Successfully reported this slideshow.
We use your LinkedIn profile and activity data to personalize ads and to show you more relevant ads. You can change your ad preferences anytime.

Ecoturismo e Turismo de Aventura: aulas 07 a 09

123 views

Published on

Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Turismo do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (Câmpus Cubatão). Disciplina: Ecoturismo e Turismo de Aventura (ECOT5). Prof. Me. Aristides Faria Lopes dos Santos (2017).

Published in: Education
  • Be the first to comment

Ecoturismo e Turismo de Aventura: aulas 07 a 09

  1. 1. Ecoturismo e Turismo de Aventura Prof. Me. Aristides Faria Lopes dos Santos
  2. 2. Ecoturismo e Turismo de Aventura • Material analisado – Manual de Ecoturismo de Base Comunitária: ferramentas para um planejamento responsável. – WWF Brasil (Brasília, 2003) • Mais informações – http://www.wwf.org.br/
  3. 3. Processo de planejamento • Perguntas importantes para uma análise situacional assertiva! – Análise da situação • Análise diagnóstica do mercado e do contexto local/regional – Objetivos e metas • Quais nossos Objetivos? Quais são nossas Metas? – Ações • Quais ações serão tomadas para chegarmos lá? – Avaliação • Como saberemos se já chegamos lá?
  4. 4. Processo de planejamento • Identificando as etapas do planejamento do ecoturismo: – Análise da situação (Onde estamos?) • É o conhecimento da realidade, das estruturas, atrativos, serviços, clientes, a visão da comunidade sobre o turismo, problemas e necessidades existentes etc. – Objetivos e metas (Aonde queremos chegar?) • Diante da realidade apresentada, quais são os nossos objetivos, o que queremos do turismo e para a comunidade a curto, médio e longo prazos? Quem serão os beneficiários em termos de conservação e desenvolvimento local?
  5. 5. Processo de planejamento • Identificando as etapas do planejamento do ecoturismo: – Ações (Como chegaremos lá?) • Definição das ações necessárias para atingir nossos objetivos. Quais as medidas mitigadoras de impacto socioambiental? – Avaliação (Como saberemos se já chegamos?) • Estabelecer metas, produtos e sistemas de monitoramento que forneçam indicadores sobre o andamento dos objetivos e resultados e as necessidades de correção e mudança de rumo.
  6. 6. Planejando o ecoturismo em busca de sustentabilidade • Refletir sobre se o ecoturismo é apropriado – Conhecer os marcos legais e políticos que não inviabilizam o ecoturismo, ou que não impeçam o seu investimento, tais como entorno de unidades de conservação de proteção integral, locais de construção de barragens, áreas de conflito indígena etc;
  7. 7. Planejando o ecoturismo em busca de sustentabilidade • Refletir sobre se o ecoturismo é apropriado (continuação) – Um certo grau de salubridade, ausência de moléstias transmitidas em ambientes naturais, como cólera, malária e febre amarela, e acesso facilitado para serviços de saúde; – Um alto grau de segurança ao visitante, principalmente com relação à criminalidade, atividades e acessos de risco, ou áreas de conflito político- social;
  8. 8. Planejando o ecoturismo em busca de sustentabilidade • Continuação... – Uma avaliação responsável sobre as potencialidades atrativas da região, propriedade ou UC (diversidade e quantidade de paisagens e de espécies da fauna e flora de interesse ecoturístico) suficientes para se atrair visitantes; – Ver a oferta de atrativos naturais em que se conheça razoavelmente sua capacidade de manejo em receber fluxos de visitantes;
  9. 9. Planejando o ecoturismo em busca de sustentabilidade • Continuação... – A implantação estruturas organizacionais (espaços institucionais adequados e mecanismos claros) para se conhecer e integrar o nível de consciência e a visão da comunidade sobre suas expectativas em relação ao turismo, inclusive para a tomada participativa de decisões; – Uma pré-avaliação de mercado que determine a existência de uma demanda potencial e os esforços necessários para alcançá-la; – Um grau confiável sobre a propriedade da terra de uso ecoturístico.
