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Hau2 aula04

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Hau2 aula04

  1. 1. CES-JF | ARQUITETURA E URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues RENASCIMENTO AULA4_ CONTEXTO | ASPECTOS DE DESENHO URBANO
  2. 2. CES-JF | ARQUITETURA E URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues CONTEXTUALIZAÇÃO NÃO EXISTE UMA CIDADE RENASCENTISTA. Existem cidades medievais (Siena) e cidades barrocas (Roma). O RENASCIMENTO é mais do que a simples retomada de valores clássicos. É um amplo e complexo processo de transformação cultural, social e religioso que se dá na Europa na formação de uma cultura humanista nos séculos XV e XVI.
  3. 3. CES-JF | ARQUITETURA E URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues CONTEXTUALIZAÇÃO RELAÇÃO ENTRE ARQUITETURA E URBANISMO A integração entre ARQUITETURA e URBANÍSTICA existirá desde o início do Renascimento até o século XIX. A ARQUITETURA absorve primeiro os novas ideais nas realizações, enquanto o URBANISMO se desenvolve apenas em termos teóricos, desde a concepção da cidade ideal até os tratados de arquitetura e desenho da cidade. A aplicação dos PRINCÍPIOS RENASCENTISTAS À URBANÍSTICA foi limitada, estabelecia na concepção intelectual de uma cidade ideal, que deveria ser projetada sobre o espaço real. Por falta de aparato técnico, nas cidades medievais existentes, opta-se por TRANSFORMAÇÕES DE RENOVAÇÃO, permitindo que se coloque em prática ao menos certos princípios: A RETIFICAÇÃO DAS RUAS, E A SUA CONVERGÊNCIA PARA UM EDIFÍCIO, ou para UMA PRAÇA
  4. 4. CES-JF | ARQUITETURA E URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues Piazza Del Campo, Siena – 1293 CONTEXTUALIZAÇÃO
  5. 5. CES-JF | ARQUITETURA E URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues CONTEXTUALIZAÇÃO Piazza Del Campo, Siena – 1293
  6. 6. CES-JF | ARQUITETURA E URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues CONTEXTUALIZAÇÃO Mercado e centro social com onze acessos. Praça inclinada, delimitada e definida pela arquitetura. Fluxos multidirecionais. Forma irregular desenvolvida ao longo do tempo, intervenção de paginação adequando aos princípios do renascimento
  7. 7. CES-JF | ARQUITETURA E URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues CONTEXTUALIZAÇÃO Piazza Ducalle, Vigevano – 1498,
  8. 8. CES-JF | ARQUITETURA E URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues CONTEXTUALIZAÇÃO A prática efetiva da planificação urbana vai se dar no século XVI , com a criação de cidades novas, por razões militares ou de poder, onde se aplicam os princípios urbanísticos renascentistas. A dimensão militar conduz a estruturas em forma de estrela que permitem um melhor controle da cidade. Diretrizes morfológicas: planos geométricos, radiais ou ortogonais.
  9. 9. CES-JF | ARQUITETURA E URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues CONTEXTUALIZAÇÃO O URBANISMO NO RENASCIMENTO SE MANIFESTARÁ: Construção de sistemas de fortificação (expansões marítimas) Scamozzi, Fortaleza de Palmanova, 1593 Sabbioneta, cidade italiana fundada em 1560.
  10. 10. CES-JF | ARQUITETURA E URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues CONTEXTUALIZAÇÃO O URBANISMO NO RENASCIMENTO SE TRANSFORMARÁ: Modificação de Zonas na cidade: Criação de espaços públicos, praças e ruas retilíneas. Papa Sixto V, Plano Regulador para Roma, 1585- 1590
  11. 11. CES-JF | ARQUITETURA E URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues CONTEXTUALIZAÇÃO O URBANISMO NO RENASCIMENTO SE DESENVOLVERÁ: Reestruturação urbana com novas redes viárias, novos bairros. Expansão urbana (quadras regulares) Cristopher Wren, Plano para a reconstrução de Londres, 1666.
