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Anderson Duarte - REDU

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Anderson Duarte - REDU

  1. 1. O professor e suas tecnologias Prof. Alex Sandro Gomes, CIn UFPE
  2. 2. “Eu acredito que o cinema está destinado a revolucionar nosso sistema educacional e que em poucos anos ele vai suplantar largamente, se não inteiramente, o uso de livros didáticos.”  Thomas Edison, 1922.
  3. 3. “O Tempo no qual o rádio portátil vai ser tão comum na sala de aula como o quadro negro. A instrução pelo rádio vai ser integrada na vida escolar e aceito como um meio educacional.”  W. Levenson, 1945.
  4. 4. “Não vai existir escola no futuro. Eu acho que o computador vai suplantar a escola…”   Seymour Papert, 1984.
  5. 5. Crença excessiva nas tecnologias. Cependant, 90% d’entre eux sont satisfaits de cette opération: l’ordinateur remotive, et l’élève et l’enseignant... www.missionfourgous-tice.fr/operation-portable
  6. 6. As tecnologias na escola Como elas podem transformar as relações didáticas?
  7. 7. Tecnologias na escola.
  8. 8. Tecnologias em torno da escola. Instantaneidade, transmídia e multimídia.
  9. 9. Diversidade de experiências. O uso de tecnologias estende as experiências de ensino para fora da sala de aula permitindo uma gama de novas situações didáticas na sala de aula e em colaboração.
  10. 10. Diversidade de situações didáticas. A complementaridade de métodos e técnicas representa um real aumento do tempo de envolvimento dos alunos com professores, colegas e conteúdos.
  11. 11. Geração Y. “Essa geração não é pior, é apenas diferente”. Eles têm desejo de liberdade, necessidade de configurar, querem detalhes, gostam de diversão, gostam de se relacionar, e têm necessidade por velocidade.
  12. 12. Sala
  13. 13. Tutoring Sala Internet Celular TV
  14. 14. O Triângulo Didático. Anderson, 2004.
  15. 15. Relação aluno-professor Como as tecnologias podem mudar a didática nesta relação?
  16. 16. Precisa ter uma boa ergonomia para o docente. A interface deve refletir as estruturas da prática docente, desde o planejamento, passando por processos de mediação da aprendizagem, até as atividades de avaliação, monitoramento e avaliação Gomes et al., Colaboração, Comunicação e Aprendizagem em Rede Social Educativa, In Xavier A. C. (Ed.) Hipertexto e Cibercultura, 2011.
  17. 17. Criar comunidades de aprendizagem e de prática. Professores e alunos podem criar redes. Professores podem criar comunidades de interesse.
  18. 18. Dispor materiais antes das aulas.
  19. 19. Deixar que alunos discutam os temas depois das aulas.
  20. 20. Permitir avaliar os alunos formativamente. Avaliação formativa, diagnóstica e formadora dos alunos criando exames a partir de bancos de questões.
  21. 21. Deve proporcionar formas de comunicação que aproximam professores e alunos. Constitui-se como um canal de comunicação entre os alunos e o professor nos contextos de ensino e aprendizagem, mudando a relação entre professor e aluno. Citando Robert E. Slavin, “A dinâmica mais importante na educação é a interação entre professor e aluno”.
  22. 22. Deve diminuir a espera entre uma dúvida e sua resposta. Por meio de celulares e redes sociais as dúvidas de cada participante são resolvidas pelo coletivo do grupo. O professor acompanha e atende individualmente cada solicitação.
  23. 23. Ajudar a perceber o que os participantes fazem. Sinais de presença e de ações realizadas por outros participantes ajudam a dar consciência das ações dos colegas.
  24. 24. Permite monitorar atividades. Facilidade para integrar com sistemas de monitoramento de indicadores de qualidade, informando dados já definidos e dados de engajamento e participação nas situações mediadas a distância.
  25. 25. Relação professor-saber Como as tecnologias podem mudar a didática nesta relação?
