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  • 1. Capítolo 3 - O OLHAR SOBRE JESUS: VOCAÇÃO DE FAMÍLIA Capítulo 4 - AMOR NO CASAMENTO
  • 2. terceiro capítulo O OLHAREM JESUS: VOCAÇÃO DEA FAMÍLIA Jesus recupera e leva à plenitude o desígnio divino [61-66] A família nos documentos da Igreja [67-70] O sacramento do matrimônio [71-75] Sementes da Palavra e situações imperfeitas [76-79] Transmissão da vida e educação dos filhos [80-85] A família e a Igreja [86-88]
  • 3. Diante das famílias, e no meio delas, deve ressoar sempre o primeiro anúncio, que é "o mais belo, o maior, o mais atraente e ao mesmo tempo o mais necessário AL58
  • 4. Quero contemplar o Cristo vivo presente em tantas histórias de amor e invocar o fogo do Espírito sobre todas as famílias do mundo. AL59
  • 5. «Olhava com amor e ternura as mulheres e os homens que encontrava, acompanhando os seus passos com verdade, paciência e misericórdia, anunciando as exigências do Reino de Deus. AL60
  • 6. Por causa dessa avaliação positiva, uma forte ênfase é colocada no cuidado com esse dom divino:"Respeita o casamento, o leito nupcial" (Hb 13,4). Esse dom de Deus inclui a sexualidade: "Não vos priveis uns dos outros" (1 Cor 7,5).AL61
  • 7. A indissolubilidade do matrimônio — “o que Deus uniu, o homem não separe” (Mt 19,6)—não deve ser entendida sobretudo como um "jugo" imposto aos homens, mas como um "dom" feito a pessoas unidasno casamento. AL62
  • 8. De Cristo, pela Igreja, o casamentoe a família recebe a graça necessária para testemunhar o amor de Deus e viver a vida de comunhão. AL63
  • 9. Jesus assim mostrou o verdadeiro significado de misericórdia, o que implica a restauração da Aliança AL64 Caná Jo 2,1 Família de Lázaro Lc 10,38 Família de Pedro Mt 8,14 A viúva de Naim Mc 5.41 A samaritana Jo 4,1 A adúltera Jo 8,1
  • 10. A encarnação do Verbo numa família humana, em Nazaré, comove a história do mundo AL65 com a sua novidade
  • 11. “Lição de vida doméstica. Que Nazaré ensine o que é a família, sua comunhão de amor, sua beleza simples e austera, seu caráter sagradoe inviolável; ensine como é doce e insubstituível a sua pedagogia; ensinar os fundamentose insuperável de sua sociologia" (Paulo VI,Discurso em Nazaré, 5 de janeiro de 1964)». AL 66
  • 12. A família nos documentos da Igreja Cristo Senhor "sai ao encontro dos esposos cristãos no sacramento do matrimónio" (48), e permanece com eles. Na encarnação, assume o amor humano, purifica-o, leva-o à sua plenitude,e dá aos esposos, com o seu Espírito, a capacidade de o viver, impregnando toda a sua vida de fé, esperança e caridade. AL 67
  • 13. Humanae vitae, destacou o vínculo íntimo entre o amor conjugal e a procriação: “O amor conjugal exige dos esposos a consciência da sua missão de paternidade responsável, sobre a qual tanto se insiste hoje com razão e que deve ser bem compreendida [...] da paternidade exige, portanto, que os cônjuges reconheçam plenamente os próprios deveres para com Deus, para consigo mesmos, para com a família e a sociedade, numa justa hierarquia de valores” AL 68
  • 14. os esposos, no seu amor recíproco, acolhem o dom do Espírito de Cristo e vivem a sua vocação à santidade» - AL 69
  • 15. o matrimónio baseado no amor exclusivo e definitivo torna-se o ícone da relação de Deus com o seu povo e, vice-versa, o modo de amar de Deus torna-se a medida do amor humano” AL70
  • 16. O sacramento do matrimónio - Jesus, que tudo reconciliou em Si e redimiu o homem do pecado, não só devolveu o matrimónio e a família à sua forma original, mas também elevou o matrimónio a sinal sacramental do seu amor à Igreja (cf. Mt 19,1 -12; Mc 10,1-12; Ef 5,21-32).
  • 17. Na família humana, reunida em Cristo, restabelece-se a "imagem e semelhança" da Santíssima Trindade (cf. Gn 1, 26), mistério do qual brota todo o amor verdadeiro. De Cristo, por meio da Igreja, o matrimônio e a família recebem a graça necessária para testemunhar o Evangelho do amor de Deus» AL 71
  • 18. O sacramento do matrimônio não é uma convenção social, um rito vazio ou o mero sinal externo de um compromisso. O sacramento é um dom para a santificação e salvação dos esposos, porque «a sua pertença recíproca é uma representação real, através do sinal sacramental, da mesma relação entre Cristo e a Igreja.
  • 19. O matrimônio é uma vocação, enquanto resposta ao chamado específico a viver o amor conjugal como sinal imperfeito do amor entre Cristo e a Igreja. Portanto, a decisão de casar e constituir família deve ser fruto do discernimento vocacional. AL 72
  • 20. “O dom recíproco que constitui o matrimónio sacramental radica na graça do Baptismo, que estabelece a aliança fundamental de cada pessoa com Cristo na Igreja. No acolhimento recíproco, e com a graça de Cristo, os noivos prometem- se reciprocamente dedicação total, fidelidade e abertura à vida, reconhecendo também os dons que Deus lhes oferece como elementos constitutivos do matrimónio, levando a sério o seu compromisso recíproco, em seu nomee em frente à Igreja. Ora, a fé permite-nos assumir os bens do matrimónio como compromissos que podem ser melhor mantidos com a ajuda dea graça Do AL 73
  • 21. A união sexual, vivida de modo humano e santificada pelo sacramento, é, por sua vez, um caminho de crescimento na vida de graça para os esposos.
  • 22. Toda a vida em comum dos esposos, toda a rede de relações que irão construir entre si, com os filhos e com o mundo, será permeada e fortalecida pela graça do sacramento.
  • 23. São chamados a responder ao dom de Deus com o seu empenho, a sua criatividade, a sua resistência e a sua luta quotidiana, mas poderão sempre invocar o Espírito Santo que consagrou a sua união, para que a graça recebida se manifeste de novo em cada nova situação. AL 74
  • 24. Segundo a tradição latina da Igreja, no sacramento do matrimônio os ministros são o homem e a mulher que se casam, os quais, expressando seu consentimento e expressando-o em seu dom corporal, recebem um grande dom.
  • 25. Quando dois cônjuges não cristãos são batizados, não é necessário que renovem a promessa matrimonial, bastando que não a rejeitem, pois pelo batismo que recebem aquela união torna-se automaticamente sacramental.a ordem natural foi assumida pela redenção de Jesus Cristo, de modo que, "entre batizados, não pode haver contrato matrimonial válido que por isso mesmo não seja sacramento" AL 85
  • 26. essas sementes que ainda estão esperando para amadurecer, e ele tem que cuidar das árvores que perderam a vitalidade e não precisam ser negligenciadas» AL76
  • 27. o bem dos esposos (bonum coniugum)" que compreende a unidade, a abertura à vida, a fidelidade e a indissolubilidade, e no matrimónio cristão também a ajuda recíproca no caminho da amizade mais plena com o Senhor.
