Successfully reported this slideshow.
We use your LinkedIn profile and activity data to personalize ads and to show you more relevant ads. You can change your ad preferences anytime.
Ebola e outros vírus de febre hemorrágica 
Ecologia de Populações 
Prof. Dr. Harold Gordon Fowler 
popecologia@hotmail.com
–Vírus de RNA 
–São de zoonose (o reservatório natural é um artrópode ou outro hospedeiro animal) 
–A doença se restringe ...
Febre, fatiga, tontura, mialgias, e prostração 
Os signos de sangramento variam desde hemorragia conjuntiva, hipotensão le...
–O órgão de alvo é a rede vascular. 
–Os atributos clínicos dominantes se devem aos danos microvasculares e mudanças da pe...
Informação epidemiológica geralmente transmite mais dicas sobre a doença. 
oFebres hemorrágicas da Vale do Rift, Congo-Cri...
Agente 
Sintomas 
Infecção 
Vacina 
Varíola 
Em 12 dias após exposição, começa febre alta, fatiga, e dores de costa, segui...
Vacinação 
A única vacina licenciada disponível é para a febre amarela VACINE-SE! 
Uma vacina experimental para a febre he...
Os pacientes de febre hemorrágica, com a exceção de infecções de hantavírus e febre do dengue, têm vírus infeccioso signif...
Filovírus Febre hemorrágica de Ebola Febre hemorrágica de Marburg 
Bunyavírus Febre hemorrágica de Crimea-Congo Febre do V...
Desde o ataque de 11 de setembro nos Estados Unidos, a localidade desse vírus ficou menos isolada com o crescimento das am...
Varíola 
Febre hemorrágica viral (Ebola, Marburg, e outros) 
Influenza A 
Vírus e bioterrorismo potencial
As “vantagens" de armas biológicas: relativamente baratas, mais fáceis de esconder do que as armas convencionais, potencia...
Os Centros para Controle e Prevenção de Doenças formularam uma lista de "Agentes Seletos" possíveis de bioterrorismo. Crit...
O agente infeccioso é o vírus Variola major. Altamente infeccioso – 10 a 100 partículas podem causar uma infecção. 
Erradi...
Varíola 
Varíola numa criança: Observe o progresso e distribuição das lesões do dia 1 ate o dia 7.
O grau de infecção do vírus foi evidenciado em 1970 
Um alemão retornou do Paquistão, após contrair o vírus. 
Foi hospital...
Na década de 1970 as autoridades soviéticas acharam que a assinatura da Convenção por quase todos os países de mundo apres...
O laboratório grande de pesquisa e desenvolvimento de armas biológicas foi chamado VECTOR, localizado em Koltsovo na Sibér...
VECTOR continua em atividade e realiza pesquisas com muitos vírus exóticos, incluindo Ebola, Marburg, e encefalite equina ...
O vírus da varíola existe em pelo menos dois locais na Rússia. 
A segurança dos estoques é desconhecida, especialmente dad...
A vacinação não existe no Brasil por mais de 30 anos. 
Atualmente poucas pessoas têm imunidade devido a infecção anterior ...
A varíola de forma de aerossol é muito estável, e num ambiente fresco e seco poderia sobreviver pelo menos 24 horas. 
Tran...
Complicando o problema seria o fato de que talvez outros tantos pacientes apresentariam uma doença desconhecida com erupçõ...
A varíola foi oficialmente erradicado como resultado de uma vacinação mundial e medidas de quarentena. O último caso regis...
Filoviridae ou “Filovirus” 
Grupo de vírus misterioso 
Patogênese não bem entendida 
Ebola 
–Historia natural e reservatór...
A Febre Hemorrágica deEbola 
Em 26 de agosto de 1976 em Yambuku, um vilarejo no norte de Zaire, um professor de 44 anos re...
República Democratica do Congo
O Vírus da Ebola 
Apareceu pela primeira vez em África em 1976 
“Febre Hemorrágica Africana” 
–Doença aguda geralmente fat...
Habitat Natural = Africa 
Zaire (República Democrática do Congo) 
–Ebola-Zaire 
Sudan 
–Ebola-Sudan 
Gabon 
Costa de Marfi...
Taxonomia da Ebola 
Classificação Taxonômica 
Ordem: Mononegavirales 
Família: Filoviridae 
Gênero: Viroses parecidos a Eb...
Família Filoviridae 
4 cepas ou subtipos: 
Ebola-Zaire (ZEBOV) 
Ebola-Sudão (SEBOV) 
Ebola-Costa de Marfim (ICEBOV) 
Ebola...
Patogênese da Ebola 
Entra o sistema sanguíneo 
– pele, membranas, feridas abertas 
Ao nível celular 
– junta com as membr...
Órgõs de Alvo e Métodos de Danos 
Os alvos são principalmente os vasos capilares pequenos. O vírus se afixa as paredes, e ...
Sintomas da infecção começam com febre, dor de cabeça e estomago, e diarrea -- sintomas iguais a várias infecções. 
Dentro...
Período de incubação: 2 a 21 dias 
Estágio I (não específico): 
-Astenia extrema (fraqueza geral) 
-diarrhea, náusea e vom...
Estágio II (Especifico): 
- Hemorragia 
- anormalidades neuropsicopatricas 
- anuíra (a ausência da formação de urina) 
- ...