  10. 10. Processo de planejamento • Uma avaliação positiva sobre estes pré-requisitos não permite afirmar que o ecoturismo é a melhor (ou única) opção, mas serve como ponto de afirmação para se pensar em continuar a desenvolver o plano de ecoturismo. • Com o diagnóstico das potencialidades do ecoturismo, aliado ao diagnóstico sobre as potencialidades de outros usos econômicos na região, pode-se questionar se o ecoturismo é realmente a melhor alternativa.
  11. 11. Processo de planejamento • Questões-chave que devem ser respondidas por planejadores e lideranças comunitárias: – Qual o número de beneficiários do projeto de ecoturismo? – Quais as atitudes que se espera em nível local para reverter processos de degradação da natureza? – E que papel o ecoturismo pode ter nas mudanças de atitudes? – Quais problemas adicionais para a conservação (contrapondo-se aos seus benefícios) o ecoturismo pode trazer? – Poderia outras alternativas econômicas sustentáveis ter o mesmo papel ou alcançar os mesmos resultados que o ecoturismo, pelo mesmo esforço comunitário?
  12. 12. Informações sobre o mercado
  13. 13. Informações sobre o mercado Demanda Concorrentes
  14. 14. Necessidades e Expectativas • Durante o processo de planejamento, deve-se estabelecer as estratégias e técnicas para garantir a participação dos setores interessados, dosando adequadamente as suas necessidades e expectativas. • Para que o núcleo receptor seja beneficiado com o turismo os planejadores locais precisam satisfazer as necessidades dos turistas e do mercado turístico, as necessidades de proteção dos recursos naturais e culturais e as necessidades da comunidade receptora, assim como precisam estabelecer seus interesses específicos.
  15. 15. Necessidades e Expectativas • Anfitriões, visitados, moradores, população residente, comunidade autóctone... – Os moradores locais dos destinos de ecoturismo questionam em como se beneficiar! • Outros atores do mercado... – Os turistas esperam como conhecer a natureza por meio da atividades de lazer, porém buscando preço, conforto, segura n ç a e qualidade nos serviços. – Os governos veem o turismo como item de exportação (principalmente em nível nacional) e gerador de renda e riquezas (principalmente em níve l regional e local).
  16. 16. Necessidades e Expectativas • Outros atores do mercado... (continuação) – Já os ambientalistas optam pelo ecoturismo como uma oportunidade em desenvolvimento social e conservação da natureza. – Os mercados e demais profissionais vêem o ecoturismo como oportunidade econômica, os sociólogos pelo seu valor sócio-cultural e até escritores, produtores e publicitários se interessam por um mercado de publicações abundantes. – As universidades, seus alunos e pesquisadores desejam oportunidade para aplicar seus conhecimentos e técnicas em parcerias com governos locais e entidades sociais.
  17. 17. Necessidades e Expectativas • Aproximar a visão de planejamento às visões das comunidades e do mercado: – Essas visões não são difíceis de se identificar, se o planejamento é participativo e se o método adotado basear-se num diagnóstico efetivo e amplo, onde fiquem claras as potencialidades e o papel do ecoturismo no desenvolvimento socioeconômico local/regional. – Este é talvez, o passo mais importante para se estabelecer planos adequados para o ecoturismo.
  18. 18. Necessidades e Expectativas • Dosar as expectativas! – O desenvolvimento do ecoturismo em uma região, propriedade ou Unidade de Conservação deve encontrar formas de coordenar o trabalho de planejamento com as expectativas da comunidade, principalmente quando se pretende compatibilizar as potencialidades econômicas com a conservação ambiental da região.
  19. 19. Processo de planejamento • A participação da comunidade na atividade turística deve ser compatível com sua disponibilidade para o trabalho e sua habilidade para o relacionamento comercial com o público: – A comunidade quer mudar seu ritmo de vida? – Muito trabalho, estresse e maior rentabilidade, ou trabalho menos intensivo com menor rentabilidade? – Criação de empregos ou de microempresas? – Visitantes o ano todo ou concentrados em uma determinada época? – Visitantes passeando por locais de trabalhos comunitários ou em locais próprios somente para o turismo? – Qual é a melhor opção para a comunidade?