  • 28. Toda pessoa que deseja trazer uma família a este mundo, que ensina os filhos a se alegrar em cada ação que visa derrotar o mal — uma família que mostra que o Espírito está vivo e atuante — encontrará gratidão e estima, independente- mente da cidade. , ou a religião ou região a que pertence» AL 77
  • 29. A Igreja olha com amor para aqueles que participam de sua vida de modo imperfeito: pede para eles a graça da conversão; dá-lhes coragem para fazer o bem, cuidar uns dos outros com amor e servir à comunidade em que vivem e trabalham AL 78
  • 30. O grau de responsabilidade não é o mesmo em todos os casos, podendo haver fatores que limitam a capacidade de decisão. Portanto, ao mesmo tempo em que a doutrina é expressa com clareza, devem ser evitados julgamentos que não levem em conta a complexidade das diversas situações, devendo-se estar atento àsmodo como as pessoas vivem e sofrem devido à sua condição» AL79
  • 31. Transmissão da vida e educação dos filhos esta união é ordenada à geração "por seu próprio caráter natural". O filho que chega “não vem de fora para aumentar o amor recíproco dos esposos; brota do próprio coração daquele dom recíproco, do qual é fruto e realização» Não aparece como o fim de um processo, mas está presente desde o início do amor como uma característica essencial que não pode ser negada sem mutilar o amor em si.
  • 32. Desde o início, o amor rejeita qualquer impulso de fechar-se em si mesmo e abre-se a uma fecundidade que o estende para além da sua própria existência. Assim, nenhum acto genital dos esposos pode negar este significado, mesmo que por várias razões nem sempre possa de facto engendrar uma nova vida. AL 80
  • 33. O filho afirma ter nascido desse amor, e não de modo algum, porque «não é um direito, mas um dom»[87], que é «fruto do acto específico de amor conjugal dos pais»[88]. Porque “segundo a ordem da criação, o amor conjugal entre um homem e uma mulher e a transmissão da vida se ordenam reciprocamente”. (cf. Gn 1,27-28). Desta forma, o Criador tornou os homens e as mulheres partícipes da obra da sua criação e, ao mesmo tempo, fez deles instrumentos do seu amor, confiando à sua responsabilidade o futuro da humanidade através da transmissão da vida humana.» AL81
  • 34. difunde-se uma mentalidade que reduz a geração da vida a uma variável de projetos individuais ou cônjuges AL82
  • 35. Se a família é o santuário da vida, o lugar onde a vida é engendrada e cuidada, é uma contradição dilacerante que ela se torne o lugar onde a vida é negada e destruída. -O valor de uma vida humana é tão grande, e o direito à vida da criança inocente que cresce no ventre de sua mãe é tão inalienável, que de forma alguma a possibilidade de tomar decisões pode ser considerada como um direito sobre o próprio corpo. respeito aaquela vida, que é um fim em si mesma e jamais pode ser objeto de dominação por outro ser humano. AL83
  • 36. El Estado ofrece un servicio educativo de manera subsidiaria, acompañando la función indelegable de los padres, que tienen derecho a poder elegir con libertad el tipo de educación —accesible y de calidad— que quieran dar a sus hijos según sus convicciones. La escuela no sustituye a los padres sino que los complementa AL 84 EDUCACIÓ N
  • 37. O Estado oferece um serviço educativo de forma subsidiária, acompanhando a função indelegável dos pais, que têm o direito de escolher livremente o tipo de educação —acessível e de qualidade— que querem dar aos seus filhos de acordo com as suas convicções.A escola não substitui os pais, mas os complementa AL 84
  • 38. Deveis fazê-lo sempre ajudando-os a valorizar a própria função e a reconhecer que aqueles que receberam o sacramento do matrimônio tornam- se verdadeiros ministros educativos, porque educando os filhos edificama Igreja, e assim aceitam uma vocação que Deus lhes propõe. AL85
  • 39. “Aqui se aprende a paciência e a alegria do trabalho, o amor fraterno, o perdão generoso, mesmo repetido, e sobretudo o culto divino através da oração e do oferecimento da própria vida” AL86
  • 40. A Igreja é um bem para a família, a família é um bem da Igreja. AL87
  • 41. Em sua união de amor, os esposos experimentam a beleza da paternidadee maternidade; compartilham projetos e fadigas, desejos e hobbies; eles aprendem a cuidar um do outro e a se perdoar. Nesse amor eles celebram seus momentos felizes e se sustentam nos momentos difíceis de sua história de vida [...]
  • 42. A beleza do dom recíproco e gratuito, a alegria pela vida que nasce e o cuidado amoroso de todos os seus membros, desde os mais pequenos aos mais velhos, são apenas alguns dos frutos que fazem a resposta à vocação da família único e insubstituível. » AL88
  • 43. Capítulo 4 AMOR NO CASAMENTO Nosso amor cotidiano [90] Paciência [91-92] Atitude de serviço [93-94] Curando a inveja [95-96] Sem se exibir ou exagerar [97-98] Bondade [99-100] Destacamento [101-102] Sem violência interna [103-104] Desculpe [105-108] Alegrem-se com os outros [109-110] Desculpe tudo [111-113] Confiança [114-115] Aguarde [116-117] Suporta tudo [118-119] Crescer na caridade conjugal [120-122] Toda a vida, tudo em comum [123-125] Alegria e beleza [126-130] Casar por amor [131-132] Amor que se manifesta e cresce [133-135] Diálogo [136-141] amor apaixonado [142] O mundo das emoções [143-146] Deus ama a alegria de seus filhos [147-149] Dimensão erótica do amor [150-152] Violência e manipulação [153-157] Matrimônio e virgindade [158-162] A transformação do amor [163-164]
  • 45. “macrothymei” Louva-se a moderação de Deus para dar espaço ao arrependimento, insiste-se no seu poder, que se manifesta quando age com misericórdia. A paciência de Deus é o exercício da misericórdia para com o pecador e manifestao verdadeiro poder. AL 91
  • 46. Se não cultivarmos a paciência, sempre teremos desculpas para responder com raiva e, eventualmente, nos tornaremos pessoas quenão sabem conviver, antissociais, incapazes de adiar impulsos, e a família se tornará um campo de batalha. Por isso, exorta-nos a Palavra de Deus: «Expulsai de vós a amargura, a cólera, a cólera, as injúrias e toda a maldade» (Ef 4,31).
