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Ensino Fundamental de 9 anos

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Ensino Fundamental de 9 anos

  1. 1. SUBEB - Diretoria de Ensino Fundamental ENSINO FUNDAMENTAL DE 9 ANOS
  2. 2. ?
  3. 3. <ul><li>Por que Ensino Fundamental de 9 anos? </li></ul><ul><li>Conforme o PNE, há duas intenções: “oferecer maiores oportunidades de aprendizagem no período da escolarização obrigatória e assegurar que, ingressando mais cedo no sistema de ensino, as crianças prossigam nos estudos, alcançando maior nível de escolaridade”. </li></ul>
  4. 4. <ul><li>MARCOS REGULATÓRIOS </li></ul><ul><li>LDB nº 9.394/96 </li></ul><ul><li>Plano Nacional de Educação – Lei 10.172/2001 </li></ul><ul><li>Plano Quadrienal de Educação (2003/2006) - Plano Decenal de Educação do DF (2004/2013) - Lei Distrital 3.483 (25/11/2004) </li></ul><ul><li>- Decreto 25.619 (01/03/2005) </li></ul><ul><li>- Lei Federal 11.114 (16/05/05) </li></ul><ul><li>Portaria Nº 283/2005 – SEDF (15/09/2005) </li></ul><ul><li>Lei 11.274 (06/02/06) </li></ul>
  5. 5. MEC, 2004
  6. 6. <ul><li>A implantação do Ensino Fundamental de Nove Anos está ocorrendo de forma gradativa no Distrito Federal desde 2005, por meio da Estratégia Pedagógica Bloco Inicial de Alfabetização - BIA. Entretanto, a Secretaria de Educação do Distrito Federal optou por seguir as recomendações do Ministério da Educação (2004) quanto à nomenclatura de organização desse nível de ensino, conforme quadro abaixo: </li></ul>-          * Etapa I, Etapa II e Etapa III. ENSINO FUNDAMENTAL ANOS INICIAIS ANOS FINAIS 1º ano* 2º ano* 3º ano* 4º ano 5º ano 6º ano 7º ano 8º ano 9º ano
  7. 7. ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS DRE 1º ano 2º ano 3º ano 4º ano 5º ano 6º ano 7º ano 8º ano 9º ano Ceilândia   2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 Taguatinga   2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 Brazlândia Guará Samambaia 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 DRE que implantar o EF de 09 anos em 2008 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016
  8. 8.           -          A escrituração dos alunos que estão enturmados no BIA permanece em série, para os alunos que iniciaram seus estudos na matriz curricular do Ensino Fundamental de 08 Anos, e em anos, para aqueles que iniciaram os estudos na matriz curricular do Ensino Fundamental de 09 Anos.
  9. 10. DRE -CEILÂNDIA   BIA     I Etapa II Etapa III Etapa 2005 1ª ano do EF 09 de Anos 1ª série 2ª série 3ª série   4ª série 2006 1ª ano do EF 09 de Anos 2ª ano do EF 09 de Anos 2ª série 3ª série   4ª série 2007 1ª ano do EF 09 de Anos 2ª ano do EF 09 de Anos 3ª ano do EF 09 de Anos 3ª série   4ª série 2008 1ª ano do EF 09 de Anos 2ª ano do EF 09 de Anos 3ª ano do EF 09 de Anos 4ª ano do EF 09 de Anos 4ª série 2009 1ª ano do EF 09 de Anos 2ª ano do EF 09 de Anos 3ª ano do EF 09 de Anos 4ª ano do EF 09 de Anos 5ª ano do EF 09 de Anos
