Estratégias deComunicação           STI 2011       ANÁLISE       RELATÓRIO       CRÉDITOS
Enquadramento                              O objectivoinicial de                              criarumaidentidadequenão se ...
Váriasmetáforasdescrevemoedifício do arquitectoholandês: gota, cristal, meteorito. A equipa do directorartísticoaustríacop...
Missão                                  Serralveséumainstituição cultural de                                  âmbitoeurope...
A visitaaossuportes do MNAA, fornece a impressão de                          uma lacuna naestratégia de imagem. A aplicaçã...
“One of the things TateModern has done, beyondanyones imaginings, is tomake the connection with abroader public”The Guardi...
Identidade                                                             Wolff Olinscriouo brand “Tate”                     ...
Análise qualitativa     dos sites
• Site    Em Português e Inglês    Separadores laterais para todas as     áreas de actividade da Casa    Página inicial...
• Web 2.0• “Velhos media”    Preocupação com a comunicação     “de rua” –     mupis, cartazes, flyers, etc.    Comunicaç...
• Site    Em Português e Inglês    Menus superiores com as várias     zonas de Serralves; menus laterais     para inform...
• Web 2.0• “Velhos media”    Preocupação com a comunicação “de     rua” – mupis, cartazes, flyers, etc    Presença em jo...
• Site    Exclusivamente em Português    Menus superiores com as     “informações úteis”; informação     conteudística n...
• Web 2.0• “Velhos media”    Presença de reportagens de nos     jornais nacionais
• Site    Exclusivamente em Inglês    Enorme profusão de menus para     uma extensa exploração das áreas     específicas...
Análise quantitativa e    qualitativa dasferramentas Web 2.0
Youtube          Nº Vis. Canal (escalalogarítmica)
Youtube    Total Vis. Carregados (escalalogarítmica)
Youtube     Nº Subscritores (escalalogarítmica)
YoutubeCasa Música          Nº de Vídeos: 71          Língua: PT          Descrição: Breve ou ausente          Etiquetas e...
Facebook           Gostamdisto
Facebook           Estão a falardisto
Facebook           Estiveramaqui
FacebookCasa MúsicaLikes: 148.930 subida 2%          Criação de conteúdos exclusivos          Controlo por parte da instit...
FacebookMNAA:Likes: 8.954 subida 4%           Sem menus e aplicações próprias           Controlo por parte da instituição ...
Twitter          Nº Tweets
Twitter          Following
Twitter          Followers (escalaalgorítimica)
Twitter          Listed
TwitterCasa Música         Não usa a plataforma TwitterSerralves:             Não produziu qualquer tweetno período de obs...
“Velhos Media”
MNAA – Jornal “Público”Reportagem destaque15 de Novembro | terça-feira
07 nov. - Segunda                    Agenda – exposições08 nov - Terça.                    Agenda – exposições            ...
Anúncio - Concerto03 nov. - Quinta    Anúncio – Concerto                    Agenda – Conferência                          ...
Conclusões e questões    para reflexão
• As instituições portuguesas comunicam menos do  que deveriam em línguas internacionais.• Serralves e a Casa da Música ap...
• É visível que a comunicação da Casa da Música e de  Serralves passam ainda por campanhas nos media  tradicionais de fort...
•   Serviços e tecnologias nas instituições•   2011•   Prof. Fernando Ramos•   Prof. Arnaldo Santos•   Carlos Amorim•   El...