  • 47. Essa paciência se fortalece quando reconheço que o outro também tem o direito de viver nesta terra comigo, assim como ela é. Não importa se me atrapalha, se atrapalha meus planos,se ele me irrita com seu jeito de ser ou com suas ideias, se não é tudo que eu esperava. O amor tem sempre um sentido de profunda compaixão que leva a aceitar o outro como parte deste mundo, também no agirdiferente do que eu gostaria. AL 92
  • 48. o amor não é apenas um sentimento, mas deve ser entendido no sentido que tem o verbo “amar” em hebraico: é “fazer o bem”. Como disse Santo Inácio de Loyola, "o amor deve ser colocado mais em atos do que em palavras" AL 94
  • 49. no amor não há lugar para sentir desconforto pelo bem do outro (cf. Hch 7,9; 17,5). - A inveja é uma tristeza pelo bem alheio, o que mostra que não estamos interessados ​​na felicidade alheia, pois estamos voltados exclusivamente para o nosso próprio bem-estar. Enquanto o amor nos faz sair de nós mesmos, a nvidia nos faz focar em nós mesmos AL 95
  • 50. O amor nos leva a uma valorização sincera de cada ser humano, reconhecendo seu direito à felicidade. Amo aquela pessoa, olho para ela com o olhar de Deus Pai, que nos dá tudo "para que possamos gozar" (1 Tm 6,17), e então aceito interiormente que ela possa se divertir. Essa mesma raiz de amor, em todo caso, é o que me leva a rejeitar a injustiça de que alguns têm demais e outros não têm nada, ou o que me move a buscar que os descartáveis ​​da sociedade também possam viverum pouco de alegria. Mas isso não é invejamas desejos de equidade. AL96
  • 51. Quem ama não só evita falar muito de si, mas também, por estar focado nos outros, sabe se colocar no seu lugar sem pretender ser o centro...... alguns se acham grandes porque são sabem mais que os outros e se dedicam a exigi-los e controlá-los, quando na verdade o que nos torna grandes é o amor que compreende, cuida e protege os fracos AL 97
  • 52. La lógica del amor cristiano no es la de quien se siente más que otros y necesita hacerles sentir su poder, sino que «el que quiera ser el primero entre vosotros, que sea vuestro servidor» (Mt 20,27).«Tened sentimientos de humildad unos con otros, porque Dios resiste a los soberbios, pero da su gracia a los humildes» (1 P 5,5). AL 98
  • 53. o amor não age com grosseria, não age com grosseria, não é duro no trato.Seus modos, suas palavras, seus gestos,eles são bons e não ásperos ou rígidos. Ele odeia fazer os outros sofrerem. A cortesia "é uma escola de sensibilidade e desinteresse", que exige da pessoa "cultivar a mente e os sentidos, aprender a sentir, a falar e, em certos momentos, a calar-se".
  • 54. Ser gentil não é um estilo que um cristão pode escolher ou rejeitar. Como parte das exigências inalienáveis ​​do amor, "todo o ser humano é obrigado a ser afável com quem o rodeia" AL 99
  • 55. Para se preparar para um verdadeiro encontro com o outro, é necessário um olhar bondoso. Isso não é possível quando há um pessimismo que destaca os defeitos e erros alheios, talvez para compensar os próprios complexos. Um olhar gentil nos permite não parar tanto em seus limites, e assim podemos tolerá-lo e nos unir em um projeto comum, mesmo que sejamos diferentes. O amor bondoso gera vínculos, cultiva vínculos, criar novas redes de integração, construir um tecido social firme. AL 100
  • 56. "Não se tranquem em seus interesses, mas busquem todo o interessedos outros" (Fl 2,4). Diante de uma declaração tão claradas Escrituras, devemos evitarpriorizar o amor-próprio como se fosse mais nobre do quea doação de si aos outros. Uma certa prioridade de amorele só pode entender a si mesmocomo uma condição psicológica,quanto a quem é incapaz deame-seencontrar dificuldadesamar os outros: "Aquele que é mesquinho consigo mesmo,com quem ele será generoso?ninguém pior do queo avarento consigo mesmo» (Se 14,5-6). AL 101
  • 57. o amor pode ir além da justiça e transbordar livremente, "sem esperar nada em troca" (Lc 6,35), até chegar ao amor maior, que é "dar a vida" pelos outros (Jn 15,13). AL 102
  • 58. A indignação é saudável quando nos leva areagir a uma grave injustiça, mas é prejudicial quando tende a permear todas as nossas atitudes para com os outros. AL 103
  • 59. "Não te deixes vencer pelo mal" (Rm 12,21). "Não nos cansemos de fazer o bem“ (Ga 6,9). Uma coisa é sentir a força da agressividade que surge e outra é consentir com ela, deixar que se torne uma atitude permanente: «Se te indignares, não pecarás; que o pôr do sol não te surpreenda na tua cólera» (Ef 4,26). Portanto, você nunca deve terminar o dia sem fazer as pazes na família. AL 104
  • 60. ... desculpe, isso é baseado emuma atitude positiva, tentandocompreender a fraqueza dos outros e tentarpara dar desculpas para a outra pessoa,como Jesus quando disse: "Pai, perdoa-lhes,porque não sabem o que fazem" (Lc 23,34). Mas a tendência geralmente é procurarcada vez mais culpa, a de imaginarcada vez mais mal, suportodos os tipos de más intenções, e assim o rancor cresce e se enraíza. Dessa forma, quaisquer erros ou travamentosdo cônjuge pode prejudicar o vínculoamor e estabilidade familiar. O problema é que às vezes tudo é dadomesma gravidade, com risco detornar-se cruel com qualquer Erro dos outros. A justa reivindicação dos próprios direitos torna-se uma persistentee constante sede de vingança mais do queem uma defesa saudávelda própria dignidade. AL 105
  • 61. Quando fomos ofendidos ou desapontados, o perdão é possível e desejável, mas ninguém diz que é fácil. A verdade é que “a comunhão familiar só pode ser preservada e aperfeiçoada com grande espírito de sacrifício. Exige, com efeito, uma pronta e generosa disponibilidade de todos e cada um à compreensão, à tolerância, ao perdão, à reconciliação. Nenhuma família ignora que o egoísmo, as divergências, as tensões, os conflitos atacam violentamente e às vezes ferem mortalmente a própria comunhão: daí as múltiplas e variadas formas de divisão na vida familiar. AL 106
  • 62. Isso nos faz acabar guardandodos outros, fugindo do afeto, enchendo-nos de medos nas relações interpessoais. Portanto, ser capaz de culpar os outros torna-se um falso alívio. Você precisa orar com sua própria história, se aceitar, saber conviver com suas próprias limitações e até se perdoar, para ter essa mesma atitude.com os demais. AL 107 Hoje sabemos que para perdoar precisamos passar pela experiência libertadora de compreender e perdoar a nós mesmos.para nós mesmos. Muitas vezes nossos erros, ou o olhar crítico das pessoas que amamos, nos levaram a perder o afeto por nós mesmos.
  • 63. Mas isso supõe a experiência de sermos perdoados por Deus, justificados gratuitamente e não por nossos méritos. Fomos alcançados por um amor anteriora todo o nosso trabalho, que sempre dá uma nova oportunidade, promove e estimula. -Se aceitarmos que -o amor de Deus é incondicional, que o afeto do Pai não se compra nem se paga, então podemos amar além de tudo, perdoar os outrosmesmo quando eles foram injustos AL 108
  • 64. ele se alegra com o bem do outro, quando sua dignidade é reconhecida, quando suas habilidades e suas boas obras são valorizadas. Isso é impossível para quem precisa estar sempre se comparando ou competindo, até com o próprio cônjuge, a ponto de se alegrar secretamente com seus fracassos. AL 109
  • 65. alegra-se com a felicidade do outro. Se não nutrirmos nossa capacidade de desfrutarcom o bem do outro e, sobretudo, concentramo-nos nas nossas próprias necessidades, condenamo-nos a viver com pouca alegria, pois como disse Jesus"Há mais felicidade em dar do que em receber"(Atos 20,35). AL 110
  • 66. “Não condeneis e não sereis condenados” (Lc 6,37). Embora vá contra o uso habitual da língua, a Palavra de Deus nos pede: "Não falem mal uns dos outros, irmãos" (Tg 4,11). Pare de prejudicar a imagem do outro. É uma forma de reforçar os próprios, de descarregar rancores e invejas por mais danos que causemos. Muitas vezes esquecem que a difamação pode ser um grande pecado, uma grave ofensa a Deus, quando afeta gravemente a boa reputação dos outros, causando-lhes danos muito difíceis de reparar.
