Contos dos alunos do 5° ano A e C da unidade I.

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Contos dos alunos do 5° ano A e C da unidade I.

  1. 1. Retratos de escola A Escola é um lugar de inúmeras vivências... Localonde muitas histórias são construídas e muitos saberessão veiculados. Passado e Presente se misturam. Os alunos do 5º ano ao lerem a obra Conto de Escola– de Machado de Assis, conheceram alguns dos dilemasvividos pelos alunos em um tempo distante do seu, alémde apreciarem a competência literária de um autor queé atemporal. A partir da obra lida, os alunos assumiram a autoriade Contos de Escola retratando os dilemas atuais. Conheçam o resultado de todo esse trabalho. Professora: Cristiane Bassani Cavalle
  2. 2. A ARTE DE COLAR Estava eu na sala e de aula, a entregar professora entrou começou quando aalgumas folhas. De repente eu olho e vejo que era umaprova de Física! A professora faz um gesto para que todoscomecem a prova, foi um silêncio total, li aprimeira pergunta: — Entre um ovo e uma bola de bolichequais caíram mais rápido? Pensei comigo mesmo, essas perguntas sãodifíceis de mais, vou ter que apelar, colar!Mas de quem? Disse em voz baixa: —Vou esperar a professora sair, assimterei a chance de colar! Olhei para o relógio e vi que estava quasena hora do lanche. Fiquei feliz ao ver o relógio, algunsminutos depois que o sinal bateu, todos,menos eu, saíram para o lanche. Levantei da mesa e olhei a prova de outroamigo, que por sinal tinha deixado a prova
  3. 3. desvirada. Comecei a copiar as respostas,mas de repente eu vi a sombra daprofessora, fiquei desesperado. E meescondi atrás das malas e das mesas,quando a professora entrou prendi a minharespiração, ela olhou para um lado, olhoupara o outro e depois saiu da sala de aula. Fui para o lanche, os meus amigosestavam falando que eu tinha errado todasas perguntas, então eu falei: —Há, me aguarde meus amigos!! E deu tudo certo, graças a Deus. Depoisfalei ao meu colega, que eu tinha coladodele: — Muito obrigado amigo!! Agora tenho que esperar o sinal da saída. Pietro Di Marco Bovo Gabriel Pechinin Cortez 5º ano C – Unidade I
  4. 4. O PASSEIO NO MUSEU Foi numa meus grandes eamigos: que eu, JoãoCaio. E conheci escola grande bonita Melissa e Paulo,também conheci José, chato e irritante e meu professorJorge. Após duas semanas de aula, estava planejado paraacontecer um passeio ao museu dos dinossauros, assuntoestudado em Ciência. Eu iria com a turma. No dia seguinte, entrei no ônibus a caminho do museu.Fui no fundo, com Melissa e Caio ao me lado. Chegando lá, andamos e andamos, pesquisamos epesquisamos e tiramos bastante fotos. O professor Jorge falou: — Vamos observar o Dinossauro Rex! Me aproximei dele, José me empurrou com tudo. Entãotodos os ossos caíram no chão. Ele me viu tentandorecolher os ossos no dinossauro e contou para oprofessor. Jorge me deu uma bronca, e fiquei nervoso, saicorrendo sozinho e acabei me perdendo. Minha turmapegou o ônibus e foi embora. Fiquei procurando todos, mais não a encontrava,comecei a ficar com medo e preocupado. Quando chegaram no colégio Caio e Melissaperceberam que eu não estava lá. Avisaram ao professorJorge, que eu não havia pegado o ônibus e que eu nãoestava ali. O professor disse:
  5. 5. — Meus alunos, voltem, para o ônibus, poisesquecemos do João Paulo. Nesta hora já eram oito e meia da noite, já tinhaescurecido. O professor Jorge falou: — Peguem suas lanternas, para procurá-lo... Todos subiram no ônibus com a lanterna a caminho domuseu novamente. Chegando lá todos ligaram suas lanternas. E foram aminha procura. Estava tudo escuro, porque eles tinham entrado semautorização, do museu. Procuraram, procuraram até que me acharam. Fiquei muito feliz! Abracei com muita força, Melissa e Caio. Eu disse ao professor: — O José que me empurrou, e sei que foi de propósito. O professor deu um puxão de orelha em José. José aprendeu a não fazer mais coisas feias e maldosascom as pessoas. E eu vivi feliz com meus queridos amigos, Melissa eCaio. Continuamos juntos. Thaina Andrade Imene Carbonese Luana Yuri Yamashita 5º ano C – Unidade I
  6. 6. BRINCADEIRA DE MÃO NÃO Um dia um menino pequeno chamado Luan, estava brigando na minha escola,quando de repente, empurrou seu amigoJustin. A inspetora reclamou que um moleque tinhatropeçado nela, achei que foi Justin, e oschamei para a diretoria para conversar.Quando chegaram perguntei: — Por que estavam brigando?! E os dois respondem ao mesmo tempo: — Ele começou! — Inspetora fale o que aconteceu. —Falei para a inspetora do meu lado. —Bem, eles estavam brigando, e um delestropeçou em mim de propósito com oempurrão do moleque, não sei qual, mais foium deles!— Disse ela para mim. Luan olha para o chão preocupado. Abri uma gaveta da diretoria e tirei um livroenorme de todas as anotações de briga daescola inteira e falei:
  7. 7. —Luan,quando estava na minha casatomando café e lendo jornal, anotei quantasvezes arranjou briga, e suponho que está desuspensão de uma semana! —Mas eu não brigo! Ele colocou a cabeça naminha mão!-Luan disse com uma desculpaesfarrapada de aluno. —De todo jeito vou contar para seus pais. De noite chamei a mãe dele e a avisei o quetinha acontecido, a mãe do meninoperguntou: —Meu garoto?! — Sim! —Está bem!- saiu à mãe constrangida. Ouvi falar que o pai dele bateu nele com ochinelo Havaianas, mas não e problema meu,com licença, um garoto empurrou a inspetora.Minha escola é muito grande e rígida, entãonão abuse. Tchau. Felippe Onishi Yaegashi Vilson Gonçalves da costa Silva 5º ano C – Unidade I
  8. 8. FOFOCAS, BILHETINHOS E CASTIGOS NA ESCOLA Em uma tarde, na aula de português, uminclusive chamado Rafael, o favorito de todos, meninodo professor, que se chamava Patrick muito maisrígido que os outros professores, teve problemas.Dois moleques começaram a ter raiva dele, poistodos gostavam muito dele. Mais tarde, esses moleques chamados Tadel eIsnitzel começaram a mandar bilhetinhos na frentedo professor, para que ele vice a troca de bilhetes einfelizmente viu e quando eles foram falar, eles osinterrompeu: — Não somos nós e sim o Rafael, que não para demandar bilhetes com fofocas dentro! Assim que ouviu isso, o professor falou em umtom bem rígido: — Sr. Rafael. Você é como todos aqui, sabe muitobem que a coisa que eu menos tolero, sãobilhetinhos e fofocas! Os amigos de Rafael, se levantaram e falaram aoprofessor que ele era inocente, o professor osignorou e levou o Rafael e seus amigos a para adiretora, chamada Paula. Quando chegou lá o professor explicou o que ouvena sala para ela, pois todos sabiam que ela eramuito rígida e brava, mas amava o professorPatrick, que falou:
  9. 9. —Eu sugiro que eles levem uma advertência porescrito, dois meses sem recreio e aulas extras! A diretora concordou, mais inconformados comisso Luigi, o mimado e o feio do grupo e Reinaldo, oalto da turma, que conseguiam tudo com maisfacilidade falaram: — Mas não foi à gente! —Vamos fazer o seguinte, encontrem provas deque não foram vocês, eu liberto vocês desse castigo. Sabendo que foram Tadel e seu amigo, Rafael,corajoso, falou: —Reinaldo, você e Melissa distrairão a diretora! Pegaram a chave mestre, que abre todos osarmários da gaveta de Paula, o grupo foi até para oarmário daqueles dois, pegando provas de que elesdetestavam Rafael, e que eles armaram para ele. Quando ficou sabendo disso, a diretora deu cincomeses de advertência por escrito, por tudo quehaviam feito, e ela pediu desculpas para o grupo. No dia seguinte, os pais dos culpados vieram tirarseus filhos da escola, e todos comemoram,principalmente o grupo!!! Vitor Gabriel C dos Anjos Guilherme S. de S. Barbosa 5º ano C - Unidade I
  10. 10. FUGINDO DAS AUTORIDADES L á estava eu saindo da sala de aula para ir ao lanche no pátio, com o meu melhor amigo Picolino, um menino preguiçoso, mas legal. Quando Picolino estava na fila da cantina um meninopequeno o xingou: — Seu feio gordo! Eu sou mais bonito e mais forte do que você! — Ah! É assim! - Disse meu amigo já batendo no menino. — Calma Pico!- exclamei. —Afaste-se se não você irá se machucar!- exclamou com raiva. Neste momento, avistei a diretora Fabribola naquele pátio claro. Tentei parar a briga, mas não consegui, então a mulher brava gritou: — O que está acontecendo!! — Picolino, você bateu no Floquinho? Observei Fabribola pegar no braço de meu amigo e o levar paradentro do prédio da escola, enquanto andava, Pico me chamava: —Tônico me ajuda! Mas nessa situação não poderia ajudá-lo, então fiquei parado no lugaronde estava. Fiquei lanchando sozinho no pátio, enquanto comia, pensava no queiria acontecer com meu amigo, então resolvi entrar escondido nadiretoria para ver como meu camarada estava. Depois do lanche eu peguei minha lancheira joguei-a na cadeira ementi para professora Carminda, que iria ao banheiro. Fui buscar meu amigo gorducho. Quando cheguei lá encontrei ele najanela da diretoria, fiz sinal para saber se ela estava na sala e ele disseque não. Ao mesmo tempo, ele pegou uma folha de papel, escreveualguma coisa e passou por baixo da porta, peguei e li: ―a porta estátrancada, abra com seu alfinete da blusa. Peguei meu alfinete e comecei a entortá-lo, até ficar no jeito certo eenfiei na fechadura e abri a porta: —Tônico magricelo! Você veio me salvar! — Vou tirá-lo daqui.- Falei . Mas no mesmo momento, uma voz me surpreendeu: —Você vai mesmo Tônico? Você fez outra coisa, além de ir aobanheiro.
