RC SL04 - Camada de Rede

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Slide da aula de redes de computadores unidade 04, camada de redes. Trata sobre o protocolo ip, circuitos virtuais, redes de datagramas, roteadores, protocolo ip, enderecamento, icmp, traceroute, rip, ospf, bgp.

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RC SL04 - Camada de Rede

  1. 1. Universidade Federal da Paraíba Centro de Ciências Aplicadas e Educação Departamento de Ciências Exatas Redes de Computadores: Camada de Redes Prof. Rafael Marrocos Magalhães rafael@dce.ufpb.br 11 de Outubro de 2011 UFPB - CCAE - DCE Esta apresentação contém partes, ou mesmo slides inteiros, da apresentação original disponibilizada por J.F Kurose e K.W. Ross, com permissão para utilização como material de apoio instrucional. E, conforme solicitação do original, incluí aqui a nota de direito autoral.segunda-feira, 17 de outubro de 11 1
  2. 2. Motivação Como os hosts se comunicam através das redes?segunda-feira, 17 de outubro de 11 2
  3. 3. Sumário Introdução Redes de circuitos virtuais e de datagramas O que há dentro de um roteador? O Protocolo da Internet (IP) Algoritmos de roteamento Roteamento na Internetsegunda-feira, 17 de outubro de 11 3
  4. 4. Capítulo 4: desta Unidade 4 Objetivos Camada de rede Objetivos do capítulo: !  entender os princípios por trás dos serviços da camada de rede: "  modelos de serviço da camada de rede "  repasse versus roteamento "  como funciona um roteador "  roteamento (seleção de caminho) "  lidando com escala "  tópicos avançados: IPv6, mobilidade !  instanciação, implementação na Internetsegunda-feira, 17 de outubro de 11 4
  5. 5. Sumário Introdução Redes de circuitos virtuais e de datagramas O que há dentro de um roteador? O Protocolo da Internet (IP) Algoritmos de roteamento Roteamento na Internetsegunda-feira, 17 de outubro de 11 5
  6. 6. CamadaCamada de rede Camada de rede de Rede!  !  segmento detransporte do segmento de transporte do aplicação aplicação hosp. emissorao receptor ao receptor transporte hosp. emissor transporte rede enlace rede !  o lado emissor encapsula enlace física!  o lado emissor encapsula física segmentos em datagramas rede rede enlace redeenlace rede segmentos em datagramas rede enlace física física enlace enlace !  o lado receptor entre rede física física rede física enlace rede!  o lado receptor entre enlace física enlace rede segmentos à camada de física enlace física rede enlace segmentos à camada de transporte rede física física rede transporte enlace enlace !  protocolos da camada de física física rede rede rede enlace enlace enlace rede em cada hosp.,!  protocolos da camada de física física rede física aplicação enlace roteador rede rede em cada hosp., transporte enlace física rede rede rede física enlace enlace aplicação !  roteador examina campos roteador enlace física rede física enlace física transporte rede rede de cabeçalho em todos os rede física enlace enlace!  roteador examina campos enlace física física datagramas IP que passam física depor ele cabeçalho em todos os datagramas IP que passam por ele segunda-feira, 17 de outubro de 11 6
  7. 7. Duas funçõesda entrada !  repasse: mover pacotes an do roteador para a !  Duas importantes funções saída apropriada do da camada de rede roteador !  repasse: mover !  roteamento: analogia: pacotes da entrada determinar rota !  do roteador para a saída apropriada do X !  roteamento: processo seguida pelos pacotes de planejamento da da origem ao destino roteador viagem da origem ao "  algoritmos de roteamento destino !  roteamento: determinar rota !  repasse: processo de seguida pelos pacotes passar por um único da origem ao destino cruzamento "  algoritmos de roteamentosegunda-feira, 17 de outubro de 11 7
  8. 8. analogia:!  Analogia roteamento: processo funções Duas importantes deda camada de rede planejamento da viagem da origem ao destino !  repasse: mover analogia: pacotes da entrada!  repasse: processo de !  roteamento: processo do roteador para a passar por um único do de planejamento da saída apropriada cruzamento roteador X viagem da origem ao destino !  roteamento: determinar rota !  repasse: processo de seguida pelos pacotes passar por um único da origem ao destino cruzamento "  algoritmos de roteamentosegunda-feira, 17 de outubro de 11 8
  9. 9. e repasse algoritmo de roteamento Interação entre tabela de repasse local repasse e valor do cab. enlace saída 0100 3 roteamento 0101 0111 2 2 1001 1 valor no cab. do pacote chegando 0111 1 3 2segunda-feira, 17 de outubro de 11 9
  10. 10. Estabelecimento de conexão Estabelecimento de conexão !  3a função importante em algumas arquiteturas de rede: "  ATM, frame relay, X.25 !  antes que os datagramas fluam, dois hospedeiros finais e roteadores entre eles estabelecem conexão virtual "  roteadores são envolvidos !  serviço de conexão da camada de rede versus transporte: "  rede: entre dois hospedeiros (também pode envolver roteadores entre eles, no caso de VCs) "  transporte: entre dois processossegunda-feira, 17 de outubro de 11 10
