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389 an 24 julho_2012.ok

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  1. 1. AGRISSÊNIOR NOTÍCIAS Pasquim informativo virtual. Opiniões, humor e mensagens.EDITORES:EDITORES: Luiz Ferreira da Silva luizferreira1937@gmail.com)(luizferreira1937@gmail.com) eJefferson Dias jeffcdiass@gmail.com) jef diass@gmail.com)Edição 389 – ANO IX Nº 01 – 24 de julho de 20122011 ANO IXOito (8) já se foram. Ininterruptamente, 388 edições, excetuando o breve período de “férias” definal de ano. Iniciamos o ANO IX, na expectativa de muitos e muitos mais pela frente.Agradecemos aos leitores assíduos e/ou colaboradores. Os Editores. JUMENTOS: UMA CLASSE DE ANIMAIS EM EXTINÇÃO Luciana FrancoHistoricamente vinculados ao trabalho no carcaça ameaça rachar, que coices, quecampo, os animais perdem a serventia e o coices que dá”.rebanho despenca no Brasil. Nos mais de 30 anos que se passaram desde a composição, pouca coisa mudou no cotidiano do jumento, animal típico nordestino também conhecido como jegue. Recentemente alvo de uma grande polêmica, depois que a China sinalizou a intenção de comprar no Brasil 300 mil animais para destiná-los à produção de cosméticos, os jumentos atraíram a atenção de uma das mais célebres defensoras de animais do mundo: a atriz Brigitte Bardot, que, em carta, pediu à presidente Dilma Rousseff que evitasse tal carnificina.“Jumento não é o grande malandro da praça. De acordo com Fernando Viana, agrônomo eTrabalha, trabalha de graça. Não agrada presidente da Associação Brasileira dosninguém. Nem nome não tem. É manso e não Jumentos Nordestinos, no entanto, a intençãofaz pirraça, mas quando a carcaça ameaça da China de adquirir os animais do Nordesterachar, que coices, que coices que dá” do Brasil, que responde por mais de 90% do(Trecho da canção O Jumento, de Chico rebanho brasileiro, não se concretizou naBuarque) prática. “Foi assinado um protocolo deA canção O Jumento, escrita por Chico intenções entre uma missão de chineses e oBuarque em 1977, já revelava as tristes governo do Rio Grande do Norte, mas não hácondições de vida do animal. O trecho inicial registro de comércio”, disse.diz: “Jumento não é o grande malandro da Ainda que os animais nordestinos nãopraça. Trabalha, trabalha de graça. Não estejam virando cosméticos, sua miserávelagrada ninguém. Nem nome não tem. É existência não foi amenizada com a chegadamanso e não faz pirraça, mas quando a da modernidade. Trata-se de uma classe de
  2. 2. animais fadada ao trabalho no campo. “Um época em que o bem estar animal é altamentejumento forte e bom para o trabalho não tem respeitado, dificilmente essa ideia tomarápreço”, diz Viana. Em compensação animais alguma forma e sensação é de que a classenão tão fortes já foram comercializados pelo caminha a passos largos para extinção novalor de uma galinha, lembra o agrônomo. Brasil. “Em países subdesenvolvidos oA sorte dos mais fracos, no entanto, é serem rebanho cresce ou se mantém, diferente doabandonados nas beiras das estradas e morrer que ocorre nos países em desenvolvimentode inanição ou atropelamento. “A tradição do ou desenvolvidos, onde a queda é contínua”,jumento é o trabalho rural e, depois que os avalia Viana.tratores de pequeno porte chegaram ao campo, Atentos a notícia sobre a possível exportaçãoos animais migraram para a cidade ou foram do animal para a China para a produção deabatidos de maneira indiscriminada, o que fez o cosméticos, usuários da rede social Facebookrebanho brasileiro cair mais de 70% nas ultimas prepararam uma campanha e já ilustram emquatro décadas, de 2,7 milhões de cabeças em seus perfis um cartaz, pedindo o não1967 para apenas 590 mil cabeças em 2010. embarque do jumento para o país asiático.Nas cidades eles tiveram serventia no Embora o comércio ainda não tenha setransporte de objetos e pessoas até a chegada concretizado, o tema está mobilizandodas motocicletas. centenas de pessoas. A ideia é conscientizar“Parece não haver saída para a recuperação a população para evitar a