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MINICURSO 3 CURADORIA E PRESERVAÇÃO EM REPOSITÓRIOS DIGITAIS

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Mini curso oferecido no I Fórum Nacional de Repositórios Digitais. UFRN, Natal, RN. 16 de outubro de 2016

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MINICURSO 3 CURADORIA E PRESERVAÇÃO EM REPOSITÓRIOS DIGITAIS

  1. 1. MINICURSO 3 CURADORIA E PRESERVAÇÃO EM REPOSITÓRIOS DIGITAIS Miguel Ángel Márdero Arellano Rede Cariniana IBICT miguel@ibict.br
  2. 2. TEMAS PANORAMA CONCEITOS – PRÁTICAS E RECOMENDAÇÕES CURADORIA – PRÁTICAS E RECOMENDAÇÕES POLÍTICA DE PRESERVAÇÃO DIGITAL – PRÁTICAS E RECOMENDAÇÕES REPOSITÓRIOS CONFIÁVEIS – PRÁTICAS E RECOMENDAÇÕES AUDITORIAS DE REPOSITÓRIOS CONFIÁVEIS – PRÁTICAS E RECOMENDAÇÕES LEITURA ADICIONAL
  3. 3. PANORAMA
  4. 4. PANORAMA
  5. 5. PANORAMA Na era dos repositórios...
  6. 6. PANORAMA Na era das políticas dos repositórios...
  7. 7. PANORAMA Na era das políticas dos repositórios...
  8. 8. PANORAMA Na era dos repositórios confiáveis...
  9. 9. PANORAMA Na era das auditorias...
  10. 10. PANORAMA Na era das auditorias...
  11. 11. PANORAMA Na era da curadoria digital...
  12. 12. PANORAMA Na era da gestão de dados de pesquisa...
  13. 13. PANORAMA Na era dos repositórios de dados de pesquisa...
  14. 14. PANORAMA Na era dos repositórios de dados de pesquisa...
  15. 15. PANORMA Na era dos repositórios de dados de pesquisa...
  16. 16. PANORMA Na era dos sistemas CRIS...
  17. 17. CONCEITOS
  18. 18. CONCEITOS CURADORIA DIGITAL A curadoria digital envolve a manutenção, preservação e agregação de valor aos dados de pesquisa digital ao longo de seu ciclo de vida. A gestão activa dos dados de investigação reduz as ameaças ao seu valor de investigação a longo prazo e atenua o risco de obsolescência digital...
  19. 19. CONCEITOS CURADORIA DIGITAL A curadoria digital e a preservação de dados são processos em curso, que requerem considerável reflexão e o investimento de tempo e recursos adequados. O ciclo de vida de curadoria digital compreende as seguintes etapas: Conceptualização Criação Acesso e utilização Avaliação e e seleção Descarte Inserção Ações de preservação Re-avaliação Armazenamento Acesso e reutilização Transformação
  20. 20. CONCEITOS CURADORIA DIGITAL Conceptualização: conceber e planejar a criação de objetos digitais, incluindo métodos de captura de dados e opções de armazenamento. Criação: produzir objetos digitais e atribuir metadados arquivísticos administrativos, descritivos, estruturais e técnicos. Acesso e utilização: garantir que os usuários designados possam acessar facilmente a objetos digitais no dia-a-dia. Alguns objetos digitais podem estar publicamente disponíveis, enquanto outros podem ser protegidos por senha. Avalição e seleção: avalie os objetos digitais e selecione aqueles que precisam de conservação e preservação a longo prazo. Adicionar a documentação necessária, políticas e requisitos legais. Descarte: de objetos digitais não selecionados para curadoria e preservação de longo prazo. Orientações documentadas, políticas e requisitos legais podem exigir a destruição segura desses objetos.
  21. 21. CONCEITOS CURADORIA DIGITAL Inserção: transferir objetos digitais para um arquivo, um repositório digital confiável, centro de dados ou similar, novamente aderindo a orientação documentada, políticas e requisitos legais. Ação de preservação: empreender ações para garantir a preservação e retenção a longo prazo autorizada dos objetos digitais. Re-avaliação: retornar objetos digitais que falham em procedimentos de validação para avaliação e re-inerções adicionais. Armazenar: manter os dados de forma segura, conforme descrito pelas normas relevantes. Acesso e reutilização: garantir que os dados sejam acessíveis aos usuários designados para uso e reutilização pela primeira vez. Alguns materiais podem estar publicamente disponíveis, enquanto outros dados podem ser protegidos por senha. Transformar: criar novos objetos digitais a partir do original, por exemplo, por migração para uma forma diferente.