  20. 20. Processo de planejamento local/regional • Os passos desejáveis para este processo em nível regional e local são detalhados a seguir: – Avaliando e diagnosticando a situação atual – Estabelecendo uma base política, legal e administrativa – Estabelecendo o prognóstico – Elaborando o Plano de Desenvolvimento do Ecoturismo Local/Regional – Priorizando objetivos – Áreas mínimas a serem contempladas no plano de ações – Estratégia de implantação do Plano de Ações – Monitoramento, avaliação e continuidade do planejamento
  21. 21. Processo de planejamento (UCs) • Planejando o ecoturismo em áreas protegidas ou propriedade rural particular – Unidades de conservação (UCs) e propriedades particulares com atrativos naturais e culturais são o patrimônio indispensável para o desenvolvimento do ecoturismo. – Do ponto de vista da conservação, as UCs e as propriedades (particulares ou públicas) com diversidade de recursos naturais e culturais, detentoras de paisagens autênticas e exuberantes, com elevado grau de conservação ou com características ecológicas incomuns demandam esforços prioritários para assegurar sua proteção e manutenção perante a presença do turismo.
  22. 22. Processo de planejamento: levantamento • Fase de levantamento e revisão das informações disponíveis – O passo inicial para o planejamento é o levantamento de informações sobre a área. – No caso de uma UC, esta etapa inicia-se com a revisão do plano de manejo, caso exista. – Devem-se analisar os objetivos de proteção, de visitação recreativa, educação e interpretação ambiental. – Especial atenção deve ser dada ao zoneamento da unidade e ao tipo de uso e atividades permitidas em cada zona. – Se for o caso, o plano pode ser atualizado com a proposição de novas estratégias de visitação.
  23. 23. Processo de planejamento: levantamento • Deve-se analisar as possíveis áreas para compor um programa de lazer e recreação que melhor explore as possibilidades ambientais, culturais e recreativas da UC, observando-se também as potencialidades de mercado. • Além do plano de manejo, outros documentos referentes à visitação da área, assim como documentos referentes aos aspectos-chave tanto ambientais quanto culturais, devem ser pesquisados.
  24. 24. Processo de planejamento: levantamento • O levantamento de informações deve também identificar pessoas com conhecimento prático da área: – Funcionários – Guias de Turismo – Membros da comunidade local – Pesquisadores – Agentes políticos e lideranças setoriais
  25. 25. Processo de planejamento: zoneamento • Fase de zoneamento da área como um todo deve incluir, por exemplo, a definição de: – Áreas relevantes destinadas à preservação ambiental e áreas protegidas por lei como, por exemplo, as Áreas de Proteção Permanente e as de Reserva Legal definidas no Código Florestal (Lei Fed. 4.771/65) ou uma área para implantação de uma RPPN; – Usos diferenciados dos espaços territoriais;
  26. 26. Processo de planejamento: zoneamento • Fase de zoneamento da área (continuação): – Áreas de produção rural e de manejo sustentável dos recursos naturais; – Áreas para o uso recreativo, incluindo as áreas para construções físicas de serviços (p. ex. centro de visitantes, pousadas) ou de gestão do uso recreativo (escritórios) etc.; – Acessos e áreas para estacionamento; – Áreas para residência do proprietário, de funcionários e outros usos particulares; – Áreas para pesquisa e/ou treinamento.
  27. 27. Processo de planejamento: zoneamento • Importante! Levantamento de campo e mapeamento para o uso recreativo: – Com base nas informações contidas nos documentos pesquisados ou no zoneamento geral da área, inicia-se o trabalho de levantamento de campo e mapeamento de todas as trilhas e áreas de visitação, seja em atual uso por visitantes, comunidade local ou proprietário, seja novas possibilidades apontadas pelo levantamento de informações.
  28. 28. Gerenciamento de impactos • O nível de impacto dependerá de: – Variáveis sociais e de manejo da visitação, como época e hora da visitação, intensidade de visitação, comportamento do visitante e o tipo de atividade desenvolvida: • Caminhada • Esportes de aventura • Cavalo • Bicicleta • Contemplação • Piquenique, etc.
