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Competitividade no setor de viagens e turismo: a experiência do litoral paulista, região sudeste brasileira

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Material apresentado durante o Fórum Abratur-17, realizado na cidade do Recife (PE).

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Competitividade no setor de viagens e turismo: a experiência do litoral paulista, região sudeste brasileira

  1. 1. Competitividade no setor de viagens e turismo A experiência do litoral paulista, região sudeste brasileira Aristides Faria Lopes dos Santos | Elizabeth Kyoko Wada Fórum Abratur-17 7-9 de junho de 2017, Recife, Brasil
  2. 2. Problema de pesquisa • O relacionamento entre o poder público e seus stakeholders exerce influência sobre a competitividade no setor de viagens e turismo em nível municipal?
  3. 3. Procedimentos metodológicos • Estudo de casos múltiplos (Protocolo de pesquisa) (2013-2015) • Pesquisa exploratória, abordagem qualitativa • Técnica de coletas de dados –Pesquisa bibliográfica e Pesquisa documental –Entrevistas semiestruturadas: Secretários de Turismo –Objeto de estudo: Cubatão, Itanhaém e Santos –Entrevistas semiestruturadas (snowball sampling): Stakeholders
  4. 4. Procedimentos metodológicos • Tratamento dos dados –Referencial teórico discutido em dois capítulos teóricos –As entrevistas foram transcritas –Análise de conteúdo: categorias de análise •Perfil profissional •Estrutura da Secretaria •Atividade do departamento
  5. 5. Conceitos Hospitalidade Turismo Serviços Stakeholders Competitividade
  6. 6. CubatãoItanhaémSantos
  7. 7. Resultados • Foi possível perceber que quão mais colaborativa a relação do poder público com seus stakeholders, mais efetivas serão suas ações. • Identificou-se que há relações de hospitalidade e hostilidade entre o poder público e seus stakeholders e mesmo entre os demais entes dos mercados locais.
  8. 8. Resultados • Verificou-se que há parcerias pontuais e de curto prazo, sem planejamento estratégico em nível regional ou ao menos intermunicipal. • O poder público não pratica a gestão do relacionamento com seus stakeholders de modo sistêmico, formal. • A inoperância dos Conselhos Municipais de Turismo tendem a empurrar para baixo o nível de qualidade dos produtos e serviços ofertados pelo trade turístico local, o que diminui o potencial de competitividade.
  9. 9. Referências • ALTENBURG, T.; HILLEBRAND, W.; MEYER-STAMER, J. Building systemic competitiveness: concept and case studies from Mexico, Brazil, Paraguay, Korea and Thailand. German Development Institute, v. 3, p. 1-75, 1998. • BARDIN, L. Análise de Conteúdo. São Paulo: Edições 70, 2011. • FREEMAN, R. E. Strategic management: A stakeholder approach. Boston (USA): Pitman, 1984. • GIBBS, G. Análise de dados qualitativos. Porto Alegre: Artmed, 2009. • HANDCOCK, M. S.; GILE, K.J. On the concept of snowball sampling. Cornell University Library, v. 1, p. 1-5, 2011.
  10. 10. Referências • LASHLEY, C. Para um entendimento teórico. In: LASHLEY, C.; MORRISON, A. (Orgs.) Em busca da hospitalidade: perspectivas para um mundo globalizado. Barueri (SP): Manole, 2004. • MIKI, A. F. C.; GANDARA, J. M. G.; MUÑOZ, D. R. M. O estado atual de pesquisas sobre competitividade turística no Brasil. Caderno Virtual de Turismo, v. 12, n. 2, p.212- 223, ago. 2012. • MITCHELL, R. K.; AGLE, B. R., WOOD, D. J. Toward a theory of stakeholder identification and salience: defining the principle of who and what really counts. Academy of Management Review, v. 22, n. 4, p. 853-886, out., 1997. • WADA, E. K.; MORETTI, S. L. A. Hospitalidade: dos domínios às lentes e sua inserção nos processos de gestão. Caderno de Estudos e Pesquisas do Turismo, v.3, n.3, p. 95-105, 2014.

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