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Scrum Gathering Rio 2016 - Cinco Desafios na Definição de uma Metodologia Ágil na Administração Pública utilizando Fábricas de Software e Teste

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Apresentação em 24/06/2016 sobre os desafios na definição do processo ágil de Furnas para documentar requisitos, sistematizar ordens de serviço, organizar as atividades das fábricas na Sprint, definir os papéis na organização e utilizar pontos de função s e estimativas ágeis, em projetos de desenvolvimento de software na administração pública usando fábricas de software e também fábricas de teste.

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Scrum Gathering Rio 2016 - Cinco Desafios na Definição de uma Metodologia Ágil na Administração Pública utilizando Fábricas de Software e Teste

  1. 1. Cinco Desafios na Definição de uma Metodologia Ágil na Administração Pública utilizando Fábricas de Software e Teste R a f a e l T a r g i n o M a r e n a C u t n e i R a f a e l a S a m p a i o G i s e l a R i b e i r o
  2. 2. Company Logo www.domain.com2 A administração pública possui muitos desafios...
  3. 3. Company Logo www.domain.com3 Processo Atual de Furnas
  4. 4. DEMORA NA VALIDAÇÃO DAS ENTREGAS DIFICULDADE NA ESPECIFICAÇÃO DE REQUISITOS DESENVOLVEDORES DISTANTES DA REALIDADE DE FURNAS ATRASOS E ESTOURO DE ORÇAMENTOS AQUELES PROBLEMAS QUE TODO MUNDO JÁ ESTÁ ACOSTUMADO...
  5. 5. Company Logo www.domain.com6 Controle e Produtividade
  6. 6. 7 Ambiente de Desunião
  7. 7. Ambiente Colaborativo
  8. 8. COMO FOI O INÍCIO Estudos Iniciais de Furnas Estudo dos Acórdãos do TCU e Publicações de Implementações na Área Pública Grupo de Trabalho Eletrobras Participação em Eventos Convencimento da Alta Gerência
  9. 9. PRIMEIROS PASSOS • Apoio da Consultoria • Recursos Internos que já conheciam bem a realidade de Furnas • Conhecimento dos Métodos Ágeis mas também das prescrições do RUP • Formação da Equipe • Definição do Processo
  10. 10. `FOTO DO QUADRO Company Logo www.domain.com11 Reuniões de Definição dos Artefatos
  11. 11. `FOTO DO QUADRO Company Logo www.domain.com12 Reuniões sobre a Estruturação das Sprints
  12. 12. 1. Como documentar requisitos para garantir a manutenção futura por outros fornecedores? 2. Como sistematizar as atividades da Sprint e a emissão de ordens de serviço? 3. Como coordenar o trabalho entre a organização e as fábricas de software/teste? 4. Como utilizar métricas objetivas sem ignorar as estimativas ágeis? 5. Como definir os papéis na organização?
  13. 13. Como documentar requisitospara garantira manutenção futuraporoutros fornecedores? 1
  14. 14. LINHA DE RACIOCÍNIO Features e Regras de Negócio Técnica de Caso de Uso Código fonte Histórias de usuário como documentação de sistema 1 2 3 4
  15. 15. DOCUMENTAÇÃO DE SISTEMA X DOCUMENTAÇÃO DE PROJETO
  16. 16. DOCUMENTAÇÃO DE PROJETO Cartão de História
  17. 17. DOCUMENTAÇÃO DE SISTEMA Documentação Mínima • Features • Regras de Negócio • Requisitos Não Funcionais • Critérios de Aceitação (ativo e inativo) • Testes de Aceitação
  18. 18. USO DE FERRAMENTA