  12. 12. CES-JF | ARQUITETURA E URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues CONTEXTUALIZAÇÃO A PARTIR DO SÉCULO XVII todas as realizações serão influenciadas pelo Renascimento. (URBANISMO BARROCO) A Europa entra em definitivo numa nova era cultural e estética cujos princípios no campo urbanístico e arquitetônico só seriam definitivamente abandonados no século XX, com o movimento moderno. CIDADE TRADICIONAL VS CIDADE MODERNA
  13. 13. CES-JF | ARQUITETURA E URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues CONTEXTUALIZAÇÃO
  14. 14. CES-JF | ARQUITETURA E URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues PREOCUPAÇÕES DE ORDEM PRÁTICA 1) RECUSA AO GIGANTISMO URBANO: As cidades não podem ultrapassar uma certa dimensão. Paris 500.000 habitantes: são estabelecidas normas para evitar o crescimento urbano. Evoca-se as dificuldades de abastecimento, as dificuldades de assegurar a ordem pública e o bom funcionamento da administração, as dificuldades de comunicação quando a cidade torna-se muito extensa. 2) OS IMPERATIVOS DA CIRCULAÇÃO: Necessidade de ruas largas e retas através das quais possa se estabelecer uma comunicação entre os diferentes bairros.
  15. 15. CES-JF | ARQUITETURA E URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues PREOCUPAÇÕES DE ORDEM PRÁTICA 3) AS EXIGÊNCIAS DE SALUBRIDADE: a) a circulação de ar, para a qual devem ser alargadas as ruas e limitada a altura das casas, devem ser também construídos jardins e passeios públicos que facilitem a circulação do ar. b) a higiene urbana: identificação de atividades que são fontes de poluição do ar e estabelecimento de normas para localizá-las em lugares específicos; criação de redes de esgoto. c) c) separação dos vivos e dos mortos- criação de cemitérios 4) OS EQUIPAMENTOS URBANOS: igrejas, hospitais, administração pública, mercados, teatros; (NEOCLÁSSICO)
  16. 16. CES-JF | ARQUITETURA E URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues E A CIDADE CONTEMPORÂNEA
  17. 17. CES-JF | ARQUITETURA E URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues sob os princípios do renascimento URBANISMO BARROCO
  18. 18. CES-JF | ARQUITETURA E URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues O URBANISMO BARROCO GRANDE EXPRESSÃO> Roma, com as grandes obras empreendidas pelo Papa Sisto V (1585-1590), que demonstram uma vvvvoooonnnnttttaaaaddddeeee ddddeeee oooorrrrggggaaaannnniiiizzzzaaaaççççããããoooo ddddoooo eeeessssppppaaaaççççoooo nnnnaaaa eeeessssccccaaaallllaaaa gggglllloooobbbbaaaallll de uma cidade. Em meados do século XV, Roma era uma cidade menor, 40.000 habitantes, marcada pelas ruínas da metrópole antiga. Até então, sucessivas tentativas de recuperar a cidade, que seria a capital mundial do cristianismo (capital espiritual da Europa), sede da Igreja Católica, realizava-se nas reconstruções e construção de monumentos.
  19. 19. CES-JF | ARQUITETURA E URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues O URBANISMO BARROCO No final do século XVI, as obras visam organizar um organismo heterogêneo, onde convivem ruínas antigas, bairros medievais e monumentos modernos. AÇÕES: aberturas de duas vias radiais, um com vértice na Porta do Povo e outra em Santa Maria Maior, que cruzam a cidade, mais um conjunto de diagonais que procura reunir os pontos mais significativos, por meio de alinhamentos retos Segundo Pierre Lavedan: não existe de fato uma diferenciação com relação aos princípios do urbanismo renascentista, as dimensões das realizações é que são maiores.
  20. 20. CES-JF | ARQUITETURA E URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues O URBANISMO BARROCO Papa Sixto V, Plano Regulador para Roma, 1585-1590
  21. 21. CES-JF | ARQUITETURA E URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues O URBANISMO BARROCO
  22. 22. CES-JF | ARQUITETURA E URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues O URBANISMO BARROCO •Amplas artérias; •Colocação de obeliscos, esculturas e fontes com jogos de água; •Aberturas de praças, destacando-se a igreja como símbolo da comunidade. •OBJETIVO: Roma como cidade-espetáculo, símbolo do poder papal.
