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481 an 25_junho_2014.ok

  1. 1. AGRISSÊNIOR NOTICIAS Pasquim informativo e virtual. Opiniões, humor e mensagens EDITORES: Luiz Ferreira da Silva (luizferreira1937@gmail.com) e Jefferson Dias (jeffcdiass@gmail.com) Edição 481 – ANO X Nº 45 – 25 de junho de 2014 TATU-BOLA Publicado por: Flávia de Figueiredo Machado O tatu-bola é o menor e menos conhecido tatu do Brasil Filo: Chordata Classe: Mammalia Ordem: Cingulata Família: Dasypodidae Espécie: Tolypeutes tricinctus, (Linnaeus, 1758) O tatu-bola, também conhecido como tatu- apara, bola, bolinha, tranquinha ou tatu-bola- do-nordeste, é a menor e menos conhecida espécie de tatu do Brasil. De todas as espécies de tatu do país, é a única endêmica (que ocorre só nesse local). Possui distribuição geográfica muito restrita, ocorrendo somente na Caatinga e no Cerrado. A espécie já foi registrada em 12 estados brasileiros diferentes - Bahia, Ceará, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Piauí, Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais, Tocantins, Paraíba e Rio Grande do Norte. Esse animal, de aproximadamente 50 cm e 1,2 kg, apresenta como uma das principais características a capacidade de se fechar na forma de uma bola ao se sentir ameaçado, o que protege as partes moles de seu corpo contra o ataque de predadores. Essa capacidade foi o que deu origem ao seu nome popular. Distingue- se também pela presença de cinco unhas nas patas anteriores, principal diferença entre Tolypeutes tricinctus e a outra espécie do mesmo gênero, a T. matacus.
  2. 2. Uma das principais características do tatu- bola é a sua capacidade de se enrolar como uma bola para se defender de predadores Durante o período de acasalamento, uma mesma fêmea é vista acompanhada por mais de um macho. As fêmeas geram um ou, menos frequentemente, dois filhotes por ninhada, que nascem completamente formados. O tatu-bola possui hábitos noturnos e se alimenta principalmente de formigas e cupins, consumindo também grande quantidade de areia, cascas e raízes junto ao alimento. O tatu-bola não escava buraco e utiliza como esconderijo tocas abandonadas. Por utilizar como principal estratégia de defesa a fuga em busca de tocas abandonadas e o enrolamento sobre si, torna- se mais vulnerável ao ataque de predadores e à caça humana. Atualmente, a espécie é considerada como Ameaçada pela Lista de Espécies da Fauna Brasileira Ameaçadas de Extinção, do Ministério do Meio Ambiente, estando Criticamente Ameaçada no estado de Minas Gerais e Vulnerável no Pará. Está enquadrada como Vulnerável pela Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas da União Internacional para a Conservação da Natureza (2007) e pelo Livro Vermelho da Fauna Ameaçada de Extinção, da Biodiversitas (2008). Corre alto risco de extinção em médio prazo. A perda e a fragmentação do habitat, além da caça, são as principais ameaças à espécie. Suas populações foram extensamente dizimadas no passado, principalmente devido à caça humana de subsistência. Com a intenção de divulgar informações sobre a espécie e chamar a atenção da população e dos governantes para a necessidade de conservar a espécie e a Caatinga, a organização não governamental Associação da Caatinga lançou, em 2011, uma campanha para que ela se tornasse mascote da Copa do Mundo de 2014. A campanha atingiu o seu objetivo e o tatu-bola foi eleito como mascote em 2012, ganhando o nome de Fuleco, que significa a junção das palavras futebol e ecologia. A Associação busca obter a mobilização da Federação Internacional de Futebol (FIFA), dos patrocinadores, participantes e torcedores da Copa do Mundo de 2014 para essa questão ambiental, contribuindo para a redução do risco de ameaça de extinção da espécie.Fonte: http://www.mundoeducacao.com/biologia/t atu-bola.htm “O FUTEBOL É UM POEMA!” Por Wagner Sarmento Imagem de Rodrigo Lobo O futebol é um poema. Às vezes, metricamente perfeito. Outras tantas, propositadamente inexato. Mas nunca prosa, nem quando zero a zero. Jogar bola é declamar com os pés. Verso que acaba em gol, rima obrigatória dos craques. E, se é Dia da Poesia, o futebol faz seu brinde. No Brasil, a data celebra Castro Alves, poeta dos escravos, branco que lutou pela emancipação dos negros como se por um gol em final de Copa. Pelé, dois séculos depois, foi a bola imitando a arte. Preto no topo do mundo, rei de pele escura, redenção do navio negreiro. Contramão na história de um país racista, libertação na história de um país mestiço. Maradona é Gregório de Matos, é boca do inferno, ácido e teimoso. Não media versos, recitava o que coração pedia e a alma vomitava. De tão corrosivo, corroeu-se. É poesia em essência, nos erros e nos acertos, no tudo e no nada.
