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<ul><li>O governo Brasileiro se mantêm otimista diante da Crise Mundial: </li></ul><ul><li>Lula observou que o País cresce...
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<ul><li>Uma das consequências da crise nos EUA é de ter a desaceleração do PIB (Produto Interno Bruto), isso porque o cons...
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<ul><li>A Dívida Externa: </li></ul><ul><li>A Dívida externa é a somatória dos débitos de um país, resultantes de emprésti...
<ul><li>Crise EUA: </li></ul><ul><li>Vários pontes fortaleceram a crise econômica mundial. Tudo começou nos Estados Unidos...
<ul><li>A Crise Financeira Não afeta a Divida externa Brasileira, mas sim o desenvolvimento do país que se protege mas não...
<ul><li>Os maiores parceiros do Brasil no comércio exterior são os membros da  União  Europeia , os  Estados Unidos da Amé...
<ul><li>SOJA:  Um dos mais importantes itens de nosso Agronegócio é a SOJA, que alcançou uma invejável produtividade média...
<ul><li>ALGODÃO:  As exportações de algodão e seus derivados - incluídos tecidos e vestuários - tiveram grande crescimento...
<ul><li>Gás:  O Gás Natural da Bolívia: A efetivação do Acordo que possibilitou à Petrobrás importar gás da Bolívia provoc...
<ul><li>Carros </li></ul><ul><li>Bebidas </li></ul><ul><li>Enlatado </li></ul><ul><li>Brinquedos </li></ul><ul><li>aparelh...
<ul><li>EUA   </li></ul><ul><li>Argentina   </li></ul><ul><li>Alemanha   </li></ul><ul><li>China   </li></ul><ul><li>Japão...
<ul><li>Parceiros de importação: </li></ul><ul><li>EUA: 11.9% </li></ul><ul><li>China: 10.6% </li></ul><ul><li>Argentina: ...
<ul><li>O Brasil é visto pelo mundo como um país com muito potencial assim como a Índia, Rússia e China. A política extern...
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PRIMEIRO ANO - MA - CREI

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  1. 1. Colégio “Jesus Cristo Rei” <ul><li>Componentes: Arnon, Fernanda, Gilio, Gustavo, Iago, Izabella,Luíz Carlos, Phillipe, Rafael, Tatiana e Thais. </li></ul><ul><li>Série: 1° MA </li></ul><ul><li>Disciplina: Geografia </li></ul><ul><li>Professor: Mario Demori </li></ul>
  2. 2. A Dívida Externa e o Brasil atual: <ul><li>O Brasil na Economia Mundial: Diante </li></ul><ul><li>da Crise Financeira </li></ul>
  3. 3. A economia do Brasil tem um mercado livre e exportador. Medido por paridade de poder de compra , seu produto interno bruto ultrapassa 1,8 trilhão de dólares, fazendo-lhe a nona maior economia do mundo em 2007 segundo o FMI , (e décima maior economia segundo o Banco Mundial), fazendo-a segunda maior das Américas, atrás apenas dos Estados Unidos da América . O Brasil possui uma economia sólida, construída nos últimos anos, após a crise de confiança que o país sofreu em 2002 , a inflação é controlada, as exportações sobem e a economia cresce em ritmo moderado. Em 2007 , o PIB brasileiro a preço de mercado apresentou crescimento de 5,7% em relação ao ano de 2006 de acordo com o IBGE. O Brasil é considerado uma das futuras potências do mundo junto à Rússia , Índia e China . Desde a crise em 2002 os fundamentos macro-econômicos do país melhoraram. O real vem se valorizando fortemente frente ao dólar desde 2004 , o risco país também vem renovando suas mínimas históricas desde o começo de 2007. O Brasil na Economia Mundial
  4. 4. <ul><li>Apesar de sua estabilidade macro-econômica que reduziu as taxas de inflação e de juros e aumentou a renda per capita, diferenças remanescem ainda entre a população urbana e rural, os estados do norte e do sul, os pobres e os ricos. Alguns dos desafios dos governos incluem a necessidade de promover melhor infra-estrutura, modernizar o sistema de impostos, as leis de trabalho e reduzir a desigualdade de renda. </li></ul><ul><li>A economia contém uma indústria e agricultura mista, que são cada vez mais dominadas pelo setor de serviços . As recentes administrações expandiram a competição em portos marítimos, estradas de ferro, em telecomunicações, em geração de eletricidade, em distribuição do gás natural e em aeroportos (embora a crise área tenha atormentado o país) com o alvo de promover o melhoramento da infra-estrutura. O Brasil começou à voltar-se para as exportações em 2004 , e mesmo com um real valorizado atingiu em 2007 exportações de US$ 160,649 bilhões (+16,6%), importações de US$ 120,610 bilhões (+32%) e um saldo comercial de US$ 40,039 bilhões . </li></ul><ul><li>Arnon </li></ul>