  10. 11.         DRE QUE IMPLANTAR O E.F. 9 ANOS EM 2008   BIA     I Etapa II Etapa III Etapa 2008 1ª ano do EF 09 de Anos 1ª série 2ª série 3ª série   4ª série 2009 1ª ano do EF 09 de Anos 2ª ano do EF 09 de Anos 2ª série 3ª série   4ª série 2010 1ª ano do EF 09 de Anos 2ª ano do EF 09 de Anos 3ª ano do EF 09 de Anos 3ª série   4ª série 2011 1ª ano do EF 09 de Anos 2ª ano do EF 09 de Anos 3ª ano do EF 09 de Anos 4ª ano do EF 09 de Anos 4ª série 2012 1ª ano do EF 09 de Anos 2ª ano do EF 09 de Anos 3ª ano do EF 09 de Anos 4ª ano do EF 09 de Anos 5ª ano do EF 09 de Anos
  11. 12. POR DENTRO DO BIA
  12. 13. <ul><li>Organização da Escolaridade em Ciclos </li></ul><ul><li>Surgiu na década de 60, no Brasil, devido elevados índices de reprovação e repetência, principalmente nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental. </li></ul><ul><li>A implantação de ciclos no Brasil sempre esteve vinculada à necessidade de eliminar o fracasso escolar, estreitamente relacionado às práticas avaliativas. </li></ul>
  13. 14. BLOCO INICIAL DE ALFABETIZAÇÃO - BIA <ul><li>O BIA tem a dimensão positiva de promover a progressão continuada do processo de aprendizagem, além de possibilitar à criança a organização de um tempo maior flexível para o desenvolvimento das competências que precisa construir. Garantir a sistematização e aprendizagem da leitura/escrita/letramento ao longo de todo o processo, bem como o desenvolvimento integral do aluno, permitindo que este experimente uma aprendizagem dinâmica, prazerosa e eficaz. </li></ul>
  14. 15. <ul><li>OBJETIVO GERAL </li></ul><ul><li>Reestruturar o Ensino Fundamental para nove anos, garantindo às crianças de 6, 7 e 8 anos a aquisição da alfabetização/letramento na perspectiva da ludicidade e do seu desenvolvimento global. </li></ul>
  15. 16. <ul><li>OBJETIVOS ESPECÍFICOS </li></ul><ul><li>Reorganizar o tempo/espaço da escola, com vistas ao pleno desenvolvimento da criança e sua efetiva alfabetização/letramento. </li></ul><ul><li>Valorizar a formação continuada dos professores, estimulando a ação-reflexão-ação da prática pedagógica. </li></ul>
  16. 17. <ul><li>Refletir sobre o processo de ensino e de aprendizagem permitindo a criança: </li></ul><ul><li>a. Vivenciar experiências prazerosas de aprendizagem, ressignificando as atividades escolares; </li></ul><ul><li>b. Interagir solidariamente com seus pares e demais membros da comunidade escolar; </li></ul>
  17. 18. <ul><li>c. Perceber o espaço escolar como ambiente de trabalho cooperativo e de equipe, responsabilizando-se pela organização da vida coletiva e pela construção de novos conhecimentos; </li></ul><ul><li>d. Sentir-se apoiada e estimulada a refletir, questionar. pesquisar, tomar iniciativa, enfim, ser o sujeito ativo no processo educativo. </li></ul>
  18. 19. ESTRUTURA FUNCIONAL DO BIA <ul><li>Para enturmação inicial dos alunos será considerado idade e nível de desenvolvimento da aprendizagem . </li></ul><ul><li>Idades de referência, sem considerar distorção idade-série: </li></ul><ul><li>Seis Anos  Etapa I </li></ul><ul><li>Sete Anos  Etapa II </li></ul><ul><li>Oito Anos  Etapa III </li></ul>
  19. 20. ESTRUTURA FUNCIONAL DO BIA <ul><li>Aluno com matrícula nova na Rede Oficial de Ensino do DF, com mais de 7 anos, que não comprove estudos anteriores - deverá passar por Teste Diagnóstico realizado pela equipe técnico-pedagógica da escola, para indicação da etapa de enturmação, com registros em ata específica. </li></ul>