  29. 29. Gerenciamento de impactos – Variáveis físicas e ecológicas como características de solo, declividade e topografia, altitude, clima, tipos de ecossistema, fauna (tanto silvestre quanto doméstica, se houver) , tipo de vegetação na área de visitação e seu entorno, construção e manutenção dos acessos aos sítios de visitação e de trilhas.
  30. 30. Gerenciamento de impactos • Mapeamento – O mapeamento da área contendo os dados do plano de manejo e os dados de levantamento é de extrema utilidade para a definição do zoneamento e seus diferentes usos, dos sítios de visitação turística e das futuras estruturas, equipamentos e acessos e para a gestão da área como um todo.
  31. 31. Gerenciamento de impactos • Sugere-se que se desenvolva uma base cartográfica de referência, utilizando-se aquelas existentes: – Mapas do IBGE ou imagens de satélites – e efetuando confirmações de campo com uso de GPS (Global Position System, aparelho para a determinação das referências geográficas de pontos de interesse).
  32. 32. Gerenciamento de impactos • De posse dessa base de dados, podem-se elaborar mapas temáticos (de preferência na mesma escala da base cartográfica feita ou existente), que podem conter: – A vegetação – A geologia e geomorfologia – As áreas de uso e/ou pressão antrópica – O zoneamento da área ou da UC como um todo, incluindo seu entorno, ou zona de amortecimento, no caso de UCs – O zoneamento das área de uso turístico – As áreas de uso da comunidade (se for o caso)
  33. 33. Ações importantes no planejamento • Diagnóstico do uso recreativo: – Para a realização do diagnóstico, deve-se reunir a equipe envolvida no planejamento, que analisará conjuntamente todo o material produzido durante o levantamento de campo e mapeamento. A análise deve conter os seguintes passos: • Análise de cada área de visitação quanto aos atrativos (do ponto de vista da interpretação ambiental e de atividade recreativa), condições físicas, acesso, infraestrutura, fragilidade ambiental
  34. 34. Ações importantes no planejamento • Diagnóstico do uso recreativo: – A análise deve conter os seguintes passos (continuação): • Definição sobre áreas intangíveis, ou seja, que devem ser interditadas ou não abertas ao uso recreativo, conforme definido no Plano de Manejo. Isto pode ocorrer por razões de fragilidade ambiental, de segurança do turista ou de isolamento de outras áreas de visitação (o que pode causar problemas tanto de acesso quanto de fiscalização)
  35. 35. Ações importantes no planejamento • Diagnóstico do uso recreativo: – A análise deve conter os seguintes passos (continuação): • Visualização de todas as áreas de visitação mapeadas (identificação em mapa da área) e identificação de infraestrutura de apoio necessária para a gestão do uso recreativo como um sistema (por exemplo, áreas para serviços, sanitários, fiscalização, acessos, estacionamentos etc.) • Priorização para a abertura (quais áreas devem ser preparadas para uso recreativo a curto, médio e longo prazos)
  36. 36. Uso sustentável • Zoneamento para uso recreativo – Após o mapeamento e diagnóstico, as trilhas devem ser classificadas de acordo com as características de infra-estrutura, meios interpretativos e intensidade de manejo. • Classificação do uso recreativo para zoneamento...
  37. 37. Zoneamento, intervenções e usos • Zoneamento é: – “A definição de setores ou zonas em uma unidade de conservação com objetivos de manejo e normas específicos, com o propósito de proporcionar os meios e as condições para que todos os objetivos da unidade possam ser alcançados de forma harmônica e eficaz” (Lei 9.985/00).
  38. 38. Zoneamento, intervenções e usos • De acordo com o novo Roteiro Metodológico de Planejamento, as zonas internas de uma UC e os graus de intervenção são assim descritos: – Zonas de nenhuma ou baixa intervenção: Intangível e Primitiva – Zonas de média intervenção: Uso Extensivo e Histórico-Cultural – Zonas de alto grau de intervenção: Uso Intensivo, Recuperação, Uso Especial, Uso Conflitante, Ocupação Temporária, Superposição Indígena e Interferência Experimental.
