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AGRISSÊNIOR NOTÍCIAS Nº 635 an 29 agosto_2017

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VARIEDADES

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AGRISSÊNIOR NOTÍCIAS Nº 635 an 29 agosto_2017

  1. 1. AGRISSÊNIOR NOTICIAS Pasquim informativo e virtual. Opiniões, humor e mensagens EDITORES: Luiz Ferreira da Silva (luizferreira1937@gmail.com) e Jefferson Dias (jffercarlos@gmail.com) Edição 635 – ANO XIV Nº 06 – 29 de agosto de 2017 NOVO LIVRO DE YSNALDO SINOPSE. O autor: José Ysnaldo Alves Paulo, brasileiro, alagoano, viçosense, bacharel em Direito pela Universidade Federal de Alagoas – UFAL, especializado em Direito Processual e Direito Empresarial em nível de Mestrado pela Universidade Federal da Bahia - UFBA, advogado inscrito na OAB-AL, professor universitário, pesquisador, escritor até então de livros na área jurídica e de ensino jurídico, acadêmico fundador da Academia Alagoana de Educação. A obra: OS DESBRAVADORES DO AMANHÃ: Principais Juristas Históricos Alagoanos, vem ricamente ilustrada e publicada quando se comemora o bicentenário de emancipação política do Estado de Alagoas neste ano de 2017, desvenda e traz à lume vidas e obras de alagoanos que fizeram história sem que tenham sido decantados como os demais conterrâneos que se celebrizaram politicamente na História do Brasil tais quais Deodoro da Fonseca e seu irmão Floriano Peixoto, proclamador e consolidador da República, respectivamente, nem foram destacados literariamente como Graciliano Ramos, Aurélio Buarque, Jorge de Lima, Artur Ramos e outros mais. Contudo, não só trata da vida e obra dos considerados principais juristas históricos nascidos em Alagoas dentro dos critérios traçados pelo autor. Traz na introdução toda a trajetória de pesquisa do autor, a dificuldade para o levantamento do material principalmente biográfico, algumas resistências encontradas e seu intento a fim de contribuir para que os patrícios, principalmente de outras plagas, descubram a potencialidade não só de belezas naturais da terra alagoana mas também de seus vultos que desbravaram e desenvolveram outros torrões desse imenso Brasil, sobretudo nas áreas jurídica, educacional e administrativa,
  2. 2. além da empresarial, literária, diplomática, da magistratura etc. Desperta no capítulo I para a hesitante classificação de obras jurídicas no contexto da historiografia e da literatura em geral, bem como destaca o conceito de JURISTAS no decorrer da História Geral e da História Pátria até nossos dias, enfatizando como esse aspecto de escritores técnico jurídicos tem sido desprezado como critério para ingresso nas Academias de Letras do país, o que motivou e tem motivado a criação de Academias específicas da área como a Academia Brasileira de Letras Jurídicas – ABLJ etc. No final traz um índice sistemático e além da ilustração com vistas parciais das onze cidades de nascimento dos vinte pesquisados/homenageados, brinda o leitor também a título de curiosidade com pseudônimos de alguns autores alagoanos na literatura brasileira. DESPEDIDA Rubem Braga E no meio dessa confusão alguém partiu sem se despedir; foi triste. Se houvesse uma despedida talvez fosse mais triste, talvez tenha sido melhor assim, uma separação como às vezes acontece em um baile de carnaval — uma pessoa se perde da outra, procura-a por um instante e depois adere a qualquer cordão. É melhor para os amantes pensar que a última vez que se encontraram se amaram muito — depois apenas aconteceu que não se encontraram mais. Eles não se despediram, a vida é que os despediu, cada um para seu lado — sem glória nem humilhação. Creio que será permitido guardar uma leve tristeza, e também uma lembrança boa; que não será proibido confessar que às vezes se tem saudades; nem será odioso dizer que a separação ao mesmo tempo nos traz um inexplicável sentimento de alívio, e de sossego; e um indefinível remorso; e um recôndito despeito. E que houve momentos perfeitos que passaram, mas não se perderam, porque ficaram em nossa vida; que a lembrança deles nos faz sentir maior a nossa solidão; mas que essa solidão ficou menos infeliz: que importa que uma estrela já esteja morta se ela ainda brilha no fundo de nossa noite e de nosso confuso sonho? Talvez não mereçamos imaginar que haverá outros verões; se eles vierem, nós os receberemos obedientes como as cigarras e as paineiras — com flores e cantos. O inverno — te lembras — nos maltratou; não havia flores, não havia mar, e fomos sacudidos de um lado para outro como dois bonecos na mão de um titeriteiro inábil. Ah, talvez valesse a pena dizer que houve um telefonema que não pôde haver; entretanto, é possível que não adiantasse nada. Para que explicações? Esqueçamos as pequenas coisas mortificantes; o silêncio torna tudo menos penoso; lembremos apenas as coisas douradas e digamos apenas a pequena palavra: adeus. A pequena palavra que se alonga como um canto de cigarra perdido numa tarde de domingo. PADINHO CIÇO, ECOLOGISTA DO SERTÃO. Luiz Ferreira da Silva, 80. Nos anos 20, o Padre Cícero Romão, assim orientava os sertanejos: - “Não derrubar o mato, nem mesmo um só pé de pau; não tocar fogo no roçado, nem na caatinga; não caçar animais e deixar os bichos viverem; represar os riachos, de cem em cem metros, ainda que seja com pedra solta; plantar, cada dia, pelo menos um pé de algaroba, até que o sertão seja uma mata só; construir uma cisterna no oitão da sua casa para receber água da chuva; não criar o boi e nem o bode soltos; faça cercados e deixe o pasto descansar para ele se refazer. Se o sertanejo obedecer estes preceitos, a seca vai aos poucos acabando, o gado vai melhorando e o povo terá sempre o que comer; mas, senão obedecer, dentro de 20 anos todo o sertão será um deserto só”'. Palavras sábias de um grande agro ecologista douto, sem precisar ser doutor.