  11. 11. Modelos de serviços Modelo de serviço de rede Modelo de de serviço de rede Modelo serviço de rede P: Que modelo de serviço é o melhor para o “canal” que P: QueQue modelo serviçodoo é o melhor para“canal” que P: modelo de de serviço melhor para transporta datagramas é remetente aoodestinatário? o “canal” que transporta datagramas do remetente ao ao destinatário? transporta datagramas do remetente destinatário? exemplo de serviços para exemplo de serviços para datagramas serviços para exemplo de de serviços para exemplo de serviços para exemplo de exemplo serviços para fluxo de datagramas: datagramas datagramas individuais: fluxo de de datagramas: fluxo datagramas: !  entrega de datagrama individuais: individuais: !  entrega de de datagrama !  entrega datagrama na ordem !  entrada garantida !  entrada garantida !  entrada garantida na ordem na ordem !  entrega garantida com !  largura de banda !  entrega garantida com !  largura de de banda !  entrega limitado com garantida !  largura banda mínima garantida atraso mínima garantida mínima garantida atraso limitado atraso limitado !  restrições sobre !  restrições sobre !  restrições sobre mudanças no mudanças no no mudanças espaçamento entre espaçamento entre espaçamento entre pacotes pacotes pacotessegunda-feira, 17 de outubro de 11 11
  12. 12. Modelos de serviço da Modelos de camada de rede: serviçossegunda-feira, 17 de outubro de 11 12
  13. 13. Sumário Introdução Redes de circuitos virtuais e de datagramas O que há dentro de um roteador? O Protocolo da Internet (IP) Algoritmos de roteamento Roteamento na Internetsegunda-feira, 17 de outubro de 11 13
  14. 14. Serviço com e sem sem conexão Serviço com e conexão da camada de rede !  rede de datagrama fornece serviço sem conexão da camada de rede !  rede VC fornece serviço com conexão da camada de rede !  análogo aos serviços da camada de transporte, mas: "  serviço: hospedeiro a hospedeiro "  sem escolha: a rede oferece um ou outro "  implementação: no núcleo da redesegunda-feira, 17 de outubro de 11 14
  15. 15. Circuitos virtuais Circuitos Virtuais Circuitos virtuais “Caminho da origem ao destino comporta-se como um circuito telefônico” destino comporta-se como um “Caminho da origem ao com respeito ao desempenho "  circuito telefônico” "  ações da redeao desempenho caminho "  com respeito ao longo do da origem ao destino "  ações da rede ao longo do caminho da origem ao destino !  estabelecimento e término para cada chamada antes que os !  estabelecimento e término para cada chamada antes que os dados possam fluir dados possam fluir !  cada pacote carrega identificador VC (não(não endereço do !  cada pacote carrega identificador VC endereço do hospedeiro de destino) hospedeiro de destino) !  cada roteador no caminho origem-destino mantém “estado” !  cada roteador no caminho origem-destino mantém “estado” para cada conexão que estiver passando para cada conexão que estiver passando !  recursos do enlace e roteador (largura de banda, buffers) !  recursos ser enlace e roteador (largura de = serviço buffers) podem do alocados ao VC (recursos dedicados banda, podem ser alocados ao VC (recursos dedicados = serviço previsível) previsível)segunda-feira, 17 de outubro de 11 15
  16. 16. Implementação Implementação do VC do CV um VC consiste em: 1.  caminho da origem ao destino 2.  números de VC, um número para cada enlace ao longo do caminho 3.  entradas em tabelas de repasse nos roteadores ao longo do caminho !  pacote pertencente ao VC carrega número do VC (em vez do endereço de destino) !  número do VC pode ser alterado em cada enlace "  novo número de VC vem da tabela de repassesegunda-feira, 17 de outubro de 11 16
  17. 17. Tabela de Tabela de repasse número do VC repasse 22 12 32 1 3 2 tabela de repasse no número da roteador noroeste: interface Roteadores mantêm informação de estado da conexão!segunda-feira, 17 de outubro de 11 17
  18. 18. Circuitos virtuais: CircuitosProtocolos de sinalização CV: virtuais: protocolos de sinalização protocolos de sinalização !  usados para estabelecer, manter e manter e terminar !  usados para estabelecer, terminar VC VC !  usados em ATM, frame-relay, !  usados em ATM, frame-relay, X.25 X.25 !  não usados na Internet de hoje de hoje !  não usados na Internet aplicação 5. Fluxo de dados iniciado 6. Recebe dados aplicação aplicação transporte rede 5. Fluxo de dados iniciado 4. Chamada conectada 6. transporte 3. Chamada aceita Recebe dados transporte rede enlace 1. Inicia chamada 2. Chamada chegando rede 4. Chamada conectada 3. Chamada aceita enlace física enlace 1. Inicia chamada 2. Chamada chegando física físicasegunda-feira, 17 de outubro de 11 18
  19. 19. RedesRedes de Datagramas de datagrama !  sem estabelecimento de chamada na camada de rede !  roteadores: sem estado sobre conexões fim a fim "  sem conceito em nível de rede da “conexão” !  pacotes repassados usando endereço do hospedeiro de destino "  pacotes entre mesmo par origem-destino podem tomar caminhos diferentes aplicação aplicação transporte transporte rede 1. Envia dados 2. Recebe dados rede enlace enlace física físicasegunda-feira, 17 de outubro de 11 19
  20. 20. Tabela de repasse Tabela de repasse 4 bilhões de entradas possíveis Faixa de endereços de destino Interface de enlace! 11001000 00010111 00010000 00000000 até 0 11001000 00010111 00010111 11111111! 11001000 00010111 00011000 00000000 até 1 11001000 00010111 00011000 11111111 ! 11001000 00010111 00011001 00000000 até 2 11001000 00010111 00011111 11111111 ! senão 3!segunda-feira, 17 de outubro de 11 20
  21. 21. Tabela de Otimização por prefixo oncordância do prefixo mais longo repassemais longo Concordância do prefixo Interface do enlace 11001000 00010111 00010 0 11001000 00010111 00011000 1 11001000 00010111 00011 2 senão 3! Exemplos DA: 11001000 00010111 00010110 10100001 Qual interface? DA: 11001000 00010111 00011000 10101010 Qual interface? segunda-feira, 17 de outubro de 11 21
