Métodos quantitativos e_qualitativos1

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Métodos quantitativos e_qualitativos1

  1. 1. MÉTODOS QUANTITATIVOS EMÉTODOS QUANTITATIVOS E QUALITATIVOSQUALITATIVOS O que é métodoO que é método? É a? É a escolhaescolha dede procedimentosprocedimentos sistemáticos para a descrição e explicação desistemáticos para a descrição e explicação de fenômenos.fenômenos. O que são procedimentos metodológicosO que são procedimentos metodológicos?? SãoSão caminhos previstos pelo método científico:caminhos previstos pelo método científico: delimitação de um problema e objetivosdelimitação de um problema e objetivos específicos; realização e interpretação deespecíficos; realização e interpretação de observações, com base nas relaçõesobservações, com base nas relações encontradas, fundamentando-se, se possível,encontradas, fundamentando-se, se possível, nas teorias existentes.nas teorias existentes.
  2. 2. MÉTODOSMÉTODOS QUANTITATIVOSQUANTITATIVOS E QUALITATIVOSE QUALITATIVOS Métodos quantitativosMétodos quantitativos São caracterizados pelo emprego da quantificaçãoSão caracterizados pelo emprego da quantificação tanto nas modalidades de coleta detanto nas modalidades de coleta de informações, quanto no tratamento delas porinformações, quanto no tratamento delas por meio de técnicas estatísticas: percentual, média,meio de técnicas estatísticas: percentual, média, desvio-padrão, coeficiente de correlação,desvio-padrão, coeficiente de correlação, análise de regressão, dentre outras.análise de regressão, dentre outras.
  3. 3. MÉTODOSMÉTODOS QUANTITATIVOQUANTITATIVO S ES E QUALITATIVOSQUALITATIVOS É aplicado nos estudos descritivos (O QUE É):É aplicado nos estudos descritivos (O QUE É):  Descobrir e classificar a relação entre variáveis;Descobrir e classificar a relação entre variáveis;  Investigar a relação de causalidade entreInvestigar a relação de causalidade entre fenômenos.fenômenos.  Prevêem a mensuração de variáveisPrevêem a mensuração de variáveis previamente estabelecidas, verificando epreviamente estabelecidas, verificando e explicando sua influência sobre outras variáveis,explicando sua influência sobre outras variáveis, mediante a análise da freqüência de incidênciasmediante a análise da freqüência de incidências e de correlações estatísticas.e de correlações estatísticas.
  4. 4. MÉTODOSMÉTODOS QUANTITATIVOQUANTITATIVO S ES E QUALITATIVOSQUALITATIVOS ExemplosExemplos: uma situação específica, um grupo ou: uma situação específica, um grupo ou um indivíduo; abordagem de aspectos amplosum indivíduo; abordagem de aspectos amplos de uma sociedade (descrição da populaçãode uma sociedade (descrição da população economicamente ativa, do emprego deeconomicamente ativa, do emprego de rendimentos e consumo, do efetivo de mão-de-rendimentos e consumo, do efetivo de mão-de- obra: levantamento da opinião e atitudes daobra: levantamento da opinião e atitudes da população acerca de determinada situação;população acerca de determinada situação; caracterização do funcionamento decaracterização do funcionamento de organizações; identificação do comportamentoorganizações; identificação do comportamento de grupos minoritários.de grupos minoritários.
  5. 5. MÉTODOSMÉTODOS QUANTITATIVQUANTITATIV OS EOS E QUALITATIVOSQUALITATIVOS Exemplo de uma situação específica:Exemplo de uma situação específica:  A reação de um gestor escolar sobre o uso deA reação de um gestor escolar sobre o uso de novas técnicas no ensino da geografia.novas técnicas no ensino da geografia. Observação:Observação: visa apenas investigar as reações evisa apenas investigar as reações e não os fatores que as determinam, bem como anão os fatores que as determinam, bem como a relação entre as reações do gestor e seu estilorelação entre as reações do gestor e seu estilo de dirigir a escola.de dirigir a escola.
  6. 6. MÉTODOSMÉTODOS QUANTITATIVOQUANTITATIVO S ES E QUALITATIVOSQUALITATIVOS  O estudo descritivo identifica, ordena eO estudo descritivo identifica, ordena e classifica as características dos fenômenos.classifica as características dos fenômenos. Através desta dinâmica surgem novos estudosAtravés desta dinâmica surgem novos estudos descritivos que procuram explicar osdescritivos que procuram explicar os fenômenos, ou seja, analisar as variáveis quefenômenos, ou seja, analisar as variáveis que influenciam ou causam o surgimento dosinfluenciam ou causam o surgimento dos fenômenos.fenômenos.
