 2...
até dez/12
Gray Cook
4
3%

Michael
Boyle
0
0%

McGill
147
97%
Se a prescrição é baseada em evidência científica,
será que ...
Fácil de usar, fácil de abusar
Sinônimo de variação de treinamento
Tipos de treinamento

FUNCIONAL ?
Alguns mais…
28/07/12
FUNCIONAL ?
Desequilíbrio X força
Força Máxima
Estabilidade máxima
Fadiga voluntária
máxima
Cargas >60% CVM1

Redução na força isométr...
Reabilitação

Atlético

- Sobrecarga
+ Sobrecarga
+ Função
+ Gesto motor
- Risco
+ Risco
Benefícios?
(Fenwick et al., 2011...
Compressão
Ativação muscular
(Fenwick et al., 2011)
L4/L5
% MCV
GD EC
2300 N

80%

3500 N

55% 60%

2400 N

75% 48%

50%
“Bom dia” ~ 20° de flexão
mesmo com clara orientação de
não mexer a coluna.

(McGill et al., 2009)
(McGill e Marshall, 2011)

Altas cargas de cisalhamento
Elevada ativação do core
Conceito subvertido
Treinamento de força disfarçado
Figuração de academia
Com o objetivo de tratar e prevenir
D

RA
OE
AP

Kliber et al. (2006)
Panjabi (1992)
Mais

Menos
Lordose preservada = cargas bem distribuídas
L4
CI
CM
Estabilidade

Core
training
Força

Resistência

Altas cargas!
(Hibbs et al., 2008)
Proteger a coluna de cargas
excessivas
torque

(Rothman-Simeone, 2011)

~2:1

extensão

flexão
torque

(Rothman-Simeone, 2011)

normal
pós reabilitação
antes da reabilitação
1600

Estabilidade (Nm/rad)
Compressão (N)

1400
1200
1000
800
600
400
200
0

3000
2800
2600
2400
2200
2000
1800
1600
1400...
Indivíduos sem dor (RMI)
74% possuía alguma alteração
(Jenssen et al.)
Com o objetivo de tratar e prevenir
150

EMG (mV)

100

Cargas 30% menores (Morris, 1961)

50
0
0

1

2

3

4

10
IAP (kPA)

5

0
0

1

2

3

4
TA

2
1
IAD (m...
Manobra de valsalva

Respiração contínua

Aumento agudo da PID (Sato, 1999)

A contração muscular FAZ aumentar a carga dis...
A musculatura promove um melhor controle da
postura pélvica e da coluna e não a redução de
cargas (Twomey e Taylor, 2000)....
Os músculos protegendo
estruturas sensíveis
(Hibbs et al. 2008)
MP dos segmentos distais
EP dos segmentos distais
(Jemmet, 2003)

++

++
Watanabe et al. (1999)

1 kg

Reto abdominal
Oblíquo externo +
Transverso abdominal *
Multífidos *
Eretor da coluna *

4 k...
Aparentemente o feedforward é mera casualidade
Unilateral

40% sem dor não apresenta (a)
em 70% de elevações simultâneas

...
O músculo mais importante depende da tarefa e o instante no tempo

TA

TA
RA

Compromete a estabilidade

Mais músculos + e...
Espinal

Longo do Tórax

Ílio Costal Lombar
Capacidade de proteger
questionável
Se atuando juntos ajudam a estabilizar,
mas aumentam a carga discal
100 kg em L4/L5
(Bogduk et al., 1992)

M
QL
P

(McGill, 2007)

(McGill, 2007)

(Anderson e Behm, 2005)
Paradoxo lombar

Com os músculos relaxados e o psoas
estendido, ele gera flexão lombar
Atuam juntos estabilizando a coluna
Comprime e desestabiliza, sendo
fundamental para a flexão do quadril
Os M são segmentares
M

LT

O vetor estabilizador dos M
não se alteração com a flexãoextensão

Flexão-extensão
Flexão-exte...
“Manguito rotador” da coluna
(Tomey e Taylor, 2000)

Exercícios direcionados para estes músculos demonstram efetividade
em...
Podem chegar até 75% de FCL, demonstrando alta capacidade de
resistência
(Jorgensen et al. 1993; McGill, 2007)
O mais importante dos estabilizadores
São músculos posturais, não alavancas de
geração de força para transporte de altas
cargas
Possuem de 4 a 7 vezes mais fusos musculares
(Jorgensen et al. 1993; McGill, 2007)
Senso de posição, fracos estabilizadores
segmentares
Com o objetivo de tratar e previnir
Estratégias adicionais
Orientar sobre
formas de evitar
fatores de risco

Evitar
amplitudes
excessivas

Redução do
sedentar...
(McGill, 2009)

Carga

Tolerância

Carga aplicada
Margem de
segurança

Coluna
danificada

Atleta de
elite
Protocolo McGill

Funcionais
Resistência
Desequilíbrio

Peso
Desequilíbrio
Desequilíbrio

S: sedentários
EL: ex-lesionados
IA: indivíduos ativos
T: tratamento
P: performance
Posição Corporal
Apoio no
solo/parede
Apoio no
implemento

Implementos
Uni/multi
direcionais

Feedback
Perturbação
Recuper...
Amplitude de de rotação da
pelve

Amplitude de
extensão/flexão com pelve
estabilizada

Carpenter e Nelson, 1999.
9

8

10

7

1

7

6

U
5

6

3

4

5

2

4

3
4

2
3
1

5

2

1
1

2
7

3
4

6
5
_

Desequilíbrio
Força
Resistência
Desequilíbrio

+
Ponto de partida

1

Tempo máximo de
repouso

2

3

4

5

6

Exercícios adaptados + core training

7

Fim da fase aguda

W...
Como tratar a lombalgia idiopática?