Sintomas iniciais 
–Dores musculares, febre, vomito 
–Olhos vermelhos, erupções cutâneas, diarrhea, dores estomacais 
Sint...
Diagnose Clínico: 
Difícil porque os sintomas iniciais (olhos vermelhos, erupção cutânea) não são específicos ao vírus. 
R...
Nenhum tratamento padrão disponível 
Pacientes recebem terapia de apoio 
Tratamento de infecções que complicam 
Balançando...
Prevenção da Ebola 
Sem vacinas! 
Pacientes precisam ser isolados em quarentena 
Treinamento de Funcionários Médicos 
Prát...
Medidas de controle de infecção 
Precauções detalhadas para lidar com casos de suspeito de Ebola para limitar a transmissã...
Prevenção 
Após a morte o vírus fica contagioso nos fluidos por vários dias 
Enterros precisam exercer cuidados 
Manuseio ...
Epidemiologia da Ebola 
Reservatórios na Natureza 
–Desconhecidos 
–Podem ser animais infectados (primatas?) 
Transmissão ...
Transmissão 
A cepa Ebola-Reston pode ser transmitida de forma aérea (respiratória) 
As outras cepas se transmitam pelo co...
A febre hemorrágica de Ebola foi descrita pela primeira vez em 1976 
Apareceu em dois países em 1976 
Sudão – num vilarejo...
Surtos de Ebola 
Em 1976- Primeiro Surto Grande (ZEBOV) 
Em 1976 em Sudão (SEBOV) 
Ocorrem esporadicamente. 
Veja www.cdc....
Ano 
Vírus 
Localidade Geográfica 
Casos/mortes 
1976 
SEBOV 
Juba, Maridi, Nzara, e Tembura, Sudão 
284/151 (53%) 
1976 
...
Febre hemorrágica de Ebola 
Taxas de Mortalidade: 
Ebola-Sudan – 60% 
Ebola-Zaire – 77-88% 
Ebola-Reston – Isolado de maca...
A ética biogeográfica se defina como motivação baseada nas ideias de certo e errado ao lidar com a distribuição geográfica...
O vírus mata gorilas, chimpanzés e outros macacos. Porque registra alta mortalidade dos primatas, eles provavelmente não s...
A ligação entre a infecção humana pelo vírus de Ebola e sua proximidade aos primatas é evidente. 
Os surtos ocorrem em paí...
De onde vem a Ebola?
Três expedições de captura em áreas próximas de carcaças infectadas de gorila e chimpanzé no Gabon e no Congo. 
1,030 anim...
De onde vem a Ebola? 
2002 com Morcegos frutíferos 
Anticorpos contra Ebola 
Sequencias do gene de Ebola no fígado e baço ...
Analise Bayesiana e MP apoiam que o vírus são parentes do vírus que infecta o Homem 
= animais 
= humano
Reservatório Natural 
Suspeito ser um zoonose 
Porem, não conhecemos qual organismo infecta naturalmente 
Nunca encontrado...
Morfologia sob o microscópio eletrônico 
–Vírus filamentosa de RNA com envelope 
–aproximadamente 19 kb de comprimento (1 ...
Vírus de cadeias de RNA 
–RNA encolhido num envelope coberto com espinhos da célula hospedeira 
Bastões compridos (800-100...
Estrutura da genoma e proteínas da Ebola 
–Transcrito em 8 proteínas subgenómicas de mRNA: 7 estruturais e 1 não estrutura...
Proteínas
Patogênese da Ebola 
Núcleos virais 
–Se amontam na célula 
–Migram a superfície da célula 
–Produzem proteínas transmembr...
Infecção de vírus de Ebola-Reston em primatas não humanos em quarentena em Texas em 1996 
–Publicação descreve a morte e t...
A assembleia do nucleocápsideos do vírus de Ebola requer as proteínas 35 e 24 associadas com o vírus e a modificação após ...
Possibilidades futuras 
Numa pesquisa com macacos infectados publicada em dezembro de 2003 demonstrou uma possibilidade de...
Provavelmente não será uma arma terrorista potencial 
O vírus é tão letal para ser classificado como um agente do Tipo IV,...
Reemergence of Ebola Virus in Africa; Anthony Sanchez et al,EID Volume 1 * Number 3 July-September 1995 
http://www.cdc.go...
