Lição 5<br />Orando como Jesus Ensinou<br />2010 4º Tri - O Poder e o Ministério da Oração<br />
Lição 5<br />Verdade Prática<br />Ao orar o Pai Nosso, o Senhor Jesus ensina-nos a essência da oração.<br />2010 4º Tri - ...
Você é o balão cheio ou o balão murcho?<br />
Introdução<br />[Introdução ministrada por um aluno]<br />Vamos aprender<br />A ORAÇÃO DEVE SER INERENTE AO CRENTE<br />A ...
I. A ORAÇÃO DEVE SER INERENTE AO CRENTE<br />Aprendendo a orar com o Mestre.<br />Como Jesus orava?<br />Qual era a difere...
I. A ORAÇÃO DEVE SER INERENTE AO CRENTE<br />Sim? Estou aqui.<br />Mas você me chamou! <br />Aí, você chamou de novo.<br /...
I. A ORAÇÃO DEVE SER INERENTE AO CRENTE<br />Os discípulos já conheciam a respeito da oração?<br />“E, quando orares, não ...
I. A ORAÇÃO DEVE SER INERENTE AO CRENTE<br />A oração era algo habitual para Jesus e seus discípulos.<br />Se Jesus era e ...
I. A ORAÇÃO DEVE SER INERENTE AO CRENTE<br />A oração era algo habitual para Jesus e seus discípulos.<br />Como está a sua...
II. A ORAÇÃO-MODELO<br />“Pai nosso, que estás nos céus” (v.9).<br />Qual o ensinamento que Jesus nos trouxe iniciando a o...
II. A ORAÇÃO-MODELO<br />“Santificado seja o teu nome” (v.9).<br />“Muitos estão profanando o nome de Deus à medida que dã...
II. A ORAÇÃO-MODELO<br />“Seja feita a tua vontade” (v.10).<br />“Entretanto, como descobrir a vontade de Deus?”<br />
III. DECORRÊNCIAS PRÁTICAS DA ORAÇÃO-MODELO<br />“O pão nosso de cada dia”.<br />O que podemos aprender?<br />
III. DECORRÊNCIAS PRÁTICAS DA ORAÇÃO-MODELO<br />Perdão das nossas dívidas.<br />“se perdoardes aos homens as suas ofensas...
III. DECORRÊNCIAS PRÁTICAS DA ORAÇÃO-MODELO<br />Livramento do mal.<br />“Vigiai e orai, para que não entreis em tentação;...
Correção do Questionário<br />1. Quantas vezes durante o dia os judeus e devotos gentios oravam?<br />R. Três vezes ao dia...
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[EBD Maranata] Revista O Poder e o Ministério da Oração | Lição 5 - Orando como Jesus orou | Aula 31/10/10

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Apresentação utilizada na aula da EBD da Igreja Evangélica Pentecostal Maranata para a Classe dos adultos.

Revista O Poder e o Ministério da Oração da CPAD

Aula 31/10/10
4º Trimestre

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[EBD Maranata] Revista O Poder e o Ministério da Oração | Lição 5 - Orando como Jesus orou | Aula 31/10/10