  23. 23. CES-JF | ARQUITETURA E URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues O URBANISMO BARROCO
  24. 24. CES-JF | ARQUITETURA E URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues O URBANISMO BARROCO
  25. 25. CES-JF | ARQUITETURA E URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues O URBANISMO BARROCO
  26. 26. CES-JF | ARQUITETURA E URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues O URBANISMO BARROCO Características Gerais – RECURSOS PROJETUAIS: 1. estimular a convergência do olhar através da perspectiva - PAISAGEM 2. valorização de monumentos – ARTE URBANA 3. espaço estruturado em elipse ou meio círculo - COMPOSIÇÃO 4. jogo plástico das fachadas / simetria na arquitetura – RELAÇÃO ARQ/CIDD 5. programa, uniformidade - FUNCIONALISMO 6. cenografia dos ambientes, palco do poder – CIDADE ARTEFATO
  27. 27. CES-JF | ARQUITETURA E URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues O URBANISMO BARROCO Reforma do Campidóglio por Michelângelo, 1536.
  28. 28. CES-JF | ARQUITETURA E URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues O URBANISMO BARROCO
  29. 29. CES-JF | ARQUITETURA E URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues O URBANISMO BARROCO
  30. 30. CES-JF | ARQUITETURA E URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues O URBANISMO BARROCO
  31. 31. CES-JF | ARQUITETURA E URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues O URBANISMO BARROCO
  32. 32. CES-JF | ARQUITETURA E URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues O URBANISMO BARROCO
  33. 33. CES-JF | ARQUITETURA E URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues sob os princípios do renascimento URBANISMO CLÁSSICO
  34. 34. CES-JF | ARQUITETURA E URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues O URBANISMO CLÁSSICO Na França o URBANISMO CLÁSSICO fez tudo para eliminar a cidade medieval, pois a questiona sobre a "ausência" de ordem. No século XVI, a cidade ultrapassa os muros e chega a 300.000 habitantes. Reflete uma vontade de criar conjuntos urbanos completos, ou mesmo novas cidades, perfeitamente coerentes com princípios de ordem e de racionalismo.
  35. 35. CES-JF | ARQUITETURA E URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues O URBANISMO CLÁSSICO Obras realizadas ao longo dos séculos XVII –XVIII: -Cenografia dos ambientes - montada para exaltar o príncipe -Ampliação do Palácio do Louvre (Louis XIII e Louis XIV) -Louis XIV, maiores reformas, longo reinado: -Novas edificações, Place des Victoires, Place Vendome, Palácio dos Invalides, derrubada das muralhas, substituída por uma coroa de árvores, 500.000 habitantes. - Construção progressiva do Palácio de Versalhes para onde se transfere a Corte.
  36. 36. CES-JF | ARQUITETURA E URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues Plano de Paris, 1717 O URBANISMO CLÁSSICO
  37. 37. CES-JF | ARQUITETURA E URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues O URBANISMO CLÁSSICO Jardins de Versailles a partir do eixo de simetria da fachada posterior do palácio
  38. 38. CES-JF | ARQUITETURA E URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues O URBANISMO CLÁSSICO Plano do Palácio de Versalhes e dos jardins, desenhado em 1746, pelo abade Delagrive, geógrafo da Cidade de Paris
  39. 39. CES-JF | ARQUITETURA E URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues O URBANISMO CLÁSSICO Palácio (por Le Vau e Hardouin-Mansart) e Jardins (por Le Notre) de Versalles sob Luís XIV, iniciado em 1660
  40. 40. HHHHAAAAUUUU IIIIIIII – PPPPoooorrrr uuuummmmaaaa HHHHiiiissssttttóóóórrrriiiiaaaa ddddaaaassss TTTTeeeeoooorrrriiiiaaaassss PPPPrrrrooooffff.... MMMMsssscccc.... RRRRaaaapppphhhhaaaaeeeellll RRRRooooddddrrrriiiigggguuuueeeessss A NOVA ESTÉTICA URBANA -Ruas retilíneas criando PERSPECTIVA MONUMENTAL. -Os EIXOS destas ruas são ORIENTADOS para pontos fortes como igrejas, castelos, torres ou grandes monumentos. -Aumento da VISIBILIDADE DO ESPAÇO URBANO, pois os visitantes e pedestres podem se orientar mais facilmente no espaço, através das vias e dos pontos de referência.
