Filosofia unidade v

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Apostila básica da Unidade V e VI de filosofia

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Filosofia unidade v

  1. 1. C6 e C7: Filosofia Unidade VProf. João PauloC5: Pensamento PolíticoC6: POLÍTICA E PODERA política como parte da teoria do poder socialO termo política vem do grego polis (cidade-Estado), servindo para designar, desde aAntiguidade, o campo da atividade humana que se refere à cidade, ao Estado e às coisas deinteresse público.A obra de Aristóteles intitulada Política é considerada um dos primeiros tratadossistemáticos sobre a arte e a ciência de governa a polis. Foi devido, em grande medida, a essaobra clássica que o termo política se firmou nas línguas ocidentais.Para Aristóteles, a política era uma continuação da ética, só que aplicada à vidapública. Assim, depois de refletir sobre o modo de vida que conduz á felicidade do homemem Ética a Nicômaco, Aristóteles investigou em Política as instituições públicas e as formas degoverno capazes de propicias uma maneira melhor de viver em sociedade. Aristótelesconsiderava essa investigação fundamental, pois, segundo ele, “o homem é por naturezaum animal social”.Esse conceito grego de política como esfera de realização do bem comum se tornouum conceito clássico e permanente até os nossos dias, mesmo que seja como um ideal a seralcançado.No entanto, conforme assimilou o filósofo e jurista italiano contemporâneo NorbertoBobbio, o conceito moderno de política está estritamente ligado ao de poder. Essa ligação éenfatizada na celebra definição dada pelos cientistas políticos norte-americanos H. D. Lasswell eA. Klapan: “Política é o processo de formação, distribuição e exercício do poder”.A TIPOLOGIA DAS TRÊS FORMAS DO PODEROs estudos de política geralmente iniciam com uma análise do fenômeno do podersocial. Bertrand Russel definiu-o da seguinte maneira: “Poder é a posse dos meios que levam àprodução de feitos desejados”.Em outras palavras, o indivíduo que detém os meios de poder torna-se capaz deexercer várias formas de domínio e, por meio delas, pode alcançar os efeitos que desejar.O fenômeno do poder costuma ser dividido em duas categorias: o poder do homemsobre a natureza e o poder dohomem sobre os outros homens. Frequentemente, essas duascategorias de poder andam juntas, uma influindo na outra.A ciência política estuda, sobretudo, o poder do homem sobre outros homens, isto é,o poder social, mas também se interessa pelo poder sobre a natureza, porque essa categoria dedomínio também se transforma em instrumento de poder social.Se levarmos em conta o meio do qual se serve o detentor do poder para conseguir osfeitos desejados, destacam-se três formas de poder: o econômico, o ideológico e o político.O poder econômico utiliza a posse de certos bens socialmente necessários parainduzir aqueles que não os possuem a adotar determinados comportamentos, como, por exemplo,realizar determinado trabalho.O poder ideológico utiliza a posse de certas ideias, valores, doutrinas para influenciara conduta alheia, induzindo as pessoas a determinados modos de pensar e agir. O poderpolítico utiliza a posse dos meios de coerção social, isto é, o uso da força física considerada legalou autorizada pelo direito vigente na sociedade.O que têm em comum essas três formas de poder é que elas contribuemconjuntamente para instituir e manter sociedades de desiguais divididas em fortes e fracos, combase no poder político; ricos e pobres, como base poder econômico; em sábios e ignorantes, combase no poder ideológico. Genericamente, em superiores e inferiores. (BOBBIO,Norberto. Estado, governo, sociedade. Para uma teoria geral da política, p.83)O poder econômico preocupa-se em garantir o domínio da riqueza controlando aorganização das forças produtivas (por exemplo: o tipo de produção e o alcance de consumo dasmercadorias). O poder ideológico preocupa-se m garantir o domínio sobre o saber controlando aorganização do consenso social (por exemplo: os meios de comunicação de massa – televisão,