Upcoming SlideShare
Loading in …5
×

Doenlas Infecciosas

12,049 views

Published on

Ebola e outras doenças altamente infecciosas

Published in: Education

Doenlas Infecciosas

  1. 1. Ebola e outros vírus de febre hemorrágica Ecologia de Populações Prof. Dr. Harold Gordon Fowler popecologia@hotmail.com
  2. 2. –Vírus de RNA –São de zoonose (o reservatório natural é um artrópode ou outro hospedeiro animal) –A doença se restringe ao habitat do hospedeiro –O Homem se infecta com o contato com o hospedeiro –Alguns vírus podem ser transmitidos entre pessoas A transmissão ao Homem depende do vírus específico –Pelo contato com urina, saliva ou sangue de roedores –De picada de mosquito ou carrapata –Pelo contato com animais infectados de vetores As febres hemorrágicas virais são:
  3. 3. Febre, fatiga, tontura, mialgias, e prostração Os signos de sangramento variam desde hemorragia conjuntiva, hipotensão leve, erupção cutânea, ao choque e hemorragia generalizada da membrana mucosa e evidencia de disfunção pulmonária, hematopoiética, e neurológica A insuficiência renal é proporcional ao compromisso cardiovascular co exceção da Febre Hemorrágica e o Síndrome Renal nas quais faz parte integral da doença Sintomas
  4. 4. –O órgão de alvo é a rede vascular. –Os atributos clínicos dominantes se devem aos danos microvasculares e mudanças da permeabilidade vascular –Na maioria dos casos da febre hemorrágica viral, a patologia da coagulação é multifatorial, incluindo: Danos hepáticos Coagulação intravascular disseminada Dano primário do marrow nos megakariocitas Patofisiológia
  5. 5. Informação epidemiológica geralmente transmite mais dicas sobre a doença. oFebres hemorrágicas da Vale do Rift, Congo-Crimea, Marburg, e Ebola, e febre amarela: Amarelamento e hepatite dominam o quadro clínico. oDoença da Floresta de Kyasanur e febre hemorrágica de Omsk: Doença bifásica com sintomas pulmonárias seguido por problemas do sistema nervoso central. oFebre de Lassa: Edema periférica severa sem hemorragia significante. oFebre hemorrágica de Congo-Crimea: Hemorragia severa e transmissão nosocomial. oHantavírus: Síndrome de Destreza Respiratório Adulto. Síndromes Clínicos
  6. 6. Agente Sintomas Infecção Vacina Varíola Em 12 dias após exposição, começa febre alta, fatiga, e dores de costa, seguido em 2 a 3 dias por a rash e lesões da face, braços e pernas. Até 30% das pessoas infectadas morrem, usualmente durante as primeiras duas semanas da doença. As vacinações rotinas terminaram em 1972, mas ainda existem 15 milhões de does e mais em produção. Febre hemorrágica Viral Dependo do vírus, (Ebola, Marburg, etc.) sintomas como febre alta, dores musculares, calafrios e diahrea começam dentro de poucos dias, seguido por dores peitorais agudos, choque e sangramento. Essas doenças não sempre resultam na morte, mas Ebola registra até 90% fatal em alguns surtos, com a morte após uma semana após a infecção. Não existem vacinas para as feres hemorrágicas, com exceção de febre amarela e febre hemorrágica argentina.
  7. 7. Vacinação A única vacina licenciada disponível é para a febre amarela VACINE-SE! Uma vacina experimental para a febre hemorrágica argentina está sob avaliaçao Controle de populações de roedores Controle de populações de insetos e outros artrópodes Prevenção
  8. 8. Os pacientes de febre hemorrágica, com a exceção de infecções de hantavírus e febre do dengue, têm vírus infeccioso significante na sangue e secreções corporais Isolamento e quarentena Precauções padrões severas Manter os pacientes isolados Uso de batas, luvas, mascaras, e proteção dos olhos
  9. 9. Filovírus Febre hemorrágica de Ebola Febre hemorrágica de Marburg Bunyavírus Febre hemorrágica de Crimea-Congo Febre do Vale do Rift Síndrome Pulmonária do Hantavírus Febre hemorrágica com síndrome renal (HFRS) Flavivírus Encefalite induzida por carrapatas Doença Florestal de Kyasanur Febre hemorrágica de Omsk VEEV, EEEV & WEEV Arenavírus Febre hemorrágica argentina Febre hemorrágica boliviana Febre hemorrágica associada a Sabia Febre de Lassa Coriomeningite linfática Febre hemorrágica venezuelana Famílias das Febres Hemorrágicas Virais
  10. 10. Desde o ataque de 11 de setembro nos Estados Unidos, a localidade desse vírus ficou menos isolada com o crescimento das ameaças de bioterrorismo. O vírus da febre hemorrágica de Ebola está classificada como prioridade para o desenvolvimento de vacinas. Experimentos foram feitos para demonstrar como o vírus da febre hemorrágica de Ebola poderia ser usado como arma biológica. Surtos e Bioterrorismo
  11. 11. Varíola Febre hemorrágica viral (Ebola, Marburg, e outros) Influenza A Vírus e bioterrorismo potencial
  12. 12. As “vantagens" de armas biológicas: relativamente baratas, mais fáceis de esconder do que as armas convencionais, potencialmente mais fáceis de disseminar, têm o potencial de causar pânico amplo, exemplos sofisticados foram desenvolvidos pelos militares em países como a Rússia e Estados Unidos. As desvantagens de armas biológicas: difíceis de obter, mais fáceis atingir os usuários, armamento não testado que pode não funcionar, facilmente rastejável a fonte original pelo sequenciamento gênico do DNA. Bioterrorismo
  13. 13. Os Centros para Controle e Prevenção de Doenças formularam uma lista de "Agentes Seletos" possíveis de bioterrorismo. Critérios: –Altamente infecciosos ou extremamente tóxicos –Têm o potencial de causar mortalidade alta devido a infecção ou veneno –Têm consequências após a exposição que dificilmente podem ser lidado medicalmente –Vacinas, antivirais, ou drogas quimofilaticas não são facilmente disponíveis para a maioria desses agentes. Os terroristas podem adquirir esses agentes de várias maneiras: –Produzir os agentes – requer conhecimento microbiológico, laboratórios e equipamento –Obter de estados "renegados”, que desenvolveram armas biológicas e químicas, e mantém estoques. A União Soviética tinha uma atividade principal nessa área, mas não sabemos se existem estoques. –Furto de agentes existentes de laboratórios, hospitais e outros locais. As regulações tentam controlar o acesso a esses agentes seletos para prevenir que os terroristas obtêm e usam esses agentes num ataque. Agentes Seletos: Critérios
  14. 14. O agente infeccioso é o vírus Variola major. Altamente infeccioso – 10 a 100 partículas podem causar uma infecção. Erradicado oficialmente no mundo em 1980 A Varíola tem potencial infeccioso como aerossol. Período de incubação de 7 a 17 dias, e o vírus multiplica no trato respiratório, e depois ataca a sangue e linfa. Vírus de Varíola
  15. 15. Varíola Varíola numa criança: Observe o progresso e distribuição das lesões do dia 1 ate o dia 7.