morte dos animais.do rebanho do Brasil”, diz Viana. Uma Mais de duas mil pessoas já aderiram aalternativa, segundo ele, seria o governo campanha e compartilhara.federal obrigar a destinação de jumentos para (Enviada por J. Suassuna)trabalhos em assentamentos rurais, mas em OS JOVENS DE HOJE ELIANE BRUM, Jornalista, escritora e documentarista. Ganhou mais de 40 prêmios nacionais e internacionais de reportagem. É autora de Coluna Prestes – O Avesso da Lenda (Artes e Ofícios), A Vida Que Ninguém Vê (Arquipélago Editorial, Prêmio Jabuti 2007) e O Olho da Rua (Globo).Ao conviver com os bem mais jovens, com mesmo tempo, cresceu com a ilusão de que aaqueles que se tornaram adultos há pouco e vida é fácil. Ou que já nascem prontos –com aqueles que estão tateando para virar bastaria apenas que o mundo reconhecesse agente grande, percebo que estamos diante da sua genialidade. Tenho me deparado comgeração mais preparada – e, ao mesmo jovens que esperam ter no mercado detempo, da mais despreparada. Preparada do trabalho uma continuação de suas casas –ponto de vista das habilidades, despreparada onde o chefe seria um pai ou uma mãeporque não sabe lidar com frustrações. complacente, que tudo concede. ForamPreparada porque é capaz de usar as ensinados a pensar que merecem, seja lá oferramentas da tecnologia, despreparada que for que queiram. E quando isso nãoporque despreza o esforço. Preparada porque acontece – porque obviamente não acontececonhece o mundo em viagens protegidas, – sentem-se traídos, revoltam-se com adespreparada porque desconhece a “injustiça” e boa parte se emburra e desiste.fragilidade da matéria da vida. E por tudo isso Como esses estreantes na vida adulta foramsofre, sofre muito, porque foi ensinada a crianças e adolescentes que ganharam tudo,acreditar que nasceu com o patrimônio da sem ter de lutar por quase nada de relevante,felicidade. E não foi ensinada a criar a partir desconhecem que a vida é construção – eda dor. Há uma geração de classe média que para conquistar um espaço no mundo éestudou em bons colégios, é fluente em preciso ralar muito. Com ética e honestidadeoutras línguas, viajou para o exterior e teve – e não a cotoveladas ou aos gritos. Comoacesso à cultura e à tecnologia. Uma geração seus pais não conseguiram dizer, é o mundoque teve muito mais do que seus pais. Ao que anuncia a eles uma nova não lá muito
  3. 3. animadora: viver é para os insistentes. Por logo muda para o emburramento. E o pior éque boa parte dessa nova geração é assim? que sofrem terrivelmente. Porque possuemPenso que este é um questionamento muitas habilidades e ferramentas, mas nãoimportante para quem está educando uma têm o menor preparo para lidar com a dor ecriança ou um adolescente hoje. Nossa época as decepções. Nem imaginam que viver étem sido marcada pela ilusão de que a também ter de aceitar limitações – e quefelicidade é uma espécie de direito. E tenho ninguém, por mais brilhante que seja,testemunhado a angústia de muitos pais para consegue tudo o que quer. A questão, comogarantir que os filhos sejam “felizes”. Pais que poderia formular o filósofo Garrincha, é:fazem malabarismos para dar tudo aos filhos “Estes pais e estes filhos combinaram com ae protegê-los de todos os perrengues – sem vida que seria fácil”?É no passar dos dias queesperar nenhuma responsabilização nem a conta não fecha e o projeto construídoreciprocidade. É como se os filhos nascessem sobre fumaça desaparece deixando nenhume imediatamente os pais já se tornassem chão. Ninguém descobre que viver édevedores. Para estes, frustrar os filhos é complicado quando cresce ou deveria crescersinônimo de fracasso pessoal. Mas é possível – este momento é apenas quando a condiçãouma vida sem frustrações? Não é importante humana, frágil e falha, começa a se explicitarque os filhos compreendam como parte do no confronto com os muros da realidade.processo educativo duas premissas básicas Desde sempre sofremos. E mais vamos sofrerdo viver, a frustração e o esforço? Ou a falta e se não temos espaço nem mesmo para