  7. 7. MÉTODOSMÉTODOS QUANTITATIVOQUANTITATIVO S ES E QUALITATIVOSQUALITATIVOS  É muito importante estudos que correlacionemÉ muito importante estudos que correlacionem variáveis para um melhor entendimento dovariáveis para um melhor entendimento do comportamento de diversos fatores e elementoscomportamento de diversos fatores e elementos que influem, causalmente, sobre determinadoque influem, causalmente, sobre determinado fenômeno.fenômeno.
  8. 8. MÉTODOSMÉTODOS QUANTITATIVOQUANTITATIVO S ES E QUALITATIVOSQUALITATIVOS Estudo de correlação de variáveis:Estudo de correlação de variáveis:  Escore contínuoEscore contínuo: testes de inteligência, testes: testes de inteligência, testes de avaliação e testes padronizados. Porde avaliação e testes padronizados. Por exemplo: ao se medir o QI de um indivíduo éexemplo: ao se medir o QI de um indivíduo é possível obter teoricamente um escore empossível obter teoricamente um escore em qualquer ponto da amplitude. As informaçõesqualquer ponto da amplitude. As informações são expressas em, apenas, duas categorias.são expressas em, apenas, duas categorias.
  9. 9. MÉTODOSMÉTODOS QUANTITATIVOQUANTITATIVO S ES E QUALITATIVOSQUALITATIVOS  Dicotomia artificial:Dicotomia artificial: a divisão dos habitantes dea divisão dos habitantes de um bairro em duas categorias segundo o nívelum bairro em duas categorias segundo o nível de renda familiar, isto é, aqueles com renda altade renda familiar, isto é, aqueles com renda alta e aqueles com renda baixa. Ao se comparareme aqueles com renda baixa. Ao se compararem os indivíduos de ambos os grupos, é possívelos indivíduos de ambos os grupos, é possível verificar que são semelhantes em váriosverificar que são semelhantes em vários aspectos , exceto quanto à renda familiar.aspectos , exceto quanto à renda familiar.
  10. 10. MÉTODOSMÉTODOS QUANTITATIVOQUANTITATIVO S ES E QUALITATIVOSQUALITATIVOS  Dicotomia verdadeira:Dicotomia verdadeira: é desnecessárioé desnecessário estabelecer um ponto arbitrário para dividir oestabelecer um ponto arbitrário para dividir o número de casos em doisnúmero de casos em dois grupos. Neste caso,grupos. Neste caso, os membros de um grupo possuem algumasos membros de um grupo possuem algumas características que, de fato, os diferenciam doscaracterísticas que, de fato, os diferenciam dos indivíduos do outro grupo, por exemplo, aindivíduos do outro grupo, por exemplo, a variável sexo.variável sexo.
  11. 11. MÉTODOSMÉTODOS QUANTITATIVQUANTITATIV OS EOS E QUALITATIVOSQUALITATIVOS  Categórica:Categórica: quando, por exemploquando, por exemplo,, a variávela variável sexo pode ser estudada na perspectiva dasexo pode ser estudada na perspectiva da aprendizagem, aspirações, nível salarial.aprendizagem, aspirações, nível salarial.
  12. 12. MÉTODOSMÉTODOS QUANTITATIVQUANTITATIV OS EOS E QUALITATIVOSQUALITATIVOS Observe-se a título de ilustração:Observe-se a título de ilustração: Uma escola realiza uma pesquisa para verificar seUma escola realiza uma pesquisa para verificar se a instrução programada proporciona maiora instrução programada proporciona maior desempenho do aluno do que a utilizaçãodesempenho do aluno do que a utilização convencional do livro-texto. O resultadoconvencional do livro-texto. O resultado apresentou maior desempenho de alunos queapresentou maior desempenho de alunos que se utilizaram da instrução programada. Isso nãose utilizaram da instrução programada. Isso não significa que tal resultado possa sersignifica que tal resultado possa ser generalizado para todos os estudantes.generalizado para todos os estudantes.
  13. 13. MÉTODOSMÉTODOS QUANTITATIVOSQUANTITATIVOS E QUALITATIVOSE QUALITATIVOS Deve-se considerar:Deve-se considerar:  a realidade;a realidade;  as características pessoais dos alunos;as características pessoais dos alunos;  as possíveis interferências de outrosas possíveis interferências de outros fatores,quando se trata de aplicação emfatores,quando se trata de aplicação em diferentes séries;diferentes séries;  que o experimento só poderá ser reconhecidoque o experimento só poderá ser reconhecido e considerado somente no momento em quee considerado somente no momento em que ocorreu.ocorreu.
