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Reprodutivas

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O propósito da reprodução e assegurar a
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Adaptações reprodutivas

  1. 1. Ecologia de Populações Adaptações Reprodutivas
  2. 2. Vida Familiar Darwiniana O propósito da reprodução e assegurar a sobrevivência das proles
  3. 3. Alocação das fases da vida Proporções diferentes de tempo são dedicadas as fases de crescimento e diferenciação antes da reprodução A reprodução pode ser um evento único ou pode ser repetida O crescimento pode pausar para a reprodução ou pode ser contínuo Aumentando o esforço reprodutivo atual pode diminuir a sobrevivência ou seja reduz a potencial para reprodução futura
  4. 4. A vida é uma combinação de dois componentes: O Processo Evolutivo As interações imediatas com o ambiente * Um exemplo quando o Ursus arctos virou um Ursus maritimus. sua pelagem não combinou com a neve da Ártica e não podia caçar. Sua pelagem foi rasa demais para manter a temperatura. Para se adaptar, um organismo precisa sobreviver o tempo suficiente para reproduzir. As proles provavelmente serão mudadas suficiente para sobreviver.
  5. 5. Vantagens da Reprodução Sexual Os novos indivíduos terão uma variedade de cromossomas São capazes de se adaptaram a um ambiente em mudança. Suas características se derivam do pai e da mãe As variações permitam que os indivíduos possam migrar a ambientes novos
  6. 6. Adaptações Reprodutivas Adaptações reprodutivas- como um organismo se reproduz e cuida suas proles. Loxodonta africanus têm um período de gestação (gravidez) de dois anos e os recém nascidos são bem desenvolvidos. Bidens pilosa produz centenárias de sementes que se dispersam por meio dos animais. *Esses demonstram dois tipos de adaptações reprodutivas.
  7. 7. Reprodução Vegetal “Nascimento” – produção de sementes, clonagem vegetativa, grãos maduros de pólen (gametófito)?
  8. 8. Adaptações Reprodutivas No tempo, os animais que melhor se adaptam a seu ambiente sobrevivem e reproduzem. Os animais com menor grau de adaptação podem não sobreviver. As características que ajudam a sobrevivência de uma espécie no ambiente são passadas as gerações futuras e aquelas características que não ajudam a sobrevivência da espécie desaparecem lentamente.
  9. 9. Adaptações Se um dia um pássaro nasce com um bico mais comprido do que presente em outros pássaros. O bico mais comprido permite o pássaro capturar mais alimento. Por isso, é mais sã, vive mais e reproduz mais. O gene de um bico mais comprido é passado as proles. O gene continua ser passada a geração após geração. Eventualmente, o bico mais comprido é presente em todas as espécies. Isso não ocorre de repente. Demora milhares de anos para uma mutação existir em espécies interas.
  10. 10. Adaptações Reprodutivas Um exemplo de isso é Bufo marinus, uma espécie nativa do Brasil e exótica a Austrália. Tem várias adaptações que o torna apto no seu novo ambiente: põe um número grande de ovos em quase qualquer corpo de água a cada duas ou três semanas.
  11. 11. Iguana iguana
  12. 12. Adaptações Iguana iguana põe muitos ovos por vez (~50), em cavidades na terra, ou tocas. Também construam tocas armadilhas ou falsas para confundir os animais que procuram ovos para se alimentar. Iguana iguana põe muitos ovos, mas somente 3 a10 filhotes sobrevivem até a idade adulta. Os ovos da iguana demoram entre 8 a 10 semanas para nascer, e depois demoram 2 anos para virar adultos.
  13. 13. Heloderma suspectum
  14. 14. Adaptações Heloderma suspectum cortejam e cruzam entre abril e junho. Usualmente entre 3 e 13 ovos são colocados na metade do verão. Os ovos são ovais em forma com um casco de couro. A fêmea enterra os ovos a 20 cm de profundidade. Quando o sol esquenta a areia, a areia, por vez, esquenta os ovos. Após 117 a 130 duas, nascem os filhotes.