  20. 21. PROGRESSÃO DOS ALUNOS NO BIA <ul><li>Na Etapa I do BIA, não haverá retenção , exceto para os alunos que não cumprirem a freqüência mínima de 75%, conforme determina a legislação vigente. </li></ul><ul><li>Na Etapa II do BIA, em função da flexibilização curricular quanto à temporalidade , poderão ser retidos os alunos com necessidades educacionais especiais – ANEE mediante estudo de caso realizado pela equipe pedagógica da escola e parecer final da Diretoria de Ensino Especial – DEE/SEDF. </li></ul>
  21. 22. PROGRESSÃO DOS ALUNOS NO BIA <ul><li>Na Etapa III do BIA haverá a possibilidade de retenção de alunos, considerando os aspectos relativos ao desenvolvimento da aprendizagem requerida nesta etapa de ensino, acompanhada por meio de um processo de avaliação formativa. </li></ul>
  22. 23. ENTURMAÇÃO DE CRIANÇAS FORA DE FAIXA ETÁRIA (acima de 8 anos) <ul><li>Crianças com defasagem idade-série serão acompanhadas por Projeto Interventivo , construído pelo professor regente em parceria com todos da escola; </li></ul><ul><li>Crianças com mais de dois anos de defasagem idade-série poderão ser atendidas em programas de correção de fluxo específico; </li></ul><ul><li>Orienta-se não enturmar todas as crianças com defasagem idade-série em uma mesma turma. </li></ul>
  23. 24. <ul><li>FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES. </li></ul><ul><li>REAGRUPAMENTO. </li></ul><ul><li>PROJETO INTERVENTIVO </li></ul><ul><li>QUATRO PRÁTICAS DA ALFABETIZAÇÃO </li></ul><ul><li>AVALIAÇÃO COMO PROCESSO FORMATIVO </li></ul>PRINCÍPIOS METODOLÓGICOS DO BIA
  24. 25. FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES – DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL DOCENTE <ul><li>DIREF / E. A. P. E. / UnB - CEFORM </li></ul><ul><li>CRA ( Centros de Referência em Alfabetização ) </li></ul><ul><li>Coordenação Coletiva das Escolas </li></ul>
  25. 26. CRA - Centro de Referência em Alfabetização <ul><li>PREVISTO NA PORTARIA Nº283/2005. </li></ul><ul><li>ARTICULADOR DO CRA E EQUIPE DE APOIO À APRENDIZAGEM. </li></ul><ul><li>ATRIBUIÇÕES GERAIS </li></ul><ul><li>PROMOVER OFICINAS E PALESTRAS - TROCA DE EXPERIÊNCIAS; </li></ul><ul><li>ATENDIMENTO ÀS ESCOLAS; </li></ul><ul><li>GRUPO DE ESTUDO PERMANENTE; </li></ul>
  26. 27. <ul><li>OFERECER SUPORTE TÉCNICO PEDAGÓGIDO PARA A ELABORAÇÃO DE PROJETOS; </li></ul><ul><li>REGISTRAR AS DISCUSSÕES E ATIVIDADES PEDAGÓGICAS RELACIONADAS À ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO ; </li></ul><ul><li>As ações desenvolvidas pelos CRA são coordenadas pelas DRE/NCP e pela Diretoria de Ensino Fundamental. </li></ul>
  27. 28. REAGRUPAMENTO <ul><ul><li>É UMA ESTRATÉGIA PEDAGÓGICA QUE OS PROFESSORES DO BIA DEVEM UTILIZAR PARA ESTIMULAR E FACILITAR O ACESSO DO ALUNO À LEITURA E ESCRITA, APRESENTA CARACTERÍSTICAS COMO: </li></ul></ul><ul><ul><li>DINAMICIDADE </li></ul></ul><ul><ul><li>PROVISIORIEDADE </li></ul></ul><ul><ul><li>DIVERSIDADE </li></ul></ul>
  28. 29. REAGRUPAMENTO PODE OCORRER EM 3 MODALIDADES <ul><li>INTRACLASSE: acontece no interior da sala de aula. </li></ul><ul><li>INTERCLASSE: acontece entre uma mesma etapa ou entre etapas diferentes no mesmo turno. </li></ul><ul><li>EXTRACLASSE: acontece entre uma mesma etapa ou entre etapas diferentes no turno contrário. </li></ul>