  5. 5. <ul><li>Início e Origem: </li></ul><ul><li>Esse período originou-se </li></ul><ul><li>nos Estados Unidos </li></ul><ul><li>da América, começou com uma </li></ul><ul><li>crise no setor imobiliário, passou </li></ul><ul><li>para a economia </li></ul><ul><li>norte-americana que depois </li></ul><ul><li>afetou todo o mundo. </li></ul>A Crise Financeira
  6. 6. <ul><li>Como aconteceu: </li></ul><ul><li>Para tentar colocar o setor imobiliário do país em ordem, o banco central americano abaixou os juros para 1% ao ano, isso estimulou o comércio de imóveis, aproveitando os juros baixos. </li></ul><ul><li>Com isso, a procura aumentou, inclusive até de pessoas de baixa renda que não tinham renda fixa ou confiável, essas pessoas faziam um financiamento. A fim de buscar um rendimento maior, os bancos garantiram esses empréstimos comprando-os, o que gerou a crise financeira. </li></ul><ul><li>A Crise Financeira Americana, se tornou mundial, pelo fato de os americanos serem grande potência no mundo e muitos países dependerem de sua economia. Esses países colocam suas ações nos bancos ou então títulos da dívida externa estão lá, por isso foram afetados pela crise. </li></ul><ul><li>Gilio Lorencini </li></ul>
  7. 7. <ul><li>O governo Brasileiro se mantêm otimista diante da Crise Mundial: </li></ul><ul><li>Lula observou que o País cresce a vinte e seis trimestres consecutivos, criando emprego e renda. &quot;Somente este ano serão (criados) mais de dois milhões de novos empregos e melhores salários. Estes números pouco significariam se não se traduzissem em sensível melhora na qualidade de vida da população brasileira&quot;, acrescentou. Depois de ser condecorado com a Insígnia de Ouro, do Conselho das Américas e Sociedade das Américas, o presidente reconheceu que &quot;nada disso seria possível sem política macroeconômica responsável&quot;. &quot;Hoje o Brasil é credor líquido e a economia é muito menos vulnerável&quot;, completou. </li></ul><ul><li>Diante do que classificou como &quot;pessimismo dos últimos dias&quot;, em referência a crise do mercado financeiro, acrescentou para a platéia que queria trazer uma mensagem &quot;distinta, uma palavra de otimismo, mensagem de confiança no Brasil&quot;. &quot;Construímos a maior garantia que um país pode ter contra crises globais, a força de um mercado interno que se expande a cada dia.&quot; </li></ul><ul><li>Rafael Palaoro   </li></ul>Como o Brasil Reage a Crise
  8. 8. <ul><li>Apesar da reação otimista do Governo Federal, o Brasil, esta sendo afetado com a Crise. </li></ul><ul><li>Infelizmente, a pouco tempo o presidente Lula anunciou em rede nacional que estávamos completamente protegidos contra a crise econômica mundial, mas as coisas não foram tão favoráveis assim, afinal de contas, com a maioria dos países quebrando, certamente o nosso estava sujeito a problemas assim, embora não tenha sido em tantas proporções como os outros. </li></ul>O Brasil diante da Crise
  9. 9. <ul><li>taxa de desemprego nos EUA, segundo Opinião Notícias (27/10/08), tende a alcançar níveis bastantes elevados, podendo chegar a 8% ou 8,5% até o final do ano que vem. Índices nunca mais alcançados desde 1980. As demissões já começaram e grandes empresas, como a Merck, Xérox, Yahoo!, General Electric, Coca Cola, entre outras, já anunciaram cortes de postos de trabalho. No Brasil, a Vale – maior empresa privada do país e maior produtora de minério de ferro do mundo – anunciou, no final do mês passado, cortes na produção e férias coletivas no Brasil (Pará, Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro) e no mundo (Noruega, França, China e Indonésia). </li></ul><ul><li>É preciso aguardar que a crise não se estenda por muitos meses a fim de que o efeito dominó, que se viu em terras estadunidenses e em alguns países da Europa, não tome proporções desastrosas em nossa economia. </li></ul><ul><li>Gustavo Petri Bindeli </li></ul>