  15. 15. Adaptações Coendou prehensilis cruzam ao fim do verão ou começo da primavera. Os indivíduos são vocais durante o período reprodutivo. Os machos frequentemente brigam por acesso as fêmeas. Fazem uma dança elaborada e espigam urina sobre as cabeças da fêmea.
  16. 16. Adaptações Uma fêmea de Didelphus aurita pode parir até 25 filhotes, mas geralmente o número varia entre sete e oito. Didelphus aurita têm muitos filhotes para assegurar que alguns sobreviverão. Como a maior parte dos marsupiais, Didelphus aurita nasce muito pequena – o tamanho de uma fava.
  17. 17. Adaptações Os indivíduos recém nascidos sobem a pelagem da mãe e entram a bolsa onde existe uma teta. Alguns filhotes não descobrem o caminho a bolsa e morrem. Somente os filhotes que descobrem uma das treze tetas sobrevivem. Ficam na bolsa e mamam por 55 a 60 dias. Depois, saiam da bolsa e ficam mais quatro a seis semanas sobre a costa da mãe.
  18. 18. Adaptações Sciurus griseus cruzam cedo na primavera. Geralmente têm uma ninhada por ano de entre três e cinco filhotes. Em algumas áreas uma fêmea pode criar uma segunda ninhada. Os filhotes saiam a superfície as seis semanas de idade.
  19. 19. Castor canadensis
  20. 20. Adaptações Castor canadensis reproduz uma vez por ano, com o período de acasalamento começando em janeiro quando os rios e as várzeas estão cobertos de gelo. Um período de gestação de 107 a 110 dias segue, com uma média de três a quatro filhotes produzidos. Ao nascer os filhotes tem pelagem, olhos abertos e dentes incisórios visíveis. Os filhotes se desamamentem dentro de seis a oito semanas.
  21. 21. Adaptações A pesar de se desamamentar dentro de três meses, os jovens geralmente ficam com a unidade familiar ou colônia por até dois anos. Os indivíduos de dois anos de idade dispersam, formar casais, estabelecer territórios, e reproduzem pela primeira vez aos três anos de idade. Sob condições favoráveis, reproduzem pela primeira vez aos dois anos de idade. A vida média de um castor selvagem é de três a quatro anos.
  22. 22. Adaptações Os machos de Lepus timidus atingem a maturidade sexual cada ano antes do que as fêmeas Os machos e as fêmeas não reproduzem no ano que nascem. As fêmeas variam em suas estratégias reprodutivas, produzindo entre uma e quatro ninhadas de uma a três proles. As fêmeas maiores reproduzem mais cedo, e as fêmeas durante seu primeiro ano de vida sofrem de uma mortalidade pré-natal mais elevada na primeira reprodução. Os filhotes recém nascidos tem pelagem, olhos abertos e recebem pouco cuidado parental além de visitas para mamar de sua mãe.
  23. 23. Gulo gulo
  24. 24. Adaptações Gulo gulo vive em grupos sociais de quatro a 12 adultos. Somente uma fêmea por grupo social normalmente reproduz, mas ocasionalmente duas ou mais podem também reproduzir. Ninhadas de dois ou três filhotes geralmente nascem em fevereiro. Se estima que há aproximadamente 42.000 grupos sociais de texugos na Inglaterra, com uma população de 250.000 adultos que produzem 172.000 filhotes por ano.
  25. 25. Adaptações A mortalidade é elevada em Gulo gulo, com aproximadamente dois terceiros dos adultos mortos por ano. Os acidentes de estrada são as causas principais da mortalidade. •A esperança máxima de vida de um texugo é de 14 anos, mas poucos sobrevivem tanto tempo.
  26. 26. Adaptações Os pinguins são desenhados para vida no mar. Algumas espécies passam até 75% da vida na água. (Põem seus ovos e criam os filhotes na terra.) Um corpo aerodinâmico, patas de forma de remo, gordura insultante, e plumas resistentes a água contribuem a sua eficiência e conforto sob a superfície do mar. Também têm uma capacidade marcada de mergulho profundo.