  29. 30. PROJETO INTERVENTIVO <ul><li>Atende aos alunos defasados idade-série; </li></ul><ul><li>Tem como meta o investimento em ações diferenciadas, de acordo com a realidade de cada turma, mas com o foco na aprendizagem significativa, contextualizada, lúdica e prazerosa; </li></ul><ul><li>Seus objetivos são específicos a um grupo de alunos . </li></ul>
  30. 31. Projeto Interventivo tem como características principais: <ul><li>Contextualização </li></ul><ul><li>Caráter Temporário </li></ul><ul><li>Avaliação Processual </li></ul><ul><li>Atendimento as Necessidade dos Alunos </li></ul><ul><li>Flexibilidade de Estratégias </li></ul><ul><li>Participação Coletiva de Todos da Escola </li></ul><ul><li>Ludicidade nas Ações Educativas </li></ul>
  31. 32. EIXO INTEGRADOR DO BIA <ul><li>ALFABETIZAÇÃO </li></ul><ul><li>E LETRAMENTO </li></ul><ul><li>LUDICIDADE </li></ul>
  32. 33. EPISTEMOLOGIA / METODOLOGIA DO BIA <ul><li>A concepção de aprendizagem adotada pelo BIA corrobora com uma perspectiva de construção do conhecimento numa relação sócio-histórica interacionista. </li></ul>
  33. 34. CONCEPÇÃO METODOLÓGICA DO BIA <ul><li>ESTE TRABALHO DEVE CONTEMPLAR AS QUATRO PRÁTICAS DO ENSINO DA LÍNGUA (Lígia Klein): </li></ul><ul><li>PRÁTICA DE LEITURA E INTERPRETAÇÃO </li></ul><ul><li>PRÁTICA DA PRODUÇÃO TEXTUAL ( ORAL E ESCRITO ) </li></ul><ul><li>PRÁTICA DE ANÁLISE LINGÜÍSTICA </li></ul><ul><li>PRÁTICA DA PRODUÇÃO DE ATIVIDADES PARA A SISTEMATIZAÇÃO DO CÓDIGO </li></ul>
  34. 35. AVALIAÇÃO NO BIA <ul><li>AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA - Perfil de entrada no BIA. </li></ul><ul><li>AVALIAÇÃO PROCESSUAL e CONTÍNUA </li></ul><ul><li>Acompanhamento do processo individual dos alunos ao longo do ano letivo. Será feito pelo professor e equipe pedagógica da escola, com registro no Diário de Classe e Relatório Individual Descritivo do aluno. </li></ul><ul><li>EQUIPES DO CRA- Acompanham os resultados sistematicamente e os discute nos fóruns de rendimento (bimestrais ou semestrais) </li></ul>
  35. 36. AVALIAÇÃO NO BIA <ul><li>AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA - Perfil de entrada no BIA. </li></ul><ul><li>AVALIAÇÃO PROCESSUAL e CONTÍNUA </li></ul><ul><li>Acompanhamento do processo individual dos alunos ao longo do ano letivo será feito pelo professor e equipe pedagógica da escola e registro no Diário de Classe e Relatório Individual Descritivo do aluno </li></ul>
  36. 37. EQUIPE DO BIA <ul><li>SUBEB: </li></ul><ul><li>DIREF/ NEFAI </li></ul><ul><li>DRE / NMP </li></ul><ul><li>ARTICULADORA DO CRA </li></ul><ul><li>EAPE </li></ul><ul><li>EQUIPES DE APOIO/ATENDIMENTO PSICOPEDAGÓGICO </li></ul><ul><li>GMULT/ OFICINA PEDAGÓGICA </li></ul><ul><li>DEE </li></ul>
  37. 38. <ul><li>“ “ O direito da criança a um tempo maior de escolaridade obrigatória deve ser compreendido como ampliação de suas possibilidades de aprender e de interagir com parceiros da mesma idade e com outros mais experientes”. </li></ul><ul><li>(Subsecretaria de Educação Básica – MEC, 2004) </li></ul>

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