  3. 3. Zico, contemporâneo e rival, gênio e frustração, é Augusto dos Anjos. Irrefutável como poeta e craque, mesmo que 82 e 86 lhe imponham a psicologia de um vencido. Se Ronaldo fora um poema, seria “Os Lusíadas”, maior epopeia que a bola já viu, guerreiro na grama e na vida, poesia de luta, versos de idas e vindas. O homem que rasgava o vento em campo qual Vasco da Gama no mar. O homem que por tantas vezes driblou o destino e deu nó no impossível. Ou talvez fosse João Cabral, morte e vida de um gigante, severino que virou história. Romário, boêmio inveterado, coração desmesurado, um quase Vinicius de Moraes, foi Fernando Pessoa em estrofes e fatos. “Sou do tamanho do que vejo, e não do tamanho de minha altura”, disse Pessoa, disse o Baixinho. Escreveram, com as mãos e os pés, mais de mil gols cada. Não há como medi-los. Denner, mais Álvares de Azevedo impossível, romantismo no campo, adeus precoce na vida. “Quanta glória pressinto em meu futuro/ Que aurora de porvir e que manhã/ Eu perdera chorando essas coroas/ Se eu morresse amanhã”. Nasceram na mesma São Paulo, morreram no mesmo Rio de Janeiro. Messi é um haikai. Diz tudo no intervalo do nada. Em três linhas, a poesia vira verdade. De repente o gol. É ação que não permite reação, intrépido e imparável, seco como guilhotina afiada. Início, meio e fim: vulto. Poeticamente cirúrgico. Milimetricamente livre. Neymar, delírio em forma de craque, da claque de Mário de Andrade, Pauliceia desvairada. Rompe e conquista, espanta e encanta. O modernismo de Ronaldinho, Manuel Bandeira irredutível, farto do lirismo comedido e bem-comportado. O parnasianismo de Zidane, palavras raras, rimas ricas, sob o rigor da perfeição. A antologia do futebol. Fonte: http://www.doentesporfutebol.com.br/2014/ 03/o-futebol-e-um-poema/ PÉROLAS DE JOGADORES DE FUTEBOL O folclore brasileiro não conta somente com Saci e Caipora, tem o folclore do futebol brasileiro. Leia uma lista de frases de jogadores e dirigentes que se enrolam na língua e dê muitas risadas. Naftalina? Jardel Quando o jogo está a mil, minha naftalina sobe. Super poderes João Pinto, jogador do Benfica de Portugal O meu clube estava à beira do precipício, mas tomou a decisão correta, deu um passo à frente. Surpresa Mengálvio Chegarei de surpresa dia 15, às duas da tarde, vôo 619 da VARIG. (Ex-meia do Santos, em telegrama à família quando em excursão à Europa) Imprestável Vicente Matheus, ao recusar a oferta dos franceses O Sócrates é invendável, inegociável e imprestável. Dois pulmões Bradock Nem que eu tivesse dois pulmões eu alcançava essa bola. Resumo Marinho Chagas ex-Botafogo Só posso resumir essa derrota com duas palavras: A-zar! Fui! Jardel Eu peguei a bola no meio de campo e fui fondo, fui fondo, fui fondo e chutei pro gol. Assinatura Pitico Assinar eu ainda não assinei, mas já acertei tudo bocalmente. Três coisas Dadá Maravilha Só existem três coisas que param no ar: beija- flor, helicóptero e Dadá. Chutando
  4. 4. João Pinto, jogador do Futebol Clube do Porto, de Portugal Não foi nada de especial, chutei com o pé que estava mais a mão! Saúde na Bahia Zanata Na Bahia, é todo mundo muito simpático. É um povo muito hospitalar. (lateral-direito do Bahia nos anos 80) Carros Jardel, ex-atacante do Grêmio Que interessante, aqui no Japão só tem carro importado. Brasil vencedor Dunga As pessoas querem que o Brasil vença e ganhe. Sertanejo Jardel, ex-atacante do Grêmio Eu, o Paulo Nunes e o Dinho vamos fazer uma dupla sertaneja. Orgulho Claudiomiro Tenho o maior orgulho de jogar na terra onde Cristo nasceu. (ex-meia do Inter, ao chegar em Belém do Pará para disputar uma partida contra o Paysandu) Racismo Neymar Nunca. Nem dentro e fora de campo. Até porque eu não sou preto, né? (Em resposta à pergunta "Já foi vítima de racismo?") México Ferreira, ex-ponta esquerda do Santos No México que é bom. Lá a gente recebe semanalmente de 15 em 15 dias. Super pato Vicente Matheus, ex-presidente do Corinthians Jogador tem que ser completo como o pato, que é um bicho aquático e gramático. Cervejas Vicente Matheus Quero agradecer a Antarctica pelas brahmas que nos enviou... Fonte: http://www.mensagenscomamor.com/diversas/ perolas_jogadores_de_futebol.htm JOGADORES DO BRASIL Nenita Campos Thiago, Marcelo, Oscar. David Louis e Neymar Daniel Freitas, Ramires Hoje jogam pra ganhar! Saudemos nosso Brasil Salve a nossa Seleção. Brasil, país muito belo. A Pátria do