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Segurança na coleta de sementes e produção de mudas

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Apresentação realizada na Universidade Federal de Viçosa durante o Simpósio Nacional sobre Produção de Nativas abordando aspectos de saúde e segurança na coleta de sementes e produção de mudas florestais.

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Segurança na coleta de sementes e produção de mudas

  1. 1. Engº Ftal. MSc Roosevelt Almado Viçosa- MG 09/05/2014
  2. 2. 2. CONCEITOS BÁSICOS EM SEGURANÇA 3. EMBASAMENTO LEGAL – NR 31 4. PRINCIPAIS RISCOS ENVOLVIDOS NA ATIVIDADE 5. TRABALHO EM ALTURA – NR 35 6. REGISTRO E SEGURANÇA DO TRABALHO EM VIVEIROS – CHECK LIST CONTEÚDO
  3. 3. • Inserção ou reinserção do componente arbóreo/florestal na paisagem rural brasileira; • Restauração de áreas florestais degradadas; • Implantação, condução e manejo de sistemas florestais e agroflorestais de uso múltiplo. FATOS: • Uma das bases para o desenvolvimento dessa silvicultura é a produção/obtenção de sementes e mudas de qualidade. • Há a necessidade de ampliação da oferta de sementes e mudas de espécies florestais nativas; • Garantir a qualidade das sementes e mudas disponíveis no mercado é fundamental para os projetos de restauração florestal. IMPORTÂNCIA DA SILVICULTURA DE NATIVAS
  4. 4. Cliente Impactos ambientais e sociais PROCESSO Produtos desejáveisInsumos Fornecedor Produtos indesejáveis Riscos à saúde e segurança Qualidade Respons. social Saúde e segurança Meio ambiente Neto et.al.,2008 VIVEIROS E A QUALIDADE TOTAL
  5. 5. ACIDENTES P0R GRUPO DE ATIVIDADE NO BRASIL SAE - AGRICULTURA – 2009, 2010, 2011 FONTE: MTE (2012).
  6. 6. 1. SILVICULTURA DE NATIVAS, GESTÃO DA QUALIDADE E SEGURANÇA 3. EMBASAMENTO LEGAL – NR 31 4. PRINCIPAIS RISCOS ENVOLVIDOS NA ATIVIDADE 5. TRABALHO EM ALTURA – NR 35 6. REGISTRO E SEGURANÇA DO TRABALHO EM VIVEIROS – CHECK LIST
  7. 7. SEGURANÇA DO TRABALHO ATO INSEGURO CONDIÇÃO INSEGURA FATOR PESSOAL DE INSEGURANÇA
  8. 8. OHSAS 18001: 2007 Risco OHSAS 18001: 2007 Risco Aceitável
  9. 9. TIPOS DE RISCOS DE ACIDENTE DE TRABALHO E SEUS AGENTES MECÂNICOS FÍSICOS QUÍMICOS BIOLÓGICOS ERGONÔMICOS SOCIAIS AMBIENTAIS Provocados por agentes que demandam contato físico direto com a vítima para manifestar sua nocividade. Provocados por agentes que têm a capacidade de modificar as características físicas do ambiente, que no momento seguinte, causará agressões em que nele estiver imerso. Provocados por agentes químicos produzidos em uma ou mais unidades industriais, em formas energéticas mais concentradas, de forma que sua interação faça com que a poluição tenha seus raios de alcance ampliados. Ocasionados pela forma de organização no trabalho adotado na empresa que podem provocar comportamentos sociais dentro e/ou fora do ambiente de trabalho incompatíveis com a preservação da saúde. Provocados por agentes que modificam a composição química do meio ambiente. Introduzidos nos processos de trabalho pela utilização de seres vivos como parte do processo produtivo e potencialmente nocivos ao homem. Introduzidos nos processos de trabalho por agentes inadequados às limitações de seus usuários.
  10. 10. OHSAS 18001: 2007 PERIGO
  11. 11. OHSAS 18001: 2007 INCIDENTE
  12. 12. PROCESSO DE GERENCIAMENTO DE RISCOS ESTABELECIMENTO DOS CONTEXTOS IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS ANÁLISE DOS RISCOS AVALIAÇÃO DOS RISCOS TRATAMENTO DOS RISCOS COMUNICAÇÃOECONSULTA MONITORAMENTOEANÁLISECRÍTICA ESTIMATIVADOS RISCOS FONTE: AS/NZS 4360 E ISO 31000:2009 apud Lima, 2009
  13. 13. 1. SILVICULTURA DE NATIVAS, GESTÃO DA QUALIDADE E SEGURANÇA 2. CONCEITOS BÁSICOS EM SEGURANÇA 4. PRINCIPAIS RISCOS ENVOLVIDOS NA ATIVIDADE 5. TRABALHO EM ALTURA – NR 35 6. REGISTRO E SEGURANÇA DO TRABALHO EM VIVEIROS – CHECK LIST
  14. 14. EMBASAMENTO JURÍDICO PARA ATIVIDADES DE AGRICULTURA NA SST • CONSTITUIÇÃO FEDERAL(1988), CAP.2 ART.7 • INCISO XXII • Lei especifica no 5.889/73 A Portaria no 86, do Ministério do Trabalho e do Emprego, de 03 de março de 2005, publicada no Diário Oficial da União (D.O.U) de 04 de março de 2005 NR 31: “estabelecer os preceitos a serem observados na organização e no ambiente de trabalho, de forma a tornar compatível o planejamento e o desenvolvimento das atividades da agricultura, pecuária, silvicultura, exploração florestal e aquicultura com a segurança e saúde e meio ambiente do trabalho” (BRASIL, 2005, p.1).