  26. 26. Permite ao professor ser autor de seu planejamento. Deve permitir ao professor planejar sequências de aulas e mediar a aprendizagem usando seus materiais, seus temas, suas fontes.
  27. 27. Deve permitir organizar sequências de aulas e materiais. Será possível criar e compartilhar planos de aulas e materiais. A rede pode avaliar cada um dos planos, permitindo criar uma consciência coletiva acerca de cada uma das contribuições da rede.
  28. 28. Permitir acompanhar o desempenho dos alunos segundo descritores. Uso de descritores para indexar as situações, atividades e materiais e assim permitir monitorar de que maneira os alunos estão usando os materiais e espaços em relação aos itens das Matrizes de Referência, Temas, Tópicos e Descritores associados a cada um deles. MEC. http://j.mp/rR9twL
  29. 29. Ajudar na reflexão de sua prática.
  30. 30. Relação aluno-saber Como as tecnologias podem mudar a didática nesta relação?
  31. 31. Autonomia Ao buscar ajuda em uma rede social para resolver problemas que não consegue sozinho, o aluno exercita de forma progressivamente consciente habilidades importantes para a construção autônoma de conhecimento.
  32. 32. Deve permitir experimentar uma diversidade de situações.
  33. 33. Deve permitir o compartilhamen- to amplo. Esse comportamento ganha forma de ajuda mútua em processos de resolução de problemas, busca de informações, permitindo processos complexos de mediação em rede e constituição de zonas de desenvolvimento proximal (Vygotsky). • Os alunos podem sugerir materiais; • Os alunos podem avaliar a qualidade de cada aula.
  34. 34. Fase de Perfomance Autocontrole Imagem Autoinstrução Estratégia de tarefas Autoobservação Autogravação Autoexperimentação Mediar fenômenos de Fase de Conhecimento Prévio autorregulação da Análise de Tarefas Fase de Autoreflexão aprendizagem. Definição de metas Autojulgamento Planejamento de estratégias Autoavaliação 1. Diagnostica as necessidades de Atribuição Casual aprendizagem; Automotivação 2. Formula objetivos de aprendizagem; Autoeficácia Autoreação 3. Seleciona estratégias de Expectativas de resultados Autosatisfação/afeto aprendizagem; Interesses/valores Adaptativo/Defensivo 4. Implementa as estratégias intrínsecos selecionadas; Orientação para meta de 5. Avalia resultados. aprendizagem Mesmo alunos mais dedicados apresentam dificuldade nesse momento (ZIMMERMAN, 2002)
  35. 35. “O Redu é uma importante iniciativa “O Redu propõe uma nova cara para que possibilita um novo paradigma de os AVAs, incorporando recursos de ambiente virtual de aprendizagem, no ambientes informais, como redes qual professores, alunos e conteúdos sociais. Assim, é uma iniciativa que convivem, interagem e se aproximam, procura fugir do fordismo, que marca sem barreiras, sem burocracias, sem a EaD no Brasil, em direção a uma distância transacional.” educação interativa e colaborativa.” Romero Tori João Mattar Ph.D. Escola Politécnica da USP Ph.D., TIDD-PUC-SP “O Redu é como um bálsamo para os “Vale salientar que a contribuição problemas da Educação.” maior deste trabalho se acha na Margareth Zaponi coplagem da teoria com a pratica, Secretária Executiva de Gestão de Rede, o que deve convocar os conceitos Secretaria de Educação do Estado de Pernambuco fundamentais de instrumentação e instrumentalização numa reflexão didactica continua.” Prof. Dr. Jean-Claude Régnier UMR 5191 ICAR - Université de Lyon
  36. 36. www.redu.com.br educarcom.redu.com.br This work is licensed under the Creative Commons Attribution- NonCommercial-NoDerivs 3.0 Unported License. To view a copy of this license, visit http://creativecommons.org/licenses/by-nc- nd/3.0/ or send a letter to Creative Commons, 444 Castro Street, Suite 900, Mountain View, California, 94041, USA.

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