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Ecoturismo e Turismo de Aventura: aula 10

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Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Turismo do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (Câmpus Cubatão). Disciplina: Ecoturismo e Turismo de Aventura (ECOT5). Prof. Me. Aristides Faria Lopes dos Santos (2017).

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Ecoturismo e Turismo de Aventura: aula 10

  1. 1. Ecoturismo e Turismo de Aventura Prof. Me. Aristides Faria Lopes dos Santos
  2. 2. Articulação | Efetividade | Tomada de decisões • Relatos de experiências de gestão: o terceiro setor no contexto do desenvolvimento do turismo
  3. 3. Objetivo • Compartilhar experiências gerenciais no contexto do turismo nas quais a articulação entre governos, empresas e a sociedade civil organizada (associações, fundações, cooperativas, instituições de ensino, etc.) fez a diferença no sentido da construção de políticas públicas por meio de processos – minimamente – participativos e conectados com as realidades locais e regionais.
  4. 4. Roteiro da apresentação • Relatos de experiências – Estação Ecológica de Carijós, Florianópolis (SC) – Parque Estadual Xixová-Japuí, São Vicente e Praia Grande (SP) – Turismo de Base Comunitária • Ateliê Arte nas Cotas, Cubatão (SP) • Qualificação de monitores, Santos (SP) – Litoral paulista • Agenda Propositiva do Turismo | Baixada Santista Imagens: Ilhabela (SP), Aristides Faria
  5. 5. Relato de experiências • Estação Ecológica dos Carijós, Florianópolis (SC) – Convênio de Cooperação Técnico-científica (05/2001 a 05/2003) firmado entre a unidade de conservação e a Universidade do Sul do Estado de Santa Catarina (UNISUL): a partir do inventário/diagnóstico da região Norte da Ilha de Santa Catarina identificou-se a existência de alternativas de desenvolvimento econômico amigáveis e compatíveis com os objetivos da unidade de conservação. Imagens: www.facebook.com/ESEC.Carijos/
  6. 6. Relato de experiências • Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (9.985/2000) – Art. 8° O grupo das Unidades de Proteção Integral é composto pelas seguintes categorias de unidade de conservação: • Estação Ecológica; • Reserva Biológica; • Parque Nacional; • Monumento Natural; • Refúgio de Vida Silvestre.
  7. 7. Relato de experiências • Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (Lei nº 9.985/2000) – Art. 9° A Estação Ecológica tem como objetivo a preservação da natureza e a realização de pesquisas científicas. • § 1º A Estação Ecológica é de posse e domínio públicos, sendo que as áreas particulares incluídas em seus limites serão desapropriadas, de acordo com o que dispõe a lei. • § 2º É proibida a visitação pública, exceto quando com objetivo educacional, de acordo com o que dispuser o Plano de Manejo da unidade ou regulamento específico. • § 3º A pesquisa científica depende de autorização prévia do órgão responsável pela administração da unidade e está sujeita às condições e restrições por este estabelecidas, bem como àquelas previstas em regulamento.
  8. 8. Relato de experiências • SNUC (continuação) – Art. 9º A Estação Ecológica tem como objetivo a preservação da natureza e a realização de pesquisas científicas. • § 4° Na Estação Ecológica só podem ser permitidas alterações dos ecossistemas no caso de: – medidas que visem a restauração de ecossistemas modificados; – manejo de espécies com o fim de preservar a diversidade biológica; – coleta de componentes dos ecossistemas com finalidades científicas; – pesquisas científicas cujo impacto sobre o ambiente seja maior do que aquele causado pela simples observação ou pela coleta controlada de componentes dos ecossistemas, em uma área correspondente a no máximo três por cento da extensão total da unidade e até o limite de um mil e quinhentos hectares.
  9. 9. Relato de experiências • Parque Estadual Xixová-Japuí, São Vicente e Praia Grande (SP) – Participação no Conselho Consultivo do PEXJ, formado em 2009: grupo composto por 22 conselheiros (11 do poder público e 11 da sociedade civil). “As expectativas dos conselheiros foram positivas e relacionadas à contribuição para alterar a dinâmica da UC através da implementação de melhorias, como visitação ordenada, ações de educação ambiental, implantação do turismo, atividades para conservação (...)”. Imagens: www.ambiente.sp.gov.br/parque-xixova-japui/
  10. 10. Relato de experiências • SNUC – Art. 11. O Parque Nacional tem como objetivo básico a preservação de ecossistemas naturais de grande relevância ecológica e beleza cênica, possibilitando a realização de pesquisas científicas e o desenvolvimento de atividades de educação e interpretação ambiental, de recreação em contato com a natureza e de turismo ecológico.