  15. 15. 1. SILVICULTURA DE NATIVAS, GESTÃO DA QUALIDADE E SEGURANÇA 2. CONCEITOS BÁSICOS EM SEGURANÇA 3. EMBASAMENTO LEGAL – NR 31 5. TRABALHO EM ALTURA – NR 35 6. REGISTRO E SEGURANÇA DO TRABALHO EM VIVEIROS – CHECK LIST
  16. 16. CLASSIFICAÇÃO DOS PRINCIPAIS RISCOS OCUPACIONAIS GRUPO 1 GRUPO 2 GRUPO 3 GRUPO 4 GRUPO 5 FÍSICO QUÍMICO BIOLÓGICO ERGONÔMICO ACIDENTES Ruídos Poeiras Vírus Esforço físico intenso Arranjo físio inadequado Vibrações Fumos Bactérias Levantamento e transporte manual de pesos Máquinas e equipamentos sem proteção Radiações Ionizantes Névoas Protozoários Exigência de postura inadequada Ferramentas inadequadas ou defeituosas Frio Neblinas Fungos Controle rígido de produtividade Iluminação inadequada Calor Gases Parasitas Imposição de ritmo excessivo Eletricidade Pressões Vapores Bacilos Trabalhos em turno e noturno Probabilidade de incêndio ou explosão Umidade Substâncias compostas ou produtos químicos em geral Joranadas de trabalho prolongadas Armazenamento inadequado Monotonia e repetitividade Animais peçonhentos Outras situações de risco físico e/ou psíquico Outras situações
  17. 17. PERIGO RISCO Animais peçonhentos Contato com animais peçonhentos Ataque de animais peçonhentos Manuseio de ferramentas perfuro cortantes (tesoura) Trabalho repetitivo Contato com superfície cortante Manuseio de objetos articuláveis Prensamento Trabalho a céu aberto Exposição a raios solares Descarga atmosférica de Raios Projeção de partículas ou objetos Impacto de Objetos contra o corpo Impacto de objeto contra os olhos Piso irregular Queda em mesmo nível Piso escorregadio Trabalho em altura Queda de nível diferente Exposição a mudanças bruscas de temperatura Choque térmico Manuseio de sacarias e caixas Queda de materiais Manuseio de tubulações, conexões e bombas de água Impacto da água e objetos contra os olhos e o corpo RISCOS NA ATIVIDADE DE PRODUÇÃO DE SEMENTES E MUDAS
  18. 18. PERIGO RISCO Movimentação de máquinas ,veículos e equipamentos Atropelamento Movimentação entre as linhas de canteiros e canalhetões em terrenos irregulares Impacto do corpo contra superfícies fixas Trabalho com material úmido Exposição a umidade Manuseio de ferramentas Impacto de ferramentas , objetos e Implemento contra o corpo Manuseio de substâncias químicas, compostos ou produtos químicos em geral Contato com o produto químico Postura Inadequada Sobrecarga muscular e óssea Acionamento e desligamento de equipamentos elétricos Choque elétrico Levantamento e transporte manual de peso Sobre carga muscular e óssea Agentes infecto contagiosos Exposição a agentes infecto contagiosos RISCOS NA ATIVIDADE DE PRODUÇÃO DE SEMENTES E MUDAS
  19. 19. CONTROLES OPERACIONAIS E/OU PGI`S •Treinamento nos Procedimentos de Segurança • Cumprir procedimentos • Realização de DSMS • Sinalização • Inspeções de campo •Realização de APR •Treinamento de uso correto de EPI’S •Reposição hidroeletrolítica •Guardião SMS •Análise e treinamento Ergonômico •Ginástica Laboral •Acompanhamento no PPRA, PCA, PCMSO,
  20. 20. MOTIVOS DE SE ESCALAR AS ÁRVORES.....
  21. 21. NR-35
  22. 22.
  23. 23. TRABALHO EM ALTURA
  24. 24. CUIDADOS A SEREM TOMADOS PARA TRABALHOS EM ALTURA • Planeje. Nunca subestime os riscos! • Evite o trabalho em altura se existir alternativa; • Elimine os riscos de queda; • Escolha equipamentos adequados para o trabalho; • Inspecione A manutenção dos equipamentos deve ser freqüente; • Certifique-se Tenha certeza do método correto para o trabalho; • Nunca trabalhe sozinho.