Lombalgia aguda

subaguda

crônica

Sintomas até 1 semana

até 3 meses

+ 3 meses

33...
Possibilidades de progressão
Possibilidades de progressão
Estudos de caso
Aluno ativo com histórico de lombalgia idiopática. Atualmente
assintomático.
Estudos de caso
Aluno inativo com histórico de lombalgia subaguda. Atualmente
sintomático.
Estudos de caso
Aluno inativo com histórico de hérnia discal. Atualmente sintomático.

Evitar exercícios abdominais; grand...
Estudos de caso
Aluno inativo com histórico de espondilolistese. Atualmente
assintomático.

Evitar exercícios de extensão;...
Estudos de caso
Aluno ativo com histórico de lombalgia idiopática. Atualmente
assintomático.
Estudos de caso
Aluno muito ativo sem histórico de lombalgia.
Martin Luther King
(National Geographic, 1984)

(2002)
Não diga que não avisei!
Em se tratando de
coluna...

...é sempre melhor prevenir
do que remediar!
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.
Upcoming SlideShare
Loading in …5
×

Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.

4,216 views

Published on

Aula ministrada na pós graduação de treinamento funcional da Universidade Celso Lisboa - Rio de Janeiro sobre Coluna vertebral e prescrição de exercícios tanto na saúde como na doença. A primeira parte da aula aborda a base teórica para a compreensão dos processos degenerativos, incluindo a hérnia discal. A segunda parte enfoca os exercícios e suas adaptações para o público saudável e os cronicamente debilitados.

Published in: Health & Medicine

Coluna vertebral e lombalgia da teoria à prática: etiologia, prevenção e tratamento.