coração! CAFÉ AJUDA MEMÓRIA E CONCENTRAÇÃO E NA PROTEÇÃO A SAÚDE A bebida ajuda na melhora da memória e concentração, proteção contra a cirrose hepática, diabetes tipo 2, doença de Parkinson e depressão Mário Cândido de Oliveira Gomes Conforme o texto bíblico, entre 1010 a 970 a.C. foi oferecido ao rei David de Israel uma bebida feita a partir de grãos torrados. O próprio Maomé (570-632 a.C.) consumia uma bebida denominada qahwah, em árabe. Diz a lenda que a bebida foi descoberta por um pastor do lêmen – Kaldi, que observou a excitação das cabras após a ingestão de frutas de um arbusto. Mas demorou treze séculos para a cafeína ser identificada pelo químico alemão Ferdinand Rounge, em 1820. Além da cafeína, foram isolados mais de mil produtos químicos no café, sendo alguns, como os ácidos clorogênicos, bem mais abundantes. Também possui um grande número de compostos voláteis (quinidinas,
  5. 5. niacina, magnésio, etc.), que lhe dão aroma e sabor. Até o momento não se sabe exatamente quais os derivados do café após a torra responsáveis pelos efeitos benéficos da bebida (proteção das células, estimulação, aumento da sensibilidade à insulina, etc). Porém, seguramente não é a cafeína, embora seja a mais estudada. Também é completamente infundada a afirmação de que a cafeína faz mal à saúde. Em quantidades moderadas – o equivalente a 400-500mg/dia, dose de três a quatro xícaras -, a cafeína não é prejudicial ao organismo, desde a gestação até o fim da vida. Por isso, o consumo não está associado ao infarto do coração, nem a qualquer tipo de câncer ou má formação fetal, doença fibrocística da mama ou aborto. Ainda não é responsável pelo descompasso do coração (arritmias) ou úlceras gástrica e duodenal, em pessoas normais. Entre os benefícios do café, citam-se melhora da memória, concentração e atenção, proteção contra a cirrose hepática, diabetes tipo 2, doença de Parkinson e depressão, diminuição no risco de inflamação do pâncreas e redução do suicídio. Em relação à cirrose do fígado, "os indícios de que o café protege o órgão não autorizam o consumo exagerado de bebidas alcoólicas", nem a falta de tratamento das hepatites B e C. Todavia, o consumo de chá, que também tem cafeína, não faz a prevenção da cirrose, indicando que não é essa substância a responsável por tal benefício. Por outro lado, a troca do café preparado em cafeteiras para o café filtrado reduz os níveis do mau colesterol (LDL) e pode ter contribuído para a diminuição da incidência de doença arterial coronária na Finlândia. O risco de aparecimento do diabetes tipo 2, que surge após os 40 anos de idade, principalmente em pessoas obesas, é menor nas pessoas que consomem café diariamente. Neste caso, o café funciona à semelhança de alguns antidiabéticos orais, isto é, aumentando a sensibilidade das células à insulina. O lado negativo da ingestão habitual de café é o aumento da pressão arterial e a maior incidência de câncer de bexiga. Finalmente, é bom ressaltar que os efeitos do café sobre o organismo são objeto de estudo há décadas, "existindo muitos pontos obscuros entre seu consumo e a saúde". Também há dúvidas a respeito dos processos químicos responsáveis pelos benefícios já comprovados. Discussões científicas à parte, a ingestão de uma xícara fumegante de café é sempre apreciada durante uma reunião de negócios, para receber uma visita ou dar uma pausa durante a rotina do trabalho. Artigo extraído do livro "Doenças, conhecer para prevenir" (volume 1 – Ottoni Editora – págs. 256 a 257), de autoria do médico infectologista Mário Cândido de Oliveira Gomes, falecido aos 77 anos no dia 6 de junho de 2013. Publicado por Redação Blog Café Fácil http://www.cafefacil.com.br/blog/ A PIADA DA SEMANA FÃ DE FUTEBOL O louro dado de presente ao padre, veio de um bar onde uma freguesia fanática reunia-se para ouvir jogos de futebol pelo rádio, enquanto tomavam suas cervejas. O padre, muito satisfeito, colocou o novo hóspede numa coluna junto ao púlpito. No domingo seguinte, começou seu sermão sob os olhares atentos dos fiéis e do papagaio: — Meus irmãos! Cristo nasceu na Terra Santa, passou por Belém, passou por Nazareth, passou pela Galiléia, passou por Jerusalém, passou por... — Puta merda — interrompeu o papagaio — não tem um beque para segurar esse homem? oOo Acessar: www.r2cpress.com.br PS. JULHO, 10 ANOS DO AN, EDIÇÃO COMEMORATIVA.

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