Aula figado

7,200 views

Published on

1 Comment
4 Likes
Statistics
Notes
No Downloads
Views
Total views
7,200
On SlideShare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
27
Actions
Shares
0
Downloads
107
Comments
1
Likes
4
Embeds 0
No embeds

No notes for slide

Aula figado

  1. 1. HUSMSERVIÇO DE DIAGNÓSTICO POR IMAGEM DOENÇAS HEPÁTICAS DIFUSAS R2 RÉGIS SILVA
  2. 2. FIGADO-Peso: 1,4 – 1,7 Kg-Medida transversal 20 - 26 cm-Medida vertical 15 - 21 cm-20 – 25 % do suprimento artéria hepática-75 – 80% do suprimento veia porta
  3. 3. SEGMENTAÇAO DE COUINAUD-
  4. 4. DOENÇA DO FÍGADO GORDUROSO-E uma resposta uma lesão e a toxina-Acúmulo de colesterol e triglicerídios-Alcoolismo, obesidade, desnutrição, hiperalimentação,costicóide, DM, pancreatite …-Exames de imagem é o melhor método-Avaliação: - TC: densidade menor do que do baço - RM: identificar esteatose focal-Esteatose focal - Distribuição segmentar, sub capsular, VB, lig falciforme - Margem nítida e em linha reta - Não desloca vasos
  5. 5. chc
  6. 6. HEMOCROMATOSE-Primária(hereditária) - Aumento da reabsorção gastrointestinal - 4ª e 5ª década de vida - DM, IC, artralgia…-Secundária(aumento do aporte) - Anemia crônica com múltiplas transfusões - Ingestão excessiva, porfiria,-TC: fígado com densidade > 70 HU – sobrecarga de ferro-Ouro coloidal, doença de Wilson, d. armaz. de glicogênio-RM: Redução da intensidade do sinal em T1 e T2. hiperintensono baço.-Hemossiderose, d. de Wilson…
  7. 7. TROMBOSE DA VEIA PORTA-Complicação de cirrose-Invasão ou compressão tumoral-Hipercoagulabilidade-Inflamação-Incidência de 5% na hipertensão portal e próximo de 30% noCHC-TC: Esplenomegalia, formação de colaterais, ascite, e pode teralta atenuação na fase arterial.-RM: trombo agudo hiper em T1 e T2, crônico hipo em T1 ehiper em T2.
  8. 8. BUDD-CHIARI-Hipercoagulabilidade-Compressão – tumor-Membrana da VCI-Dor abdominal, hepatomegalia e ascite.- TC: hepatomegalia heterogênea, não visualização das veiashepática, ascite, realce hepático central, lobo caudado preservadoou aumentado.
  9. 9. INFARTO HEPÁTICO-Raro-Choque agudo, trauma hipercoagulabilidade-Elevação da enzimas hepáticas e plaqueta baixa-Achados: área periférica em forma de cunha, não apresentaefeito de massa, nem realce pelo contraste.
  10. 10. DOENÇA HEPATICA VENO-OCLUSIVA-Relacionada principalmente a transplante e neoplasias nopúblico pediátrico.-Lesão hepática sinusoidal Clínica-Ganho de peso não imputáveis à sobrecarga de fluido,hepatomegalia dolorosa, icterícia e ascite-Nos primeiros 20 dias pós transplante Achados da TC-Ascite, hepatomegalia, espessamento da VB e estreitamento dasveias hepaticas
  11. 11. GÁS NO SISTEMA PORTA-Mais frequentemente associado:-Isquemia intestinal nos adultos-Enterocolite necrosante nos RN-Outras causas: colonoscopia recente, sonda de gastrostomia, DII,diveticulite, abscesso abdominal…
  12. 12. HEPATITE AGUDA- Comumente não produz anormalidades específicas nos examesde imagem.- Achados: hepatomegalia, atenuação heterogênea e perfusãoirregular.
  13. 13. HEPATITE CRONICA-Inflamação e fibrose portais e perilobulares-Em geral o fígado não está aumentado, no inicio as alteraçõessão mínimas. CIRROSE-Destruição difusa do parenquima, fibrose com alteração daarquitetura hepática e inúmeros nódulos regenerativos.-Causas: - Toxinas , Infecção, Obstrução biliar, Hereditária ou criptogênica.
  14. 14. CIRROSE-Achados: - Superfície lisa ou micronodular, Atrofia hepática, Adenopatia porta hepatis, hipertrofia do lobo caudado, nódulos de regeneração - Sinais indiretos – hipertensão portal
  15. 15. CIRROSE NÓDULOS- Nódulos regenerativos: 3-10mm, a maioria são isodensos, sinalvariável em T1, T2 hipo ou isointenso.
  16. 16. CIRROSE- Fibrose hepática confluente- Áreas de fibrose semelhantes a massa, forma de cunha,hipodensas, perda de volume da porção afetada do fígado- São hiperintensas em T2 e hipo em T1.
  17. 17. Sarcoidose - Boeck
  18. 18. Peliose hepática

×