  41. 41. HHHHAAAAUUUU IIIIIIII – PPPPoooorrrr uuuummmmaaaa HHHHiiiissssttttóóóórrrriiiiaaaa ddddaaaassss TTTTeeeeoooorrrriiiiaaaassss PPPPrrrrooooffff.... MMMMsssscccc.... RRRRaaaapppphhhhaaaaeeeellll RRRRooooddddrrrriiiigggguuuueeeessss A NOVA ESTÉTICA URBANA -O traçado urbano SEMPRE deve corresponder a uma figura geométrica regular. -regularidade através de um modelo arquitetural obrigatório ao qual devem obedecer todas as construções de uma rua, de uma praça , ou mesmo de uma cidade inteira.
  42. 42. Place Dauphine - planta Estátua eqüestre de Henrique IV
  43. 43. HHHHAAAAUUUU IIIIIIII – PPPPoooorrrr uuuummmmaaaa HHHHiiiissssttttóóóórrrriiiiaaaa ddddaaaassss TTTTeeeeoooorrrriiiiaaaassss PPPPrrrrooooffff.... MMMMsssscccc.... RRRRaaaapppphhhhaaaaeeeellll RRRRooooddddrrrriiiigggguuuueeeessss
  44. 44. Place des Vosges – dedicada a Luis XIII - exemplo de ordenamento urbano europeu, por Baptiste du Cerceau sob Henrique IV (Paris, 1612)
  45. 45. HHHHAAAAUUUU IIIIIIII – PPPPoooorrrr uuuummmmaaaa HHHHiiiissssttttóóóórrrriiiiaaaa ddddaaaassss TTTTeeeeoooorrrriiiiaaaassss PPPPrrrrooooffff.... MMMMsssscccc.... RRRRaaaapppphhhhaaaaeeeellll RRRRooooddddrrrriiiigggguuuueeeessss A CCCCOOOOMMMMPPPPOOOOSSSSIIIIÇÇÇÇÃÃÃÃOOOO UUUURRRRBBBBAAAANNNNAAAA CCCCLLLLÁÁÁÁSSSSSSSSIIIICCCCAAAA: complementaridade entre os três elementos geradores principais: O TRAÇADO RETILÍNEO, a QUADRÍCULA (quarteirão) e a PRAÇA (ágora). COMO FAZEMOS CIDADE HOJE?
  46. 46. CES-JF | ARQUITETURA E URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues AS FORTIFICAÇÕES: ELEMENTOS MORFOLÓGICOS RENASCIMENTO RRREEENNNAAASSSCCCIIIMMMEEENNNTTTOOO aaaattttéééé oooo ssssééééccccuuuulllloooo XXXXIIIIXXXX.... Sistemas de fortificações com fossos rampas, baluartes e muralhas, mais sofisticadas que as muralhas medievais. A forma da cidade renascentista é condicionada pelas fortificações que assumiram grande importância física e visual. Elas impedem o crescimento da cidade, tendo como conseqüência a elevação das densidades, favorecendo a urbanidade e a vida social. REFLEXÕES ATUAIS: DENSIDADE | CONCENTRAÇÃO | DIVERSIDADE
  47. 47. CES-JF | ARQUITETURA E URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues A RUA RENASCENTISTA ELEMENTOS MORFOLÓGICOS RENASCIMENTO RRREEENNNAAASSSCCCIIIMMMEEENNNTTTOOO aaaattttéééé oooo ssssééééccccuuuulllloooo XXXXIIIIXXXX.... terá um percurso retilíneo, que mantém a função de acesso aos edifícios, mas será pela primeira vez, eixo de perspectiva, traço de união e de valorização entre os elementos urbanos. Ela deixa de ser apenas um percurso funcional, para se tornar um percurso visual, decorativo, organizador de efeitos cênicos e estéticos. REFLEXÕES ATUAIS: PAISAGEM | LEGIBILIDADE | IMAGEABILIDADE
  48. 48. CES-JF | ARQUITETURA E URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues ELEMENTOS MORFOLÓGICOS RENASCIMENTO RRREEENNNAAASSSCCCIIIMMMEEENNNTTTOOO aaaattttéééé oooo ssssééééccccuuuulllloooo XXXXIIIIXXXX.... O TRAÇADO RETICULAR, A QUADRÍCULA: o uso da quadrícula geométrica vai constituir um outro elemento importante da forma urbana; ela serve as necessidades distributivas, de organização habitacional e de divisão cadastral, e adapta-se com perfeição ao ideal renascentista de uniformização estética e disciplina racional REFLEXÕES ATUAIS: URBANIZAÇÃO | QUESTÕES FUNDIÁRIAS | DIMENSIONAMENTOS | URBANIDADE
  49. 49. CES-JF | ARQUITETURA E URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues A FACHADA: ELEMENTOS MORFOLÓGICOS RENASCIMENTO RRREEENNNAAASSSCCCIIIMMMEEENNNTTTOOO aaaattttéééé oooo ssssééééccccuuuulllloooo XXXXIIIIXXXX.... A fachada dos edifícios vai definir-se como elemento do espaço urbano, em razão do cuidado no seu desenho e organização. SIMETRIA E RITMO. Estes princípios, aplicados a vários lotes, conferirão ao espaço urbano uma grande unidade, produzindo requintados e elegantes conjuntos, unidade estética e visual. Um planejamento que garante a unidade da fachada, e deixa liberdade arquitetônica para o interior. REFLEXÕES ATUAIS: LEI DE USO E OCUPAÇÃO | NOVA UTOPIA | COLETIVO VS. INDIV.