falara busca, duas faces de um mesmo da tristeza e da confusão.Me parece que émovimento? Existe alguém que viva sem se isso que tem acontecido em muitas famíliasconfrontar dia após dia com os limites tanto por aí: se a felicidade é um imperativo, o itemde sua condição humana como de suas principal do pacote completo que os paiscapacidades individuais?Nossa classe média supostamente teriam de garantir aos filhosparece desprezar o esforço. Prefere a para serem considerados bem sucedidos,genialidade. O valor está no dom, naquilo que como falar de dor, de medo e da sensação dejá nasce pronto. Dizer que “fulano é se sentir desencaixado?Não há espaço paraesforçado” é quase uma ofensa. Ter de dar nada que seja da vida, que pertença aosduro para conquistar algo parece já vir espasmos de crescer duvidando de seu lugarassinalado com o carimbo de perdedor. no mundo, porque isso seria umBacana é o cara que não estudou, passou a reconhecimento da falência do projeto familiarnoite na balada e foi aprovado no vestibular construído sobre a ilusão da felicidade e dade Medicina. Este atesta a excelência dos completude. Quando o que não pode ser ditogenes de seus pais. Esforçar-se é, no vira sintoma – já que ninguém está disposto amáximo, coisa para os filhos da classe C, que escutar, porque escutar significaria reverainda precisam assegurar seu lugar no escolhas e reconhecer equívocos – o maispaís.Da mesma forma que supostamente fácil é calar. E não por acaso se cala comseria possível construir um lugar sem esforço, medicamentos e cada vez mais cedo oexiste a crença não menos fantasiosa de que desconforto de crianças que não seé possível viver sem sofrer. De que as dores comportam segundo o manual. Assim, ainerentes a toda vida são uma anomalia e, família pode tocar o cotidiano sem quecomo percebo em muitos jovens, uma espécie ninguém precise olhar de verdade parade traição ao futuro que deveria estar ninguém dentro de casa. Se os filhos têm ogarantido. Pais e filhos têm pagado caro pela direito de ser felizes simplesmente porquecrença de que a felicidade é umdireito. E a existem – e aos pais caberia garantir essefrustração um fracasso. Talvez aí esteja uma direito – que tipo de relação pais e filhospista para compreender a geração do “eu podem ter? Como seria possível estabelecermereço”.Basta andar por esse mundo para um vínculo genuíno se o sofrimento, o medo etestemunhar o rosto de espanto e de mágoa as dúvidas estão previamente fora dele? Se ade jovens ao descobrir que a vida não é como relação está construída sobre uma ilusão, sóos pais tinham lhes prometido. Expressão que é possível fingir. Aos filhos cabe fingir
  4. 4. felicidade – e, como não conseguem, passam grande. Seria muito bacana que os pais dea exigir cada vez mais de tudo, especialmente hoje entendessem que tão importante quantocoisas materiais, já que estas são as mais uma boa escola ou um curso de línguas oufáceis de alcançar – e aos pais cabe fingir ter um Ipad é dizer de vez em quando: “Te vira,a possibilidade de garantir a felicidade, o que meu filho. Você sempre poderá contarsabem intimamente que é uma mentira comigo, mas essa briga é tua”. Assim comoporque a sentem na própria pele dia após dia. sentar para jantar e falar da vida como ela é:É pelos objetos de consumo que a novela “Olha, meu dia foi difícil” ou “Estou comfamiliar tem se desenrolado, onde os pais dúvidas, estou com medo, estou confuso” oufazem de conta que dão o que ninguém pode “Não sei o que fazer, mas estou tentandodar, e os filhos simulam receber o que só eles descobrir”. Porque fingir que está tudo bem epodem buscar. E por isso logo é preciso criar que tudo pode significa dizer ao seu filho queuma nova demanda para manter o jogo você não confia nele nem o respeita, já que ofuncionando.O resultado disso é pais e filhos trata como um imbecil, incapaz deangustiados, que vão conviver uma vida compreender a matéria da existência. É tãointeira, mas se desconhecem. E, portanto, ruim quanto ligar a TV em volume alto oestão perdendo uma grande chance. Todos