Successfully reported this slideshow.
We use your LinkedIn profile and activity data to personalize ads and to show you more relevant ads. You can change your ad preferences anytime.

Evidencias da predação

4,738 views

Published on

Evidencias da predação

Published in: Education, Travel, Technology
  • Be the first to comment

Evidencias da predação

  1. 1. Evidencias daimportância ecológica e evolutiva da predaçãoEcologia de Populações Prof. Dr. Harold Gordon Fowler popecologia@hotmail.com
  2. 2. Quais evidencias existem quedemonstram que os predadores sãofatores importantes na natureza? Diversidade, ubiquidade de adaptações contra predadores em vários tipos de presas Impacto dos predadores sobre populações de presas Revisões da literatura Papel dos predadores em populações de presas e predadores que oscilam
  3. 3. As interações entre predador e presas podem ser dramáticas-- “natureza vermelha na dente e nagarra”—como no caso de leão caçando uma hiena
  4. 4. As interações entre predador e presas podem serdramáticas-- “natureza vermelha na dente e na garra” O predador estacionário Anthopleura xanthogrammica, (anêmona) que vive nos poços inter-mareias do Pacífico. Come invertebrados maiores que caiam nos tentáculos.
  5. 5. Regulação populacional por predadores—planta invasora e besouros herbívoros
  6. 6. Exploração e Abundancia
  7. 7. Sistemas de Predador e PresaEstudos de campo na Austrália- Opuntia da América do Sul invadiu.- Mariposa herbívora introduzida para controlar o cacto.- A mariposa multiplicou, disseminou e comeu o cacto até o cacto existiu em manchas pequenas dispersadas.- O cacto diminuiu, as mariposas dimuinaram ou que resultou no aumento de cactos e depois mariposas ...
  8. 8. Opuntia stricta na Austrália Introduzido no século 1800’s como planta ornamental; cubriu 24 milhões de ha em 1930 Após a soltura da mariposa Cactoblastis, as populações caíram de 12,000 indivíduos /ha a 27 indivíduos /ha em 2 anos Opuntia porem continua persistir a pesar da mariposa e doenças Cactoblastis cactorum larvae
  9. 9. Controle Biológico de Espécies não DesejadasCacto Introduzido e uma Mariposa Herbívora – Após 1800 o cacto Opuntia stricta foi introduzida a Austrália. Populações foram estabelecidas no campo. – Governo solicitou ajuda para controlar o cacto. – A mariposa Cactoblastis cactorum foi um predador eficiente. Reduziu em 3 ordens de magnitude o cacto em 2 anos.
  10. 10. Predação de plantas poranimais: Cactoblastis e Opuntia
  11. 11. Controle Biológico ClássicoUso de um ou mais organismos benéficos para controlar pragas – Clássico – introduzir um predador do local de origem da praga – De Inoculação – soltura de inimigos naturais – De Inundação – Soltura em massa de inimigos naturaisPredadores, parasitoides, doenças, herbívoroshttp://www.nysaes.cornell.edu/ent/biocontrol/
  12. 12. Exemplos de interações tróficas:Quais são os padrões das interações tróficas na natureza?Didinium (rotífera) e ParameciumVeados no Platô de KaibabRaposa vermelha e coelhoLince canadense e o lebreLemings e seus predadoresAves e parasitasLarvas de mariposas e árvoresHomem e parasitasPresas do Homem
  13. 13. Efeitos da PredaçãoSobre-exploração – colapso da população da presa, ciclos ocasionais de predador e presaEscape da Presa(a) Taxa rápida de recuperação(b) Defesas(c) Predadores limitados por outros fatores (lulas por locais de toca)(d) refúgios (espaço e tempo)
  14. 14. Efeitos da PredaçãoEfeitos diretos sobre populações por meio da redução da abundancia da presa 1. Comparações entre áreas com e sem predadores a. Limitação: outros fatores não estudados podem ser responsáveis para as diferencias observadasExperimentos a. Vários estudos de escala grande onde peixes foram retirados de seções compridas de córregos demonstraram nenhum efeito sobre as presas invertebrados b. Experimentos em escalas menores as vezes demonstram uma redução de presas invertebrados na presença de predadores invertebrados e peixes