  25. 25. AVALIAÇÃO DOS RISCOS • Condições de saúde – Comportamento - atos, condutas (atitude). – Temperamento - constituição moral (caráter). – Acrofobia - medo excessivo de altura. • Condições climáticas – Extremos de temperatura – Chuva – Raios – Ventos fortes
  26. 26. ANTES DE SE INICIAR O TRABALHO • Inspeção de equipamentos: O equipamento que apresentar qualquer tipo de defeito, dano ou desgaste natural que o torne impróprio para utilização ou que tenha ultrapassado o seu limite de vida útil, deve ser descartado.
  27. 27. EQUIPAMENTOS BÁSICOS CAPACETE LUVAS ÓCULOS DE PROTEÇÃO BOTAS CINTO TALABARTES
  28. 28. ESPORAS • Manter a proteção até a hora do uso; • No solo andar somente o necessário e com cuidado; • Esporadas curtas, bem cravadas e atenção redobrada.
  29. 29. TÉCNICAS DE SUBIDA • Espora • Talabarte • Fita passa galho
  30. 30. PROCEDIMENTO PASSA GALHO
  31. 31. PROCEDIMENTO DE DESCIDA • Jamais subir sem a corda • Nunca passar somente pelo galho, utilizar sempre o tronco • Verifique se não estão podres ou quebrados • Verifique se tem galhos abaixo como garantia • Descer a ponta guiando • Verificar se as duas pontas estão no chão
  32. 32. 1. SILVICULTURA DE NATIVAS, GESTÃO DA QUALIDADE E SEGURANÇA 2. CONCEITOS BÁSICOS EM SEGURANÇA 3. EMBASAMENTO LEGAL – NR 31 4. PRINCIPAIS RISCOS ENVOLVIDOS NA ATIVIDADE 5. TRABALHO EM ALTURA – NR 35
  33. 33. REGISTRO, SEGURANÇA DO TRABALHO (itens baseados na legislação) O Viveiro está registrado no RENASEM? O viveiro está em dia com TCFA? ( IBAMA) FONTE: Programa Cooperativo em Silvicultura de Nativas – PCSN GUIA PARA ANÁLISE DE VIVEIROS DE MUDAS NATIVAS IPEF/ESALQ-USP
  34. 34. FERRAMENTAS • As ferramentas possuem bainhas para proteção dos cortes, quando do transporte e da guarda? • • O afiamento das ferramentas é feito por pessoa que faz uso de luva de segurança contra corte? • • Os trabalhadores são orientados sobre a maneira correta de utilização e transporte das ferramentas? • As ferramentas são guardadas de forma organizada, que não permita a queda sobre pessoas?
  35. 35. AGROTÓXICOS • Os trabalhadores que lidam com produtos químicos (fitossanitários), passaram por treinamento sobre manuseio, armazenagem, transporte e aplicação de produtos fitossanitários? • Todos os produtos possuem ficha de informações de segurança disponibilizadas aos trabalhadores envolvidos em qualquer uma das fases? • O depósito de produto fitossanitário está devidamente sinalizado com as placas de Perigo Agrotóxicos? • Havendo produto inflamável, existe sinalização indicando a existência de produto inflamável e o risco de fazer fogo? • Os produtos armazenados estão identificados e separados por classe e compatibilidade? • Os trabalhadores fazem uso de vestimenta de segurança e EPIs conforme o exigido na ficha técnica do produto? • As vestimentas e EPIs passam por higienização de modo que não seja permitido ao trabalhador levá‐los após o uso para casa? • O armazenamento é feito sobre estrados e distante das paredes?
  36. 36. AGROTÓXICOS • O depósito possui proteção que impeça a entrada de animais em seu interior? • No transporte dos produtos é mantida ficha de emergência no interior do veículo, relacionada ao produto transportado? • É feita a tríplice lavagem, antes do descarte as embalagens de produtos fitossanitários? • A armazenagem dos resíduos e embalagens vazias é feita no interior do depósito de armazenagem de fitossanitários? • No depósito existe extintor para o combate a principio de incêndio? • Nas áreas aplicadas com produtos agrotóxicos, é colocada sinalização indicando a data de aplicação? • Os agrotóxicos são comprados com receituário agronômico? Quem é o responsável pelo receituário? • Os receituários estão em dia? • Existem cópias dos receituários no Viveiro? • O viveiro está cadastrado no IMA (MG)? • Devolve as embalagens? Para quem ?
  37. 37. TRANSPORTE DE PESSOAL • O transporte de pessoal é feito em veículo licenciado e adequado? • O condutor do veículo de transporte de passageiros possui curso de capacitação para transporte coletivo de passageiros? • Sendo o veículo de fretamento, este possui licença para transporte de passageiros, com autorização dada pelo DNER? • O veículo de transporte de trabalhadores está em condições totalmente seguras?

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