Successfully reported this slideshow.
We use your LinkedIn profile and activity data to personalize ads and to show you more relevant ads. You can change your ad preferences anytime.
ADMINISTRAÇÃO               DO CAPITAL                DE GIRO            Administração do Caixa                           ...
Conceito de capital de giro   O capital de giro ou capital circulante é   definido, no seu sentido mais simples, como o   ...
Administração do Capital de Giro  • Dentre as aplicações de uma empresa, parcela    ponderável destina-se ao que chamamos ...
Principal Objetivo                Administração do capital de giro    Fazer a gestão do ciclo operacional, visando    asse...
Ciclo Operacional da Organização                                             E-mail: rafael.goncalves@ifnmg.edu.brProf. Ra...
Fontes de capital de giro                    Aplicações             Fontes            ATIVO CIRCULANTE                    ...
Fontes de capital de giro    • PASSIVOS CIRCULANTES: fontes de      financiamento a curto prazo (onerosa)         –   Dupl...
Fontes de capital de giro    • EXIGÍVEL A LONGO PRAZO: fontes de      financiamento a longo prazo (onerosa)         – Fina...
Fontes de capital de giro   • PATRIMÔNIO LÍQUIDO: fontes                                    de     financiamento não onero...
Prazos Médios do Ciclo Operacional Compra de                Início da           Fim da           Venda                Rece...
Ciclos   Compra de                 Pagamento                Venda                Recebimento  Matéria-prima              F...
Ciclos• O ciclo operacional (CO) abrangendo o período  entre a compra de mercadoria e o recebimento da  venda.• O ciclo ec...
Giro de Caixa  • O Giro de Caixa (GC) refere-se ao número    de vezes por ano que o caixa da empresa    realmente se revez...
Administração do Capital de Giro                         Ativos Circulantes e Passivos Circulantes      Há quatro componen...
O Capital Circulante Líquido     Outro objetivo da Administração do Capital de Giro, é     administrar cada um dos ativos ...
Capital Circulante Líquido  • Capital de Giro Líquido resulta da subtração de todos os    compromissos a curto prazo da em...
Situações do CCL                      Fórmula do Capital Circulante Líquido                                    CCL  AC - ...
Exercício de CCL     Contas                Ano 1       Ano 2       Ano 3                 Ano 4     Ativo Circulante      5...
Exercício de Fixação     • A empresa tem os seguintes dados no balanço       patrimonial:        – Caixa                  ...
Resolução     Primeiro a classificação das contas:     • Ativo Circulante                                   R$       20.50...
Administração de Caixa e                                Títulos Negociáveis  • Caixa e Títulos Negociáveis são os ativos m...
Necessidade de manter                                     Saldo de Caixa  • Pagamento de transações geradas pelas atividad...
Fundamentos dos Títulos                                                         Negociáveis       Títulos Negociáveis são ...
Títulos Negociáveis Básicos  • Emissões Governamentais: as obrigações emitidas    pelos governos federal, estadual e munic...
Caixa Mínimo Operacional  • O objetivo do Caixa Mínimo Operacional (CMO) é fazer com    que a empresa opere de modo a prec...
Estratégias Básicas para redução                                    do Ciclo de Caixa ou Financeiro  Retardar, tanto quan...
Empréstimos de curto prazo e                                    saldo de caixa Devem ser utilizados para suprir as deficiê...
Gestão Eficiente Ciclos                              de Caixa         Nível baixo de investimentos em caixa               ...
Exercício de Fixação  • Aquisição de matéria-prima realizada em    01/07/2003, para pagamento em 02/08/2003.  • Estoque de...
Resolução  Compra                   Pagamento           Venda                           Recebimento 01/07/2003            ...
Upcoming SlideShare
Loading in …5
×

Aula Administração do capital de giro - adm caixa 07.05.2012

24,005 views

Published on

Aula ministrada aos alunos do Curso Técnico em Administração, do IFNMG Campus Arinos, na disciplina Administração Financeira II.