  15. 15. Efeitos da PredaçãoEfeitos indiretos sobre populações a. Efeitos sobre a historia vital: os predadores podem modificar os padrões de historia vital dos organismos b. Interações tróficas de cascada
  16. 16. Efeitos da Predação Snails Crayfish only only Snails Crayfish only onlyCrowl e Covich 1990
  17. 17. Efeitos daPredação Power 1990
  18. 18. Efeitos da Predação
  19. 19. Veados e predadores Lobos, Canis lupus Odocoileus hemionus Onça, Puma concolor Planalto de Kaibab
  20. 20. O Planalto de Kaibabe o controle de predadores K do O. hemionus ~30,000 Retirada de lobos, onças e coiotes
  21. 21. Parque Nacional de Zion: Odocoileus hemionus e Puma concolor Puma concolor fica rara Puma concolor Puma Comum concolor raraOdocoileus hemionus / km2 Ano
  22. 22. Veados, Onças e Vegetação
  23. 23. Efeito dos predadores sobre a densidade da presaCategoria Localização Densidade por km2Predadores ausentes Ilhas Slate 4-8 Norueiga 3-4 Newfoundland 8-9 Geórgia do Sul 2Montanhas Finlayson 0.15 (predação mais intensa Rancheira Pequena 0.1 e freqüente) Alasca Central 0.2Florestas Lago Quesnel 0.03 (predação elevada e Ontário 0.03 constante) Saskatchewan 0.03
  24. 24. Suécia: Vulpes vulpes e Lepus timidus
  25. 25. Conclusão: veados e predadores, Vulpes vulpes e Lepus timidusO que aprendemos desses exemplos (como experimentos “naturais”)?Os predadores e presas coexistem naturalmente?Os predadores regulam a presa na Natureza? K (P* > 0, N* > 0)N Np < K Tempo
  26. 26. Adaptações de Presas a PredaçãoEvitando a predação – CripseEvitando a captura – Comportamento de manada = segurança em números e aumento de vigilância. – Detecção do predador. – Alta velocidade, ou uso de refúgios. – Sinalização como em babuinas. – Defesa química como em sapos e gambás. – Armamento corporal como em tartarugas.
  27. 27. Impactos de Predadores
  28. 28. Espécies ChavesEspécies chaves afeitam a estrutura dacomunidade em forma desproporcional a suaabundancia.Os predadores exigentes podem promover acoexistência de espécies competidoras depresa.A exclusão competitiva é evitada quando aespécie competidora dominante é a presapreferida.
  29. 29. Espécies ChavesAs espécies cujo impacto sobre a comunidade é maior do que esperado baseado somente na abundanciaMantêm a diversidadeexemplos – Saúvas no cerrado (sauveiros mantêm a diversidade vegetal e animal)
  30. 30. Os experimentos de Robert PainePaine (1966, 1969, 1971, 1974)Comunidades intermareiasEspaço na rocha é um recurso limitante
  31. 31. Os experimentos de Robert Paine Por que tantas espécies? O princípio da exclusão competitiva – a competidora superior deve excluir as espécies que são inferiores Paine elaborou a hipótese de que a predação suprema as espécies competidoras superiores, permitindo várias outras espécies coexistir na comunidade Pisaster retirado Thais (+)Limpets (-) Chitons (-) Mytilus (+) Moluscos de noz Mitella (+)
  32. 32. Qual é o efeito do predador? Espéciescompetidoras Balanus Mytilus (Paine 1966)
  33. 33. Qual é o efeito do predador?predador Pisaster Espéciescompetidoras Balanus Mytilus (Paine 1966)
  34. 34. Qual é o efeito do predador? Experimento – Retirada do predadorpredador Pisaster Espéciescompetidoras Balanus Mytilus
  35. 35. Experimento de Retirada - Mytilus é a competidora dominante -Exclusão competitiva de Balanus predador retirado Mytilus % Da zonainter-mareia Balanus tempo
  36. 36. Qual é o efeito do predador? O predador pode permitir a coexistência de espécies competidoras predador retirado Mytilus % Da zona inter- mareia Balanus tempo