  3. 3. Sua visão estava voltada para a conservação do ecossistema sob uma ótica da utilização racional dos recursos da terra, com enfoque no manejo sustentável das atividades agropecuárias. É isso, justamente, a visão moderna do uso racional dos ecossistemas. Para a época, as recomendações do sábio religioso eram avançadíssimas, sobretudo com a conotação da interatividade do homem com o seu ambiente. E não há dúvida que o sertão é viável, desde que se enfatize o aproveitamento do manancial hídrico, a conservação dos divisores de água, a consecução de variedades apropriadas e tolerantes ao clima e o uso racional da irrigação. Ao lado das atividades antrópicas, é preciso manter a vegetação dos morros; reflorestar as aguadas; conservar as ladeiras íngremes, reter a força erosiva das águas e utilizar práticas de conservação do solo. Juntando-se tudo isso com as sábias orientações do Padre Cícero Romão Batista, é perfeitamente factível se ter um semiárido produtivo e conservado, nele vivendo um povo feliz, como assim desejava o eminente religioso. SE VOCÊ QUISER CRESCER SE ABRA! Osho Você sente dificuldades em se abrir? "Sim. Eu não quero me mostrar a mim mesmo ou aos outros." Mas você tem que decidir isso. Essa é uma das coisas mais básicas a ser entendida - que você é responsável por si próprio, mais ninguém. Você tem que assumir a responsabilidade. Se você quiser crescer, se abra. Se você não quer crescer, então permaneça fechado - mas é sua a responsabilidade. Quando eu digo responsável, eu quero dizer responder à situação na qual você se encontra. Se você não responde, esta é a sua decisão. Lembre sempre que se você não quer crescer, não há jeito de ajudá-lo. Não é da conta de ninguém. O líder do grupo, o grupo, ajudarão, mas se você quer se esconder não há maneira de entrar em você. Se você vê que é bobagem se esconder, bobagem se segurar, então solta esta estupidez. E não me pergunte como soltar. Não tem como. Você simplesmente vê o ponto - que aquilo é inútil - e você solta. Soltando, a pessoa aprende a soltar. O que quer que você esteja tentando esconder não é válido. Não é um tesouro para ser escondido! É a sua doença! E por que ter medo dessas pessoas? Eles não estão lá como juízes. Você nunca encontrará outra oportunidade na vida onde as pessoas não estão julgando você. Este é o ponto de todo o grupo - que as pessoas que estão lá não estão julgando. Eles não estão condenando você de forma alguma. Se você mostrar a sua raiva e o seu ódio ou a sua face real, eles não dirão que você é mau, que você é um criminoso, um pecador. Eles não são papas ou padres, e eles não irão julgar. De fato eles dirão que você é verdadeiro. Eles apreciarão que você é honesto, sincero a seu respeito; que você é consciente e pode abrir seu coração sem medo. Você não é um covarde. Esta é a beleza de um grupo de crescimento que lhe dá uma oportunidade que não está disponível no mundo ordinário. Se o mundo crescesse de forma correta, esta oportunidade estaria disponível por todo o mundo, em todo o lugar: no mercado, no templo, na igreja, na escola, na faculdade. Então não haveria mais necessidade de grupos e você seria aceito em qualquer lugar. Ninguém ficaria julgando você e todos tentariam ajudá-lo. As pessoas apreciariam o fato de você ser sincero. Isso não é possível no mundo em geral, por isso os grupos são necessários; uma família fechada na qual todos estão dispostos a se abrir. Mas, quando outros estão se abrindo, é mais fácil se abrir, é contagioso. Quando você vê que ninguém se abriu e ninguém o condenou, ninguém teve nenhum julgamento a respeito, por se abrir, a pessoa atingiu uma liberdade... Você pode ver no seu rosto, você pode sentir a vibração, você pode ver algumas mudanças acontecendo no seu espaço. Ele não é mais o mesmo ser contraído. Ele é como uma flor desabrochando e você consegue ver o brilho que vem desta abertura. Você pode ver a graça relaxada. A dignidade que vem à pessoa.
