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Dataverse cariniana 2017

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Apresentação sobre orientações de uso do repositório Dataverse da Rede Cariniana. IV Reunião Técnica da Rede de Brasileira de Repositórios Dataverse, Ibict, Braília, DF. 25 de agosto de 2017

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Dataverse cariniana 2017

  1. 1. Orientações básicas para uso
  2. 2. Introdução
  3. 3. Repositórios Digitais Os repositórios digitais são bases de dados que reúnem de maneira organizada a produção científica de uma instituição ou área temática. Armazenam arquivos de diversos formatos e proporcionam maior visibilidade aos resultados de pesquisas e possibilitam a preservação da memória científica de sua instituição.
  4. 4. Repositórios de dados científicos A existência de várias centenas de repositórios institucionais em estágio de produção, não assegura, contudo, a sua capacidade de abrigar, preservar e dar acesso a conjuntos de dados científicos.
  5. 5. Que são Dados científicos "...qualquer informação que possa ser armazenada em formato digital, incluindo texto, números, imagens, vídeos ou filmes, áudio, software, algoritmos, equações, animações, modelos, simulações, etc.“ (National Science Board, Long-lived digital data collections, 2005)
  6. 6. Segundo Dudziak (2016) são os materiais comumente registrados e aceitos na comunidade científica como necessários para validar os resultados de pesquisa. Exemplo: fatos e estatísticas recolhidas para posterior referência ou análise, documentos, questionários, transcrições, áudios, vídeos, fotografias, coleção de objetos digitais adquiridos e gerados durante o processo de pesquisa, modelos, algoritmos, scripts, arquivos de log etc. DUDZIAK, Elisabeth. Dados de Pesquisa agora devem ser armazenados e citados. 2016. Disponível em: <http://www.sibi.usp.br/?p=6189> Acesso em: 18 ago. 2017. Que são Dados científicos
  7. 7. Dados FAIR Facilmente encontráveis – Acessíveis – Interoperáveis – Reusáveis Para serem facilmente encontráveis, os dados devem ser descritos adequadamente, usando taxonomias e ontologias padrão sempre que possível. Para serem acessíveis, os dados de pesquisas idealmente devem ser abertos, disponíveis para compartilhamento e reutilização. Nem todos os dados de pesquisas podem ser abertos, mas a boa prática indica que esses dados devem ser “tão abertos quanto possível, e tão protegidos quanto necessário”.
  8. 8. Dados FAIR Facilmente encontráveis – Acessíveis – Interoperáveis – Reusáveis Os dados de pesquisas também devem ser interoperáveis, capazes de serem processados por máquinas usando vocabulários que seguem os princípios FAIR. Para serem reusáveis, os metadados que descrevem os dados devem cumprir padrões das comunidades relevantes ao domínio. https://www.force11.org/group/fairgroup/fairprinciples
  9. 9. O papel do pesquisador e o papel da instituição de pesquisa Gestão dos dados científicos
  10. 10. Responsabilidade do pesquisador Os pesquisadores devem planejar a coleta, curadoria, descrição e disseminação dos dados no início da pesquisa. A melhor maneira de captar essa informação é mediante um plano de gestão dos dados de pesquisas, que proporciona um quadro para a administração dos dados de pesquisa.
  11. 11. Plano de gestão de dados científicos
  12. 12. Plano de gestão de dados científicos http://vimeo.com/82408192
  13. 13. Responsabilidade das Instituições de pesquisa Existe uma grave lacuna no nível de preparação entre organizações de pesquisa ao lidar com grandes volumes de dados. Essa lacuna é proeminente em áreas como formulação de políticas, conscientização acerca das questões atuais, desenvolvimento de habilidades, capacitação, custos, construção de comunidades, governança, diferenças disciplinares, jurídicas, terminológicas e geográficas.
  14. 14. Elaboração de políticas de gestão Políticas de repositórios de dados de pesquisa
  15. 15. Política gestão de dados científicos Toda organização de pesquisa deve ter uma política de dados de pesquisas, que inclua um esquema de gestão dos dados de pesquisas. Os financiadores das pesquisas também devem ter uma política de dados de pesquisas, estipulando as obrigações que um pesquisador deve cumprir como condição do financiamento.