  37. 37. Como o predador promove a coexistência? predador Pisaster Espécies competidoras Balanus MytilusPisaster é exigente – preferem Mytilus (competidoradominante), o que permite que Balanus coexiste
  38. 38. Os experimentos de Robert PaineA riqueza diminuiu de 15 a 8 espécies com a retirada da estrela do marPisaster é uma espécie chaveMantém a diversidade na comunidade
  39. 39. Dieratiella e PulgõesA vespa parasitóide, Dieratiella rapae, é um predador muito eficiente de pulgões. Mas, muitos fatores tornam o sistema localmente não estável – As fêmeas põem um ovo dentro de cada pulgão. Uma fêmea pode por centenas de ovos, explicando sua taxa enorme de aumento. – As fêmeas são muito eficientes na procura de pulgões, usando sinais químicas emitidas pelas plantas para atrair os parasitóides – Existe um tempo de retorno entre a oviposição e a morte do pulgão. O pulgão atinge ser adulto e depois e morto pelo parasitóide.Dieratiella rapidamente força os pulgões a extinção numa mancha de plantas hospedeiras, e depois dispersa para procurar outros hospedeirosUma vez as duas espécies somem, as plantas hospedeiras podem ser colonizadas de novo pelos pulgões
  40. 40. Peixes e DaphniaOs peixes de água doce são predadores eficientes de crustáceos pequenos.Daphnia sp. são crustáceos pequenos filtradores com um potencial enorme de reprodução, mas sem defesas ou ou comportamento anti- predador.Ao serem introduzidos a um lago, os peixes de água doce forçam as espécies vulneráveis como Daphnia a extinção, e depois trocam a presa (usualmente larvas de insetos).Geralmente, Daphnia somente vivem em lagos sem peixes.
  41. 41. Lepornis macrochirusPerca flavescensDaphnia pulex
  42. 42. Experimentos de PredaçãoEm experimentos de laboratório, os sistemas de predador e presa em ambientes simplificados freqüentemente resultam na extinção da presa, seguido pela extinção do predador. – Num experimento, C.F. Gausse adicinou a protista predador, Didinium sp. a uma cultura de Paramecium sp.. O resultado foi a extinção da presa, seguido pela extinção do predador.
  43. 43. Didinium e Paramecium Rotifera atacando presaParamecium (presa)
  44. 44. 45
  45. 45. Didinium e Paramecium Os experimentos de laboratório de Gause Presa •Num ambiente simples os Didinium rapidamente consumem todos osNúmeros de presa e Predador Paramecium e depois morrem de fome. Tempo •Quando Gause adicionou locais de predador esconderijo para Paramecium, eles se esconderam e Didinium morreu de fome. A população de Paramecium aumentou até K. •A única forma de produzir a Tempo coexistência foi continuar de introduzir de n ovo cada espécie quando for extinta. Tempo
  46. 46. Um experimento clássico de predaçãoMás sob as condições controladas do laboratório a maioria dos experimentos com predadores e presa com o modelo de Lotka e Volterra não funcionam bem.G. F. Gausse (1934) criou o ciliado predador Didinium e sua presa, Paramecium  O presa não podia escapar do predador e por isso Paramecium sumiu e depois sem presa o mesmo aconteceu a Didinium .  Gausse adicionou sedimento ao fundo (refugio para Paramecium) e Paramecium recuperou e atingiu populações altas sem os predadores (extintos).  A única forma de coexistência do predador e da presa foi por migrações contínuas de ambos…..
  47. 47. RefúgiosPara persistir sob a exploração, os hospedeiros e as presas precisam de refúgios.Gausse tentou produzir ciclos populacionais com P. caudatum e Didinium nasutum. – Didinium consumiu rapidamente todos os Paramecium e ambas espécies foram extintas. Adicionou sedimento para refugio de Paramecium. – Poucos Paramecium sobreviveram após a extinção de Didinium.