  27. 27. Pingüins A contra-coloração preto e branco os torna quase invisível aos predadores de acima ou de embaixo.
  28. 28. Adaptações Além da gordura para gerar calor isolante, os pinguins têm plumas duras e abundantes (até 14 por cm quadrado) que sobrepõem para evitar a entrada de água. A maioria das espécies de pinguins constroem ninhos, mas os ninhos podem consistir somente de um pilha de pedras ou depressões no solo. Os pinguins imperador ficam com o ovo acima do pé sob uma pele sola chamada a bolsa de choca.
  29. 29. Carcharodon carcharias
  30. 30. Adaptações Distintas dos peixes com ossos, as proles dos tubarões se desenvolvem dentro da proteção do corpo da mãe. A maioria dos tubarões reproduzem de embriões que eclodem dos ovos e continuam crescer no útero até atingir o desenvolvimento pleno. Poucas espécies, incluindo Carcharodon carcharias e alguns tubarões enfermeiros, ainda reproduzem colocando ovos externamente, um método chamado oviparidade.
  31. 31. Adaptações Os ovos são protegidas por um casco duro e fibroso que geralmente se afixam a plantas ou pedras no fundo do mar até nascer os filhotes. A viviparidade é o modo mais avançado de reprodução, com os fetos nutridos pela placenta da mãe Ainda que nascem desenvolvidos, os tubarões crescem lentamente e maduram mais tarde (12 a 18 anos). Os tubarões têm um ciclo longo de reprodução, e produzem poucas proles por vez, normalmente de duas a doze.
  32. 32. As formigas
  33. 33. Adaptações A organização social de algumas colônias de formigas é variada. Nas espécies mais primitivas, como a família Ponerine, as tarefas reprodutivas são diversas. Pode existir uma rainha, ou a colônia pode não possuir uma rainha. Essas duas distinções podem ser dividas em sim ou não a rainha e a única reprodutora, ou se algumas operárias também reproduzem. O parentesco das formigas numa colônia é diretamente relacionado ao fato de sim todas são filhas de uma formiga ou uma variedade de gamergates.
  34. 34. Adaptações A inseminação controla a reprodução. Independente de qual tipo de estrutura que existe, o papel de regular a reprodução é importante para manter a divisão de trabalho ao nível ótimo para maximizar o funcionamento da colônia.
  35. 35. Adaptações A maioria das formigas reprodutivas ficam sob o solo (intra-ninais), mas outras, incluído as que não se reproduzam, são extra-ninais. Uma colônia com uma rainha reprodutiva tende ter operárias agressivas que protegem ela e cuidam de seis irmãos. Nas colônias com múltiplas rainhas, as formigas com os ovários desenvolvidos são atacados mais freqüentemente do que as outras. As formigas mais jovens são mais agressivas do que as formigas mais velhas.
  36. 36. Adaptações As rainhas são diferentes porque têm asas vestigiais. Também essas formigas podem se transformar em rainhas sem asas, também chamadas rainhas ergatóides. As operárias reprodutivas são mais primitivas e as rainhas aladas sendo as mais derivadas evolucionariamente. As rainhas usam muitas adaptações, como o controle dos músculos de vôo e movimento rápido do corpo para ajudar de manter a temperatura corporal suficientemente elevada para funcionar em temperaturas ambientais baixas.
  37. 37. As abelhas
  38. 38. Adaptações As rainhas de mamangavas sob condições árticas empregam várias adaptações para lidar com a estação curta necessária para estabelecer uma colônia. O inverno pode não chegar até os mediados de maio e o verão pode ter somente dois meses. As rainhas precisam forragear para alimentos, criar as primeiras operárias, e fundar um ninho, se cuidando sozinhas até as operárias crescem o que permita o crescimento da colônia.