  50. 50. CES-JF | ARQUITETURA E URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues ELEMENTOS MORFOLÓGICOS EDIFÍCIOS SINGULARES: RENASCIMENTO RRREEENNNAAASSSCCCIIIMMMEEENNNTTTOOO aaaattttéééé oooo ssssééééccccuuuulllloooo XXXXIIIIXXXX.... torna-se uma peça fundamental do sistema urbano, pela sua individualidade , expressão e posicionamento de destaque no espaço urbano. REFLEXÕES ATUAIS: CIDADE ESPETÁCULO | ACUMULO DE ICONES | PERDA DA HIERARQUIA
  51. 51. CES-JF | ARQUITETURA E URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues MONUMENTOS: ELEMENTOS MORFOLÓGICOS RENASCIMENTO RRREEENNNAAASSSCCCIIIMMMEEENNNTTTOOO aaaattttéééé oooo ssssééééccccuuuulllloooo XXXXIIIIXXXX.... peça individual, arquitetônica ou escultórica, com posicionamento destacado e gerador de forma urbana, o monumento é de certo modo, uma invenção renascentista. A escultura, o obelisco, a fonte , o arco do triunfo serão utilizados para o embelezamento urbano, unindo as vezes uma significação utilitária, ou apenas com significações religiosas, sociais, políticas e culturais. É a partir do renascimento e do barroco que a cidade se tornam lugar de significações e da ostentação do poder. REFLEXÕES ATUAIS: ARTE PÚBLICA | CULTURA URBANA | ESPAÇO PÚBLICO
  52. 52. CES-JF | ARQUITETURA E URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues O QUARTEIRÃO: ELEMENTOS MORFOLÓGICOS RENASCIMENTO RRREEENNNAAASSSCCCIIIMMMEEENNNTTTOOO aaaattttéééé oooo ssssééééccccuuuulllloooo XXXXIIIIXXXX.... delimitado por vias que se subdivide em lotes e edificações, assume formas, dimensões e volumes diferentes de acordo com seu posicionamento na estrutura urbana: . quarteirão irregular, com resultado intersticial ou resíduo ocasional dos traçados, assumindo formas irregulares. . quarteirão regular, elemento morfológico de base, gerador do espaço urbano por multiplicação ou por repetição. REFLEXÕES ATUAIS: NOVOS AGRUPAMENTOS | EXPANSÃO URBANA | PARCELAMENTO DO SOLO
  53. 53. CES-JF | ARQUITETURA E URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues OS JARDINS: ELEMENTOS MORFOLÓGICOS RENASCIMENTO RRREEENNNAAASSSCCCIIIMMMEEENNNTTTOOO aaaattttéééé oooo ssssééééccccuuuulllloooo XXXXIIIIXXXX.... é no período clássico/barroco que se estrutura a arte do PAISAGISMO. Os elementos vegetais apoiados em elementos construídos estão presentes nas composições urbanas. REFLEXÕES ATUAIS: PROJETO URBANÍSTICO PAISAGISTICO PAISAGEM NATURAL VS PAISAGEM ARTIFICIAL ESPAÇO PÚBLICO | VITALIDADE | SOCIEDADE | COMUNIDADE

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