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ESTRATÉGIA PARA O AUMENTO DA COMPETITIVIDADE PORTUÁRIA - Horizonte 2016-2026

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Powerpoint de suporte à apresentação, pela Ministra do Mar, Ana Paula Vitorino, da “Estratégia para o Aumento da Competitividade Portuária”.
A apresentação ocorreu esta segunda-feira, 19 de Dezembro, no Terminal XXI do Porto de Sines, em cerimónia presidida pelo Primeiro-Ministro António Costa.
A governante disse, na ocasião, termos «um objetivo muito firme à nossa vista: criar 12 000 novos postos de trabalho até 2030».
«Temos previsto, para a próxima década, a captação de investimento na ordem dos dois mil e quinhentos milhões de euros», acrescentou, referindo-se a investimento nacional e internacional, privado, público e comunitário.
Os portos nacionais são uma peça fundamental do Programa Nacional de Reformas, sendo «cruciais para maximizar a vantagem competitiva da centralidade euro-atlântica de Portugal», disse Ana Paula Vitorino.
«Queremos que os portos portugueses sejam um hub fundamental para a internacionalização da economia portuguesa, para criar valor através da captação de mais mercadorias, novos investimentos de apoio ao desenvolvimento de novas plataformas de desenvolvimento tecnológico ligadas à investigação, à inovação, à ciência e à tecnologia», disse.
Estas plataformas devem estar «sobretudo relacionadas com os setores das energias renováveis oceânicas, dos recursos minerais e energéticos, do ambiente, da robótica submarina, da construção e reparação naval e da aquicultura, contribuindo para a obtenção de um sistema sustentável, quer do ponto de vista económico-financeiro, quer do ponto de vista social e ambiental».
«A nossa ambição é constituir Portugal como um importante polo logístico de excelência na Europa e potenciar os portos como rampa de lançamento nas restantes atividades ligadas à economia do mar», concluiu a Ministra.
Ao Primeiro-Ministro coube encerrar a sessão.
«O comércio internacional com base na navegação marítima tem um cenário favorável e Portugal tem uma posição privilegiada», afirmou António Costa.

Por isto, «Portugal tem potencial para o crescimento da atividade portuária», acrescentou durante a sua intervenção na cerimonia integrada na Agenda Mais Crescimento.
O Primeiro-Ministro disse que «o contexto internacional favorece-nos», referindo a «alteração fundamental que resultou da entrada em funcionamento da duplicação do canal do Panamá, que valorizará, seguramente, as rotas entre o Pacífico e o Atlântico».
A juntar a isto, António Costa apontou o interesse da China em aumentar o seu comércio com a Europa durante as próximas décadas, referindo que «sermos incluídos nesta estratégia significa que temos um enorme potencial de crescer na nossa atividade portuária».

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ESTRATÉGIA PARA O AUMENTO DA COMPETITIVIDADE PORTUÁRIA - Horizonte 2016-2026

