DIA DO SARESP NA ESCOLA

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DIA DO SARESP NA ESCOLA

  1. 1. PRESSUPOSTO O SARESP se CARACTERIZA COMO UMA AVALIAÇÃO EXTERNA QUE PRODUZ INDICADORES PARA ESTABELECER UM DIAGNÓSTICO DO SISTEMA EDUCACIONAL. SEUS RESULTADOS SÃO FUNDAMENTAIS PARA GERAR ESTRATÉGIAS DE MELHORIA DA EDUCAÇÃO
  2. 2. As instituições escolares recebem os boletins com seus resultados específicos, e podem, a partir deles, analisar a qualidade do ensino oferecido à sua comunidade e as variáveis que influenciam nos resultados.
  3. 3. SARESP – MATRIZ DE REFERÊNCIA PARA AVALIAÇÃO - COMO DEFINIR UMA MATRIZ DE REFERÊNCIA? - COMO, A PARTIR DELA, PROPOR QUESTÕES PARA CADA DISCIPLINA? - COMO INTERPRETAR OS RESULTADOS DAS PROVAS A PARTIR DAS REFERÊNCIAS DE SUA CONSTRUÇÃO?
  4. 4. DIANTE DESTAS QUESTÕES: É FUNDAMENTAL DEFINIR UMA MATRIZ DE REFERÊNCIA EM SITUAÇÕES DE APRENDIZAGEM E ENSINO; AVALIAÇÃO (DE MODO INDIRETO E INFERENCIAL) A OCORRÊNCIA EFETIVA DE APRENDIZAGEM;
  5. 5. ESTABELECE CORRESPONDÊNCIA ENTRE UMA SITUAÇÃO (DO CASO, DE ENSINO E APRENDIZAGEM) E A OUTRA SITUAÇÃO – O QUE É LEGÍTIMO DE SER AVALIADO EM UMA PROVA; QUANTO AO INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO FORMATIVA QUE ACONTECE NA ESCOLA PELOS PROFESSORES
  6. 6. UMA MATRIZ DE REFERÊNCIA DE AVALIAÇÃO PODE TER MUITAS FINALIDADES. A MAIS IMPORTANTE DELAS É O SEU PODER DE SINALIZAÇÃO DAS ESTRUTURAS BÁSICAS DE CONHECIMENTOS A SEREM CONSTRUÍDAS PELAS CRIANÇAS E JOVENS POR MEIO DOS DIFERENTES COMPONENTES CURRICULARES EM CADA ETAPA DA ESCOLARIDADE BÁSICA.
  7. 7. NO CASO DO SARESP, A MATRIZ FOI ELABORADA A PARTIR DA NOVA PROPOSTA CURRICULAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. OS CONTEÚDOS, COMPETÊNCIAS E HABILIDADES APONTADOS NO CURRÍCULO, PARA CADA SÉRIE E DISCIPLINA, INDICAM AS BASES CONCEITUAIS DA MATRIZ PROPOSTA PARA AVALIAÇÃO.
  8. 8. Com ISSO, CONFIGURAM-SE AS REFERÊNCIAS QUE POSSIBILITAM, DE UM LADO, A CONSTRUÇÃO DAS PROVAS POR SEUS ELABORADORES, E DE OUTRO, A POSIÇÃO (SEGUNDO NÍVEIS DE DESEMPENHO) DOS ALUNOS QUE AS REALIZAREM.
  9. 9. Os indicadores relativos a esta posição são obtidos por uma escala de proficiência, por intermédio da qual se define o quanto e o quê cada aluno ou escola realizaram no contexto desse exame.
  10. 10. Referências entre habilidades, conteúdos e competências avaliadas e expressas nos níveis de desempenho da escala de proficiência do saresp.
  11. 11. As habilidades possibilitam inferir, pela escala de proficiência adotada, o nível em que os alunos dominam as competências cognitivas, avaliadas relativamente aos conteúdos das disciplinas e em cada série ou ano escolares.
  12. 12. Os conteúdos e as competências (formas de raciocinar e tomar decisões) correspondem, assim, COM habilidades a serem consideradas nas respostas às diferentes questões ou tarefas das provas.
  13. 13. Competências cognitivas São modalidades estruturais da inteligência. Modalidades = expressam o que é necessário para compreender ou resolver um problema; Ao mesmo tempo representam diferentes formas ou caminhos de se conhecer.