  11. 11. Me virei e vi que era Carminda . Sem pensar, saímos correndo e chegamos ao pátio, começamos aandar entre os vasos e nos escondemos atrás deles. Eu estava encolhido quando vi umapessoa grande andando no pátio e logo percebi que era Fabribola. Mevirei e vi que Pico não estava comigo, fiquei apavorado e senti que umamão agarrando o meu pescoço, era ele. Nós estávamos perdidos, mas antes que conseguisse pensar emalguma coisa, ouvi meu amigo gritando: —Tônico ela me pegou! Olhei para ele e notei a mão da professora agarrada em seu braço: —Você, vem aqui. Não adiantava estava com tanto medo que sai correndo para a sala deaula, mas quando estava no corredor vi um vulto na minha frente elogo depois senti uma pontada de dor e quando abri os olhos me vicaído no chão, percebi que tinha trombado com um menino. Vi a Fabribola ao meu lado telefonando para meus pais virem mebuscar, ela desligou e rapidamente falou: —Você está muito encrencado. Logo meus pais chegaram acompanhados com os de Pico, levamosuma bronca da professora, da diretora e de nossos pais. Ficamos umbom tempo conversando, até que finalmente levamos uma suspensãode duas semanas. Quando cheguei, levei uma chinelada dos meus pais e depois fui parao meu quarto e tranquei a porta. Me joguei na cama e comecei a pensarque não devia ter ido buscá-lo na diretoria. Porque ele estava errado debater no Floquinho, mas já que estava de suspensão poderia pensarpelo lado bom, fui para casa de Picolino e jogamos videogame. Helena V. Silva Amanda T. de Moraes 5º C Unid. I
  12. 12. INTERNATO PARA MENINAS H á alguns anos eu estava em um internato americano, só para meninas... Eu era nova na escola e ainda não tinha amiga nenhuma. Era diferente,como era nova, não conhecia a escola. A professora chamava-se Carollyne e era muito rígida,sempre cobrava as tarefas e as corrigia coletivamente. Eunão me igualava a nenhuma das meninas, sozinha na horado intervalo eu era sempre a última a ser escolhida nosgrupos. Na época eu não sabia, mas sofria de anorexia, por isso eramagrinha. Mais tarde, sem o tratamento adequado, poderiase tornar grave. Um dia, desmaiei e tive de ir à enfermaria. Lá conheciRose, a enfermeira mais legal do internato, ela cuidou demim. No dia seguinte, perguntei para as meninas, se alguémhavia sentido minha falta e ninguém tinha notado. Juliana era a menina mais gentil da minha classe, entãodecedi perguntar à ela: — Você é realmente gentil com todo mundo? Ou só comcertas pessoas? Ela me respondeu: — Tento ser gentil com todos, por que me perguntou isto? — Por que não consigo fazer amigas. — Você não consegue por que não se comunica, é muitotímida. — O que acha que tenho que fazer?
  13. 13. — Tente se mostrar mais, ser mais amigável e gentil assimcomo eu. — Vou tentar! No dia seguinte, a professora começou um trabalho emgrupo, onde infelizmente, fiquei com as três garotas quemais me achavam diferente. Para piorar, elas não medeixavam dar opiniões, elas simplesmente foram fazendo otrabalho como se eu não existisse. Então fui falar com aprofessora e ela me disse: — Prometo que vou falar coma as meninas de seu grupo. — Tudo bem então—respondi. No dia seguinte, a professora nos reuniu no final da aula enos explicou que devemos aceitar a opinião de todos,mesmo achando as nossas melhores. Depois, consegui me entender com as meninas. Masmesmo depois disso, ainda não éramos amigas,. Houve um dia em que a professora conversou com todasda sala e assim consegui realmente fazer amigas.Passávamos as refeições juntas, parecíamos chiclete, e nuncamais tive problemas com isso. Engordei, e por isso elas nãome achavam mais diferente. Consegui superar a anorexiacom a ajuda de minhas novas amigas. Amanda Deolindo Silva Nathalia Nucci Simoni 5º A Unid. I
  14. 14. A DIRETORIA N uma escola, na turma do 5º ano, haviam quatro amigos, Isabella, Guilherme, Gabriela e Lucas. Eles adoravam brincar no parque juntos, de pega-pega. Um dia eles foram ao parque e Isabella falou para Gabi: — Vamos fazer um piquenique amanhã na quadradescoberta? Gabi respondeu: — Vamos, mas acho melhor na quadra coberta. As duas foram falar da ideia para os meninos, elesconcordam e começam a planejar. Isabella e Guilherme logofalaram: — Nós levaremos as tortas!!! No dia seguinte, indo para a quadra, Isabella e Guilhermeestavam carregando as tortas. No caminho, havia uma pedraque ela não havia visto. Já que Isabella estava segurandouma das tortas, tropeçou na pedra e a torta foi voando eacertou em cheio, a cara de Lucas. Guilherme não viu Isabella caída no chão e tropeçou nela,sua torta também foi voando, mas acertou bem a cara deGabi. Lucas e Gabriela começaram a gritar: — Seus desastrados, porque não olham por onde andam?! Isabella falou: — Me desculpe, eu não vi a pedra.
  15. 15. Guilherme começou a chorar, Lucas e Gabriela foram parao pátio e começam a planejar uma vingança para o próximodia, pois ficaram furiosos com havia acontecido. No dia seguinte, antes da escola abrir, Gabriela e Lucaspicharam as paredes e quando a escola abriu culparamIsabella e Guilherme, e acabou que os quatro foram parar nadiretoria. A diretora falou para eles que haviam câmeras na entradada escola e todos foram ver o que havia acontecido deverdade, e quem era o culpado. Todos viram que Gabriela e Lucas eram os culpados. A diretora brigou muito com eles, por culparem seusamigos e terem pichado a escola. Isabella então falou para Gabi: — Eu sabia que eu não era a culpada. Alguns dias se passaram e Gabriela e Lucas estavamconversando, e tiveram a idéia que não queriam mais fazeressas maldades. Eles foram falar isso para Isabella eGuilherme, eles pensaram um pouco mais aceitaram eacabou que todos ficaram amigos novamente. Amanda Morelli Araujo Bianca Yumi Muniz Ichida 5º A Unid. I
  16. 16. ROMIRO E JULIETTE T udo começou na escola Schin. Juliette era uma menina bondosa, que foi matriculada paraestudar neste colégio. Neste mesmo dia, duas pessoas tinham terminado onamoro, Estefani e Romiro. Por coincidência Juliettetinha passado pelo portão da escola, Romiro se perdeunos seus olhos verdes, imaginou-se entrelaçando nosseus longos e castanhos cabelos e ela por ele, seusolhos azuis e cabelo loiro. Só que ele tinha medo de pedi-la em namoro, porqueos jogadores da escola iam rir da sua cara. Então, Estefani ficou com ciúmes por perceber areação de Romiro e tentou envergonhar Juliette,falando uma mentira: — Pessoal, aquela menina mandou umamensagem feia! Ela escreveu uma mensagem quezombava de todos, principalmente de Romiro. Ele ficou desconfiado e viu que era o número deEstefani. Chegou a conclusão pelo identificador dechamadas. O sinal tocou para todos irem para sala de aula. LáRomiro pegou o celular e mandou uma mensagempara Juliette escrito, eu gosto de você.
  17. 17. Tocou o celular da menina, a professora ouviu,pegou percebeu que era o de Romiro, diretamentepegou o dele. No final da aula a professora devolveu os celulares aeles. A Juliette viu a mensagem e pediu para suaamiga Paula transforma – lá em uma garota linda. Em casa, as duas discutiram como Juliette poderiaficar, sua amiga a maquiou, escovou seus cabelos,deixando-a linda. No outro dia, elas foram à escola. Romiroapaixonado, não teve vergonha e perguntou se elaqueria namorar com ele. Ela disse: — Sim, eu quero pra quem você acha que eu mearrumei assim? Deste jeito, Estefani não conseguiu tira-lá dos braçosde Romiro. Ana Luisa Favaro Camila M. N. Teixeira. 5º C Unid. I
  18. 18. METIDOS EM UMA FRIA E ra um belo dia de sexta-feira e o colégio Ábaco realizou um passeio para um castelo antigo. Quando chegaram lá, Matilda, Mariana, Luisa, Melissa e Pedro se perderam de sua turma, encontraram um velhinho muito simples. Eles perguntaram: — Você viu uma turma de alunos? — Claro, que sim! — Pode nos levar até eles? — Posso, sim! E o velhinho os levou até o castelo, e quando chegaram era um calabouço! Chegando lá o velho os trancou no antigo castelo, a turma deles chegou para visitá-lo. O professor disse: — O que vocês cinco estão fazendo ai dentro do calabouço? E eles responderam muito rápido: — Um velhinho simples, jogou a gente aqui dentro! —Não acredito! — Isso é verdade! — Então esta bem, vou tirar vocês deste lugar e vamos direto para a escola! No dia seguinte, todos perguntaram o que tinha acontecido com eles. E eles disseram que já tinham contado que o velhinho os jogou lá. — MENTIRA! — É verdade, vocês precisam acreditar. Depois de duas semanas, todos estavam comentando que o velhinho estava procurandopor eles. Na hora do intervalo Rebeca leu o jornal da escola e avisou que eles estavam no jornal.Eles ficaram muito assustados e disseram: — O que está dizendo? — Que nós fomos capturados. Então Pedro disse: — Nos temos que voltar aquele local e falar com o velhinho! As meninas falaram: — Então vamos depois das aulas, pode ser? Então logo depois da aula, eles foram para o castelo. Quando chegaram, deram de cara com o velhinho. E perguntaram: — Por que você fez aquilo? E o velhinho disse: — Porque eu sou obrigado a fazer isso, se não eu sou morto. — Por quê? — Porque eu trabalho para um homem que me obriga a fazer isso, porque eu não tenhodinheiro nem para comer, por isso eu faço o que ele manda e assim conseguir dinheiro. — Então nós vamos ajudar você — Pedro disse. Rebeca disse animada: — Você pode ser faxineiro da nossa escola! O velhinho aceitou o convite das crianças.