  39. 39. Adaptações As rainhas de mamangavas árticas voam e forragem no primeiro dia do derretido da neve quando as árvores florescem. Isso é um indicador do que a fonte alimentar disponível mais cedo apareceu. As rainhas também demonstram taxas aceleradas de forrageio.
  40. 40. Aves
  41. 41. Adaptações Aves, como o Mycteria jaburu, têm comportamentos reprodutivos distintivos e morfologias que combinam diretamente com o resto de seus estilos de vida. Diferente de muitos animais, uma ave enfrenta o problema real de ficar leve o suficiente para voar e ainda ter a capacidade de reproduzir.
  42. 42. Adaptações Uma maneira por qual as aves fêmeas atingem a leveza aerodinâmica é colocar os ovos em um ninho em vez de carregar os fetos dentro do corpo como nos mamíferos. Quase todas as aves fêmeas somente tem um ovário funcionando; usualmente ovário direto é permanentemente vestigial. Assim elimina um órgão para facilitar o decolagem de voo.
  43. 43. Adaptações Diferente dos mamíferos, os testículos de uma ave ficam dentro de seu corpo “quente". Isso permite ter um perfil de voo aerodinâmico, mas também cria uma situação crítica: os espermatozoides geralmente não se desenvolvem ou morrem a poucos graus maiores da temperatura ótima.
  44. 44. Adaptações Os machos desenvolvem uma área enxada ao redor da cloaca onde os espermatozoides são guardados temporariamente e onde as temperaturas podem chegar a 3º C menores. Essa protuberância contem parte do vas deferens, onde os espermatozoides maduros “frios" esperam para cumprir sua função.
  45. 45. Aves/ Protuberância cloacal
  46. 46. Adaptações As aves fêmeas também sofrem mudanças físicas externas durante a reprodução Muita obvia é uma “mancha de choca“ ou “mancha de filhotes"--uma área de pele nua na barriga da ave. Normalmente, essa região e coberta com plumas que ou caem ou são retiradas pela fêmea a começar a incubação.
  47. 47. Mancha de Choca
  48. 48. Adaptações Por estar ausente de proles na barriga a fêmea pode transmitir melhor o calor corporal aos ovos em desenvolvimento. A mancha de choca também fica altamente vascularizada (cheia de veias que levam mais calor aos ovos ou filhotes), e coleta fluido abaixo da pele, tornando a mancha a algo parecido com um garrafa quente.
  49. 49. Os comportamentos de copula promovem o sucesso reprodutivo Existem vários sistemas de copula nos animais Promíscuos: nenhuma relação duradora ou de formação de pares entre o macho e a fêmea Monógamos: um macho com uma fêmea Polígamos: individuo de um sexo copula com vários indivíduos do sexo oposto
  50. 50. Necessidades dos filhotes e a certeza da paternidade ajudam explicar as diferencias entre sistemas de copula e cuidado parental Os filhotes com necessidade tem pais monógamos (exemplo: muitas aves) Copula e nascimento separados por algum tempo freqüentemente resultam no cuidado parental por machos (exemplo: peixes)
  51. 51. O comportamento de copula freqüentemente envolve rituais de cortejo – Em muitas espécies os rituais de cortejo confirmam que os indivíduos são Da mesma espécie Do sexo oposto São aptos fisicamente para a copula Não apresentam perigo
  52. 52. Os rituais de cortejo são atividade de grupo em algumas espécies Membros de um ou ambos os sexos escolham o par de um grupo de candidatos
  53. 53. Historias Vitais, Status e Sucesso Reprodutivo nos Primatas Ele ainda não saca
  54. 54. Trocas na Historia Vital e Diferencias Sexuais Tamanho de gametas e investimento parental O sexo que investe menos é escasso Cria o padrão seguinte: – O sexo que menos investe: Mais competição por copulas Menos exigente Aptidão é uma função de acesso ao par – O sexo que investe mais: Mais Exigente Aptidão é uma função de recursos para o investimento parental
  55. 55. Provisão e Investimento Parental Como na maioria dos mamíferos, as fêmeas primatas não esperam provisão dos machos. Mas, os machos são mais tolerantes e talvez protegem filhotes que talvez são seus filhos. Isso proporciona uma iniciativa para que as fêmeas escondem a paternidade e ser promiscuas.