  1. 1. Prof. Ms. Ricardo Sartorato
  2. 2. Bom dia!
  3. 3. Muitos casos e palestras depois... Mestrado Monografia sobre coluna Primeiro artigo lido do McGill Primeiro trabalho sobre coluna Primeira crise de coluna 1998 2000 2001 2002 2004 2013
  4. 4. Além de outros professores aqui sentados...
  5. 5. 100.000 anos atrás 50.000 anos atrás Astrand et al. (2003)
  6. 6. Homo sapiens sapiens não mudou Adaptações favorecem a locomoção. Astrand et al. (2003)
  7. 7. Somos bípedes A cabeça é mantida verticalmente Lewin (1999)
  8. 8. Mãos manipulativas preferencialmente que locomotoras Maior sensibilidade nos dedos Grande polegar opositor Lewin (1999)
  9. 9. O pé forma uma plataforma sem um polegar opositor Lewin (1999)
  10. 10. Reduzida lombar Pelves estreita Ângulo femural modificado Lewin (1999)
  11. 11. Maior comprimento do fêmur e tíbia Tendência ao joelho valgo Lewin (1999)
  12. 12. Lewin (1999) Mudanças anatômicas permitiram que o homem pudesse se deslocar sobre dois MM, liberando os MS para outras funções.
  13. 13. Maior cérebro permitiu o desenvolvimento da fala Lewin (1999)
  14. 14. Ronan (1984) O homem tornou-se fixo a terra (agricultura) e logo se desenvolveu a domesticação A ciência em sua forma primitiva iniciou há 10000 anos atrás, no Oriente Médio
  15. 15. Uma grande revolução na vida do ser humano. Hábitos distintos a cada cultura. Ronan (1984)
  16. 16. O que é lombalgia? Qualquer dor que persiste por mais de 48 horas, restrita a região lombar e que provoca algum tipo de limitação das funções físicas. L5 L4 S1 L4 L5 S2 L5 S1-S5 Sartorato (2002)
  17. 17. 13% 43,4% 13% obesos IMC > 30kg/m^2 acima do peso 25kg/m^2 > IMC > 30kg/m^2 (Ministério da Saúde, 2006)
  18. 18. 15,5% Ministério da Saúde, 2006) (Ministério da Saúde (2006) > 2200kcal/sem = 314kcal/dia 19,3% 12,3%
  19. 19. Moderado a forte 4% Leve 40% Sedentário 56% (Owen et al.2007)
  20. 20. (Mercúrio, 1997)
  21. 21. Rondônia = 1 tomógrafo e 2 aparelhos de ressonância magnética Média nacional = 1,6 aparelhos para cada 100.000 0 0-10 10-16 16-25 25-67 (SUS, 2009)
  22. 22. (IBGE, 2011) 90 85 80 75 70 65 60 55 50 1980 1990 2000 2010 2020 2030 2040 2050
  23. 23. POBRE APTIDÃO FÍSICA BAIXO CONDICIONAMENTO AERÓBIO PRÉVIOS EPISÓDIOS DE DOR DIMINUÍDA FLEXIBILIDADE INDUMENTÁRIA INADEQUADA POSTURA SENTADA ENQUANTO SE TRABALHA FRAQUEZA DA MUSCULATURA DO TRONCO PESO CORPORAL PROFISSÃO GRAVIDEZ FUMO ÁLCOOL ACADEMIA (Sartorato, 2002) (Riimäki, 1991)
  24. 24. (Thomas e Nelson, 1996)
  25. 25. Pois são AS CAUSAS!
  26. 26. Dias perdidos (milhões) 125 100 75 50 25 0 55 60 65 70 75 80 85 90 95 ano (Wadell, 1998)
  27. 27. Nascimento (0 anos) Morte (100 anos) 50-60 31% (Sartorato, 2002)
  28. 28. crônico subagudo agudo Crise (instante 0) 1 semana Episódios múltiplos em 4 anos (Adams et al., 2002) 4 semanas 3 meses (Sartorato, 2002)
  29. 29. % de voltar a trabalhar 100 90 80 70 60 50 40 30 20 10 0 0 6 12 18 24 Meses fora do trabalho (Wadell, 1998)
  30. 30. 2,3% do PIB brasileiro de 2010 8-20% de desistência (Sartorato, 2002)
  31. 31. % distribuição 25 20 15 10 % de todas as hérnias 5 8 0 20 % distribuição 30 40 50 60 70 Idade da cirurgia 6 L2-L3 L3-L4 4 100 2 80 L4-L5 60 0 20 30 40 50 60 70 40 20 L5-S1 0 20 30 40 50 60 70 (Pope et al., 1991)
  32. 32. (Sartorato, 2002)
  33. 33. 5% a 15% de todas as lesões esportivas (Borghuis et al., 2008) 79% Incidência entre 1-30% em atletas 55% (Graw et al., 2008) 54% 36% Ginastas (Baranto et al., 2007) Remador Levantador Jogador de de peso futebol 32% Tenistas
  34. 34. Você ainda vai ter o seu!
  35. 35. Quanto mais vezes um tecido passar por ciclos de carga e descarga, submáximas, menos elasticidade e força ele terá. FORÇA Elasticidade “depois” Elasticidade “antes” DEFORMAÇÃO (McGill , 2007)
  36. 36. DANO – capacidade permanentemente piorada de para resistir a deformação. FORÇA Força máxima do tecido -> Ruptura total Limite elástico -> Início das lesões Microtraumas DEFORMAÇÃO Elástica Plástica (Magee, 2007) (McGill , 2007)
  37. 37. compressão tensão cisalhamento Resistência ao dano – Específico para cada tipo de tecido, em função do tipo de carga aplicada compressão tensão 0 50 100 150 200 250 (Nigg, Herzog, 1999)
  38. 38. Y= CARGA; X = TEMPO TFT a MS a b a a a a b c a a d c d a d (McGill, 2007)