  22. 22. CONCEITOS
  23. 23. CONCEITOS PRESERVAÇÃO DIGITAL A tecnologia por si só não resolve todas as questões envolvendo a preservação digital, pois a cada dia em virtude da obsolescência das tecnologias, da deterioração das mídias digitais e principalmente pela falta de políticas de preservação digital a memória da sociedade está ameaçada.
  24. 24. CONCEITOS PRESERVAÇÃO DIGITAL A preservação digital é efetuar “[...] planejamento, alocação de recursos e aplicação de métodos e tecnologias para assegurar que a informação digital de valor contínuo permaneça acessível e utilizável [...]” (Hedstrom (1996, p. 189).
  25. 25. CONCEITOS PRESERVAÇÃO DIGITAL “A problemática da preservação digital não é a mesma em todos os casos nem em todos os setores e nem em todas as empresas e instituições de um mesmo setor.” Miquel Térmens
  26. 26. CONCEITOS PRESERVAÇÃO DIGITAL De longo prazo é... • Compromisso de centros de informação, bibliotecas e arquivos de preservar para um futuro não de décadas mas de séculos e milênios... • Uma posição consciente assumida desde o momento da produção dos recursos digitais... • Idêntica nas instituições patrimoniais, de ensino e de pesquisa.
  27. 27. CONCEITOS PRESERVAÇÃO DIGITAL A transitoriedade da mídia A compatibilidade do software e do hardware O software proprietário
  28. 28. CONCEITOS PRESERVAÇÃO DIGITAL Envolve... • Preservação dos bits • Controle da obsolescência das mídias e dos formatos • Desenvolvimento e manutenção de metadados
  29. 29. CONCEITOS PRESERVAÇÃO DIGITAL A preservação digital é um conjunto de políticas de gestão e atividades necessárias para garantir a usabilidade douradora, a autenticidade, recuperação e acessibilidade de conteúdos através do tempo.
  30. 30. CONCEITOS REPOSITÓRIO DIGITAL CONFIÁVEL Escolhendo as estratégias de preservação Definindo a política institucional Implementando um repositório digital em conformidade com o modelo OAIS Passando por auditoria e certificação
  31. 31. PRÁTICAS 1ª Atividade: Identificação dos repositórios e das práticas de preservação digital Escopo da iniciativa Tipo de material arquivado Volume de material arquivado Estratégias de preservação
  32. 32. PRÁTICAS NDSA Standards and Practices Working Group Persistent URL: http://hdl.loc.gov/loc.gdc/lcpub.2013655113.1
  33. 33. PRÁTICAS NDSA Standards and Practices Working Group Persistent URL: http://hdl.loc.gov/loc.gdc/lcpub.2013655113.1
  34. 34. POLÍTICA DE PRESERVAÇÃO DIGITAL
  35. 35. TEMAS POLÍTICA DE PRESERVAÇÃO DIGITAL A política de preservação é uma das ferramentas de gestão das instituições. Uma política de preservação digital deve declarar os princípios, que nortearão as decisões sobre o acesso e permanência dos arquivos digitais. Ela deve ser, clara, integradora, refletir os valores institucionais e ser independente da tecnologia.
  36. 36. TEMAS POLÍTICAS E PLANOS DE CURADORIA E PRESERVAÇÃO DIGITAL Para guiar as ações de preservação a serem definidas no programa de preservação digital. Uma ação vem precedida de uma identificação de risco, baseada no monitoramento de áreas de interesse institucional. A identificação da ação mais apropriada é feita no processo de planejamento da preservação digital, o qual tem como resultado o programa de preservação. PLATO: uma ferramenta de monitoramento de riscos http://www.ifs.tuwien.ac.at/dp/plato/intro/
  37. 37. TEMAS POLÍTICAS E PLANOS DE CURADORIA E PRESERVAÇÃO DIGITAL Para resumir a abordagem institucional com relação ao arquivamento seguro das suas coleções digitais. Para explicar como a sua aplicação servirá para atender às necessidades de confiabilidade, autenticidade e acessibilidade a esses documentos. Para orientar o uso e os direitos de salvaguarda dos acervos digitais. Para explicar como uma comunidade se encaixa na estratégia global de preservação digital.