  22. 22. Redes de datagramas Rede dede datagramas VC:VC: Rede datagramas ou ou ou CV? por quê? por quê? Internet (datagrama) Internet (datagrama) ATM (VC)(VC) ATM !  troca de dados entre !  evoluída da telefonia !  troca de dados entre !  evoluída da telefonia computadores computadores !  conversação humana: !  conversação humana: "  serviço “elástico”, sem "  requisitos de "  serviço “elástico”, sem "  requisitos de requisitos de temporização temporização estritos, requisitos de temporização temporização estritos, estritos confiabilidade estritos confiabilidade !  sistemas finais "  necessário para serviço !  sistemas finais "  necessário para serviço “inteligentes” (computadores) garantido “inteligentes” (computadores) garantido "  pode adaptar, realizar !  sistemas finais “burros” "  pode adaptar, realizar !  sistemas finais “burros” controle, recup. de erros controle, recup. de erros "  telefones "  simples dentro da rede, "  telefones "  simples dentro da rede, "  complexidade dentro da complexidade na “borda” complexidade na “borda” rede complexidade dentro da "  !  muitos tipos de enlace rede !  muitos tipos de enlace "  diferentes características "  diferentes características "  serviço uniforme difícil "  serviço uniforme difícilsegunda-feira, 17 de outubro de 11 22
  23. 23. Sumário Introdução Redes de circuitos virtuais e de datagramas O que há dentro de um roteador? O Protocolo da Internet (IP) Algoritmos de roteamento Roteamento na Internetsegunda-feira, 17 de outubro de 11 23
  24. 24. Visão geral da arquitetura Visão geral da arquitetura do Roteadordo roteadorDuas funções principais do roteador:!  executar algoritmos/protocolo de roteamento (RIP, OSPF, BGP)!  repassar datagramas do enlace de entrada para saídasegunda-feira, 17 de outubro de 11 24
  25. 25. Funções da porta de entrada A porta de entrada Camada física: recepção por bit Camada de enlace Comutação descentralizada: de dados: !  dado destino do datagrama, porta de p. e., Ethernet saída de pesquisa usando tabela de repasse na memória da porta de entrada ver Capítulo 5 !  objetivo: processamento completo da porta de entrada na ‘velocidade de linha’ !  fila: se datagramas chegarem mais rápido que taxa de repasse no elemento de comutaçãosegunda-feira, 17 de outubro de 11 25
  26. 26. Comutação por memória Comutação por memória Roteadores de primeira geração: !  computadores tradicionais com a comutação via controle direto da CPU !  pacote copiado para a memória do sistema !  velocidade limitada pela largura de banda da memória (2 travessias de barramento por datagrama) porta memória porta entrada saída Barramento do sistemasegunda-feira, 17 de outubro de 11 26
  27. 27. Comutação por um barramento Comutação por barramento !  datagrama da memória da porta de entrada à memória da porta de saída por um barramento compartilhado !  disputa pelo barramento: velocidade da comutação limitada pela largura de banda do barramento !  barramento Cisco 5600 de 32 Gbps: velocidade suficiente para roteadores de acesso e corporativossegunda-feira, 17 de outubro de 11 27
  28. 28. Comutação por rede de Comutação por uma rede de interconexão interconexão !  contorna limitações de largura de banda do barramento !  redes Banya, outras redes de interconexão desenvolvidas inicialmente para conectar processadores no multiprocessador !  projeto avançado: fragmenta datagrama em células de tamanho fixo, comuta células através do elemento de comutação !  Cisco 12000: comuta 60 Gbps através da rede de interconexãosegunda-feira, 17 de outubro de 11 28
  29. 29. A porta de saída Portas de saída !  Buffering exigido quando os datagramas chegam do elemento de comutação mais rápido que a taxa de transmissão !  Disciplina de escalonamento escolhe entre os datagramas enfileirados para transmissãosegunda-feira, 17 de outubro de 11 29
  30. 30. Enfileiramento na porta Enfileiramento da porta de saída de saída !  buffering quando a taxa de chegada via comutador excede a velocidade da linha de saída !  enfileiramento (atraso) e perda devidos a estouro de buffer na porta de saída!segunda-feira, 17 de outubro de 11 30
  31. 31. Enfileiramento da porta Enfileiramento da porta de entrada de entrada !  elemento de comutação mais lento que portas de entrada combinadas -> enfileiramento possível nas filas de entrada !  bloqueio de cabeça de fila (HOL) : datagrama enfileirado na frente da fila impede que outros na fila sigam adiante !  atraso de enfileiramento e perda devidos a estouro no buffer de entradasegunda-feira, 17 de outubro de 11 31
  32. 32. Sumário Introdução Redes de circuitos virtuais e de datagramas O que há dentro de um roteador? O Protocolo da Internet (IP) Algoritmos de roteamento Roteamento na Internetsegunda-feira, 17 de outubro de 11 32
  33. 33. A camada de rede da A camada de rede da Internet Internet Funções na camada de rede do hospedeiro e roteador: Camada de transporte: TCP, UDP prots. roteamento protocolo IP • seleção caminho • convs. de endereçamento • RIP, OSPF, BGP • formato de datagrama Camada • convs. manuseio de pacote de rede tabela de protocolo ICMP repasse • informe de erro • “sinalização” do roteador Camada de enlace Camada físicasegunda-feira, 17 de outubro de 11 33
  34. 34. do datagrama IP O formato do datagrama IP Formato do datagrama IP Quanto overhead com TCP?d com TCP? !  20 bytes de TCP !  20 bytes de IPTCP !  = 40 bytes + overhead da camada de aplicação segunda-feira, 17 de outubro de 11 34
  35. 35. Fragmentação Fragmentação e reconstrução do IP e reconstrução do IP!  enlaces de rede têm MTU (tamanho máx. transferência) – maior quadro em nível de enlace possível. "  diferentes tipos de enlace, diferentes MTUs!  grande datagrama IP dividido (“fragmentado”) dentro da rede "  um datagrama torna-se vários datagramas "  “reconstruído” somente no destino final "  bits de cabeçalho IP usados para identificar, ordenar fragmentos relacionadossegunda-feira, 17 de outubro de 11 35