  39. 39. Produtos & Empreendimentos • Planejamento regional – Quando o planejamento regional é realizado de forma adequada, ou seja, quando resulta no compromisso dos diferentes setores da sociedade civil com a implementação do plano, cada empresário ou proprietário buscará desenvolver seu empreendimento ou produto de acordo com as orientações, normas e acordos definidos no planejamento regional, incentivado por parcerias e incentivos específicos.
  40. 40. Produtos & Empreendimentos • Planejamento regional (continuação) – Quando o planejamento de um empreendimento se faz de forma integrada a um planejamento regional, o principal desafio para um empresário é desenvolver um produto ou empreendimento que seja original (diferenciado) o suficiente na região para atrair turistas e garantir sua viabilidade econômica e ao mesmo tempo manter-se dentro dos parâmetros acordados no planejamento regional.
  41. 41. Processo de planejamento • Levantamento de informações e diagnóstico – Atrativos naturais e culturais – Estrutura física – Equipamentos de apoio turístico – Serviços – Características da identidade visual da estrutura física e equipamentos – Caso o empreendimento já esteja em andamento, volume da visitação e perfil do turista. Caso negativo, buscar esta informação em empreendimentos no entorno, ou na região, ou na origem do turista potencial
  42. 42. Processo de planejamento • Elaboração “tentativa” do produto (experimentação) – Com o resultado positivo do diagnóstico preliminar e o projeto preliminar do empreendimento, o empresário potencial deve esboçar o seu produto, seguindo as orientações fornecidas no capítulo Elaboração do Produto de Ecoturismo. Esta fase precede o desenvolvimento de qualquer infra-estrutura ou investimento de porte.
  43. 43. Gerenciamento de impactos • Verificação da viabilidade econômica do produto – O passo seguinte é realizar o estudo de viabilidade econômica do empreendimento e do produto, seguindo as orientações do capítulo Viabilidade Econômica. De acordo com os resultados, é possível que se necessite adequar o produto.
  44. 44. Gerenciamento de impactos • Preparando o Plano de Desenvolvimento – A construção ou reforma de infraestrutura, incluindo áreas de camping – No caso de propriedades com atrativos naturais, deve-se realizar o zoneamento da propriedade – Capacitação de mão-de-obra (incluindo a do próprio empresário) – Elaboração de materiais interpretativos e promocionais – Elaboração de atividades que promovam a conservação da região (e da propriedade), e a educação ambiental – Elaboração do plano de ação, incluindo um cronograma físico-financeiro de todas as atividades planejadas – Elaboração da estratégia de implementação, incluindo avaliação de custos e identificação de fontes de apoio e/ou crédito
  45. 45. Gerenciamento de impactos • Esquemas de certificação como indutores de um turismo mais responsável – Um esquema de certificação é um mecanismo não governamental e voluntário de controle social sobre os produtos, serviços e destinos turísticos, baseado numa avaliação independente dos desempenhos sociais, econômicos e ambientais das suas operações.
  46. 46. Gerenciamento de impactos • Benefícios da Certificação do Turismo Benefícios econômicos – Proporciona um diferencial de marketing, gerando vantagens competitivas aos produtos e empreendimentos. – Facilita o acesso a novos mercados, principalmente o internacional. – Desenvolve e melhora a imagem pública da empresa. – Contribui para a conservação dos atrativos e, consequentemente, para a sustentabilidade econômica dos produtos turísticos.
  47. 47. Gerenciamento de impactos • Benefícios ambientais – Contribui para a conservação da biodiversidade e de seus valores associados: água, solos, paisagens e ecossistemas, entre outras coisas. – Favorece a manutenção da qualidade ambiental dos atrativos turísticos. – Auxilia na proteção de espécies ameaçadas ou em perigo de extinção e de seus habitats.
  48. 48. Gerenciamento de impactos • Benefícios sociais – Auxilia na legalização da atividade. – Favorece a melhora das condições de trabalho. – Promove o respeito aos direitos dos trabalhadores, povos indígenas e comunidades locais. – Proporciona um novo espaço de participação para os trabalhadores e comunidades locais na definição dos padrões e no monitoramento das operações certificadas. – Reconhece os valores culturais locais, tais como a gastronomia, arquitetura folclore e artesanato, entre outros.
  49. 49. Bons estudos!

×