  38. 38. TEMAS POLÍTICAS E PLANOS DE CURADORIA E PRESERVAÇÃO DIGITAL Plato: The PLANETS Preservation Planning Tool
  39. 39. TEMAS POLÍTICAS E PLANOS DE CURADORIA E PRESERVAÇÃO DIGITAL Plato: The PLANETS Preservation Planning Tool
  40. 40. TEMAS POLÍTICAS E PLANOS DE CURADORIA E PRESERVAÇÃO DIGITAL
  41. 41. TEMAS POLÍTICAS E PLANOS DE CURADORIA E PRESERVAÇÃO DIGITAL
  42. 42. TEMAS POLÍTICAS E PLANOS DE CURADORIA E PRESERVAÇÃO DIGITAL Política de Dados Política de Conteúdo Política de Submissão Política de Preservação Política de Metadados
  43. 43. TEMAS POLÍTICAS E PLANOS DE CURADORIA E PRESERVAÇÃO DIGITAL Os profissionais da informação das bibliotecas, arquivos e centros de informação convergem no uso da terminologia usada para interpretar os termos mas, a política é influenciada pelo tipo de repositório no qual trabalham.
  44. 44. TEMAS POLÍTICAS E PLANOS DE CURADORIA E PRESERVAÇÃO DIGITAL Nas bibliotecas digitais, os acervos digitais podem ser cópias, links para portais de periódicos, operam com acordos ou mandatos de depósito e retenção de direitos autorais e controle dos dados depositados.
  45. 45. TEMAS POLÍTICAS E PLANOS DE CURADORIA E PRESERVAÇÃO DIGITAL A informação digital é frágil e fugaz, necessita de gerenciamento cuidadoso desde o momento da sua criação e uma abordagem política e estratégica de modo a garantir a preservação. BOERES (2004)
  46. 46. PRÁTICAS 2ª Atividade: Identificação de políticas e planos Escopo da iniciativa Tipo de material arquivado Volume de material arquivado Estratégias de preservação Infraestrutura organizacional Infraestrutura tecnológica Marco de recursos
  47. 47. PRÁTICAS POLÍTICAS E PLANOS DE CURADORIA E PRESERVAÇÃO DIGITAL
  48. 48. PRÁTICAS POLÍTICAS E PLANOS DE CURADORIA E PRESERVAÇÃO DIGITAL
  49. 49. PRÁTICAS POLÍTICAS E PLANOS DE CURADORIA E PRESERVAÇÃO DIGITAL
  50. 50. PRÁTICAS POLÍTICAS E PLANOS DE CURADORIA E PRESERVAÇÃO DIGITAL
  51. 51. PRÁTICAS POLÍTICAS E PLANOS DE CURADORIA E PRESERVAÇÃO DIGITAL
  52. 52. TEMAS • PRÁTICAS 2ª Atividade: Identificar os itens das políticas de preservação digital http://wiki.opf-labs.org http://cariniana.ibict.br/index.php/listas/lista-de-politicas
  53. 53. British Library Digital Preservation Strategy (PDF) Cheshire Archives (UK) Digital Preservation Policy Dartmouth College Library Digital Preservation Policy Florida Digital Archive FDA Policy and Procedures Guide, version 3.0 (PDF) Hampshire County Council Archives Digital Preservation Policy HathiTrust Digital Library Digital Preservation Policy Illinois Digital Environment for Access to Learning and Scholarship IDEALS Digital Preservation Policy John Hopkins Sheridan Libraries JScholarship Digital Preservation Policy London Metropolitan Archives Interim Digital Preservation Policy (PDF) National Archives of Australia Digital Preservation Policy National Library of Australia Digital Preservation Policy 4th Edition National Library of Wales Digital Preservation Policy and Strategy (PDF) National Museum Australia Digital Preservation and Digitization Policy (PDF) North Carolina Department of Cultural Resources Archival Process for Data and Image Preservation: The Management and Preservation of Digital Media (PDF) PlymouthCity Council (UK) Plymouth and West Devon Record Office Digital Preservation Policy Public Record Office of Northern Ireland Digital Preservation Strategy (PDF) Purdue University Research Repository PURR Digital Preservation Policy Rhizome at the New Museum Digital Preservation Practices and the Rhizome Artbase (PDF) State Library of Queensland Digital Preservation Policy (PDF) StatsBiblioteket State and University Library Digital Preservation Strategy for State and University Library, Denmark, version 2.0 (PDF) Swiss Federal Archives Digital Archiving Policy The Royal Library: The National Library of Denmark and Copenhagen University Library Policy for long term preservation of digital materials at the Royal Library (PDF) United Kingdom Data Archive Preservation Policy (PDF) United Kingdom Parliamentary Archives A Digital Preservation Policy for Parliament (PDF) United Kingdom Parliamentary Archives A Digital Preservation Strategy for Parliament (PDF) University of British Columbia Library Digital Preservation Policy (Draft) University of Manchester Library Digital Preservation Strategy (PDF) University of Massachusetts Amherst Libraries Digital Preservation Policy (PDF) University of North Carolina at Chapel Hill: The Howard W. Odum Institute for Social Science Digital Preservation Policies University of South Carolina Libraries USCL Digital Preservation Policy Framework (PDF)
  54. 54. POLÍTICA DE PRESERVAÇÃO http://www.ed.ac.uk/information-services/research-support/data-library/data- repository/service-policies/preservation-policy
  55. 55. REPOSITÓRIOS DIGITAIS CONFIÁVEIS
  56. 56. TEMAS Os repositórios digitais confiáveis... Deverão estar baseados numa lista de requisitos funcionais para garantir a validade dos registros e a sua permanência. Assim como também comprovar sua conformidade com o modelo de referência OAIS.