  1. 1. ESTRATÉGIA PARA O AUMENTO DA COMPETITIVIDADE PORTUÁRIA 19 de dezembro 2016 - Horizonte 2016-2026 -
  2. 2. 1. Objetivos estratégicos e metas 2. Plano de Ação 2026 3. Visão Futura
  3. 3. CRIAR 12.000 NOVOS POSTOS DE TRABALHO ATÉ 2030 OBJETIVOS ESTRATÉGICOS Adequar infraestruturas e equipamentos ao aumento da dimensão dos navios e da procura e às ligações ao hinterland Melhoria das condições de operacionalidade das unidades portuárias Criar nos portos plataformas de aceleração tecnológica e de novas competências A C B
  4. 4. OBJETIVOS ESTRATÉGICOS E METAS Adequar infraestruturas e equipamentos ao aumento da dimensão dos navios e da procura e às ligações ao hinterlandA A.1. Impulsionar a afirmação dos portos nacionais no sistema logístico global A.2. Captar mais investimento nacional e internacional, maximizando o investimento privado e comunitário A.3. Aumentar a movimentação de contentores nos portos comerciais do continente A.4. Promover/Incentivar a Intermodalidade Marítima, Fluvial e Terrestre No Plano Portuário 83% Privado, 11% Público, 6% Comunitário Aumentar em 200% a movimentação de contentores nos portos comerciais do continente METAS Diminuir em 20% o tráfego rodoviário de ligação aos portos e aumentar o tráfego fluvial de mercadorias
  5. 5. OBJETIVOS ESTRATÉGICOS E METAS Melhoria das condições de operacionalidade das unidades portuáriasB B.1. Tornar as empresas do setor referências internacionais de know how e de eficiência, através do recurso a novas tecnologias de informação e telecomunicações e da introdução de simplificação de procedimentos B.2. Garantir padrões de elevada eficiência, nas vertentes operacional, laboral, ambiental, energia e segurança
  6. 6. OBJETIVOS ESTRATÉGICOS E METAS Criar nos portos plataformas de aceleração tecnológica e de novas competênciasC C.1. Incentivar a inovação e modernização do setor (formação, I&D e tecnologia) C.2. Criar plataformas de aceleração tecnológica nos portos para novos negócios nas indústrias avançadas do mar C.3. Transformar o sistema portuário português numa «área de serviço» para abastecimento de navios a GNL e num hub re- exportador de GNL C.4. Aumentar o volume de negócios e o grau de especialização da indústria naval Aumentar 50% o volume de negócios atividades conexas/transversais Criar condições para abastecimento de navios a GNL nos Portos do Continente até 2026 METAS Aumentar o 50% volume de negócios da indústria naval
  7. 7. 1. Objetivos estratégicos e metas 2. Plano de Ação 2026 3. Visão Futura
  8. 8. Ações previstas 2016 - 2026 Porto Descrição Viana do Castelo Aprofundamento do Canal de Navegação Melhoria do Acesso Rodoviário Leixões Novo Terminal de Contentores (Fundos -14 m ZH) Reconversão do Terminal de Contentores Sul (TCS) Aumentar Eficiência do Terminal de Granéis Sólidos e Alimentares Plataforma Multimodal Logística (Polos 1 e 2) Via Navegável do Douro Via Navegável do Douro 2020 Aveiro Construção de Terminal Intermodal na Zona de Atividades Logísticas e Industriais (ZALI) Infraestruturação da Zona de Atividades Logísticas e Industriais (ZALI) Implementação da Operacionalidade do Terminal de Granéis Líquidos
  9. 9. Porto Descrição Figueira da Foz Melhoria das acessibilidades marítimas e das infraestruturas Melhoria da segurança e operacionalidade na entrada do Porto Lisboa Novo Terminal de Contentores do Barreiro Navegabilidade do Estuário do Tejo até Castanheira do Ribatejo Construção do Novo Terminal de Cruzeiros (Fase 2) Aumento da Eficiência do Terminal de Alcântara Setúbal Melhoria das Acessibilidades Marítimas Sines Expansão do Terminal XXI (3ª Fase) Novo Terminal de Contentores - Terminal Vasco da Gama Portimão Melhoria das Acessibilidades Marítimas e Infraestruturas Marítimas Transversais Implementação da Janela Única Portuária III/Janela Única Logística Implementação da Fatura Única Portuária Modernização do VTS Implementação do Conceito Legal de Porto Seco Ações previstas 2016 - 2026