  14. 14. MÉTODOSMÉTODOS QUANTITATIVOSQUANTITATIVOS E QUALITATIVOSE QUALITATIVOS Métodos qualitativosMétodos qualitativos São caracterizados pelo não emprego daSão caracterizados pelo não emprego da quantificação, ou seja, deixa de considerar,quantificação, ou seja, deixa de considerar, prioritariamente, um instrumental estatísticoprioritariamente, um instrumental estatístico como base do processo de análise de umcomo base do processo de análise de um problema. Não pretende numerar ou medirproblema. Não pretende numerar ou medir unidades ou categorias homogêneas. Isso nãounidades ou categorias homogêneas. Isso não quer dizer que há uma separação entre estudosquer dizer que há uma separação entre estudos quantitativos e qualitativos.quantitativos e qualitativos.
  15. 15. MÉTODOSMÉTODOS QUANTITATIVQUANTITATIV OS EOS E QUALITATIVOSQUALITATIVOS Há situações que exigem estudos de caráterHá situações que exigem estudos de caráter qualitativo:qualitativo: 1) Situações em que há necessidade de se1) Situações em que há necessidade de se transformar dados quantitativos emtransformar dados quantitativos em informações qualitativas. Exemplo:informações qualitativas. Exemplo: investigação de fatos do passado ou estudosinvestigação de fatos do passado ou estudos referentes a grupos dos quais se dispõe dereferentes a grupos dos quais se dispõe de pouca informação.pouca informação.
  16. 16. MÉTODOSMÉTODOS QUANTITATIVOQUANTITATIVO S ES E QUALITATIVOSQUALITATIVOS 2) Situações em que se evidencia a importância2) Situações em que se evidencia a importância de uma abordagem qualitativa de modo a sede uma abordagem qualitativa de modo a se compreender aspectos psicológicos cujos dadoscompreender aspectos psicológicos cujos dados não podem ser coletados de modo completo pornão podem ser coletados de modo completo por outros métodos devido a complexidade queoutros métodos devido a complexidade que denota. Exemplo: estudos para análise dedenota. Exemplo: estudos para análise de atitudes, motivações, expectativas, valores.atitudes, motivações, expectativas, valores. 3) Situações em que observações qualitativas são3) Situações em que observações qualitativas são usadas como indicadores do funcionamento deusadas como indicadores do funcionamento de estruturas sociais.estruturas sociais.
  17. 17. MÉTODOSMÉTODOS QUANTITATIVOQUANTITATIVO S ES E QUALITATIVOSQUALITATIVOS Para a situação 1:Para a situação 1: estudos comparativosestudos comparativos expressados através de estatística podem serexpressados através de estatística podem ser utilizados.utilizados. Exemplo: situar a posição de certos gruposExemplo: situar a posição de certos grupos populacionais através de indicadores dapopulacionais através de indicadores da condição cultural e do estágio decondição cultural e do estágio de desenvolvimento, considerando a rendadesenvolvimento, considerando a renda perper capita,capita, nível de escolarização da população,nível de escolarização da população, analfabetismo, esperança de vida, sistema deanalfabetismo, esperança de vida, sistema de governo, meios de comunicação disponíveis.governo, meios de comunicação disponíveis.
  18. 18. MÉTODOSMÉTODOS QUANTITATIVQUANTITATIV OS EOS E QUALITATIVOSQUALITATIVOS Para a situação 2:Para a situação 2: os estudos sobre aos estudos sobre a personalidade, atitudes e motivações podem serpersonalidade, atitudes e motivações podem ser representados:representados: a) Quantitativamente, quando se faz uso de testesa) Quantitativamente, quando se faz uso de testes ou análise fatorial (fatores).ou análise fatorial (fatores). Exemplo: psicólogos, cujo referencial teóricoExemplo: psicólogos, cujo referencial teórico considere a personalidade como representativaconsidere a personalidade como representativa de um conjunto de fatores (análise fatorial), oude um conjunto de fatores (análise fatorial), ou que a analisam segundo um conjunto deque a analisam segundo um conjunto de características peculiares a cada indivíduocaracterísticas peculiares a cada indivíduo empregarão testes projetivos (dimensãoempregarão testes projetivos (dimensão qualitativa).qualitativa).
  19. 19. MÉTODOSMÉTODOS QUANTITATIVOQUANTITATIVO S ES E QUALITATIVOSQUALITATIVOS b) Qualitativamente, viabilizam uma análise global,b) Qualitativamente, viabilizam uma análise global, relacionando o indivíduo com a sociedade, ourelacionando o indivíduo com a sociedade, ou seja, o modo pelo qual o indivíduo se integra naseja, o modo pelo qual o indivíduo se integra na sociedade ou dela se marginaliza.sociedade ou dela se marginaliza.
  20. 20. MÉTODOSMÉTODOS QUANTITATIVQUANTITATIV OS EOS E QUALITATIVOSQUALITATIVOS Para a situação 3:Para a situação 3: a observação qualitativa éa observação qualitativa é fundamental na explicação do funcionamentofundamental na explicação do funcionamento das estruturas sociais, é preciso reconhecer asdas estruturas sociais, é preciso reconhecer as implicações que diferentes concepções teóricasimplicações que diferentes concepções teóricas (estruturalistas, dialéticas) imprimem à análise(estruturalistas, dialéticas) imprimem à análise da sociedade. Os procedimentos metodológicosda sociedade. Os procedimentos metodológicos mais utilizados: observação e entrevista;mais utilizados: observação e entrevista; pesquisas documentárias que exploram aspesquisas documentárias que exploram as análises de conteúdo e histórica.análises de conteúdo e histórica.
