Ed Esp Prefeitura

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Palestra ministrada por IÁSKARA MARIA ABRÃO, Coordenadora da CANE (Coordenadoria de Atendimento às Necessidades Especiais da Prefeitura Municipal de Curitiba), no seminário "Educação Especial: como garantir a inclusão de forma qualitativa"?

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Ed Esp Prefeitura

  1. 1. A Educação Especial e Inclusiva Coordenadoria de Atendimento às Necessidades Especiais
  2. 2. Coordenadoria de Atendimento às Necessidades Especiais <ul><li>GERÊNCIA DE CURRÍCULO DA EDUCAÇÃO ESPECIAL </li></ul><ul><li>GERÊNCIA DE APOIO À INCLUSÃO </li></ul><ul><li>GERÊNCIA DO SITES </li></ul>
  3. 3. Coordenadoria de Atendimento às Necessidades Especiais <ul><li>Tem como finalidade coordenar processos referentes à orientação e ao atendimento às necessidades educacionais especiais de estudantes das Instituições de Educação e Ensino Públicas Municipais com base nos fundamentos da educação inclusiva e nos eixos norteadores das políticas da Secretaria Municipal de Educação e normas do respectivo Sistema de Ensino . </li></ul>
  4. 4. Sistema Educacional
  5. 5. Concepção de Educação Especial <ul><li>A Educação Especial tem como fundamentos básicos a igualdade de direitos na diversidade de condições necessárias ao desenvolvimento de todos os cidadãos. </li></ul><ul><li>Tem como meta a Educação Inclusiva, isto é, promover a integração e o desenvolvimento das potencialidades dos estudantes com deficiência, em todas as etapas e modalidades da Educação Básica. </li></ul>
  6. 6. Modalidades de Atendimento da Educação Especial <ul><li>Classes Especiais </li></ul><ul><li>Salas de Recursos </li></ul><ul><li>Centros Municipais de Atendimento Especializado </li></ul><ul><li>Escolas Municipais de Educação Especial </li></ul><ul><li>Escolas de Educação Especial e outras instituições, por meio de convênios e parcerias </li></ul>
  7. 7. Modalidades de Atendimento da Educação Especial <ul><li>Para ingresso em todo e qualquer programa de educação especial no município de Curitiba, faz-se necessário que o estudante seja submetido a uma </li></ul><ul><li>AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA PSICOEDUCACIONAL </li></ul>
  8. 8. Gerência de Currículo da Educação Especial <ul><li>Finalidade: </li></ul><ul><li>Implementar a política de Educação Especial do município buscando o acesso, a permanência e o atendimento das pessoas com necessidades educacionais especiais no processo educacional. </li></ul>
  9. 9. Ações da Gerência de Currículo <ul><li>Visitas e assessoramentos aos profissionais dos CMAEs e Escolas Especiais; </li></ul><ul><li>Estudos de Casos de alunos com necessidades educacionais especiais; </li></ul><ul><li>Cursos de capacitação e oficinas </li></ul><ul><li>para as profissionais dos </li></ul><ul><li>CMAE’S e Escolas Especiais; </li></ul>
  10. 10. Ações da Gerência de Currículo <ul><li>Implementação da nova Proposta Pedagógica para as Salas de Recursos e Classes Especiais; </li></ul><ul><li>Assessoramento e acompanhamento dos professores e pedagogos das escolas que possuem as modalidades de atendimento; </li></ul><ul><li>Cursos, Grupos de Estudos e Oficinas para os professores e pedagogos das Salas de Recursos e Classes Especiais; </li></ul><ul><li>Realização de reuniões mensais com as professoras e EPAs das escolas. </li></ul>
  11. 11. Centro Municipal de Atendimento Especializado <ul><li>A Secretaria Municipal da Educação possui </li></ul><ul><li>8 equipamentos: </li></ul><ul><li>Ana Maria Poppovic – Santa Felicidade </li></ul><ul><li>Maria do Carmo Pacheco – Matriz </li></ul><ul><li>Regina Nardino – Bairro Novo </li></ul><ul><li>Maria Cândida Fankin Abrão – Pinheirinho </li></ul><ul><li>Francisco Marçallo – Boqueirão </li></ul><ul><li>Maria Julieta Malty – Portão </li></ul><ul><li>Iva de Abreu – Cajuru </li></ul><ul><li>Arlete Procotte – Boa Vista </li></ul>