  14. 14. Síntese das competências cognitivas avaliadas no exame do saresp
  15. 15. Grupo i (competência para observar/ localizar)
  16. 16. Grupo ii ( competência para realizar/ relacionar)
  17. 17. Grupo iii (competência para compreender/ abstrair)
  18. 18. É necessário destacar ainda que muitas competências e habilidades indicadas no currículo, embora importantes para o trabalho em sala de aula, não foram incluídas nas matrizes, pois são passíveis de ser avaliadas em instrumentos formais de provas realizadas em larga escala, como é o saresp. Portanto devem fazer parte da avaliação formativa contínua realizada pelos professores.
  19. 19. Níveis de desempenho X média obtida em cada componente curricular
  20. 20. Saresp x níveis de desempenho Agrupamento de pontos da Escala de Proficiência caracterizados a partir das expectativas de aprendizagem para cada série. Abaixo do básico: menor que 175 Básico: entre 175 e 225 Adequado: entre 225 e 275 Avançado: acima de 275
  21. 21. ABAIXO DO BÁSICO: MENOR DO QUE 150 GÊNERO DE DOMÍNIO: HISTÓRIA EM QUADRINHOS E CONTOS CLÁSSICOS DA LITERATURA INFANTIL TEMA 2: RECONSTRUÇÃO DOS SENTIDOS DO TEXTO; TEMA 6: COMPREENSÃO DOS TEXTOS LITERÁRIOS.
  22. 22. NÍVEL BÁSICO: ENTRE 150 E 200 GÊNERO DE DOMÍNIO: RECEITA CULINÁRIA, PROPAGANDA COMERCIAL, ARTIGO DE DIVULGAÇÃO ADAPTADO PARA CRIANÇAS, NOTÍCIAS, CARTA FAMILIAR, TIRA EM QUADRINHOS, FOTO, FÁBULA, POEMA TEMA 1: RECONSTRUÇÃO DAS CONDIÇÕES DE PRODUÇÃO E RECEPÇÃO DE TEXTOS. TEMA 2: RECONSTRUÇÃO DE SENTIDOS DO TEXTO.
  23. 23. TEMA 3: RECONSTRUÇÃO DA TEXTUALIDADE. TEMA 4: RECUPERAÇÃO DA INTERTEXTUALIDADE E ESTABELECIMENTO DE RELAÇÕES ENTRE TEXTOS. TEMA 5: REFLEXÃO SOBRE OS USOS DA LÍNGUA FALADA E ESCRITA. TEMA 6; COMPREENSÃO DE TEXTOS LITERÁRIOS
  24. 24. NÍVEL ADEQUADO: ENTRE 200 E 250 GÊNEROS DE DOMÍNIO: ALÉM DOS JÁ CITADOS ANTERIORES – VERBETE DE ENCICLOPÉDIA, TEXTO DE INSTRUÇÕES, REPORTAGEM, CARDÁPIO, VERBETE HISTÓRICO, CRÔNICA, SEGMENTO DE ROMANCE TEMA 1; TEMA 2; TEMA 3; TEMA 4; TEMA 5; TEMA 6
  25. 25. NÍVEL AVANÇADO: ACIMA DE 250 GÊNEROS DE DOMÍNIO: (ALÉM DOS JÁ CITADOS ANTERIORES): BILHETE. TEMA 1, TEMA 2, TEMA3, TEMA 5, TEMA 6. ( VER MATRIZES DE REFERÊNCIA PARA AVALIAÇÃO – DOCUMENTO BÁSICO – PG30, 31 E 32).
  26. 26. DISTRIBUIÇÃO PERCENTUAL DE ALUNOS EM NÍVEIS DE PROFICIÊNCIA – LÍNGUA PORTUGUESA
  27. 27. ONDE ESTAMOS E O QUE É PRECISO MODIFICAR , INCLUIR OU CONSOLIDAR PARA GARANTIR, A CADA ALUNO, SEU DIREITO DE APRENDER?
  28. 28. Matemática: Abaixo do básico: menor do que 175. Tema 1: números, operações, funções; Tema 2: espaço e forma; Tema 4: tratamento da informação.
  29. 29. Nível básico: entre 175 e 225 Tema 1: números, operações, funções; Tema 2: espaço e forma; Tema 3: grandezas e medidas; Tema 4: tratamento da informação.