  48. 48. Refúgios e Imigração Refúgios – Num segundo experimento, Gausse adicionou “sedimento” de vidro as culturas. Isso proporcionou esconderijos para Paramecium. – O resultado foi a extinção de Didinium, seguido pela recuperação da presa. Extinção e Re-colonização – Num terceiro experimento, Gausse inoculou repetidamente o sistema com Didinium. – O resultado foi um ciclo de abundancias de predadores e presas.
  49. 49. Sistemas de Predador – Presa (Gausse) * Média de aveia sem sedimento Média de aveia com sedimento Média de aveia com sedimento e migração
  50. 50. Conclusão: Didinium e ParameciumGause não gostou porque não podia obter a coexistência do predador e presa.O que podemos aprender desse experimento de como os predadores e presas interagem na Natureza?Como a natureza difere do laboratório?É similar as intervenções de Gause?
  51. 51. Testando hipóteses sobre a predação: Um experimento de laboratório por C.B. Huffaker (1958)Carl BartonHuffaker Huffaker pesquisou arranjos experimentais de laranjas que foram cobertas de tal forma que ele podia controlar a área superficial do sistema Também usou bolas de borracha do mesmo tamanho das laranjas para adicionar áreas de habitat não apropriado pelo qual os ácaros precisavam cruzar para alcançar áreas melhores
  52. 52. Os experimentos de laboratório com ácaros de HuffakerC. B. Huffaker estudou um sistema de predador e presa envolvendo duas espécies de ácaros. – O ácaro, Eotetrancyus sexmaculatus , é um ácaro comum que se alimenta de laranjas. – Typhlodromas occidentalis é um predador desse ácaro.Huffaker procurou criar um sistema artificial que poderia exibir as flutuações populacionais dos sistemas do mundo real
  53. 53. Predação: um experimento de laboratório por C.B. Huffaker (1958)— Uma laranja, com papel para limitar a disponibilidade de alimento, foi usada como unidade experimental Foram introduzidas duas espécies de ácaros: (1) Eotetranychus, o ácaro come a casca de laranja e é uma praga importante em laranjais. (2) O ácaro Typhlodromus preda esse ácaro. Eotetranychus sexmaculatus Typhlodromus occidentalis
  54. 54. Predação: um experimento de laboratório por C.B.Huffaker (1958)— Arranjo experimental com laranjas e bolas de goma em bandejas
  55. 55. Predação: um experimento de laboratório por C.B. Huffaker (1958)—Arranjo experimental com laranjas e bolas de goma em bandejas
  56. 56. Predação: um experimento de laboratório por C.B. Huffaker (1958)—• Huffaker começou com um sistema simples, colocando 20 ácaros de presa(Eotetranychus) sobre cada laranja.• Na ausência de predadores, as populações de presa aumentaram e ficaramestáveis em aproximadamente 4700 ácaros por “área de laranja” (uma áreaequivalente a uma laranja inteira).• Huffaker após introduziu dois ácaros predatórias (Typhlodromus) 11 diasapós a colocação da população de presas.• Nesses experimentos, as populações de predador aumentaram eeventualmente mataram toda a presa e foram extintas.• A taxa desse processo dependia da proximidade reativa das laranjas. Se aslaranjas ficaram próximas, a população de presa atingiram aproximadamente350 indivíduos antes de serem extintas após 27 dias. Se as laranjas tinhamuma distribuição aleatória na bandeja de 40 locais, a presa atingiuaproximadamente 3000 indivíduos e durou 36 dias antes de ser extinta.• Huffaker após criou mais complexidade...