  10. 10. <ul><li>Uma das consequências da crise nos EUA é de ter a desaceleração do PIB (Produto Interno Bruto), isso porque o consumo das famílias e o investimento das empresas, dois dos principais pilares da economia nos últimos anos, cresceram justamente pela farta oferta de crédito. Com menos dinheiro, se gasta menos, produz-se menos e o crescimento é menor. </li></ul>Conseqüências da Crise no Brasil
  11. 11. <ul><li>A Crise também afetará as exportações do país que devem cair, porque os países compradores estão diminuindo os seus gastos e possuem menos dinheiro para comprar, e menos população com capacidade de consumir. </li></ul><ul><li>Uma das maiores riquezas lucrativas mundiais (petróleo), oscilará de agora em diante entre 90 e 100 dólares, e pode decair mais. </li></ul><ul><li>Por fim, pesa a alta do dólar - em momento de crise, a cotação sobe porque a moeda americana, considerada um investimento seguro, tem mais procura. E o dólar mais caro encarece os importados, o que pressiona a inflação e reduz o poder de compra. </li></ul><ul><li>Phillipe Aguiar </li></ul>
  12. 12. <ul><li>A Dívida Externa: </li></ul><ul><li>A Dívida externa é a somatória dos débitos de um país, resultantes de empréstimos e financiamentos contraídos no exterior pelo próprio governo, por empresas estatais ou privadas. Esses recursos podem ser provenientes de governos, entidades financeiras internacionais (FMI, Banco Mundial, etc.), bancos ou empresas privadas. </li></ul><ul><li>Hoje em dia, o Brasil passou a ser credor externo, fato inédito na história do país, informou o Banco Central. A autoridade monetária explicou que isso só foi possível com a redução da dívida externa total líquida, quando se deduzem da dívida externa bruta os ativos do país no exterior, constituídos fundamentalmente pelas reservas internacionais. Ou seja, as reservas internacionais e outros ativos são maiores do que a dívida externa . </li></ul>Dívida Externa x Crise EUA
  13. 13. <ul><li>Crise EUA: </li></ul><ul><li>Vários pontes fortaleceram a crise econômica mundial. Tudo começou nos Estados Unidos, com a crise do “subprime” ou crise das hipotecas, vou explicar melhor, com o crescimento do mercado imobiliário, as financeiras americanas passaram a confiar demais em pessoas que não tinham bom histórico de pagamento de dívidas, nesse momento de juros baixos fez os americanos se endividarem para comprar imóveis, os bancos então decidiram transformar os empréstimos hipotecários em papéis e venderam a outras instituições financeiras, causando uma perda generalizada. </li></ul><ul><li>Isso junto com a queda do dólar, e sendo que os EUA tem mais importações que exportações criou a crise financeira. </li></ul><ul><li>Essa crise pode afetar o mundo inteiro porque os EUA são uma potência e influenciam varias economias. </li></ul>
  14. 14. <ul><li>A Crise Financeira Não afeta a Divida externa Brasileira, mas sim o desenvolvimento do país que se protege mas não pode evitar as conseqüências de uma crise que vem de umas das maiores potencias Mundiais. </li></ul>Tatiana Sartório Rocha.
  15. 15. <ul><li>Os maiores parceiros do Brasil no comércio exterior são os membros da União Europeia , os Estados Unidos da América , os membros do Mercosul e a República Popular da China . </li></ul><ul><li>O Brasil é a 10° maior economia mundial, de acordo com os critérios de Produto Interno Bruto diretamente convertido a dólares dos Estados Unidos, e está entre as 7 maiores economias mundiais em critérios de &quot;purchasing power parity&quot;. Em Outubro de 2007 foi divulgada uma pesquisa da ONU, em que mostra os melhores países para se investir do mundo. O Brasil ficou em 5º lugar, atrás apenas da China, Índia, Estados Unidos e Rússia. </li></ul>O Brasil nas disputas Comerciais <ul><li>Thais </li></ul>