  21. 21. MÉTODOSMÉTODOS QUANTITATIVQUANTITATIV OS EOS E QUALITATIVOSQUALITATIVOS Contribuições do método qualitativo aoContribuições do método qualitativo ao quantitativo:quantitativo: 1) Planejamento da pesquisa: discussão com o1) Planejamento da pesquisa: discussão com o grupo que participará da investigação. O uso dagrupo que participará da investigação. O uso da observação, entrevista poderão melhorar aobservação, entrevista poderão melhorar a formulação do problema, o levantamento deformulação do problema, o levantamento de hipóteses e a definição da amostra.hipóteses e a definição da amostra.
  22. 22. MÉTODOSMÉTODOS QUANTITATIVQUANTITATIV OS EOS E QUALITATIVOSQUALITATIVOS 2) Na coleta de dados, entrevistas, observações e2) Na coleta de dados, entrevistas, observações e discussões em grupo podem enriquecer asdiscussões em grupo podem enriquecer as informações obtidas, especialmente pelainformações obtidas, especialmente pela profundidade e pelo detalhamento das técnicasprofundidade e pelo detalhamento das técnicas qualitativas.qualitativas. 3) Na análise da informação, as técnicas3) Na análise da informação, as técnicas qualitativas permitem verificar os resultados doqualitativas permitem verificar os resultados do questionários e ampliar as relaçõesquestionários e ampliar as relações descobertas.descobertas.
  23. 23. MÉTODOSMÉTODOS QUANTITATIVOQUANTITATIVO S ES E QUALITATIVOSQUALITATIVOS Contribuições do método quantitativo aoContribuições do método quantitativo ao qualitativo:qualitativo: 1) No planejamento da pesquisa, a utilização de1) No planejamento da pesquisa, a utilização de um questionário prévio no momento daum questionário prévio no momento da observação ou entrevista pode contribuir paraobservação ou entrevista pode contribuir para delimitar o problema estudado e a informaçãodelimitar o problema estudado e a informação coletada, permitindo identificar casoscoletada, permitindo identificar casos representativos ou não, em nível grupal ourepresentativos ou não, em nível grupal ou individual.individual.
  24. 24. MÉTODOSMÉTODOS QUANTITATIVOQUANTITATIVO S ES E QUALITATIVOSQUALITATIVOS 2) Na coleta de dados, o questionário prévio pode2) Na coleta de dados, o questionário prévio pode ajudar a evitar perguntas rotineiras e aajudar a evitar perguntas rotineiras e a identificar características objetivas, por exemplo,identificar características objetivas, por exemplo, geopolíticas de um bairro, que podem influir nogeopolíticas de um bairro, que podem influir no contexto da pesquisa.contexto da pesquisa. 3) Na análise da informação, as técnicas3) Na análise da informação, as técnicas estatísticas podem ajudar na verificação deestatísticas podem ajudar na verificação de informações e na reinterpretação deinformações e na reinterpretação de observações qualitativas, permitindo conclusõesobservações qualitativas, permitindo conclusões menos objetivas.menos objetivas.
  25. 25. MÉTODOSMÉTODOS QUANTITATIVOQUANTITATIVO S ES E QUALITATIVOSQUALITATIVOS Instrumentos e/ou técnicas de coleta de dadosInstrumentos e/ou técnicas de coleta de dados quantitativos para pesquisas experimentais:quantitativos para pesquisas experimentais: 1) Observação sistemática ou estruturada:1) Observação sistemática ou estruturada: situações previamente definidas, como porsituações previamente definidas, como por exemplo a definição de algumas categoriasexemplo a definição de algumas categorias para o controle de comportamentos em salapara o controle de comportamentos em sala de aula.de aula.