Published in: Education

Aula Administração do capital de giro - adm caixa 07.05.2012

  1. 1. ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO Administração do Caixa E-mail: rafael.goncalves@ifnmg.edu.br E-mail: rafael.goncalves@ifnmg.edu.brProf. Rafael Gonçalves MSN: rafax_adm@hotmail.com MSN: rafax_adm@hotmail.com
  2. 2. Conceito de capital de giro O capital de giro ou capital circulante é definido, no seu sentido mais simples, como o total do Ativo Circulante (ou Realizável a Curto Prazo) da organização. Representa portanto o total dos recursos de curto prazo necessários para fazer “girar” a empresa ou instituição no dia-a-dia. E-mail: rafael.goncalves@ifnmg.edu.br E-mail: rafael.goncalves@ifnmg.edu.brProf. Rafael Gonçalves MSN: rafax_adm@hotmail.com
  3. 3. Administração do Capital de Giro • Dentre as aplicações de uma empresa, parcela ponderável destina-se ao que chamamos de Ativos Correntes, Ativos Circulantes ou Capital de Giro. • Em geral esses ativos compreendem os saldos mantidos por uma empresa nas contas de Disponibilidades (caixa, bancos), Investimentos Temporários (aplicações em mercado aberto), Contas a Receber, Estoques (matéria-prima, produtos em fabricação e produtos acabados), todos tidos como capital de giro no sentido bruto. E-mail: rafael.goncalves@ifnmg.edu.brProf. Rafael Gonçalves 3
  4. 4. Principal Objetivo Administração do capital de giro Fazer a gestão do ciclo operacional, visando assegurar uma situação financeira estável e segura, garantindo a capacidade da instituição de pagar suas dívidas e uma utilização eficiente dos recursos disponíveis, com a manutenção do custo dos serviços sob controle. E-mail: rafael.goncalves@ifnmg.edu.brProf. Rafael Gonçalves 4
  5. 5. Ciclo Operacional da Organização E-mail: rafael.goncalves@ifnmg.edu.brProf. Rafael Gonçalves
  6. 6. Fontes de capital de giro Aplicações Fontes ATIVO CIRCULANTE PASSIVO CIRCULANTE (aplicação de capital de giro) EXIGÍVEL A LONGO PRAZO REALIZÁVEL A LONGO PRAZO PATRIMÔNIO LÍQUIDO ATIVO PERMANENTE E-mail: rafael.goncalves@ifnmg.edu.brProf. Rafael Gonçalves 6
  7. 7. Fontes de capital de giro • PASSIVOS CIRCULANTES: fontes de financiamento a curto prazo (onerosa) – Duplicatas a pagar aos fornecedores – Impostos a recolher – Salários e encargos sociais a pagar – Financiamentos e empréstimos bancários E-mail: rafael.goncalves@ifnmg.edu.brProf. Rafael Gonçalves 7
  8. 8. Fontes de capital de giro • EXIGÍVEL A LONGO PRAZO: fontes de financiamento a longo prazo (onerosa) – Financiamento – Debêntures – Provisão para imposto de renda diferido E-mail: rafael.goncalves@ifnmg.edu.brProf. Rafael Gonçalves 8
  9. 9. Fontes de capital de giro • PATRIMÔNIO LÍQUIDO: fontes de financiamento não onerosa – Capital social – Reserva de capital – Lucro acumulado E-mail: rafael.goncalves@ifnmg.edu.brProf. Rafael Gonçalves 9
  10. 10. Prazos Médios do Ciclo Operacional Compra de Início da Fim da Venda RecebimentoMatéria-prima Fabricação Fabricação da Venda PME(Mp) PMF PMV PMC IME/PME IME ou PME= Idade Média de Estoque ou Prazo Médio de Estocagem PME(Mp) = Prazo Médio de Estocagem de Matéria-prima PMF = Prazo Médio de Fabricação PMV = Prazo Médio de Venda PMPF = Prazo Médio de Pagamento do Fornecedor PMC = Prazo Médio de Cobrança E-mail: rafael.goncalves@ifnmg.edu.brProf. Rafael Gonçalves 10