  2. 2. jornais, rádios, revistas etc.). E o poder político preocupa-se em garantir o domínio da forçainstitucional e jurídica controlando os instrumentos de coerção social (por exemplo: forçasarmadas, órgãos de fiscalização, polícia, tribunais etc.).Como poder cujo meio específico é a força, de longe o meio mais eficaz paracondicionar os comportamentos, o poder político é, em toda a sociedade de desiguais, o podersupremo, ou seja, o poder ao qual todos os demais estão de algum modo subordinadosC7: O Pensamento Político AntigoO Pensamento Político de PlatãoA dimensão política, surge quando o filósofo liberta-se das correntes, contempla averdadeira realidade e retorna ao meio dos homens para orientá-los, ensiná-los e dirigi-los.Que as pessoas devem ocupar funções diversas na sociedade. E para isso o Estadodeve criar as crianças até os vinte anos, com a mesma educação. então aí ocorre o primeiro corte,separando os de alma de bronze, que tem sensibilidade grosseira, aptos à agricultura, aoartesenato, e ao comércio.Os outros estudam mais dez anos, para então ocorrer o segundo corte, os de alma deprata, com a virtude da coragem essencial para os guerreiros, e os que sobrarem, continuamestudando e serão considerados os almas de ouro, terão a arte de dialogar, conhecerão afilosofia.Aos cinquenta anos, aqueles que passarem com sucesso por essa série de provasestarão aptos a serem admitidos no corpo dos magistrados, pois apenas eles têm a ciência dapolítica, serão os mais justos. Sua função é manter a cidade coesa.A proposta de Platão leva a um modelo aristocrático de poder. Mas não se trata deuma aristocracia da riqueza, mas da inteligência, em que poder é confiado aos melhores.Esse estado de coisa pode degenerar, e de sua decadência aparecem outras formasde governo: a timocracia, quando o culto da virtude é substituído pela norma guerreira; aoligarquia, quando prevalece o gosto pelas riquezas, e o senso é a medida de capacidade para oexercício do poder; a democracia, quando o poder pertence ao povo, que, sendo incapaz deconhecer a ciência política, facilita, através da demagogia, o aparecimento da tirania, esta é a piorforma de governo, exercido por um homem só através da força.Como Fazer Durar Uma Sufocracia?Para isso estabele-se uma forma de comunismo em que é eliminada a propriedade e afamília, a fim de evitar, por um lado, a cobiça e, por outro, não só os interesses decorrentes doslaços afetivos, como também a degenerência das ligações inadequadas.Aristóteles é o primeiro filósofo a distinguir a ética da política, centrada a primeira naação voluntária e moral do indivíduo enquanto tal, e a segunda, nas vinculações deste com acomunidade, desde a comunidade familiar até a pólis, a cidade ( como sociedade política ). Apolítica é a culminância da ética, já que o bem comum é ” mais belo e mais divino” que o doindivíduo.Dotada de lógos, “palavra”, isto é, de comunicação, o homem é inclinado a fazer partede uma pólis. Assim, o Estado precede a família e até o indivíduo porque responde a um impulsonatural. Nos círculos em que o homem se move, a família, a tribo, a pólis, só esta última constituiuma sociedade perfeita.A felicidade suprema consiste na contemplação da realização de nossa formaessencial. A política aparece como um prolongamento da moral, a virtude não se confunde com oheroísmo, mas é uma atividade racional por excelência. O equilíbrio da conduta só se realiza navida social, a verdadeira humanidade só é adquirida na sociabilidade isso ocorrerá através daeducação proporcionada pelo Estado.“As leis mais úteis, sancionadas com a aprovação unânime de todos os cidadãos,tornam-se ilusórias se a educação e os costumes não se aos princípios políticos, sendodemocráticas na democracia e oligárquicos na oligarquia, porque é preciso entender que se um sócidadão vive na indisciplina, o próprio Estado participa dessa desordem”.Faz crítica ao autoritarismo de Platão, considerando desumano. Recusa a sofocraciaplatônica, porém não deixa de admitir que para se ser justo é preciso conhecer as leis.