  • 67. Por isso a Palavra de Deus é tão dura na língua, dizendo que "é um mundo de iniquidade" que "contamina todo o homem" (Tg 3,6), como um "mal incansável carregado de veneno mortífero" ( St 3.8). Se "com ela amaldiçoamos os homens, criados à semelhança de Deus" (Tg 3,9),
  • 68. Cônjuges que se amam e se pertencem, falam bem um do outro, procuram mostrar o lado bom do cônjuge além de suas fraquezas e erros. Em todo caso, eles se calam para não prejudicar sua imagem. Mas não é apenas um gesto externo, mas decorre de uma atitude interna. Também não é a ingenuidade de quem finge não ver as dificuldades e fraquezas do outro, mas sim a abertura de quem coloca essas fraquezas e erros no seu contexto. AL 113
  • 69. pode ser facilmente aceito que somos todos uma combinação complexa de luzese de sombras O outro não é só aquilo que me incomoda. É muito mais do que isso.Pela mesma razão, não exijo que seu amor seja perfeito para apreciá-lo. Ele me ama como é e como pode, com seus limites, mas o fato de seu amor ser imperfeito não significa que seja falso ou que não seja real. É real, mas limitado e fundamentado. Portanto, se eu exigir muito dele, ele me avisará de alguma forma, pois não poderá ou aceitará desempenhar o papel de ser divino ou estar a serviço de todas as minhas necessidades. O amor convive com a imperfeição,o pedido de desculpas, e sabe calar-se ante os limites do ser amado. AL 113
  • 70. Não é necessário controlar o outro, siga cuidadosamente seus passos,para impedi-la de escapar de nossos braços. O amor confia, liberta, renunciacontrolar tudo, possuir, dominar. Essa liberdade, que torna os espaços possíveis de autonomia, abertura ao mundo e novas experiências, permite que a relação seja enriquecida e não se torne um círculo fechado sem horizontes. Assim, quando os esposos se reencontrarem, poderão viver a alegria de compartilhar o que receberam e aprenderam fora do círculo familiar. Ao mesmo tempo, possibilita a honestidade e a transparência, pois quando você sabe que os outros confiam em você e valorizam a gentileza Básico de seu ser, então ele se mostra como é, sem dissimulação. AL115
  • 71. Não é necessário controlar o outro, seguir cuidadosamente seus passos, para evitar que ele escape de nossos braços. Ó amor confia, liberta, renuncia a tudo controlar, possuir, dominar. Essa liberdade, que possibilita espaços de autonomia, abertura ao mundo e novas experiências, permite que a relação se enriqueça e não se torne um círculo datado sem horizontes.Assim, quando os esposos se reencontrarem, poderão viver na alegria da partilha ou que receberemos e aprenderemos fora do círculo familiar. Ao mesmo tempo, possibilita honestidade e transparência, pois quando você sabe que os outros confiam em você e valorizam a gentileza básica do seu ser, então ela se mostra como ela é, sem dissimulação. AL115
  • 72. Essa pessoa, com todas as suas fraquezas, é chamada à plenitude do céu. Ali, completamente transformada pela ressurreição de Cristo, suas fraquezas, suas obscuridades e suas patologias não existirão mais. Ali brilhará o verdadeiro ser daquela pessoa com toda a sua força de bondade e beleza. Isso também nos permite, no meio das inconveniências desta terra, contemplar aquela pessoa com um olhar sobrenatural, à luz da esperança, e esperar aquela plenitude que um dia ela receberá no Reino dos Céus, ainda que não está visível agora. AL 117
  • 73. Não consiste apenas em tolerar algumas coisas chatas, mas em algo mais amplo: - uma resistência dinâmica e constante, capaz de superar qualquer desafio. É amor apesar de tudo, mesmo quando todo o contexto convida a outra coisa. Ele manifesta uma parcela de heroísmo obstinado, de poder contra todas as correntes negativas, uma opção pelo bem que nada pode derrubar…. A pessoa forte é aquela que pode quebrar a corrente do ódio, a corrente do mal [...] Alguém deve ter religião e moral suficientes para quebrá-la e injetar no próprio tecido do universo aquele elemento forte e poderoso do amor» Martinho Lutero King
  • 74. É o amor que une os esposos, santificado,enriquecido e iluminado pela graçado sacramento do matrimônio, é uma "união afetiva", espiritual e oblativa, mas que recolhe em si a ternura da amizadee paixão erótica, embora seja capaz sobreviver mesmo quando os sentimentose a paixão enfraquecem. Al 120
  • 75. O Papa Pio XI ensinou que esse amor permeia todos os deveres da vida conjugal e "tem um certo principado de nobreza". Porque aquele amor forte, derramado pelo Espírito Santo, é reflexo da Aliança inquebrantável entre Cristo e a humanidade, que culminou na doação de si até o fim, na cruz: "O Espírito que o Senhor infunde renova o coração e torna o homem e a mulher capaz de se amar como Cristo nos amou. O amor conjugal atinge assim a plenitude a que se ordena internamente, a caridade conjugal.
