Successfully reported this slideshow.
We use your LinkedIn profile and activity data to personalize ads and to show you more relevant ads. You can change your ad preferences anytime.

Novas tecnologias, novos modos de viver

1,391 views

Published on

Published in: Travel, Business
  • Be the first to comment

Novas tecnologias, novos modos de viver

  1. 1. Novas tecnologias, novos modos de viver Teresa Melo
  2. 3. Técnicas e tecnologias
  3. 5. Estiletes de prata e chumbo; réguas, esquadros e compassos; pincéis de pêlo de esquilo, castor e texugo para aplicar as suas cores. Facas com diferentes utilizações: alisar as camadas preparatórias, misturar os pigmentos com o aglutinante, corrigir alguns traços ou riscos do desenho. Para polir e sombrear as folhas de ouro utiliza pedras de ágata ou dentes de lobo. Estiletes metálicos para gravar e puncionar motivos decorativos na folha de ouro. Almofarizes, vasos e copos para preparar e conservar as cores. O iluminador dispunha de dois tipos de colorantes: colorantes naturais obtidos a partir de minerais ou de matérias orgânicas, e colorantes artificiais obtidos por reação química. Estes últimos só poderiam ser utilizados depois de um meticuloso processo de preparação. Certas composições de pigmentos atacavam o pergaminho. http://www.biblio.ufpe.br/dbases/bv/Iluminuras/principal.html
  4. 6. Crónica Geral de Espanha , um dos mais importantes textos historiográficos da Idade Média http://www.universal.pt/scripts/hlp/hlp.exe/multimedia?tipo=2&p=-1&texto=Autores
  5. 7. A cidade de Florença - 1460 [1] Os grandes artistas – gótico e renascimento . Michelangelo. 2ª ed. São Paulo: Ed. Nova Cultural. 1991. p. 6 Globalização embrionária
  6. 8. Mapa-múndi de Bartolomeu Velho, 1561 O desenho do mundo
  7. 11. A feição deles é serem pardos, um tanto avermelhados, de bons rostos e bons narizes, bem feitos. Andam nus, sem cobertura alguma. Nem fazem mais caso de encobrir ou deixar de encobrir suas vergonhas do que de mostrar a cara. O mundo no papel
  8. 12. Vista da baía do Rio de Janeiro , 1844. CONDE DE CLARAC - Forêt Vierge du Brésil - gravura em metal - O Conde de Clarac esteve em 1816 no Brasil, tendo executado desenhos que Humboldt considerou a representação mais fiel da natureza dos Trópicos. A imagem do outro lado do mundo
  9. 13. A primeira máquina moderna de calcular - 1642 .
  10. 14. O primeiro tear automático - 1801
  11. 15. Do porto de Marselha à capital são mais de 1800 li que se percorre em, no máximo, quinze horas: o trem é de fato tão rápido quanto o relâmpago ou o vento da tempestade! Wang Tao, viajante chinês [1] Medida correspondente a 0,5 quilômetro. Máquinas ligeiras – o mundo mais perto
  12. 16. Teatro chinês, durante a Exposição Universal de 1867. O mundo se mostra para o mundo
  13. 17. O Panorama é um tipo de pintura mural, monumental como sistema de representação, quanto como sistema arquitetural - eram construídos em prédios equivalentes a dois ou três andares.O Panorama é um dos precursores do cinema, por ele antecipado em seu realismo, em sua grandeza arquitetural, mas também em relação ao movimento. O espectador "embarcava" num espaço que simulava as laterais de um trem. Uma vez ali instalado, ele assistia a uma viagem no Mississipi ou no Grand Canyon, através de uma grande imagem pintada que desfilava diante dele durante horas (chegou-se a falar em horas de viagem e algo em torno de 3 milhas de comprimento)
  14. 18. <ul><li>Descoberta e o aperfeiçoamento de tecnologias importantes: </li></ul><ul><li>Para os olhos : memória, reprodução e distribuição visual da realidade: telégrafo, microfilme, fotografia e o cinema. </li></ul><ul><li>Para os ouvidos : gravador de som, o rádio e o telefone. </li></ul><ul><li>Para as pernas : a velocidade de locomoção é potencializada pela invenção do automóvel a gasolina e, no limiar do século seguinte, do avião. </li></ul>O mundo amplia seus sentidos
  15. 19. Fotografia
  16. 20. Imagem do cenário de Monte Carlo para o filme Esposas Ingênuas, 1922. O olho do fotógrafo registra a equipe que se prepara para registrar a cena. Olhos que ‘vêem’ por nós
  17. 21. <ul><li>No meio digital a informação não é transcrita de modo contínuo num meio físico, mas discretizada e convertida em símbolos abstratos. </li></ul><ul><li>Isto significa uma nova maneira de transmitir e obter informações, que não mais depende dos processos de reprodução, mas de dispositivos de conversão. </li></ul>A era digital
  18. 22. <ul><li>apropriação das tecnologias de informação e comunicação por parcelas cada vez maiores da sociedade </li></ul><ul><li>convergência tecnológica </li></ul><ul><li>mediações nominadas como Cibernéticas ou digitais, que não estão restritas apenas ao uso da Internet. </li></ul><ul><li>outra organização do mundo, pelo potencial de comunicação , de aproximação entre realidades distantes, redes de transmissão e comunicação para troca de informações políticas, econômicas, culturais e de lazer </li></ul>A era digital e o Ciberespaço