  56. 56. Cercopithecus aethiops Espécie de sucesso, com distribuição ampla na África, desde a Saara a África do Sul sem especiação Dimorfismo sexual moderado, fêmeas pesam 3 kg e machos 5 kg. Os machos de babuínos são 2 vezes o peso das fêmeas Indivíduos pequenos e semi-terrestriais, se alimentam e gastam muito tempo no chão como os babuínos mas precisam ficar pertos as árvores. Espécie de matas de savana mas muita pequena para se defender. Babuínos maiores com dentes fortes e podem caminhar da savana longe da segurança das árvores
  57. 57. Nascimento: ligação entre mãe e filho é essencial para promover a comportamento social. A ligação continua durante a vida
  58. 58. vervet’s have a characteristic 6 point attachment, arms, legs, mouth (2 nipples at once) and tail wrap. Responsibility for maintaining mother infant contact is the infant. Infant must be born both physically coordinated and psychologically motivated to cling. Otherwise removed from the gene pool.
  59. 59. Why is offspring responsible for clinging? Because of essential conflict between provisioning and care for young which is central to the life history of all female primates including humans. It is difficult to forage efficiently and have to hold an infant at the same time. Female monkeys have to feed, flee from predators, climb to dangerous heights. Infant cannot encumber her arms and legs. Same is true for human women but not based on the infant’s ability to cling. Carrying sling a key factor in the evolution of the human brain. A tool to carry an infant with a large underdeveloped brain.
  60. 60. first widening of social network based on the relationship between weaned but not yet independent juvenile and newborn. This relationship is one based on uterine kinship. All individuals which came from the same uterus have a lifetime attachment to each other based on their primary attachment to their mother. Paternity less readily identified even though genetic relationship can be identical, half sib through father. Therefore,in these monkey groups kin recognition is based on basic attachment to mother which forms a mesh between maternal relatives. These relations are significant in adult life. The newborn male, when he reaches puberty will probably migrate to the neighboring group that his older brother moved to a year or so before. He can expect social support from his brother.
  61. 61. first movement away from his mother’s body to his close kin.
  62. 62. Relação Mãe - Filho A relação entre mãe e filho é a peça fundamental do comportamento social das primatas. Essa relação ramifica a redes mais elaboradas e forma a base maternal de relações de parentesco baseada na maternidade. Essa ligação de parentesco precede a linguagem e se baseia na associação familiar. As linhagens maternas são reconhecidas pela sua associação com a mesma fêmea. Mamamos do mesmo seio, e nossas mães mamaram do mesmo seio.
  63. 63. Associação Matrifocal Em muitas sociedades de primatas, a associação materna vira a base da continuidade dos grupos sociais. O núcleo de solidariedade de um grupo de primata, provem das fêmeas relacionadas e seus descendentes. Porque as fêmeas quase nunca migram do grupo natal, suas redes de parentesco liga gerações e proporciona continuidade temporal. A associação maternal não necessariamente cria matrilinhagens e não precisa depender somente das fêmeas. Nos chimpanzés, as filhas migram e os filhas ficam no grupo natal. A continuidade da comunidade ainda depende dos focos maternos por via de machos, filhos, irmãos, tios e primos.
  64. 64. Herança de Status Por que? Cercopithecus aethiops se alimenta de recursos ricos que podem ser monopolizados. Por isso, os membros do grupo competem para itens alimentares. As mães asseguram que suas filhas têm as mesmas regalias sociais que elas desfrutam. Ficam vigentes para proteger seus filhos de desrespeito. Os filhotes assumem o mesmo status a base de ordem de nascimentos, entre fêmeas esses ordenamentos duram durante a vidae. Irmã mais velha, irmã mais novas- Cada filhote da irmã mais velha automaticamente tem um status superior aos filhotes da irmã mais nova. O sistema cria “matrilinhas ordenadas ou matriarquias” mas quais o ordenamento somente muda somente se ocorrem mudanças drásticas como a morte de todas as fêmeas adultas por doenças, juvenis perdem status. Destaca a importância da competição entre fêmeas for status.