  19. 19. Ele foi até a escola e pediu um cargo de faxineiro, a diretora disse que sim. Mas iria serpor um salário mínimo. Ele começou a trabalhar como faxineiro e nunca mais maltratou ninguém. O velhinho disse: — UFA! Não quero mesmo trabalhar para aquele homem maldoso! As crianças falaram: — Agora você entendeu que para você ganhar dinheiro, você não precisa fazer maldades,porque é só você procurar ajuda que fica tudo certo! Você gostou deste trabalho? — Sim. Pois eu aprendi muitas coisas com vocês. Vocês me ajudaram e eu achei bom.Vocês são como netos para mim! — E você, é como um avô para nós! E o velhinho, Luisa, Matilda, Melissa, Mariana e Pedro ficaram muito amigos, porquetudo se resolveu bem. Pois nunca mais eles brigaram. E mais nenhum dia eles entraram emuma encrenca. Quando chegou a hora do velhinho ir embora o maldoso homem estava esperando porele. O velhinho saio correndo do homem e o homem gritou: — Sempre estarei a sua procura. Ou você trabalha para mim. O velhinho gritou: — NUNCA! As crianças falaram: — Sorte que agora o velhinho está passando bem! O velhinho ouviu e disse: — Não estou tão bem. O maldoso homem me ameaçou, ele prometeu me procurar parasempre, ou eu volto a trabalhar para ele, mas eu disse que NÃO! — NOSSA! — As crianças falaram assustadas. — Depois da aula, nos vamos sem falta, falar com esse homem. Disseram as crianças. — Então está — O velhinho disse animado. Depois da aula eles foram falar com o homem. Perguntaram para o homem o que ele tinha feito e ele disse: — Este velhinho fez muitas coisas para mim, agora é o meu troco... ...Pedro acorda você tem que ir para escola. — O que? O homem vai nos pegar! — Filho você teve um pesadelo! Vamos para a escola, você já está atrasado vamos... — Bua, há,há,há,há,há, ele pensa que foi sonho, mas ele não perde por esperar... Anna Clara M. Pelegrini Isadora B. de Laet 5º A Unid. I
  20. 20. A PROFESSORA SUBSTITUTA N o bairro Cascalho, na Rua Costa, quinhentos e cinco, o telefone toca, e minha mãe atende. número — Ai meu Deus ! — minha mãe diz — Mas o queaconteceu? Eu pulei da cama e desci desesperado. Minha mãe falou que a professora estava doente, e que anossa vizinha seria a substituta. — Aquela velha ruguenta e gorda será minha substituta?Credo, terei que avisar o Lucas. — A senhora do quinhentos e seis não é uma velharuguenta...! — Mas é chata e gorda! Quando chegou a hora de ir para o colégio, eu aindaestava de pijama. Minha mãe me pegou pelos meus cabelosnegros, e me fez colocar o uniforme. Cheguei atrasado na escola, a velha ruguenta estavasentada na cadeira da minha professora. Juliana a alta e magra da turma, já fazia planos paraexpulsar a substituta. — Nicolau, pegue o plano para acabar com essasubstituta!— disse Juliana.
  21. 21. — Nicolau, me encontre no parque, na hora do lanche —disse Adriana. — Você é um baixinho, simpático, que não merece ser meuamigo, me deixou aqui sozinho!— interrompeu Lucas. Chegando a hora do lanche, eu, Adriana, Lucas e Julianaestávamos no parque tramando um plano. Julianacombinava tudo, pois era a mais esperta de nós três.Adriana se aventurava nas tramas de Jú. De alguma forma a substituta descobriu o plano. Elaimplicava comigo e meus colegas. No dia seguinte, colocamos uma câmera do lado doventilador de nossa sala. Gravando suas implicaçõesconosco. No intervalo mostramos a diretora o vídeo. Então, finalmente ela foi expulsa, e tudo voltou ao normal. Ops! esqueci de falar como sou, pareço o Bredy Pitty! He,he, na verdade, eu sou baixinho, com cabelos negros, e olhosverdes. Annie Xanthopulo Carla B. Robles 5º C Unid. I
  22. 22. PRIMEIRO DIA DE AULA NA ESCOLA NOVA. D anillo era um menino bonito, bondoso e quietinho. Ele se mudou para uma escolanova, chamada Santiago. Dani estavapreocupado, pois não conhecia ninguém de lá! Chegou o dia e ele foi à tão esperada escola.Estava nervoso, com um frio na barriga. Ao entrar na sala, todos olharam para elecom cara de espanto. — Oi... sou a sua professora Olivia. — Oi. — Danillo respondeu. Ele sentou ao lado de um menino chamadoPatrick e uma menina chamada Mélani. Daquele dia ele conheceu amigos e amigasque o ajudaram a se adaptar com a nova escola! Os dias foram passando e Dani não sentiamais falta de seus antigos amigos. Ele entravaem todas as aulas extras que tinha na escoladurante o período que ele não estava em aula!
  23. 23. Os anos se passaram e ele cresceu... Já tinha 20anos. Alguns de seus amigos foram com ele para afaculdade de medicina na Werb. InclusivePatrick e Mélani! Formou-se em medicina e foi seguir suacarreira de médico... Por conhecidência Mélani foi trabalhar nomesmo hospital: Viva bem e aproveite suasaúde! Quando fizeram 30 anos se casaram e tiveremseu casal de gêmeos: Marina e Bernardo. Seus filhos acabaram estudando na mesmaescola que os pais estudaram quando criança. Beatrice F. S. Legault Lauany F. Ramos 5º C Unid. I
  24. 24. AS NOTAS MARAVILHOSAS DE LUIZA... E ra um dia comum, o sol estava brilhando como nunca, as fontes do colégio Marie Doulamor estavam todas ligadas, as lojas em volta estavam cheias de clientes, pois era verão, e as pessoas queriam comprar roupas. O uniforme do colégio era muito quente, que suávamos o dia inteiro, mesmo sem fazeratividades físicas. O ar condicionado ficava ligado o dia inteirinho, menos quando íamos para o recreio.Mesmo lá sendo refrescante, ainda era muito quente para nós. O professor Rafael estava dando aula de Matemática, ninguém prestava atenção as suas aulas, mesmosabendo que ele era rígido. Ninguém o desafiava, todos professores também eram, mais ele era o maistemido por todos. Tinha um poder supremo, inclusive com o dono do colégio! Parecia que ele tinhapoder, até sobre o diretor Renan. No meio da aula, Larissa quis falar comigo por bilhetes, mais o professor viu e tomou o papel de nós.Quando ele virou de costas, ela me perguntou se eu poderia ir na casa dela à tarde, para fazermos a liçãoem dupla. Eu disse que iria perguntar ao meu pai. E tinha certeza que iria deixar, pois ele e nem minhamãe não negam nada para mim, pois sou filha única, e adoravam quando eu vou na casa da minhamelhor amiga, Larissa. Nós duas saímos mais cedo da escola, fiquei surpresa quando vi meu pai e minha mãe na secretáriaentregando dinheiro para uma moça, até Larissa ficou impressionada. Meus pais quase nunca vão aocolégio, principalmente para pagar alguma coisa, os uniformes eles pagavam por meio de cheques queeu entregava, não dinheiro. Perguntei a eles com medo da resposta: — Vocês já não pagaram a mensalidade do colégio, até Larissa estranhou pai! Meus pais se entreolharam e a moça da secretaria, praticamente ficou muda, só falava quandochegava alguns outros pais, parecia que era algo secreto, eu não podia saber. Por um segundo, achei queera uma pegadinha, pensei um pouco mais e vi que poderia ser algo mais grave, como.... Há, deixa paralá, pensei bobeira na hora... Meu pai gaguejou um pouco, e disse meio que resmungando: — NANYE HAHMGOO WAN... Eu disse para ele responder direito, pois não estava entendo o que havia me dito. Quando disse isso,ele começou a gaguejar mais e eu a entender menos, minha mãe até tentou falar, logo depois gaguejou,como ele. Desisti de perguntar a ele e perguntei a moça. Ela tentou me responder: — Ele veio aqui para pagar... Minha mãe a interrompeu com um ―ZIP‖. Não sei porque ela fez isso. Desisti e perguntei se podia ir acasa da Larissa, eles me disseram que sim, quando olhei para trás eles três fizeram um: — UFF! Voltei para casa de tardezinha, e novamente insisti no assunto, e exigi uma explicação, estava commedo da resposta, pois do jeito que agiram na recepção, só podia ser algo muito sério, pois meus paisnunca agiram assim comigo. Só podia ser algo que não queriam nem falar. Meu pai falou com uma cara de que era mentira, que eu nem acreditei na hora: — Eu fui pagar seu novo uniforme, filha! — disse ele com cara de falso. Respondi a ele: — Mais aonde ele está pai?! — respondi com um jeito desprezível. Eles me enrolaram por alguns minutos e meu pai respondeu: — Desisto! Pagamos suas notas para sempre serem boas! Parecia que o mundo havia desabado nas minhas costas, ouvir isso dos meus pais, fiquei chocada,sem força para falar... Comecei a chorar de raiva deles! Prometi que iria fugir de casa, mas não ligaram.Para desafiá-los, arrumei minhas coisas e fui para casa de Larissa, só não contei para duas pessoas... Meupai e minha mãe. Sabia que quando descobrissem que estava lá, me dariam uma bronca que eu irialembrar para a vida toda, mais decidi arriscar.