  11. 11. Ciclos Compra de Pagamento Venda Recebimento Matéria-prima Fornecedor da Venda PMPF PMC IME Ciclo Operacional Ciclo Econômico Ciclo de Caixa ou Financeiro CO  IME  PMC Ciclo Operacional CC  CO - PMPF  Ciclo de Caixa ou Financeiro CE  IME  PMPF- PMC Ciclo Econômico E-mail: rafael.goncalves@ifnmg.edu.brProf. Rafael Gonçalves 11
  12. 12. Ciclos• O ciclo operacional (CO) abrangendo o período entre a compra de mercadoria e o recebimento da venda.• O ciclo econômico (CE) considera unicamente os eventos de natureza econômica, envolvendo a compra de materiais até a respectiva venda.• O ciclo de caixa [financeiro] (CC) é definido como o período de tempo que vai do ponto em que a empresa faz um desembolso para adquirir matérias- primas, até o ponto em que é recebido o dinheiro da venda do produto acabado. E-mail: rafael.goncalves@ifnmg.edu.brProf. Rafael Gonçalves 12
  13. 13. Giro de Caixa • O Giro de Caixa (GC) refere-se ao número de vezes por ano que o caixa da empresa realmente se reveza. • O Giro de Caixa é calculado dividindo o suposto número de dias do ano (360) pelo ciclo de caixa: 360 GC  CC E-mail: rafael.goncalves@ifnmg.edu.brProf. Rafael Gonçalves 13
  14. 14. Administração do Capital de Giro Ativos Circulantes e Passivos Circulantes Há quatro componentes do capital de giro que requerem administração específica: • administração de caixa; • administração de estoques; • administração de contas a receber; • administração de contas a pagar. E-mail: rafael.goncalves@ifnmg.edu.brProf. Rafael Gonçalves
  15. 15. O Capital Circulante Líquido Outro objetivo da Administração do Capital de Giro, é administrar cada um dos ativos circulantes e dos passivos circulantes da empresa, de tal forma que um nível aceitável de capital circulante líquido (CCL) seja mantido, garantindo-se com isso a margem razoável de segurança. E-mail: rafael.goncalves@ifnmg.edu.brProf. Rafael Gonçalves
  16. 16. Capital Circulante Líquido • Capital de Giro Líquido resulta da subtração de todos os compromissos a curto prazo da empresa para com o fisco (impostos), fornecedores, funcionários, etc., do total do Capital de Giro Bruto. Ou seja, Ativos Circulantes – Passivos Circulantes. • Quanto maior for a margem com a qual os ativos circulantes de uma empresa cobrem as suas obrigações a curto prazo (passivos circulantes), maior será a sua capacidade de pagar suas contas na data do vencimento. ATENÇÃO - As saídas de caixa resultantes do pagamento de obrigações correntes são relativamente previsíveis. O difícil é prever as entradas de caixa. E-mail: rafael.goncalves@ifnmg.edu.brProf. Rafael Gonçalves 16
  17. 17. Situações do CCL Fórmula do Capital Circulante Líquido CCL  AC - PC CCL  (PL  ELP) - (AP  RLP) ATIVO PASSIVO ATIVO PASSIVO ATIVO PASSIVO Ativo Passivo Ativo Passivo Ativo Passivo circulante circulante circulante circulante circulante circulante CCL CCL Ativo Passivo Ativo Passivo Ativo Passivo não não não não não não circulante circulante circulante circulante circulante circulante CCL Positivo CCL Negativo CCL Nulo E-mail: rafael.goncalves@ifnmg.edu.brProf. Rafael Gonçalves 17
