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Cantata: “CELEBRAÇÃO”
            Música de Buryl Red, letra de Ragan Courtney e tradução de Joan L. Sutton

   UM POUCO D...
Nem Courtney ou Red tinham alguma idéia de que o trabalho deles fosse tornar-se um
clássico da musica das igrejas ao redor...
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2005 12 18 culto vespertino - 4º domingo do advento - encarte

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2005 12 18 culto vespertino - 4º domingo do advento - encarte

  1. 1. Cantata: “CELEBRAÇÃO” Música de Buryl Red, letra de Ragan Courtney e tradução de Joan L. Sutton UM POUCO DE HISTÓRIA HOUSTON (ABP). Depois de sete ou oito anos procurando fama e fortuna como ator na cidade de New York, Ragan Courtney escreveu e estrelou um musical na Broadway. Uma semana depois a peça fracassou e ele ficou arrasado. Ele então refugiou-se em uma ilha Caribenha de Antigua para descansar e colocar seus pensamentos em ordem. Enquanto estava lá, entrou em depressão e decidiu suicidar-se. “Pensei que poderia nadar sem direção tão longe quanto pudesse no mar do Caribe, e então isso seria meu fim”, recorda-se hoje. “Mas quando comecei a nadar para o oceano me lembrei de todas os hinos que tinham me ensinado em minha infância — ainda mais que isso, que Jesus me ama” — e percebi que estava para jogar fora alguma coisa que Deus pensou ser tão importante que deu Seu filho para salvá-la”. Aquele dia tinha sido pesado e escuro, mas naquele momento as nuvens dissiparam-se e o jovem ator começou a ver um pôr-do-sol maravilhoso à sua frente. “Comecei a chorar”, ele se lembra. “Tinha sido, até então, um cristão só de nome”. Eu sabia que havia um Jesus, um Deus e um demônio. Eu sabia sobre Jesus, mas de alguma maneira não O conhecia. “Naquele ponto de minha vida eu me tornei um verdadeiro cristão, mesmo estando a sós, orando em voz alta a Deus”. Courtney, que cresceu e fora educado na igreja Batista na Louisiana, saiu da água uma “nova criatura”, disse ele. “Percebi que o que tinha acontecido comigo naquele dia era que eu tinha nascido de novo”! Sentou-se imediatamente e escreveu os seguintes versos: “Ele é o vento e eu vôo; Ele é a grama e eu corro; Ele é quem eu preciso se tenho de rir ou chorar. Ele é a luz do meu mundo; Ele é a minha pérola sem preço; Ele é a minha resposta para o por quê?; Ele é meu amigo mesmo depois de minha morte. Ele é o sol em que eu canto; Ele é o mar em que eu nado; Ele é a montanha na qual eu subo quando quero alcançar uma nova altura. Jesus, meu Senhor! Courtney retornou para New York e pouco tempo depois foi requisitado pela Igreja Batista do Sul para escrever uma peça para um novo musical para jovens que se chamaria “Celebre a Vida”. Trabalhou então em colaboração com Buryl Red, um compositor que havia se transferido de Arkansas para a cidade de New York. As palavras que Courtney escreveu ainda com as mãos molhadas tornaram-se as primeiras linhas de uma canção chamada “A verdade vos libertará”, uma das 15 músicas da nova Cantata. Já faz 25 anos que a cantata “Celebrate Life´s ou “Celebração” como se chamou em português, foi composta; a vida de Cristo,encontra-se nela retratada com os versos de Courtney e a música de Buryl Red. Provavelmente, qualquer criança dessa época que tenha crescido e freqüentado as igrejas Batistas do Estados Unidos da América já a tenha cantado ou escutado. Courteny lembra-se de uma ocasião muitos anos atrás quando estava se apresentando num evento patrocinado por uma escola dominical no Grand Olé Opry in Nashville, Tennessee, para introduzir o novo “Hino Batismal”. Alguém sugeriu que ele perguntasse para a vasta audiência quem já teria cantado “Celebração” que levantasse as mãos. “Todas as pessoas levantaram as mãos”, ele lembrou surpreso. “É provavelmente o mais conhecido musical cristão para igrejas usado neste século” disse Mark Blankenship, diretor do departamento de ministros de música da escola dominical em Nashiville. Apesar de não se saber ao certo a quantidade vendida dessa cantata, Blakenship informou que “Celebração” vendeu milhares mais de copias que qualquer outro musical na historia da música da igreja. E que ainda vende muito bem nos dias de hoje. Numa estimativa, “Celebração” deve ter vendido ao redor de 0,5 milhão de cópias. Outros musicais sacros hoje são considerados sucesso se venderem 30.000 copias.