  16. 16. Política de preservação digital de dados – Para resumir a abordagem institucional com relação ao arquivamento seguro das suas coleções digitais. – Para explicar como a sua aplicação servirá para atender às necessidades de confiabilidade, autenticidade e acessibilidade a esses documentos. – Para orientar o uso e os direitos de salvaguarda dos acervos digitais. – Para explicar como uma comunidade se encaixa na estratégia global de preservação digital.
  17. 17. Um serviço inovador Preservação de dados científicos
  18. 18. Repositório para curadoria de dados de pesquisa
  19. 19. Serviços das plataformas de gestão de dados científicos – armazenamento, para pesquisadores que coletam dados; – plataforma de publicação, onde os dados de pesquisas e respectivos softwares podem ser disponibilizados para compartilhamento e reutilização; – serviços de arquivo, para permitir a curadoria dos dados de pesquisas no longo prazo, em geral como resposta às exigências dos financiadores da pesquisa; – um serviço de descoberta, que permite que os pesquisadores e cidadãos busquem depósitos de dados de pesquisas localmente e em toda a Internet.
  20. 20. Repositórios de dados científicos
  21. 21. Repositórios de dados científicos
  22. 22. Repositórios de dados científicos
  23. 23. Curadoria em repositórios digitais A necessidade de conjugar a dimensão institucional (muito ampla e multidisciplinar no caso das universidades) com a dimensão disciplinar (requisitos específicos) constitui um dos principais desafios à utilização dos repositórios institucionais como componente fundamental na infraestrutura global de curadoria dos dados científicos
  24. 24. Curadoria de dados científicos  Trata das atividades de gestão requeridas para manter dados de pesquisa a longo prazo de modo que esteja disponível para o reuso e para a preservação.  Em termos amplos, curadoria significa uma gama de atividades e processos feitos para criar, gerir, manter e validar um componente científico;  A curadoria de dados trata da preservação da informação científica.
  25. 25. Curadoria em repositórios digitais A gestão de dados está relacionada aos cuidados de dados de pesquisa e comunicação científica apoiada por uma infraestrutura que coordena as atividades de curadoria. A curadoria de dados é definida como um conjunto de atividades repetidas com foco em tratamento dos dados e criação de produtos dos dados dentro de uma área particular.
  26. 26. Curadoria em repositórios digitais A curadoria de dados designa o conjunto de ações que garante que um conjunto de dados é genuíno, permitindo o seu uso por outros que não os seus produtores. A curadoria pode envolver ações de descrição dos dados, de ligação destes a outros dados que os tornem inteligíveis, de registro dos usos e resultados.
  27. 27. Os Estrutura para Repositório de Dados Científicos
  28. 28. Integração com repositórios e sistemas de preservação
  29. 29. Integração com repositórios e sistemas de preservação
  30. 30. Integração com repositórios e sistemas de preservação
  31. 31. Integração com periódicos eletrônicos e sistemas de preservação
  32. 32. IBICT Serviço de preservação de dados de pesquisa da rede Cariniana
  33. 33. Serviço de preservação de dados – Migração de dados para o melhor formato – Migração dados para um meio adequado – Backup e armazenamento de dados – Criação de metadados e documentação – Arquivo confiável de dados
  34. 34. Serviço de preservação de dados Ações de preservação (preservation actions) são tomadas para garantir a viabilidade e disponibilidade da informação digital em longo prazo, atestando autoridade sobre a natureza do dado. Ações de preservação devem garantir que o material permaneça autêntico, confiável e utilizável enquanto sua integridade é mantida.
  35. 35. Serviço de preservação de dados Tais ações incluem a validação, a atribuição de metadados de preservação, atribuindo representação à informação e garantindo estruturas de dados e formatos de arquivo aceitáveis. Autenticação (authentication) por sua vez são medidas de segurança projetadas para estabelecer a veracidade da informação desde a origem ou meio de transmissão, bem como, da autoridade de um indivíduo para fornecer informações.