  3. 3. Exclui da cidadania as classes dos artesãos, comerciantes e trabalhadores braçais pornão ter tempo para participar do governo e por considerar que esse tipo de atividade torna oindivíduo incapaz da prática de uma virtude esclarecida.Aristóteles viveu em dois períodos da Grécia Antiga que foram: período clássico ehelenístico, caracterizados por uma sociedade escravista. Diante disso fez uma grandedeclaração a respeito dos escravos, considerando-os como meros instrumentos que servem parafacilitar o uso das coisas pelo seu senhor e ainda declara para o “escravo a escravidão é tão útilcomo justa”. Todas essas declarações a respeito dos escravos estão contidas em uma de suasobras: “A política”.Unidade VIC8: O Pensamento Político Medieval.Estado e IgrejaCerta vez em uma dessas conversas de roda depois de um culto, surgiu a discussãocom relação ao relacionamento que a Igreja deve ter com a política (aqui neste artigo usarei otermo estado). Este sempre foi um assunto delicado de se tratar, pois como mencionou umpensador “todos somos seres políticos”. Concordo com esta frase, pois todos nós, nosrelacionamos, temos nossas opiniões, pois somos seres pensantes, precisamos nos relacionar.Isto é a essencial do “ser político”, o que me preocupa é quando queremos unir nossa essênciapolítica com partidarismo e oportunismo que o estado prega; por isso, vou expressar meupensamento sobre esta historia de amor e ódio:1. A relação da Igreja e Estado nunca foi algo saudável. A historia comprova isto, noano de 313 d.C A igreja passou a experimentar boas graças do governo romano por meio do editode Constantino que deu total liberdade a Igreja que outrora passou por três séculos deperseguição, porém foi uma grande abertura para o estado influenciar a Igreja, isto trouxegrandes mudanças para a Igreja por exemplo; na adoração a Igreja antes do ano 313 se reunianas casas dos cristãos, logo após passou a se reunir-se em grandes basílicas e catedrais, a formacultica antes do ano 313 era uma forma pratica e interior logo após tornou-se uma forma artísticaexteriorizada, a mensagem que era edificante passou a ser algo cerimonial e complexo, a Igrejapassou a focar as classes superiores ao invés de todo o mundo, a Igreja se envolvia comquestões políticas, sua doutrina de simples passou a credos conciliares o primeiro concilio foiconvocado pelo próprio Constantino, até na sua administração os assuntos eram discutidos peloEstado e pela Igreja. Com o passar do tempo a Igreja foi tendo muita influencia do mundo pagãoao invés de influenciar, isso é um marco na Historia da Igreja. Isso me leva ao segundo tópicodesta discussão.2. A união da Igreja com o estado corrompe a Igreja. “Aquele que não foi corrompidopela política partidária que atire a primeira pedra”. A Igreja ela não deve fazer parte de políticaspartidárias, pois isso não faz parte da sua mensagem; nós pregamos a Cristo crucificado, que éescândalo para os judeus, e loucura para os gregos, (1Co 1: 23) . A mensagem da Igreja é aPessoa de Cristo tão somente. Esse principio era o fundamento da pregação apostólica, a Igrejadeve permanecer fixa nesse principio apostólico. É vergonhoso quando os nossos púlpitostornam-se palanques, onde os nossos cultus torna-se comícios, e perigoso quando a Igreja secompromete com os estado pois mais sedo ou mais tarde ela cobrada.3. O maior problema é a consciência do povo. Em nenhum dos tópicos anteriores quismostrar uma posição radical contra o governo cível ou estado, mas apresentar os perigos darelação Igreja e Estado, o governo civil não deixa de ser importante para Igreja. Calvino um dosmaiores teólogos e reformadores da Igreja que viveu no século XVII chama de “fanáticos” os quese colocam contra a instituição do governo; pois ele vê que a paz da cidade e dos cristãos éestabelecida pelo Estado, ele diz: “... que a paz publica não seja perturbada; que as propriedadesde cada pessoa sejam preservadas em segurança; que os homens possam exercertranquilamente o comercio uns com os outros; que seja incentivada a honestidade e amodéstia.” Mas ele afirma em outro lugar que a Igreja e o Estado vivam separadamente, elediz: “ Aquele que sabe distinguir entre o corpo e a alma, entre a vida presente efêmera e aquelaque é eterna e futura não terá dificuldade em entender que reino espiritual de Cristo e o governo