  25. 25. Descobri que eles estavam me procurando em todos os lugares que gostava de ir, só não meprocuraram na casa de Larissa. Decidi ligar para minha mãe e dizer que estava na casa de minha amiga. Ela chegou para me buscar, mais não estava sozinha, estava com meu pai. Que medo, eles estavamcom uma cara indescritível! Quando cheguei em casa, fui direto para o meu quarto e me tranquei lá, sem nem querer falar comeles, sabia que meu pai era muito bravo, e mesmo eu estando com a razão, iria me dar uma bronca porter fugido de casa, se bem que eu não fugi, só fiquei uma noite sem ir para casa, estava somente na casade Larissa. Mais estava com tanta raiva deles, que não quis ouvir o que me disseram quando estava subindo.Nem consegui dormir direito, só fiquei chorando sem parar, à noite toda! Fique no meu lugar e pensei: ―Um dia legal e feliz, e à noite uma tristeza dessa, descobrir que seuspais pagam suas notas para sempre serem boas!!! Faça uma pergunta para si mesmo, e pense comofiquei arrasada com o que ocorreu...‖ O dia amanheceu, levantei e fui tomar café da manhã, meu pai quis puxar assunto comigo, muitasfezes: — Bom dia! Desculpe filha, fiz isso para o seu bem! — minha mãe disse para ele não botar pressãoem mim, pois tinha acabado de descobrir o acontecido. Quando fui para a escola, contei tudo para os meus amigos, fiquei com vergonha, pois ninguém querter uma amiga burra! Mauricio, o meu amigo me pediu para ter forças, pois todos iriam me ajudar: — Eu, Gustavo, Larissa e o professor Rafael, iremos te ajudar nessa situação, tenho certeza que iráconseguir amiga! — Vocês tem certeza que querem fazer isso por mim? — Eu perguntei quase chorando. — Claro que sim, amigos são para essas coisas! — disseram todos juntos. Fiquei super emocionada com a atitude de meus amigos, que fizeram de tudo para me ajudar com asnotas e esquecer o que havia acontecido naquele dia. Agora, quando lembramos desse assunto, começamos a rir do que aconteceu, como se nunca tivesseacontecido. Eu estava feliz quando cheguei em casa, meu pai e minha mãe me pediram desculpas pelo que eleshaviam feito, e prometeram que nunca mais iriam fazer uma coisa que me chateasse tanto. Os desculpei,mais ficou uma magoa, claro, disse a eles que conseguia passar de ano sozinha, não com eles pagandominha notas. Tudo ficou bem, depois saímos para jantar, e disse que amava eles, como disseram paramim que me amam. Eles queriam tocar no assunto, mas eu disse que isso já era passado, não importavamais. O professor Rafael foi demitido pelo diretor Renan, ele queria mandar em todos, por isso foidemitido. A partir daquele dia, apenas o dono do colégio e o diretor eram os únicos ―poderosos‖.Nenhum professor queria passar pelo que o professor Rafael passou, ser o mandante e depois ser omandado.... E a vida no colégio Marie Doulamour voltou a ser como era antes, as fontes ligadas, professorespassando matérias chatas, o diretor dando advertências aos meninos teimosos, Larissa trocando bilhetescomigo, o professor pegando de dia comum‖... volta, e assim tudo voltou a ser como era antes, gentesendo reprovada, em fim, todos os dias voltaram a ser ―um Maria Fernanda L. de Mello Beatriz Almeida Ribeiro 5º A Unid. I
  26. 26. BULLYNG NA ESCOLA N uma bela manhã de segunda-feira, Vinicius e Diego brincavam em um parque, perto de suas casas. Quando deu o horário da escola,rapidamente foram para onde estudavam. Quando chegaram na sala de aula, sempre barulhenta,cumprimentaram e sentaram-se em silêncio. Já escutandoLaura, a professora, impaciente com seus atrasosrepetitivos: — Mais uma vez atrasados… Mudou de assunto e continuou o que estavaexplicando. Mas Pedro, nem prestando atenção na aula,provocou Diego... — Preste atenção, Pedro!— exclamou a professora, queera tão dedicada aos estudos. — Não quero!— respondeu o barulhento. A professora esqueceu o caso e retomou a aula. Pedrotambém esqueceu o caso e continuou provocando ooutro. Então Vinicius contou à professora o que estavaacontecendo, e ela sussurrou: — Se você fizer isto novamente, irá falar com o diretorOsvaldo. Mas o garoto arteiro, nem ligando, disse ao fraco:
  27. 27. — Diego, amanhã na hora do lanche, eu te bato. No dia seguinte, aconteceu à mesma rotina com os dois,só no horário do intervalo que mudou tudo. Diego queria se defender, pegando o seu suco eatacando-o no rosto do desrespeitoso. Mas ele nãoaceitou aquilo e o medroso apanhou. Como sempre, Vinicius rapidamente foi à sala dosprofessores. Quando viram aquilo, ficaram perplexos: — Não faça isso!— gritaram os brigões. Mas já era tarde de mais, pois Osvaldo estava sabendo emandou chamar os dois, para tomarem uma suspensão.Depois disso, acabou a aula. Quando os dois suspensos chegaram em casa, tomaramuma bronca dos pais e foram castigados. E com isso, nunca mais houve brigas na escolaenvolvendo eles. Carlos Alexandre Costa Destro Bruno Panhotta Teles 5º C Unid. I
  28. 28. A BRIGA QUE ACABOU EM AMOR... E u entrei numa escola chamada Condor. Logo fiz uma amiga que se chamava Renata, ela sempre ficava perto de mim, em todos os momentos. Um dia eu disse para ela: — Renata você quer ir na minha casa hoje? — Pode ser, eu vou ligar para minha mãe para ver se ela deixa. — Está bem!— Eu disse. Logo depois Renata me falou: — Minha mãe deixou eu ir a sua casa. — Que bom Rê! Quando acabou a aula nós fomos embora. E Renata foi para a minha casa No dia seguinte nós nos encontramos na escola, e Renata disse: — Eu adorei ter ido na sua casa, mas hoje você irá na minha — Mas Rê, será que minha mãe deixará? — Não sei, liga para ela. —Ok! Depois de alguns minutos, eu disse: — Minha mãe deixou. Mas, o que nós não sabíamos era que nosso amigo Felipe, estava nosseguindo. Não imaginávamos que Felipe nos seguis para ver se nós íamos nósencontrar com outro garoto. Então a Renata falou para mim: —Cecília, eu acho que nós estamos sendo seguidas. —Você sabe por quem? —Não, mais vou descobrir — Como? — Simples eu vou voltar. Nós voltamos, mas a pessoa desconhecida fugiu. Eu resmunguei: —Vamos atrás dele? —Está certo. Eu disse. Nós corremos, corremos e nada. Então fomos para casa estudar. Já estavaa noite e eu fui para casa. Mas a Renata estava tão cansada que nem me deutchau. No dia seguinte a Rê disse: — Você já tem alguma pista?
  29. 29. — Não e você Rê? — Não. Depois de uma hora o sinal bateu e fomos embora pra casa. — Cecília, eu acho que eu sei quem nos seguiu! — Quem? — O Felipe! A Leila e o Gustavo ouviram a nossa conversa e foram falar com o Felipee disseram a ele: — Felipe, Felipe! — O que aconteceu? — Nós ouvimos que você anda seguindo a Cecília e a Renata. — Quem disse isso? — Nós ouvimos elas dizendo. Na hora do lanche o Felipe disse para mim: — Cecília, venha cá! — O que você quer? — Fazer isto! E jogou um bolo na minha cara foi ai que começou uma briga. O Rafael, oGustavo e a Leila vieram e foram falar com a diretora. Logo ela chegou — Cecília e Felipe! Gritou a Marina, a diretora. A escola inteira parou e aMarina disse: — Felipe e Cecília eu quero os dois na minha sala — Claro diretora. A diretora disse para nós que iamos ficar uma semana comendo na sala eo Felipe disse alto: — Uma semana! —Sim senhor, uma semana e na próxima vez que você gritar na minhasala... —Lá, lá, lá!!! Felipe fez uma graça. —Você estará fora deste colégio! Reforçou a diretora Nas férias Felipe e eu nos encontramos no mercado. Felipe estava comtanta saudade de mim que me pediu em namoro. Eu aceitei. Ana Carolina F. Lopes Catarina T. C. C. Pires 5º A Unid. I
  30. 30. A FESTA DE MANCHESTER UNITED U m dia de sábado, no treino de futsal, eu ia de moto com o meu pai. Luis ia de carro como sempre e Pedro vinha de bicicleta. Quando chegamos, o professor deu o treino para ocampeonato. Nossa escola era o Parthenon, e o time era oManchester United. O professor nos convidou para o campeonato, e Luisperguntou: — É verdade? E logo o professor falou: — Sim, quero vocês no time. Festejamos muito até não aguentar mais, o professordisse: — Rooney você joga no ataque, Pedro você vai nareserva e Luis no meio de campo. No treino seguinte chegamos e logo falamos aoprofessor: — Professor, o Pedro ficou de recuperação. O professor foi até a sala conversar com a professora,mais não tinha jeito
  31. 31. Nos estávamos nas quartas- de- finais, nosso time eraum dos melhores, e nosso atacante, eu, era um dosmelhores. Vencemos de três a dois contra o Barcelona, colégioMaia. No próximo jogo, contra Inter de Milão, Pedro jogou eeram as semi-finais. Vencemos de um a zero e nos classificamos para a finalcontra Shaukes 04, que era o colégio Mather. Começou o jogo. Ele estava equilibrado, não haviamuitas chances de gol. E assim, acabou o primeiro tempo. No segundo tempo, a mesma coisa, até que Luismandou uma bola para mim e eu mandei a bola nocantinho, fazendo o gol. Assim acabou o jogo. O Manchester United foi o vencedor do campeonato. Quando eu e Luis fomos para a escola, fizemos umafesta. Ganhamos uma medalha para a escola. Gabriel G. Tiburcio Davi A. F. Figueiredo 5º C Unid. I
  32. 32. MINHA ESCOLA DE BOAS MANEIRAS E m um dia muito ensolarado, eu estava brincando na praça de pega-pega. Todos me conheciam como sapeca, mas meu nome éAlice. Quando estava na hora mais divertida dabrincadeira, minha mãe gritou: — Alice! ! Vem comer. — Mãe já vou ! — eu gritei. Subi correndo. Almocei mais rápido que minha mãe.E quando eu fui descer as escadas ela me puxou,dizendo que eu me comportava como um moleque darua e que iria me mandar para a escola de boasmaneiras, da senhorita Pompom. Naquele dia mesmofaria a minha matricula. No dia seguinte, lá estava eu observando aquelaimagem horrível de uma senhora com um narizgigante, uma barriga tão encolhida que parecia umpalito. Entrei na sala, todos os alunos de nariz empinado ebarriga encolhida, a professora estava até olhandopara o teto, de tão alto que o nariz estava. Resolvi cumprimentar a sala: — Oi pessoal!! Todos olharam para mim e levantaram cada vezmais o nariz. A professora foi a única que mecumprimentou.