  16. 16. <ul><li>SOJA: Um dos mais importantes itens de nosso Agronegócio é a SOJA, que alcançou uma invejável produtividade média, com 3 mil quilos por hectare na safra de 2007/08.  A soja tem sido um fenômeno no Brasil (graças à EMBRAPA) e provocou mudanças profundas na geografia agrícola. A produção saltou de 15 milhões de toneladas (mt) para a safra recorde de 60 mt em 2008, em apenas 22 anos. Em 2007, a safra fora de 58,4 mt. </li></ul><ul><li>MILHO: Outro item importante no Agronegócio do Brasil é o MILHO (3º produtor no mundo atrás de EUA e China), que ainda tem um espaço gigantesco para crescer no mercado mundial, especialmente se e quando caírem os subsídios americanos e europeus aos seus produtores e os brasileiros tiverem mais e melhor financiamento. Além disso, o milho tomará o semi-árido nordestino. </li></ul><ul><li>Os preços do milho têm aumentado em 2008, devido em parte à alta do petróleo, pois ele é a matéria-prima para a crescente produção de etanol nos EUA. </li></ul><ul><li>CAFÉ: O mercado mundial de café já foi exclusividade do Brasil até o início do Século 20. Já na década de 30 respondia por 60 % desse mercado, na década de 70  baixou para 45 %, e na de 80 para 18 %. Hoje, cresceu e já responde por 47 % do café produzido no mundo, reassumindo a liderança mundial. Com o fim das cotas de exportação em 1998, o mercado, livre, mudou e hoje o Brasil também consegue retomar sua importância de maior exportador mundial  </li></ul><ul><li>LEITE: Poucos sabem que o complexo leite é líder nas exportações agrícolas no somatório de todos os produtores agrícolas mundiais. Foram exportados por estes em 2002 quase US$ 27 bilhões. E o Brasil ignora tal mercado. Porém, a CEMIL (Cooperativa Central Mineira de Laticínios) é pioneira na exportação de leite fluido em embalagens individuais longa vida ( tetra pack ) para a China, exportando quinzenalmente para Macau. </li></ul><ul><li>TRIGO: Os 3 maiores produtores mundiais de trigo são China, Índia e EUA, com cerca de 220 mt somados. O Brasil não aparece no quadro. Seguindo o mesmo caminho da soja e do algodão, o TRIGO expande-se em direção ao Cerrado do Brasil Central. Graças à estabilidade climática, o Centro-Oeste deverá transformar-se na grande fronteira agrícola para o trigo irrigado no Brasil. </li></ul><ul><li>FRUTAS: Este é outro mercado fantástico que o Brasil parecia ignorar. As exportações mundiais de frutas atingiram US$ 20 bilhões em 2002. Entretanto, as exportações de FRUTAS frescas também vem apresentando crescimento acelerado nos últimos anos pelo Brasil. </li></ul>Produtos que o Brasil Exporta
  17. 17. <ul><li>ALGODÃO: As exportações de algodão e seus derivados - incluídos tecidos e vestuários - tiveram grande crescimento nos últimos anos, mas ainda é a 10ª cultura do país. A área plantada cairá 21% na safra 2008/2009, indo para 855 mil hectares.O principal destino é a China, seguida por países do Extremo Oriente, União Européia e América Latina. </li></ul><ul><li>COUROS E CALÇADOS: As exportações de couros e peles (semi-manufaturados) atingiram US$ 1,18 bilhão em 2003 e US$ 1,44 bilhão em 2004. O Brasil já é o 3º maior exportador do mundo, sendo superado pela China e os EUA. Entretanto, possui o maior rebanho de gado, com 180 milhões de cabeças. </li></ul><ul><li>SIVICULTURA: Um dos mais promissores mercados para as exportações brasileiras é a SIVICULTURA. O plantio de florestas é considerado uma atividade agrícola e o Brasil tem uma produtividade nessa área 10 vezes superior à dos líderes do mercado mundial. </li></ul><ul><li>CAMARÕES CULTIVADOS: Devido ao fato de obter uma produtividade de mais de 7 toneladas por hectare/ano (a maior no mundo), em apenas 5 anos, as exportações do crustáceo cearense foram multiplicadas quase 16 vezes - saltaram de US$ 6,2 milhões para US$ 100 milhões no período de 1999/2003, passando esse ao posto de produto mais exportado pelo Estado.No Brasil, entre 1997 e 2003, a produção de camarão cultivado cresceu 400 % AO ANO. Em todo o Nordeste, suas exportações só perdem hoje para a cana-de-açúcar, por enquanto. </li></ul><ul><li>PEIXES CULTIVADOS: A aqüicultura é o setor de maior crescimento na economia alimentícia mundial. Sua produção cresceu de 13 mt de peixes produzidos em 1990 para a incrível marca de cerca de 150 mt em 2007. A piscicultura está a ponto de ultrapassar a pecuária como fonte de alimentos. O desenvolvimento da aqüicultura em águas da União é uma estratégia determinante para dar ao Brasil um papel de destaque neste cenário. No Brasil, somente nos lagos manejados amazônicos existe um potencial ainda muito pouco explorado que poderá levar a uma produção, através de manejo comunitário, de 5 mt de peixes além de 2010. Juntando-se as outras regiões, prevê-se produção de 10 mt anuais