Tratamento endodôntico em dentes molares

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TRATAMENTO ENDODÔNTICO EM MOLARES

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Tratamento endodôntico em dentes molares

  1. 1. ENDODONTIA II TRATAMENTO ENDODÔNTICO EM DENTES MOLARES o Sistema de canais radiculares: Erro: Pensar que o cimento quanto mais fluido melhor, está errado, pois ele fica só na coroa e não tem força para extravasar. O coto pulpar é quando há uma instrumentação além do ápice, e é um tecido que se removido e selado, ele vai se recuperar novamente. O ideal é obturar até o ápice. Mas, deve chegar apenas o cimento até o ápice, a guta- percha deve sempre ficar 1mm aquém. Ramificação do canal principal: A comunicação entre a polpa e os tecidos periodontais pode ocorrer por meio de canais laterais, secundários ou acessórios. A presença de canais laterais contaminados e não preenchidos pela obturação pode ocasionar e perpetuar uma lesão periodontal. Uma boa instrumentação, irrigação e uma boa técnica de obturação são importantes para limpar as ramificações. Existe também o canal cavo inter radicular, presente em molares superiores e inferiores. Ele se encontra no assoalho da câmara pulpar, saindo deste e percorrendo a dentina inter radicular até alcançar o ligamento periodontal. o Variações anatômicas: Quanto ao número de canais Quanto à direção das raízes Quanto ao calibre o Fatores que alteram a anatomia: Modificações relacionadas à idade Cárie Desgastes dentais Reabsorções Deposição anormal de cemento Calcificações Trauma o Anatomia dos molares: Molares de três raízes: Palatina, Mésio-vestibular, Disto-vestibular. Molares de quatro raízes: Palatina, Mésio-palatino, Mésio-vestibular, Disto-vestibular.

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