  39. 39. (Kupural, 2011) Mudanças biomecânicas Psicológicos Genética + Mudanças bioquímicas Sociais + Meio ambiente
  40. 40. Dependente do estilo de vida, trabalho e lazer Carga Dependente do tempo entre as sessões de carga Genética Recuperação (Sartorato, 2002)
  41. 41. Indivíduos diferentes, mesmo tecido (Adams et al., 2002)
  42. 42. Não ocorre cicatrização discal, apenas reabsorção do material nuclear Muito tempo depois.... Protrusão 200% Hénia extrusa ou prolapso discal Sequestro (Adams et al., 2002)
  43. 43. Mais fraco, mais rígido
  44. 44. Progressivo, cumulativo e irreversível
  45. 45. Corpo
  46. 46. Processos articulares
  47. 47. Processo espinhoso
  48. 48. Processos transversos
  49. 49. Arco Pedículo Lamina
  50. 50. Corpo Forame vertebral
  51. 51. Canal (a-p) Aporte sanguíneo máxima T4 mínima T9 média (White e Panjabi, 1990)
  52. 52. 1/3 7 kg
  53. 53. 1/3
  54. 54. 1/4
  55. 55. 1/2 60% MC
  56. 56. ? Cargas sobre a coluna são variáveis e aumentadas na região lombar
  57. 57. 46°º
  58. 58. Torácica Lombar
  59. 59. % 40 33,3 30 26,9 20,8 20 11,7 10 5,3 1,1 0,8 0-10 11-20 21-30 31-40 41-50 51-60 61-70 71-80 81-90 graus (Giles e Singer, 2003)
  60. 60. O que acontece no segmento vertebral tem implicações em todas as estruturas da coluna
  61. 61. Dor discogênicas Dor na articulação sacroilíaca Dor na dura máter Distensões musculares Tecidos moles Espasmos musculares Síndrome da dor miofascial Lesões ligamentares Dor na articulação zigoapofisial Dor de prolapso do disco
  62. 62. Viscogênicas Vasculogênicas Neurogênicas Ósseas Espondilogênicas Tecidos moles Psicogênicas (Salter, 1985; Kuritzky e White, 1997; Adams et al., 2002; Morris, 2006; McGill, 2007)
  63. 63. Viscogênicas
  64. 64. (Rothman-Simeone, 2011) Viscogênicas Pedra na vesícula Pancreatite Lesão no mediastino Úlcera gástrica Úlcera peptídica Cauda do pâncreas Pâncreas
  65. 65. Vasculogênicas
  66. 66. Neurogênicas
  67. 67. Póstero –lateral Foraminal Póstero –mediana Canal
  68. 68. Neurogênicas
  69. 69. Espondilogênicas
  70. 70. Espondilogênicas
  71. 71. Histórico -> Exames -> Fatores de risco -> Testes ciatalgia (McGill, 2007)
  72. 72. RX TC RMI 74% das RMI possuem anormalidade(s) sem dor! (Jensen et al., 1994)
  73. 73. Atenção com os sintomas!
  74. 74. Raízes nervosas Discos intervertebrais Articulações zigoapofisiais Corpo vertebral Ligamentos Tecidos moles
  75. 75. NP NP NP
  76. 76. Z Y X (Panjabi, 2001)
  77. 77. LIE h H LLA
  78. 78. Cargas equilibradas entre ligamentos, facetas e discos
  79. 79. ~ 74° ângulo sacral ~ 50° (Middleditch e Oliver, 2008)
  80. 80. Maiores cargas discas
  81. 81. R E T I F I C A Ç Ã O
  82. 82. 72° 0 5 10 15 20 (Panjabi et al., 1980)
  83. 83. 0 5 10 0 5 10 (Panjabi et al., 1980)
  84. 84. (White e Panjabi, 1990)
  85. 85. 1F A P 0,5F 1,5F 5F (Nordin e Frankel)
  86. 86. 1s
  87. 87. A P psi 700 300 100 (White e Panjabi, 1978)
  88. 88. (Albright et al.)
  89. 89. Y 90° 60° 30° 15° 0° 15° 30° 60° 90° 0° (Panjabi, 1978)
  90. 90. ++ ++ + -- + ++ + Y H h ++ ++ + + + ++ +
  91. 91. Disco lombar Disco típico 4 cm Mais nervos Anterior 7 a 10 mm Posterior Raiz dorsal 15 a 25 lamelas Colágeno tipo1 3 1 Proteoglicanos Colágeno tipo2 60% Elastina Flexivel Rígido (Pinheiro-Franco et al., 2010) n. sinovertebral
  92. 92. Flexão/Extensão >>> Flexão lateral >>> Rotação >>> Rotação com flexão + + ++ ++ + + ++++ ++ + ++ + + ++ ++ + -- + ++ + + + + + Menor risco H h ++ ++ + + + ++ + Maior risco
  93. 93. Pequena população de células 400x
  94. 94. (Rothman-Simeone, 2011) 9000 células/mm³ concentração 5000 células/mm³ oxigênio glicose ácido lático
  95. 95. Placa terminal
  96. 96. NP Condrócitos Sulfato de condroitina Sulfato de queratan Ácido hialurônico Prostaglandina Fosfolipase Ácido nítrico NP 40 anos Na fase adulta, mais de 50% dos condrócitos do disco estão mortos. (Kupural e Kim, 2011) Lâminas crivosas Placa terminal (0,6mm) (Pinheiro-Franco et al., 2010)
  97. 97. 100 100
  98. 98. Y Estabilid
  99. 99. Carga compressiva (Mpa) 2,5 2 1,5 1 0,5 0 P A Distância interna no disco 2,5 2 1,5 1 0,5 0 P A Distância interna no disco (Aebi et al., 2005)
  100. 100. Os danos são irreversíveis!
  101. 101. 600 (McGill, 2000)
  102. 102. 600 (Kapandji, 2000)