  16. 16. O grau de infecção do vírus foi evidenciado em 1970 Um alemão retornou do Paquistão, após contrair o vírus. Foi hospitalizado, e ainda que ele nunca saiu do apartamento, ele infectou quatro pacientes no andar onde foi internado, oito pessoas no andar superior, e nove em dois andares superiores. Uma pessoa infectada simplesmente visitou o hospital e nunca chegou a 10 metros do apartamento do paciente Varíola: altamente infecciosa
  17. 17. Na década de 1970 as autoridades soviéticas acharam que a assinatura da Convenção por quase todos os países de mundo apresentou uma oportunidade única para que a União Soviética de obter uma vantagem importante na Guerra Fria. Por isso, começou uma expansão extensa de pesquisa e produção de armas biológicas. Em 1980 a liderança soviética embarcou num programa agressivo de criação de armas de varíola e sua produção em escala grande. Até 1990, a produção do vírus de varíola em quantidades de toneladas existia. Existiam a possibilidade de ser transportado em mísseis balísticos intercontentais e de ser dispersado efetivamente como um aerossol após atingir o alvo. Os estoques russos de varíola: onde estão?
  18. 18. O laboratório grande de pesquisa e desenvolvimento de armas biológicas foi chamado VECTOR, localizado em Koltsovo na Sibéria Central. Centros Russos de armas biológicas
  19. 19. VECTOR continua em atividade e realiza pesquisas com muitos vírus exóticos, incluindo Ebola, Marburg, e encefalite equina venezuelana, e varíola. O laboratório da OMS em Moscou que colaborou com a erradicação da varíola foi fechado, e seu estoque de vírus foi transferido a Koltsovo. O laboratório principal da produção do vírus de varíola acredita-se ficar num local próximo a Moscou, operado pelo Ministério de Defesa. Esse laboratório nunca foi inspecionado. Centros Russos de armas biológicas
  20. 20. O vírus da varíola existe em pelo menos dois locais na Rússia. A segurança dos estoques é desconhecida, especialmente dado as condições econômicas atuais na Rússia, e o fato do que os salários dos cientistas são baixos ou inexistentes. Muitos cientistas migraram a outros países. As evidencias confiáveis indicam que pelo menos dez países praticam o desenvolvimento de armas biológicas e alguns recrutam os cientistas na Rússia. A Rússia Atual
  21. 21. A vacinação não existe no Brasil por mais de 30 anos. Atualmente poucas pessoas têm imunidade devido a infecção anterior ou vacinação. Assim, nenhuma pessoa com menos de 30 anos foi vacinada, e dentro das pessoas mais velhos, poucas agora têm imunidade suficiente para se proteger contra a infecção. A varíola como arma
  22. 22. A varíola de forma de aerossol é muito estável, e num ambiente fresco e seco poderia sobreviver pelo menos 24 horas. Transmitido no ar, seria não detectável. Começando com a exposição de 50 a 100 pessoas, essas pessoas experimentaram uma doença aguda severa após de duas semanas. Seriam atendidos por médicos sem experiência com a varíola, e a diagnose demoraria várias dias. Entre tanto, cada paciente teria contato com várias outras pessoas. Uma segunda onda de casos ocorria dentro de duas semanas com 10 ou mais infecções novas para cada caso da primeira onda, ou, em outras palavras, 500 a 1000 cases totais. A varíola como arma
  23. 23. Complicando o problema seria o fato de que talvez outros tantos pacientes apresentariam uma doença desconhecida com erupções cutâneas e febre, como catapora ou uma reação adversa a drogas, e seriam tratados para varíola até a diagnose de confirmação. Porque o risco da transmissão do vírus nos hospitais, os pacientes precisaram ser confinados em apartamentos sob pressão negativa e o ar de exausto teria que ser filtrado. Existem poucas instalações desse tipo no mundo. A varíola como arma
  24. 24. A varíola foi oficialmente erradicado como resultado de uma vacinação mundial e medidas de quarentena. O último caso registrado ocorreu na década de 1970, com exceção de um técnico de laboratório infectado depois. Porém, estoques ainda existem nos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) em Atlanta, USA, e no Instituto de Pesquisas para a Preparação de Vírus em Moscou na Rússia. Possivelmente outros estoques existem. Em 2010, a França confessou que mantive estoques de varíola. Quem mais tem? Precisa ter armas biológicas para ser ameaça? E o ISIS? Varíola: o único vírus erradicado?