  36. 36. Exemplo de/fragmentação tam. ID fragflag desloc. Exemplo = 4000 = x =0 =0 !  datagrama de 4000 Um datagrama grande torna-se bytes vários datagramas menores !  MTU = 1500 bytes tam. ID fragflag desloc. = 1500 = x =1 =0 1480 bytes no campo de dados tam. ID fragflag desloc. = 1500 = x =1 = 185 deslocamento = 1480/8 tam. ID fragflag desloc. = 1040 = x =0 = 370segunda-feira, 17 de outubro de 11 36
  37. 37. Endereçamento genérico Prática em sala de aula!segunda-feira, 17 de outubro de 11 37
  38. 38. Endereçamento Endereçamento IP: IP: Introdução introdução 223.1.1.1 !  endereço IP: 223.1.2.1 identificador de 32 223.1.1.2 223.1.1.4 223.1.2.9 bits para interface de hospedeiro e roteador 223.1.1.3 223.1.3.27 223.1.2.2 !  interface: conexão entre hospedeiro/ roteador e enlace físico 223.1.3.1 223.1.3.2 "  roteadores normalmente têm várias interfaces "  hospedeiro normalmente tem uma interface 223.1.1.1 = 11011111 00000001 00000001 00000001 "  endereços IP associados 223 1 1 1 a cada interfacesegunda-feira, 17 de outubro de 11 38
  39. 39. Endereçamento IP: sub-redesSub-redes!  endereço IP: 223.1.1.1 "  parte da sub-rede (bits 223.1.2.1 223.1.1.2 de alta ordem) 223.1.1.4 223.1.2.9 "  parte do host (bits de baixa ordem) 223.1.1.3 223.1.2.2 223.1.3.27!  O que é uma sub-rede? sub-rede "  dispositivo se conecta à mesma parte da sub- 223.1.3.1 223.1.3.2 -rede do endereço IP "  pode alcançar um ao outro fisicamente sem roteador intermediário rede consistindo em 3 sub-redessegunda-feira, 17 de outubro de 11 39
  40. 40. Endereçamento IP: endereço rede(sub) 223.1.1.0/24 223.1.2.0/24 Receita !  para determinar as sub-redes, destaque cada interface de seu hospedeiro ou roteador, criando ilhas de redes isoladas. Cada rede isolada é denominada sub-red 223.1.3.0/24 Máscara de sub-rede: /24segunda-feira, 17 de outubro de 11 40
  41. 41. 223.1.1.2 QuantasQuantas? 223.1.1.1 223.1.1.4 sub-redes existem 223.1.1.3 aqui? 223.1.9.2 223.1.7.0 6 223.1.9.1 223.1.7.1 223.1.8.1 223.1.8.0 223.1.2.6 223.1.3.27 223.1.2.1 223.1.2.2 223.1.3.1 223.1.3.2segunda-feira, 17 de outubro de 11 41
  42. 42. Endereçamento IP: CIDR CIDR Endereçamento IP: CIDR: Classless InterDomain Routing (roteamento interdomínio sem classes) "  parte de sub-rede do endereço de tamanho arbitrário "  formato do endereço: a.b.c.d/x, onde x é # bits na parte de sub-rede do endereço parte de parte do sub-rede hosp. 11001000 00010111 00010000 00000000 200.23.16.0/23segunda-feira, 17 de outubro de 11 42
  43. 43. Endereços IP: Endereçamento IP: como configurar? como obter um? P: Como um hospedeiro obtém endereço IP? !  fornecido pelo administrador do sistema em um arquivo "  Windows: painel de controle->rede ->configuração->tcp/ip->propriedades "  UNIX: /etc/rc.config !  DHCP: Dynamic Host Configuration Protocol: recebe endereço dinamicamente do servidor "  “plug-and-play”segunda-feira, 17 de outubro de 11 43
  44. 44. DHCP: Dynamic Host Configuration Protocol DHCP: Dynamic Host Configuration Protocol Objetivo: permitir que o hospedeiro obtenha dinamicamente seu endereço IP do servidor de rede quando se conectar à rede pode renovar seu prazo no endereço utilizado permite reutilização de endereços (só mantém endereço enquanto conectado e “ligado”) aceita usuários móveis que queiram se juntar à rede (mais adiante) Visão geral do DHCP: "  host broadcasts “DHCP discover” msg [optional] "  servidor DHCP responde com msg “DHCP offer” [opcional] "  hospedeiro requer endereço IP: msg “DHCP request” "  servidor DHCP envia endereço: msg “DHCP ack”segunda-feira, 17 de outubro de 11 44
  45. 45. CP – cenário DHCP: cenário cliente/servidornte/servidor A 223.1.1.1 servidor 223.1.2.1 DHCP 223.1.1.2 223.1.1.4 223.1.2.9 B 223.1.2.2 cliente DHCP 223.1.1.3 223.1.3.27 E chegando precisa de endereço nesta rede 223.1.3.1 223.1.3.2 segunda-feira, 17 de outubro de 11 45
  46. 46. DHCP: cenário cliente/servidor servidor DHCP: 223.1.2.5 Descoberta DHCP src : 0.0.0.0, 68 dest.: 255.255.255.255,67 cliente yiaddr: 0.0.0.0 chegando transaction ID: 654 Oferta DHCP src: 223.1.2.5, 67 dest: 255.255.255.255, 68 yiaddrr: 223.1.2.4 transaction ID: 654 Lifetime: 3600 secs Solicitação DHCP src: 0.0.0.0, 68 dest:: 255.255.255.255, 67 yiaddrr: 223.1.2.4 transaction ID: 655 tempo Lifetime: 3600 secs DHCP ACK src: 223.1.2.5, 67 dest: 255.255.255.255, 68 yiaddrr: 223.1.2.4 transaction ID: 655 Lifetime: 3600 secssegunda-feira, 17 de outubro de 11 46
  47. 47. DHCP: não apenas o endereço IP DHCP: mais do que endereço IP DHCP pode retornar mais do que apenas o endereço IP alocado na sub-rede: "  endereço do roteador do primeiro salto para o cliente "  nome e endereço IP do servidor DNS "  máscara de rede (indicando parte de rede versus hospedeiro do endereço)segunda-feira, 17 de outubro de 11 47
  48. 48. DHCP: exemplo maior DHCP: exemplo DHCP DHCP !  conexão de laptop precisa do DHCP UDP seu endereço IP, endereço do IP roteador do primeiro salto, DHCP DHCP Eth Phy endereço do servidor DNS: DHCP use DHCP !  solicitação DHCP encapsulada no UDP, encapsulada no IP, DHCP DHCP 168.1.1.1 encapsulado no Ethernet DHCP UDP DHCP IP 802.1 DHCP Eth roteador !  broadcast de quadro Phy (roda DHCP) Ethernet (dest: FFFFFFFFFFFF) na LAN, recebido no roteador rodando DHCP !  Ethernet demultiplexado para IP demultiplexado, UDP demultiplexado para DHCPsegunda-feira, 17 de outubro de 11 48