  33. 33. Eu tentava brincar com todos. Um dia, a professora não me aguentava mais e memandou para a diretoria. E lá estava eu, cara a cara com a diretora, de narizgrande, e foi ela que me ensinou ou pelo menos tentoume ensinar, boas maneiras. Dizendo: — O meu lema, é um lema que você levará para oresto de sua vida, ele é: nariz empinado e barrigaencolhida, assim você será perfeita. À noite eu disse: — Mãe já terminei o curso de boas maneiras, e já seime comportar. Minha mãe disse: — Está bem, amanhã eu a tiro de lá. Minha mãe foi até a escola, e finalmente me tirou delá. E eu continuei brincando escondida na rua. Só quecresci como uma dama, me casei, tive filhoseducadinhos, e hoje sou comportada. E agradeçominha diretora por ter me ensinado boas maneiras. Giovana M. Barbosa Bianca Corrêa 5º A Unid. I
  34. 34. ARANHA NO RIBEIRO O i! Meu nome é Melissa, mas... Pode me chamar de Mel. Tenho treze anos, e só estou com tempo de escrever isto, porque estou de castigo no meuquarto. E pensar, que só estou nesta encrenca, porque fuicoroada rainha do baile. Calma, eu explico. Tudo começou quando anunciaram que na escola Ribeiro,minha escola, haveria um baile de primavera, e que no final,coroariam o rei e a rainha do baile. E a metida da Nathaly,não perdeu a chance de se exibir. Logo depois, no corredorprincipal da escola, a víbora me disse: — Bom, que a melhor vença, ou seja, eu! Mas não fiquetriste, ninguém é perfeito, apenas jo! — Dizendo isso, jogouseus cabelos para trás. Chegou o grande dia, eu estava muito ansiosa. Por causade minha ansiedade, o dia passou rápido, e logo já estava detarde. Pouco depois de ter começado o baile, o diretor da escolaanunciou o rei e a rainha. Mas para a surpresa de todos, eu eo Gustavo fomos os coroados! Ficamos muito felizes. E você tinha que ver a cara que aNathaly fez! Ficamos tão alegres, que começamos a dançar.Bom, acho que eu deveria ficar com medo da Nathaly, poisela me olhava com um olhar de ódio. No dia seguinte, eu, Gustavo e minha melhor amiga Luiza,fomos ao parque, e foi estranho, pois quando estávamoschegando, Nath, estava saindo. Então sentamos em umbanco. Depois de conversarmos um pouco, decidimos ir àcasa de Luiza.
  35. 35. Mas, para nossa surpresa, não conseguimos sair! A safadada Nathaly nos colou no banco! E ligamos para os meuspais, foi o maior rolo. Depois de tudo, conseguimos ir á casa de Luiza. Chegando lá, começamos a planejar uma vingança. Atéque Luiza disse: — Já sei, ela tem pavor de aranhas! Podemos colocar umano armário dela. — Por que não a do Gustavo?— Perguntei. — É, pode ser! Ela não é venenosa, mas é assustadora. —Disse Gustavo. Então ficou combinado assim. No dia seguinte, Gustavo levou sua caranguejeira para aescola. Quando a patricinha abriu seu armário, nosso amigoRoberto, deu um jeito de distraí-la. Enquanto eu, Gustavo eLuiza, colocávamos a aranha no armário. Mas, de repente, o diretor Franklin passou, e nos viu. Meucoração bateu a mil. — Já para minha sala!!!!!!— Tomamos uma suspensão, maspelo menos devolveram a aranha do Gustavo. Bom, agora estou aqui de castigo. Espere um pouco, minhamãe está me chamando. O que, já posso sair? Ebaaaaaa!!Tchau! Giovanna Melissa de Freitas Nathércia Hoch Ribeiro 5º A Unid. I
  36. 36. FERNANDO E OS TRIO E m uma cidade movimentada, eu Fernando e meus amigos, Júnior e Roberto estávamos indo para escola . Quando chegamos na escola eu os chamei: — Vamos, a primeira aula é Ciências. Entramos na sala e a professora já estava separando ostrios, e ela nos deixou juntos para um trabalho. Ela explicou o trabalho: — Vocês terão que fazer um trabalho sobre terremotosbem detalhado, falem sobre suas consequências. —Roberto perguntou: — Como vamos fazer? — Eu não sei. — Respondeu Júnior. No lanche, encontramos outro trio de três garotosmagros que Júnior teve a ideia de forçá-los a fazer onosso trabalho de princípio o Roberto não gostou muitoda idéia, mesmo assim Junior ameaçou: — Ei vocês! Façam o nosso trabalho, ou senão... Eu sapeca como sempre adorei aquilo e falei: — Vocês terão que fazer o nosso trabalho! O trio saiu correndo e corremos atrás deles. Seguimos eles até a direção, onde eles estavam com adiretora que falou: — O que foi? — Perguntou a diretora. — Nada, nada — Respondi com ar mais normalpossível. Um dos garotos magros falou: — Eles estão nos obrigando a fazer o trabalho deles.
  37. 37. — Vocês sabem muito bem que aqui não é permitidoobrigar os outros a fazer o seu trabalho, por isso terãoque trazer uma folha com todas as regras da escola etambém entregar o trabalho de terremotos, tudo paraamanhã, e se não entregarem irão ser advertidos! — Há não! Como nós iremos fazer os trabalhos em umdia? — Respondi com lágrimas nos olhos. No dia seguinte, estávamos muito nervosos porque nãoconseguimos trazer o trabalho por causa que tinha muitalição de casa. Quando chegamos na escola fomos chamados nadiretoria. Quando entramos na sala a diretora estava nosesperando e disse: — Trouxeram os trabalhos que eu pedi? — Não. — Então todos advertidos. Eu e Roberto olhamos para a cara de Júnior que faziapouco caso. E eu disse irritado: — Valeu Júnior! Pelo menos eu aprendi a lição, mas o Júnior acho quenão. Gabriel Claudino Testai Henrique Matheus da Costa 5º A Unid. I
  38. 38. A DISPUTA N uma escola, três garotos disputavam pela garota de seus sonhos, ―Priscila‖.Um dia no recreio, Alex, Yoda e Vinicius, criaram umabela discussão no corredor. Então a diretora da escolaviu e os mandou para a diretoria, para terem umaconversa séria, sobre o que fizeram. Ela disse: — Vocês ficarão sem descer por um mês! — Mas só estávamos disputando nosso amor! —Yoda falou com firmeza. — É verdade!—Afirmaram os outros dois. Dias depois, Alex pediu a mão de Priscila emnamoro. E ela respondeu: —Não quero! —Está bem, eu desisto!—Falou chorando. Então era vez de Yoda, ele foi à loja na esquina ecomprou rosas para Priscila. Esperou o outro dia, e entregou as flores para ela efez a mesma coisa que ―Alex‖. Mas ela recusou.
  39. 39. No dia seguinte, na grande escola fria, Vinicius foitentar a sorte com a Priscila. Deu sua pedra da sorte,que tinha desde pequeno. Infelizmente é recusado eela falou: —Desculpa, não posso repartir o meu coração paratrês pessoas. Alex que era forte não agüentou e chorou, Yoda ofraco chorou muito e em Vinicius era tão pálido quenem dava para ver as gotas em seu rosto. Os três pararam a disputa e se tornaram amigos parasempre. Um dia cada um achou o amor de suas vidas. Higor Luis Kehrle Heitor C. de F. e Oliveira 5º C Unid. I
  40. 40. O MENINO E O CHICLETE N a escola, havia uma sala de quinto ano, que tinham garotos que compravam chicletesvencidos, por um preço menor, e os vendiam porpreços maiores. Na embalagem dizia que venciamdepois. Certo dia, um garoto chamado Renan quecomprava chicletes, ficou com dor de barriga na suaescola, achava que era um bolo que havia comidono seu café da manhã. Chegando a sua casa, avisou sua mãe, e ela falou: — Renan toma este remédio e vai fazer sua liçãode casa. No dia seguinte, comprou o chiclete novamente,por setenta e cinco centavos e reclamou: — Por que de cinquenta centavos, foi para setentae cinco centavos, caro amigo? — Renan, pois a mercadoria foi mais difícil deencontrar hoje — Disse o vendedor do quinto ano. Um pouco mais tarde, Renan ficou com aquela dornovamente, então pensou que só poderia ter sido ochiclete. No bairro de Santa Clara, perseguiu o vendedorque estava comprando os chicletes estragados de
  41. 41. um menino, então gravou tudo, para mostra para osamigos. Na manhã seguinte, todos os alunos da classe nãocompraram os chicletes, porque o vídeo provavaque os chicletes estavam vencidos. O vendedorsoube, por um garoto da sala do Renan que odedurou, e ele disse: — Aquele moleque me paga. Na hora do recreio, o vendedor chamou o Renan edeu um soco nele e a partir daí começou uma briga. Depois de ser chamado na diretoria, Renan contoupara a diretora sobre os chicletes vencidos, e ovendedor levou uma suspensão de sete dias. Uma semana depois, os dois garotos voltaram abrigar e retornaram a diretoria. A diretora decidiuexpulsar o vendedor, e depois disso, Renancontinuou sua vida normal. João Carlos dos S. Fernandes João Matheus M. Pinheiros 5º A Unid. I
  42. 42. O ACORDO N a escola estava tudo calmo, as salas todas claras, até que um grande barulho ecoou porela. Eram Guilherme e Isabelle brigando na hora dolanche. Ele pediu ajuda a Thiago, pois as palavrasde Isabelle estavam o ofendendo, e o amigo disse: — Parem de brigar! Pois o professor irá ver esuspender vocês! Tocou o sinal, mas eles nem perceberam oprofessor chegar, ele ficou um minuto olhando adiscussão, pegou os dois pelo braço e os levou paraa diretoria. O diretor disse: — Não saiam daí, se saírem serão suspensos. Guilherme teve vontade de beber água, o diretor oviu saindo da diretoria. Ele propôs ao aluno que elee a amiga teriam de descobrir quem estavapichando os muros da escola em troca de não seremsuspensos. Os dois alunos aceitaram a proposta e saíram daescola. No caminho trombaram com dois
  43. 43. praticadores de bullying, que não entenderam que atrombada não havia sido por querer. Guilherme e Isabelle saíram correndo para umparque e lá iam discutir como descobrir ospichadores dos muros. No dia seguinte, os dois viram os valentõespichando um muro e rapidamente se esconderam.Nesse momento encontraram com Thiago e Camila,acompanhados do professor. Guilherme nem ligoupara os colegas, só para o professor e o chamou paraver quem estava pichando os muros, eram osvalentões. Os culpados foram expulsos e, pelotrabalho bem feito dos colegas, eles não foramsuspensos. João Guilherme S. Chagas Vinicius G. Laia 5º A Unid. I
  44. 44. O NOVO CONTO DE ESCOLA E m um belo dia, na escola Santa Helena, início da aula de Matemática, Manuela, que eramuito popular, perguntou a professora: — Professora, que hora são? — Hora de fazer lição menina!— respondeu. Rafael como era muito enxerido ouviu a conversae disse: — São dez para as dez Manu! — Oba! Daqui a pouco é a hora do lanche e depoisé a aula de Educação Física! — exclamou a Sthefany. — Ai que tédio! Vou ter que correr! — disseMindi. O sinal tocou, e todos saíram correndo da sala deaula para o lanche. Quando voltaram, eles ficaram muito agitados,pois já estava na hora, da aula de Educação Física.Quando o professor chegou na sala de aula, todoscorreram para a fila. Na escada, a Mindi fingiu que havia caído, paranão participar da aula de Educação Física. — Ai professor, eu acho que machuquei a minhaperna, e não vou poder fazer a aula! — gritou ela. — Tudo bem, hoje você não fará a aula. — Disse oprofessor.