  • 76. O matrimónio é um sinal precioso, porque «quando um homem e uma mulher celebram o sacramento do matrimónio, Deus, por assim dizer, «reflete-se» neles, imprime-lhes os seus próprios traços e o carácter indelével do seu amor. “Em virtude do sacramento, eles são investidos de uma missão autêntica, para que possam tornar visível, a partir das coisas simples e comuns, o amor com que Cristo amaà sua Igreja, que continua a dar a sua vida para ela» AL 121
  • 77. No entanto, não é conveniente confundir planos diferentes: o tremendo peso de ter que reproduzir perfeitamente a união que existe entre Cristo e sua Igreja não deve ser lançado sobre duas pessoas limitadas, porque o casamento como sinal implica “um processo dinâmico que avança gradual- mente com a integração progressiva dos dons de Deus» AL 122
  • 78. Sejamos honestos e reconheçamos os sinaisda realidade: quem está apaixonado que esse relacionamento pode ser apenas por um tempo;que vive intensamente a alegria de casarele não está pensando em algo que está passando;que acompanham a celebração de uma uniãocheios de amor, embora frágeis, esperam que ele dure no tempo; as crianças não só queremque seus pais se amam, mas também não se considera que sejam fiéis e fiquem sempre juntos. Estes e outros sinais mostram quena própria natureza do amor conjugalhá a abertura ao definitivo. A união que se cristaliza na promessa de casamento para sempre, é mais do que uma formalidade socialou uma tradição, porque está enraizada emas inclinações espontâneas da pessoa humana. E, para os crentes, é uma aliança diante de Deus que exige fidelidade: "O Senhor é testemunha entre vóse a mulher da tua mocidade, a quem traíste, sendo ela tua companheira, a mulher da tua aliança [...] Não trai a mulher da tua mocidade. Bem, eu odeio rejeição» (Ml 2,14.15-16).al 123
  • 79. Um amor falido ou fracassado, incapaz de aceitar ou casar como um desafio que exige lutar, renascer, reinventar-se e recomeçar sempre na morte, não pode sustentar um alto nível de comprometimento. Cede à cultura provisória, que impede um processo constante de crescimento. Mas “prometer amor para sempre é possível quando se descobre um projeto que vai além dos nossos próprios projetos, que nos sustenta e nos permite entregar totalmente o nosso futuro às pessoas que amamos”. AL 124
  • 80. O casamento também é uma amizade. que inclui as próprias notas da paixão, mas sempre orientado para uma uniãocada vez mais firme e intenso. Porque "não foi instituído apenaspara a procriação" mas paraamor mútuo "manifestar, progressoe amadurecer de acordo com uma ordem correta. Essa amizade peculiar entre um homem euma mulher adquire um caráter totalizanteque só ocorre na união conjugal. Precisamente porque é abrangente, esta união também é exclusiva, fiel e aberto à geração. Tudo é compartilhado, até a sexualidade, sempre com respeito mútuo. O Concílio Vaticano II expressou-o dizendoque "tal amor, associando ao mesmo tempo o humano e o divino, conduz os espososao dom gratuito e recíproco de si mesmos, comprovado por sentimentos e atosde ternura, e permeia toda a sua vida»
  • 81. Alegria e beleza No casamento é convenientecuide da alegria do amor. Quando a busca pelo prazer é obsessiva, ela nos aprisiona em uma coisa e nos impossibilita de encontrar outras satisfações. A alegria, por outro lado, expande a capacidade de desfrutar e nos permite encontrar prazer em realidades variadas, mesmo nas fases da vida em que o prazer se esvai. É por isso que São Tomás disse que a palavra "alegria" é usada para se referir à expansão da largura do coração.
  • 82. A alegria conjugal, que pode ser vivida mesmo em meio à dor, implica -Aceite que o casamento é uma combinação necessária de alegrias e esforços, de estresse e repouso, de sofrimentos e libertações, de satisfações e buscas, de aborrecimentos e prazeres, sempre no caminho da amizade, que move os maridos a se cuidarem: "Eles se emprestam ajuda e serviço» AL 127
  • 83. O amor de amizade é chamado de "caridade" quando o "alto valor" do outro é captado e apreciado. A beleza -o "alto valor" do outro, que não coincide com seus atrativos físicos ou psicológicos- permite saborear o sagradode sua pessoa, sem a necessidade imperiosa de possuí-la. Na sociedade de consumo, o sentido estético é empobrecido e, assim, a alegria se extingue.Tudo é para ser comprado, possuído ou consumido; também pessoas. A ternura, ao contrário, é uma manifestação desse amor que se liberta do desejo deposse egoísta.AL22
  • 84. A experiência estética do amor se expressa naquele olhar que contempla o outro como fim em si mesmo, ainda que doente, velho, privado de atrativos sensíveis. AL 128
  • 85. A alegria daquele amor contemplativopara ser cultivado Visto que fomos feitos para amar, sabemos que não há alegria maior do que um bem compartilhado: "Dê e receba, aproveite" (Si 14,16). As alegrias mais intensas da vida surgem quando a felicidade pode ser provocadados outros, numa antecipação do céu. AL 129
  • 86. Depois de ter sofrido e lutado juntos,os cônjuges podem sentir que valeu a pena, porque conseguiram algo bom, aprenderam algo juntos ou porque podem valorizar mais o que têm. AL 130
  • 87. É verdade que o amor é muito mais do que um consentimento externo ou uma espécie decontrato de casamento, mas também é verdade que a decisão de dar ao casamento uma configuração visível nasociedade, com certos compromissos, manifesta a sua relevância: mostra a seriedade da identificação com o outro, indica a superação do individualismo adolescente e expressa a firme opção de pertencer um ao outro. AL 131
  • 88. O casamento como instituição social é proteção e um canal de compromisso mútuo, para o amadurecimento do amor, para que a opção pelo outro cresça em solidez, concretização e profundidade, e por sua vez para que possa cumprir a sua missão na sociedade. Portanto, o casamento vai além de todas as modas passageiras e persiste. A sua essência radica na própria natureza da pessoa humana e no seu carácter social. AL 131
  • 89. A opção pelo casamento dessa forma expressa a decisão real e efetiva de transformar dois caminhos em um único caminho, aconteça o que acontecer e apesar de qualquer desafio. Pela gravidade desse compromisso público de amor, não pode ser uma decisão precipitada, mas por isso mesmo também não pode ser adiada indefinidamente.
  • 90. Comprometer-se com o outro de forma exclusiva e definitiva tem sempre uma parcela de risco e uma aposta ousada. A recusa em assumir esse compromisso é egoísta, interessada, mesquinha, não reconhece bem os direitos do outro e não acaba de apresentá-lo à sociedade como digno de ser amado incondicionalmente.
  • 91. Por outro lado, aqueles que estão verdadeiramente apaixonados tendem a mostrar seu amor aos outros. O amor concretizado num casamento contraído antes dos outros, com todos os compromissos que derivam dessa institucionalização, é manifestação e salvaguarda de um "sim" que se dá sem reservas e sem restrições.