no mesmo prazo. </li></ul><ul><li>OVINOS E CAPRINOS: O País produz hoje menos de 10 % do consumo nacional de ovinos, que é crescente, mas possui matrizes de qualidade, que garantem seu futuro de sucesso. </li></ul><ul><li>MURUÁ E COCO: Uma fibra formada a partir do MURUÁ, planta amazônica da família das bromélias, é tida como altamente resistente, prestando-se até para a fabricação de pára-choques e forros internos de veículos da Mercedes Benz. Além da indústria automobilística, tem emprego em diversas outras, como a têxtil, a de papel e celulose, a de corantes e  a de plásticos. </li></ul><ul><li>Fernanda Dassie Rangel </li></ul>
  18. 18. <ul><li>Gás: O Gás Natural da Bolívia: A efetivação do Acordo que possibilitou à Petrobrás importar gás da Bolívia provocou, na ocasião, aceso debate na empresa. Cujas principais alegações foram: a Bolívia não teria reservas de gás provadas; o Brasil teria muito gás a descobrir e, finalmente, a Bolívia não seria confiável. Mas, a entrada da Petrobras na exploração (que levou a descobertas de grande vulto) e conseqüente produção na Bolívia foi uma ação posterior em função da privatização do setor ali ocorrida. Assim, passaram a existir dois negócios de vulto: a produção de gás e a importação do gás. </li></ul><ul><li>Petróleo: O Brasil pode ter de arcar com gastos adicionais de importação de petróleo no valor de US$ 60 milhões por mês, se a plataforma da Petrobras P-36 não for recuperada. Somente neste ano, o impacto na balança comercial seria de US$ 600 milhões.Os cálculos foram feitos por analistas ouvidos pela Folha . Eles consideraram, para fazer a conta, que o preço médio do barril de petróleo fique em US$ 25 e que a plataforma produziria, em média, 80 mil barris diários. </li></ul><ul><li>Maquinas: A importação de máquinas e equipamentos usados é tema que causa várias dúvidas aos profissionais da área, especialmente por conta das particularidades que envolvem a operação, inclusive nos aspectos de tributação e regime cambial. Mas, esses produtos não devem ser produzidos no País, nem podem ser substituídos por outros, fabricados em território nacional, capazes de atender, satisfatoriamente, aos fins a que se destina o bem importado </li></ul>Produtos que o Brasil Importa
  19. 19. <ul><li>Carros </li></ul><ul><li>Bebidas </li></ul><ul><li>Enlatado </li></ul><ul><li>Brinquedos </li></ul><ul><li>aparelhos eletrônicos </li></ul><ul><li>Luíz Carlos de Souza Macedo </li></ul>
  20. 20. <ul><li>EUA </li></ul><ul><li>Argentina </li></ul><ul><li>Alemanha </li></ul><ul><li>China </li></ul><ul><li>Japão </li></ul><ul><li>Argélia </li></ul><ul><li>França </li></ul><ul><li>Nigéria </li></ul><ul><li>Coréia do Sul </li></ul><ul><li>Itália </li></ul><ul><li>Izabella Godoy </li></ul>Principais parceiros de Exportação do Brasil
  21. 21. <ul><li>Parceiros de importação: </li></ul><ul><li>EUA: 11.9% </li></ul><ul><li>China: 10.6% </li></ul><ul><li>Argentina: 9.0% </li></ul><ul><li>Alemanha: 7.5% </li></ul><ul><li>Nigéria: 4.5% </li></ul><ul><li>Japan: 4.0% (2007)‏ </li></ul>Principais parceiros de Importação do Brasil
  22. 22. <ul><li>O Brasil é visto pelo mundo como um país com muito potencial assim como a Índia, Rússia e China. A política externa adotada pelo Brasil prioriza a aliança entre países em desenvolvimento para negociar com os países ricos. O Brasil, assim como a Argentina e a Venezuela vêm mantendo o projeto da ALCA em discussão, apesar das pressões dos EUA. Existem também iniciativas de integração na América do Sul, cooperação na economia e nas áreas sociais . </li></ul><ul><li>As disparidades e as desigualdades regionais continuam a ser um problema no Brasil. As desigualdades regionais do Brasil não se dividem simplesmente em: sul rico e norte pobre. A região Sul, porém, sempre se destaca quando o assunto é qualidade de vida, os padrões da minoria rica da região são similares aos europeus, enquanto a maioria possui qualidade de vida muito inferior, similar à países como Índia e África do Sul. As disparidades regionais estão diminuindo lentamente devido as altas taxas de crescimento econômico nos estados de menor relevância econômica. </li></ul><ul><li>Iago Longue Martins </li></ul>

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