  103. 103. 800 (Kapandji, 2000)
  104. 104. (Aebi et al., 2005)
  105. 105. (Aebi et al., 2005)
  106. 106. (Hamanishi et al., 1994)
  107. 107. RX TC RMI
  108. 108. (Roudsari e Jarvik, 2010)
  109. 109. LLP
  110. 110. Grau 1
  111. 111. (Middleditch e Oliver, 2008)
  112. 112. 3 cm > L5 (Middleditch e Oliver, 2008)
  113. 113. L5 ~ 6° - 29° (Middleditch e Oliver, 2008)
  114. 114. L5 (Middleditch e Oliver, 2008)
  115. 115. L5 (Middleditch e Oliver, 2008)
  116. 116. (Giles e Singer, 2003) 70 30
  117. 117. (Giles e Singer, 2003) 30 70
  118. 118. (Giles e Singer, 2003) 85 15
  119. 119. (Giles e Singer, 2003) ? > 30
  120. 120. (Pinheiro-Franco et al., 2010)
  121. 121. (White e Panjabi, 1990)
  122. 122. Procure saber o que seu cliente tem
  123. 123. O estágio de degeneração da coluna de nossos alunos
  124. 124. DOR DANO DESEJO FASE? QUAL? REALISTA? META: PERMITIR O ALUNO ATINGIR O DESEJO, RESPEITANDO A FASE DA LESÃO E O DANO PERMANENTE
  125. 125. Dano permanente
  126. 126. Podem andar lado a lado?
  127. 127. Mistura de “arte” e ciência
  128. 128. É realmente baseada em evidência?
  129. 129. É possível (Priberam)
  130. 130. Hipótese -> Evidência
  131. 131. TEORIA E V I D Ê N C I A E V I D Ê N C I A E V I D Ê N C I A E V I D Ê N C I A E V I D Ê N C I A
  132. 132. E V I D Ê N C I A
  133. 133. TEORIA E V I D Ê N C I A E V I D Ê N C I A E V I D Ê N C I A E V I D Ê N C I A
  134. 134. “A ciência avança por meio de seus fracassos. Novas idéias são necessárias quando as velhas não podem explicar as observações. Portanto, não há explicações finais, apenas explicações melhores. “ Marcelo Gleiser , PhD em física e astronomia
  135. 135. Risco 0 Certeza 100% Risco >
  136. 136. (Levitt e Dubner, 2005) 1 a cada 11.000 6 mi nos EUA 550/ano 1 a cada 1.000.000 200 mi nos EUA 175/ano
  137. 137. Analise o dia a dia de seu cliente e proponha intervenções
  138. 138. Lesão Inibição reflexa Fraqueza Fraqueza (inibição muscular, atraso na contração e perda de coordenação), baixa resistência e piora do equilíbrio. Degeneração muscular por idade e sedentarismo gera atrofia (- 30% AST) e acumulo gordura. Falta de atividade PV Atrofia Wadell (1998), McGill et al. (2003), Fast e Goldener (2007), Willardson (2007) e Borghuis et al. (2008) Grimby e Thomeé, 2003
  139. 139. Para isso use baixa sobrecarga, evite a gravidade e mantenha a estabilidade
  140. 140. Contrair, adicionar e alterar o ângulo lombar (especialmente no extremo do movimento) aumenta a pressão intradiscal 908 N A coluna nunca descansa 462 N 693 N 330 N Sem gravidade na coluna a carga é bem reduzida. Tanto sentando como de pé, caso seja mantida a lordose fisiológica, as cargas serão menores Nachemsom (1976)
  141. 141. Manobra de valsalva Respiração contínua Aumento agudo da PID (Sato, 1999) A contração muscular FAZ aumentar a carga discal!
  142. 142. Flexão/Extensão >>> Flexão lateral >>> Rotação >>> Rotação com flexão + + ++ ++ + + ++++ ++ + ++ + + ++ ++ + -- + ++ + + + + + Menor risco H h ++ ++ + + + ++ + Maior risco
  143. 143. Maiores cargas discais, núcleos para trás
  144. 144. Maiores cargas nas facetas e ligamentos
  145. 145. Evitar os extremos de amplitude
  146. 146. (Reinoldi et al., 2004) Os EC não funcionam quando a coluna está sob risco
  147. 147. Wilke et al. (1999) Caminhada lenta L4 Corrida rápida 0,35 até 0,95 Caminhada rápida Com e sem o uso de tênis L5 0,53 até 0,65 MPa Levantar de uma cadeira (agachamento sem carga) 1,10 MPa
  148. 148. gravidade sobrecarga ângulos extremos
  149. 149. Restrinja os ângulos perigosos e use as opções com menor sobrecarga
  150. 150. b b Tensão A 100 A a M 50 A A a c 0 0 1 2 3 AA 4 M AA A c A M (Neumann, 2010) A A
  151. 151. Torque a 60 °/s (Nm/s) 120 100 80 60 40 20 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100 110 120 0 Joelho (ângulo de flexão) (Knapik et al., 1983; Yoon et al., 2001)
  152. 152. Torque (Nm) Joelho (ângulo de flexão) 80 60 45 40 49 65 57 20 0 0 50 100 150 Quadril (ângulo de flexão) PS: o cinto não evita a hiperextensão (Soderberg, 1997)
  153. 153. 70 30 > 30 ? AA A M AA A M A A
  154. 154. É mais segura com amplitude limitada a qualidade da execução
  155. 155. Flexora em pé Glúteo em pé Glúteo 4 apoios Agachamento em pé