  10. 10. Viana do Castelo Leixões Aveiro Figueira da Foz Lisboa Setúbal Sines Portimão 10 Investimento: 429,5 M€ Crescimento: 8,2 MTON (+44%) Investimento: 24 M€ Crescimento: 1,2 MTON (+26%) Investimento: 746 M€ Crescimento: 5,6 MTON (+49%) Investimento: 670 M€* Crescimento: 56,9 MTON (+130%) Investimento: 24,5 M€ Crescimento: 30 M€ / ano (+67%) Indústria Naval Investimento: 77,6 M€ Crescimento: +15 % PAX Investimento: 36,1 M€ Crescimento: 933 mTON (+47%) Investimento: 25,2 M€ Crescimento: 4,5 MTON (+60%) Investimento: 17,5 M€ Crescimento: 165 mPAX Horizonte 2016 – 2026 Crescimento da Carga Total: 78MTON (+88%) Investimento: 2,1 / 2,5**MM€ * Ao que acresce cerca de 470 M€ da 2ª fase do novo terminal de contentores Vasco da Gama. ** Inclui 2ª fase do novo termina Vasco da Gama em Sines.
  11. 11. 1. Objetivos estratégicos e metas 2. Plano de Ação 2026 3. Visão Futura
  12. 12. Viana do Castelo Leixões Aveiro Figueira da Foz Lisboa Setúbal Sines Portimão Faro Via navegável do Douro Truck-2-ship Abastecimento de GNL no final da via para refuel dos navios Douro Azul GNL: INFRAESTRUTURAS MARÍTIMO-PORTUÁRIAS Potenciais localizações e capacidades Offshore bunkering: Ship-2-ship Abastecimento ship-to-ship para cruzeiros oceânicos GNL Onshore Bunkering Abastecimento de Cruzeiros Oceânicos e Douro Azul Central de Receção e Expedição de GNL GNL Onshore Bunkering Offshore Bunkering Hub de GNL Área de serviço Área de serviço Área de serviço GNL Onshore Bunkering Abastecimento de Navios em viagens transatlânticas Área de serviço Green Shipping Inter-llhas Uso do GNL nas viagens inter-ilhas Green Shipping Continente-Açores Uso do GNL nas viagens Continente-Açores Green Shipping Continente-Madeira Uso do GNL nas viagens Continente-Madeira Contributo para a descarbonização da eletricidade na Madeira e Açores O uso do GNL como fonte energética-base da mobilidade marítima entre Continente e Ilhas cria a viabilidade económica para substituição do fuel pelo gás natural na produção de eletricidade nos mercados da Madeira e dos Açores Offshore bunkering: Ship-2-ship Abastecimento ship-to-ship para cruzeiros oceânicos Área de serviço
  13. 13. Viana do Castelo Leixões Aveiro Figueira da Foz Lisboa Setúbal Sines Portimão Faro Cluster energias renováveis offshore Cluster navios especializados Cluster energias renováveis offshore Cluster Portos Digitais Cluster Green Shipping (GNL) Cluster Engenharia e Robótica Offshore Via navegável do Douro Cluster Green Shipping (GNL) Cluster Engenharia e Robótica Offshore Cluster Portos Digitais Cluster Green Shipping (GNL) Cluster Náutica Recreio (Mega-Iates) Cluster Green Port Cluster Portos Digitais Cluster Green Shipping (GNL) Cluster Reparação Naval Náutica de Recreio Cluster energias renováveis offshore Desenvolvimento de tecnologias de aproveitamento das energias renováveis marinhas Cluster navios especializados Produção de navios especializados (ex: bunkering GNL, suportes às operações de manutenção de renováveis e petróleo offshore, investigação oceânica, etc.) Cluster Green Shipping Capacidade onshore e/ou offshore de abastecimento GNL; Investigação para o aumento da eficiência energética dos navios e portos Cluster Engenharia e Robótica Offshore Serviços de I&D e comerciais de engenharia de estruturas offshore, navios autónomos e de robótica submarina Cluster Portos Digitais Capacidade instalada de digitalização e integração das funções de transportes e logística; Incubação de start-ups especializadas na digitalização dos serviços portuários e na criação de ferramentas de otimização da gestão portuária (ex: big data aplicado à gestão preditiva dos fluxos de movimentação portuária) Cluster Green Port Desenvolvimento de soluções industriais que aumentem a sustentabilidade ambiental do shipping (ex: Inovação da Ecoslops em Sines) Cluster Reparação Naval Náutica de Recreio Desenvolvimento de capacidades inovadoras no negócio e na reparação naval da náutica de recreio PLATAFORMAS DE ACELERAÇÃO TECNOLÓGICA DOS PORTOS Rede portuária de novos negócios e competências nas indústrias avançadas do mar
  14. 14. 14 PORTOS PORTUGUESES PLATAFORMA LOGÍSTICA GLOBAL dos grandes operadores mundiais ÁREA DE SERVIÇO GNL NO ATLÂNTICO Liderar a inovação no green shipping HUB ACELERADOR DE NEGÓCIOS +TECNOLOGIA Eficiente, Inteligente e Sustentável
  15. 15. ESTRATÉGIA PARA O AUMENTO DA COMPETITIVIDADE PORTUÁRIA 19 de dezembro 2016 - Horizonte 2016-2026 -

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