  57. 57. Predação: um experimento de laboratório por C.B.Huffaker (1958)— Adicionou barreiras de Vaselina para retardar a migração e a disseminação do pedestre Typhlodromus (o predador). Também proporcionou tiras de madeira para facilitar a dispersão por balão de Eotetranychus (a presa). Os resultados:
  58. 58. Experimento demonstrando ainfluencia estabilizante derefúgiosO acaro de seis pontos sealimente de laranjas e sedispersa caminhando ou pelaemissão de balões de sedaO acaro predador se dispersacaminhandoHuffaker (1958)
  59. 59. Experimento demonstrando ainfluencia estabilizante derefúgiosO acaro de seis pontos sealimente de laranjas e sedispersa caminhando ou pelaemissão de balões de sedaO acaro predador se dispersacaminhandoEm arranjos experimentais, ospredadores levou a presa aextinção na ausência derefúgios para a presa, eposteriormente também foiextintoEm arranjos grandes comrefúgios os predadores epresas coexistirem comoscilações acopladasHuffaker (1958)
  60. 60. RefúgiosHuffaker estudou o ácaro Eotetranychus sexmaculatus e o ácaro predador Typhlodromus occidentalis. – Separou laranjas e bolas com barreiras parciais a dispersão dos ácaros. – Typhlodromus caminha e Eotetranychus dispersa por balão de seda. – Colocou tiras de madeira para servir como pontos de partida e observou oscilações populacionais durante 6 meses.
  61. 61. Refúgios
  62. 62. Predadorpresente Densidade PopulacionalSem predador Mês
  63. 63. A dinâmica de ácaros predadores e presas sãosimilares as observações do campoNovas culturas de morango sofrem ataques severos de ácarosherbívoros durante o primeiro ano, e depois no segundo ano o ácaroherbívoro e controlado. A presa é uma dispersora melhor??Aplicação de pesticida nas culturas resultaram em surtos de ácarosherbívorosPor que os predadores controlam a presa? Dois atributos chaves • taxa reprodutiva elevada r do predador • fontes alternativas de presas para o predador (pode manter densidades populacionais elevadas quando sua presa preferida está ausente ou rara.
  64. 64. Sistemas de Predador e PresaEm outros experimentos o dano dos ácaros herbívoros e o ácaro predador TyphlodromusUsaram uma variedade de densidades e tamanho de manchas.Num ambiente complexo (muitas manchas) as populações imitaram o modelo de Lotka e Volterra
  65. 65. Isso resultou em sistemas simples, como laranjas solitárias, ou um arranjo de laranjas agregadas, nos quais os predadores rapidamente forçaram a extinção a presa e depois também foram extintos.Nos sistemas mais complexos, como arranjos de laranjas em locais aleatórios, o processo levou mais tempo.Huffaker finalmente podia alcançar temporariamente ciclos populacionais ao adicionar barreiras de vaselina para inibir a dispersão do predador, e palitos para servir como pontos de balão da presa.
  66. 66. Consumidores podem limitar as presasUm exemplo: populações de ácaros herbívoros, pragasde morango, podem ser regulados por ácarospredatórios:– S ácaros herbívoras tipicamente colonizam as culturas de morango após o plantio e atingem níveis grandes no segundo ano– Os ácaros predatórios colonizam essas culturas no segundo ano e regulam a população dos ácaros herbívorosParcelas experimentais nas quais os ácarospredatórios foram controlados por pesticidas tinhampopulações de ácaros herbívoros 25 vezes maiores doque em parcelas sem tratamento. (c) 2001 by W. H. Freeman and Company
  67. 67. Quais são os atributos de um predador eficaz?Os ácaros predatórios controlam as populações de outros ácaros nas culturas de morango porque, como por outros predadores eficazes: – Têm uma potencial biótico elevado relativo ao potencial biótico da presa – Têm poderes excelentes de dispersão – Podem trocar a presas alternativas quando a presa primária escassa (c) 2001 by W. H. Freeman and Company
  68. 68. Sistemas de Predador e PresaConclusões importantes dos experimentos de ácaros1) Os predadores não podem sobreviver quando a população de presa é baixa por períodos prolongados relativa a longevidade dos predadores.2) A relação de auto-sustento não pode ser mantida sem a imigração da presa.** Esses experimentos enfatizaram que o modelo de Lotka e Volterra não informa nada da heterogeneidade ambiental necessária para manter os sistemas de predador e presa.
