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Escola do campo pibid

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OSCAR FICHAMENTO

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Escola do campo pibid

  1. 1. UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS INSTITTUTO DE FILOSOFIA, SOCIOLOGIA E POLÍTICA PROGRAMA ISNTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA Nome do bolsista id: Oscar Augusto Oliveira de Arruda FICHAMENTO 1 referência bibliográfica completa: MOLINA, Mônica; FREITAS, Helana. AVANÇOS E DESAFIOS NA CONSTRUÇÃO DA EDUCAÇÃO DO CAMPO. Disponível em: http://emaberto.inep.gov.br/index.php/emaberto/article/download/2483/2440, acessado em 10/06/2016. 2. ideia, problema principal: O texto apresenta a luta dos trabalhadores rurais que vinculados a movimentos sociais e sindicais rurais organizaram-se e desencadearam um processo nacional de luta pela garantia de seus direitos, articulando as exigências do direito à terra com as lutas pelo direito à educação. Esse processo se reconhece como Movimento de Educação do Campo. Os problemas enfrentados são: a forte dominação econômica e hegemonia cultural da agricultura capitalista sobre a camponesa, o modelo de desenvolvimento que sempre privilegiou os interesses dos grandes proprietários de terra no Brasil e a intensa desigualdade e precariedade do acesso a educação nos meios rurais. 3. hipóteses - proposição que pode ser a solução do problema: (identificar e transcrever as principais hipóteses, indicando a página) Ações específicas para atender as demandas diferenciadas resultantes de desigualdades hitóricas (p. 6). A elaboração de políticas específicas é condição para que as políticas universalizantes garantam direitos iguais a todos (p. 6). A ampliação e a articulação das lutas, para o enfrentamento das várias contradições a serem superadas (p. 7). A intencionalidade de um projeto
  2. 2. de formação de sujeitos que percebam criticamente as escolhas e premissas socialmente aceitas, e que sejam capazes de formular alternativas de um projeto político, atribui à escola do campo uma importante contribuição no processo mais amplo de transformação social. (P. 8). A escola do campo pode ser uma das protagonistas na criação de condições que contribuam para a promoção do desenvolvimento das comunidades camponesas a partir das concepções sobre as possibilidades de atuação das instituições educativas na perspectiva contra-hegemônica, além das funções tradicionalmente reservadas à escola, de socialização das novas gerações e de transmissão de conhecimentos. Para isso, faz-se necessário que se promovam no seu interior importantes transformações, tal como já vem ocorrendo em muitas escolas no território rural brasileiro, que contam com o protagonismo dos movimentos sociais na elaboração de seus projetos educativos e na sua forma de organizar o trabalho pedagógico. (p. 9). Para que a escola do campo contribua no fortalecimento das lutas de resistência dos camponeses, é imprescindível garantir a articulação político-pedagógica entre a escola e a comunidade, a partir da democratização do acesso ao conhecimento científico. (p. 10). Outra dimensão significativa nas escolas do campo é a lógica do trabalho e da organização coletiva. Ensinar os alunos e a própria organização escolar a trabalharem a partir de coletivos é um relevante mecanismo de formação e aproximação das funções que a escola pode vir a ter nos processos de transformação social. (p. 10). Outro aspecto central a ser transformado na escola do campo, voltamos a afirmar, é o fato de seus processos de ensino e aprendizagem não se desenvolverem apartados da realidade de seus educandos. É relevante incorporar no trabalho pedagógico a materialidade da vida real dos educandos, a partir da qual se abre a possibilidade de ressignificar o conhecimento científico que, em si mesmo, já é produto de um trabalho coletivo, realizado por centenas e centenas de homens e mulheres ao longo dos séculos. (p. 10,11). 4. principais conceitos utilizados pelo autor (identificar e transcrever os principais conceitos, indicando a página): Movimento de Educação do Campo: é a união no qual movimentos sociais e sindicais rurais organizaram-se e desencadearam um processo nacional de luta pela garantia de seus direitos, articulando as exigências do direito à terra com as lutas pelo direito à educação. Sua novidade se refere principalmente ao protagonismo de sujeitos que não haviam antes ocupado a cena educacional brasileira: os trabalhadores rurais. (p. 2).
  3. 3. 5. principais conclusões do autor (identificar e transcrever as principais conclusões, indicando a página): Apesar das conquistas em marcos legais e em práticas em andamento, enfrenta-se também um grave processo de fechamento das escolas do campo. Ao mesmo tempo em que se conquistam avanços que garantem legitimidade para experiências inovadoras em curso, em diversos locais, simultaneamente, se reduz cada vez mais o número de escolas no meio rural. (p. 13). De acordo com o Censo Escolar, existiam 107.432 escolas no território rural em 2002. Em 2009, o número desses estabelecimentos de ensino reduziu-se para 83.036, significando o fechamento 24.396 escolas no meio rural, e os dados de 2010 registram a existência de 78.828 escolas. (p. 13). Garantir condições para a reprodução material da vida a seus pais e familiares, para que possam manter as crianças nos processos educativos por longos períodos, implica garantir o acesso à terra e aos recursos naturais, a partir dos quais os camponeses sobrevivem. E, novamente, a reforma agrária é central. (p. 14). Diferentes pesquisas comprovaram o aumento dos níveis de escolarização das crianças que moram nos assentamentos de reforma agrária quando comparadas aos filhos dos trabalhadores rurais obrigados a constantes migrações, impondo a crianças e jovens dessas famílias trajetórias escolares descontínuas e irregulares. Ao lado desta dimensão estruturante, há outra também relevante para viabilizar a permanência na escola: a ampliação da oferta de vagas nos anos finais do ensino fundamental, e, especialmente, no nível médio para os jovens do campo. Portanto, ampliar a oferta da educação escolar em locais e condições acessíveis aos jovens é condição central para enfrentar o desafio de garantir o direito à escolarização para os sujeitos do campo. (p. 14). Municípios, Estados e União precisam se integrar melhor para implantar as medidas necessárias para otimizar o uso dos recursos públicos e, principalmente, para construir estratégias que sejam capazes de considerar as especificidades da vida no campo, como: a menor densidade populacional, a dispersão geográfica e as distâncias. E, sobretudo, ao considerar estas condições, garantir o direito à educação aos sujeitos do campo. (p. 14). 6. considerações pessoais:
  4. 4. Ao passo de que as conquistas garantidas pelo Movimento da Educação em Campo até em tão foram um progresso, ainda se há um longo caminho árduo e complicado a se percorrer para que os direitos humanos e sociais dessas pessoas sejam reconhecidos. Para que a precariedade, a desigualdade da educação no campo, principalmente em relação a educação urbana seja reduzida, terá que ter maior união e coletividade das pessoas que vivem no meio urbano com as da zona rural em relação a essa pauta. Para assim, nós conseguirmos obter maior atenção do Estado. 7. palavras-chave: Educação do Campo; escola do campo; formação de educadores.

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