  49. 49. DHCP: exemplo maior DHCP DHCP UDP !  servidor DCP formula DHCP DHCP ACK contendo DHCP IP endereço IP do cliente, Eth endereço IP do roteador do primeiro DHCP Phy salto para cliente, nome & endereço IP do DHCP DHCP servidor DNS DHCP !  encapsulamento do UDP servidor DHCP, quadro DHCP IP roteador repassado ao cliente, DHCP DHCP Eth (roda DHCP) demultiplexando para Phy DHCP no cliente !  cliente agora sabe seu endereço IP, nome e endereço IP do servidor DSN, endereço IP do seu roteador do primeiro saltosegunda-feira, 17 de outubro de 11 49
  50. 50. Endereçamento IP: como obter? Endereços IP: como obter um? P: Como a rede obtém a parte de sub-rede do endereço IP? R: Recebe parte alocada do espaço de endereços do seu ISP Bloco do ISP Bloco do ISP 11001000 00010111 00010000 00000000 200.23.16.0/20 11001000 00010111 00010000 00000000 200.23.16.0/20 Organização 0 Organização 0 11001000 11001000 00010111 00010111 00010000 00010000 00000000 00000000 200.23.16.0/23 200.23.16.0/23 Organização 1 Organização 1 11001000 11001000 00010111 00010111 00010010 00010010 00000000 00000000 200.23.18.0/23 200.23.18.0/23 Organização 2 Organização 2 11001000 11001000 00010111 00010111 00010100 00010100 00000000 00000000 200.23.20.0/23 200.23.20.0/23 ... ... ….. ….. …. …. …. …. Organização 7 Organização 7 11001000 00010111 11001000 00010111 00011110 00000000 00011110 00000000 200.23.30.0/23 200.23.30.0/23segunda-feira, 17 de outubro de 11 50
  51. 51. Endereçamento hierárquico: Endereçamento hierárquico: agregação de rotaagregação de rota Endereçamento hierárquico permite anúncio eficiente da informação de roteamento: Organização 0 200.23.16.0/23 Organização 1 “Envie-me qualquer 200.23.18.0/23 coisa com endereços Organização 2 começando com 200.23.20.0/23 . Fly-By-Night-ISP 200.23.16.0/20” . . . Internet . Organização 7 . 200.23.30.0/23 “Envie-me qualquer ISPs-R-Us coisa com endereços começando com 199.31.0.0/16”segunda-feira, 17 de outubro de 11 51
  52. 52. Endereçamento hierárquico: Endereçamento hierárquico: rota mais específica rotas mais específicas ISPs-R-Us tem uma rota mais específica para Organização 1 Organização 0 200.23.16.0/23 “Envie-me qualquer coisa com endereços Organização 2 começando com 200.23.20.0/23 . Fly-By-Night-ISP 200.23.16.0/20” . . . Internet . Organização 7 . 200.23.30.0/23 “Envie-me qualquer ISPs-R-Us coisa com endereços Organização 1 começando com 199.31.0.0/16 ou 200.23.18.0/23” 200.23.18.0/23segunda-feira, 17 de outubro de 11 52
  53. 53. Endereçamento IP: Endereçamento IP: ... a última palavra... P: Como um ISP recebe bloco de endereços? R: ICANN: Internet Corporation for Assigned Names and Numbers "  aloca endereços "  administra o DNS "  atribui nomes de domínio e resolve disputassegunda-feira, 17 de outubro de 11 53
  54. 54. E quando os endereços IP acabarem? Mais um suspiro: NATsegunda-feira, 17 de outubro de 11 54
  55. 55. NAT: Network Address NAT: Network Address Translation Translation restante da rede local Internet (p. e., rede doméstica) 10.0.0/24 10.0.0.1 10.0.0.4 10.0.0.2 138.76.29.7 10.0.0.3 todos os datagramas saindo da rede datagramas com origem ou local têm mesmo endereço IP NAT destino nesta rede têm de origem: 138.76.29.7, mas endereço 10.0.0/24 para diferentes números de porta de origem/destino (como sempre) origemsegunda-feira, 17 de outubro de 11 55
  56. 56. NAT: Network Address Translation !  motivação: rede local usa apenas um endereço IP no que se refere ao mundo exterior: "  intervalo de endereços não necessário pelo ISP: apenas um endereço IP para todos os dispositivos "  pode mudar os endereços dos dispositivos na rede local sem notificar o mundo exterior "  pode mudar de ISP sem alterar os endereços dos dispositivos na rede local "  dispositivos dentro da rede local não precisam ser explicitamente endereçáveis ou visíveis pelo mundo exterior (uma questão de segurança).segunda-feira, 17 de outubro de 11 56
  57. 57. NAT: Implementação Implementação: roteador NAT deve: Implementação: roteador NAT deve: Implementação: roteador NAT deve: "  enviando datagramas: substituir (endereço IP de "  enviando datagramas: substituir (endereço IP de "  enviando datagramas: substituir (endereço IP de origem, # porta) de cada datagrama saindo por origem, # porta) de cada datagrama saindo por origem, # porta) de cada datagrama saindo por (endereço IP da NAT, novo # porta) (endereço IP da NAT, novo # porta) (endereço IP da NAT, novo # porta) ... ... ... clientes/servidores remotos responderão usando clientes/servidores remotos responderão usando clientes/servidores remotos responderão usando (endereço IP da NAT, novo # porta) como endereço (endereço IP da NAT, novo # porta) como endereço (endereço IP da NAT, novo # porta) como endereço de destino de destino de destino "  lembrar (na tabela de tradução NAT) de cada par de "  lembrar (na tabela de tradução NAT) de cada par de "  lembrar (na tabela de tradução NAT) de cada par de tradução (endereço IP de origem, # porta) para tradução (endereço IP de origem, # porta) para tradução (endereço IP de origem, # porta) para (endereço IP da NAT, novo # porta) (endereço IP da NAT, novo # porta) (endereço IP da NAT, novo # porta) "  recebendo datagramas: substituir (endereço IP da "  recebendo datagramas: substituir (endereço IP da "  recebendo datagramas: substituir (endereço IP da NAT, novo # porta) nos campos de destino de cada NAT, novo # porta) nos campos de destino de cada NAT, novo # porta) nos campos de destino de cada datagrama chegando por (endereço IP origem, # porta) datagrama chegando por (endereço IP origem, # porta) datagrama chegando por (endereço IP origem, # porta) correspondente, armazenado na tabela NAT correspondente, armazenado na tabela NAT correspondente, armazenado na tabela NATsegunda-feira, 17 de outubro de 11 57