  45. 45. No meio da aula, a Manuela perguntou aoprofessor se ela podia parar, pois estava cansada, eo professor disse ―sim‖. Ela e a Mindi começaram a brincar, e quando oprofessor virou, e viu que ela estava pulando corda,ele brigou com ela e a levou para a diretoria. Na volta para a sala, deram de cara com a diretorae o professor contou que a Mindi tinha o enganado,a diretora a levou para a sua sala e deu a Mindi umasuspensão de três dias. Na saída seus amigos ficaram com pena dela, efalaram: — Que pena você faltará todos esses dias! — Eu não me importo com isso, eu até queriafaltar, e depois meu mordomo faz minhas lições!’—Disse a Mindi. — Então está bom, tchau! — Disseram seusamigos. — Tchau!— Disse a Mindi. Julia N. Zamprogna, Ana Clara B. Goulart Giulia A. Rossini 5º A Unid. I
  46. 46. TROCA DE BILHETES E ra uma terça-feira, do ano de 2011. Eu estava pensando se seguia o conselho do meu amigo Eduardo. Faltar na aula para não fazer a prova deMatemática. Mas eu não sou burro, fui à escola. Quando cheguei, vi o Edu, mas como estava atrasado,não pude sentar perto dele, pois todas as carteirasestavam ocupadas. Durante a prova, recebi uma carta entregue peloMarcos, quando a abri estava escrito: ―Me diga asrespostas da prova‖, o Edu que tinha escrito, mandeiuma carta de volta dizendo: ―Resposta, a) 1540 b) SãoPaulo c) 2000 d) 7 x 4 = 28. Depois mando o resto‖. Entreguei ao Marcos, aquele menino gordo entregoupara o Edu, mas nossa professora percebeu e noschamou: —O que é isso?!—Gritou ela. —Não é nada professora. —Disse Eduardo. —Quem te mandou isso Marcos? —Foi o Rodrigo. —Disse ele com medo. —Me dê isso! O Marcos deu a carta a ela, olhou e disse: —Dando as respostas aos outros Rodrigo? Eu não disse nada, só fiquei olhando aquela mulherbaixa e magra. Ela nos levou a diretoria. Chegando lá a diretora perguntou: —O que aconteceu? —Estavam trocando cartas com respostas da prova.Disse a professora
  47. 47. —Então vocês ficarão uma semana sem EducaçãoFísica. Na hora do lanche eu e o Edu pensamos em pedirdesculpas ao Marcos, por tê-lo metido nessa confusãoque causamos. Então fomos... Quando o vimos ele estava chorando, por ter ficadosem Educação Física. —Desculpe por tê-lo metido nessa confusão. —Dissemos eu e o Eduardo. —Não foi nada, só estou meio triste. Como ficamos com pena dele, fomos falar com adiretora. —Diretora, o Marcos não tinha nada a ver com a trocade bilhetes. Ele só estava passando as cartas para o Edu.Você pode liberá-lo da suspensão?— Eu disse. —Claro! Por vocês terem me contado a verdade,deixarei vocês só quatro dias sem educação física. —Muito obrigado. —Disse o Edu. Contamos ao Marcos a novidade. Ele ficou feliz. No outro dia eu e Edu não fomos à escola, e sim aocinema. Kemuel B. C. de B. Ribeiro, Felipe S. Rocha Leonardo A. C. Masson 5º C Unid. I
  48. 48. MEU CONTO DE ESCOLA N a escola Osvaldo da Silva Xavier, haviam muitos alunos, mas cinco eram especiais, pois eles são os personagens dessa historia, Guilherme, alto e esperto, Rafaela, bonita e inteligente, Felipe, chato e gordo, Fernanda, descontrolada e divertida e Nicolas esperto e habilidoso .Todos eles eram amigos e estudavam na mesma sala .Que eraescura, fria, mais era muito grande. Num dia, igual aos outros na sala de aula, Nicolas e Felipe fizeram uma aposta, se Felipeconseguisse roubar o dinheiro de Fernanda, ele daria as resposta da prova de Matemática. E foi oque ele fez, roubou o dinheiro dela. Nesse instante, o sinal do recreio tocou e todos desceram para lanchar. Chegando no pátio, Felipe contou para o Guilherme a façanha e a recompensa que iria receber. Logo em seguida, percebeu que tinha perdido o dinheiro, e pensou que o amigo tivesse oroubado. Então, ele foi à diretoria reclamar do amigo. Após contar a história para a diretora, acabouficando de castigo. Mais não estava satisfeito, queria descobrir quem havia roubado o ―seudinheiro‖. Para isso pediu ajuda a seu amigo Nicolas: — Você pode me ajudar, a saber, quem roubou o ―meu dinheiro‖? — Pode ser, mais nesse caso, a aposta acabou e em troca eu quero a metade desse dinheiro. — Combinado! No dia seguinte, Nicolas e Felipe começaram a investigar o caso do dinheiro. Para issointerrogaram as pessoas: — Onde você estava no dia vinte e três de maio de mil quinhentos e oitenta? — Eu não sei... Esqueci! — Como assim, se você nem era nascido? — Não sei! Depois de responder, o menino saiu correndo para sua sala de aula. E Felipe e Nicolas foramprocurar à próxima vítima, mais deram de cara com Fernanda, que não estava nada feliz: — Eu sei que vocês roubaram o meu dinheiro, aonde está ele? — Eu não sei, alguém roubou de mim, na hora do lanche! — Eu te dou até amanhã, para acharem o meu dinheiro, caso contrário, alguma coisa muito ruim,irá acontecer com vocês! — Ok, eu e o Nicolas estamos procurando o ladrão! E foram embora, ao chegar perto de Rafaela, ela saia correndo. Foram assim que descobriramquem tinha roubado o dinheiro deles. Decidiram correr atrás de Rafaela, mais ela entrou no banheiro feminino, então Felipe e Nicolasforam atrás de Fernanda, que entrou no banheiro e tirou Rafaela de lá, e disse: — Eu confesso, eu e o Guilherme roubamos o seu dinheiro. Após isso, resolveram armar uma cilada para Guilherme, na qual ele assumia que tinha roubadoo dinheiro. Eles colocaram um anúncio para quem achas se os cinco reais de Fernanda, ganharia umdiploma do quinto ano. Guilherme ficou desesperado, foi logo contar que tinha achado o dinheiro eque queria a recompensa. — Você confessa que roubou o meu dinheiro? – Perguntou Fernanda para o Guilherme. — Não, eu achei na escada. — Então não irá receber a recompensa, pois a recompensa só era para quem tivesse roubado omeu dinheiro. —Ok eu confesso roubei o dinheiro que Felipe roubou de você, agora me dê o diploma. De repente, a diretora apareceu e disse: — A sua recompensa será ficar de castigo por um mês, contente? — Ah, não! — Disse Guilherme. — Então três meses agora está bom? — Reforçou a diretora.