  • 92. Esse sim é dizer ao outro que sempre pode confiar, que não será abandonado quando perder os atrativos, quando surgirem dificuldades ou quando forem oferecidas novas opções de prazer ou interesses egoístas. AL 132
  • 93. Com licença, obrigado, desculpe. Três palavras- chave!"«Quando em família não se intromete e pede "permissão", quando em famíliaVocê não é egoísta e aprende a dizer "obrigado", e quando numa família se percebe que fez algo errado e sabe pedir "perdão", naquela família há paz e há alegria». Não sejamos mesquinhos no uso destas palavras, sejamos generosos em repeti-las dia após dia, porque "alguns silêncios pesam muito, às vezes até na família, entre marido e mulher, entre pais e filhos, entre irmãos. Em vez disso, as palavras certas, ditas na hora certa, protegem e nutrem o amor dia após dia. AL 133
  • 94. Amor conjugal não é cuidado acima de tudofalando da indissolubilidade como uma obrigação, ou repetindo uma doutrina, mas consolidando-a graças a um crescimentoconstante sob o impulso da graça. O amor que não cresce começa a arriscar, e só podemos crescer respondendo à graça divina com mais atos de amor,com atos de afeto mais frequentes,mais intenso, mais generoso, mais terno, mais alegre. AL 134 XXXXXX XX
  • 95. Algumas fantasias sobre um amor idílico e perfeito, assim privado de todo estímulo para crescer, não fazem bem. Uma ideia celestial de amor terreno esquece que o melhor é o que ainda não se conseguiu, o vinho que amadureceu com o tempo AL 135
  • 96. Dar a si mesmo um tempo, um tempo de qualidade, que consiste em ouvir com paciência e atenção, até que o outro tenha expressado tudo o que precisa. Isso requer o ascetismo de não começar a falar antes do momento certo. AL137
  • 97. Desenvolva o hábito de dar real importância ao outro. -Trata-se de valorizar a sua pessoa,reconhecer que tem o direito de existir,pensar de forma independente e ser feliz.Você nunca deve subestimar o que diz ou afirma, mesmo que seja necessário expressar seu próprio ponto de vista.Subjacente aqui está a convicção de que todos têm algo a contribuir, porque têm outra experiência de vida, porque olham com outro ponto de vista, porque desenvolveram outras preocupações e têm outras capacidades e intuições. - É possível reconhecer a verdade do outro,o valor de suas preocupações mais profundase o pano de fundo do que ele diz, mesmo por trás de palavras agressivas. Para fazer isso, você deve tentar se colocar no lugar deles e interpretar o fundo do coração deles, detectar o que os apaixona e tomar essa paixão como ponto de partida para aprofundar o diálogo. AL 138
  • 98. Amplitude mental, para não ficar obcecado com algumas ideias, e flexibilidade para poder modificar ou completar as próprias opiniões. É possível que, do meu pensamento e do pensamento do outro, surja uma nova síntese que nos enriqueça a ambos AL 139
  • 99. reconhecer os sentimentos ruins que surgem e relativizá-los para que não prejudiquem a comunicação. A capacidade de expressar o que se sente sem ferir é importante; usar uma linguagem e um modo de falar que possam ser mais facilmente aceitos ou tolerados pelo outro, mesmo que o conteúdo seja exigente; levante suas próprias reivindicações, mas sem extravasar a raiva como forma de vingança, e evite a linguagem moralizadora que visa apenas atacar, ironizar, culpar, ferir. AL 139
  • 100. Tenha gestos de preocupação com o outro e demonstrações de afeto. O amor supera as piores barreiras. Quando conseguimos amar alguém, ou quando nos sentimos amados por ele, podemos entender melhor o que ele quer expressar e nos fazer entender. Superar a fragilidade que nos leva a ter medo do outro, como se fosse um “concorrente”.É muito importante basear a própria segurança em opções profundas, convicçõesou valores, e não em ganhar uma discussão ou concordar conosco. AL 140
  • 101. que para o diálogo valer a pena é preciso ter algo a dizer, e isso requer uma riqueza interior que se alimente da leitura, da reflexão pessoal, da oração e da abertura à sociedade. AL 141
  • 102. Experimentar uma emoção não é moralmente bom ou ruim em si.Começar a sentir desejo ou rejeição não é pecaminoso ou censurável. O que é bom ou mau é o ato que se pratica movido ou acompanhado de uma paixão. Mas se sentimentos são promovidos, buscados e, por causa deles, cometemos más ações, o mal está na decisão dealimentá-los e nos atos malignos que se seguem. Na mesma linha, gostar de alguém não significa, por si só, que seja um bem. Se com esse prazer eu procurar essa pessoa para se tornar minha escrava, o sentimento estará a serviço do meu egoísmo
  • 103. Acreditar que somos bons só porque "sentimos coisas" é uma tremenda ilusão. Há pessoas que se sentem capazes de um grande amor só porque têm uma grande necessidade de carinho, mas não sabem lutar pela felicidade. dos outros e vivem trancados em seus próprios desejos. Nesse caso, os sentimentos desviam dos grandes valores e escondem um egocentrismo que impossibilita o cultivo de uma vida familiar saudável e feliz. AL 145
  • 104. O amor conjugal faz com que toda a vida afetiva se torne um bem da família e esteja a serviço da vida em comum AL 146
  • 105. Embora não faltem exageros ou ascetismos desviantes no cristianismo, o ensinamento oficial da Igreja, fiel às Escrituras, não rejeitou "eros como tal, mas declarou guerra ao seu desvio destrutivo, pois a falsa divinização de eros [...] o priva de sua dignidade divina e o deshumaniza. AL 147
  • 106. A educação da emoção e do instinto é necessária, e para isso às vezes é essencialcolocar algum limite O excesso, o descontrole, a obsessão por um único tipo de prazer, acabam enfraquecendo e adoecendo o próprio prazer e prejudicando a vida da família. Você pode realmente fazer um belo caminho com as paixões, o que significa guiá-las cada vez mais em um projeto de doação e auto-realização plena, que enriquece as relações interpessoais dentro da família. Não implica abrir mão de momentos de intensa alegria, mas aceitá-los como outros momentos de doação generosa, da espera paciente, do cansaço inevitável, do esforço por um ideal. AL 148
  • 107. A questão é ter a liberdade de aceitar que o prazer encontra outras formas de expressão nos diversos momentos da vida, conforme as necessidades do amor recíproco. Nesse sentido, a proposta de alguns mestres orientais queinsistem em expandir a consciência, para não se prenderem a uma experiência muito limitadaque fecha nossas perspectivas. Essa expansão da consciência – Não é a negação ou destruição do desejomas sua expansão e perfeição. AL 149
  • 108. A necessidade sexual dos cônjuges - Não é objeto de desprezo e “não está de forma alguma questionando essa necessidade”. AL 150
  • 109. Sexualidade, … realismo saudável. Porque não podemos ignorar que a sexualidade muitas vezes é despersonalizada e tambémrepleta de patologias, de modo que “se torna cada vez mais ocasião e instrumento de afirmação do próprio Eu e de satisfação egoísta dos próprios desejos e instintos”. Nessa época torna-se muito arriscado que a sexualidade também seja possuída pelo espírito venenoso de "usar e jogar fora". O corpo do outro é freqüentemente manipulado, como algo que se retém enquanto proporciona satisfação e é desprezado quando perde sua atratividade.Podemos ignorar ou ocultar as constantes formas de dominação, arrogância, abuso, perversão e violência sexual, que são produtos de um desvio do significado desexualidade e que enterram a dignidade dos outros e o chamado ao amor sob uma obscura busca de si mesmo? AL153
  • 110. Vale lembrar que, mesmo dentro do casamento, a sexualidade pode se tornar uma fonte de sofrimento e manipulação - - - que a sexualidade deve ser assunto de conversa entre os esposos: São Paulo levantou a possibilidade de adiar as relações sexuais por um tempo, mas "por comum consentimento" (1 Co 7,5). AL 154
  • 111. Quando a preciosa pertença recíproca se torna um domínio, “a estrutura de comunhão na relação interpessoal muda essencialmente”. Na lógica da dominação, o dominador tambémacaba por negar a sua própria dignidade, e acaba por deixar de "identificar-se subjectivamente com o seu próprio corpo", uma vez que o despoja de todo o sentido. Ele experimenta o sexo como uma fuga de si mesmo e como uma renúncia à beleza da união. AL155
  • 112. No casamento, esta “submissão” recíproca adquire um significado especial, e é entendida como uma pertença mútua livremente escolhida, com um conjunto de notas de fidelidade, respeito e cuidado. A sexualidade está indissociavelmente ao serviço dessa amizade conjugal, porque está orientada para a vida plena do outro. AL156
  • 113. O ideal do casamento não pode ser configurado apenas como uma doação generosa e sacrificial, onde cada um renuncia a todas as necessidades pessoais e se preocupa apenas em fazer o bem ao outro sem nenhuma satisfação. Lembremos que um verdadeiro amor também sabe receber do outro, é capaz de se aceitar vulnerável e carente, não abre mão de acolher com gratidão sincera e feliz as expressões corporais de amor em carícias, abraços, beijos e relações sexuais. sindicato AL 157
  • 114. «Muitas pessoas que vivem sem casamento, não só se dedicam à sua família de origem, mas muitas vezes prestam grandes serviços no seu círculo de amigos, na comunidade eclesial e na vida profissional [...] - Muitos, igualmente, colocam a sua talentos a serviço da comunidade cristã na forma de caridade e voluntariado.