suficiente para que nada que ameace o frágilsofrem muito nesse teatro de desencontros equilíbrio doméstico possa ser dito. Agora, seanunciados. E mais sofrem porque precisam os pais mentiram que a felicidade é um direitofingir que existe uma vida em que se pode e seu filho merece tudo simplesmente portudo. E acreditar que se pode tudo é o atalho existir, paciência. De nada vai adiantarmais rápido para alcançar não a frustração choramingar ou emburrar ao descobrir que vaique move, mas aquela que paralisa.Quando ter de conquistar seu espaço no mundo semconverso com esses jovens no parapeito da nenhuma garantia. O melhor a fazer é ter avida adulta, com suas imensas possibilidades coragem de escolher. Seja a escolha de lutare riscos tão grandiosos quanto, percebo que pelo seu desejo – ou para descobri-lo –, sejaprecisam muito de realidade. Com tudo o que a de abrir mão dele. E não culpar ninguéma realidade é. Sim, assumir a narrativa da porque eventualmente não deu certo, porqueprópria vida é para quem tem coragem. Não é com certeza vai dar errado muitas vezes. Oucomplicado porque você vai ter competidores transferir para o outro a responsabilidade pelacom habilidades iguais ou superiores a sua, sua desistência. Crescer é compreender quemas porque se tornar aquilo que se é, buscar o fato de a vida ser falta não a torna menor.a própria voz, é escolher um percurso Sim, a vida é insuficiente. Mas é o que temos.pontilhado de desvios e sem nenhuma E é melhor não perder tempo se sentindocerteza de chegada. É viver com dúvidas e ter injustiçado porque um dia ela acaba.de responder pelas próprias escolhas. Mas é (Enviada por Hélcio Júnior).nesse movimento que a gente vira gente A POLÍTICA BRASILEIRA Por Jamal PadilhaIsso não ocorre apenas em São Paulo e forma espúria do erário público em benefícioBrasília, predomina em todo Brasil. próprio, passou a ser tão trivial quantoOs desvios de conduta, as roubalheiras, etc.; registrar uma candidatura no TRE: Apenasdeixaram de constituir ocorrências episódicas uma candidatura! Nada se perde.e passaram a predominar como metodologiaúnica no exercício e pratica políticas. Estamos vivenciando um estado de consensualidade, condescendência e mútuasA política brasileira, como julgam alguns, não tolerâncias que, juntas, tornam impossívelvive um momento atípico; conforme separar réus de vítimas; acho que somosdemonstram o estranhamento e a indignação todos, povo e políticos, os réus nade todos os brasileiros com fatos recentes materialidade desses delitos.reprisados da nossa história. Apropriar-se de
  5. 5. Estamos todos no mesmo bloco em que O Brasil está assim, exatamente como não oanunciava o nosso craque Gerson, na desejávamos; mas como uma resultante dapropaganda dos cigarros Clássicos: nossa omissão. Cá está ele à mercê dos“Brasileiro gosta de levar vantagem em tudo, cupins, nossos representantes, que secerto?”. As “vantagens” continuadas estão alimentam vorazmente dos seus constituintescustando-nos muito caro! Vê-se nitidamente, morais, do seu erário e do suor do seu povo.a desagregação que resulta no Os exemplos e os fatos saltam aos nossosapodrecimento moral e ético que atinge uma olhos tolos de decepção. A plebe é medíocreclasse em especial, a dos políticos. e amnésica, há que se reconhecer. E aFomentam o descrédito que acomete os política, uma “feira do rolo” onde se negociambrasileiros com relação aos institutos legais tudo; quotas de cargos, informações,do Estado, representados pelo legislativo, parcerias, empregos, nepotismos cruzado, eexecutivo e judiciário. Diante de tanta se faz um lucrozinho por baixo dos panos,delinquência institucionalizada; alforriadas, longe do Judiciário, mas às vistas do povo.autoatribuídas; “imunidades e foros Não aram, não gradeiam, não adubam, nãoespeciais”, indulgências genéricas e plantam nada! Não trabalham! Mas colhemimpunidades. Nesse sumidouro imoral, o com fartura, o produto ao que nos parecebrasileiro vê-se como cidadão de segunda brotar numa terra virtualizada na retórica dacategoria quando