  25. 25. Filoviridae ou “Filovirus” Grupo de vírus misterioso Patogênese não bem entendida Ebola –Historia natural e reservatórios não conhecidos –Existem no mundo inteiro –Endêmica a África –Vírus filamentoso ssRNA- Imagem do Centers for Disease Control
  26. 26. A Febre Hemorrágica deEbola Em 26 de agosto de 1976 em Yambuku, um vilarejo no norte de Zaire, um professor de 44 anos retornou de um passeio breve. Foi ao médico e por apresentar uma febre alta recebeu uma injeção de quinina que funciona com malaria. Após uma semana, ele vomitou sem controle, problemas de respirar e sangramento do nariz, boca, e anus. Ele morreu ~14 dias após o começo dos sintomas. Começou uma epidemia que matou 280 das 313 pessoas infectadas (88%).
  27. 27. República Democratica do Congo
  28. 28. O Vírus da Ebola Apareceu pela primeira vez em África em 1976 “Febre Hemorrágica Africana” –Doença aguda geralmente fatal –Induz o “estouro” dos vasos sanguíneos –Sistêmica (todos os órgãos e tecidos) –O Homem e os primatas não humanos Excluindo o surto de 2000 –> 7.500 casos –Mais de 1.000 mortes
  29. 29. Habitat Natural = Africa Zaire (República Democrática do Congo) –Ebola-Zaire Sudan –Ebola-Sudan Gabon Costa de Marfim –Ebola-Cote d’Ivoire Uganda Republica do Congo (não a RDC)
  30. 30. Taxonomia da Ebola Classificação Taxonômica Ordem: Mononegavirales Família: Filoviridae Gênero: Viroses parecidos a Ebola Espécie: Ebola Subtipos Ebola-Zaire, Ebola-Sudão, Ebola-Costa de Marfim Doenças do Homem –Ebola-Reston Doenças dos primatas não humanos
  31. 31. Família Filoviridae 4 cepas ou subtipos: Ebola-Zaire (ZEBOV) Ebola-Sudão (SEBOV) Ebola-Costa de Marfim (ICEBOV) Ebola-Reston (REBOV) Nome vulgar: Ebola Causa a Febre hemorrágica de Ebola Classificado como níveo 4 de Segurança Biológica (maior risco ao Homem) Taxonomia da Ebola
  32. 32. Patogênese da Ebola Entra o sistema sanguíneo – pele, membranas, feridas abertas Ao nível celular – junta com as membranas celulares RNA viral –Liberado na citoplasma –Produção de proteínas virais ou matéria genética Novas genomas virais –Coberta rapidamente com proteína –Cria núcleos Copyright: Russell Kightley Media, Australia
  33. 33. Órgõs de Alvo e Métodos de Danos Os alvos são principalmente os vasos capilares pequenos. O vírus se afixa as paredes, e a sangue e soro pingam nos tecidos vizinhos. As células sanguíneas brancas se dissolvem quando atacam o vírus, que libera um produto químico na sangue que sinaliza a liberação de outros químicos (citokines pro inflamatórios, pro coagulantes, e anticoagulantes) Isso danifica ainda mais os vasos sanguíneos, resultando em sangramento permanente. Eventualmente, o corpo inteiro pinga e se dissolve Febre Hemorrágica de Ebola
  34. 34. Sintomas da infecção começam com febre, dor de cabeça e estomago, e diarrea -- sintomas iguais a várias infecções. Dentro de uma semana, a maioria dos vitimas também manifestam dores peitorais. Alguns ficam cegos, sangrem do nariz, olhos, e outros orifícios. O sangramento resulta do bloqueio do vírus da coagulação sanguínea além de promover o sanguimento de vasos sanguíneos. A doença é letal: 70 a 90% das pessoas infectadas morrem Ebola
  35. 35. Período de incubação: 2 a 21 dias Estágio I (não específico): -Astenia extrema (fraqueza geral) -diarrhea, náusea e vomito, anorexia dor abdominal - dores de cabeça - artralgia (dor neurálgico nas junções) - mialgia (dor ou sensibilidade muscular), dor de costa - vermelhão da mucosa da cavidade oral, disfagia (dificuldade de engolir) - conjuntivite. - erupção cutânea com exceção da face Se os pacientes não se recuperam gradualmente até aqui, existe uma probabilidade elevada de que a doença passará a segundo estágio com complicações que eventualmente levam a morte (Mupapa et al., 1999). Observações Clinicas
  36. 36. Estágio II (Especifico): - Hemorragia - anormalidades neuropsicopatricas - anuíra (a ausência da formação de urina) - hipo - taquipnea (respiração rápida). Os pacientes que atingiram esse estágio quase sempre morrem. (Ndambi et al., 1999) Complicações tardias: -Artralgia - Doenças oculares (dor ocular, fotofobia e hiperlacrimação) - Perda de audição - Orquite unilateral (inflamação de um ou ambos os testículos) ** These conditions are usually relieved with the treatment of 1% atropine and steroids Observações Clinicas