  156. 156. Cargas em L3 (N) 600 SELECTION REDUZ INCÔMODO 400 SEM 200 Com um apoio de 5 cm na lombar 0 0 10 20 30 EMG (mV) 20 REDUZ INCÔMODO 15 Inclinação do apoio em graus Se reduzimos a sobrecarga lombar quando sentamos na cadeira inclinada, porque não reduzimos para realizar outros exercícios? 10 5 0 10 20 30 40 50 60 Inclinação do apoio em graus (Pope et al., 1991)
  157. 157. Pois sua biomecânica acelera o processo de hérnia
  158. 158. Aumentou a força, mas não reduziu a gordura (oh!) (2011)
  159. 159. 1,75 mm 85 15 1,5 mm (Panjabi, 1978)
  160. 160. 1500 1500 85 15 ? > 30 6000 Isométrico, atinge 50% da MCV, mas pouco dos oblíquos (<20%) (Marshall e McGill, 2010)
  161. 161. Gunning et al. (2001) mais fraco mais fraco 0,9% NaCl Desidratado Super hidratado
  162. 162. Será que está sendo levado em considerado que este aluno passou a maior parte de seu dia sentado e que esta posição também danifica a coluna (mecanismo de lesão em flexão)? A flexão sustentada deforma os discos, tornando-os mais frágeis aos ciclos de flexão. (Panjabi, 1976)
  163. 163. Será que está sendo levado em conta que a hérnia discal está associada a ciclos repetidos de flexão-extensão? (Morris, 2006) Será que levamos em conta que se perde a estabilidade lombar, mesmo com máxima contração abdominal, quando próximo da amplitude máxima de flexão ou flexão lateral. (Brown e McGill, 2007)
  164. 164. Psoas está maximamente encurtado? Esta posição facilita mais o ponto de apoio para o psoas? Por que com tantos músculos no abdome, é escolhido enfatizar justo este? Se a coluna está “retificada”, não chegarei ao extremo da amplitude de flexão rapidamente?
  165. 165. Genética para hipertrofia e finas camadas até o músculo
  166. 166. Existem diversas outras opções mais seguras
  167. 167. Por que com a barra solta? Segurança está sendo levada em conta? O que há funcional treinar com altas cargas? Existem outros riscos associados a este exercício? Estou levando em conta as cargas lombares? Objetivo deste exercício: MMII, paravertebrais ou ambos?
  168. 168. Ângulo (graus) 200 Adicionar sobrecarga (50% MC) no agachamento aumentou os ângulos de flexão do quadril e joelho 150 100 50 0 20 40 60 80 100 80 60 40 20 0 0 A amplitude dos ângulos são ainda maiores no agachamento feito por homens (McKean et al., 2010) A B
  169. 169. Mais Menos
  170. 170. Mais Menos
  171. 171. Mais Menos
  172. 172. Estética depende de carga, carga depende de estabilidade
  173. 173. L5 ~ 6° - 29° (Middleditch e Oliver, 2008)
  174. 174. L5 (Middleditch e Oliver, 2008)
  175. 175. L5 (Middleditch e Oliver, 2008)
  176. 176. (Giles e Singer, 2003) 70 30
  177. 177. (Giles e Singer, 2003) ? > 30
  178. 178. (McGill, 2009) 70% da força gerada suporta cisalhamento 10° 45° Postura incorreta sobrecarrega ainda mais as facetas das articulações vertebrais
  179. 179. (Giles e Singer, 2003) 30 70
  180. 180. Mas a questão é: você realiza o agachamento para trabalhar a lombar? Se o faz deveria direcionar a carga para ela. % MCV 1,4 Alega-se que o agachamento é um excelente exercício lombar 1,2 1 0,8 0,6 0,4 0,2 0 (McGill, 2007; Hamlyn et al. 2007)
  181. 181. Barra deve passar bem próximo da “canela” Nada mais que um agachamento onde a carga não está nas costas Contribuição dos músculos do “ombro”
  182. 182. Iniciantes possuem técnica consideravelmente pior, gerando maiores cargas (Fortin e Falco, 1997)
  183. 183. (McGuigan e Wilson , 1996) 180 160 140 120 100 80 60 40 20 0 180 160 140 120 100 80 60 40 20 0 0 0,2 0,4 0,6 0,8 1 1,2 1,4 1,6 1,8 2 20-25% a menos de altura 25-30% menos trabalho (Escamilla et al.) 0 0,2 0,4 0,6 0,8 1 1,2 1,4 1,6 1,8 2 Menor trabalho lombar
  184. 184. O joelho praticamente não flexiona Lordose deveria ser preservada
  185. 185. (Wright et al., 1999) Biarticulares Q 0° 107,6° 128,6° J 111,2° 22,3° 116,1° Semi tendinoso 0,929 -12% 0,815 -39% Bíceps Femural * iEMG 0,662 0,545 0,492 0,425 -18% -22% 0,959 IRA -13% 0,832 -40% IRA 0,685 E 0,511 0,499 C 0,37 -25% -27%
  186. 186. O lugar deles é na cadeira flexora
  187. 187. Para fins estéticos, não os utilize Para fins funcionais é questionável
  188. 188. Sejam eles desejados ou não
  189. 189. Marshall e McGill (2010)