  57. 57. TEMAS REPOSITÓRIOS DIGITAIS CONFIÁVEIS Um serviço de armazenamento de objetos digitais que tem a capacidade de manter e gerenciar materiais por longos períodos de tempo e prover o seu acesso apropriado. Conjunto de ferramentas necessárias para os produtores, disseminadores e usuários de documentos digitais
  58. 58. TEMAS REPOSITÓRIOS DIGITAIS CONFIÁVEIS Os desenvolvedores de repositórios digitais são os responsáveis pela aplicação dos padrões internacionais para sistemas de preservação digital, assim como pela inclusão de atributos que suportem a segurança do sistema, os procedimentos apropriados, unidos às responsabilidades da custódia.
  59. 59. TEMAS REPOSITÓRIOS DIGITAIS CONFIÁVEIS Para ser confiáveis os repositórios devem cumprir algumas exigências: (1) dar suporte a tipos de conteúdos heterogêneos; (2) agregar conteúdos mesclados, possivelmente distribuídos, na forma de objetos digitais complexos; (3) dispor de mecanismos para gestão de acesso aos conteúdos digitais. Lagoze e Payette
  60. 60. TEMAS REPOSITÓRIOS DIGITAIS CONFIÁVEIS “Um dispositivo confiável e seguro para armazenamento e acesso aos conteúdos digitais” Fernando Sayão
  61. 61. TEMAS REPOSITÓRIOS DIGITAIS CONFIÁVEIS A confiança se desenvolve em três níveis, no mínimo, a saber: 1. a confiança de que os produtores estão enviando as informações corretas; 2. a confiança de que os consumidores estão recebendo as informações corretas; e 3. a confiança de que os fornecedores estão prestando serviços adequados. Kathia Thomaz
  62. 62. TEMAS REPOSITÓRIOS DIGITAIS CONFIÁVEIS A Research Libraries Group (RLG) e a Online Computer Library Center (OCLC) em seu relatório de 2002 determinou um conjunto de atributos que um repositório confiável deve ter. Esse conjunto segue o modelo OAIS e designa que a obediência a este modelo deve ser o primeiro critério a ser seguido para que um repositório seja considerado confiável.
  63. 63. TEMAS REPOSITÓRIOS DIGITAIS CONFIÁVEIS Ainda de acordo com esse relatório, todo repositório digital confiável deve assegurar os atributos, como: a) responsabilidade administrativa; b) viabilidade organizacional; c) sustentabilidade financeira; d) adequabilidade tecnológica e procedimental; e) sistema de segurança; f) responsabilidade de procedimentos (certificação). RLG & OCLC
  64. 64. TEMAS REPOSITÓRIOS DIGITAIS CONFIÁVEIS O MODELO DE REFERÊNCIA OAIS https://public.ccsds.org/pubs/650x0m2.pdf
  65. 65. TEMAS REPOSITÓRIOS DIGITAIS CONFIÁVEIS  Desenvolvido pelo Consultative Committee for Space Data Systems (CCSDS), composto entre outros pela NASA.  É a norma ISO 14.721  É um modelo, não devemos ficar nos obcecar com o desenho.  Instrumento de análise.  É importante focar nas coisas a serem feitas
  66. 66. TEMAS REPOSITÓRIOS DIGITAIS CONFIÁVEIS Modelo para aplicar conceitos necessários para a preservação digital. Termos relacionados com metadados de preservação e com a descrição e representação do conteúdo. Modelo de componentes necessários para a criação de um sistema que suporte a gama de serviços de preservação.