  19. 23. <ul><li>novas maneiras de estar no mundo e de relacionamento social. </li></ul><ul><li>“ estar em rede” – no trabalho, na cultura, na política, na organização social, na economia, no conhecimento, na busca da identidade. </li></ul><ul><li>A rede não é o produto de tecnologias, mas o imbricamento destas com as relações e organizações sociais que foram se modificando ao longo do tempo nos diversos âmbitos: trabalho, lazer e educação. </li></ul><ul><li>Manuel Castells </li></ul>Ciberespaço e novos espaços de relacionamento
  20. 24. Rede <ul><li>Rede = conjunto de nós interconectados. </li></ul><ul><li>Cada nó pode ser um indivíduo ou um grupo de indivíduos organizados em torno de um interesse comum. </li></ul><ul><li>Cada nó pode ser potencializado por sua inserção nas redes, uma vez que elas são espaços de encontro, de acolhimento, de troca, de organização social – ou seja, espaços de partilhar, de pôr em comum, ‘comunicar’. </li></ul><ul><li>Manuel Castells </li></ul>
  21. 25. <ul><li>comunidades de discurso – intercâmbio de opiniões </li></ul><ul><li>comunidades de prática – troca de habilidades </li></ul><ul><li>comunidades de aprendizagem </li></ul><ul><li>(Em última instância, todas são comunidades de aprendizagem.) </li></ul><ul><li>Jesús Beltrán Llera </li></ul>Redes e Comunidades Virtuais
  22. 26. Letramento Digital
  23. 30. Sofia Soares Araújo – 5 anos
  24. 32. Le tramento é o estado ou condição de quem exerce as práticas sociais de leitura e de escrita, de quem participa de eventos em que a escrita é parte integrante da interação entre pessoas”. Magda Soares A definição de alfabetização não é estática, mas histórica. Muda conforme as exigências e usos sociais, e também quando mudam as tecnologias da escrita. Estar alfabetizado neste início do século XXI exige muito mais que antes. Emília Ferreiro
  25. 33. Três possibilidades potencializadas pela Internet Pesquisa Publicação Comunicação
  26. 34. <ul><li>milhares de informações disponíveis, mas o que dá sentido é a clareza de por que e para que a buscamos. </li></ul><ul><li>permite exercitar a capacidade de uso de diferentes tipos de material escrito. </li></ul><ul><li>contextualizar, analisar e classificar essas informações é o que garante o acesso ao conhecimento. </li></ul>Pesquisa
  27. 35. <ul><li>Fazer público – a quem é dado publicar? </li></ul><ul><li>Dar ao público - questão de autoria </li></ul><ul><li>Deixar-se ver – revelar o que vemos </li></ul><ul><li>Mostrar-se em público – de consumidor a produtor </li></ul>Publicação
  28. 36. <ul><li>não-presencial, interativa, multidirecional e descentralizadora – a comunicação em rede . </li></ul><ul><li>quando se entra na rede nunca se está sozinho </li></ul>Comunicação
  29. 37. Uma coisa é certa: vivemos hoje uma destas épocas limítrofes na qual toda a antiga ordem das representações e dos saberes oscila para dar lugar a imaginários modos de conhecimento e estilos de regulação social ainda pouco estabilizados. Vivemos um destes raros momentos em que, a partir de uma nova configuração técnica, quer dizer, de uma nova relação com o cosmos, um novo estilo de humanidade é inventado. Pierre Lévy
  30. 39. <ul><li>BIBLIOGRAFIA </li></ul><ul><li>Castels, Manuel. A sociedade em rede . V. 1. São Paulo: Paz e Terra, 2002. </li></ul><ul><li>Costella, Antônio. Comunicação – do grito ao satélite. São Paulo: Mantiqueira, 1984. </li></ul><ul><li>CENPEC, Coleção Educarede: Internet na Escola .[on line].Disponível em : http://www.educarede.org.br/educa . 2006. Acesso em 29/3/2007. </li></ul><ul><li>Featherestone, Mike. Cultura global – nacionalismo, globalização e modernidade . Petrópolis: Vozes, 1994. </li></ul><ul><li>Iazzetta, Fernando. Reflexões sobre a Música e o Meio, in XIII Encontro da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Música, 2001. </li></ul><ul><li>Levy, André. Novas cartas edificantes e curiosas do extremo Ocidente. São Paulo: Companhia das Letras. 1988. </li></ul><ul><li>Levy, Pierre. As tecnologias da inteligência. Rio de Janeiro: Editora 34, 1993. </li></ul><ul><li>Melo, Teresa Mary Pires de Castro Melo. Meio Ambiente em Rede: Uma experiência de gestão da Comunicação integrando Educação a Distância e Meio Ambiente. - Tese de Doutoramento. ECA-USP-SP, 2006 </li></ul><ul><li>Santos, Milton. A natureza do espaço – técnica e tempo, razão e emoção . São Paulo: Ed. Hucitec, 1996. </li></ul><ul><li>Soares, Magda. Letramento: um tema em três gêneros. Belo Horizonte: Autêntica, 1998. </li></ul>

×