  69. 69. Combinando a Exploração com a CompetiçãoPark encontrou que a presença ou ausência da parasita protozoária (Adeline tribolii) afeita a competição em besouros de farinha (Tribolium). Adelina vive como parasita inter-celular. Reduz a densidade de T. castaneum mas tem pouco efeito sobre T. confusum. T. castaneum é usualmente a competidora superior, mas na presença de Adelina, T. confusum torna a competidora superior.
  70. 70. 14_06.jpg
  71. 71. Modelos de LaboratórioUtida encontrou interações reciprocas nos besouros Callosobruchus chinensis ao largo de várias gerações. – Gausse encontrou padrões similares em P. aurelia.A maioria dos experimentos de laboratório fracassam e resultam na extinção de uma população num intervalo temporal relativamente curto
  72. 72. Vespa eBesouro
  73. 73. Parasitoidismo: um experimento de laboratório de Pimentel (1968) Co-evolução de um sistema parasitoide e hospedeiro: A vespa Nasonia vitripennis é um parasitóide de várias espécies de mosca. Na foto, uma fêmea Nasonia i coloca ovos na pupa de uma mosca varejeira (Phormia regina) Fig. 53.x2, Campbell & Reece (6th ed)
  74. 74. Parasitoidismo: um experimento de laboratório de Pimentel (1968) Co-evolução num sistema de parasitóide e hospedeiro:A mosca varejeira adulta (Phormia regina)
  75. 75. Parasitoidismo: um experimento de laboratório de Pimentel (1968) Co-evolução de um sistema parasitoide e hospedeiro: A vespa Nasonia vitripennis é um parasitóide de várias espécies de mosca. Na foto, uma fêmea Nasonia i coloca ovos na pupa de uma mosca varejeira (Phormia regina)
  76. 76. Parasitoidismo: um experimento de laboratório de Pimentel (1968) Co-evolução de um sistema de parasitóide e hospedeiro—
  77. 77. Parasitoidismo: um experimento de laboratório de Pimentel (1968) Co-evolução de um sistema de parasitóide e hospedeiro— Fig. 20.4 in Ricklefs, Economy of Nature 5th ed. (p. 384)
  78. 78. Parasitoidismo: um experimento de laboratório de Pimentel (1968) Fig. 20.5 in Ricklefs, Economy of Nature 5th ed. (p. 385)Co-evolução de um sistema de parasitóide e hospedeiro—
  79. 79. Predação influenciado porDoença (Lindstrom et al., 1994)
  80. 80. 14_13.jpg
  81. 81. Ciclos naturais do mundo Insetos florestais (mundo inteiro) Ratos domésticos (Austrália) Bonasus umbellus (North America) Metacarcinus magister (América do Norte Pacifico) Lagopus muda e Falco rusticolis (Islândia)Lemmings & ratazanas (Eurásia e América do Norte Boreal) Lince e lebres de neve (Canadá Boreal)
  82. 82. Lemmus
  83. 83. Lemmus e predadores
  84. 84. Ciclos Populacionais de Lemmus Lemmus spp. e Mustella erminiaCiclos com Períodode 3 a 4 anos
  85. 85. Lagopus lagopus scoticuse nematóides na Escócia QuickTime™ and a Photo - JPEG decompressor are needed to see this picture.