  67. 67. TEMAS REPOSITÓRIOS DIGITAIS CONFIÁVEIS Esquema conceitual que disciplina e direciona o repositório para a preservação digital e a manutenção do acesso à informação digital em longo prazo. Ele identifica no primeiro nível de detalhamento, seis funções arquivísticas a serem exercitadas: 1 Admissão (Ingest) 2 Arquivamento (Archival Storage) 3 Gerenciamento de dados (Data Management) 4 Administração do sistema (Administration) 5 Planejamento de preservação (Preservation Planning) 6 Acesso (Access).
  68. 68. TEMAS PLANO DE PRESERVAÇÃO  Ele deve ser usado para analisar a situação atual, estabelecer responsabilidades, tomar decisões e documentar.  Alcance e propósito  Objetivos  Coleciones e usuários (comunidades e direitos) 
  69. 69. TEMAS ADMINISTRAÇÃO  Funções e responsabilidades  Requisitos legais (políticas institucionais)  Sustentabilidade financeira  Sustentabilidade técnica  Plano de contingencia e análises de riscos
  70. 70. TEMAS PRÁTICAS 3ª Atividade: Identificação das características do modelo OAIS Analise das responsabilidade de um arquivo OAIS Critérios de seleção Obtenção de direitos de propriedade intelectual A construção institucional dos conceitos OAIS
  71. 71. TEMAS Gestão dos repositórios digitais confiáveis  Documentação de políticas, processos e tarefas  Priorização das ações e requisitos  Vigilância tecnológica  Treinamento  Apoio ao usuário  Contatos com outros repositórios e instituições
  72. 72. AUDITORIAS DE REPOSITÓRIOS CONFIÁVEIS
  73. 73. AUDITORIAS DE REPOSITÓRIOS CONFIÁVEIS Para adicionar confiabilidade aos seus métodos de preservação e manutenção da fidedignidade, a instituição, seja ela custodial ou pós-custodial, deverá realizar auditorias tanto internas, quanto externas, a fim de comprovar ao longo do tempo que preserva documentos de maneira confiável.
  74. 74. PARA QUE SERVE a norma iso 16363? • Como todas as normas ISO, ela é um sistema consistente de avaliação orientada a repositórios, auditada por especialistas credenciados. A cada estagio existe um conjunto de normas cujo cumprimento deve ser julgado. • O processo é testado e é a base da segurança, confiabilidade e qualidade dos produtos e serviços de um repositório. • Ele demostra a aderência pela qualidade, consistência, respeito pela integridade dos dados e compromisso pela preservação e acesso a longo prazo da informação sob custodia.
  75. 75. PRÁTICAS 4ª Atividade: Identificação de auditorias de repositórios digitais Itens sobre Infraestrutura organizacional Itens sobre infraestrutura tecnológica Itens sobre marco de recursos Analise das principais informações nas auto auditorias
  76. 76. RECOMENDAÇÕES
  77. 77. LEITURA ADICIONAL
  78. 78. LEITURA ADICIONAL Audit and certification of trustworthy digital repositories. ISO 16363:2012. Washington: Consultative Committee for Space Data Systems, 2011. http://public.ccsds.org/publications/archive/652x0m1.pdf BEAGRIE, Charles. Digital Preservation Policies Study. Part 1: Final Report October 2008. JISC. Disponível em: http://citeseerx.ist.psu.edu/viewdoc/download?doi=10.1.1.214.9056&rep=rep1&type=pdf Acesso em 11 nov. 2016. Boté Vericad, Juan-José: Propuesta de un modelo de preservación digital para pequeñas y medianas instituciones sanitarias. Barcelona, Universitat de Barcelona, 2012. 353 p. http://hdl.handle.net/10803/96254 BRASIL. CONSELHO NACIONAL DE ARQUIVOS. Carta para a Preservação do Patrimônio Arquivístico Digital: preservar para garantir o acesso. Rio de Janeiro: CONARQ, 2004. CAFÉ, Lígia et al. Repositórios institucionais: nova estratégia para publicação científica na rede. In: ENDOCON – Encontro Nacional de Informação em Ciências da Comunicação, 13., 2003, Belo Horizonte. Anais... Disponível em: <http://www.intercom.org.br/papers/2003/encodom/ENDOCOM_CAFÉ.pdf>. Acesso em: 09 out. 2016. Carvalho, José [et al]. Auditoria ISO 16363 a repositórios institucionais. 