  12. 12. Centro Municipal de Atendimento Especializado <ul><li>Finalidades: ofertar serviços especializados de apoio, suporte na identificação das necessidades educacionais especiais dos alunos e atendimentos terapêuticos. </li></ul><ul><li>Programas: Avaliação Diagnóstica Psicoeducacional; Atendimento Terapêutico Educacional. </li></ul><ul><li>Atendem estudantes com necessidades educativas especiais matriculados nas unidades escolares da Rede Municipal de Ensino de Curitiba. </li></ul>
  13. 13. Classe Especial <ul><li>Salas de aula em escolas do ensino fundamental; </li></ul><ul><li>Professor especializado em Educação Especial; </li></ul><ul><li>Ambiente próprio e adequado ao processo ensino-aprendizagem; </li></ul><ul><li>Métodos, técnicas e recursos pedagógicos especializados; </li></ul><ul><li>Caráter transitório; </li></ul><ul><li>Número de Classes – 110 </li></ul>
  14. 14. Sala de Recursos <ul><li>Salas nas escolas de ensino fundamental, no contra-turno; </li></ul><ul><li>Atendimento individual ou grupal; </li></ul><ul><li>Trabalho com métodos, técnicas e materiais especializados, jogos e Projetos de Trabalho; </li></ul><ul><li>Caráter transitório; </li></ul><ul><li>Alunos com dificuldades de aprendizagem originadas por fatores cognitivos, afetivos, funcionais e/ou sócio-culturais; </li></ul><ul><li>Professor Especializado em Educação Especial; </li></ul><ul><li>Nº de Salas – 54, sendo uma sala para alunos com altas habilidades/superdotação. </li></ul>
  15. 15. Escola Municipal de Educação Especial <ul><li>Finalidades: desenvolvimento de competências, aprendizagem, integração social e autonomia. </li></ul><ul><li>Programas: Estimulação Essencial, Educação Infantil, Ensino Escolar e Educação para o Trabalho. </li></ul><ul><li>Atendem estudantes com deficiência intelectual e motora na faixa etária de 0 a 25 anos. </li></ul>
  16. 16. Escola Municipal de Educação Especial <ul><li>A Secretaria Municipal da Educação possui 3 escolas: </li></ul><ul><li>E.M.E.E. Helena Antipoff – Boqueirão </li></ul><ul><li>E.M.E.E. Ali Bark – Seminário </li></ul><ul><li>E.M.E.E. Tomaz Edison de Andrade Vieira – Pinheirinho </li></ul>
  17. 17. Gerência de Apoio à Inclusão <ul><li>Finalidade: </li></ul><ul><li>Assegurar o acesso e permanência de estudantes com deficiência com diferentes faixas etárias em turmas da Educação Infantil, Ensino Fundamental e EJA, visando o desenvolvimento de seu potencial, através do atendimento adequado às suas necessidades. </li></ul>
  18. 18. Ações da Gerência de Apoio à Inclusão <ul><li>Levantamento de dados referentes aos estudantes com deficiência , matriculados na Educação Infantil, no Ensino Regular e EJA (ação continuada). </li></ul><ul><li>Visitas às escolas e CMEIs para acompanhamento e assessoramento aos profissionais. </li></ul><ul><li>Capacitação para os profissionais das escolas/CMEIs: EPA, professores, educadores e inspetores. </li></ul><ul><li>Ampliação de parcerias e convênios para efetivação da Rede de Apoio aos estudantes com deficiência. </li></ul>
  19. 19. Ações da Gerência de Apoio à Inclusão <ul><li>Ata de redução de vagas em classes comuns do Ensino Fundamental, que possuem estudantes em processo de inclusão, quando necessário. </li></ul><ul><li>Elaboração e acompanhamento de Adaptações Curriculares conforme necessidade evidenciada. </li></ul><ul><li>Estabelecimento de Rede de Apoio para debater e estudar novos métodos e estratégias que auxiliem os estudantes e professores em sua prática pedagógica (assessoramento continuado, adaptação curricular, etc.). </li></ul>