  37. 37. Sintomas iniciais –Dores musculares, febre, vomito –Olhos vermelhos, erupções cutâneas, diarrhea, dores estomacais Sintomas agudas –Sangramento e hemorragia da pele, orifícios, órgãos internos Diagnose precoce Difícil Sintomas e signos similares a outras infecções Testes de laboratório Detecção por PCR Teste de ELISA (enzyme-linked immuno-absorbant) Sintomas e testes diagnósticas
  38. 38. Diagnose Clínico: Difícil porque os sintomas iniciais (olhos vermelhos, erupção cutânea) não são específicos ao vírus. Requer uma combinação de vários sintomas característicos da Ebola. Teste e Diagnose de Laboratório: -Antigen-capture enzyme-linked immunosorbent assay (ELISA) -Teste ELISA IgM -Realçai de Cadeia de Polimerasa (PCR) – um teste de DNA para comparar o DNA da amostra para DNA de Ebola conhecido -Precisam ser realizados dentro de poucos dias do começo dos sintomas Teste de Estágio Avançado: Teste para anticorpos IgM e IgG Teste Retrospectivo: (Ocorre após a morte) Testes imunohistoquímicos Isolamento do vírus PCR Cultura Somente cresce em células Febre Hemorrágica de Ebola
  39. 39. Nenhum tratamento padrão disponível Pacientes recebem terapia de apoio Tratamento de infecções que complicam Balançando os fluidos e eletrólitos do paciente Manutenção do oxigênio e pressão sanguínea Tratamento
  40. 40. Prevenção da Ebola Sem vacinas! Pacientes precisam ser isolados em quarentena Treinamento de Funcionários Médicos Práticas sanitárias ocidentais Entrada Cuidado durante a hospitalização uso de luvas Uso de vários níveis de roupa de proteção (até 4) para cobrir o corpo inteiro Técnicas de barreiras de enfermagem
  41. 41. Medidas de controle de infecção Precauções detalhadas para lidar com casos de suspeito de Ebola para limitar a transmissão Esterilização completa da área e equipamento Relatar qualquer doença questionável a autoridade Prevenção da Ebola
  42. 42. Prevenção Após a morte o vírus fica contagioso nos fluidos por vários dias Enterros precisam exercer cuidados Manuseio e transporte: colocar em sacos e enterrar fora da cidade –Práticas culturais e crenças religiosas –Não pode lavar ou tocar cadáver –Precisa de incinerar todo !!!!
  43. 43. Epidemiologia da Ebola Reservatórios na Natureza –Desconhecidos –Podem ser animais infectados (primatas?) Transmissão –Contato direto com sangue ou secreções das pessoas infectadas –Possivelmente por via aérea (Centro de Pesquisas de Primatas de Reston) Começo abrupto da doença –Período de incubação: 2 a 21 dias –Infecções são agudas e fatais
  44. 44. Transmissão A cepa Ebola-Reston pode ser transmitida de forma aérea (respiratória) As outras cepas se transmitam pelo contato de qualquer tipo (fluidos ou pele) Grupos alvos Qualquer pessoa que entre em contato com um animal ou pessoa infectado corre riscos de contrair a doença. Porém, algumas pessoas demonstram defesas naturais do sistema imunológica que permitam combater o vírus. Ainda os cientistas não sabem como isso ocorre. Febre Hemorrágica de Ebola
  45. 45. A febre hemorrágica de Ebola foi descrita pela primeira vez em 1976 Apareceu em dois países em 1976 Sudão – num vilarejo chamado N’zara Zaire, agora chamado a República Democrática do Congo Nessas duas instancias a taxa de mortalidade ficou entre 50 e 90% Epidemiologia Após essas epidemias, a Ebola atacou a África in em 2000 quando infectou mais de 400 pessoas em Uganda e em 2014 quando infectou até agora maus de 7000 pessoas e matou mais de 3500 pessoas em vários países.
  46. 46. Surtos de Ebola Em 1976- Primeiro Surto Grande (ZEBOV) Em 1976 em Sudão (SEBOV) Ocorrem esporadicamente. Veja www.cdc.gov para maiores informações
  47. 47. Ano Vírus Localidade Geográfica Casos/mortes 1976 SEBOV Juba, Maridi, Nzara, e Tembura, Sudão 284/151 (53%) 1976 EBOV Yambuku, Zaire 318/280 (88%) 1977 EBOV Bonduni, Zaire 1/1 (100%) 1979 SUDV Nzara, Sudão 34/22 (65%) 1988 EBOV Porton Down, Reino Unido [acidente] 1/0 (0%) 1994 TAFV Parque Nacional Taï, Costa de Marfim 1/0 (0%) 1994–1995 EBOV Províncias de Woleu-Ntem e Ogooué-Ivindo, Gabão 52/32 (62%) 1995 EBOV Kikwit, Zaire 317/245 (77%) 1996 EBOV Mayibout 2, Gabão 31/21 (68%) 1996 EBOV Sergiyev Posad, Rússia [acidente] 1/1 (100%) 1996–1997 EBOV Província de Ogooué-Ivindo, Gabão; Departamento de Cuvette-Ouest, Republica do Congo 62/46 (74%) 2000–2001 SUDV Distritos de Gulu, Mbarara, e Masindi, Uganda 425/224 (53%) 2001–2002 EBOV Província de Ogooué-Ivindo, Gabão; Departamento de Cuvette-Ouest, Republica do Congo 124/97 (78%) 2002 EBOV Província de Ogooué-Ivindo, Gabão; Departamento de Cuvette-Ouest, Republica do Congo 11/10 (91%) 2002–2003 EBOV Departamento de Cuvette-Ouest , Republica do Congo; Província de Ogooué-Ivindo, Gabão 143/128 (90%) 2003–2004 EBOV Departamento de Cuvette-Ouest, Republica do Congo 35/29 (83%) 2004 EBOV Koltsovo, Rússia [acidente] 1/1 (100%) 2004 SUDV Condado de Yambio, Sudão 17/7 (41%) 2005 EBOV Departamento de Cuvette-Ouest, Republica do Congo 11/9 (82%) 2007 EBOV Província de Kasai Ocidental, Republica Democrática do Congo 264/186 (71%) 2007–2008 BDBV Distrito de Bundibugyo, Uganda 116/39 (34%) 2008–2009 EBOV Província de Kasai Ocidental, Republica Democrática do Congo 32/15 (47%) 2011 SUDV Distrito de Luweero , Uganda 1/1 (100%) 2012 SUDV Distrito de Kibaale, Uganda 24/17 (71%) 2012 BDBV Província de Orientale, Republica Democrática do Congo 72/32 (44%) 2012 (hoje) EBOV Distritos de Luweero e Kampala, Uganda 6/4 (80%) Surtos de Ebola
  48. 48. Febre hemorrágica de Ebola Taxas de Mortalidade: Ebola-Sudan – 60% Ebola-Zaire – 77-88% Ebola-Reston – Isolado de macacos, ainda sem fatalidade humana registrada Ebola-Costa de Marfim – Somente um caso humano registrado e o paciente sobreviveu Pouco conhecimento sobre a resposta do corpo devido aos perigos de manuseio de amostras das pessoas infectadas e o intervalo temporal breve para a pesquisa.
  49. 49. A ética biogeográfica se defina como motivação baseada nas ideias de certo e errado ao lidar com a distribuição geográfica dos animais e plantas. Esse conceito talvez explique a resposta devagar do mundo a vírus da febre hemorrágica de Ebola. Porque existia pouco intercambio com essa região com regiões mais desenvolvidos, não houve impulso econômico para vacinas, tratamentos, e assistência na sua prevenção. Ética
  50. 50. O vírus mata gorilas, chimpanzés e outros macacos. Porque registra alta mortalidade dos primatas, eles provavelmente não são os hospedeiros naturais. De onde vem a Ebola?
  51. 51. A ligação entre a infecção humana pelo vírus de Ebola e sua proximidade aos primatas é evidente. Os surtos ocorrem em países que abrigam 80 % das populações selvagens de gorilas e chimpanzés do mundo. Os surtos coincidiram com surtos em animais selvagens. As mesmas cepas virais distintas foram isoladas das carcaças animais e nos corpos das pessoas que manusearam as carcaças. Esses surtos foram precedidos por mortalidade elevada anormal em populações selvagens de gorilas. De onde vem a Ebola?
  52. 52. De onde vem a Ebola?
  53. 53. Três expedições de captura em áreas próximas de carcaças infectadas de gorila e chimpanzé no Gabon e no Congo. 1,030 animais foram testados: 679 morcegos, 222 aves e 129 vertebrados terrestres pequenos (PCR). Nucleotídeos virais foram detectados em 3 espécies de morcegos. De onde vem a Ebola?
  54. 54. De onde vem a Ebola? 2002 com Morcegos frutíferos Anticorpos contra Ebola Sequencias do gene de Ebola no fígado e baço Os morcegos frutíferos não demonstram sintomas Melhor candidato de ser o reservatório Carecemos de mais pesquisas
  55. 55. Analise Bayesiana e MP apoiam que o vírus são parentes do vírus que infecta o Homem = animais = humano
  56. 56. Reservatório Natural Suspeito ser um zoonose Porem, não conhecemos qual organismo infecta naturalmente Nunca encontrado na flora normal do Homem Nenhum Benefício mas é uma arma biológica Potencial (sem usos) Vetores suspeitos Morcegos frutívoros Primatas (em alguns casos confirmados) Basicamente qualquer outro animal nativo a África, incluindo mosquitos, carrapatas, aves, repteis
  57. 57. Morfologia sob o microscópio eletrônico –Vírus filamentosa de RNA com envelope –aproximadamente 19 kb de comprimento (1 kb = 1000 bases/ nucleotídeos de RNA) ou 60-80 nm de diâmetro –Fio único, linear, não segmentado –RNA de sentido negativo (codificado num sentido 3’ a 5’) –Aparenta ter “espinhos” devido a glicoproteica da membrana exterior Estrutura Molecular
  58. 58. Vírus de cadeias de RNA –RNA encolhido num envelope coberto com espinhos da célula hospedeira Bastões compridos (800-1000 nm) Replicação = 8 horas –Por isso, transmita rapidamente Estrutura Molecular
  59. 59. Estrutura da genoma e proteínas da Ebola –Transcrito em 8 proteínas subgenómicas de mRNA: 7 estruturais e 1 não estrutural –7 proteínas estruturais: –nucleoproteín a(NP) –4 proteínas virais (VP35, VP40, VP30, VP24) –glicoproteína (GP) –polimerase RNA dependente de RNA ( proteína L) NP, VP35, VP30, L proteína: necessária para a transcrição e replicação VP40, GP, VP24: associadas com a membrana Estrutura Molecular
  60. 60. Proteínas