  49. 49. — Ótimo! Isso ainda não acabou, vai ter troco. — Você vai ter muito tempo para pensar, enquanto estiver de castigo. — Será?! No dia seguinte, souberam que Guilherme tinha mudado de escola e não era qualquer escola, eraa principal rival do colégio, Osvaldo da Silva Xavier, era o colégio Parthenon, que por acasoodiavam Fernanda, Felipe e Nicolas, que eram os melhores atletas da escola. No dia que teriam a final do campeonato estadual de futebol e handebol a escola adversáriadecidiu sequestrar Fernanda, Felipe e Nicolas com a ajuda de Guilherme. Ele conhecia toda aescola, desde a entrada até a saída, que por acaso, são no mesmo lugar. Após sequestrarem eles,Guilherme disse: — Eu falei que iria ter troco, pois bem, o troco foi merecido eu deveria ter feito isso há muitomais tempo. — Ainda bem que você saiu da nossa escola, pois lá agora não tem mais fracassados– disseFernanda a Guilherme. — E roubo, ainda tem? — Não, pois o ladrão já mudou de escola. Respondeu Fernanda. — Você nos sequestrou, porque se estivéssemos lá, vocês não conseguiriam realizar nenhumponto. Disse Felipe. — Você se engana, pois eles têm uma arma secreta. Disse Guilherme. — E qual é essa arma secreta?—disse Nicolas a Guilherme. — Sou eu!!! Ao dizer isso, todos começaram a rir, inclusive seus amigos do time. E ele percebeu que teria quevoltar, afinal era a arma secreta do Parthenon, que já estava jogando. Então Guilherme disse: — Tchau, panacas do colégio Osvaldo da Silva Xavier. No caminho, Fernanda falou que queria vomitar, então todos tiveram que descer do carro.Quando todos do colégio Parthenon desceram , Felipe, Fernanda e Nicolas, tomaram posse dovolante deixando os adversários na estrada. Ao chegar à escola, lá estava Guilherme com cara de idiota, metido e se achando o bonzão.Começaram a jogar, Fernanda e Nicolas no handebol e Felipe no futebol. Parthenon estava ganhando todos os jogos, quando os três amigos entraram nos jogos, seu timescomeçaram a ganhar tudo. No final o placar foi, no futebol 6 a 3 para o colégio Osvaldo da Silva Xavier e no handebol deu 10há 7 para o colégio Osvaldo da Silva Xavier. Sabe aqueles jogadores que ficaram no meio da estrada? Pois bem, no final do jogo elesapareceram no estádio e foram diretamente falar com o treinador Renan Araújo Carleto: —Treinador, nós e o Guilherme sequestramos Felipe, Fernanda e Nicolas, só que quandoestávamos deixando Guilherme no estádio, Fernanda disse que queria vomitar, após sairmos elestomaram posse do carro e nos deixaram lá no meio da estrada. O treinador chamou o Guilherme e disse que a partir daquele dia ele não iria poder jogar mais,até mesmo xadrez, e o pior em nenhuma escola. A raiva do Guilherme aumentou tanto, que ele decidiu assumir que estava apaixonado porFernanda. Depois de dez anos, eles casaram e tiveram um filho, que estudou nessa mesma escola, Osvaldoda Silva Xavier. Lidia B.P. Lack Renan A. Carleto. 5º A Unid. I
  50. 50. AMIGOS PARA SEMPREN um belo dia, em uma escola, aconteceu uma briga entre dois amigos. E disse Roberto:— Bonitão do pedaço, não vai se achando o maisinteligente, pois quem é, é a Roberta! —Pois bem, a mais divertida é a Maria!— disseJoão. —Parem de brigar meninos!— disseram Roberta eMaria— Chega de brigar, daqui a pouco vai bater osinal e vamos subir para a aula de informática!—disse Roberta. Então, todos os alunos do 5 ano C formaram a filae foram para a aula. Chegando lá, a professora disse para escolher umadupla, para fazer um problema de lógica. —Ireicom você, Maria!—disse João. —Eu vou com você Roberta!— disse Roberto. Todos fizeram as duplas e foram para o primeiroproblema. Quando a aula terminou, foram buscar as malas eir embora.Nisso João disse a Maria: —Tchau! Às oito horas eu te ligo.
  51. 51. —Ok! Às oito horas. Ela respondeu: —Eu te ligo às sete horas!— exclamou Roberto. —Ok! Disse Roberta. Todos foram para suas casas e não aconteceu oque devia acontecer, um ligar para o outro. No dia seguinte na escola, aconteceu outra brigapor causa dos telefonema. Eles ficaram sem se falarpor uma semana. Quando a professora ficou sabendo das brigas,chamou os quatro para uma conversa: —Por que aconteceu essa briga? —Já resolvemos e voltamos a ser amigos, - disseMaria. —Está vendo, para que brigar! Todos aqui devemser amigos e não inimigos. Maria Eduarda Luhmann Gomes Dayane Roberta Zilio Oliveira 5º C Unid. I
  52. 52. CONFUSÃO NO COLÉGIO E m um belo dia, eu João fui para o colégio Parthenon. Quando cheguei fui falar com meus amigos: Maria, Mônica e Lucas. Bateu o sinal para o começo da aula. Lucas estava com muitomedo, porque ia ter uma prova de Língua Portuguesa, e ele nãohavia estudado a nova matéria, e não tinha tirado suas dúvidascom a professora Laura. Nossa professora era muito Legal. Ela era magra, loira, sua alturaera média, e tinha olhos verdes muito lindos. Renato era o diretor, ele era bonzinho, menos quando ele estavabravo, é claro quando aprontávamos. A aula começou, a professora entregou a prova. E Lucas estavacom muito mais medo. Começamos a fazer a prova. Parecia que estava tudo bem, maisele estava me pedindo às respostas. E eu disse: — Não, porque vou levar uma bronca! — Não vai não — disse Lucas. —Vou sim! E a professora disse: —Silêncio vocês dois! Se não vou levar vocês para a sala dodiretor Renato. —Crianças a prova acabou! A professora avisou. —Não professora, dê mais meia hora — Eu pedi. —Esta bem! — disse Laura — Eu vou ao banheiro, fiquem quietosaté eu voltar. —Aproveite que a professora havia saiu, e me passa suaresposta!—exclamou Lucas Eu disse: —Não, se vira! —Mas você não é meu amigo? —Disse Lucas —Sou, mas amigos não podem fazer isso—Eu disse Então Lucas me atacou uma bolinha de papel, e eu ataquei devolta a bolinha que acertou a cabeça da Mônica.
  53. 53. A professora chegou à sala e a Monica contou tudo para Laura: — Professora eu vi o Lucas e o João jogando bolinhas de papel derespostas. E me acertou na cabeça. E Laura nos chamou: —Meninos vão já para a diretoria. Quando chegamos o diretor Renato quis saber o que tinhaacontecido. E eu comecei a falar: —Lucas ficou me pedindo a resposta da prova de línguaPortuguesa, pois não tinha estudado para a prova, e a professorafoi ao banheiro, e Lucas começou a jogar bolinhas de papel, Mônicacontou para a professora, e agora estamos aqui... O diretor disse: —Fiquem sentados aqui que eu vou chamar a Mônica. O diretor perguntou se ela tinha visto o que estava escrito e aMônica disse que tinha lido. O diretor me suspendeu e suspendeu aMônica. E Lucas aprendeu a lição de estudar e respeitar os amigos,só pela conversa do diretor Renato. A mãe dele não brigou com o menino, pois sabia que ele nãotinha entendido a matéria nova. E até ficou me perguntando. Quando chegamos à sala a professora estava avisando que asférias começavam amanhã e só voltaríamos o ano que vem. E bem baixinho a Laura disse: — Lucas aproveite bem suas férias, e lembre-se de estudar. E casode duvidas pode me ligar! — E boas férias para todos! Maria Eduarda Abrantes Rodrigues Thaís Teixeira Vieira 5º C Unid. I
  54. 54. A UNIÃO FAZ A FORÇA E ra um dia frio e chuvoso, o pai de Carlos decidiu matriculá-lo em uma escola muito rígida. O diretor chamava-se José. No dia seguinte, Carlos foi para a escola, quando entrou, viudois meninos, um grande e um pequeno. Ele se atreveu a perguntarqual era o nome deles, e um respondeu: — Não te interessa! — Não fale assim com o novato — disse o outro. — Meu nome é Gary e o dele é Fred. — Agora saia daqui! — disse o Fred. O Carlos saiu com receio deles, pois era muito medroso. Um meninoo chamou, e disse para ele, que não deveria falar novamente comaqueles dois. Carlos perguntou: — Qual é o seu nome? — Meu nome é Jorge, e o seu? — perguntou. — O meu nome é Carlos. Bateu o sinal, os dois perceberam que eram da mesma sala. A aula era muito chata, uns dormiam, outros pediam para ir aobanheiro, mais levavam os seus joguinhos, e outros, como Carlosgostavam da aula. O Jorge não prestava atenção, ele era muito burro epor isso depois, sempre pedia ajuda para o Carlos. Na hora do intervalo eles viram os valentões Fred e Gary batendo emdois meninos no banheiro, os dois olharam para Carlos e Jorge, elestentaram correr, mas os valentões os pegaram. E eles começaram a bater em Jorge e Carlos, e o Fred falou: — É melhor vocês ficarem na sua, seus nerds! Pararam de bater neles e os dois saíram correndo para contar para odiretor.
  55. 55. Quando chegaram na diretoria, viram um homem grande, gordo ecom o cabelo grisalho. Eles começaram a contar tudo o que haviaacontecido para eles e o diretor José disse: — Vocês podem provar o que aconteceu? — Não, mais aconteceu!— disse Carlos. — Se vocês não podem provar, saiam daqui, eu não tenho o dia todo! Os meninos saíram desanimados, porque sabiam que no outro dia,com certeza, iriam apanhar. Quando eles chegaram em casa, não falaram nada para os pais. No dia seguinte, os dois foram para a escola, na sala de aula, eles nãoestavam prestando atenção, estavam pensando o que fazer com osvalentões. A sala era escura, não tinha tanta iluminação. O pátio eragrande, muito sujo e todo cinza. Quando deu o intervalo, Carlos e Jorge já estavam preparados paralevar uma grande surra, quando Jorge teve uma ideia, ele contou paraCarlos. Os valentões estavam perto deles quando Carlos e Jorge correrampara realizar o plano. Ele subiu em uma mesa e gritou: — Todos vocês já apanharam de Fred e Gary, querem ser saco depancadas para sempre? — Não!!! — disseram todos juntos. — Então vamos nos unir contra eles!!! — disse Jorge. Então todos começaram a gritar: — Nada de valentões!!! Nada de valentões!!! Quando Fred e Gary viram, saíram correndo, e o Fred disse: — Não é que aquele ditado é sério, a união faz a força. E eles nunca mais apareceram lá na escola. Ricardo A. Diaz Filho Henrique Gustavo da Silva 5º A Unid. I
  56. 56. A ESCOLA ESTRANHA T udo começou no dia oito, de dois mil e dez. Quando meus pais resolveram me mudar de escola para o colégio Bonha-Bom-Bonha, nunca havia visto umaescola tão estranha. Quando entrei era tudo muito diferente. As lousas coloridas, acomida era gosmenta e muito mais que você não gostaria desaber! Estava andando pelos corredores, reparei na diretora nuncahavia visto uma criatura tão feia, tinha uma ruga enorme nonariz, dentes amarelados, uma roupa muito brega e olhosgrandes e arregalados. Apesar de ser feia, era gente boa e falou: — Oi menina loirinha, nunca te vi por aqui, gosta de esportes? — Sim e como! Ela me olhou mais um pouco e saiu, ao chegar à sala, àprofessora era mais bonita do que qualquer um por ali, mascomo eu já estava no sexto ano, eram os professores quetrocavam de sala e assim, não sabíamos o que viria. Aprofessora disse: — Temos uma aluna nova! Ela é gentil. — No fundo da saladuas meninas comentaram: — Que magra! — É mesmo— disse Patricia, que gostaria muito de conhecê-la. — Qual é o nome dela?— perguntou: — O nome dela é Lucia — respondeu a professora. — Lucia pode sentar com Patricia? Ela também esta semdupla.