  26. 26. MÉTODOSMÉTODOS QUANTITATIVOQUANTITATIVO S ES E QUALITATIVOSQUALITATIVOS 2) Questionário: é composto de perguntas pré-2) Questionário: é composto de perguntas pré- elaboradas, sistemática e seqüencialmenteelaboradas, sistemática e seqüencialmente dispostas em itens que constituem o objeto dedispostas em itens que constituem o objeto de pesquisa. Tem por objetivo estimular ospesquisa. Tem por objetivo estimular os envolvidos a responderem questões sobre umenvolvidos a responderem questões sobre um assunto conhecido por eles. É uma interlocuçãoassunto conhecido por eles. É uma interlocução planejada.planejada. É necessário que:É necessário que:
  27. 27. MÉTODOSMÉTODOS QUANTITATIVQUANTITATIV OS EOS E QUALITATIVOSQUALITATIVOS  O pesquisador saiba claramente asO pesquisador saiba claramente as informações que deseja, os objetivo dainformações que deseja, os objetivo da pesquisa e das questões, o que e comopesquisa e das questões, o que e como pretende mensurar ou confirmar a sua hipótese.pretende mensurar ou confirmar a sua hipótese.  O respondente deve compreender as questõesO respondente deve compreender as questões que lhe são propostas: nível de informações,que lhe são propostas: nível de informações, condição e reações pessoais.condição e reações pessoais.  O questionário deve ter estrutura lógica, fácilO questionário deve ter estrutura lógica, fácil linguagem e ausência de dubiedades.linguagem e ausência de dubiedades.
  28. 28. MÉTODOSMÉTODOS QUANTITATIVQUANTITATIV OS EOS E QUALITATIVOSQUALITATIVOS 3) Entrevista dirigida: é um tipo de comunicação3) Entrevista dirigida: é um tipo de comunicação entre um pesquisador que pretende colherentre um pesquisador que pretende colher informações sobre fenômenos e indivíduos queinformações sobre fenômenos e indivíduos que detenham essas informações e possam emiti-detenham essas informações e possam emiti- las. As informações devem constituir-se emlas. As informações devem constituir-se em indicadores de variáveis que se pretendeindicadores de variáveis que se pretende explicar. É um diálogo preparado com objetivosexplicar. É um diálogo preparado com objetivos e estratégias de trabalho definidos:e estratégias de trabalho definidos:
  29. 29. MÉTODOSMÉTODOS QUANTITATIVOSQUANTITATIVOS E QUALITATIVOSE QUALITATIVOS As perguntas são padronizadas (fechadas) paraAs perguntas são padronizadas (fechadas) para servirem de indicadores explicativos doservirem de indicadores explicativos do problema. Quando há um nível deproblema. Quando há um nível de aprofundamento psicológico nas perguntas, asaprofundamento psicológico nas perguntas, as questões podem ter características de “semi-questões podem ter características de “semi- abertas”, ou a partir de um discurso livre doabertas”, ou a partir de um discurso livre do entrevistado sobre um tema. As informaçõesentrevistado sobre um tema. As informações podem ser transcritas através de gravação,podem ser transcritas através de gravação, desde que consentida pelo informante (Termodesde que consentida pelo informante (Termo de Consentimento).de Consentimento).
  30. 30. MÉTODOSMÉTODOS QUANTITATIVOQUANTITATIVO S ES E QUALITATIVOSQUALITATIVOS Análise dos dados quantitativos:Análise dos dados quantitativos:  Quantificação dos dados identificados naQuantificação dos dados identificados na realidade, através de gráficos, tabelas e/ourealidade, através de gráficos, tabelas e/ou quadros.quadros.  Análise estatística para mostrar a relação entreAnálise estatística para mostrar a relação entre variáveis.variáveis.
  31. 31. MÉTODOSMÉTODOS QUANTITATIVQUANTITATIV OS EOS E QUALITATIVOSQUALITATIVOS Instrumentos e/ou técnicas de coleta de dadosInstrumentos e/ou técnicas de coleta de dados qualitativos:qualitativos: 1) Observação direta ou participante: é o contato1) Observação direta ou participante: é o contato direto do observador com o fenômenodireto do observador com o fenômeno observado, para recolher as ações dos atoresobservado, para recolher as ações dos atores em seu contexto natural, a partir de suaem seu contexto natural, a partir de sua perspectiva e seus pontos de vista.perspectiva e seus pontos de vista.
  32. 32. MÉTODOSMÉTODOS QUANTITATIVQUANTITATIV OS EOS E QUALITATIVOSQUALITATIVOS 2) Entrevista não-dirigida: fundamenta-se no2) Entrevista não-dirigida: fundamenta-se no discurso livre do entrevistado. O entrevistadordiscurso livre do entrevistado. O entrevistador deve manter-se atento às comunicações verbaisdeve manter-se atento às comunicações verbais e atitudinais (gesto, olhar, expressões...), seme atitudinais (gesto, olhar, expressões...), sem emitir opiniões. Identificar o dizível do indizívelemitir opiniões. Identificar o dizível do indizível como formas de explicitação das vivênciascomo formas de explicitação das vivências cotidianas do entrevistado.cotidianas do entrevistado.