  19. 19. Comosistematizarasatividadesda SprinteaemissãodeOrdensdeServiço? 2
  20. 20. LINHA DE RACIOCÍNIO OS “Guarda Chuva” Uma OS para cada História Uma OS por Sprint OS com mais de uma História e desassociada do Sprint 1 2 3 4
  21. 21. HIST 112 HIST 230 HIST 005 HIST 160 ... Backlog HIST 230 HIST 005 HIST 160 HIST 600 Sprint 1 OS FSW 1 OS INSP 1 HIST 230 HIST 005 HIST 600 OS FTS 1 HIST 230 HIST 600 Entrega Sprint 1 HIST 230 HIST 005 HIST 160 HIST 600 Entrega FSW HIST 600 HIST 088
  22. 22. HIST 112 HIST 088 ... Backlog HIST 005 HIST 160 HIST 088 Sprint 2 OS FSW 1 OS INSP 1 OS FSW 2 OS INSP 2 HIST 160 HIST 008 Entrega Sprint 2 HIST 005 HIST 160 HIST 008 OS FTS 1 OS FTS 2 HIST 005 HIST 160 HIST 088 Entrega FSW
  23. 23. Comocoordenarotrabalhoentrea organizaçãoeasfábricasde software/teste?3
  24. 24. PROCESSO ATUAL Fábrica de Software x Fábrica de Teste
  25. 25. COMO ALINHAR O TIMING CORRETO?
  26. 26. LINHA DE RACIOCÍNIO Sprint Única com Teste Após a Sprint Múltiplas Sprints (Esteira de Sprints) Sprint Única com Teste Simultâneo Sprint Única com Teste Por Último 1 2 3 4
  27. 27. SPRINT ÚNICA COM TESTE APÓS A SPRINT SPRINT 1 SPRINT 2 Validação PO Verificação Fábrica de Teste
  28. 28. SPRINT 1 MÚLTIPLAS SPRINTS (Esteira de Sprints) Validação PO Verificação Fábrica de Teste SPRINT 2 SPRINT 1 TESTE SPRINT 3 Itens não Verificados
  29. 29. SPRINT 1 SPRINT ÚNICA COM TESTE SIMULTÂNEO Validação PO Verificação Fábrica de Teste
  30. 30. SPRINT 1 SPRINT ÚNICA COM TESTE POR ÚLTIMO Validação PO Verificação Fábrica de Teste
  31. 31. Entende as Histórias Execução da Sprint Revisão Define e Prioriza as Histórias Implementa o código Apresenta produto Apoia a Elaboração dos Critérios de Aceitação Estabelece Critérios de Aceitação Elabora Estimativa de Execução da Inspeção Inspeciona Software Valida produto (testes de aceitação)PO Elabora Testes de Aceitação Documenta as Histórias Estima as Histórias Implementa e executa os testes unitários Atualiza Documen tação Inspeção Executa testes de aceitação, exploratório e integração DesenvolvimentoQualidae Planejamento da Sprint
  32. 32. Comoutilizar métricas objetivassem ignoraras estimativas ágeis? 4
  33. 33. LINHA DE RACIOCÍNIO Usar pontos de função para estimar o trabalho da equipe e também como métrica de tamanho para pagar as fábricas de software e teste Usar métricas ágeis para ambos os casos Usar métricas ágeis para estimar o esforço de cada equipe, e PF para medir o software com o objetivo de pagamento das Fábricas 1 2 3
  34. 34. Comodefinirospapéisnaorganização? 5
  35. 35. LINHA DE RACIOCÍNIO PO SCRUM Master Time 1 2 3
  36. 36. PO Da Área Cliente Analista de Negócio
  37. 37. SCRUM Master Na Fábrica de Software Na OrganizaçãoEm Ambos
  38. 38. TIME Equipe de Desenvolvimento (Fábrica de Software) Equipe de Teste (Fábrica de Teste)
  39. 39. CONCLUSÃO • É PRECISAO ADAPTAR PARA O SEU CONTEXTO • É PRECISO CONVENCER A DIREÇÃO A COMEÇAR, MESMO QUE SEJA EM UM PROJETO MENOR • O GOVERNO PODE SER ÁGIL... NÓS ACREDITAMOS NISSO
  40. 40. Company Logo www.domain.com 45 “Tu te tornas eternamente responsável pelo que cativas...”
  41. 41. Obrigado !

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