  57. 57. No dia seguinte, a professora estava passando mal, tossindomuito e falou baixinho: — Hoje vocês não terão aula comigo. — Com qual professor nos ficaremos? Um aluno quis saber. Alguém entrou na sala e disse: — Comigo, o professor lou..,Montarte. A maioria achou o substituto louco e os demais acharam eleengraçado. O professor falou para abrirem na página cento eoito, do livro de Matemática, então eu e Patricia falamos:— Mas é Língua Portuguesa. — Sou eu que mando aqui, eu sou o professor ou vocêsquerem vir dar aula de História?...Ops. Língua Portuguesa. Logo depois, o barulho de uma ambulância fez o professorgritar desesperadamente: — Médico! Descobrimos que o nosso substituto tinha um grande medode ir ao médico, por isso ele estava tão desesperado. Quando o dia acabou, fui para minha casa acompanhada deminha melhor amiga Patricia, cheguei em casa e escrevi no meudiário É diário, essa é à escola mais estranha que eu já estudei... Iolanda Medeiros Torres Taina Fernandes Alves 5º A Unid. I
  58. 58. UM ACONTECIMENTO NORMAL N a escola, os alunos estavam na aula de Educação Física, quando Mario sofreu um acidente. Oprofessor correu para socorre–lo. Mario foi levado até a enfermaria, para cuidar deseus ferimentos. Alguns amigos o acompanharam,Luiz, Gustavo, Maria, Antonio, voltaram para sala. Quando acabou a aula Mario voltou para casa.Chegou, abriu a porta e disse: — Mamãe, cheguei! — Oi filho, disse ela. — Como está? — Bem, estava jogando bola com meus amigos,tropecei e infelizmente cai no chão, mas não foi nadagrave. O professor cuidou muito bem dos meusferimentos. A mãe disse: — Onde você se machucou? — Na quadra de Educação Física. — Mas estou bem, não se preocupe. No dia seguinte Mario foi a escola falar com osamigos, viu Maria, Antonio e Gustavo. Correu paraperto deles e disse:
  59. 59. — Oi gente como estão? Maria respondeu: — Estamos bem, mas e você que se machucouontem, está melhor? Gustavo e Antonio disseram: — E mesmo, depois de um tombo daqueles? Mario disse: — Estou muito bem, o corte no meu joelho já estámelhor. — Mas vamos comer uma pizza hoje à noite, que tal? Todos concordaram e assim quando anoiteceu seencontraram na pizzaria. Vinícius Gregório Lorenzatto Eduardo Rezende Rodrigues 5º A Unid. I
  60. 60. A CONFUSÃO NO COLÉGIO N o colégio Parthenon, na sala do 5°C estava tendo aula, as pessoas concentradas na atividade que a professora havia dado. Um aluno gritou: — Professora!A professora olhou para o aluno com cara de assustada e disse:— A próxima vez que um de vocês gritarem assim serão... Antes da professora terminar a frase, bateu o sinal do intervalo e os alunos saíram correndo. No grande pátio da escola, os alunos do 5°C podiam escolher em que canto dele iriam lanchar. Débora e Claudia como eram muito amigas, foram lanchar juntas. Débora trouxe de lanchebisnaguinha, suco de uva e uma goiabinha de chocolate Claudia era metida e nem todas as meninas da classe gostavam dela. Débora abriu sua goiabinha de chocolate, e deixou o papel voar sem querer. E falou para simesma que depois pegaria. Claudia trouxe de lanche salgadinho, banana e refrigerante. Ela descascou sua banana e foi jogara casca no lixo. E sem perceber deixou cair um pedaço da casca da banana. Quando voltava pra sentar, escorregou na mesma. Todas as meninas que não gostavam delacomeçaram a rir. Ela ficou brava e começou a correr atrás de todas as meninas. Sem querer elaempurrou um menino de sua classe chamado Pedro que era gordo, orelhudo e baixo. Ele também ficou bravo e resolveu correr atrás dela. Mas antes dele correr atrás dela, um outromenino de sua classe, chamado Vinicius que era baixo, legal e estudioso perguntou para ela: — Você quer que eu corra atrás dele com você? — Eu adoraria!—Respondeu ela. Os dois começaram a correr atrás de Pedro, e o Vinicius acabou caindo em cima dele. O Pedroficou bravo e achou que Vinicius tinha feito de propósito e o agrediu. Na hora em que a inspetora viu a briga chamou a atenção de Pedro e Vinicius e os levou para adiretoria. Na diretoria eles conversaram com a diretora Cintia: — Por que vocês estavam brigando? — Ele que me bateu primeiro Cintia!— Disse Vinicius. — Você caiu em cima de mim de propósito!– Respondeu Pedro —Não! Eu não caí de propósito. Tropecei na lancheira de uma menina do 4°Ano e caí em cima devocê.—Se justificou Vinicius! — Espera!—Diz a diretora — Em primeiro lugar, quem começou com essa confusão? —A Claudia!!—Os dois falaram juntos. A diretora falou para a inspetora que estava ao lado, que fosse chamar a Claudia e suaprofessora. Quando as duas chegaram a Cintia perguntou: —Claudia você que começou com a confusão? —Que confusão?—Respondeu ela. —Bom...Os meninos me contaram que você que começou com a confusão. — Espera!—Diz Claudia—Eu não estou entendendo nada, disso que você esta falando. —Já que você não está entendendo e você sabe do que eu estou falando é melhor você contartudo ou a situação piorará.—Falou a diretora ficando brava —Está bem...está bem...Eu fui jogar a casca da minha banana no lixo, e deixei cair um pedaço damesma. Quando voltei eu escorreguei nela e caí. Após eu cair alguns meninos e meninas riram demim e eu me estressei. —E começou a correr atrás de mim né?—Disse Pedro —É que você também riu de mim —Respondeu ela —E como surgiu a briga? —É o que eu disse—Falou Vinicius — Eu tropecei na lancheira da menina do 4°ano e caí em cimado Pedro.
  61. 61. —E por que você bateu no Vinicius Pedro?—Perguntou Cintia —Eu achei que ele tinha caído de propósito em cima de mim. — Por agressão física, os três vão levar suspensão de um mês. A diretora deixou os alunos e a professora ir para a sala. Ao chegar em casa, os alunos envolvidos no acontecimento do dia, não quiseram contar aos pais.Eles arrumaram uma desculpa para não ir a escola. Claudia disse que estava com a perna doendo.Vinicius disse que estava com dor de cabeça. E Pedro cabulou aula. No dia seguinte, haveria uma reunião na escola. Os pais de todos os alunos foram. E ao final aprofessora chamou os pais de Claudia, Pedro e Vinicius. Ela disse: —Bom... Eu não sei se os filhos de vocês contaram, mas eles estão de suspensos por um mês. —Como assim?— Disse a mãe de Claudia —É, como assim? —Diz a mãe de Pedro. —O que eles fizeram?— Perguntou a mãe de Vinicius. —Ontem a Claudia foi jogar sua casca da banana no lixo e caiu um pedaço. Na volta elaescorregou e caiu. Alguns alunos não só da mesma sala dela riram e ela se irritou. Começou a correratrás de Pedro que também havia rido dela. Vinicius perguntou se ela queria ajuda. Ela aceitou e osdois começaram a correr juntos. Vinicius caiu em cima de Pedro e ele achou que havia sido depropósito e bateu no Vinicius. —Mas meu filho não me contou nada. Ele disse que estava com dor de cabeça, e por isso nãodeixei ele vir para a escola —Explica a mãe de Vinicius. —O meu filho não me disse nada também. Então eu o mandei para a escola.— Disse a mãe dePedro. —Mas o Pedro não compareceu na aula hoje. —Explica a professora. —Então aonde o meu filho foi, em vez de vir pra a escola?—Perguntou a mãe de Pedro. —Provavelmente ele cabulou aula— Sugeri a professora — Quando eu chegar em casa vou conversar sobre o assunto com o meu filho.— Disse a mãe dePedro. —Eu também vou conversar com o meu filho.— Fala a mãe de Vinicius. —Eu não entendi porque minha filha levou suspensão?—Perguntou a mãe de Claudia aprofessora. —Porque foi ela que começou com a confusão – Respondeu a professora. —Mas não foi ela que bateu em alguém. Ela apenas começou a correr atrás de um menino e daípara a frente os dois que se desentenderam.—Justifica a mãe de Claudia. —Mas como ela estava envolvida e ela que começou com a confusão é obrigada a levar umasuspensão junto com os outros alunos. — Disse a professora. —Eu vou conversar com minha filha. Mas ela não tem muita culpa do acontecido.— Diz a mãede Claudia. Ao chegar em casa os pais de Pedro e de Vinicius conversaram com seus filhos e deram umabronca neles. Os pais de Pedro tiraram o vídeo game, o computador, o celular e o vídeo gameportátil. Os pais de Vinicius tiraram dele o celular, o computador, vídeo game e a televisão. Já aClaudia apenas perdeu o computador e o celular, pois a mãe dela era muito boazinha e achou queela não tinha culpa do acontecido. Yamilla Nunes Marazzi Larissa Domingues 5º C Unid. I

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