  36. 36. Serviços do Repositório de Dados Científicos http://repositoriopesquisas.ibict.br
  37. 37. Serviços do Repositório de Dados Científicos
  38. 38. Estado atual  Dataverses 12  Instituições 03  Conjuntos de dados 153  Arquivos 442  Usuários  Projetos 05  Grupo de Pesquisa 01  Periódicos 01  Objetos educacionais 01
  39. 39. Informações para visitantes
  40. 40. Para entrar no Dataverse acesse repositoriopesquisas.ibict.br ou pelo portal da Cariniana (http://cariniana.ibict.br) no menu serviços, conforme imagem.
  41. 41. Ao clicar no menu “dataverses” o usuário terá acesso aos dataverses , dentro do dataverse selecionado os conjuntos de dados e dentro deles os arquivos. Navegação
  42. 42. Para realizar as buscas é possível realizá-la na busca direta (simples) ou restringindo a pesquisa em “busca avançada”. Ao selecionar a “busca avançada”, é possível restringir sua pesquisa por dados do dataverse, conjunto de dados, arquivos. Conforme ilustração abaixo: Opções de busca
  43. 43. Menu superior Sobre Guias Suporte Acesso Entrar
  44. 44. O menu “Sobre” dá acesso às informações para pesquisadores, revistas, instituições, desenvolvedores etc.
  45. 45. O menu “Guias” encaminha ao guia de usuário da universidade de Harvard.
  46. 46. No menu “Suporte” é possível encaminhar mensagens ao suporte do Dataverse.
  47. 47. Para criar uma conta no dataverse, o usuário deverá entrar pelo menu “Acesso” e fazer o cadastro conforme figura abaixo.
  48. 48. No menu “Entrar” o usuário que possui um Dataverse poderá fazer login e acessá-lo.
  49. 49. Informações para pesquisadores
  50. 50. Requisitos Para utilizar o Dataverse como pesquisador, o usuário deverá: • Ter um projeto de pesquisa • Informar seu projeto à coordenação da Rede e solicitar um login como pesquisador O Dataverse da Cariniana é direcionado aos: • pesquisadores do IBICT; • pesquisadores de Instituições Parceiras da Rede Cariniana; • pesquisadores da rede de pesquisa Dríade; • periódicos na plataforma OJS/SEER
  51. 51. Submissão de arquivos Após inserir o login e senha, o pesquisador responsável deverá criar um dataverse para seu dados de pesquisa, para tanto basta selecionar: Adicionar dados > Novo Dataverse ( ) e inserir as informações solicitadas.
  52. 52. Submissão de arquivos Após criar o dataverse, você poderá adicionar conteúdo nele ou criar outro dataverse dentro deste. Para adicionar conteúdo ao dataverse selecione: Adicionar dados > Novo conjunto de dados ( ), preencha as informações solicitadas e, por fim, selecione arquivos para adicionar. Durante sua criação, é possível preencher apenas as informações básicas solicitadas e depois voltar para completá-las ou para inserir arquivos.
  53. 53. Publicação Após criados, é possível publicar o seu dataverse e seus conjuntos de dados. Para tanto, basta abrir a página de seu dataverse e selecionar Publicar ( ). • É necessário publicar cada dataverse criado e cada conjunto de dados individualmente, não sendo possível publicar todos simultaneamente.
  54. 54. Permissões A qualquer momento é possível restringir o acesso ao conteúdo dos dados, bem como definir níveis de permissões para determinados usuários. Para tanto selecione Editar > Permissões e selecione suas preferências:
  55. 55. Informações para curadores
  56. 56. Repositório de Curadoria de dados científicos DATAVERSE
  57. 57. Criação de um dataverse  Inclusão de arquivos Criação de conjunto de dados
  58. 58. Edição de arquivos • Apagar • Metadados • restrito • Irrestrito • Tags • Adicionar + Editar metadados • Editar requisitos de termos • Versões
  59. 59. Ações Citar: • XML do EndNote • RIS • BibTeX Editar: • Arquivos (Upload) • Metadados • Termos • Permissões • URL Privada • Widgets
  60. 60. Ações • Informação Geral • Tema + Widgets • Permissões • Grupos • Modelos de conjunto de dados • Livro de visitas • Dataverses em destaque
  61. 61. Inclusão de metadados
  62. 62. Bibliografia básica http://learn-rdm.eu/wp-content/uploads/RDMToolkit.pdf
  63. 63. Orientações básicas para uso

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