  33. 33. MÉTODOSMÉTODOS QUANTITATIVOQUANTITATIVO S ES E QUALITATIVOSQUALITATIVOS 3) História oral: é um instrumento de pesquisa que3) História oral: é um instrumento de pesquisa que utiliza os enfoques do indizível e do dizível.utiliza os enfoques do indizível e do dizível. Indizível: o não-explícito. São acervos, inventáriosIndizível: o não-explícito. São acervos, inventários de vivências, fundamentais para a compreensãode vivências, fundamentais para a compreensão da trajetória do(s) indivíduo(s) envolvidos nada trajetória do(s) indivíduo(s) envolvidos na pesquisa. Transmissão de experiências depesquisa. Transmissão de experiências de geração em geração.geração em geração. Possui elementos objetivos e subjetivos.Possui elementos objetivos e subjetivos.
  34. 34. MÉTODOSMÉTODOS QUANTITATIVOQUANTITATIVO S ES E QUALITATIVOSQUALITATIVOS Edward Thompson (1981, p: 188): através daEdward Thompson (1981, p: 188): através da “experiência, a estrutura é transformada em“experiência, a estrutura é transformada em processo, e o sujeito é reinserido na história”.processo, e o sujeito é reinserido na história”. Processo tem o sentido de transformação. É aProcesso tem o sentido de transformação. É a complementação da história oficial. Sãocomplementação da história oficial. São memórias situadas em um períodomemórias situadas em um período historicamente determinado. Por essa razão nãohistoricamente determinado. Por essa razão não se repetem.se repetem.
  35. 35. MÉTODOSMÉTODOS QUANTITATIVQUANTITATIV OS EOS E QUALITATIVOSQUALITATIVOS Dizível: a reflexão inicia com a interação doDizível: a reflexão inicia com a interação do pesquisador e narrador resultando na dinâmicapesquisador e narrador resultando na dinâmica histórica e processual do relato. Geralmente ohistórica e processual do relato. Geralmente o pesquisador conhece o mundo do narrador, oupesquisador conhece o mundo do narrador, ou imagina-o. Nesta inter-relação o processo sofreimagina-o. Nesta inter-relação o processo sofre alterações pela intermediação: a escrita doalterações pela intermediação: a escrita do relato e a interpretação do pesquisador.relato e a interpretação do pesquisador.
  36. 36. MÉTODOSMÉTODOS QUANTITATIVOQUANTITATIVO S ES E QUALITATIVOSQUALITATIVOS Pôr em palavras os sentimentos e ações, própriasPôr em palavras os sentimentos e ações, próprias ou alheias, vivenciadas por um indivíduo requerou alheias, vivenciadas por um indivíduo requer atitudes:atitudes:  Suspender preconceitos e pressupostos deSuspender preconceitos e pressupostos de forma crítica;forma crítica;  As narrativas devem ter mediações. É aAs narrativas devem ter mediações. É a identificação do novo.identificação do novo.
  37. 37. MÉTODOSMÉTODOS QUANTITATIVQUANTITATIV OS EOS E QUALITATIVOSQUALITATIVOS O uso do gravador :O uso do gravador :  Transcrever depoimentos gravados exige tempoTranscrever depoimentos gravados exige tempo e custos.e custos.  Transforma-se em um documento escrito.Transforma-se em um documento escrito.  O pesquisador e o narrador podem agirO pesquisador e o narrador podem agir pensando no seu interesse.pensando no seu interesse.
  38. 38. MÉTODOSMÉTODOS QUANTITATIVOQUANTITATIVO S ES E QUALITATIVOSQUALITATIVOS A história oral deve ser complementada comA história oral deve ser complementada com outras informações, por exemplo documentosoutras informações, por exemplo documentos oficiais, estatísticas que reconstituam gestos,oficiais, estatísticas que reconstituam gestos, formas de ação em público, e outras.formas de ação em público, e outras. QUEIROZ (in MARTINELLI,1999,pp. 92-93), duasQUEIROZ (in MARTINELLI,1999,pp. 92-93), duas formas de história oral: história de vida eformas de história oral: história de vida e depoimentos.depoimentos.
  39. 39. MÉTODOSMÉTODOS QUANTITATIVOQUANTITATIVO S ES E QUALITATIVOSQUALITATIVOS 1ªHistória de vida: é um recorte da totalidade da1ªHistória de vida: é um recorte da totalidade da realidade. É um momento da coleta de dados.realidade. É um momento da coleta de dados. Não há generalizações. O fato identificado fazNão há generalizações. O fato identificado faz parte da vivência do indivíduo e não daparte da vivência do indivíduo e não da comunidade. O pesquisador deve permitir aocomunidade. O pesquisador deve permitir ao narrador a escolha do que quer contar, dosnarrador a escolha do que quer contar, dos fatos que lhe interessem socializar. Pode ter afatos que lhe interessem socializar. Pode ter a forma auto-biográfica.forma auto-biográfica.
  40. 40. MÉTODOSMÉTODOS QUANTITATIVOSQUANTITATIVOS E QUALITATIVOSE QUALITATIVOS 2ª) Depoimentos: o pesquisador escolhe os fatos2ª) Depoimentos: o pesquisador escolhe os fatos a serem narrados. Distingue o supérfluo doa serem narrados. Distingue o supérfluo do necessário. Direciona a entrevista para os seusnecessário. Direciona a entrevista para os seus interesses.interesses.