  58. 58. NAT: Funcionamento 2: roteador NAT 1: hospedeiro 10.0.0.1 muda endereço de envia datagrama para origem do 128.119.40.186, 80 datagrama de 10.0.0.1, 3345 para 138.76.29.7, 5001, atualiza tabela 3: Resposta chega endereço destino: 4: roteador NAT muda endereço 138.76.29.7, 5001 de destino do datagrama de 138.76.29.7, 5001 para 10.0.0.1, 3345segunda-feira, 17 de outubro de 11 58
  59. 59. NAT: Funcionamento !  campo de número de porta de 16 bits: "  60.000 conexões simultâneas com um único endereço no lado da LAN! !  NAT é controvertido: "  roteadores só devem processar até a camada 3 "  viola argumento de fim a fim •  a possibilidade de NAT deve ser levada em conta pelos projetistas da aplicação, p. e., aplicações P2P "  a falta de endereços deverá ser resolvida pelo IPv6segunda-feira, 17 de outubro de 11 59
  60. 60. Problema da travessia NAT: Problema! da NAT !  cliente quer se conectar ao servidor com endereço 10.0.0.1 10.0.0.1 Client "  endereço do servidor 10.0.0.1 ? local à LAN (cliente não pode usá-lo como endereço destino) 10.0.0.4 "  apenas um endereço NAT visível 138.76.29.7 externamente: 138.76.29.7 roteador NAT !  solução 1: configure a NAT estaticamente para repassar as solicitações de conexão que chegam a determinada porta ao servidor "  p. e., (123.76.29.7, porta 2500) sempre repassado para 10.0.0.1 porta 25000segunda-feira, 17 de outubro de 11 60
  61. 61. NAT: Problema! !  solução 2: Universal Plug and Play (UPnP) Internet Gateway 10.0.0.1 Device (IGD) Protocol. Permite que o hospedeiro com NAT: IGD !  descubra endereço IP 10.0.0.4 público (138.76.29.7) 138.76.29.7 NAT !  inclua/remova mapeamentos router de porta (com tempos de posse) ou seja, automatizar configuração estática do mapa de porta NATsegunda-feira, 17 de outubro de 11 61
  62. 62. NAT: Problema! !  solução 3: repasse (usado no Skype) "  cliente com NAT estabelece conexão com repasse "  cliente externo se conecta ao repasse "  repasse liga pacotes entre duas conexões 2. conexão com 1. conexão com relay iniciado relay iniciado pelo cliente pelo hospedeiro 10.0.0.1 3. relaying de NAT Cliente estabelecido 138.76.29.7 roteador NATsegunda-feira, 17 de outubro de 11 62
  63. 63. ICMP: Internet Control Message Protocol ICMP: Internet Control Message Protocol !  usado por hospedeiros & Tipo Cód, Descrição roteadores para comunicar 0 0 resposta de eco (ping) informações em nível de rede 3 0 rede de destino inalcançável "  relato de erro: hospedeiro, 3 1 hosp. de destino inalcançável rede, porta, protocolo 3 2 protocolo de destino inalcançável inalcançável 3 3 porta de destino inalcançável 3 6 rede de destino desconhecida "  eco de solicitação/ 3 7 hosp. de destino desconhecido resposta (usado por ping) 4 0 redução da fonte (controle de !  camada de rede “acima” do IP: congestionamento – não usado) "  msgs ICMP transportadas 8 0 solicitação de eco (ping) 9 0 anúncio de rota em datagramas IP 10 0 descoberta do roteador !  mensagem ICMP: tipo, código 11 0 TTL expirado mais primeiros 8 bytes do 12 0 cabeçalho IP inválido datagrama IP causando errosegunda-feira, 17 de outubro de 11 63
  64. 64. Traceroute e ICMP Traceroute e ICMP !  origem envia série de !  quando a mensagem ICMP segmentos UDP ao destino chega, origem calcula RTT "  primeiro tem TTL = 1 !  traceroute faz isso 3 vezes "  segundo tem TTL = 2 etc. Critério de término "  número de porta !  segmento UDP por fim chega improvável no hospedeiro de destino !  quando no datagrama !  destino retorna pacote ICMP chegar no no roteador: “host inalcançável” (tipo 3, "  roteador descarta código 3) datagrama !  quando origem recebe esse "  e envia à origem uma msg ICMP (tipo 11, código 0) ICMP, termina. "  mensagem inclui nome do roteador & endereço IPsegunda-feira, 17 de outubro de 11 64
  65. 65. IPv6: Internet Protocol Ver.6 IPv6 !  motivação inicial: espaço de endereço de 32 bit logo estará completamente alocado !  motivação adicional: "  formato de cabeçalho ajuda a agilizar processamento e repasse "  mudanças no capítulo para facilitar QoS formato de datagrama IPv6: "  cabeçalho de 40 bytes de tamanho fixo "  fragmentação não permitidasegunda-feira, 17 de outubro de 11 65
  66. 66. Cabeçalho IPv6 IPv6: Cabeçalho IPv6 prioridade: identificar prioridade entre datagramas no fluxo rótulo de fluxo: identificar datagramas no mesmo “fluxo.” (conceito de “fluxo” não bem definido) próximo cabeçalho: identificar protocolo da camada superior para dadossegunda-feira, 17 de outubro de 11 66
  67. 67. IPv6: Outras mudanças Outras mudanças do IPv4 !  soma de verificação: removida inteiramente para reduzir tempo de processamento em cada salto !  opões: permitidas, mas fora do cabeçalho, indicadas pelo campo de “Próximo Cabeçalho” !  ICMPv6: nova versão do ICMP "  tipos de mensagem adicionais, p. e. “Pacote Muito Grande” "  funções de gerenciamento de grupo multicastsegunda-feira, 17 de outubro de 11 67
  68. 68. Transição IPv4 → IPv6 Transição de IPv4 para IPv6 !  nem todos os roteadores podem ser atualizados simultaneamente "  sem “dia de conversão” "  como a rede operará com roteadores IPv4 e IPv6 misturados? !  implantação de túnel: IPv6 transportado como carga útil no datagrama IPv4 entre roteadores IPv4segunda-feira, 17 de outubro de 11 68
  69. 69. Transição IPv4 → IPv6 Implantação Implantação de um túnel de túnel A B E F Visão lógica: túnel IPv6 IPv6 IPv6 IPv6 A B E F Visão física: IPv6 IPv6 IPv4 IPv4 IPv6 IPv6segunda-feira, 17 de outubro de 11 69
  70. 70. Transição IPv4 → IPv6 Visão lógica: Visão física: Implantação de um túnelsegunda-feira, 17 de outubro de 11 70
