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Acesso aberto na área de artes: uma análise do qualis periódico (2010-2012) e (2013-2016)

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Acesso aberto na área de artes: uma análise do qualis periódico (2010-2012) e (2013-2016)

  1. 1. ACESSO ABERTO NA ÁREA DE ARTES: UMA ANÁLISE DO QUALIS PERIÓDICOS (2010-2012) E (2013-2016) POR LEANDRO DA CONCEIÇÃO BORGES (UFMG) PAULO MELGAÇO DA SILVA JUNIOR (UFRJ) ANDRESSA GONÇALVES CASTRO (UFRJ) BARBARA CHRISTIAN VITIELLO (IFRJ) MANAUS, 2019
  2. 2. CONTEXTO • Evidência de pesquisa de dissertação de mestrado; • Áreas que divulgam o acesso aberto (Ciência da Informação e Ciências da Saúde), por meio de eventos e artigos científicos, fazem menções intermediárias ao acesso aberto nos relatórios de avaliação de periódicos; • A área de Artes é uma das poucas que menciona o acesso aberto nos relatórios de avaliação de periódicos nos estratos mais altos (A1, A2 e B1); • Lembrando que a metodologia do Qualis Periódicos está para ser modificada e não contemplou o escopo desta pesquisa.
  3. 3. PERCURSO • Acesso aberto; • Área de Artes: a obrigatoriedade do ensino de Artes na educação básica acontece em 1971; os primeiros cursos de pós-graduação em 1974 (mestrado) e em 1980 (doutorado), na Universidade de São Paulo; foi reconhecida em 1980 como uma área de pesquisa pelo CNPq; • Avaliação da ciência brasileira: acontece quadrienalmente e a avaliação de periódicos é um dos quesitos. A atual avaliação (2013-2016) considera os estratos A1, A2, B1, B2, B3, B4, B5 e C; A1 – mais alto; C – peso zero.
  4. 4. METODOLOGIA • Pesquisa descritiva de natureza quantitativa e qualitativa; • Considerou-se os estratos mais altos (A1, A2 e B1) da avaliação trienal (2010-2012) e (2013- 2016); • Considerou-se esses dois períodos para verificar a evolução dos periódicos de um período a outro; • Dados exportados, em duas planilhas da Plataforma Sucupira; • Separou-se os periódicos classificados como A1, A2 e B1 por meio de um filtro; • Triagem dos periódicos de acesso aberto dos de acesso restrito; • Identificar a nacionalidade por meio do DOAJ, Edanz Journal Selector e Google; • Verificar ligação ou não a universidades; • Para os periódicos nacionais: verificar em qual região do país que é editado; • Verificar se de um período a outro de avaliação o periódico: era novo; aumentou; caiu ou se manteve na mesma estratificação.
  5. 5. RESULTADOS (GERAL) *ACESSO ABERTO + ACESSO RESTRITO
  6. 6. RESULTADOS (NACIONALIDADE) TRIENAL Nº QUADRIENAL Nº BRASIL 82 BRASIL 146 PORTUGAL 4 PORTUGAL 12 EUA 3 EUA 2 ARGENTINA 2 ARGENTINA 4 ESPANHA 2 ESPANHA 4 FRANÇA 1 FRANÇA 4 COLÔMBIA 1 COLÔMBIA 2 CHILE 1 CHILE 1 SÉRVIA 1 SÉRVIA 1 SUÍÇA 1 SUÍÇA 1 ÁUSTRIA 1 ÁUSTRIA 0 ESLOVÊNIA 1 ESLOVÊNIA 0 NORUEGA 1 NORUEGA 0 TURQUIA 1 TURQUIA 0 CROÁCIA 0 CROÁCIA 1 GRÉCIA 0 GRÉCIA 1 ITÁLIA 0 ITÁLIA 1 MÉXICO 0 MÉXICO 1 ROMÊNIA 0 ROMÊNIA 1 SUÉCIA 0 SUÉCIA 1 TOTAL 102 TOTAL 183
  7. 7. RESULTADOS (UNIVERSIDADES) INSTITUIÇÃO TRIENAL QUADRIENAL USP 10 27 UFRGS 3 12 UNICAMP 4 9 UFRJ 6 8 UFG 2 7 UDESC 1 6 PUCSP 5 6 UNB 1 4 UNIRIO 1 4 PUCRS 1 3 UFSC 1 3 UFPB 2 3 UFSM 2 3 UFU 2 3 UNESP 3 3 UFBA 4 4 UFMG 4 4 UNESPAR 2 2 UEM 2 1 UEL 2 1 UERJ 4 3 PUCRIO 1 0 UFF 2 0 UFJF 1 0 MACKENZIE 0 4 UFPR 0 4 UFRN 0 2 UNIFESP 0 1 UNILASALLE 0 1 UNISINOS 0 1 UFMT 0 1 TOTAL 66 130 • Período trienal: dos 82 títulos nacionais, 66 são ligados a universidades. • Período quadrienal: dos 146 títulos nacionais, 130 são ligados a universidades.
  8. 8. RESULTADOS (REGIÃO DO PAÍS) REGIÃO NORTE SEM REPRESENTATIVIDADE.
  9. 9. RESULTADOS (SITUAÇÃO DOS PERIÓDICOS)
  10. 10. CONSIDERAÇÕES FINAIS • Área de Artes está alinhada com o acesso aberto; • Periódicos nacionais de acesso aberto estão nos estratos mais altos: A1, A2 e B1; • A região Sudeste é a que concentra a maior parte dos títulos de periódicos de acesso aberto e é a que possui a maior concentração de cursos de Pós-Graduação na área; • A região Norte não possui expressividade, ainda que tenha cursos na área de Artes na UFPA e na UFAC. • A área precisa se apropriar das discussões atuais sobre o acesso aberto e ampliar as práticas de advocacy com os seus pares, uma vez que já possuem o essencial: a indicação, pelo Comitê de Área, por meio dos relatórios de avaliação de periódicos, a publicarem em periódicos de acesso aberto.
  11. 11. REFLEXÃO Durante muito tempo nós, jornalistas e cientistas brancos ocidentais, e quando me refiro a brancos ocidentais me refiro a muito além da cor da pele, me refiro a um modo de pensar e de habitar esse mundo, usamos os povos da floresta apenas como fontes do nosso trabalho. Cientistas de todas as áreas, e também da área de humanas, fizeram sua carreira a partir do conhecimento dos povos da floresta citando-os nos trabalhos acadêmicos apenas como “informantes”, isso quando os citavam. Embora essa prática ainda seja largamente exercida na produção científica, muitos já começam a compreender que já não é eticamente possível fazer isso. Os povos da floresta precisam ser reconhecidos, no mínimo, como coautores. Os intelectuais, assim como os cientistas, não se restringem à academia. Os intelectuais e os cientistas estão também — e muito — na floresta. (EL PAIS, 2019).
  12. 12. OBRIGADO! CONTATO: LEANDROCB@FARMACIA.UFMG.BR

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