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Apresentação 2º trab STI

  1. 1. Estratégias deComunicação STI 2011 ANÁLISE RELATÓRIO CRÉDITOS
  2. 2. Enquadramento O objectivoinicial de criarumaidentidadequenão se socorresse do edifiíco de RemKohlhaas, provou ser“Nuncadesenvolvemosumaid inútileoestúdio de Stefan Sagmeisterrendeu-se àideia de queoedificioconstituia, porsisó, umeia, emque de forma tão logotipo.Opróprioarquitectochamariaàsu aabordagem “umaorganização dosflagrante se parte aspectos do simbolismo”.dainspiraçãoproporcionadapor um edifício do qualnão se Identidadeconsegueescapar.” Foidesenvolvido um sistema no qualesta forma reconhecíveleúnica seStefan Sagmeister transformasse de forma camaleónica de aplicaçãoemaplicação, emque as váriasfacetas do edifíciodãolugar a umalongalinha de logotiposmutantesqueabsorvem as suas cores de aplicaçãodasuaenvolvente, usando software especialmenteconcebidoparaoefeito. Este tipo de aplicaçãoprocuraexprimirosdiferentestip os de músicaacolhidos, um poucocomo num jogo de dados quenosforneceváriasfacetase cores do
  3. 3. Váriasmetáforasdescrevemoedifício do arquitectoholandês: gota, cristal, meteorito. A equipa do directorartísticoaustríacoperspectivou a forma 3D emmultifacetadas 2D, quemaisnãoeram do que 6ângulosdiferentesda casa: osquatrolados, otopoe a base.Este ponto de partidarevelouconseguirfuncionar num sistemacomplexo, com objectivos decomunicaçãoparapúblicosmuitodiversoseabrangendo, nãosó a Casa emsi,mastambémosorganismosquenelavivem, como, porexemplo, a Remix Ensemble.
  4. 4. Missão Serralveséumainstituição cultural de âmbitoeuropeu, que define comomissãosensibilizaropúblicopara a arte contemporâneaeoambiente, através do Museu de Arte Contemporâneacomocentropluridisciplin ar, do Parquecomopatrimónio natural vocacionadopara a educaçãoeanimaçãoambientaise do Auditóriocomocentro de reflexãoe debate sobre a sociedadecontemporânea. Identidade Criadopor Andrew Howard erecentementeobjecto de restyling pelaMccann-Erickson, a identidade de Serralvespassapordeixarcair a expressão “Fundação”, simplificandoeprocurandod“A agênciaoptou arunidadeàsváriasvertentesdaactividad edaFundação. As letras “a” e “l”“porcriarumaimagemhomogéneaques aparecem agora “unidas a corazul, com oobjectivo deerá transversal a toda a reforçaroconceitodainstituiçãocomoesp aço de encontros”.comunicaçãodainstituição”.Mccann Erickson
  5. 5. A visitaaossuportes do MNAA, fornece a impressão de uma lacuna naestratégia de imagem. A aplicação do seu logo resultadadeclinação das soluçõesadoptadaspelo MC, aquandodadefinição global daimagem das instituiçõesnasuadependência, jánosanos 90.Criadoem1884, abrigauma das Enquadramentomaisrelevantescolecç A imagem do Museu de Arte Antigaconfunde- se, emgrandemedida, com uma das peças doões de arte antiga do seuespólio, os “Painéis de S. Vicente”. Nãoexistepropriamenteumaestratégia dePaís de comunicaçãovisíveleesse facto ficabemexpressopintura, escultura, art no carácterdatadoepoucoconseguido do seulogotipo, peloqueoespaçoimaginárioassociesdecorativas, portug adoàinstituiçãoaparecepreenchidoporaquela obra, queconstitui, aliás, o “banner” fixo deuesas, europeiaseorie abertura do seu site institucional.ntais.
  6. 6. “One of the things TateModern has done, beyondanyones imaginings, is tomake the connection with abroader public”The Guardian, 2010 AmbiçãoA Tate redefiniu a ideia de museu, abrindo-se à nova Nosanos 90, a Tate Galleryperspectiva de „look again, think again‟ e a novas emMillbankabriu novas localizaçõesemaudiências „for the many, not for the few‟ Liverpool e St. Ives edefiniu um novo objectivo: criaruma nova galeria de arte naestação de energia de BanksideemLondres. A Tate quistornarosseusquatroedifíciosemalgoc ompletamente novo: emlugar de instituiçõestradicionais, destinosexci tantes. Acção Com a colaboração de Wolff Olins, a Tate reinventoua ideia de galeriacomocolecção de experiências, oferecendo as maisdiversasformas de ver. A nova Tate viria a tornar-se uma parte integrante do dia-a-dia do país, democratizandosemdescer de
  7. 7. Identidade Wolff Olinscriouo brand “Tate” debaixodaideia"olhe de novo, pense de novo": um convitee um desafioaosvisitantes. Emlugar dos confusos "Millbank" e "Bankside," criaram as designações Tate Britain e Tate Modern paraassinalarquetipo de arte as pessoaspodiamesperarencontraredesenharam umalinha de logos que se movem, focandoedesfocando, sugerindo a naturezadinâmicadainstituição, sempreemmudança, massemprereconhecível.ImpactoDesde a data daabertura, a Tate Modern tem tido umenormesucesso, atraindoodobro dosvisitantesprevistosetornando-se a maisvisitadagaleria domundo. No primeiroano, onúmero de vistantessubia 87%eatingiaos 7.5 milhões. Como diziaoObserverem 2005, a Tate"mudou a forma comoosbritânicosvêem a arte e a formacomoomundovê a Inglaterra”.