  30. 30. Nível adequado: entre 225 e 275 Tema 1: números, operações, funções; Tema 2: espaço e forma; Tema 3: grandezas e medidas; Tema 4: tratamento da informação.
  31. 31. Nível avançado: acima de 275 tema 1: números, operações, funções; Tema 2: Espaço e forma; Tema 3: grandezas e medidas. (ver matrizes de referência para avaliação – documento básico- pg 66 e 67)
  32. 32. DISTRIBUIÇÃO PERCENTUAL DE ALUNOS EM NÍVEIS DE PROFICIÊNCIA – matemática
  33. 33. A média de proficiência da diretoria de caieiras foi igual, superior, inferior da média da rede estadual? O que podemos justificar?
  34. 34. Reflexão... Por que os alunos localizados nos níveis inferiores não alcançaram os níveis esperados de aprendizagem?
  35. 35. O que o aluno precisa saber para responder esta questão?
  36. 37. H8: localizar itens de informação explícita em um texto, com base em uma dada proposição afirmativa de conhecimento de mundo social.
  37. 40. H5- localizar item de informação explícita, posicionado em segmento inicial de um texto, considerando um único critério para recuperar a informação ( o que, quem, quando, onde, como, por que)
  38. 41. Matemática
  39. 42. H8 - Identificar seqüências numéricas.
  40. 44. H25 – estabelecer relações entre unidade de medida de tempo.
  41. 47. H 29 – ler e/ou interpretar informações e dados apresentados em tabelas e construir tabelas
  42. 48. Análise quantitativa e análise qualitativa Como coordenar isso na escola?
  43. 49. 1) Consultar o boletim da escola e analisar, no gráfico, a média de proficiência em língua portuguesa e matemática.
  44. 50. <ul><li>2) Refletir sobre os dados e justificar considerando: </li></ul><ul><li>Dimensão comunicacional; relações de comunicação entre as pessoas em sua escola. </li></ul><ul><li>Dimensão didática. Relações definidas na Proposta Pedagógica da escola e sua aplicação de fato. </li></ul>
  45. 51. 3) A distribuição do percentual ao longo dos níveis de proficiência traz informações sobre a quantidade de alunos que se encontram nos diferentes níveis de desempenho. Essa informação é importante para tomar decisões sobre o processo de intervenção pedagógica na escola.
  46. 52. Observação: quanto maior for o percentual de alunos posicionados nos níveis superiores (adequado e avançado) e menor o percentual nos níveis inferiores ( abaixo do básico e básico), melhor será o resultado da escola.
  47. 53. Importante... Os resultados do saresp devem ser analisados pelas escolas em função das metas de aprendizagem definidas pelo idesp)
  48. 54. <ul><li>O que deve ser abordado no dia 7 de julho: </li></ul><ul><li>análise do boletim da escola; </li></ul><ul><li>considerar a escala de proficiência (abaixo do básico, básico, adequado e avançado) </li></ul><ul><li>reflexão: </li></ul><ul><li>1) por que os alunos localizados nos níveis inferiores, não alcançaram os níveis de aprendizagem? </li></ul><ul><li>2) o que é preciso modificar, incluir ou consolidar para garantir, a cada aluno, seu direito de aprender? </li></ul><ul><li>3) qual a intersecção do plano de ensino, rotina, matriz curricular e currículo? </li></ul>
  49. 55. Combinar para o replanejamento: Discutir a matriz de referência antes de discutir o relatório; Analisar algumas das questões do saresp 2008, compreendendo as respostas dos alunos (erros); Identificar quais competências, habilidades e conteúdos previstos são essenciais para que os alunos possam dar continuidade aos estudos (quais são os limites)?
  50. 56. Como será especificamente verificado se os alunos apresentam o domínio das competências, habilidades, conteúdos previstos? O que será feito com os alunos que não conseguem aprender aquilo que foi previsto? Qual a proposta de ação da escola?
  51. 57. “ dar ao cotidiano na sala de aula o mesmo tratamento disciplinar que temos dado ou devemos dar ao ensino e à aprendizagem de língua portuguesa, matemática, ciências e artes pode ser um caminho para a boa realização da escola para todos. Para isso, é necessário desenvolvermos competências e habilidades relacionadas às categorias e aos modos de ser do real em sua expressão diária.” lino de macedo

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