  20. 20. Parceria com a Educação de Jovens e Adultos <ul><li>Estudantes egressos de Classes Especiais e/ou Escolas Especiais e com deficiência; </li></ul><ul><li>Adaptação para ingresso no programa; </li></ul><ul><li>Assessoramento continuado aos professores e às escolas que recebem estes estudantes; </li></ul>
  21. 21. <ul><li>Parceria pedagógica através de visitas e assessoramento aos professores que possuem alunos com deficiência; </li></ul><ul><li>Capacitação continuada em serviço e projetos diferenciados para o atendimento as especificidades dos estudantes; </li></ul><ul><li>Busca de parcerias para o encaminhamento de estudantes para o mercado de trabalho e atendimentos especializados; </li></ul><ul><li>Projeto Ações diferenciadas para estudantes da EJA com dificuldades na leitura e escrita. </li></ul>Ações Desenvolvidas Educação de Jovens e Adultos
  22. 22. Sistema integrado de transporte para o ensino especial - SITES <ul><li>Gerenciamento da SME em parceria com a URBS; </li></ul><ul><li>Redimensionamento das linhas e trajetos; </li></ul><ul><li>Efetivação da Capacitação para Atendentes e Motoristas; </li></ul><ul><li>Construção do projeto referente ao geo-referenciamento, oportunizando o atendimento à demanda reprimida; </li></ul><ul><li>Atendimento efetivo a 100% da demanda. </li></ul>
  23. 23. Convênio com escolas de Educação Especial <ul><li>Reuniões e visitas às escolas que possuem alunos em processo de inclusão para efetivação de ações como rede de apoio; </li></ul><ul><li>Visitas às escolas de educação especial que possuem convênio com a SME; </li></ul><ul><li>Assessoramentos e capacitação dos professores em parceria com os profissionais das escolas especiais; </li></ul><ul><li>Parceria na construção do projeto de atendimento aos alunos do SITES. </li></ul>
  24. 24. Educação Inclusiva <ul><li>A Inclusão requer um processo de reforma e reestruturação das escolas como um todo, com o objetivo de assegurar que todos os alunos possam ter acesso as oportunidades educacionais e sociais oferecidas pela escola. </li></ul><ul><li>Foco nas relações e no contexto e não nas deficiências do indivíduo. </li></ul><ul><li>Respeito à diversidade, levando em conta as capacidades, potencialidades e necessidades de aprendizagem dos indivíduos. </li></ul>
  25. 25. Estudante com necessidades educacionais especiais <ul><li>Em ambientes regulares necessitam de: </li></ul><ul><li>apoio pedagógico adicional, </li></ul><ul><li>materiais específicos, </li></ul><ul><li>aplicação de programas educativos e terapêuticos suplementares, </li></ul><ul><li>ajuda de professores especializados, </li></ul><ul><li>atendimento paralelo em escolas especializadas e/ou apoio de equipe multiprofissional. </li></ul>
  26. 26. Estudante com necessidades educacionais especiais <ul><li>Atitudes e estratégias </li></ul><ul><li>Acolher, independente de suas condições e limitações; </li></ul><ul><li>Acreditar em suas capacidades e potencializar suas habilidades; </li></ul><ul><li>Promover sua integração nos diversos grupos em que participa; </li></ul><ul><li>Incentivar a aprendizagem cooperativa; </li></ul><ul><li>Utilizar novas práticas educacionais; </li></ul><ul><li>Promover parceria com a família; </li></ul><ul><li>Remover barreiras – atitudinais, arquitetônicas e sociais. </li></ul>
  27. 27. Inclusão: Responsabilidade de Todos <ul><li>Toda comunidade escolar, e não somente o professor, é responsável pelo ensino dos estudante com deficiência. Professores e educadores são os principais responsáveis pela inclusão dos estudantes nas escolas e crianças nos CMEI’s. </li></ul><ul><li>Neste sentido a comunidade escolar precisa respaldar suas ações de busca por assessoramento e por contínua formação. </li></ul>