  61. 61. Patogênese da Ebola Núcleos virais –Se amontam na célula –Migram a superfície da célula –Produzem proteínas transmembranicas –Emergem na superfície celular –São cobertos pela membrana celular Mutações da Genoma ssRNA- –Capaz de mutação rápida –Adaptação para evadir defesas do hospedeiro e mudança ambiental Teoricamente – o vírus evoluiu para ocupar nichos especializados
  62. 62. Infecção de vírus de Ebola-Reston em primatas não humanos em quarentena em Texas em 1996 –Publicação descreve a morte e testes de sangue de um macaco importado das Filipinas e mantido numa facilidade particular de quarentena no Texas Surto de febre hemorrágica de Ebola em Uganda em agosto de 2000 até janeiro de 2001 –Publicação descreve atividades de vigilância e controle desse surto de ebola e apresenta descobertos clínicos e epidemiológicos preliminares Exemplos de Publicações Recentes
  63. 63. A assembleia do nucleocápsideos do vírus de Ebola requer as proteínas 35 e 24 associadas com o vírus e a modificação após a translação do nucleoproteína •Descreve mecanismo distinto de regulação das proteínas VP35 e VP24 da assembleia do filovirus •Sugere novas maneiras para terapias e vacinas para Ebola e vírus relacionados A detecção de anticorpos dos quatro four subtipos do vírus de Ebola no soro de qualquer espécie usa um teste anticorpo-fago indicador Avalia a presencia de anticorpos específicos no soro Descreve o desenvolvimento de um teste novo para a detecção da soro conversão independente do subtipo de vírus de Ebola ou espécie animal Pesquisa Básica Atual
  64. 64. Possibilidades futuras Numa pesquisa com macacos infectados publicada em dezembro de 2003 demonstrou uma possibilidade de aumentar a taxa de sobrevivência. 100% dos macacos infectados morreram! Macacos foram injetados com rNAPc2, um fator conhecido de inibir a coagulação da sangue, uma característica da febre hemorrágica de Ebola 33% dos macacos sobreviveram e se recuperam. Todo macaco não tratado morreu. rNAPc2 é relativamente seguro ao Homem e esse método está sob mais pesquisas. Febre Hemorrágica de Ebola
  65. 65. Provavelmente não será uma arma terrorista potencial O vírus é tão letal para ser classificado como um agente do Tipo IV, e requer proteção máxima (roupas de cobertura total, ambientes laboratoriais completamente controlados) para proteção segura. [Veja os acidentes] Outros agentes são mais fáceis produzir e mas seguro para ser manipulado. Ebola como Arma Biológica
  66. 66. Reemergence of Ebola Virus in Africa; Anthony Sanchez et al,EID Volume 1 * Number 3 July-September 1995 http://www.cdc.gov/ncidod/EID/vol1no3/sanchez.htm Viral Hemorrhagic Fever, Healthlink, Medical College of Wisconsin, 2000 http://healthlink.mcw.edu/article/955159073.html Isolation and Phylogenetic Characterization of Ebola Viruses Causing Different Outbreaks in Gabon Emerging Infectious Diseases, National Center for Infectious Diseases, Centers for Disease Control and Prevention ,February 5, 1997 http://www.cdc.gov/ncidod/EID/vol3no1/courbot2.htm Hemorrhagic fevers; Julia Barrett, Gale Encyclopedia of Medicine, Gale Research, 1999 http://www.findarticles.com/cf_dls/g2601/0006/2601000652/p1/article.jhtm l Key Issues in the Prevention and Control of Viral Hemorrhagic Fevers Clarence J.Peters, MD, Special Pathogens Branch/Division of Viral and Rickettsial Diseases, National Center for Infectious Diseases/Centers for Disease Control and Prevention, 1997 http://www.cdc.gov/od/ohs/sympsium/symp43.htm Scientific Stock Images Library; Russell Kightley Media,Australia. http://www.rkm.com.au/imagelibrary/index.html Outbreak of Ebola Hemorrhagic Fever ---Uganda, August 2000--January 2001, Morbidity and Mortality Weekly Report, Vol 50, No 05;73, 02/09/2001 / 50(05);73-7 http://www.cdc.gov/mmwr/preview/mmwrhtml/mm5005a1.htm Ebola-Reston Virus Infection Among Quarantined Nonhuman Primates -- Texas, 1996 Morbidity and Mortality Weekly Report, Vol 45, No 15;314 ,April 19, 1996 / 45(15);314-316 http://www.cdc.gov/mmwr/preview/mmwrhtml/00040920.htm The assembly of Ebola virus nucleocapsid requires virion-associated proteins 35 and 24 and posttranslational modification of nucleoprotein, Huang Y et al, Mol Cell. 2002 Aug;10(2):307-16. PMID: 12191476 [PubMed - indexed for MEDLINE] http://www.ncbi.nlm.nih.gov/entrez/query.fcgi?cmd=Retrieve&db=PubMed&list_uids=12191476&dopt=Abstract Detection of antibodies against the four subtypes of ebola virus in sera from any species using a novel antibody-phage indicator assay.; Meissner F et al , PMID: 1235035 http://www.ncbi.nlm.nih.gov/entrez/query.fcgi?cmd=Retrieve&db=PubMed&list_uids=12350354&dopt=Abstract Referencias

×