  41. 41. MÉTODOSMÉTODOS QUANTITATIVQUANTITATIV OS EOS E QUALITATIVOSQUALITATIVOS 4) Análise de conteúdo: é um método de4) Análise de conteúdo: é um método de tratamento e análise de informações colhidastratamento e análise de informações colhidas por meio de técnicas de coleta de dados. Aplica-por meio de técnicas de coleta de dados. Aplica- se à análise de textos escritos ou de qualquerse à análise de textos escritos ou de qualquer comunicação oral, visual, gestual, alocada a umcomunicação oral, visual, gestual, alocada a um texto. Tem como fundamento a compreensãotexto. Tem como fundamento a compreensão crítica do significado das comunicações, seucrítica do significado das comunicações, seu conteúdo manifesto ou latente, as significaçõesconteúdo manifesto ou latente, as significações explícitas ou ocultas (o dizível e o indizível).explícitas ou ocultas (o dizível e o indizível).
  42. 42. MÉTODOSMÉTODOS QUANTITATIVQUANTITATIV OS EOS E QUALITATIVOSQUALITATIVOS Metodologia segundo BARDIN:Metodologia segundo BARDIN: A) Pré-análise: organização, operacionalização eA) Pré-análise: organização, operacionalização e sistematização das informações. È flexível.sistematização das informações. È flexível. Permite alterações para melhor explicação doPermite alterações para melhor explicação do fenômeno estudado.fenômeno estudado. Há três momentos:Há três momentos:
  43. 43. MÉTODOSMÉTODOS QUANTITATIVQUANTITATIV OS EOS E QUALITATIVOSQUALITATIVOS 1º) Leitura superficial do material: consiste na1º) Leitura superficial do material: consiste na identificação da estrutura da narrativa. Poridentificação da estrutura da narrativa. Por exemplo, conteúdos ideológicos, significados aexemplo, conteúdos ideológicos, significados a respeito do fenômeno – visão de homem erespeito do fenômeno – visão de homem e mundo. Identificar palavras-chave utilizadasmundo. Identificar palavras-chave utilizadas pelo narrador.pelo narrador. 2º) Escolha dos documentos: pré-selecionados,2º) Escolha dos documentos: pré-selecionados, enquanto atividade encomendada. Por exemplo,enquanto atividade encomendada. Por exemplo, o curso de Serviço Social solicita aoso curso de Serviço Social solicita aos assistentes sociais supervisores, análise doassistentes sociais supervisores, análise do novo projeto político pedagógico do curso.novo projeto político pedagógico do curso.
  44. 44. MÉTODOSMÉTODOS QUANTITATIVOQUANTITATIVO S ES E QUALITATIVOSQUALITATIVOS O investigador formula um problema e os objetivosO investigador formula um problema e os objetivos da pesquisa e recolhe os documentosda pesquisa e recolhe os documentos adequados.adequados. Os documentos podem ser de origem oficial e nãoOs documentos podem ser de origem oficial e não oficial.oficial. A escolha implica: exaustividade;A escolha implica: exaustividade; representatividade; homogeneidade (mesmorepresentatividade; homogeneidade (mesmo tema para o segmento social escolhido,tema para o segmento social escolhido, mesmas técnicas para um estudo comparativo);mesmas técnicas para um estudo comparativo); adequação (cumprimento dos objetivos);adequação (cumprimento dos objetivos);
  45. 45. MÉTODOSMÉTODOS QUANTITATIVQUANTITATIV OS EOS E QUALITATIVOSQUALITATIVOS B) Análise do material: codificação agrupamentoB) Análise do material: codificação agrupamento dos dados em unidades); categorização edos dados em unidades); categorização e quantificação da informação.quantificação da informação. C) Tratamento dos resultados:C) Tratamento dos resultados: por quepor que e oe o queque analisar. Privilegia o quantitativo. Não exclui aanalisar. Privilegia o quantitativo. Não exclui a interpretação qualitativa.interpretação qualitativa. Exemplos: análise das palavras: cálculo deExemplos: análise das palavras: cálculo de freqüências e percentagens. Codificar asfreqüências e percentagens. Codificar as palavras.palavras.
  46. 46. MÉTODOSMÉTODOS QUANTITATIVQUANTITATIV OS EOS E QUALITATIVOSQUALITATIVOS Há três momentos na codificação:Há três momentos na codificação: 1ª) Determinação das unidades de registro1ª) Determinação das unidades de registro (conteúdos).(conteúdos). 2ª) Escolha das regras de numeração (escolha do2ª) Escolha das regras de numeração (escolha do sistema de quantificação dos dados).sistema de quantificação dos dados). 3ª) Definição das categorias de análise.3ª) Definição das categorias de análise.