  11. 11. Relato de experiências • SNUC – Art. 11. Continuação: • § 1º O Parque Nacional é de posse e domínio públicos, sendo que as áreas particulares incluídas em seus limites serão desapropriadas, de acordo com o que dispõe a lei. • § 2º A visitação pública está sujeita às normas e restrições estabelecidas no Plano de Manejo da unidade, às normas estabelecidas pelo órgão responsável por sua administração, e àquelas previstas em regulamento. • § 3º A pesquisa científica depende de autorização prévia do órgão responsável pela administração da unidade e está sujeita às condições e restrições por este estabelecidas, bem como àquelas previstas em regulamento. • § 4º As unidades dessa categoria, quando criadas pelo Estado ou Município, serão denominadas, respectivamente, Parque Estadual e Parque Natural Municipal.
  12. 12. Relato de experiências • Capacitação de Monitores para o Turismo de Base Comunitária, Santos (SP) – Oficinas de capacitação de moradores da Ilha Diana, comunidade caiçara de Santos: o curso de formação de monitores de turismo receptivo, oferecido pela Empresa Brasileira de Terminais Portuários (Embraport), em parceria com a Prefeitura Municipal de Santos, foi concluído por 15 participantes moradores dessa localidade. – A iniciativa integra o Projeto Vida Caiçara – Educação Ambiental e Turismo de Base Comunitária. A Embraport é a responsável pela operação do mais novo terminal portuário privado do Brasil, na margem esquerda do Porto de Santos.
  13. 13. Relato de experiências Imagens: Aristides Faria / Caiçara Expedições
  14. 14. Relato de experiências • Turismo de Base Comunitária, Cubatão (SP) – Roteiro de visitação a comunidade Cota 200: A Caiçara Expedições opera um roteiro de “base comunitária” em parceria com o projeto “Ateliê Arte nas Cotas”, realizado no município de Cubatão, litoral do estado de São O Projeto é parte integrante do Programa de Recuperação Socioambiental da Serra do Mar", oriundo de uma parceria entre o Bando Interamericano de Desenvolvimento (BID) e o Governo do Estado de São Paulo por meio da Companhia de Desenvolvimento Habitacional Urbano (CDHU), da Fundação Florestal e da Polícia Militar Ambiental. O objetivo do referido projeto é elevar a autoestima dos moradores e promover a construção de nova identidade comunitária.
  15. 15. Relato de experiências Imagens: Caiçara Expedições
  16. 16. Relato de experiências: litoral paulista Imagens: Ilhabela (SP), Aristides Faria
  17. 17. Unidades de conservação paulistas
  18. 18. Panorama ambiental Zoneamento agroambiental Inventário florestal
  19. 19. Ficha técnica do projeto • Região Metropolitana da Baixada Santista: Bertioga, Cubatão, Guarujá, Itanhaém, Mongaguá, Peruíbe, Praia Grande, Santos e São Vicente. • Objetivo: reunir informações e evidências atualizadas sobre a administração pública do turismo da região e propor ações governamentais para dinamizar o setor;
  20. 20. Ficha técnica do projeto • Estratégia: para alcançar o objetivo enunciado o trabalho foi ordenado em três fases concomitantes, a saber: – 1ª fase: Pesquisa de opinião pública via internet – 2ª fase: Visitas técnicas aos municípios da região – 3ª fase: Reuniões técnicas com profissionais do setor
  21. 21. Ficha técnica do projeto • Metodologia – Durante as visitas técnicas (estratégia metodológica de “observação participante”) realizou-se amplo registro fotográfico; • Duração do projeto – 90 dias (agosto a novembro de 2014) • Relatório – Os dados, informações e conclusões obtidos a partir do projeto serão apresentados aos deputados estaduais eleitos pela região.
  22. 22. Fases do projeto: valores 1ª fase • Engajamento ativo: mobilização de profissionais pela internet e pesquisa de opinião pública 2ª fase • Diálogo colaborativo: visitas técnicas e diálogo com a comunidade e profissionais 3ª fase • Possibilidades de ação: reuniões para discussão e elaboração de possíveis ações a serem tomadas, sob liderança do poder público
  23. 23. Agenda Propositiva: eixos temáticos • Educação para o turismo • Regionalização do turismo • Ação governamental • Qualificação da mão de obra • Turismo receptivo • Eventos • Impacto econômico do turismo • Cooperação • Atrativos turísticos • Benchmark • Circuito turístico regional • Sazonalidade • Postos de informações (turísticas) • Cocriação de uma estratégia competitiva • Parcerias Público-Privadas
  24. 24. Considerações finais: descentralização • “A participação tem a finalidade de integrar os interesses das pessoas e dos segmentos envolvidos, tornando-s agentes de transformação e protagonistas dos processos decisórios” (BARBOSA, 2012, p. 133). • “A integração deve funcionar como um movimento de aproximação do governo, em suas diversas instâncias, da sociedade e do terceiro setor, pois a sinergia dessa aproximação potencializa o resultado das ações e facilita o alcance objetivos comuns” • (BARBOSA, 2012, p. 133). BARBOSA, A. L. Relações organizacionais para o desenvolvimento regional do turismo. In: BENI, M. C. Turismo: planejamento estratégico e capacidade de gestão. Barueri (SP): Manole, 2012.
  25. 25. Bons estudos!

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