  18. 18. Exercício de CCL Contas Ano 1 Ano 2 Ano 3 Ano 4 Ativo Circulante 5.000 9.000 3.000 6.700 Ativo Permanente 10.000 30.000 3.009 300 Passivo Circulante 3.200 23.000 3.000 1.700 Patrimônio Líquido 1.000.000 3.000.000 300.000 34.212 CCL 1.800 (14.000) 0 5.000 SITUAÇÃO DO CCL Positiva Negativa Nula Positiva E-mail: rafael.goncalves@ifnmg.edu.brProf. Rafael Gonçalves 18
  19. 19. Exercício de Fixação • A empresa tem os seguintes dados no balanço patrimonial: – Caixa R$ 500,00 – Títulos negociáveis R$ 8.000,00 – Salários a pagar R$ 2.000,00 – Estoques R$ 8.000,00 – Impostos R$ 3.000,00 – Duplicatas a receber R$ 4.000,00 – Duplicatas a pagar R$ 13.000,00 – Capital Social R$ 95.500,00 Calcular o Capital Circulante Líquido? E-mail: rafael.goncalves@ifnmg.edu.brProf. Rafael Gonçalves 19
  20. 20. Resolução Primeiro a classificação das contas: • Ativo Circulante R$ 20.500,00 • Caixa R$ 500,00 • Títulos negociáveis R$ 8.000,00 • Estoques R$ 8.000,00 • Duplicatas a receber R$ 4.000,00 • Passivo Circulante R$ 18.000,00 • Salários a pagar R$ 2.000,00 • Impostos R$ 3.000,00 • Duplicatas a pagar R$ 13.000,00 CCL = AC – PC CCL = 20.500,00 – 18.000,00 CCL = 2.500,00 E-mail: rafael.goncalves@ifnmg.edu.brProf. Rafael Gonçalves 20
  21. 21. Administração de Caixa e Títulos Negociáveis • Caixa e Títulos Negociáveis são os ativos mais líquidos da empresa e possibilitam pagar as contas no vencimento, reduzindo a crise de liquidez. • Títulos Negociáveis representam investimentos a curto prazo, feitos pelas empresas para obtenção de retorno sobre fundos temporariamente ociosos, sem sacrificar sua liquidez. Ex. Títulos de Renda Fixa E-mail: rafael.goncalves@ifnmg.edu.brProf. Rafael Gonçalves 21
  22. 22. Necessidade de manter Saldo de Caixa • Pagamento de transações geradas pelas atividades operacionais como matéria-prima, serviço profissionais e salários; • Amortização de empréstimos e financiamentos; • Desembolso para investimentos permanentes; • Pagamento de eventos não previstos; e • Reciprocidade em saldo médio exigidas pelos bancos. E-mail: rafael.goncalves@ifnmg.edu.brProf. Rafael Gonçalves 22
  23. 23. Fundamentos dos Títulos Negociáveis Títulos Negociáveis são instrumentos a curto prazo do mercado monetário, que podem ser facilmente convertidos em dinheiro. • Motivos para manter os Títulos Negociáveis: uma empresa deve tentar obter um retorno sobre recursos temporariamente ociosos. Os tipos de títulos dependem sempre do motivo da compra, como por exemplo: – Motivo de transação: investir em um Título Negociável cuja data de vencimento coincida com a data exigida dos pagamentos de compromissos; – Motivo de Precaução: são os Títulos comprados com o dinheiro que será necessário algum dia, embora não se saiba exatamente quando; – Motivo de especulação: investir em Títulos Negociáveis quando se tem caixa em excesso até encontrar o destino certo para o dinheiro. E-mail: rafael.goncalves@ifnmg.edu.brProf. Rafael Gonçalves 23