  65. 65. Yearling male baboon initiates harassment of an adult male baboon, yearling has relatives in the group, adult male does not. Youngsters learn rapidly who they can dominate and who they can’t based on the status of their matriline.
  66. 66. Ranked matrilines have common interests and use grooming to cement it. Two top females in hierarchy groom female who is bottom ranked 17th, after she broke her leg
  67. 67. Pink grooms Moue while Line, her male peer nurses. Pink is the daughter of the top ranking female and sister of #2 in a group of 17 adult females, Moue is middle ranking. As a young weanling she is establishing her social relationships for life, entering the hierarchy of adult females. She is socially fearless since her status is guaranteed by her entire maternal lineage.
  68. 68. Matrilineal coalition of 3 juvenile females vs. an adult female of lower rank.
  69. 69. Matrilinhagens e Ecologia Os interesses comuns entre as matrilinhagens se baseiam em diretos alimentares no território do grupo, as fêmeas e os juvenis praticam a defesa territorial. Cercopithecus aethiops são altamente territoriais, tem grupos sociais maternos, mas não tem matrilinhagens ordenadas. Por que? A manutenção da exclusividade a um território alimentar tem retorno, mas não brigando qual folha comer
  70. 70. Machos e Grupos Os machos dominantes dos grupos atuam como gladiadores, mas as fêmeas vigiam as margens com defesa rápida. Os machos adultos são “estranhos” na maioria das sociedades de macacos. Os machos entram em grupos por via da migração após a puberdade e alguns machos migrarão várias vezes. As vezes a entrada ao grupo é mediada por fêmeas. Os machos estranhos entram o grupo ao fazer amizade com fêmeas particulares, as vezes aquelas com status baixo para não atrair a atenção dos machos residentes. Os machos ficam até a maioria dos membros do grupo se acostumem e as fêmeas não solicitam ataques pelos machos do grupo. Depois resolvem seu status na hierarquia masculina. Registrado em babuínos e vervets.
  71. 71. Migração dos Machos Em Cercopithecus aethiops a migração dos machos foi pesquisada por Seyfarth e Cheney, que encontram que os machos sempre melhoram seu status de copulas ao migrar. Obtém uma razão sexual mais favorável, mais fêmeas em cio, fêmeas amigáveis, mais parceiros de coalizão (irmãos mais velhos). Os machos têm escolhas o que sugere que estudam a situação de longe antes de atuar. Alta probabilidade de migrar onde está um primo ou irmão, um parceiro que depende da mãe.
  72. 72. Big, the perfect male monkey, early middle age, healthy, muscular, virile, good with kids, protective of females and young, careful to maintain his support network with other males in the grou. Females support preferred males in status competition and high status males also have higher rates of paternity. Red, white and blue display, dominant males walk around with their tails in the air, giving full view to their genitals, casually show it to other males. In vervets color intensity of blue scrotum actually a bioassay of testosterone levels. Fades to pale after losing a major contest.
  73. 73. Dominant male plays leader role when travel is dangerous, not otherwise. Vervet females move along feeding on their own until get to dangerous swamp crossing point, wait at edge until dominant male, Big, and an elderly male show up. Elderly male may have been previous top male, now thin and arthritic but Big defers to him, play wrestles with him in highly ritualized way, grooms him (aged older brother perhaps?).
  74. 74. Big hears neighboring group, dashes to top of tree to locate them.
  75. 75. 5 adult males crowding a large owl (large owl in upper right) all other lumps are adult males sitting in strategic points in the canopy). The males gradually narrowed distance between them and owl until it flew away. Females and young were feeding on the ground below the tree when the alarm was called. Males raced up to this position.