afere e se dá conta da loquacidade e do engodo.desimportância com que o estado de direito Aí tentamos encontrar inutilmente em nossaencara seus valores morais, sua idoneidade, vasta genealogia e história pregressa, osua integridade jurídica, seus direitos cromossoma atávico recessivo que transmiteconstitucionais, sua moral coletiva… por gerações em gerações essasEstamos pagando caro por essas “vantagens” excepcionalidades morais. Nada! Essas sãotípicas da expertise brasileira. Exercemos velhas raízes ruins da nossa etnosociologia.com indiferença e omissão os direitos plenos Já à época do Brasil colônia, o erudito Jesuítaduma cidadania constitucional duvidosamente Padre Vieira, em sua linguagem típicademocrática e excessivamente liberal. Nossa elaborada no barroco europeu já admoestava“tolerância” confunde-se com um compactuar com as chamas do inferno nossos lusosvolitivo, como se mancomunássemos colonizadores, também chegados ao ócio einconscientemente com tudo aquilo de errado, aos mimos palacianos.que nos é prejudicial e adverso coletivamente. “O que eu posso acrescentar pela experiênciaClaro, se a nossa parte de “expertos” no que tenho, é que não só do Cabo da Boabotim, levar alguma vantagem ou for poupada Esperança para lá, mas também das partesdo penhor físico e do custo moral resultante; do Aquém, se usa igualmente a mesmafica bem pra nós! Assim está tudo bem! Será? conjugação. Conjugam por todos os modos oA indolência epicurista e preguiçosa; talvez o verbo rapio, porque furtam de todos os modossimples esnobismo dum elitismo social da arte… Tanto que lá chegam, começam avisivelmente decadente; o comodismo, o furtar pelo modo indicativo… Furtam peloquietismo conformista, a ataraxia generalizada, modo imperativo… Furtam pelo modofazem com que nosso povo esqueça e ate se mandativo… Furtam pelo modo optativo…enfastie do Exercício Pleno da Cidadania. Que Furtam pelo modo conjuntivo… Furtam peloassistamos impassíveis, todas as formas de modo potencial… furtam pelo modoatitudes capituladas como desvios de conduta, permissivo… Furtam pelo modo infinitivo,contravenção, roubo, apropriação indébita, com porque não tem fim o furtar com o fim doinquestionável resignação de normalidade. governo, e sempre lá deixam raízes, em queDeixa pra lá… De nada adianta reclamar! E se vão continuando os furtos.”.ficamos reclusos nas urdiduras veladas das Em seguida, referindo-se aos príncipesfofocas de comadres, nas mesas dos bares, nas (governantes), declara-os companheiros dosfestas e batizados, como lavadeiras nas pedras ladrões.do lagar das roupas sujas às beiradas dos rios “São companheiros dos ladrões porque osesgotos. dissimulam; são companheiros dos ladrões
  6. 6. porque os consentem; são companheiros dos Ladrão – Lisboa, 1655 – na Igreja daladrões porque lhes dão os postos e os Misericórdia) Sermões Escolhidos (Padrepoderes; são companheiros dos ladrões Antonio Vieira).talvez os defendem; e são, finalmente, seus Será que votar certo adianta? Mas votar emcompanheiros porque os acompanham, e hão quem? Quem será o nosso Messias imune àsde acompanhar ao inferno, onde os mesmos imoralidades? (Enviada por Fernandoladrões os levam consigo”. (Sermão do Bom Antônio Botelho) A PIADA DA SEMANADepois de o bebé nascer, o pai, aflito, foi falar "Ambas as nossas famílias têm tido cabeloscom o obstetra. pretos há muitas gerações.""Senhor doutor, estou muito preocupado "Bem", disse o médico, "tenho de perguntar...porque a minha filha nasceu com cabelos Com que frequência tu e a tua mulherruivos. Não pode ser minha!" "Que praticam sexo?"O homem, envergonhado,disparate!", disse o médico. "Mesmo que tu e respondeu: "Este ano tenho andado cansadoa tua mulher tenham cabelo preto, pode haver de trabalhar muito. Só fizemos amor uma ougenes nas vossas famílias que dêem origem a duas vezes nos últimos meses.""Então aícabelos ruivos."Não é possível!", insistiu o pai. está!", disse o médico, confiante. "É ferrugem!" oOo Acessar: www.r2cpress.com.br

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