  1. 1. Lição 5<br />Orando como Jesus Ensinou<br />2010 4º Tri - O Poder e o Ministério da Oração<br />
  2. 2. Lição 5<br />Verdade Prática<br />Ao orar o Pai Nosso, o Senhor Jesus ensina-nos a essência da oração.<br />2010 4º Tri - O Poder e o Ministério da Oração<br />
  3. 3. Você é o balão cheio ou o balão murcho?<br />
  4. 4. Introdução<br />[Introdução ministrada por um aluno]<br />Vamos aprender<br />A ORAÇÃO DEVE SER INERENTE AO CRENTE<br />A ORAÇÃO-MODELO<br />DECORRÊNCIAS PRÁTICAS DA ORAÇÃO-MODELO<br />
  5. 5. I. A ORAÇÃO DEVE SER INERENTE AO CRENTE<br />Aprendendo a orar com o Mestre.<br />Como Jesus orava?<br />Qual era a diferença da oração de Jesus para as demais pessoas daquela época?<br />E hoje, o que mudou?<br />
  6. 6. I. A ORAÇÃO DEVE SER INERENTE AO CRENTE<br />Sim? Estou aqui.<br />Mas você me chamou! <br />Aí, você chamou de novo.<br />Me chamou. Você disse: Pai nosso que estais no céu. Estou aqui. Como é que posso ajudá-lo?<br />Mas como podes dizer Pai Nosso, sem lembrar que todos são seus irmãos? Como podes dizer que estais no céu, se você não sabe o que é céu ?<br />Mas, prossiga sua oração.<br />Espere aí! O que você quer dizer com isso?<br />Santificado significa digno de respeito. Santo. Sagrado.<br />Está falando sério?<br />E o que você faz para que isso aconteça?<br />Tenho controle sobre você?<br />Não foi isso que Eu perguntei. Que tal o jeito que você trata os seus irmãos, a maneira com que você gasta o seu dinheiro, o muito tempo que você destina as coisas, as novelas que você assiste, e o pouco tempo que você dedica a Mim?<br />Pensei que você estava pedindo para que fosse feita a minha vontade. Se isso for acontecer tem que ser com aqueles que aceitam a minha vontade.<br />Ótimo reconhecer tudo isso. Vamos trabalhar juntos Eu e você, mas olha, você terá vitórias e derrotas. Eu estou gostando dessa nova atitude sua. <br />Pare aí! Você está me pedindo pão material? Não só de pão vive o homem, mas também da minha palavra. Quando me pedires o pão, lembre-se daqueles que nem conhecem pão. Pode pedir-me o que quiser, desde que me veja como um Pai amoroso! Eu estou interessado na próxima parte de sua oração. Continue! <br />E o seu irmão desprezado?<br />Mas, e sua oração? O que quer dizer sua oração? Você me chamou, e Eu estou aqui. Quero que saias daqui transformado. Estou gostando de você ser honesto. Mas não é bom carregar o peso da ira dentro de você, não acha?<br />Não vai não! Vai se sentir pior. A vingança não é tão doce quanto parece. Pense na tristeza que me causaria, pense na sua tristeza agora. Eu posso mudar tudo para você. Basta você querer.<br />Perdoe seu irmão, Eu perdoarei você e te aliviarei. <br />Então não me peças perdão também!<br />Isto que você pede é maravilhoso. Estou muito feliz com você. E você como está se sentindo?<br />Ainda não terminamos a oração. Prossiga...<br />Ótimo, vou fazer justamente isso, mas não se ponha em situações onde possa ser tentado. <br />Deixe de andar na companhia de pessoas que o levam a participar de coisas sujas, intrigas, fofocas. Abandone a maldade, o ódio. Isso tudo vai levá-lo para o caminho errado. Não use tudo isso como saída de emergência!<br />Claro que entende! Você já fez isso comigo várias vezes. Entra no erro, depois corre para me pedir socorro.<br />Você me pede ajuda, mas logo em seguida volta a errar de novo, para mais uma vez vir fazer negócios comigo!<br />Claro que perdôo! Sempre perdôo a quem está disposto a perdoar também. Mas não esqueça, quando me chamar, lembre-se de nossa conversa, medite cada palavra que fala! Termine sua oração.<br />“Pai nosso que estais no céu...”<br />Por favor, não me interrompa. Estou rezando!<br />Chamei? Eu não chamei ninguém. Estou rezando. “Pai nosso que estais no céu...”<br />Fiz o quê?<br />Mas eu não quis dizer isso. É que estou rezando. Rezo o Pai Nosso todos os dias. Sinto-me bem rezando assim. É como se fosse um dever. E não me sinto bem até cumpri-lo...<br />É, realmente. Ainda não havia pensado nisso.<br />“Santificado seja o Vosso nome...”<br />Quero dizer... quer dizer, é... sei lá o que significa! Como é que vou saber? Faz parte da oração, só isso!<br />Agora entendi. Mas nunca havia pensado no sentido dessa palavra SANTIFICADO...<br />"Venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu..."<br />Claro! Por que não?<br />O que faço? Nada! É que faz parte da oração. Além disso, seria bom que o Senhor tivesse um controle de tudo o que acontecesse no céu e na terra também.