  71. 71. Sumário Introdução Redes de circuitos virtuais e de datagramas O que há dentro de um roteador? O Protocolo da Internet (IP) Algoritmos de roteamento Roteamento na Internetsegunda-feira, 17 de outubro de 11 71
  72. 72. e repasse algoritmo de roteamento Interação entre tabela de repasse local repasse e valor do cab. enlace saída 0100 3 roteamento 0101 0111 2 2 1001 1 valor no cab. do pacote chegando 0111 1 3 2segunda-feira, 17 de outubro de 11 72
  73. 73. Abstração de grafo Abstração de grafo 5 3 v w 5 2 u 2 1 z 3 1 2 Grafo: G = (N,E) x 1 y N = conjunto de roteadores = { u, v, w, x, y, z } E = conjunto de enlaces = { (u,v), (u,x), (v,x), (v,w), (x,w), (x,y), (w,y), (w,z), (y,z) } Comentário: Abstração de grafo é útil em outros contextos de rede Exemplo: P2P, onde N é conj. de pares e E é conj. de conexões TCPsegunda-feira, 17 de outubro de 11 73
  74. 74. Abstração de grafo: custos Abstração de grafo: custos 5 •  c(x,x’) = custo do enlace (x,x’) 3 v w 5 - p. e., c(w,z) = 5 2 u 2 1 z 3 •  custo poderia ser sempre 1, ou 1 2 inversamente relacionado à largura x 1 y ou inversamente relacionado ao congestionamento Custo do caminho (x1, x2, x3,…, xp) = c(x1,x2) + c(x2,x3) + … + c(xp-1,xp) Pergunta: Qual é o caminho de menor custo entre u e z? algoritmo de roteamento: algoritmo que encontra o caminho de menor custosegunda-feira, 17 de outubro de 11 74
  75. 75. Classificação de algoritmos de roteamento Classificação do algoritmo Classificação do algoritmo de roteamento de roteamento informação global ouou informação global Estático ou ou dinâmico? Estático dinâmico? descentralizada? descentralizada? estático: estático: global: !  rotas mudam lentamente global: !  rotas mudam lentamente !  todos os roteadores têm topologia com o tempo !  todos os roteadores têm topologia com o tempo completa, informação de custo do dinâmico: completa, informação de custo do dinâmico: enlace !  rotas mudam mais enlace !  rotas mudam mais !  algoritmos de “estado do enlace” rapidamente !  algoritmos de “estado do enlace” rapidamente descentralizada: "  atualização periódica descentralizada: "  atualização periódica !  roteador conhece vizinhos "  em resposta a !  roteador conhece vizinhos "  em resposta a conectados fisicamente, custos de mudanças no custo do conectados fisicamente, custos de enlace para vizinhos mudanças no custo do enlace enlace para vizinhos enlace !  processo de computação iterativo, !  processo de computaçãovizinhos troca de informações com iterativo, troca de informações com vizinhos !  algoritmos de “vetor de distância” !  algoritmos de “vetor de distância”segunda-feira, 17 de outubro de 11 75
  76. 76. Algoritmo de roteamento Alg. de roteamento: Estado de Enlace de estado do enlace notação: algoritmo de Dijkstra !  c(x,y): custo do enlace !  nova topologia, custos de enlace do nó x até y; = ! se não conhecidos de todos os nós forem vizinhos diretos "  realizado por “broadcast de !  D(v): valor atual do estado do enlace” custo do caminho da "  todos os nós têm a mesma origem ao destino v informação !  p(v): nó predecessor ao !  calcula caminhos de menor longo do caminho da custo de um nó (“origem”) para origem até v todos os outros nós "  da tabela de repasse para !  N: conjunto de nós cujo esse nó caminho de menor custo !  iterativo: após k iterações, é definitivamente sabe caminho de menor custo conhecido para k destinossegunda-feira, 17 de outubro de 11 76
  77. 77. Alg. de roteamento: Estado de Enlace Algoritmo de Dijkstra 1 Inicialização: Algoritmo de Dijkstra 2 N = {u} 3 para todos os nós v 4 se v adjacente a u 5 então D(v) = c(u,v) 6 senão D(v) = ! 7 8 Loop 9 acha w não em N tal que D(w) é mínimo 10 acrescenta w a N 11 atualiza D(v) para todo v adjacente a w e não em N : 12 D(v) = min( D(v), D(w) + c(w,v) ) 13 /* novo custo para v é custo antigo para v ou custo conhecido 14 do caminho mais curto para w + custo de w para v */ 15 até todos os nós em Nsegunda-feira, 17 de outubro de 11 77
  78. 78. Algoritmo de Dijkstra: Alg. de roteamento: Estado de Enlace exemplo Etapa N D(v),p(v) D(w),p(w) D(x),p(x) D(y),p(y) D(z),p(z) 0 u 2,u 5,u 1,u ! ! 1 ux 2,u 4,x 2,x ! 2 uxy 2,u 3,y 4,y 3 uxyv 3,y 4,y 4 uxyvw 4,y 5 uxyvwz 5 3 v w 5 2 u 2 1 z 3 1 2 x 1 y Algoritmo de Dijkstra: Exemplosegunda-feira, 17 de outubro de 11 78
  79. 79. Algoritmo de Dijkstra: Alg. de roteamento: Estado de Enlace exemplo (2) árvore resultante do caminho mais curto a partir de u: v w u z x y tabela de repasse resultante em u: destino enlace v (u,v) x (u,x) y (u,x) Algoritmo de w (u,x) Dijkstra: Exemplo z (u,x)segunda-feira, 17 de outubro de 11 79
  80. 80. Alg. de roteamento: Estado de Enlace Algoritmo de Dijkstra, discussão Algoritmo de Dijkstra: Discussão complexidade do algoritmo: n nós !  cada iteração: precisa verificar todos os nós, w, não em N !  n(n+1)/2 comparações: O(n2) !  implementações mais eficientes possíveis: O(nlogn) oscilações possíveis: !  p. e., custo do enlace = quantidade de tráfego transportado 1 A A A A 1+e 2+e 0 0 2+e 2+e 0 D 0 0 B D 1+e 1 B D B D 1+e 1 B 0 0 0 e 0 0 1 1+e 0 e 1 C C C C 1 e … recalcula … recalcula … recalcula inicialmente roteamentosegunda-feira, 17 de outubro de 11 80
  81. 81. Alg.Algoritmo de vetorVetor de Distância de roteamento: de distância Equação de Bellman-Ford (programação dinâmica) defina dx(y) : = custo do caminho de menor custo de x para y depois dx(y) = min {c(x,v) + dv(y) } v onde min assume todos os vizinhos v de xsegunda-feira, 17 de outubro de 11 81