  • 115. Depois, há aqueles que não se casam porque consagram a vida ao amor de Cristo e dos irmãos. A sua dedicação enriquece extraordinariamente a família, na Igreja e na sociedade» Al 158
  • 116. A virgindade é uma forma de amar. Como sinal, recorda-nos a urgência do Reino, a urgência de se entregar ao serviço evangelizadorsem reservas (cf. 1 Cor 7,32), e é um reflexo daplenitude do céu onde "nem os homens se casarão nem as mulheres se casarão"(Mt 22,30). os diferentes estados de vida se complementam, de tal forma que um pode ser mais perfeito em algum sentido e outro pode ser de outro ponto de vista. AL 159
  • 117. «Não se trata de diminuir o valor do matrimónio em favor da continência», e «não há fundamento para uma suposta oposição [...] Se, segundo uma certa tradição teológica, se fala do estado de perfeição (status ), não se faz pela continência em si, mas em relação a toda a vida fundada nos conselhos evangélicos». AL 160
  • 118. Virgindade e casamento são, e devem ser, formas diferentes de amar, porque “o homem não pode viver sem amor. Ele permanece para si um ser incompreensível, sua vida não tem sentido se o amor não for revelado a ele». AL 161
  • 119. O celibato corre o risco de ser uma solidão confortável, que dá liberdade para se movimentar com autonomia, mudar de lugar, tarefas e opções, dispor do próprio dinheiro, conviver com pessoas diferentes conforme a atração do momento. Nesse caso, o testemunho de pessoas casadas brilha...
  • 120. …encontrar em alguns matrimônios um sinal claro da fidelidade generosa e inabalável de Deus à sua Aliança, que estimula os seus corações a uma disponibilidade mais concretae oblativo AL 162
  • 121. Talvez o cônjuge não seja mais apaixonado por um desejo sexual intenso que o move para a outra pessoa, mas sente o prazer de pertencer a ela e de pertencer a ela, de saber que não está sozinho, de ter um "cúmplice" que sabe tudo sobre ele. vida e sua história e que compartilha tudo Não podemos prometer a nós mesmos ter os mesmos sentimentos ao longo de nossas vidas. Por outro lado, podemos ter um projeto comum estável, comprometermo- nos a amar uns aos outros e viver juntos até que a morte nos separe, e viver semprerica intimidade.
  • 122. O amor que prometemossupera toda emoção, sentimentoou humor emborapode incluí-los. É um desejo mais profundo, comuma decisão do coração que envolve toda a existência. Assim, em meio a um conflitonão resolvido, e embora muitos sentimentos confusos rodem o coração, a decisão de amar, de pertencer um ao outro, de compartilhar toda a vida e de permanecer apaixonado se mantém viva todos os diase perdoando. Cada um dos dois segue um caminho de crescimento e mudança pessoal. No meio desse caminho, o amor celebra cada passo e cada nova etapa. AL 163
  • 123. Quando os outros não conseguem mais reconhecer a beleza daquela identidade, o parceiro apaixonado ainda consegue percebê-la com o instinto do amor, e o afeto não desaparece. - Reafirma a sua decisão de pertencer a ela, volta a escolhê-la, e exprime essa escolha com uma proximidade fiel e cheia de ternura. A nobreza da sua opção por ela, porque intensa e profunda, desperta um novo tipo de emoção no cumprimento daquela missão conjugal.
  • 124. Mas nada disso é possível se o Espírito Santo não for invocado, se não clamarmos todos os dias pedindo a sua graça, se não buscarmos a sua força sobrenatural, se não quisermos derramar o seu fogo sobre o nosso amor para fortalecê-lo, guiá-lo e transformá-lo em cada nova situação. AL 164
  • 125. LIST OF PRESENTATIONS IN ENGLISH Revised 1-11-2022 Advent and Christmas – time of hope and peace All Souls Day Amoris Laetitia – ch 1 – In the Light of the Word Amoris Laetitia – ch 2 – The Experiences and Challenges of Families Amoris Laetitia – ch 3 - Looking to Jesus, the Vocation of the Family Amoris Laetitia – ch 4 - Love in Marriage Amoris Laetitia – ch 5 – Love made Fruitfuol Amoris Laetitia – ch 6 – Some Pastoral Perspectives Amoris Laetitia – ch 7 – Towards a better education of children Amoris Laetitia – ch 8 – Accompanying, discerning and integrating weaknwss Amoris Laetitia – ch 9 – The Spirituality of Marriage and the Family Beloved Amazon 1ª – A Social Dream Beloved Amazon 2 - A Cultural Dream Beloved Amazon 3 – An Ecological Dream Beloved Amazon 4 - An Ecclesiastical Dream Carnival Conscience Christ is Alive Deus Caritas est 1,2– Benedict XVI Fatima, History of the Apparitiions Familiaris Consortio (FC) 1 – Church and Family today Familiaris Consortio (FC) 2 - God’s plan for the family Familiaris Consortio (FC) 3 – 1 – family as a Community Familiaris Consortio (FC) 3 – 2 – serving life and education Familiaris Consortio (FC) 3 – 3 – mission of the family in society Familiaris Consortio (FC) 3 – 4 - Family in the Church Familiaris Consortio (FC) 4 Pastoral familiar Football in Spain Freedom Grace and Justification Haurietis aquas – devotion to the Sacred Heart by Pius XII Holidays and Holy Days Holy Spirit Holy Week – drawings for children Holy Week – glmjpses of the last hours of JC Human Community Inauguration of President Donald Trump Juno explores Jupiter Kingdom of Christ Saint John N. Neumann, bishop of Philadelphia Saint John Paul II, Karol Wojtyla Saint Joseph Saint Leo the Great Saint Luke, evangelist Saint Margaret, Queen of Scotland Saint Maria Goretti Saint Mary Magdalen Saint Mark, evangelist Saint Martha, Mary and Lazarus Saint Martin de Porres Saint Martin of Tours Sain Matthew, Apostle and Evangelist Saint Maximilian Kolbe Saint Mother Theresa of Calcutta Saints Nazario and Celso Saint Philip and James the lesser Saint John Chrysostom Saint Jean Baptiste MarieaVianney, Curé of Ars Saint John N. Neumann, bishop of Philadelphia Saint John of the Cross Saint Mother Teresa of Calcuta Saint Patrick and Ireland Saing Peter Claver Saint Robert Bellarmine Saint Therese of Lisieux Saints Simon and Jude, Apostles Saint Stephen, proto-martyr Saint Thomas Becket Saint Thomas Aquinas Saints Zachary and Elizabeth, parents of John Baptist Signs of hope Sunday – day of the Lord Thanksgiving – History and Customs The Body, the cult – (Eucharist) The Chursh, Mother and Teacher Valentine Vocation