  4. 4. civil são coisas completamente separadas.” Essa idéia de Calvino é uma idéia de equilíbrio ondedevemos saber o papel do Estado e o nosso papel como Igreja.O nosso papel de Igreja no Estado é de respeito aos governantes e respeito as leisestabelecidas ( Cof. Rm 13: 1-7), e o papel do Estado é manter a paz e a ordem publica para obeneficio da população, nesse ponto vai depender da nossa atuação como cidadão, em termosuma consciência política Cristã que eleja um bom governante. Que possamos evitar está tristeunião que em toda a historia até os dias de hoje leva a Igreja a se corromper.C9: O Pensamento Politico Moderno.MaquiavelMaquiavel é contrário às ideologias teocráticas – poder e ação humana social, culturale política emanada de Deus, voltado ao mundo espiritual. A Igreja, na época, era coordenadora dopensamento e relações políticas, perdendo seu poder de certa forma apenas após a guerra dos30 anos, devido as reformas protestantes, século XVII.Sua Obra, o Príncipe irá contra todo o pensamento político-religioso, propondo ideiashumanistas.Para ele, o Estado Real, duradouro é capaz de impor a ordem, sendo ela um resultado das açõesdos homens e não da natureza, de Deus e do acaso. A política em si é fruto das ações concretasdos homens em sociedade e o poder político advém de origem temporal e não divina. Apesar defavorecer um Estado que regula os homens e de imposição da ordem, Maquiavel vai contra oprincípio de Platão e Artistóteles do ideal do homem, mas sim o que ele é no momento, em seupresente, uma Realpolitik.O Estado, assim, é o que garante a estabilidade política e a ordem, podendo ser umprincipado ou república. A conquista desse poder vem da Fortuna do individiuo, através daHerança de sua família, da força e das qualidades alheias que possibilitaram tal conquista. AForça é o fundamento do poder, sendo ela proveniente da Virtu, armas próprias, da força. Essaforça advém do príncipe.De acordo com Maquiavel, o príncipe é o fundador do estado, a autoridade soberana eilimitada, através da força e da astúcia impõe o poder. Se ele for esperto deverá ser temido, masjamais odiado. O Conceito em si de governar é o resultado obtido pelo príncipe:“O príncipe que quiser se manter como tal deve, pois, aprender a não ser sempre bom,a ser ou não ser bom conforme a necessidade. Os fins justificam os meios”.HobbesDe acordo com Hobbes, sem o Estado não há sociedade e enfatizando tal ideiaformula e defende o Estado Absoluto como forma de governo fundamental à sociedade, atravésda doutrina contratualista, ou seja, através de um contrato social. Tal teoria rejeita a ideia de que ohomem é sociável por natureza.Para Hobbes a essência do homem é que ele não é sociável, mas sim comoconcorrente entre si. Ele busca o poder para o bem estar de si e luta por si, vendo seu semelhantecomo um concorrente, uma ameaça. E dessa forma ele é movido por interesses.Tais interesses são o que ele denomina de Conatus, um movimento que aproxima detudo o que agrada ao homem e afasta o que é desagradável à sua natureza. Assim de certa formauma espécie de Determinismo Mecanicista movia os homens. Hobbes vai ainda mais além eanalisa o estado inicial do homem e de onde vem a sua competitividade.O ponto e partida é o Estado de Natureza, tendo os homens antes do estado social.Nele os homens são livres perante suas atitudes, racionais devido à ausência de quem controle ecompetitivos devido à ausência de alguém que regule suas atitudes. Eles buscam o poder e aprocura de seu bem estar, sendo concorrentes entre si para buscar tal felicidade. Assim sendo,Hobbes conclui que o Estado de Natureza é um Estado de Guerra de todos contra todos. Decorre-se dai um conflito entre razão, a preservação, e o Individuo ,a competição. A solução no casoseria os homens serem guiados ao Contrato Social.
  5. 5. MontesquieuEm De lesprit des lois (1748; O espírito das leis), Montesquieu elabora conceitossobre formas de governo e exercício da autoridade política que se tornaram pontos doutrináriosbásicos da ciência política. Considera que cada uma das três formas possíveis de governo éanimada por um princípio: a democracia baseia-se na virtude, a monarquia na honra e odespotismo no medo.Elabora a teoria da separação dos poderes, em que a autoridade política é exercidapelos poderes executivo, legislativo e judiciário, cada um independente e fiscal dos outros dois.Seria essa a melhor garantia da liberdade dos cidadãos e, ao mesmo tempo, da eficiência dasinstituições políticas. Seu modelo é a monarquia constitucional britânica.As teorias de Montesquieu, que morreu em Paris, em 10 de fevereiro de 1755,exerceram profunda influência no pensamento político moderno. Inspiraram a Declaração dosDireitos do Homem e do Cidadão, elaborada em 1789, durante a revolução francesa, e aconstituição dos Estados Unidos, de 1787, que substituiu a monarquia constitucional pelopresidencialismo. Com o fim do absolutismo, diversos países europeus adotaram a monarquiaconstitucional e muitas delas sobreviveram até depois da primeira guerra mundial. Em suasconstituições atuais, a maioria das nações do Ocidente adota o princípio da separação dospoderes e em muitas delas vigora o presidencialismo ao estilo americano.Jean Jacques Rosseau.Dentre todos os filosofos iluministas, Jean Jacques Rosseau, nascido em Genebra em1712, não se enquadra perfeitamente nos ideais iluministas. Pensador crítico e bastante polêmicolanço as bases para a democracia moderna, influenciando: Os Setores radicais da Revoluçãofrancesa, tida como a Esquerda durante a Revolução francesa, e os princípios do Romantismo eidealismo do século XIX, presenciados no nacionalismo e ideais do homem ideal.A Filosofia de