  82. 82. Alg. de roteamento: Vetor de Distância Exemplo de Bellman-Ford 5 claramente, dv(z) = 5, dx(z) = 3, dw(z) = 3 3 v w 5 2 u 2 1 z equação B-F diz: 3 1 2 du(z) = min { c(u,v) + dv(z), x y 1 c(u,x) + dx(z), c(u,w) + dw(z) } = min {2 + 5, 1 + 3, 5 + 3} = 4 nó que alcança mínimo é o próximo salto no caminho mais curto tabela de repassesegunda-feira, 17 de outubro de 11 82
  83. 83. Alg. de roteamento: Algoritmo de vetor Algoritmo de Vetor de Distância de distância !  Dx(y) = estimativa do menor custo de x para y !  nó x sabe custo de cada vizinho v: c(x,v) !  nó x mantém vetor de distância Dx = [Dx(y): y "N] !  nó x também mantém vetor de distância de seus vizinhos "  para cada vizinho v, x mantém Dv = [Dv(y): y " N ]segunda-feira, 17 de outubro de 11 83
  84. 84. Alg. de roteamento: Algoritmo de Vetor de Distância Algoritmo de vetor de distância (4) ideia básica: !  de tempos em tempos, cada nó envia sua própria estimativa de vetor de distância aos vizinhos !  assíncrono !  quando um nó x recebe nova estimativa DV do vizinho, ele atualiza seu próprio DV usando a equação de B-F: Dx(y) ! minv{c(x,v) + Dv(y)} para cada nó y N !  sob condições modestas, naturais, a estimativa Dx (y) converge para o menor custo real dx(y)segunda-feira, 17 de outubro de 11 84
  85. 85. Alg. de roteamento: Algoritmo de vetor de Algoritmo de Vetor de Distância distância (5) iterativo, assíncrono: cada Cada nó: iteração local causada por: !  mudança de custo do enlace espera (mudança no custo local do enlace local ou msg do !  mensagem de atualização do vizinho) DV do vizinho recalcula estimativas distribuído: !  cada nó notifica os vizinhos apenas quando seu DV muda se DV a qualquer destino "  vivinhos, então, notificam tiver mudado, notifica seus vizinhos, se necessário vizinhossegunda-feira, 17 de outubro de 11 85
  86. 86. Dx(y) = min{c(x,y) + Dy(y), c(x,z) + Dz(y)} = min{2+0 , 7+1} = 2 tabela nó x custo para custo para x y z x y z x 0 2 7 x 0 2 3 y !! ! y 2 0 1 Dx(z) = min{c(x,y) + de de z !! ! z 7 1 0 Dy(z), c(x,z) + Dz(z)} tabela nó y = min{2+1 , 7+0} = 3 custo para x y z x ! ! ! y 2 0 1 y 2 1 de z !! ! tabela nó z x z custo para 7 x y z x !! ! y !! ! de z 71 0 temposegunda-feira, 17 de outubro de 11 86
  87. 87. Dx(y) = min{c(x,y) + Dy(y), c(x,z) + Dz(y)} = min{2+0 , 7+1} = 2 tabela nó x custo para custo para custo para x y z x y z x y z Dx(z) = min{c(x,y) + x 0 2 7 x 0 2 3 x 0 2 3 Dy(z), c(x,z) + Dz(z)} y !! ! y 2 0 1 y 2 0 1 = min{2+1 , 7+0} = 3 de de de z !! ! z 7 1 0 z 3 1 0 tabela nó y custo para custo para custo para x y z x y z x y z x ! ! ! x 0 2 7 x 0 2 3 y 2 0 1 y 2 0 1 y 2 0 1 y de 2 1 de de z !! ! z 7 1 0 z 3 1 0 tabela nó z x z custo para custo para 7 custo para x y z x y z x y z x !! ! x 0 2 7 x 0 2 3 y !! ! y 2 0 1 y 2 0 1 de de de z 71 0 z 3 1 0 z 3 1 0 temposegunda-feira, 17 de outubro de 11 87
  88. 88. Alg. de roteamento: Vetor de distância: Algoritmo de Vetor de Distância mudanças de custo do enlace mudanças de custo do enlace: 1 !  nó detecta mudança de custo no enlace local y 4 1 !  atualiza informação de roteamento, recalcula x z vetor de distância 50 !  se DV mudar, notifica vizinhos no tempo t0, y detecta a mudança do custo do enlace, atualiza seu DV e informa aos seus vizinhos. “boas no tempo t1, z recebe a atualização de y e atualiza sua tabela. notícias Calcula um novo custo mínimo para x e envia seu DV aos vizinhos. correm rápido” no tempo t2, y recebe a atualização de z e atualiza sua tabela de distância. Menores custos de y não mudam, e daí y não envia qualquer mensagem a z.segunda-feira, 17 de outubro de 11 88
  89. 89. Alg. de roteamento: Algoritmo de Vetor de Distância mudanças de custo do enlace: 60 !  boas notícias correm rápido y !  más notícias correm lento – problema 4 1 da “contagem até o infinito”! x z 50 !  44 iterações antes que o algoritmo estabilize: ver texto reverso envenenado: !  se Z passa por Y para chegar a X: "  Z diz a Y que sua distância (de Z) até X é infinita (de modo que Y não roteará para X passando por Z) !  isso solucionará completamente o problema da contagem até o infinito?segunda-feira, 17 de outubro de 11 89
  90. 90. Comparação entre algoritmos: LS x DV Comparaçãodos algoritmos LS e DV complexidade da mensagem robustez: o que acontece !  LS: com n nós, E enlaces, O(nE) se roteador der mensagens enviadas defeito? !  DV: troca apenas entre vizinhos LS: "  tempo de convergência varia "  nó pode anunciar custo do enlace incorreto velocidade de convergência "  cada nó calcula apenas !  LS: algoritmo O(n2) requer O(nE) sua própria tabela mensagens "  pode ter oscilações DV: !  DV: tempo de convergência varia "  nó DV pode anunciar custo do caminho "  podem ser loops de incorreto roteamento "  tabela de cada nó usada "  problema da contagem até o por outros infinito •  erro se propaga pela redesegunda-feira, 17 de outubro de 11 90
  91. 91. Roteamento Hierárquico Roteamento hierárquico nosso estudo de roteamento até aqui – o ideal: !  todos os roteadores idênticos !  rede “achatada” … não acontece na prática escala: com 200 milhões autonomia administrativa de destinos: !  Internet = rede de redes !  não pode armazenar todos !  cada administrador de rede os destinos nas tabelas de pode querer controlar o roteamento! roteamento em sua própria !  troca de tabela de rede roteamento atolaria os enlaces!segunda-feira, 17 de outubro de 11 91
  92. 92. Roteamento Hierárquico !  roteadores agregados em roteador de borda regiões, “sistemas !  Enlace direto com roteador autônomos” (AS) em outro AS !  roteadores no mesmo AS rodam o mesmo protocolo de roteamento "  protocolo de roteamento “intra-AS” "  roteadores em ASes diferentes podem executar protocolo de roteamento intra-AS diferentesegunda-feira, 17 de outubro de 11 92

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