to Beatitude Virgin of Guadalupe – Apparitions Virgin of the Pillar and Hispaniic feast day Virgin of Sheshan, China Vocation – mconnor@legionaries.org WMoFamilies Rome 2022 – festval of families Way of the Cross – drawings for children For commentaries – email – mflynn@legionaries.org Fb – Martin M Flynn Donations to - BANCO - 03069 INTESA SANPAOLO SPA Name – EUR-CA-ASTI IBAN – IT61Q0306909606100000139493 Laudato si 1 – care for the common home Laudato si 2 – Gospel of creation Laudato si 3 – Human roots of the ecological crisis Laudato si 4 – integral ecology Laudato si 5 – lines of approach and action Laudato si 6 – Education y Ecological Spirituality Life in Christ Love and Marriage 12,3,4,5,6,7,8,9 Lumen Fidei – ch 1,2,3,4 Mary – Doctrine and dogmas Mary in the bible Martyrs of Korea Martyrs of North America and Canada Medjugore Santuario Mariano Merit and Holiness Misericordiae Vultus in English Moral Law Morality of Human Acts Passions Pope Francis in Bahrain Pope Francis in Thailand Pope Francis in Japan Pope Francis in Sweden Pope Francis in Hungary, Slovaquia Pope Francis in America Pope Francis in the WYD in Poland 2016 Passions Querida Amazonia Resurrection of Jesus Christ –according to the Gospels Russian Revolution and Communismo 1,2,3 Saint Agatha, virgin and martyr Saint Agnes of Rome, virgin and martyr Saint Albert the Great Saint Andrew, Apostle Saint Anthony of the desert, Egypt Saint Anthony of Padua Saint Bernadette of Lourdes Saint Bruno, fuunder of the Carthusians Saaint Columbanus 1,2 Saint Charles Borromeo Saint Cecilia Saint Dominic Savio Saint Faustina Kowalska and thee divine mercy Saint Francis de Sales Saint Francis of Assisi Saint Francis Xaviour Saint Ignatius of Loyola Saint James, apostle Saint John, apsotle and evangelist
  • 126. LISTA DE PRESENTACIONES EN ESPAÑOL Revisado 1-11-2022 Abuelos Adviento y Navidad, tiempo de esperanza Amor y Matrimonio 1 - 9 Amoris Laetitia – ch 1 – A la luz de la Palabre Amoris Laetitia – ch 2 – Realidad y Desafíos de las Familias Amoris Laetitia – ch 3 La mirada puesta en Jesús: Vocación de la Familia Amoris Laetitia – ch 4 - El Amor en el Matrimonio Amoris Laetitia – ch 5 – Amor que se vuelve fecundo Amoris Laetitia – ch 6 – Algunas Perspectivas Pastorales Amoris Laetitia – ch 7 – Fortalecer la educacion de los hijos Amoris Laetitia – ch 8 – Acompañar, discernir e integrar la fragilidad Amoris Laetitia – ch 9 – Espiritualidad Matrimonial y Familiar Carnaval Conciencia Cristo Vive Deus Caritas est 1,2– Benedicto XVI Dia de todos los difuntos Domingo – día del Señor El camino de la cruz de JC en dibujos para niños El Cuerpo, el culto – (eucarisía) Encuentro Mundial de Familias Roma 2022 – festival de las familias Espíritu Santo Fatima – Historia de las apariciones Familiaris Consortio (FC) 1 – iglesia y familia hoy Familiaris Consortio (FC) 2 - el plan de Dios para la familia Familiaris Consortio (FC) 3 – 1 – familia como comunidad Familiaris Consortio (FC) 3 – 2 – servicio a la vida y educación Familiaris Consortio (FC) 3 – 3 – misión de la familia en la sociedad Familiaris Consortio (FC) 3 – 4 - participación de la familia en la iglesia Familiaris Consortio (FC) 4 Pastoral familiar Fátima – Historia de las Apariciones de la Virgen Feria de Sevilla Haurietis aquas – el culto al Sagrado Corazón Hermandades y cofradías Hispanidad La Iglesia, Madre y Maestra La Comunidad Humana La Vida en Cristo Laudato si 1 – cuidado del hogar común Laudato si 2 – evangelio de creación Laudato si 3 – La raíz de la crisis ecológica Laudato si 4 – ecología integral Laudato si 5 – líneas de acción Laudato si 6 – Educación y Espiritualidad Ecológica San Marco, evangelista San Ignacio de Loyola San Marco, evangelista San Ignacio de Loyola San José, obrero, marido, padre San Juan, apostol y evangelista San Juan Ma Vianney, Curé de’Ars San Juan Crisostom San Juan de la Cruz San Juan N. Neumann, obispo de Philadelphia San Juan Pablo II, Karol Wojtyla San Leon Magno San Lucas, evangelista San Mateo, Apóstol y Evangelista San Martin de Porres San Martin de Tours San Mateo, Apostol y Evangelista San Maximiliano Kolbe Santos Simon y Judaa Tadeo, aposttoles San Nazario e Celso San Padre Pio de Pietralcina San Patricio e Irlanda San Pedro Claver San Roberto Belarmino Santiago Apóstol San Tomás Becket SanTomás de Aquino Santos Zacarias e Isabel, padres de Juan Bautista Semana santa – Vistas de las últimas horas de JC Vacaciones Cristianas Valentín Vida en Cristo Virgen de Guadalupe, Mexico Virgen de Pilar – fiesta de la hispanidad Virgen de Sheshan, China Virtud Vocación a la bienaventuranza Vocación – www.vocación.org Vocación a evangelizar Para comentarios – email – mflynn@lcegionaries.org fb – martin m. flynn Donations to - BANCO - 03069 INTESA SANPAOLO SPA Name – EUR-CA-ASTI. IBAN – IT61Q0306909606100000139493 Ley Moral Libertad Lumen Fidei – cap 1,2,3,4 María y la Biblia Martires de Corea Martires de Nor America y Canada Medjugore peregrinación Misericordiae Vultus en Español Moralidad de actos humanos Pasiones Papa Francisco en Baréin Papa Francisco en Bulgaria Papa Francisco en Rumania Papa Francisco en Marruecos Papa Francisco en México Papa Francisco – Jornada Mundial Juventud 2016 Papa Francisco – visita a Chile Papa Francisco – visita a Perú Papa Francisco en Colombia 1 + 2 Papa Francisco en Cuba Papa Francisco en Fátima Papa Francisco en la JMJ 2016 – Polonia Papa Francisco en Hugaría e Eslovaquia Queridas Amazoznia 1,2,3,4 El Reino de Cristo Resurrección de Jesucristo – según los Evangelios Revolución Rusa y Comunismo 1, 2, 3 Santa Agata, virgen y martir San Alberto Magno San Andrés, Apostol Sant Antonio de l Deserto, Egipto San Antonio de Padua San Bruno, fundador del Cartujo San Carlos Borromeo San Columbanus 1,2 San Domingo Savio San Esteban, proto-martir San Francisco de Asis 1,2,3,4 San Francisco de Sales San Francisco Javier Santa Bernadita de Lourdes Santa Cecilia Santa Faustina Kowalska, y la divina misericordia San Felipe y Santiago el menor SantaInés de Roma, virgen y martir SantaMargarita de Escocia Santa Maria Goretti Santa María Magdalena Santa Teresa de Calcuta Santa Teresa de Lisieux Santos Marta, Maria, y Lazaro