  47. 47. MÉTODOSMÉTODOS QUANTITATIVQUANTITATIV OS EOS E QUALITATIVOSQUALITATIVOS 1ª) Unidades de registro e de conteúdo1ª) Unidades de registro e de conteúdo a) Palavra ou símbolo: trabalha-se com todas oua) Palavra ou símbolo: trabalha-se com todas ou com algumas mais simbólicas (sentidocom algumas mais simbólicas (sentido político-ideológico).político-ideológico). b) Substantivos, adjetivos, verbos, e outrosb) Substantivos, adjetivos, verbos, e outros (categorias de palavra que indique riqueza(categorias de palavra que indique riqueza vocabular).vocabular).
  48. 48. MÉTODOSMÉTODOS QUANTITATIVQUANTITATIV OS EOS E QUALITATIVOSQUALITATIVOS 2ª) Unidades de Contexto: são as referências mais2ª) Unidades de Contexto: são as referências mais amplas das unidades de registro. Comoamplas das unidades de registro. Como exemplo, “culturas inferiores”, “povosexemplo, “culturas inferiores”, “povos atrasados”, “sociedades periféricas”, devematrasados”, “sociedades periféricas”, devem ultrapassar a questão quantitativa. Deve-seultrapassar a questão quantitativa. Deve-se procurarprocurar unidade de contextounidade de contexto mais ampla: amais ampla: a frase para a palavra, o parágrafo para o tema.frase para a palavra, o parágrafo para o tema. Devem estar vinculadas aos objetivos, aoDevem estar vinculadas aos objetivos, ao referencial teórico e metodológico.referencial teórico e metodológico.
  49. 49. MÉTODOSMÉTODOS QUANTITATIVQUANTITATIV OS EOS E QUALITATIVOSQUALITATIVOS 5) Estudo de caso: é uma pesquisa exploratória e5) Estudo de caso: é uma pesquisa exploratória e utilizado para a análise de situações concretas,utilizado para a análise de situações concretas, nas suas particularidades. Seu uso é indicadonas suas particularidades. Seu uso é indicado para investigar a trajetória de vida de umpara investigar a trajetória de vida de um indivíduo, como também a natureza de umaindivíduo, como também a natureza de uma instituição ou organização, nos seus aspectosinstituição ou organização, nos seus aspectos sociais, culturais, educacionais, dentre outros.sociais, culturais, educacionais, dentre outros.
  50. 50. MÉTODOSMÉTODOS QUANTITATIVOQUANTITATIVO S ES E QUALITATIVOSQUALITATIVOS Pode-se recorrer à observação, questionários,Pode-se recorrer à observação, questionários, entrevistas; técnicas de medida e de controleentrevistas; técnicas de medida e de controle (gráficos, dados estatísticos). “A quantidade(gráficos, dados estatísticos). “A quantidade permite que o mundo qualitativo tenha estruturapermite que o mundo qualitativo tenha estrutura definida” (LEFEBVRE, 1983).definida” (LEFEBVRE, 1983). O relatório pode ter estilo descritivo, narrativo,O relatório pode ter estilo descritivo, narrativo, analítico, ser ilustrado, filmado, fotografado.analítico, ser ilustrado, filmado, fotografado.
  51. 51. REFERÊNCIASREFERÊNCIAS BARDIN, Laurence. Análise de conteúdo. Lisboa,BARDIN, Laurence. Análise de conteúdo. Lisboa, Persona, 1977.Persona, 1977. CHIZZOTTI, Antonio. Pesquisa em ciênciasCHIZZOTTI, Antonio. Pesquisa em ciências humanas e sociais. São Paulo, Cortez, 1991.humanas e sociais. São Paulo, Cortez, 1991. MARTINELLI, Maria Lúcia. Pesquisa qualitativa:MARTINELLI, Maria Lúcia. Pesquisa qualitativa: um instigante desafio. São Paulo, Veras Editora,um instigante desafio. São Paulo, Veras Editora, 1999. Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre1999. Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Identidade. Núcleos de Pesquisa 1.Identidade. Núcleos de Pesquisa 1.
  52. 52. REFERÊNCIASREFERÊNCIAS RICHARDSON, Roberto JarryRICHARDSON, Roberto Jarry et alli.et alli. PesquisaPesquisa social: métodos e técnicas. 3ª ed. Revista esocial: métodos e técnicas. 3ª ed. Revista e Ampliada. São Paulo, Atlas, 1999.Ampliada. São Paulo, Atlas, 1999. THOMPSON, Edward. A miséria da teoria ou umTHOMPSON, Edward. A miséria da teoria ou um planetário de erros. Rio de Janeiro. Zahar, 1981.planetário de erros. Rio de Janeiro. Zahar, 1981.

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