  4. 4. EFEITO BOMBAIM – FALSO O Publicado por: Mariana Araguaia de Castro Sá Lima em Genética Falsos O têm, na verdade, sangue do tipo A, B ou AB. Nem sempre a afirmação “Filhos de pais de sangue O não podem ter sangue A” é verdadeira. Isso porque existe um grupo, correspondente a menos de 1% da população, em que as técnicas tradicionais de determinação dos grupos sanguíneos os identificam como se fossem de sangue O, mesmo sendo homozigotos ou heterozigotos do tipo A e B; ou AB. A incidência destes casos é maior na Índia, principalmente em Mumbai, também chamada de Bombaim – justificando o nome dado a este fenômeno. Neste caso genérico, há a possibilidade, mesmo que pequena, de um dos pais ser um falso O. Isso pode ser explicado da seguinte forma: um lócus gênico, chamado lócus H, determina a produção de um fator responsável pela expressão do fenótipo do sistema ABO. Assim, indivíduos HH ou Hh sintetizam uma enzima que é responsável pela formação do antígeno H; transformado em antígeno A ou B: responsável pela determinação dos grupos sanguíneos A, B e AB, em testes tradicionais. Quando esse lócus gênico não está presente, ou seja, em casos de indivíduos homozigotos recessivos (hh), é manifestado um fenótipo de sangue do tipo O independentemente do seu genótipo verdadeiro, já neste caso que é sintetizada uma enzima inativa. Diante destes fatos, para se detectar se uma pessoa é realmente O ou um falso O, é necessário um teste em que se é aplicado o anticorpo anti-H em uma gota de sangue. Quando há a aglutinação desta amostra, o indivíduo possui genótipo referente ao sangue O; quando não, é um falso O, não sendo possível se fazer a detecção de seu real grupo sanguíneo. Por Mariana Araguaia - Graduada em Biologia A LUZ DO VAGA-LUME http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/curiosidades/a-luz-vagalume.htm Vaga-lume Vaga-lumes ou pirilampos são insetos das famílias Elateridae, Fengodidae ou Lampyridae muito conhecidos por sua bioluminescência, isto é, sua capacidade de produzir e emitir luz. Essas espécies são dotadas de órgãos fosforescentes na parte inferior de seus segmentos abdominais, responsáveis pelas emissões luminosas. A bioluminescência é causada pela transformação da energia química em energia luminosa. Esse processo, chamado de "oxidação biológica", permite que a energia luminosa seja produzida sem que haja a produção de calor. Esse processo ocorre da seguinte maneira: uma molécula de luciferina é oxidada, formando uma
  5. 5. molécula de oxiluciferina; quando essa molécula perde sua energia, emite a luz. Esses insetos possuem total controle sobre a emissão de luz, uma vez que o tecido que provoca essa emissão é ligado à traquéia e ao cérebro do vaga-lume. O inseto usa sua bioluminescência para chamar a atenção de seu parceiro ou parceira, por isso, essa habilidade é muito importante no processo de reprodução dessas espécies. Nesse sentido, a iluminação artificial das cidades, que é mais forte, anula a bioluminescência dos vaga-lumes, afetando diretamente o seu processo de reprodução. A POESIA DA SEMANA O LAÇO DE FITA Castro Alves Não sabes, criança? 'Stou louco de amores... Prendi meus afetos, formosa Pepita. Mas onde? No templo, no espaço, nas névoas?! Não rias, prendi-me Num laço de fita. Na selva sombria de tuas madeixas, Nos negros cabelos da moça bonita, Fingindo a serpente qu'enlaça a folhagem, Formoso enroscava-se O laço de fita. Meu ser, que voava nas luzes da festa, Qual pássaro bravo, que os ares agita, Eu vi de repente cativo, submisso Rolar prisioneiro Num laço de fita. E agora enleada na tênue cadeia Debalde minh'alma se embate, se irrita... O braço, que rompe cadeias de ferro, Não quebra teus elos, Ó laço de fita! Meu Deusl As falenas têm asas de opala, Os astros se libram na plaga infinita. Os anjos repousam nas penas brilhantes... Mas tu... tens por asas Um laço de fita. Há pouco voavas na célere valsa, Na valsa que anseia, que estua e palpita. Por que é que tremeste? Não eram meus lábios... Beijava-te apenas... Teu laço de fita. Mas ai! findo o baile, despindo os adornos N'alcova onde a vela ciosa... crepita, Talvez da cadeia libertes as tranças Mas eu... fico preso No laço de fita. Pois bem! Quando um dia na sombra do vale Abrirem-me a cova... formosa Pepital Ao menos arranca meus louros da fronte, E dá-me por c'roa... Teu laço de fita. A PIADA DA SEMANA - É formalidade, sogrão, pura formalidade. Mas estou aqui para pedir a mão de sua filha em casamento - diz o futuro genro. - Formalidade coisa nenhuma. Pedir a mão é um gesto importante, familiar. Quem falou que é uma formalidade? -Foioginecologistadesuafilha,sogrão.(AryToledo). oOo Acessar: www.r2cpress.com.br www.facebook.com.br/agrisseniores.57

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