  2. 2. Nem Courtney ou Red tinham alguma idéia de que o trabalho deles fosse tornar-se um clássico da musica das igrejas ao redor do mundo. Courtney lembra de que quando entregou os versos para Buryl Red, ele estava de um jeito meio que envergonhado. Estes receios não tinham fundamento. “Em memória de mim” tornou-se a mais popular canção do musical e agora aparece em muitos hinários. Red lembrou-se de que quando Courtney primeiramente sugeriu que eles fizessem da “Celebração” algo que recontasse a vida de Cristo, ele pensou que este seria um projeto muito ambicioso. “Pensei que isto já tivesse sido muito falado quando percebi que nós poderíamos recontar a vida de Cristo”, disse ele. Meus pensamentos foram: “Espero que tenhamos capacidade para isso”. Courtney disse que seu objetivo em escrever a “Celebração” foi fazer um evangelismo simples e direto. “De alguma maneira nós, como cristãos 2000 anos depois de Cristo, temos santificado e esterilizado cada parte da escritura, então a mesma tem se tornado como um vidro sujo”, diz Courtney. “Tenho tentado mostrar que a encarnação é Deus tornando-se humano. Então tento contar a história de Cristo de forma humana e não tão formal”. Contar a vida de Cristo era a coisa mais natural para ser pensada como material para um musical, disse Courtney. “Por que minha fé era tão jovem, eu não tinha mais nada além disso”. “Pensei, se eu tenho me esquecido do evangelho todos estes anos, talvez outras pessoas o tenham também. Eu nunca pensei em salvar o mundo ou aumentar o numero de Batistas do Sul. Eu estava somente contando da melhor maneira que eu podia a história de Jesus”. O resultado foi uma experiência de mudança de vida para milhares de pessoas. Aconteceram muitas decisões por Cristo, “disse Raymer o ex-editor de música.” As igrejas sempre mostram dedicações renovadas e conversões com o uso da “Celebração”. Na época do lançamento do musical durante um evento de estudantes missionários Glorieta, Novo México, EUA, em dezembro de 1971, Linda Lawson tinha acabado de se formar na faculdade e começado a trabalhar na diretoria da Escola Dominical. Hoje em dia ela é a chefe de comunicações do mesmo departamento. “Celebração mudou a minha vida, ela comentou”. Porque por meio dessa cantata eu entendi a Ressurreição de uma maneira nova”. Red e Courtney experimentaram todos estes sentimentos novamente quando participaram algumas semanas atrás do aniversario de 25 anos da cantata “Celebração” na Segunda Igreja batista de Houston. A igreja convidou qualquer pessoa que já tivesse cantado o musical para participar de ensaios de um final de semana e depois participar de duas apresentações. Mais ou menos 6.500 pessoas vieram para assistir e cantores de todo sul do Texas participaram do coral Courtney então percebeu, nesse evento, que grande repertório “Celebração” havia se tornado. “Eu podia olhar ao meu redor e ver as pessoas silenciosamente repetindo as partes dos atores enquanto estavam sendo pronunciadas”. Ambos, Courteny e Red ouviram muitas histórias de participantes do coro e congregação de como o musical tinha influenciado as vidas deles. “Bom, eu penso que ficarei tocado pessoal e profissionalmente todas as vezes que alguém disser que cantou esta cantata quando jovem e que a mesma foi uma grande influência na vida deles”, Red diz. “E a maior satisfação é que às vezes escuto isto vindo dos adultos”. Texto de Mark Wingfield no Kentucky Western Recorder, em 8 de outubro de 1997. Enviado por Arthur Emílio Dianin e traduzido por Marcos S. Villa Nova O Coral Rev. James William Koger adquiriu as partituras em julho de 1977, editadas em português em 1975, para aprender “Em memória de mim”, que se tornou um de nossos hinos preferidos para os momentos de Santa Ceia. De 1986 a 1993, período em que o Coral esteve sob a regência de Maria Luísa Moda, foram várias as apresentações dessa Cantata e com vários estilos de acompanhamento: de piano, de piano e órgão, com instrumentos de corda e percussão. Certamente um dos momentos mais marcantes foi a apresentação da Páscoa de 1987, com conjunto de câmera e dramatização. Com piano e órgão Celebração foi levada a outras igrejas: Metodistas da Paulista, de Campinas, de Bauru, de Ribeirão Preto e Presbiteriana Central em Lavras, MG.

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