  190. 190. Amplitude de movimento? Gravidade Grande dorsal Possui um único eixo de movimento, que não coincide com a lombar Permite rotação com flexão Muita carga Psoas
  191. 191. Em quem de fato precisa treinar uma função
  192. 192. “Restritivo” “Abrangente” Avaliação funcional Poucos “personais” Exercícios contraindicados Avaliação funcional? Muitos “personais” Exercícios funcionais Lista de exercícios Lista de exercícios?
  193. 193. Treinamento esportivo geral Objetivo: reduzir lesões competitivas (Boyle, 2004)
  194. 194. Fácil de usar, fácil de abusar Sinônimo de variação de treinamento
  195. 195. Corre, salta, move-se lateralmente?
  196. 196. Pois é nele que a prescrição (funcional) se baseia
  197. 197. A academia está preparada?
  198. 198. Carece de evidências científicas de qualidade Treinamento esportivo geral Objetivo: reduzir lesões competitivas (Boyle, 2004)
  199. 199. até dez/12 Gray Cook 4 3% Michael Boyle 0 0% McGill 147 97% Se a prescrição é baseada em evidência científica, será que estou “ouvindo” a pessoa certa?
  200. 200. Fácil de usar, fácil de abusar Sinônimo de variação de treinamento
  201. 201. Tipos de treinamento FUNCIONAL ?
  202. 202. Alguns mais…
  203. 203. 28/07/12
  204. 204. FUNCIONAL ?
  205. 205. Desequilíbrio X força Força Máxima Estabilidade máxima Fadiga voluntária máxima Cargas >60% CVM1 Redução na força isométrica máxima de ~60% (Anderson e Behm, 2004). Resistência Desequilíbrio Fadiga técnica Cargas <25% CVM1 Aumento na co-contração (~3040%) e coordenação muscular alterada (Anderson e Behm, 2005). 1- Hibbs et al. (2008); Willardson (2007)
  206. 206. Reabilitação Atlético - Sobrecarga + Sobrecarga + Função + Gesto motor - Risco + Risco Benefícios? (Fenwick et al., 2011)
  207. 207. Compressão Ativação muscular (Fenwick et al., 2011) L4/L5 % MCV GD EC 2300 N 80% 3500 N 55% 60% 2400 N 75% 48% 50%
  208. 208. “Bom dia” ~ 20° de flexão mesmo com clara orientação de não mexer a coluna. (McGill et al., 2009)
  209. 209. (McGill e Marshall, 2011) Altas cargas de cisalhamento Elevada ativação do core
  210. 210. Conceito subvertido Treinamento de força disfarçado Figuração de academia
  211. 211. Com o objetivo de tratar e prevenir
  212. 212. D RA OE AP Kliber et al. (2006)
  213. 213. Panjabi (1992)
  214. 214. Mais Menos
  215. 215. Lordose preservada = cargas bem distribuídas
  216. 216. L4 CI CM
  217. 217. Estabilidade Core training Força Resistência Altas cargas! (Hibbs et al., 2008)
  218. 218. Proteger a coluna de cargas excessivas
  219. 219. torque (Rothman-Simeone, 2011) ~2:1 extensão flexão
  220. 220. torque (Rothman-Simeone, 2011) normal pós reabilitação antes da reabilitação
  221. 221. 1600 Estabilidade (Nm/rad) Compressão (N) 1400 1200 1000 800 600 400 200 0 3000 2800 2600 2400 2200 2000 1800 1600 1400 1200 1000 800 600 400 200 0 A seleção dos exercícios deveria ser baseada na baixa compressão e alta ativação (McGill et al., 2003)
  222. 222. Indivíduos sem dor (RMI) 74% possuía alguma alteração (Jenssen et al.)
  223. 223. Com o objetivo de tratar e prevenir
  224. 224. 150 EMG (mV) 100 Cargas 30% menores (Morris, 1961) 50 0 0 1 2 3 4 10 IAP (kPA) 5 0 0 1 2 3 4 TA 2 1 IAD (mPA) 0 0 1 2 3 4 Nachemsom (1976)
  225. 225. Manobra de valsalva Respiração contínua Aumento agudo da PID (Sato, 1999) A contração muscular FAZ aumentar a carga discal!
  226. 226. A musculatura promove um melhor controle da postura pélvica e da coluna e não a redução de cargas (Twomey e Taylor, 2000). Global Local
  227. 227. Os músculos protegendo estruturas sensíveis
  228. 228. (Hibbs et al. 2008) MP dos segmentos distais EP dos segmentos distais
  229. 229. (Jemmet, 2003) ++ ++
  230. 230. Watanabe et al. (1999) 1 kg Reto abdominal Oblíquo externo + Transverso abdominal * Multífidos * Eretor da coluna * 4 kg 4 kg
  231. 231. Aparentemente o feedforward é mera casualidade Unilateral 40% sem dor não apresenta (a) em 70% de elevações simultâneas (Allison e Morris, 2008) Delt a b ++ TrAb RA + EC Delt Bilateral (?) (Reinoldi et al., 2004)
  232. 232. O músculo mais importante depende da tarefa e o instante no tempo TA TA RA Compromete a estabilidade Mais músculos + estabilidade Grenier e McGill ( 2007)
  233. 233. Espinal Longo do Tórax Ílio Costal Lombar
  234. 234. Capacidade de proteger questionável