<br />Bem, eu freqüento a igreja!<br />Por favor. Pare de me criticar!<br />Está certo, tem razão. Acho que nunca aceito a sua vontade, pois reclamo de tudo: se manda chuva, peço sol; se manda o sol reclamo do calor; se manda frio, continuo reclamando; se estou doente peço saúde, mas não cuido dela, deixo de me alimentar ou como muito...<br />Olha Senhor, preciso terminar agora. Esta oração está demorando muito mais do que costuma ser. Vou continuar: "o pão nosso de cada dia, nos dai hoje..."<br />"Perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido.” <br />Está vendo? Olhe Senhor, ele já me criticou várias vezes e não era verdade o que dizia. Agora não consigo perdoar. Preciso me vingar.<br />Acho que iria me sentir melhor se me vingasse!<br />Pode? Mas como?<br />Mas Senhor, eu não posso perdoá-lo.<br />Mais uma vez o Senhor está certo! Mais do que quero vingar-me, quero a paz com o Senhor. Está bem, está bem, eu perdôo a todos, mas ajude-me Senhor. Mostre-me o caminho certo para mim e meus inimigos.<br />Bem, muito bem mesmo! Para falar a verdade, nunca havia me sentido assim! É tão bom falar com Deus.<br />"E não nos deixeis cair em tentações, mas livrai-nos do mal..."<br />O que quer dizer com isso?<br />Não estou entendendo!<br />Puxa, como estou envergonhado!<br />Estou com muita vergonha, perdoe-me Senhor!<br />
  7. 7. I. A ORAÇÃO DEVE SER INERENTE AO CRENTE<br />Os discípulos já conheciam a respeito da oração?<br />“E, quando orares, não sejas como os hipócritas, pois se comprazem em orar em pé nas sinagogas e às esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens.” (MT 6.5)<br />Existe hipocrisia na igreja nos dias de hoje?<br />“Mas tu, quando orares, entra no teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai, que vê o que está oculto; e teu Pai, que vê o que está oculto, te recompensará.” (MT 6.6)<br />
  8. 8. I. A ORAÇÃO DEVE SER INERENTE AO CRENTE<br />A oração era algo habitual para Jesus e seus discípulos.<br />Se Jesus era e é Deus, existe necessidade de Deus orar?<br />Quando Jesus orou? <br />Onde Jesus orou?<br />Por que Jesus orou?<br />
  9. 9. I. A ORAÇÃO DEVE SER INERENTE AO CRENTE<br />A oração era algo habitual para Jesus e seus discípulos.<br />Como está a sua vida de oração?<br />“Devemos estar continuamente conscientes de que a falta de oração individual ao nosso Pai celestial é um sinal inconfundível de que a vida espiritual dentro de nós está em declínio.”(Francisco A. Barbosa)<br />
  10. 10. II. A ORAÇÃO-MODELO<br />“Pai nosso, que estás nos céus” (v.9).<br />Qual o ensinamento que Jesus nos trouxe iniciando a oração dessa forma?<br />“Pai nosso” – A melhor tradução do original da palavra “Pai” é “Paizinho”. <br />Dessa forma soa em aramaico a palavra Abbá, que é um diminutivo, o modo como as crianças se dirigem ao pai.<br />
  11. 11. II. A ORAÇÃO-MODELO<br />“Santificado seja o teu nome” (v.9).<br />“Muitos estão profanando o nome de Deus à medida que dão mau testemunho.”<br />
  12. 12. II. A ORAÇÃO-MODELO<br />“Seja feita a tua vontade” (v.10).<br />“Entretanto, como descobrir a vontade de Deus?”<br />
  13. 13. III. DECORRÊNCIAS PRÁTICAS DA ORAÇÃO-MODELO<br />“O pão nosso de cada dia”.<br />O que podemos aprender?<br />
  14. 14. III. DECORRÊNCIAS PRÁTICAS DA ORAÇÃO-MODELO<br />Perdão das nossas dívidas.<br />“se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós. Se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai vos não perdoará as vossas ofensas”<br />(Mt 6.14,15)<br />
  15. 15. III. DECORRÊNCIAS PRÁTICAS DA ORAÇÃO-MODELO<br />Livramento do mal.<br />“Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca.” (Mc 14.38)<br />
  16. 16. Correção do Questionário<br />1. Quantas vezes durante o dia os judeus e devotos gentios oravam?<br />R. Três vezes ao dia.<br />2. A quem devemos dirigir nossas orações?<br />R. Deus, o Pai celestial.<br />3. Quais são as verdades bíblicas que o crente deve ter em mente sobre o amor de Deus?<br />R. Deus nos amou primeiro; Deus nos adotou como filhos pelo Espírito de adoção; Deus nos fez herdeiros seus.<br />4. O que Jesus deseja nos ensinar ao dizer “o pão nosso de cada dia”?<br />R. Que por mais que o homem trabalhe e lute para obter o seu sustento, Deus é o provedor.<br />5. Qual a condição, segundo a Oração do Pai Nosso, para recebermos o perdão de Deus?<br />R. Perdoar os que nos ofendem.<br />

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