  8. 8. Análise qualitativa dos sites
  9. 9. • Site  Em Português e Inglês  Separadores laterais para todas as áreas de actividade da Casa  Página inicial com agenda  Aparência dinâmica  Disponibiliza relatórios de contas e actividade  Conteúdos interactivos: CasaTV  Links para as redes sociais 2.0  Loja online
  10. 10. • Web 2.0• “Velhos media”  Preocupação com a comunicação “de rua” – mupis, cartazes, flyers, etc.  Comunicação de programas a longo prazo.  Presença de anúncios pagos, reportagens e agenda cultural nos jornais nacionais
  11. 11. • Site  Em Português e Inglês  Menus superiores com as várias zonas de Serralves; menus laterais para informação relativa às diversas áreas de actividade  Informação muito completa nos relatórios de contas e actividade  Conteúdos interactivos – Visita aos espaços  Links para as redes sociais 2.0  Loja online
  12. 12. • Web 2.0• “Velhos media”  Preocupação com a comunicação “de rua” – mupis, cartazes, flyers, etc  Presença em jornais nacionais através de reportagens e agenda cultural.
  13. 13. • Site  Exclusivamente em Português  Menus superiores com as “informações úteis”; informação conteudística nos menus laterais  Informação muito completa ao nível das exposições e serviços educativos; não são divulgados relatórios de contas e actividade.  Conteúdos interactivos – Visita virtual  Links para as redes 2.0  Loja: não é possível comprar online
  14. 14. • Web 2.0• “Velhos media”  Presença de reportagens de nos jornais nacionais
  15. 15. • Site  Exclusivamente em Inglês  Enorme profusão de menus para uma extensa exploração das áreas específicas de actuação e conteúdos interactivos.  Informação muito completa ao nível das exposições e serviços educativos; bem como relatórios de contas e actividade.  Links para as redes 2.0  Loja online
  16. 16. Análise quantitativa e qualitativa dasferramentas Web 2.0
  17. 17. Youtube Nº Vis. Canal (escalalogarítmica)
  18. 18. Youtube Total Vis. Carregados (escalalogarítmica)
  19. 19. Youtube Nº Subscritores (escalalogarítmica)
  20. 20. YoutubeCasa Música Nº de Vídeos: 71 Língua: PT Descrição: Breve ou ausente Etiquetas e categorização: simplesSerralves: Nº de Vídeos: 72 Língua: PT Descrição: Breve ou ausente Etiquetas e categorização: simplesMNNA: Nº de Vídeos: 9 Língua: PT Descrição: Breve ou ausente Etiquetas e categorização: ausenteTATE: Nº de Vídeos: 278 Língua: EN Descrição: Extensa e completa Etiquetas e categorização: completa
  21. 21. Facebook Gostamdisto
  22. 22. Facebook Estão a falardisto
  23. 23. Facebook Estiveramaqui
  24. 24. FacebookCasa MúsicaLikes: 148.930 subida 2% Criação de conteúdos exclusivos Controlo por parte da instituição Uso sistemático de imagens ou vídeos Assuntos: Clubbing, concertos, conferências.Não referem outras áreas tais como o serviçoeducativo. Não há interacção com os utilizadores.Serralves:Likes: 104.080 subida 1,5% Sem menus e aplicações próprias Aceitam conteúdo dos fãs (tags) Não usam indicador: estiveram aqui Uso sistemático de imagens ou vídeos Assuntos: TODAS as áreas estão divulgadas, desde o serviço educativo aos concertos maso uso é descontrolado. Existe a possibilidade dos fãs fazerem “tag” de fotos, escrever nomural, etc.
  25. 25. FacebookMNAA:Likes: 8.954 subida 4% Sem menus e aplicações próprias Controlo por parte da instituição Não usam indicador: estiveram aqui Usam notas (único) Únicos que fazem feed do twitter (duplica conteúdos) O Museu comenta as suas próprias publicações.TATE:Likes: 321.744 subida 3% Criação de conteúdos exclusivos Controlo por parte da instituição Por vezes há comentários por parte da instituição. Há interacção entre fãs.