RousseauPrimeiramente, Rousseau inicia um questionamento da Sociedade e do poder políticodo século XVIII, governada pelos reis absolutos e pelo Antigo Regime. Seu objetivo em sua obra "Do Contrato Social" era investigar a legitimidade da Sociedade e do Poder Político.Em que condições é legítimo obedecer ao poder?Quais as condições para a liberdade da sociedade?Como é possível conjugar liberdade com obediência?Como é possível colocar as leis acima dos homens?A parrtir dessas indagações ele , através dos conceitos do Estado natural, ContratoSocial e Estado de Sociedade ele ainda complementaA Ausência da Liberdade na Sociedade: Para Rousseau, a liberdade é a base dacondição humana, o que nos torna dignos. Perder a liberdade é perder a dignidade humana. Se orei está acima de todos, então a sociedade está totalmente ausente da mesma.O Que legitima a sociedade : É o contrato social. A Sociedade é feita de um acordo:A Garantia legal da liberdade.O Governo só surge após de estabelecido o pacto, o contrato social.A Liberdade natural, do homem livre na natureza, transformada em Liberdade civil.A Legitimidade do Pacto Social: Como a base da sociedade e garantia da liberdade;conciliar o homem e a liberdade natural (utopia), um ponto de partida, com o homem social ( real).De Acordo com Rousseau " O Homem nasce livre e por toda a parte encontra-seaprisionado". Na essência, a liberdade do homem é plena. Quando ele se insere na socieda sualiberdade se torna relativa. ( O Sentido da frase é que, dentro de uma sociedade onde o contratosocial não garante a liberdade, devido ao Absolutismo presente.)O Contrato social, portanto, fixa a vontade geral, o bem comum.A Liberdade pode ser classificada como:Natural = É física ou moral - limitada pela própria força.Civil = É moral, limitada pela vontade geral expressa na Lei.O Corpo político:O Povo é soberano, através da soberania popular. É o único a determinar ofuncionamento do poder político.
  6. 6. O Cidadão:Participa ativamente do corpo político. Ao elaborar as leis que expressam a vontadegeral, ao obedecer as leis, obedece a si mesmo: a liberdade civil.Aquele que faz a lei para benefício próprio corrompe o conceito de cidadania, pois nãopensa no bem comum e na comunidade. - A Teoria bate de frente com o Absolutismo, propondouma sociedade governada pela soberania popular.A SOBERANIAPertence ao povo. O Corpo político da sociedade. É indivisível e absolutoO GOVERNO:Serve como um corpo intermediário, a serviço da soberania do povo.A LEI: Expressa a vontade geral, garantindo Justiça e Liberdade.O LEGISLADOR:Não é o soberano, manda nas leis e não nos homens.A POLÍTICA: o bem comum acima dos interesses particulares,O VÍCIO ESSENCIAL DE GOVERNO:governo contra a soberania a vontade particular acima da vontade geral, a corrupçãode qualquer forma de governoMarxComo Base Teórica, Marx analisa o Método Dialético do filósofo alemão Hegel.Hegel = Estudo da realidade em movimento, história como movimento da consciênciae das ideais ( idealismo ). Para Hegel a realidade está sempre em movimento, para ele o Estado éa realização do ponto máximo.Uma Tese - afirmação, teoria, situação, é contestada por uma antí-tese - novaproposta - criando-se por fim uma Síntese, assim a superação d euma contradição e formandouma nova Tese, infinitamente na forma de uma Espiral. A História da humanidade, assim sendo, éfruto e de processo desse constante movimento.Para Marx, ele rejeita o idealismo de Hegel, propondo que : "Não é a consciência dohomem que determina a maneira de ser mas, pelo contrário, é sua maneira de ser social quedetermina a sua consciência. Tal é refletido como Materialismo Dialético, ou seja, são as ações dohomem que transformam a sociedade e não as suas ideias.Assim sendo, é possível aplicar isso na evolução da História e da sociedade a partir doMaterialismo Histórico: Aplicação do método do materialismo dialético na compreensão dasociedade - " A produção econômica e a organização social que dela resulta necessariamentepara cada época histórica constituem a base histórica política e intelctual dessa época ( Engels)De posse de tais ideais, é proposto o Manifesto Comunista de 1848.1ª Parte: Burguesia e Proletariado" A Burguesia nada mais é do que a Antitese do feudalismo. Estando ela consolidadaforma a negação dela, no caso, o proletariado, a classe revolucionaria."A Superação da Sociedade burguesa:Fruto das contradições do capitalismo e do desenvolvimento do proletariado, a classerevolucionária."Todos os movimentos, até agora, têm sido realizados por minorias ou interesses deminorias"( A Revolução francesa, por exemplo, representa a consolidação a burguesia nopoder, uma classe de minoria ante um Terceiro Estado, representado por camponeses, deesmagadora maioria")" O movimento proletário é o movimento autônomo da imensa maioria atendendo osinteresses da maioria";O Estado:É o instrumento a serviço da dominação" O Poder político é no sentido próprio o poder organizado de uma classe em vista daopressão da outra".