  235. 235. Se atuando juntos ajudam a estabilizar, mas aumentam a carga discal
  236. 236. 100 kg em L4/L5 (Bogduk et al., 1992) M QL P (McGill, 2007) (McGill, 2007) (Anderson e Behm, 2005)
  237. 237. Paradoxo lombar Com os músculos relaxados e o psoas estendido, ele gera flexão lombar
  238. 238. Atuam juntos estabilizando a coluna
  239. 239. Comprime e desestabiliza, sendo fundamental para a flexão do quadril
  240. 240. Os M são segmentares M LT O vetor estabilizador dos M não se alteração com a flexãoextensão Flexão-extensão Flexão-extensão IC Rotaciona O vetor estabilizador dos LT IC diminui com a extensão Estabiliza (Tomey e Taylor, 2000)
  241. 241. “Manguito rotador” da coluna (Tomey e Taylor, 2000) Exercícios direcionados para estes músculos demonstram efetividade em reduzir episódios recorrentes de lombalgias (McDonald et al., 2006).
  242. 242. Podem chegar até 75% de FCL, demonstrando alta capacidade de resistência (Jorgensen et al. 1993; McGill, 2007)
  243. 243. O mais importante dos estabilizadores
  244. 244. São músculos posturais, não alavancas de geração de força para transporte de altas cargas
  245. 245. Possuem de 4 a 7 vezes mais fusos musculares (Jorgensen et al. 1993; McGill, 2007)
  246. 246. Senso de posição, fracos estabilizadores segmentares
  247. 247. Com o objetivo de tratar e previnir
  248. 248. Estratégias adicionais Orientar sobre formas de evitar fatores de risco Evitar amplitudes excessivas Redução do sedentarismo Atletas Alteração da técnica esportiva Eliminação dos movimentos “perigosos” Mudança de postura nas atividades
  249. 249. (McGill, 2009) Carga Tolerância Carga aplicada Margem de segurança Coluna danificada Atleta de elite
  250. 250. Protocolo McGill Funcionais Resistência Desequilíbrio Peso
  251. 251. Desequilíbrio
  252. 252. Desequilíbrio S: sedentários EL: ex-lesionados IA: indivíduos ativos T: tratamento P: performance
  253. 253. Posição Corporal Apoio no solo/parede Apoio no implemento Implementos Uni/multi direcionais Feedback Perturbação Recuperação Aumento da sobrecarga
  254. 254. Amplitude de de rotação da pelve Amplitude de extensão/flexão com pelve estabilizada Carpenter e Nelson, 1999.
  255. 255. 9 8 10 7 1 7 6 U 5 6 3 4 5 2 4 3 4 2 3 1 5 2 1 1 2 7 3 4 6 5
  256. 256. _ Desequilíbrio Força Resistência Desequilíbrio +
  257. 257. Ponto de partida 1 Tempo máximo de repouso 2 3 4 5 6 Exercícios adaptados + core training 7 Fim da fase aguda Wadell (1998), McGill (2007)
  258. 258. Como tratar a lombalgia idiopática? Lombalgia aguda subaguda crônica Sintomas até 1 semana até 3 meses + 3 meses 33-60 % estarão recuperados 75% estarão recuperados até 6 meses 90% Tratamento voltado para diminuição da dor Tratamento voltado para a recuperação funcional Tratamento voltado para melhoria da qualidade de vida Analgésicos e antiinflamatórios Repouso ? Exercícios adaptados e com baixa sobrecarga lombar? Exercícios adaptados e com baixa sobrecarga lombar Exercícios adaptados e com baixa sobrecarga lombar, porém com aceitação de um certo nível de dor Hiperativo Sartorato (2002) Sedentário
  259. 259. Possibilidades de progressão
  260. 260. Possibilidades de progressão
  261. 261. Estudos de caso Aluno ativo com histórico de lombalgia idiopática. Atualmente assintomático.
  262. 262. Estudos de caso Aluno inativo com histórico de lombalgia subaguda. Atualmente sintomático.
  263. 263. Estudos de caso Aluno inativo com histórico de hérnia discal. Atualmente sintomático. Evitar exercícios abdominais; grandes amplitudes em extensão; sobrecarga crânio-caudal Orientações sobre postura; correto posicionamento nos demais equipamentos. Evitar agachamento no Smith; Usar preferencialmente Leg inclinado Techno Gym
  264. 264. Estudos de caso Aluno inativo com histórico de espondilolistese. Atualmente assintomático. Evitar exercícios de extensão; grandes amplitudes em flexão; sobrecarga crânio-caudal
  265. 265. Estudos de caso Aluno ativo com histórico de lombalgia idiopática. Atualmente assintomático.
  266. 266. Estudos de caso Aluno muito ativo sem histórico de lombalgia.
  267. 267. Martin Luther King
  268. 268. (National Geographic, 1984) (2002)
  269. 269. Não diga que não avisei!
  270. 270. Em se tratando de coluna... ...é sempre melhor prevenir do que remediar!

×