  28. 28. Inclusão: Responsabilidade de Todos <ul><li>Há necessidade de romper preconceitos, estigmas e de compreender que todos podem aprender, se forem valorizados os diferentes estilos de aprendizagem, os atributos pessoais, metas, rítmos e necessidades comuns ou específicos dos estudantes. </li></ul>
  29. 29. Educação Inclusiva <ul><li>Rede de Apoio </li></ul><ul><li>Grupo de pessoas que se reúne para debater, trocar idéias, resolver problemas, estudar novos métodos, estratégias, atividades para auxiliar os estudantes e os professores na sua prática pedagógica. </li></ul><ul><li>Constituída por: pais, alunos, professores, pedagogos, professores especializados e outros profissionais. </li></ul>
  30. 30. INCLUSÃO RESPONSABILIDADE DE TODOS <ul><li>As escolas sabem mais do que usam “e assim se todas </li></ul><ul><li>as escolas tiverem condições para usarem tudo o que </li></ul><ul><li>podem e sabem fazer, ir-se-á verificar um enorme </li></ul><ul><li>avanço. </li></ul><ul><li>È fundamental que se apoiem as escolas para serem </li></ul><ul><li>capazes de assumir novos desafios. </li></ul>
  31. 31. INCLUSÃO RESPONSABILIDADE DE TODOS <ul><li>Assumir uma política pública de Educação Inclusiva implica necessariamente um investimento sustentado e prolongado em recursos que possam tornar a escola capaz de responder competentemente aos diversos tipos de desafios. </li></ul><ul><li>O fortalecimento da escola implica certamente que nela se desenvolvam ações concretas de formação continuada. </li></ul><ul><li>A formação continuada é uma necessidade. </li></ul>
  32. 32. INCLUSÃO RESPONSABILIDADE DE TODOS <ul><li>Um professor bem preparado é aquele que tem claro e definido ,na prática e na teoria,como o processo conduzir o processo de ensino, como explicar a aprendizagem, como avaliar e reformular seu plano de ensino. </li></ul><ul><li>A Inclusão é uma inovação educacional que, como todo processo de inovação, necessita de se desenvolver e um clima de confiança. </li></ul>
  33. 33. INCLUSÃO RESPONSABILIDADE DE TODOS <ul><li>A discussão a respeito da Educação Inclusiva vêm acontecendo desde 1999. </li></ul><ul><li>A sensibilização foi a constante em todo o processo. </li></ul>
  34. 34. Cursos de Capacitação <ul><li>Currículo Adaptado; </li></ul><ul><li>LIBRAS, Braille e Sorobã; </li></ul><ul><li>Oficinas de Aprendizagem; </li></ul><ul><li>Encontros com grupos de estudo (DA, DV, DF, DI, DMUL, AH e CT); </li></ul><ul><li>Programa Educação Inclusiva Direito à Diversidade (município- pólo), responsável pela capacitação de 30 (trinta) municípios; </li></ul><ul><li>Capacitação para atendentes e motoristas do SITES (anual); </li></ul>
  35. 35. Cursos de capacitação <ul><li>Capacitação para profissionais da educação, equipe pedagógica - administrativa, professores, auxiliares de serviços escolares, auxiliares de serviços gerais, etc.; </li></ul><ul><li>Participação na Semana de Estudos Pedagógicos da Secretaria Municipal de Educação. </li></ul>
  36. 36. INCLUSÃO RESPONSABILIDADE DE TODOS <ul><li>A capacitação continuada em serviço têm sido a melhor estratégia para apoiar o professor no ensino regular, quanto ao processo de construção de uma Educação Inclusiva. </li></ul><ul><li>Atualmente nossos professores perguntam : Quais as estratégias que podemos utilizar para melhor atender a criança em processo de inclusão no ensino regular? </li></ul>
  37. 37. INCLUSÃO RESPONSABILIDADE DE TODOS <ul><li>Todas as escolas e a comunidade devem estar unidas para garantir que sejam estabelecidos princípios de qualidade para todos. </li></ul><ul><li>O fator mais importante é ter coragem para transformar o ideal em realidade, apesar dos desafios e barreiras que surgem no decorrer do caminho. </li></ul>

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