  24. 24. Títulos Negociáveis Básicos • Emissões Governamentais: as obrigações emitidas pelos governos federal, estadual e municipal são existentes como investimentos em Títulos Negociáveis. • Emissões Privadas: são emitidos por empresas e bancos e geralmente com taxas mais atrativas que aquelas oferecidas pelas emissões governamentais, sendo as principais: – Certificados de Depósitos Bancários – Renda Fixa – Debêntures – Commercial Paper – Notas Promissórias – Ações, etc. E-mail: rafael.goncalves@ifnmg.edu.brProf. Rafael Gonçalves 24
  25. 25. Caixa Mínimo Operacional • O objetivo do Caixa Mínimo Operacional (CMO) é fazer com que a empresa opere de modo a precisar de um mínimo de caixa, planejando o montante de caixa que permitirá a mesma saldar suas contas no vencimento e com margem de segurança para efetuar pagamentos não programados ou operar sem a entrada das receitas programadas. • Um dos métodos utilizados consiste em determinar o nível mínimo de caixa com base em um percentual (%) sobre as vendas. Ex. 8 % das vendas faturadas. • Outro método é dividir os Desembolsos Totais Anuais (DTA) da empresa pelo seu Giro de Caixa (GC). DTA CMO GC E-mail: rafael.goncalves@ifnmg.edu.brProf. Rafael Gonçalves 25
  26. 26. Estratégias Básicas para redução do Ciclo de Caixa ou Financeiro  Retardar, tanto quanto possível, o pagamento de duplicatas, sem prejudicar o conceito de crédito da empresa, aproveitando quaisquer descontos financeiros favoráveis;  Aproveitar os descontos favoráveis oferecidos pelos credores;  Girar os estoques de produtos acabados e de matérias- primas com a maior rapidez possível, evitando faltas de estoques que possam resultar na interrupção das atividades da empresa;  Receber o mais cedo possível as duplicatas a receber, sem perder vendas futuras, devido a técnicas muito rígidas de cobrança. E-mail: rafael.goncalves@ifnmg.edu.brProf. Rafael Gonçalves 26
  27. 27. Empréstimos de curto prazo e saldo de caixa Devem ser utilizados para suprir as deficiências ocasionais ou sazonais de recursos financeiros. É importante levar em consideração alguns aspectos: • Relacionamento com instituição financeira competitiva; • Juros mais baixos e prazos elásticos; • Linhas de crédito específicas para a empresa; • Modalidade de crédito pré-aprovado. É fundamental para o Gestor Financeiro manter-se atualizado em relação às mudanças no mercado financeiro, buscando as melhores opções de captação de recursos de curto prazo para a empresa. E-mail: rafael.goncalves@ifnmg.edu.brProf. Rafael Gonçalves 27
  28. 28. Gestão Eficiente Ciclos de Caixa Nível baixo de investimentos em caixa = Maximização do valor da empresa E-mail: rafael.goncalves@ifnmg.edu.brProf. Rafael Gonçalves 28
  29. 29. Exercício de Fixação • Aquisição de matéria-prima realizada em 01/07/2003, para pagamento em 02/08/2003. • Estoque de produtos acabados vendidos em 01/09/2003, para receber em 01/10/2003. • Empresa tem um desembolso total anual de $ 6.000.000,00. • Calcule o Ciclo de caixa, o Giro de caixa e o Caixa mínimo operacional? E-mail: rafael.goncalves@ifnmg.edu.brProf. Rafael Gonçalves 29
  30. 30. Resolução Compra Pagamento Venda Recebimento 01/07/2003 02/08/2003 01/09/2003 01/10/2003 PMP PMC 32 30 Compra Venda 01/07/2003 01/09/2003 IME 62 CC = IME + PMC – PMP GC = 360 CMO = DTA CC = 62 + 30 – 32 CC GC CC = 60 dias GC = 360 CMO = 6.000.000 60 6 GC = 6 vezes/ CMO = $ 1.000.000,00 cada 60 dias ano E-mail: rafael.goncalves@ifnmg.edu.brProf. Rafael Gonçalves 30

×