5ª Conferência Luso-Brasileira sobre Acesso Aberto, 2014 Dispnível em: http://hdl.handle.net/1822/30499 CERVONE; H. Frank. Digital learning object repositories. OCLC Systems & Services: International digital library perspectives, v. 28, n.1, p. 14- 6, 2012. Disponível em: <http://dx.doi.org/10.1108/10650751211197031>. Acesso em: 20 out. 2015. CHAPMAN, S. Counting the costs of digital preservation: is repository storage affordable? Journal of Digital information, v. 4, n. 2, 2003. URL: http://jodi.tamu.edu/Articles/v04/i02/Chapman/ CLIFFORD LYNCH, A. Institutional Repositories: Essential Infrastructure for Scholarship in the Digital Age, 2003. Disponível em: <http://www.arl.org/resources/pubs/br/br226/br226ir.shtml?referer=http%3A%2F%2Fworks. bepress.com%2Fir_research%2F27%2F>. Acesso em: 10 nov. 2016. CONSELHO NACIONAL DE ARQUIVOS. 2015. Diretrizes para implantação de repositórios arquivísticos digitais confiáveis – RDC-Arq. Câmara Técnica de Documentos Eletrônicos, Rio de Janeiro, Rj.: CONARq.
  79. 79. LEITURA ADICIONAL CROSAS, Mercè. The Dataverse Network®: An Open-Source Application for Sharing, Discovering and Preserving Data. D-Lib Magazine, v.17, n.1/2, jan./fev. 2011. Disponível em: <http://www.dlib.org/dlib/january11/crosas/01crosas.html>. Acesso em: 20 out. 2015. CRO W, R. The case for institutional repositories: a SPAR C position paper.[S.l.]: The Scholarly Publishing and Academic Resources Coalition, 2002. 37 p. Disponível em: <http://www.arl.org/sparc/IR/ir.html>. Acesso em: 10 nov. 2016. DODEBEI, V. Repositórios institucionais: por uma memória criativa no ciberespaço. In: Implantação e gestão de repositórios institucionais: políticas, memória, livre acesso e preservação. Salvador: EDUFBA, 2009. p.83-106. FERREIRA, Sueli Mara Soares Pinto et al. Em busca de um repositório ideal: análise de software baseado em arquivos abertos. Revista brasileira de biblioteconomia e documentação, São Paulo, v. 3, n. 2, jul./dez. 2007. GIESECKE, J. Institutional Repositories: Keys to Success. Journal of Library Administration 51:5-6 2011. Special Issue: Scholarly Communication: Trends Economics and Future. pp 529-542. Grácio, José Carlos Abbud; Fadel, Bárbara. Preservação digital em instituições de ensino superior no Brasil: aspectos, estratégias e políticas. // Ibersid. (2009) 275-280. ISSN 1888-0967. HITCHCOCK, S., BRODY, T., HEY, J., CARR, L. 2007. Laying the fundations for Repository Preservation Services. Disponível em: http://www.jisc.ac.uk/media/documents/programmes/preservation/preserv-final-report1.0.pdf Houghton, Bernadette. Trustworthiness: Self-assessment of an Institutional Repository against ISO 16363-2012. D-Lib magazine, vol. 21, no. 3/4, march/april 2015. Disponível em: http://www.dlib.org/dlib/march15/houghton/03houghton.html HUNTER, Philip; DAY, Michael. Institutional repositories, aggregator services and collection development. ePrints UK supporting study, n. 2, 2005. Disponível em: < http://eprints-uk.rdn.ac.uk/project/docs/studies/coll- development/coll-development.pdf >. Acesso em: 15 mar. 2016. ISO 16363:2012. Space data and information transfer systems -- Audit and certification of trustworthy digital repositories. 2012. Disponível em: http://www.iso.org/iso/catalogue_detail.htm?csnumber=56510 LYNCH, Clifford A. Institutional Repositories: Essential Infrastructure for Schorlarship in the Digital Age. ARL, no. 226. February 2003. 1-7. Disponível em:
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