  76. 76. Big, highly popular, spends relaxed time sitting with others, females and all male juvenile group
  77. 77. Big baby sits, 7 infants have been left under his protection while their mothers feed. Vervet mothers stop carrying at 3 months because of feeding interference from large infants. Continue lactation for a year. Often use dominant male to baby sit.
  78. 78. Big groomed by other males. Male/male grooming very common in vervets.
  79. 79. Adult males may present for grooming but be ignored. Adult females about 2/3 size of fully grown males. Status much higher than in baboons where males are twice as big. Hardy presents to adult female in top matriline
  80. 80. She ignores him
  81. 81. He falls asleep waiting and she leaves
  82. 82. Male/male play wrestling, very prominent in this species, controlled and ritualized when between adult males. Here the #2 plays with #5. Big plays with juvenile and subadult males with great abandon
  83. 83. 5 juveniles and infants play together during rest period
  84. 84. 2 matched pairs of male players
  85. 85. Ranked matrilines and status by sex – Male and female status hierarchies largely separate matters, rarely direct conflict between the two. Feeding tests. Last week of study I provided unusually good, concentrated food packages, not enough for all to feed together. Dominant male feeds with a matriline (4th ranking), mother and her two sons
  86. 86. Big threatens off the approach of a lower ranking adult male. Uses eye lid threat, exaggerated stare, intention movement, in primates direct, unwavering gaze implies contemplated direct action. A dropped gaze implies lack to motivation to have an altercation. Subordinates often exaggerated staring in other directions
  87. 87. Big feeding when daughters of #1 and #2 females arrive. They are juvenile cousins. Big threatens them off.
  88. 88. The eldest of the two juveniles returns his threat. The two juveniles subsequently move in and sit down to eat beside him.
  89. 89. Subordinate males readily form a coalition against stranger male. Females didn’t like him either and gave alarm calls whenever he was near their infants. Why? He had no confidence in paternity since he wasn’t in the group when the infants were conceived.
  90. 90. Female/female coalitions, an ever present danger for males. Here 4 adult females in a coalition against Big who is running flat out for a tree which he will climb, turn and face them. Big had accidentally made an infant squeal by walking up behind him and provoking a startle response. Hell hath no fury like a matriline of avenging mothers. This related to both female coalitions and degree of sexual dimorphism (cf. baboons), which among other things is a function of body size.
  91. 91. Resumo 1. Existem historias vitais distintas para machos e fêmeas, baseado no fato de que os machos migram após a puberdade e as fêmeas ficam no grupo natal com relações duradoras de cooperação e parentesco matrilinhal. 2. Porque os machos nessas populações competem com outros machos em sistemas sociais novos, precisam investir em crescimento adicional (e por isso dimorfismo sexual); as fêmeas enfrentam trocas diferentes e investem a energia na reprodução.
  92. 92. Resumo 3. As fêmeas, uma vez que alcançam o tamanho adulto (2/3 dos machos), começam reproduzir. Nenhum período sub-adulto nas fêmeas, mas existe nos machos. Os machos continuam crescer e aprender destrezas de competição. O período de sub-adulto pode durar de 2 a 3 anos para macacos machos. 4. As macacas fêmeas terminam o crescimento corporal e começam a reproduzir.
  93. 93. Resumo 5. O timing da migração de machos e o loco de migração dos machos são específicos a cada historia vital individual do macho. Seyfarth e Cheney encontraram que os filhos de mães de status elevado retardam a migração e ainda copulam com fêmeas do grupo natal. Porque é melhor e mais fácil obter esse crescimento dentro de um grupo onde você tem um status elevado. Por que? Porque a mãe assegura que você tem acesso a alimentos de alta qualidade que pode ser monopolizado. O grupo de destino da migração do macho tem uma razão sexual favorável e aliados potenciais (parentes). Os machos que têm status elevado que mantêm por 5 a 6 anos freqüentemente migram uma vez que suas filhas começam a reproduzir

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