  26. 26. Twitter Nº Tweets
  27. 27. Twitter Following
  28. 28. Twitter Followers (escalaalgorítimica)
  29. 29. Twitter Listed
  30. 30. TwitterCasa Música Não usa a plataforma TwitterSerralves: Não produziu qualquer tweetno período de obs. Tem uma lista de following sem qualquer critério Proporção Following/Followers : 1/3MNNA: Actualização média 3 em 3 dias Criteriosa selecção de entidades a seguir Proporção Following/Followers : 1/6TATE: Média diária de 4,9 tweets Subida de 3% de followers Proporção Following/Followers : 1/621 Forte interacção com os seguidores
  31. 31. “Velhos Media”
  32. 32. MNAA – Jornal “Público”Reportagem destaque15 de Novembro | terça-feira
  33. 33. 07 nov. - Segunda Agenda – exposições08 nov - Terça. Agenda – exposições Serralves11 nov. – Sexta Agenda – Documentário Agenda – Exposições Jornal15 nov. - Terça Notícia Agenda – Exposições “Público” Agenda - Bazar Agenda – Mesa Redonda18 nov. - Sexta Agenda - Bazar Agenda – Exposições Não existem anúncios pagos21 nov. - Segunda Agenda – bazar Áreas de actividades: Agenda – exposições Exposições, documentários,23 nov. - Quarta Agenda – exposições bazar, mesa-redonda, Agenda - bazar debates, conferências, Agenda - debate filmes.27 nov. - Domingo Agenda– exposições Não é mencionado o serviço30 nov. - Quarta Agenda – conferência/filme educativo ou serviços para Agenda – exposições as famílias. Apenas uma reportagem02 dez. - Sexta Agenda – bazar durante este período06 dez. - Terça Agenda – bazar
  34. 34. Anúncio - Concerto03 nov. - Quinta Anúncio – Concerto Agenda – Conferência Casa da07 nov. - Segunda08 nov. - Terça Agenda - Concerto Agenda - Concerto Anúncio - Concerto Música11 nov. - Sexta Anúncio - Concerto Anúncio - Concerto Jornal Anúncio -Clubing Agenda - Concerto Agenda - Concerto “Público”15 nov. - Terça Agenda - Concerto Anúncio - Concerto Existem vários anúncios Anúncio - Concerto pagos ao fim de semana18 nov. - Sexta Áreas de actividades: Anúncio - Concerto Agenda - Concerto Concertos, conferências e o21 nov. - Segunda Anúncio - Concerto Clubbing.23 nov. - Quarta Agenda - Concerto Não é mencionado o serviço27 nov. - Domingo Agenda - Concerto educativo ou serviços para30 nov. - Quarta Agenda (com reportagem) - Concerto as famílias. Notícia – Ciclo concertos Apenas duas reportagem02 dez. - Sexta Agenda - concerto durante este período Agenda - Concerto06 dez. - Terça Agenda - Concerto
  35. 35. Conclusões e questões para reflexão
  36. 36. • As instituições portuguesas comunicam menos do que deveriam em línguas internacionais.• Serralves e a Casa da Música apresentam seriamente os seus relatórios de contas e actividade aos stakeholders, já o MNAA não.• A Casa da Música optou por menos ferramentas de web 2.0 mas parece ter um maior controlo sobre os conteúdos.
  37. 37. • É visível que a comunicação da Casa da Música e de Serralves passam ainda por campanhas nos media tradicionais de forte apelo visual. E.x. “À Volta do Barroco” (C.M.).• O Museu Nacional de Arte Antiga transparece uma imagem gasta e cansada e capta poucos utilizadores nas plataformas web 2.0.• A TATE guindou-se ao lugar de maior instituição de arte do mundo com uma estratégia de comunicação que privilegia o alargamento dos públicos através de um uso intensivo das ferramentas web 2.0
  38. 38. • Serviços e tecnologias nas instituições• 2011• Prof. Fernando Ramos• Prof. Arnaldo Santos• Carlos Amorim• Elisabete Rosa• Joana Alves dos Santos• Paulo Moreira• Paulo Braga• Rosário Rebelo• Venceslau do Rego

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