  86. 86. Lagopus lagopus scoticus caçado em três locais
  87. 87. Zeiraphera diniana na Canadá e EuropaCiclo com períodode 9 a10 anos
  88. 88. Ilha Royale Lobos AlcesNúmero de Lobos Número de Alces Ano Fig. 53.19
  89. 89. Homem e ParasitasA população humana explode e depois decaiEgito Peste Não são ciclos Conquistas Persa Árabe Volta da Peste Macedônia Romana Peste Peste suma Turca
  90. 90. Controle de consumidores em sistemas aquáticosUm exemplo, os pepinos de mar exercem um controle forte sobre as populações de algas em comunidades de costa rochosa: – Em experimentos de retirada de pepinos de mar, a biomassa de alga aumentou rapidamente: Na ausência da predação, a composição da comunidade de algas também muda: – Algas marrão grandes substituem as algas verdes pequenas que podem persistir na presença da predação (c) 2001 by W. H. Freeman and Company
  91. 91. “Pesca” = o Homem e suas interações tróficas
  92. 92. Bacalhau Atlântico
  93. 93. Sardine fishery1800 1960 sobrepesca “Capitalização” forte
  94. 94. “Pesca” de baleias
  95. 95. Pesca de Salmão
  96. 96. Pesca do HomemO Homem regula as populações de peixes?O Homem e peixes podem coexistir?
  97. 97. Salmão e o HomemDois exemplos:Pesca sustentável versus pesca predatóriaPredadores podem ser prudentes quando tem territóriosA tragédia do comum
  98. 98. A Vale de Hoopa e o tribo Yurok
  99. 99. Os colonizadores pioneiros usaram o salmão Quem usa o salmão? Recompensa deixar alguns salmões para o futuro? Caixas de salmão
  100. 100. Predação por orças sobre focas: a predação podecausar mudanças grandes nos ecossistemas
  101. 101. Ecossistema da orça – Ilhas Aleutianas, Alaska
  102. 102. Mudança de populações defocas nas Ilhas Aleutianas
  103. 103. Por que?
  104. 104. Presa das Orças nas Ilhas Aleutianas
  105. 105. Great Harbor Steller Sea Sea Whales Seals Lions Otters 1.0 0.8Proportion of maximum 0.6 0.4 0.2 0.0 1950 1960 1970 1980 1990 2000 Year
  106. 106. de Estes et al. 1998
  107. 107. Imagens de Estes et al. 1998
  108. 108. Ursos e focasOs ursos consumem os filhotes mais velhos e mais gordos mas evitam comer os adultos reprodutivos
  109. 109. É sua vez! Formule uma hipótese do que acontecerá se as focas continuam declinar ou desaparecer.
  110. 110. Algumas aplicações humanasde modelos de predador e presaO Homem é um predador muito eficiente que desestabiliza as interações entre predadores e presas (exemplo, a pesca) – Curva côncava de captura versus esforço de pesca curve na pesca – Como a eficiência do predador desestabiliza? – Interação com a instabilidade ambiental natural (exemplo, mudanças associadas com El Niño e La Niña)Introduções de predadores tendem desestabilizar os sistemas de predador e presa…por que?
  111. 111. Vermelho = produtividade alta; Verda = Intermediária; Azul = baixa Quem é dono do oceano?? Como pode ser explorado com prudência?
  112. 112. Conservação e ManejoAs populações de predadores e presas precisam coexistir – Presas a densidades baixas pela regulação – Presas a densidade alta pela competição intra- específica por alimento com a predação atuando de forma não compensatóriaAmbos os sistemas podem estar presentes numa área – A resposta funcional do Tipo III, ou resposta numérica dependente da densidade – A perturbação movimenta o sistema de um estado para outro – Explica surtos de espécies de pragas e declínios de espécies caçadas
  113. 113. Resumo: PredaçãoMuitas técnicas diferentesNormalmente envolve um investimento grande de tempo e esforço por unidade de presaUsualmente enfocam nos indivíduos fracos ou locais vulneráveisTipicamente um sucesso de capturas entre 4.5 a 10.8 %Exemplo, de 124 alces, taxa de sucesso de 7% por lobos
  114. 114. Tragédia do ComumFrase influencial escrita por Garrett Hardin Quando ninguém é dono do comum não existe motivação para sua preservação (prudência).
  115. 115. Quem conhece a “lei de retornos diminuídos”?A pesar que conhecemos a Lei de RetornosDiminuídos de Leopold, também sabemos que oaumento de evidencias sinaliza que a caça comomedida capaz de reduzir populações a níveissub-viaveis.
  116. 116. Fim do tópico Evidencias daimportância ecológica e evolutiva da predação

×