  7. 7. O Cidadão:Participa ativamente do corpo político. Ao elaborar as leis que expressam a vontadegeral, ao obedecer as leis, obedece a si mesmo: a liberdade civil.Aquele que faz a lei para benefício próprio corrompe o conceito de cidadania, pois nãopensa no bem comum e na comunidade. - A Teoria bate de frente com o Absolutismo, propondouma sociedade governada pela soberania popular.A SOBERANIAPertence ao povo. O Corpo político da sociedade. É indivisível e absolutoO GOVERNO:Serve como um corpo intermediário, a serviço da soberania do povo.A LEI: Expressa a vontade geral, garantindo Justiça e Liberdade.O LEGISLADOR:Não é o soberano, manda nas leis e não nos homens.A POLÍTICA: o bem comum acima dos interesses particulares,O VÍCIO ESSENCIAL DE GOVERNO:governo contra a soberania a vontade particular acima da vontade geral, a corrupçãode qualquer forma de governoMarxComo Base Teórica, Marx analisa o Método Dialético do filósofo alemão Hegel.Hegel = Estudo da realidade em movimento, história como movimento da consciênciae das ideais ( idealismo ). Para Hegel a realidade está sempre em movimento, para ele o Estado éa realização do ponto máximo.Uma Tese - afirmação, teoria, situação, é contestada por uma antí-tese - novaproposta - criando-se por fim uma Síntese, assim a superação d euma contradição e formandouma nova Tese, infinitamente na forma de uma Espiral. A História da humanidade, assim sendo, éfruto e de processo desse constante movimento.Para Marx, ele rejeita o idealismo de Hegel, propondo que : "Não é a consciência dohomem que determina a maneira de ser mas, pelo contrário, é sua maneira de ser social quedetermina a sua consciência. Tal é refletido como Materialismo Dialético, ou seja, são as ações dohomem que transformam a sociedade e não as suas ideias.Assim sendo, é possível aplicar isso na evolução da História e da sociedade a partir doMaterialismo Histórico: Aplicação do método do materialismo dialético na compreensão dasociedade - " A produção econômica e a organização social que dela resulta necessariamentepara cada época histórica constituem a base histórica política e intelctual dessa época ( Engels)De posse de tais ideais, é proposto o Manifesto Comunista de 1848.1ª Parte: Burguesia e Proletariado" A Burguesia nada mais é do que a Antitese do feudalismo. Estando ela consolidadaforma a negação dela, no caso, o proletariado, a classe revolucionaria."A Superação da Sociedade burguesa:Fruto das contradições do capitalismo e do desenvolvimento do proletariado, a classerevolucionária."Todos os movimentos, até agora, têm sido realizados por minorias ou interesses deminorias"( A Revolução francesa, por exemplo, representa a consolidação a burguesia nopoder, uma classe de minoria ante um Terceiro Estado, representado por camponeses, deesmagadora maioria")" O movimento proletário é o movimento autônomo da imensa maioria atendendo osinteresses da maioria";O Estado:É o instrumento a serviço da dominação" O Poder político é no sentido próprio o poder organizado de uma classe em vista daopressão da outra".

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